Geada no Centro-Sul queima cafezais e faz preço das bolsas explodirem.

Geada nos cafezais: Como evitar prejuízos na propriedade | Rehagro

O mercado futuro do café arábica abriu o pregão desta terça-feira (20) subindo forte na Bolsa de Nova York (ICE Future US). As cotações voltam a subir após registros de geadas nas principais áreas produtoras do país.

Por volta das 09h05 (horário de Brasília), setembro/21 tinha alta de 640 pontos, negociado por 162,70 cents/lbp, dezembro/21 tinha valorização de 625 pontos, cotado a 165,60 cents/lbp, março/22 tinha alta de 605 pontos, valendo 167,80 cents/lbp e maio/22 tinha valorização de 575 pontos, valendo 168,65 cents/lbp.

Geada prejudica safra 2013/14 do café nas lavouras no Paraná

“Parece que a geada foi bem maior do que as previsões ontem falavam. Foi extenso, chegou até o Cerrado, pegou o sul de Minas e a Mogiana. Foi grande, agora o que significa em quebra de safra ainda é cedo para falar, mas pegou o café e foi maior do que as previsões falavam”, comenta Eduardo Carvalhaes.

Geadas queimam lavouras de café e causam prejuízos em Taquarituba

Em Londres, o café tipo conilon acompanha e também opera com valorização. Setembro/21 tinha alta de US$ 41 por tonelada, valendo US$ 1773, novembro/21 subia US$ 41 por tonelada, negociado por US$ 1774, janeiro/22 tinha alta de US$ 38 por tonelada, valendo US$ 1761 e março/22 era negociado por US$ 1743, com valorização de US$ 38.

Com a valorização desta manhã, o mercado devolve as baixas registradas na última sessão, que foi marcada por um dia de grande aversão ao risco no mercado financeiro, derrubando as principais commodities agrícolas e com valorização expressiva do dólar ante o real.

Veja o que era realmente a viagem do “spray nasal” a Israel.

Kim Kataguiri pede que Ernest Araújo informe gastos com Eduardo Bolsonaro e Hélio Negão em viagem a Israel | Bela Megale - O Globo

O que é e o que faz o spyware Pegasus? Entenda o que se sabe até aqui. Vazamento de números expôs possível vulnerabilidade no software espião mais poderoso do mundo

O vazamento de mais de 50.000 números  de telefone supostamente usados por contratantes do software Pegasus, da empresa de vigilância israelense NSO Group, já escalou à lista de alertas da segurança cibernética global.

Segundo reportagem do Guardian, publicada no domingo (18.jul.2021), há jornalistas, figuras públicas, líderes políticos e ativistas da sociedade civil entre os milhares de contatos supostamente atrelados ao aplicativo.

Os dados preocupam, já que a comercialização do Pegasus é exclusiva a governos e agências militares. Originalmente, ele foi desenvolvido para que as forças de segurança conseguissem acessar núcleos criminosos sem serem descobertos.

Assim, qual é o motivo para que números de civis, em especial jornalistas e opositores de governos, estejam na lista vazada? Os dados foram de fato usados pelos clientes da empresa? É possível reprimir um spyware? Leia a seguir tudo o que se sabe sobre o Pegasus até agora.

A Cortina de Fumaça do Spray Nasal

viagem de uma comitiva organizada pelo governo a Israel, entre 7 e 9 de março, custou pelo menos R$ 88,2 mil e terminou sem a assinatura de um acordo de cooperação entre o Brasil e a empresa israelense que desenvolve um spray nasal para possível tratamento da Covid-19.

As informações estão em uma resposta, de 44 páginas, do Ministério das Relações Exteriores a questionamentos formulados pela bancada do PSOL na Câmara dos Deputados. Os dados foram divulgados pelo portal UOL e obtidos também pelo G1.

Consultada, a Secretaria de Comunicação da Presidência informou que o Palácio do Planalto não irá se manifestar.

A viagem dos parlamentares e funcionários do governo a Israel deve ser alvo de análise pela CPI da Covid no Senado.

Participaram da comitiva brasileira o ex-chanceler Ernesto Araújo; os deputados Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e Helio Lopes (PSL-RJ); o ex-secretário de Comunicação do governo Fabio Wajngarten; os assessores do Palácio do Planalto Filipe Martins e Max Moura; auxiliares do Itamaraty; e somente dois técnicos: Hélio Angotti Neto, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Ministério da Saúde, e Marcelo Morales, secretário de Pesquisa e Formação Científica do Ministério da Ciência e Tecnologia.

De acordo com o documento do Itamaraty, do último dia 7, foram gastos US$ 14,2 mil, 1,6 mil euros e R$ 2,7 mil com passagens, alimentação, hospedagens, reserva de salas e diárias, entre outras despesas. Não estão contabilizados os custos com o deslocamento em avião da Força Aérea Brasileira (FAB).

Em relação ao spray nasal, a resposta do Ministério das Relações Exteriores diz que havia uma proposta de o Brasil integrar a fase 2 do desenvolvimento do medicamento (EXO-CD24), “fazendo parte de um ‘pool’ internacional”.

Essa aproximação, segundo o documento, poderia facilitar a aprovação da droga no Brasil, agilizando a importação, e a “eventual produção local”.

Entretanto, o ofício do Itamaraty diz que um acordo entre o Brasil e o fabricante não foi celebrado, por falta de assinatura de representante do Ministério da Saúde brasileiro.

Os verdadeiros objetivos dos Bolsonaro.

vazamento de mais de 50.000 números de telefone supostamente usados por contratantes do software Pegasus, da empresa de vigilância israelense NSO Group, já escalou à lista de alertas da segurança cibernética global.

Segundo reportagem do Guardian, publicada no domingo (18.jul.2021), há jornalistas, figuras públicas, líderes políticos e ativistas da sociedade civil entre os milhares de contatos supostamente atrelados ao aplicativo.

Veja aqui a reportagem do Poder360

No final do Governo FHC, a fome matava 300 crianças por dia.

Este post foi publicado em 11/02/2016, em O Expresso. Veja se a situação não se repete hoje:

No final do Governo de Fernando Henrique Cardoso, quando se encerrava a famosa década perdida, 300 crianças, em tenra idade, morriam de desnutrição todos os dias. A matéria é do Jornal Nacional, da Globo. Na época, não parecia haver a indignação com “o desgoverno e a roubalheira”, o ódio, a intolerância. A classe média permanecia calada.

O gráfico abaixo mostra como variaram nos dois governos: a taxa de juros Selic definida pelo Banco Central, a taxa de inflação pelo IPCA e a Taxa de juros real (SELIC – IPCA), todas com intervalos mensais anualizados.

O gráfico mostra os picos de taxas de juros das crises de 97 e 99 e da liberação do câmbio no início do segundo mandato de FHC, o que significa que em crises bem menores que a de 2009, o País teve que tomar medidas mais drásticas pois a nossa economia tinha se tornado fragilizada com a sangria de nossas reservas, que foi o custo da reeleição do FHC.

Também é importante salientar que durante todo o seu governo manteve a taxa Selic em torno de 20% ao ano, mostrando como o País pagou o preço da estagnação para sustentar um controle inflacionário apoiado em fundamentos equivocados, além de evidenciar a incoerência dos tucanos quando hoje criticam os juros reais.

jurosxinflacao

 

Acordo com os 300 picaretas vai liberar R$4 bilhões ao Fundão.

Bolsonaro, o napoleão de hospício, afirma: quem manda sou eu — Conversa  Afiada

Fontes bem informadas da Câmara Federal dizem que o Presidente fez um acordão com o Centrão: veta o Fundo Partidário eleitoral de R$5,7 bilhões, mas sanciona R$4 bilhões. O que, digamos, é um alto negócio, pois nas últimas eleições o Fundão atingiu R$2 bilhões. Vai dobrar, então.

Bolsonaro continua pendurado no pincel do Centrão.

O que é Osteoporose? Dicas de Saúde com Dr. Marco Túllio da Rede São Camilo.

A osteoporose é uma doença silenciosa, que não apresenta sintomas e age tornando os ossos frágeis e quebradiços.

Ela avança de acordo com a idade e costuma ser mais comum em mulheres. Nos quadros mais graves provoca deformidades nos ossos, fraturas e dores crônicas.

O diagnóstico precoce através de exame de imagem, principalmente a densitometria óssea, é a melhor forma de combater esse problema. E o Dr. Marco Túllio está presente aqui na São Camilo para ajudar você no que for preciso.

É possível superar a fome. De novo.

Há menos de 7 anos, o Brasil era um centro mundial de combate à fome. Hoje, a insegurança alimentar chega a 117 milhões. “Os governos Temer e Bolsonaro destruíram as políticas sociais”, diz, em artigo, Tereza Campello*.

A pandemia da Covid-19 no Brasil deixará no seu rastro marcas que vão muito além da tragédia sanitária que ceifou a vida de mais de meio milhão de brasileiros. O acirramento do quadro de fome e de insegurança alimentar é gravíssimo e exige ação imediata. O Brasil não pode esperar. Quem tem fome não pode esperar o controle da pandemia.

Lembremos que a Covid-19 alcançou o Brasil, no início de 2020, no seu pior momento. O desemprego atingia 11 milhões de trabalhadores, a rede de proteção social estava fragilizada, depois de quatro anos de vigência do congelamento de gastos sociais resultantes da Emenda Constitucional 95 — a Lei do Teto dos Gastos —, as taxas de pobreza cresciam assustadoramente desde 2015. A incapacidade e o descompromisso do governo de Jair Bolsonaro em conduzir o país em meio à pandemia maximizou todos estes problemas.

A crise sanitária da Covid atingiu um Brasil imerso em seu histórico pesadelo: tínhamos acabado de voltar ao Mapa da Fome das Nações Unidas. Dados da Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (IBGE) davam conta que em 2017 e 2018 a população em situação de insegurança alimentar tinha saltado de 22,9% para 36,7% dos brasileiros. Com Temer, o país tinha regredido a uma situação pior que a que encontramos no início do governo Lula (35,2%). Foram os desmontes nas políticas públicas de combate ao flagelo da fome que conduziram o Brasil de volta ao triste mapa da ONU.

O governo Bolsonaro e a pandemia acirraram e aceleraram este quadro. Em dezembro de 2020, ainda com a vigência do auxílio emergencial, a população em insegurança alimentar chegou a 117 milhões de brasileiros (55%). Deste total, 43 milhões viviam com fome ou comiam menos do que precisavam para viver — insegurança alimentar grave ou moderada.

Relatório da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) publicado este mês reafirmam os dados. Certamente a situação atual está ainda pior, considerando que o desemprego continuou crescendo e superou a casa de 15 milhões, enquanto outros 6 milhões de adultos desistiram de trabalhar por não encontrarem oportunidades e 34,2 milhões vivem na informalidade. O relatório “O vírus da Fome”, da Oxfam, divulgado na semana passada aponta para o risco do Brasil se tornar o centro emergente da fome no mundo.

Há menos de sete anos éramos reconhecidos mundialmente como o centro emergente de políticas inovadoras de combate à fome e à pobreza. A FAO atribuía o sucesso do Brasil, que saiu do Mapa da Fome em 2014 — durante o governo Dilma Rousseff —, a um conjunto multidimensional de políticas, dentre as quais se destacam:

1) Liderança e prioridade política com recursos orçamentários compatíveis com o tamanho do desafio;

2) Aumento da renda da população garantindo acesso a alimentos, através da geração de 20 milhões de empregos, aumento do salário mínimo em 74% acima da inflação e programa Bolsa Família;

3) Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), que chegava a 43 milhões de crianças e jovens;

4) Fortalecimento da Agricultura familiar com crédito e compras públicas, e;

5) Gestão intersetorial, participação e controle social com o Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), extinto no governo Bolsonaro.

Todas estas cinco frentes destacadas pela FAO, por tornarem possível a superação da fome, foram dizimadas por Temer e Bolsonaro.

A calamidade da fome não teve origem e não pode ser atribuída ao vírus. Confirmando 70 anos depois o que ensinava Josué de Castro, a fome não é um fenômeno natural ou biológico. É fruto de decisões políticas e da destruição de políticas públicas.

Frente à crise aguda e ao descompromisso do governo Bolsonaro, a população pobre e vulnerável tem conseguido se manter graças à rede de solidariedade que se formou na sociedade. ONGs, movimentos sociais, sindicatos, na maioria com forte vínculo com as periferias, estão mobilizados. A solidariedade é estratégica e necessária para aliviar o sofrimento, mas não garante o direito humano a alimentação adequada.

Foi criminosa a destruição do Sistema Nacional de Segurança Alimentar, o SISAN, que poderia estar coordenando nacionalmente as diferentes frentes das políticas municipais, estaduais e federais e integrando-as com o esforço de milhares de iniciativas da sociedade civil. Com o SISAN operando, o governo poderia, por exemplo, ter se antecipado propondo medidas para evitar a disparada do preço de alimentos e garantir o abastecimento da população.

Mas Jair Bolsonaro e Paulo Guedes preferiram viabilizar o lucro extra dos exportadores. O governo poderia ter pactuado e construído soluções para garantir refeições de qualidade para as 43 milhões de crianças que ficaram sem alimentação escolar com o fechamento das escolas. Poderia ter viabilizado soluções para manter as compras públicas de alimentos e evitar a interrupção das cadeias de fornecimento da agricultura familiar. Enfim haveria coordenação, interação e vontade política.

Em vez disso, assistimos incrédulos o ministro da Economia tentar tirar vantagens da tragédia humanitária da fome e aproveitar para solucionar os estoques mal planejados da rede varejista. Ou tentar “emplacar” o velho pleito de supermercadistas de flexibilizar as regras de prazo de validade para otimizar lucros. Com Guedes, vemos o retorno ao assistencialismo e o padrão “Ilha das Flores”, onde o que cabe aos pobres é o lixo e os restos, devidamente processados e higienizados.

É inexorável que se implemente imediatamente medidas, atuando em duas frentes, com a retomada do auxílio emergencial de R$ 600 e das experiências bem sucedidas vitoriosas no combate à fome. Defendemos o direito à acesso a alimentação em quantidade e qualidade. O direito à comida de verdade. E isto só é alcançado se for garantido pelo Estado, com regularidade, políticas continuadas e com escala. Sabemos que é difícil, mas é possível e pode ser feito. Os governos do PT fizeram.

(*) Tereza Helena Gabrielli Barreto Campello é economista brasileira, filiada ao Partido dos Trabalhadores. Também é formada pela Universidade Federal de Uberlândia e doutora em Saúde Públicas pela FioCruz. Foi a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome durante o governo da presidente Dilma Rousseff.

O índice de descaramento do País está batendo no teto.

Depois que ameaçou usar pólvora contra os EUA, generais tratam Jair Bolsonaro como inimputável – Revista Cariri

No País em que fígado, ovo, tripa bovina, pé de galinha e osso de boi virou pièce de résistance do cardápio do trabalhador brasileiro, não tem como segurar a moralidade do fundão partidário de R$5,7 bilhões.

Pior: tem gente que jura que Bolsonaro não veta para não ofender os “mimadinhos da Estrela”, que já levaram muitos mais que isso nas emendas parlamentares e no orçamento paralelo.

O problema do País não é a dívida pública de R$6 trilhões, não são os R$170 bilhões de déficit orçamentário.

O problema no País continua sendo vergonha na cara. O que mais aumenta no País, muito além dos 50% de inflação anual, é o índice de descaramento.

O cara depois da crise do “quero fazer cocô, não posso” voltou ainda mais amargo. Detonando vacina, ofendendo senadores, falando em fraude em eleições, ofendendo ministros do STF. Ele quer aparecer de qualquer maneira. Recomenda-se cromar as orelhas e colocar uma melancia no pescoço.

Conab lança boletim com cenários e perspectivas para agricultura familiar.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) fornece uma nova opção para se buscar informações sobre a agricultura familiar. A partir desta segunda-feira (19), a estatal lança o Boletim da Agricultura Familiar, material que trará uma análise sobre os principais macro temas do setor, abordando também as perspectivas, cenários, desafios e oportunidades.

“Desta forma, a Companhia intensifica suas ações na promoção da inteligência agropecuária. As informações consolidadas podem ser utilizadas de forma a auxiliar a formulação e execução de políticas públicas, contribuindo para a regularidade do abastecimento e formação de renda do produtor rural”, destaca o presidente da Conab, Guilherme Augusto Sanches Ribeiro.

A publicação tem como fio condutor a avaliação da conjuntura encontrada pelos agricultores familiares. Para isso, o documento será dividido em macro temas, com espaços destinados às questões de crédito, análise de mercado dos principais produtos, além de entrevistas com os próprios produtores a fim de trazer uma visão de quem vivencia os desafios e as oportunidades existentes.

Para o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Cesar Halum, “a assinatura da Conab traz credibilidade ao Boletim que vai nos ajudar muito no nosso trabalho em função de que a Conab opera o PAA, que é o Programa de Aquisição de Alimentos, importante programa para a agricultura familiar, bem como a PGPM-Bio (Política de Garantia de Preços Mínimos para os Produtos da Sociobiodiversidade), que cuida da nossa biodiversidade, e o PGPAF (Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar) que também é um programa de garantia de preços mínimos da agricultura familiar. Então isso são coisas importantes e que vão ser utilizadas e que vai nortear as nossas ações daqui pra frente”.

Em uma linguagem acessível, o Boletim ainda trará um artigo com informações sobre temas diversos afetos à agricultura familiar. “Temos a missão de prover inteligência agropecuária e participar da formulação e execução de políticas públicas, contribuindo para a regularidade do abastecimento e formação de renda do produtor rural, e com essa publicação damos mais um passo nesse pilar importante de promoção da inteligência agropecuária”, ressalta o diretor de Política Agrícola e Informações da Companhia, Sergio de Zen.

Nesta primeira edição, o artigo em destaque abordará a importância das políticas públicas executadas pela Conab para a agricultura familiar e para a sociedade como um todo, com destaque para os indicadores de execução dos últimos anos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e da Política de Garantia de Preços Mínimos para os Produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio).

“O desafio de se apresentar para a sociedade brasileira um Boletim da Agricultura Familiar não é pequeno. Além da importância, a abrangência do tema torna necessária uma grande capacidade de síntese e objetividade” reforça o superintendente de Estudos Agroalimentares e da Sociobiodiversidade da estatal, Marisson Marinho. Ele ainda ressalta que a atuação da Conab junto aos agricultores e agricultoras familiares ocorre desde muito tempo, tendo sido intensificado a partir do início dos anos 2000. “Tal situação fez com que a Companhia se apropriasse de um grande número de informações e passasse a ser uma instituição de referência sobre o setor”.

O Boletim da Agricultura Familiar será publicado a cada dois meses. Clique aqui para ter acesso à íntegra da publicação.

Barreiras informa dois óbitos por Covid e 58 novos casos.

A Secretaria Municipal de Saúde informou, nesta segunda-feira, 19, o 302º e o 303º óbitos decorrentes da Covid-19, ocorridos no sábado (17), no Hospital do Oeste. Mesmo com todo empenho da equipe médica, os pacientes não resistiram ao avanço do novo Coronavírus.  A Secretaria de Saúde esclarece que o comunicado dos óbitos se deu nesta segunda-feira (19), pela necessidade de confirmação do caso, endereço e quadro clínico dos pacientes.

O 302º óbito trata-se de um paciente de 68 anos, que fazia tratamento de hipertensão e demência alcoólica. Já o 303º óbito se refere a um paciente de 53 anos que era hipertenso.

Os 58 (cinquenta e oito) casos que testaram positivos, trata-se de 31 (trinta e uma) pessoas do sexo feminino, com idades entre 01 mês e 79 anos. Destas, 28 (vinte e oito) foram sintomáticas e 03 (três) tiveram contato com caso confirmado. E 27 (vinte e sete) pessoas do sexo masculino, com idades entre 08 e 86 anos. Destes, 24 (vinte e quatro) foram sintomáticos, 02 (duas) tiveram contato com caso confirmado, sendo 01 (um) profissional de saúde e 01 (um) preencheu requisitos para coleta.

‘Desmatamento não é vantajoso para o Brasil’, afirma ex-ministro Alysson Paolinelli na conferência “Entendendo a Amazônia.”

Indicado ao Prêmio Nobel da Paz, Paolinelli diz ter ‘esperança de que a ciência mostre e demonstre que a árvore vale mais em pé do que caída’

“O desmatamento é um fator que nós temos de coibir. O desmatamento não é vantajoso para o Brasil; a agricultura não depende dele. Ao contrário”, afirmou Alysson Paolinelli durante palestra na conferência virtual “Entendendo a Amazônia”, que acontece até o dia 22 de julho. De acordo com o ex-ministro da Agricultura – indicado ao Prêmio Nobel da Paz –, “a continuar o desmatamento nas proporções atuais, poderá acontecer dificuldades nos chamados grandes rios aéreos”, que “abastecem” regiões produtoras com umidade quente. Essa umidade, que se encontra com as ondas frias que surgem do Sul, provocam chuvas que beneficiam as plantações do país, informa.

“Felizmente, o desmatamento não vem da agricultura: é um fenômeno de especulação de madeireiros que utilizam a madeira da Amazônia para exportar, o que não deve continuar acontecendo. Eles estão contra a lei. A lei ali tem de ser respeitada, porque não há nenhuma vantagem no Brasil com esse desmatamento. Estamos interessados muito mais na abundância biológica na Amazônia. É realmente o maior volume de biologia no mundo e poderá ajudar o Brasil no desenvolvimento pela ciência da bioeconomia, nova fase em que nós vamos entrar”, complementou o ex-ministro da Agricultura.

Mineiro, Paolinelli tem 84 anos e começou a atuar com a agricultura há seis décadas. Nesse período, além de ter assumido a pasta federal da agricultura em 1974, foi secretário estadual da mesma área de Minas Gerais (durante três períodos entre 1971 e 1998) e dirigiu a então Escola Superior de Agricultura de Lavras – que se transformou na atual Universidade Federal de Lavras. No Ministério da Agricultura, sua gestão foi responsável pela criação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Esse trabalho contribuiu para que esse personagem histórico fosse indicado à edição de 2021 do Prêmio Nobel da Paz.

“O Brasil criou, nesses últimos 40 anos, uma agricultura tropical altamente sustentável, com a vantagem de que, só com as tecnologias existentes hoje, poderemos, na área antropizada, ter condições de suportar toda a demanda mundial de alimentos em 2050”, analisou Paolinelli. “No Brasil, a árvore está valendo mais caída do que em pé. Nós temos esperança de que a ciência mostre e demonstre o contrário. Essa é uma tarefa que teremos daqui em diante”, finalizou o ex-ministro.

Entendendo a Amazônia

A conferência, que tem duração de 19 a 22 de julho, tem o objetivo de informar corretamente a sociedade em geral e buscar melhores caminhos para essa riqueza, integrando a preservação com a produção sustentável. Tudo isso sem conotação política. São 28 palestras destinadas a todos os públicos no Brasil e no exterior. O conteúdo ficará gravado e disponível até 31 de julho no site www.entendendoaamazonia.com.br.

“Nesse evento, reunimos pessoas que têm grande conhecimento da região e vão contar objetivamente seus pontos de vista a partir de uma vivência real da Amazônia”, diz Xavier Boutaud, cofundador da Agri-Rex, organizadora da conferência. É uma grande honra e uma satisfação trazer um programa em que lideranças do maior destaque vêm compartilhar generosamente seu conhecimento.”

A programação aborda desenvolvimento sustentável, impacto do desmatamento nas mudanças climáticas e na produção de alimentos, importância da atuação dos fundos internacionais na preservação do bioma e o papel do agronegócio nesse contexto. Sempre com renomados especialistas. “Juntos, nossos palestrantes e entrevistados somam mais de 900 anos de experiência, todos unidos num profundo respeito à Amazônia”, complementou Boutaud.

Primeiro dia de conferência

Além de Xavier Boutaud e Alysson Paolinelli, o primeiro dia da conferência contou com Denis Minev, diretor-presidente da Bemol e cofundador e conselheiro da Fundação Amazonas Sustentável, que abordou o potencial econômico do bioma. Em seguida, a diretora de ciência do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), Ane Alencar, traçou o histórico dos incêndios florestais na Amazônia e abordou estratégias preventivas para evitar o problema.

Sergio Vergueiro – membro do Conselho do Agronegócio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) – e Roberval Lima – doutor em engenharia florestal e pesquisador da Embrapa – debateram como áreas desflorestadas e degradadas na Amazônia são recuperadas pela plantação de castanheiras. À tarde, o jornalista e sócio-diretor da Biomarketing, José Luiz Tejon, salientou que “para entender a Amazônia precisamos enxergar o que está dando errado”.

Já no fim do primeiro dia de palestras, a jornalista Jacqui Fatka – editora de política da norte-americana Farm Progress Companies – apresentou perspectiva dos Estados Unidos a respeito da prevenção de incêndios florestais e de como enfrentar os desafios climáticos mundiais, enquanto Teresa Cristina Vendramini – presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB) – falou sobre os desafios do produtor rural na região Norte.

Por fim, a ex-secretária de Coordenação de Políticas para a Amazônia do Ministério do Meio Ambiente, Muriel Saragoussi, palestrou sobre como compreender a Amazônia sob a ótica da sustentabilidade e da sociobiodiversidade, encerrando o primeiro ciclo da conferência.

Dia 20 de julho: entre os principais temas abordados estão questões climáticas, bioeconomia, piscicultura, manejo florestal e a importância dos rios para a produção agropecuária.

Para conferir as palestras, acesse www.entendendoaamazonia.com.br.

Prefeitura de Luís Eduardo dá início a série de palestras para o comércio no dia 27

A Coach Life e Financeiro, Thaís Souza traz o tema ‘‘Dinheiro com Propósito’

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços, realiza no próximo dia 27 de julho, no auditório do Sicredi a palestra ‘Dinheiro com Propósito’, com a Coach Life e Financeiro, Thaís Souza.

“O objetivo da palestra é trazer o verdadeiro sentido da prosperidade, que é muito mais do que ter uma conta com muito dinheiro”, contou Thaís.

“Estamos levando conhecimento e informação de qualidade para os nossos empreendedores. Falar sobre dinheiro é de extrema importância. Saber onde e quando investir para ter sucesso. Essa é mais uma palestra cuidadosamente selecionada para os nossos amigos empresários”, afirmou o diretor de Indústria e Comércio, Gilson Sena.

Sobre a palestrante
Thaís Souza é formada em Administração, pós graduada em Comunicação Organizacional, Life Coach Financeira e Analista Comportamental.

Serviço
A atividade faz parte da série ‘Amigo Empresário: cuidando do comércio’. As reservas podem ser realizadas pelo telefone (77) 3628-5968.

Em Luís Eduardo Magalhães, campanha contra o Abandono Intelectual.

Com o objetivo de garantir o direito à educação dos quase 20 mil alunos da rede municipal de Luís Eduardo Magalhães, a Secretaria de Educação retoma a campanha ‘Filho fora da escola é crime’, lançada em maio, contra o abandono intelectual.

Para comprovar a frequência do aluno, os pais que têm filhos matriculados na rede pública deverão retirar as atividades dos filhos na escola em que ele está matriculado, cobrar que ele faça as tarefas e devolver a atividade feita nas aulas. À exceção dos alunos do Fundamental 2, que também realizam tarefas digitais.

Apenas com as atividades escolares em dia é que o pai poderá comprovar a frequência do filho na escola durante a pandemia. Isso evitará a perda do benefício do Bolsa Família e também evitará que esse pai seja processado por abandono intelectual, que é deixar seu filho sem educação.

Foram desenvolvidos panfletos informativos que serão distribuídos com os kits merenda, cards e um vídeo institucional para as redes sociais.

A campanha visa alertar os pais sobre os riscos da não comprovação da assiduidade dos alunos da rede pública municipal. Prover a educação primária do filho é uma obrigação de todo pai. Não a cumprir implicará crime de abandono intelectual (art. 246, do CP).

O pai ou a mãe que não matricular o filho na escola, seja pública ou particular, e o deixar em casa ‘aguardando a pandemia acabar’, poderá responder judicialmente por abandono intelectual. Crianças e adolescentes não podem ficar sem educação.

O que é Osteoporose? Dicas de Saúde com Dr. Marco Túllio da Rede São Camilo.

A osteoporose é uma doença silenciosa, que não apresenta sintomas e age tornando os ossos frágeis e quebradiços.

Ela avança de acordo com a idade e costuma ser mais comum em mulheres. Nos quadros mais graves provoca deformidades nos ossos, fraturas e dores crônicas.

O diagnóstico precoce através de exame de imagem, principalmente a densitometria óssea, é a melhor forma de combater esse problema. E o Dr. Marco Túllio está presente aqui na São Camilo para ajudar você no que for preciso.

Operação Faroeste: PGR pede prisão de ex-secretário de Segurança Pública.

Foto: Mateus Pereira/AGECOM

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu, em nova denúncia apresentada sobre a Operação Faroeste, a prisão do ex-secretário de Segurança Pública da Bahia (SSP), Maurício Barbosa.

Segundo informações do jornal Correio, na coluna Satélite, o pedido da PGR consta no trecho de 100 páginas que foi anexado à denúncia oferecida, sob sigilo ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Maurício é acusado de integrar a organização criminosa envolvida em casos de grilagem de terra e vendas de sentença dentro do TJ-BA. Barbosa deixou a SSP-BA em dezembro, quando teve seu nome ligado ao esquema.

Ainda, segundo o jornal, os detalhes que dão base ao requerimento de prisão de Barbosa serão mantidos em segredo até que o relator do caso, ministro Og Fernandes, decida se decretará ou não a prisão preventiva.

O acidente que quase mata Verstappen. Hamilton não foi legal.

Um apostador de Colatina leva prêmio de R$ 76 milhões da Mega-Sena.

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Um apostador de Colatina, no Espírito Santo, levou o prêmio de R$ 76 milhões do concurso 2391 da Mega-Sena, sorteado neste sábado (17) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

As dezenas sorteadas foram 05 – 08 – 13 – 27 – 36 – 50.

A quina teve 192 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 32.288,63.

A quadra teve 13.379 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 661,95.

O próximo concurso (2.392) será na quarta-feira (21). O prêmio é estimado em R$ 2,5 milhões.

Se manter o ritmo, País pode imunizar 70% do povo até dezembro contra a Covid.

Vacinas protegem contra a Variante Delta, mas só depois da segunda dose. Diminuição das restrições pode aumentar transmissão

O Brasil tem capacidade para imunizar 70% da população com as duas doses da vacina contra a covid-19 até dezembro, caso mantenha a média atual de um milhão de doses aplicadas por dia. A taxa é considerada ideal para que a vacina seja capaz de controlar a transmissão do vírus. No entanto, especialistas afirmam que o País precisa superar problemas como a imprevisibilidade na entrega de vacinas e a baixa adesão à 2ª dose para atingir a marca.

É preciso vacinar completamente cerca de 147 milhões de brasileiros para alcançar essa cobertura. Entre compras e doações, o Brasil terá 41 milhões de doses da Janssen, de aplicação única, até o fim do ano — 3,8 milhões já chegaram. Outras 106 milhões de pessoas terão de ser vacinadas no esquema de duas doses. Ao todo, o País deve aplicar 253 milhões de doses para imunizar 70% da população.

Considerando que o Brasil já aplicou cerca de 115,7 milhões de vacinas — entre 1ª dose, 2ª dose e dose única —, ainda precisamos aplicar 137,3 milhões de doses. Os dados são do Ministério da Saúde e podem ter defasagem. E o País tem vacinado um milhão de pessoas por dia, em média, há pelo menos um mês. Por isso, e com base nas entregas previstas para os próximos meses, estima-se que esse volume irá se manter.

“O brasileiro quer se vacinar, isso está claro. As pessoas estão pegando avião, viajando, para se vacinar”, diz a vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Isabella Ballalai. “Por isso, o fator que realmente pode impactar na evolução da campanha de imunização é a chegada de vacinas.”

No início do ano, o Ministério da Saúde foi alvo de críticas diante da demora para comprar imunizantes. Depois, atrasos na chegada de matéria-prima atrasaram repasses. “Nosso cronograma de doses é complicado”, diz a epidemiologista da Universidade Federal do Espírito Santo Ethel Maciel, que acredita nos 70% em dezembro na “melhor das hipóteses”. Outra preocupação, acrescenta Isabella, é a baixa adesão à segunda dose. Para ela, uma comunicação mais eficaz e a busca ativa dos faltosos ajudaria a resolver o problema. “O brasileiro não tomou a 2ª dose provavelmente porque não lembrou.”

Pelo vacinômetro do Laboratório de Estatística e Ciência de Dados da Universidade Federal de Alagoas, 34,6% dos brasileiros que já deveriam ter tomado a 2ª dose da AstraZeneca estão em atraso (2,6 milhões). E dois milhões têm reforço da Coronavac pendente. Os números são do dia 11. É essencial que o País alcance a cobertura esperada com as duas doses para que a vacinação cumpra seu papel de reduzir drasticamente casos e mortes. “Sabemos que uma dose já dá resultado, mas é essencial que tomar as duas doses e que não haja atraso”, ressalta Isabella.

Estudos já mostram, por exemplo, que duas doses da AstraZeneca ou da Pfizer protegem contra a variante Delta – descoberta originalmente na Índia e mais transmissível –, mas uma dose é insuficiente. O avanço dessa cepa tem elevado infecções pelo mundo e freado planos de reabertura do comércio.

Lá fora. Conforme o site Our World In Data, ligado à Universidade de Oxford, apenas Malta e Islândia conseguiram vacinar completamente ao menos 70% da sua população. Entre as nações com mais de um milhão de habitantes, a que está mais próxima da marca são os Emirados Árabes Unidos (66%).

Outros lugares que se aproximam da cobertura ideal, como Reino Unido, Israel e partes dos Estados Unidos, já veem o número de mortes despencar. O epidemiologista Pedro Hallal explica que a taxa de 70% é uma estimativa. “Conseguimos observar melhora nos indicadores quando pelo menos 40% da população recebe ao menos uma dose da vacina. No momento em que 70% estiverem totalmente vacinadas, a covid será um problema bem pequeno.” Ele acredita que o Brasil alcance o índice no fim de dezembro.

O microbiologista Luiz Gustavo Amaral fala que o “número mágico” de 70% é calculado com base na efetividade das vacinas e se refere aos imunizantes com maior eficácia. Como o Brasil usa diferentes tipos de vacinas, a taxa pode variar.

Apesar de vários países já estarem oferecendo vacinas a todos os adultos, como Estados Unidos, Israel e Reino Unido, há dificuldade em ampliar a cobertura. Para Hallal, isso é um reflexo do movimento antivacina e da falta de senso de urgência. “Em um cenário onde a covid não é tão grave, as pessoas não sentem a urgência de se vacinar.”

Não é hora de relaxar

O avanço da vacinação, porém, não significa abandonar protocolos. Em junho, o presidente Jair Bolsonaro pediu ao Ministério da Saúde um estudo para desobrigar o uso de máscaras entre vacinados e “recuperados” da covid, quando cerca de 11% da população havia tomado duas doses. A ideia foi criticada por médicos e o governo recuou. O microbiologista Luiz Gustavo Amaral diz ser crucial manter medidas não farmacológicas, como máscaras. “O objetivo das vacinas da covid sempre foi evitar mortes e doenças graves, nunca se falou em evitar a transmissão.”

Em abril, os Estados Unidos suspenderam o uso de máscaras entre vacinados. A diferença é que a vacina já estava disponível para todos os adultos. No Reino Unido, o fim do lockdown foi atrelado ao êxito da vacinação. Lá, 70% da população tomou a 1ª dose e 53%, a 2ª. Restrições de distanciamento social serão retiradas nesta segunda-feira, 19,. e a máscara não será exigida em local fechado.

Autoridades locais podem implementar regras adicionais conforme a necessidade. Em Londres, o prefeito afirmou que as máscaras continuarão sendo obrigatórias no transporte público.

Para incentivar a vacinação, o presidente da França Emmanuel Macron criou o “passaporte da covid”. A partir de agosto, as pessoas só poderão frequentar lojas, restaurantes e atrações turísticas se estiverem completamente vacinadas contra a doença. Caso contrário, terão que apresentar um teste com resultado negativo para o coronavírus ou um comprovante mostrando que se recuperou recentemente da covid. Cerca de 24 horas depois do anúncio, 1,7 milhão de pessoas tinham agendado a sua vacinação.

O Chile, que já imunizou 60% da sua população, também flexibilizou as medidas de restrição contra a covid. O ensino presencial foi retomado no país e o comércio, reaberto. Como forma de prevenção à variante Delta, as autoridades chilenas mantiveram o fechamento das fronteiras.

Depois de colidir com Verstappen, Hamilton fatura GP da Inglaterra.

Max Verstappen e Lewis Hamilton - Largada - GP da Inglaterra F1 2021

Relato da F1mania.net

Lewis Hamilton venceu o GP da Inglaterra de Fórmula 1, realizado neste domingo (18), em Silverstone. Foi a vitória número 99 da carreira do britânico, depois de se recuperar de uma punição de 10 segundos por um choque que tirou seu rival ao título, Max Verstappen, na primeira volta da corrida.

Charles Leclerc liderou a maior parte da corrida, mas foi superado por Hamilton quando faltavam três voltas para o fim. O monegasco terminou na segunda posição, à frente de Valtteri Bottas.

Lando Norris foi o quarto colocado, à frente do seu companheiro de equipe na McLaren, Daniel Ricciardo.

A Ferrari ganhou bons pontos no final de semana, já que Carlos Sainz fez uma corrida de recuperação para terminar na sexta posição.

Fernando Alonso terminou na sétima posição, enquanto Lance Stroll, Esteban Ocon e Yuki Tsunoda completaram, respectivamente, os 10 primeiros que pontuaram no GP da Inglaterra.

A corrida interrompida

A corrida começou de forma intensa. Hamilton partiu para cima de Verstappen na primeira volta, enquanto ambos alternavam a liderança da prova. Ao chegarem na Copse, Hamilton mergulhou por dentro e os dois acabaram se tocando. Verstappen rodou e foi direto para as proteções, já Hamilton teve danos em sua asa dianteira. Com a disputa, Leclerc assumiu a P1 antes da bandeira vermelha ser agitada e a corrida interrompida.

Verstappen abandonou a corrida e, dada a gravidade do choque, foi para o centro médico para verificações. Hamilton foi punido em 10 segundos.

A interrupção durou mais de 40 minutos, enquanto os fiscais trabalhavam para reagrupar as barreiras de proteção.

GP da Inglaterra de Fórmula 1: data, horários, mudança e expectativa para a 10ª etapa do ano - Jogada - Diário do Nordeste

Leclerc largou muito bem e manteve a P1. Hamilton permaneceu em segundo, mas Bottas perdeu a posição para Norris. Ricciardo tentava atacar Bottas pela P4, mas acabou sendo superado por Alonso. O australiano deu o troco uma curva depois. Vettel rodou sozinho e caiu para a última posição. Sainz já era o sexto colocado no final da volta 7.

Na volta 19, começaram os primeiros pit-stops. Leclerc mantinha a dianteira, com Hamilton na cola. O monegasco apresentava alguns problemas, com o motor Ferrari falhando. Apesar disso, a Ferrari optava por manter Leclerc na pista.

Perez, que largou dos boxes depois do acidente na Corrida de Qualificação do sábado, parou na volta 19 e voltou com pneus médios. Imediatamente, o mexicano e Raikkonen travaram um duelo pela 12ª posição. Perez usou o DRS para ultrapassar o finlandês.

Norris fez sua parada na volta 22, mas a McLaren teve dificuldades com a roda traseira direita do britânico e perdeu muito tempo.

Bottas foi aos boxes uma volta depois e com uma boa parada da Mercedes, retornou à pista na frente de Norris. Ambos voltaram atrás de Alonso, que ainda não tinha parada, mas rapidamente superaram o espanhol que foi aos boxes uma volta depois.

Alonso retornou em 10º, atrás de Stroll, e usou o DRS para superar o canadense. Logo após a ultrapassagem, Alonso reclamou de problemas em seu Alpine.

Troca de Pneus

Hamilton foi aos boxes na volta 28 para trocar os pneus e pagar a penalidade de 10 segundos. O piloto da Mercedes voltou na quinta posição, atrás de Norris. Leclerc e Sainz ainda não haviam parado.

Sainz fez sua parada na volta 29, mas a Ferrari demorou para tirar a roda dianteira esquerda. O espanhol retornou à pista na sexta posição. Leclerc fez sua parada uma volta depois e, dessa vez, sem erros da Ferrari, e voltou à pista na liderança.

Hamilton foi para cima de Norris e faturou a terceira posição.

Sainz tentava se aproximar de Ricciardo para ganhar a quinta posição. O espanhol se aproximava rapidamente, enquanto o australiano perdia terreno para seu companheiro de equipe Norris, quarto colocado. A diferença era de mais de 14 segundos na volta 37.

Perez fez seu segundo pit-stop na volta 39 e voltou em 16º. A alta temperatura aumentava consideravelmente a degradação dos pneus.

Na volta 40, uma ordem de equipe viu Hamilton ultrapassar Bottas sem dificuldade. Hamilton, agora em segundo, tinha oito segundos de desvantagem para o líder Leclerc.

Faltando cinco voltas para o fim da corrida, Leclerc tinha 2,4s de vantagem para Hamilton.

Com três voltas para o final, Hamilton já podia usar o DRS para se aproximar ainda mais de Leclerc.

Ao final, a ultrapassagem.

Na Copse, mesmo lugar que aconteceu o acidente com Verstappen, Hamilton colocou por dentro e assumiu a liderança da corrida. Rapidamente, Hamilton abriu dois segundos de vantagem para Leclerc.

Bottas completou a corrida na terceira posição, à frente de Norris. Ricciardo foi o quinto e Sainz o sexto colocado. Alonso, Stroll, Ocon e Tsunoda completaram, respectivamente, os pilotos dentro da zona de pontuação.

Confira o resultado final do GP da Inglaterra de F1:

1) Lewis Hamilton (Mercedes)
2) Charles Leclerc (Ferrari)
3) Valtteri Bottas (Mercedes)
4) Lando Norris (McLaren/Mercedes)
5) Daniel Ricciardo (McLaren/Mercedes)
6) Carlos Sainz Jr. (Ferrari)
7) Fernando Alonso (Alpine/Renault)
8) Lance Stroll (Aston Martin/Mercedes)
9) Esteban Ocon (Alpine/Renault)
10) Yuki Tsunoda (AlphaTauri/Honda)
11) Pierre Gasly (AlphaTauri/Honda)
12) George Russell (Williams/Mercedes)
13) A.Giovinazzi (Alfa Romeo/Ferrari)
14) Nicholas Latifi (Williams/Mercedes)
15) Kimi Räikkönen (Alfa Romeo/Ferrari)
16) Sergio Pérez (Red Bull/Honda)
17) Nikita Mazepin (Haas/Ferrari)
18) Mick Schumacher (Haas/Ferrari)
OUT) Sebastian Vettel (Aston Martin/Mercedes)
OUT) Max Verstappen (Red Bull/Honda)

 

A maioria dos brasileiros acha que Bolsonaro demorou para comprar vacinas, diz pesquisa feita pelo Senado.

Do jornal Extra, editado.

A maioria dos brasileiros crê que houve uma demora na compra de vacinas no país, atribuindo a culpa principalmente ao presidente Jair Bolsonaro, e avaliando que, se o Brasil tivesse adquirido os imunizantes mais cedo, o número de mortes seria menor. Em geral, os brasileiros têm muito ou um pouco de medo da doença, e avaliam que a vida piorou depois da pandemia. Dentre os que acompanham o trabalho da CPI da Covid no Senado, a maioria acreditam que sua criação foi muito importante para o país. Essas são algumas conclusões de levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa DataSenado, que é ligado ao Senado.

De acordo com a pesquisa, 73% acreditam que a compra de vacinas começou muito tarde, 22% no momento certo, e 3% mais cedo do que deveria. Dentre os que acham que houve demora, 74% apontaram o Bolsonaro como principal responsável, e 97% avaliaram que que, se as vacinas tivessem sido compradas antes, o número de mortes seria menor. Cruzando os dados, a pesquisa aponta que mais da metade dos brasileiros acreditam que Bolsonaro demorou a adquirir vacinas.

Foram apontados como responsáveis pelo atraso na compra de vacinas:

– Bolsonaro: 74%

– Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa): 8%

– Congresso: 6%

– governadores: 4%

– outros: 1%

– não souberam ou não responderam: 6%

Os pesquisadores também perguntaram quem é o principal responsável pelo desempenho do país no combate à pandemia, mas sem fazer juízo de valor sobre a qualidade desse trabalho, e o presidente novamente apareceu na frete:

– Bolsonaro: 40%

– a própria população: 32%

– governadores: 12%

– Congresso Nacional: 6%

– prefeitos: 3%

– não souberam ou não responderam: 6%

De acordo com a pesquisa, a maioria acha que, depois da pandemia, a vida está:

– pior: 61%

– igual: 31%

– melhor: 7%

– não souberam ou não responderam: 1%

Na comparação entre 2020 e 2021, mais pessoas acham que este ano está pior do que o passado – 40% – do que os que pensam que houve melhora – 34%.

Questionados se têm medo da doença, os entrevistados responderam:

– muito medo: 42%

– um pouco de medo: 32%

– nenhum medo: 25%

– não souberam ou não responderam: 1%.

Segundo a pesquisa, 73% sabem da existência da CPI. Dentre os que têm conhecimento da comissão, 67% acompanham os trabalhos. E, dentre os que acompanham, 66% dizem que a criação da CPI foi muito importante para o país, 14% acham que foi pouco importante, 19% entendem que não foi nada importante, e 1% não respondeu.

A corrupção na compra de vacinas, que é a principal linha de investigação da CPI no momento, é o assunto mais conhecido dentre os que acompanham a comissão, tendo sido citado por 84%. As denúncias de irregularidade na negociação da Covaxin, do laboratório indiano Bharat Biotech, e as tratativas com uma empresa intermediária que dizia ter doses da AstraZeneca foram os pontos mais lembrados.

Na sequência, com 52%, está o uso de remédios sem comprovação científica no tratamento precoce. Em terceiro lugar, a existência do chamado gabinete paralelo para auxiliar o presidente na política de enfrentamento à pandemia, com 48%.

A pesquisa também mostrou que 76% daqueles que têm acompanhado a CPI souberam da prisão do ex-diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde Roberto Ferreira Dias, determinada pelo presidente da comissão, senador Omar Aziz (PSD-AM).

O levantamento ouviu 1471 pessoas de 16 anos ou mais na terça e quarta-feira desta semana, levando em conta critérios como renda, escolaridade, faixa etária, sexo, cor da pele, e região onde vivem. As entrevistas foram feitas por telefone. O nível de confiança da pesquisa é de 95%, e a margem de erro varia de acordo com o tamanho das amostras: vai de 0,2 a 7,2 pontos percentuais.

Frente fria avança sobre Sul e Sudeste do país

Urupema registrou a menor temperatura do estado nesta terça-feira (27)

Foto de Marleno Muniz Farias e conteúdo da Agência Brasil.

Previsão para próximos dias é de frio intenso e temperaturas negativas

Os próximos dias devem ser de frio intenso nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Um frente fria de origem polar avança sobre os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e partes do Mato Grosso do Sul. 

Segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), vinculado Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a temperatura mínima em Porto Alegre cai para 5º Celsius na segunda-feira (19), com máxima de 14º. Na terça-feira (20), a mínima na capital gaúcha será de 3ºe máxima de 17º.

Em Curitiba, a previsão é que já neste domingo a temperatura fique em, no máximo, 15º, com 7º de mínima. No dia seguinte, a mínima na capital paranaense deve chegar a 1º, com máxima de 12º, atingindo temperatura negativa na terça-feira, com -3º de mínima. Em Chapecó, oeste catarinense, também está previsto temperatura negativa, com mínima de -2º na terça-feira, e máxima de 19º.

A cidade de São Paulo começa a sentir os efeitos da frente fria neste domingo (18), com máxima de 22° C e mínima de 12° C. A segunda-feira (19) tem previsão máxima de 20°C e mínima de 9°C. Já a terça deve registrar a temperatura mais baixa da semana, mínima de 7 °C e máxima de 20º.

Em Dourados, no Mato Grosso do Sul, a mínima pode chegar a -2º na terça, com máxima de 22º. Na capital, Campo Grande, a próxima segunda terá 18º de máxima, com a mínima chegando a 6º. No dia seguinte, a temperatura varia entre 7º e 22º.

Possibilidade de neve

O Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometereologia (Ciram), de Santa Catarina, informa que o estado terá frio intenso a partir de domingo (18) até terça-feira. Há chance de chuva congelada ou neve já no domingo em áreas altas, como o Meio-Oeste e o Planalto Sul, com mínima de 0° C e umidade elevada. Também há possibilidade de geada. As temperaturas negativas podem chegar a -7º nas regiões serranas, com possibilidade de ocorrência de neve, fenômeno já registrado no final do mês passado

Oliver Stone desmonta a versão oficial do assassinato de JFK com novos documentos antes sigilosos.

Em 2017, o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, resolveu tirar o sigilo sobre 2.800 relatórios secretos, com mais de três milhões de documentos, sobre o assassinato do presidente John Kennedy em 1963. O diretor Oliver Stone, 74 anos, autor do documentário JFK: a pergunta que não quer calar, apresentou em Cannes mais 2 horas de documentário, após acesso a esses relatórios secretos, sob o título JFK revisited: through the looking glass (“JFK revisitado: através do espelho”), que acabam apontando a CIA e o FBI, se não como culpados, pelo menos como manipuladores de todas as provas.

Diz Oliver Stone:

“É mais importante sabermos por que Kennedy foi assassinado do que por quem. E foi por seu desejo de paz. Hoje, por que queremos inimigos? Por que mantemos uma política hostil contra Rússia, China, Irã ou Cuba? Precisamos de relações estáveis com esses países, porque a ameaça principal que sofremos atualmente é o aquecimento global. E é um problema mundial que exige soluções mundiais. Os países, as pessoas, estão acima de presidentes ou ditadores”.

Veja a matéria completa em El País, um dos mais importantes jornais europeus.

São Camilo agora forma a Rede São Camilo.

Para vidas que são únicas, o cuidado de uma grande rede: a Rede São Camilo.

Para vidas que contam com a nossa proteção, somos 27 especialidades médicas, Centro de Vacinas, 12 Laboratórios, Maternidade, Clínica de Imagem, Ala Exclusiva Covid-19, Pronto-Socorro com médico 24 horas e, em breve, o maior Centro Médico do Oeste da Bahia.

Somos a Rede São Camilo e há 18 anos construímos o futuro.

Deputado Toinho e Marabá Jr. buscam investimentos para o esporte.

O investimento no esporte de Luís Eduardo Magalhães também fez parte da pauta da agenda institucional do prefeito Junior Marabá e do secretário de Governo, Danilo Henrique, em Salvador.

Acompanhado do deputado Estadual Antonio Henrique Júnior, estiveram nesta quinta-feira (15) na Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (SETRE), com o titular da pasta, Davidson Magalhães, o presidente da SUDESB Vicente Neto e o seu assessor, Lucas Leitão.

“Com a flexibilização das atividades esportivas no Estado, estamos nos preparando para a retomada gradual dos eventos esportivos. Nesse momento, a parceria com a SETRE e a SUDESB é fundamental”, disse o prefeito Junior Marabá.

Logo após, também se reuniram com o secretário estadual de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, Carlos Martins. O representante do deputado Federal Cacá Leão André Miranda, também participou do encontro.

INFORME DE UTILIDADE PÚBLICA

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães,  através  da Secretaria de Saúde, dará continuidade à  vacinação  para primeira dose na segunda-feira (19), das 8h às 16h, no sistema Drive-Thru, no bairro Santa Cruz. Ainda estão disponíveis 200 doses para primeira vacinação.

Segunda dose
Também estão disponíveis Coronavac e Oxford para segunda dose.

Operação Faroeste: Desembargador montou gabinete para coagir e monitorar adversários, diz delação de magistrada.

PGR denuncia ex-presidente do TJ da Bahia por posse ilegal de arma - Jornal  O Globo

Gesilvaldo Nascimento Britto, então presidente do TJ-BA

O primeiro acordo de delação premiada feito por uma desembargadora no país descreve o que, segundo ela, seria um órgão dentro do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) “com o objetivo de coagir e pressionar” quem não aderisse a um suposto esquema que envolvia venda de decisões judiciais.

A colaboração foi feita em meio à Operação Faroeste, tocada pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República, que investiga as suspeitas sobre vendas de decisões judiciais no país desde 2019 e já levou à prisão desembargadores, juízes e advogados.

Segundo os colaboradores, o órgão do TJ-BA que servia para coação era o Gabinete de Segurança Institucional, braço da estrutura do tribunal que, com ajuda da chefia da Secretaria de Segurança Pública da Bahia.

A delação proposta pela desembargadora Sandra Inês Rusciolelli e por seu filho, Vasco Rusciolelli, foi validada pelo ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Og Fernandes, relator da Faroeste, em junho.

Eles haviam sido presos em março do ano passado, após uma ação controlada da Polícia Federal conseguir registros de Vasco recebendo R$ 250 mil. Mãe e filho foram denunciados sob acusação da prática dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro e de integrar organização criminosa.

A denúncia ainda não foi aceita e o processo está suspenso a pedido do Ministério Público.

Os colaboradores dizem que esse modo de atuação foi desenvolvido pelo ex-presidente da corte baiana Gesivaldo Britto, com participação direta do ex-secretário de Segurança Pública da Bahia Maurício Teles Barbosa.

Ambos têm negado ter cometido qualquer irregularidade. O advogado de Barbosa, Sérgio Habib, diz que o ex-secretário não integrava organização criminosa e só instaurava inquéritos quando era solicitado, e nunca de ofício (ou seja, nunca sem provocação externa).

Já a defesa de Gesivaldo diz que não se posicionará porque não teve acesso à integralidade da delação e de outros documentos.

Gesivaldo é apontado pela PGR como aliado do grupo do empresário Adailton Maturino, que se apresentava como cônsul da Guiné Bissau embora não tivesse autorização do Itamaraty para exercer o cargo. Ficou conhecido como “falso cônsul”.

Maturino, que está preso preventivamente desde 2019, tinha interesse em decisões relacionadas a terras no oeste da Bahia.

Já Maurício Teles Barbosa é delegado da Polícia Federal e chefiou a Secretaria da Segurança Pública baiana nas gestões de Jaques Wagner e do atual governador, Rui Costa, ambos do PT. Ele deixou o cargo em dezembro do ano passado, após virar alvo de busca e apreensão pela Faroeste.

O delegado também é apontado pelos investigadores como alguém que atuava pelo grupo do “falso cônsul”. Na delação, é dito que ele tinha participação direta no Gabinete, que servia como “braço armado e instrumento de coação e coerção contra quem contrariasse os interesses da Orcrim [organização criminosa]”.

No início de julho, a PGR apresentou uma denúncia que acusa Gesivaldo e Barbosa, entre outras pessoas, de integrarem organização criminosa. O ex-presidente do TJ-BA também foi denunciado sob acusação da prática dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Na delação, a desembargadora Sandra Inês afirma que sofria retaliações para dar decisões a favor do grupo de Gesivaldo. Segundo a magistrada, foi forjado um processo contra ela, sob a suspeita de prática do crime de “rachadinha” –devolução do salário de funcionário de gabinetes.

Os colaboradores citam como exemplo de pressão um suposto episódio em que o advogado de Barbosa telefona para o então secretário na presença da delatora, com o celular no viva-voz.

Na ligação, Barbosa teria afirmado que Gesivaldo e um assessor “cobravam diariamente” a solução de um inquérito contra ela.

Procurado, o advogado de Sandra Inês, Pedro Henrique Duarte, afirma que o procedimento sobre suposta “rachadinha” foi arquivado e foi feito em meio a perseguições que a desembargadora sofria.

Não é só na delação que ela cita o ex-secretário de segurança. O advogado Júlio Cesar Cavalcanti, que se tornou o primeiro delator da Faroeste, gravou conversas que teve com a desembargadora antes de ela ser presa.

Em uma ocasião, ela diz que o então secretário Barbosa “é daquele que faz a ‘grampologia’ todinha”. “E depois faz chantagem com as pessoas”, afirma Sandra Inês.

A denúncia, assinada pela subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo, diz que Barbosa tinha controle absoluto de investigações da Secretaria da Segurança Pública para garantir impunidade ao grupo de Adailton Maturino.

Depois da fase da operação que teve o secretário como alvo, em dezembro passado, a PGR aponta que o Sindicato dos Delegados de Polícia da Bahia divulgou comunicado “alegando que, desde 2011, Maurício Barbosa controla todas as investigações criminais sigilosas produzidas pela Polícia Civil da Bahia, bem como suas operações”.

Ele agia, segundo a nota do sindicato, “com antecipação de investigações, manipulação de dados obtidos no bojo de interceptação telefônica, conhecimento prévio de quebra de sigilo bancário e fiscal, com situações de vazamento desses conteúdos”.

Para apontar possível proximidade entre o Gabinete de Segurança Institucional do TJ-BA e Maurício Barbosa, a denúncia diz que o então chefe do órgão, um coronel da PM, foi exonerado quando Gesivaldo Britto saiu da presidência e, no mesmo dia, colocado para atuar em um cargo vinculado à chefia da Secretaria de Segurança Pública.

Em outro momento, um celular apreendido na operação aponta mensagens que mostram suposto monitoramento da circulação de adversário de Adailton Maturino dentro do TJ.

Procurado, Sérgio Habib, advogado de Maurício Teles Barbosa, afirma que seu cliente “não tem nada a ver e não tem nenhum envolvimento com a Operação Faroeste”. “Eles estão criando essa situação como uma forma de incriminar Maurício e isso vai ser provado dentro do processo”, afirma.

“Maurício, como secretário de Segurança, recebia os ofícios e tinha que instaurar os inquéritos, se ele não instaurasse cairia em prevaricação. Não tem crime. Ele tinha que instaurar os inquéritos”, diz Habib. “Sempre tinha provocação. Ele nunca agiu de ofício”.

“Não há esse Gabinete de Segurança Institucional, isso nunca existiu. Não há uma organização criminosa”, afirma. De acordo com Habib, o sindicato produziu aquela nota porque Maurício Barbosa “tinha uma relação meio conflituosa com a associação dos delegados”.

“O sindicato tinha uma política contrária e Maurício foi muito perseguido pelo grupo do sindicato. Tinham uma certa divergência”, afirmou. Ele acrescenta que o Ministério Público também participava das investigações.

O advogado de Gesivaldo Britto, Adriano Figueiredo, afirma em nota que não se posicionará no momento, “considerando que não foi obtido acesso à integralidade dos elementos de informação” mencionados na ação penal, como os acordos de colaboração premiada, e também porque não “houve ainda manifestação defensiva nos correlatos autos”.

A colaboração de Sandra Inês e de Vasco tem 39 anexos ao todo. Entre os citados  estão 12 desembargadores (incluindo uma aposentada) do TJ-BA e 12 juízes. Três desses desembargadores ainda não haviam sido citados anteriormente na investigação.

Além disso, são mencionados 15 advogados e 16 funcionários do TJ-BA. Há ainda mais de uma dezena de filhos e parentes de magistrados e de investigados que participaram, segundo a delação, de alguma das situações relatadas na colaboração.

Os delatores também citam ao menos um político com mandato no Congresso e empresários. Atualmente, ambos estão em prisão domiciliar em Salvador.

Desde o início da Faroeste, cuja primeira fase foi em novembro de 2019, outras três desembargadoras além de Sandra Inês foram presas preventivamente: a ex-presidente do TJ-BA Maria do Socorro Barreto Santiago e as magistradas Ilona Reis e Ligia Cunha. As três foram soltas, mas estão afastadas das suas atividades no tribunal e usam tornozeleira eletrônica.

OUTRAS OPERAÇÕES E ESCÂNDALOS QUE ENVOLVERAM O JUDICIÁRIO

Operação Naufrágio
Em 2008, prendeu três desembargadores, após suspeitas de venda de sentenças. Foram denunciadas 26 pessoas.

Operação Expresso 150
Investigação apurava suspeita de vendas de sentença por desembargador do Ceará. Segundo denúncia, um grupo negociava pelo WhatsApp decisões favoráveis a presos durante o plantão judiciário, nos fins de semana em que o magistrado estava escalado para atuar.

Operação Cosme
Em novembro, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal cumpriram busca e apreensão ligados a desembargadores do Tribunal de Justiça de Minas, em apuração sobre suposto recebimento de propina para influenciar na solução e no andamento de processos judiciais.

Operação Plantão
Operação sobre suspeita de venda de liminares levou ao afastamento de um desembargador do Rio de Janeiro. Ordem foi dada pelo ministro do STJ Luiz Felipe Salomão, egresso do Tribunal de Justiça do Rio.

Operação Appius
Fase da Lava Jato de São Paulo, a Appius cumpriu em 2019 busca e apreensão em endereços ligados ao ex-presidente do STJ Cesar Asfor Rocha, aposentado em 2012. A intenção era investigar suspeita de pagamentos de propina com o objetivo de suspender e anular a Operação Castelo de Areia, considerada uma prévia da Lava Jato. A investigação acabou suspensa.

Caso Lalau
Protagonista de um dos maiores escândalos do Judiciário brasileiro, o ex-presidente do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo Nicolau dos Santos Neto, que ficou conhecido como Lalau, foi condenado em 2006 com o ex-senador Luiz Estevão pelo desvio de quase R$ 170 milhões do Fórum Trabalhista de São Paulo. Ele morreu em 2020, aos 91 anos.

Por José Marques/Folhapress

Parque Vida Cerrado transfere primeiros lobos-guarás que integram projeto inédito de reintrodução e soltura.

Animais serão encaminhados para recinto de reabilitação, onde devem permanecer por, no mínimo, dez meses, antes de serem reintroduzidos ao habitat. Este é o segundo experimento desta natureza no País; o primeiro realizado em área rural.

O Parque Vida Cerrado – primeiro e único centro de conservação da biodiversidade, pesquisa e educação socioambiental – realiza neste mês de julho, na próxima semana, a transferência dos primeiros lobos-guarás que integram o projeto inédito de reintrodução e soltura em vida livre no Cerrado do Oeste baiano. Os animais serão transferidos para um recinto de reabilitação, construído em área de propriedade rural parceira do projeto, dando início à fase de pré-soltura.

A propriedade agrícola escolhida para abrigar o recinto é referência na adoção de diversas práticas sustentáveis, como preservação de reservas legais e APPs, formação de palhada, plantio direto, participação ativa em projetos de sequestro de carbono, utilização de energia renovável e crescente utilização de bioinsumos. O resultado desse cuidado de longos anos permitiu construir um ambiente saudável para a fauna e um bom relacionamento entre lavoura e áreas nativas, credenciando a propriedade a integrar o projeto inédito de reintrodução e soltura de lobos-guarás em vida livre na região.

A área na qual o recinto foi construído possui um total de 2.875 m² e dispõe de árvores e arbustos com frutas da região que estão entre as preferidas dos lobos-guarás, bem como paisagem característica com a presença de presas naturais, como pequenos mamíferos, aves, lagartos e anfíbios. Os animais serão mantidos neste recinto de reabilitação por, no mínimo, dez meses e, durante este período, receberão alimentação artificial diária e oferta de água. Neste espaço, espera-se observar a evolução comportamental, com o aprendizado e aprimoramento das técnicas de captura. A soltura ocorrerá gradativamente, com o recinto de adaptação servindo de referência para alimentação e abrigo, até que os pesquisadores percebam a total independência e sucesso adaptativo da soltura, através de monitoramento com colares de GPS e transmissores de satélites.

Expectativa

A transferência é esperada com grande expectativa pelo produtor rural, Celito Missio, porta-voz das empresas Sementes Oilema, Irmãos Gatto Agro e Condomínio Agrícola Santa Carmem – patrocinadoras oficiais do projeto, que abrigam a área do recinto de reabilitação. “Temos como missão buscar sempre parcerias sustentáveis e manter o respeito ao meio ambiente, por isso estamos honrados pela oportunidade de apoiar a iniciativa. O trabalho desenvolvido pelo Parque Vida Cerrado é de suma importância e todos os nossos esforços serão empreendidos para que a sua equipe possa desempenhar o trabalho, para que os filhotes tenham a melhor adaptação e a reintrodução à vida livre seja um sucesso marcante para a espécie. Não se trata de apoiar um projeto, mas um ecossistema”, destaca.

Desafio

Conforme explica a bióloga e coordenadora do Parque Vida Cerrado, Gabrielle Bes da Rosa, a reintrodução e soltura de filhotes órfãos de lobo-guará é uma realidade no Brasil e, também, um desafio, gerando grande expectativa. “Sem o desenvolvimento de protocolos desde o recebimento até o estabelecimento das plenas capacidades de caça e sobrevivência, a única destinação segura para os animais são instituições mantenedoras de fauna sob cuidados humanos (criadouros ou zoológicos), em caráter permanente. Nosso desafio é reabilitar, ensinar aquilo que aprenderiam com os pais, para serem reinseridos ao habitat. A reabilitação e a falta de informação disponível são grandes desafios. Pouco se sabe sobre projetos nacionais de reintrodução bem-sucedidos envolvendo estes carnívoros, devido à demanda de tempo de pesquisa e alto custo envolvido”, evidencia.

Evento marcante

A experiência realizada no Oeste baiano, que se apresenta como um desafio, também se configura como um evento marcante e sem precedentes na história da conservação da espécie do lobo-guará no Brasil. Isso porque os resultados gerados poderão ser aplicados futuramente em todas as regiões de ocorrência da espécie. “A elaboração desses protocolos é urgente porque faz parte de uma linha de ação que não beneficiará um único animal e, sim, uma espécie inteira símbolo do Cerrado e maior canídeo das américas que, inclusive, está ameaçada de extinção em nossa região. A ação é de extrema importância para o manejo e conservação da espécie”, completa Rosa.

Entenda

O projeto teve início ainda no segundo semestre do ano passado. Na oportunidade, o Parque Vida Cerrado foi escolhido, após tratativas entre o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA), para receber três filhotes órfãos de lobos-guarás (Caliandra, Seriguela e Baru) e conduzir o desenvolvimento de um protocolo para reabilitação e posterior soltura, evitando-se a manutenção desses em instituições de fauna sob cuidados humanos (criadouros ou zoológicos), em caráter permanente. Por isso, desde o recebimento dos filhotes, o Parque vem adotando uma série de protocolos, que envolveram ações para remanejamento de espaço e preparação de recinto temporário em suas instalações, aquisição de equipamentos de monitoramento, fornecimento de alimentação e manutenção em ambiente adequado e com total isolamento, evitando-se a resposta positiva dos animais à presença humana. Esta será a segunda experiência desta natureza realizada no País e a primeira em área agrícola. O projeto conta com o apoio da Galvani Fertilizantes, Sementes Oilema, Irmãos Gatto Agro e Condomínio Agrícola Santa Carmem e parceria do Instituto Pró-Carnívoros com transferência em expertise, ICMBio/CENAP, UNB e Inema.

Governadores da Amazônia testam aproximação com ministério após saída de Salles.

Incêndios florestais na Amazônia em 2019 – Wikipédia, a enciclopédia livre

A temporada dos incêndios está voltando, depois de um recorde de desmatamento. Salles e Bolsonaro liberaram tudo durante 2,5 anos.

Do Estadão

BRASÍLIA E SÃO PAULO – Depois de passarem dois anos e meio sem praticamente nenhuma interlocução com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), governadores da Amazônia Legal testam, agora, a possibilidade de estabelecer alguma comunicação com a pasta que, até o mês passado, era comandada pelo ministro Ricardo Salles.

Nesta sexta-feira, 16, foi realizado um encontro com governadores da região para discutir ações do Consórcio Amazônia Legal, que centraliza ações voltadas à proteção ambiental. O encontro teve participação do novo ministro do MMA, Joaquim Leite.

Durante a conversa, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), que preside o consórcio, disse que passou dois anos em conversas com o governo federal sobre medidas para desbloquear os recursos do Fundo Amazônia, principal programa de monitoramento e fiscalização da Amazônia, mantido com recursos repassados pela Noruega e Alemanha.

Dino afirmou que, seja por intermédio da negociação política com o governo federal ou por meio de uma ação judicial apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF), o Fundo Amazônia vai ser descontingenciado no segundo semestre deste ano. “É uma aposta real, eu diria, concreta de que isso vai acontecer”, declarou.

O governador disse que, após conversas com o atual ministro e, por causa do debate internacional envolvendo a proteção ambiental, ele está “esperançoso” no avanço das tratativas, mas ressaltou a possibilidade de recorrer à Justiça. “De toda maneira, temos uma ação judicial no Supremo, visando a liberação do Fundo Amazônia”.

O Fundo Amazônia está há mais de dois anos parado em uma conta bancária do governo federal. Desde o início do mandato de Jair Bolsonaro, em janeiro de 2019, nenhum novo programa de proteção da Amazônia foi financiado pelo Fundo. Por causa de um embaraço diplomático causado pelo próprio presidente e por Ricardo Salles, que acusavam o fundo de irregularidades, cerca de R$ 2,9 bilhões doados pela Noruega e pela Alemanha estão parados nos cofres do governo.

Durante sua participação, o ministro Joaquim Leite procurou reafirmar que a melhor atividade que se pode fazer é conservar as florestas, mas, alinhado com as declarações de Flavio Dino, disse que há necessidade de reconhecer e remunerar as atividades de quem vive nos municípios e atua na preservação florestal.

As declarações aconteceram durante a apresentação do Plano de Recuperação Verde e do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal. Participaram os governadores Wilson Lima (PSC), do Amazonas, Waldez Goés (PDT), do Amapá, Wellington Dias (PT), do Piauí, Helder Barbalho (MDB), do Pará, Mauro Carlesse (PSL), do Tocantins, e do ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite.

Para a primeira fase do plano, a estimativa do governador do Maranhão é de haja aporte de até R$ 1,5 bilhão para ser aplicado na região amazônica. Esses recursos, de acordo com Dino, têm previsão de vir de investimentos já existentes, em nível federal e estadual, além da captação de mecanismos internacionais.

“Apagar fogo, apagar um incêndio, é apenas a dimensão imediata, mas não resolve o problema. Pecisamos entender, como nação, que a transição para uma economia verde, uma economia de baixo carbono, é fundamental”, comentou Dino. “E as propostas que apresentamos visam garantir que a nível regional, nós tenhamos os recursos necessários a isso”, emenda.

Em 2019, a ruptura do governo federal com o Fundo Amazônia levou os governadores da região amazônica a buscarem parcerias diretas com doadores internacionais para financiar ações de combate ao desmatamento.

Além da expectativa de desbloqueio de recursos do Fundo Amazônia, o consórcio destacou a atuação da operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), que voltou a enviar militares para apoiar as ações de proteção ambiental na região.

Duas semanas atrás, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou que cerca de 3 mil militares das Forças Armadas serão deslocados para atuar em ações de apoio e combate ao desmatamento.

Covid-19: Vacinação para primeira dose será retomada em LEM neste sábado (17), para pessoas a partir de 41 anos.

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Saúde, realiza neste sábado (17), a vacinação de primeira dose contra o Covid-19, para pessoas a partir dos 41 anos de idade, das 8h às 16h, no sistema Drive-Thru, localizado no bairro Santa Cruz, ao lado do PROMATI.

Para comprovar que faz parte do público-alvo, o munícipe deverá apresentar um documento de identificação com foto, CPF/CNS e comprovante de residência. Uma recomendação da Comissão Intergestores Bipartite (CIB).

O município recebeu nesta sexta-feira (16), 1.660 doses de vacinas para primeira dose.

A fome avança no Estado mais rico em alimentos do País.

Elen Cristina de Souza, sentada, à esq., e Mara Siqueira, sentada, à dir. - Bruna Barbosa Pereira/UOL - Bruna Barbosa Pereira/UOL

Quer ver como a fome está avançando sobre a população pobre do País? Veja aqui reportagem do UOL na sua peregrinação diária por restos de alimentos em mercados e açougues da Região de Cuiabá, capital do Estado que é o maior produtor de carnes e alimentos do País.

Restos de ossos doados pelo açougue Atacadão da Carne, de Cuiabá - Reprodução - Reprodução

Restos de carne – ossos – doados por um grande açougue de Cuiabá.

Mais de 22 mil pessoas foram vacinadas contra a Influenza em Luís Eduardo Magalhães.

Dados da Secretaria de Saúde de Luís Eduardo Magalhães, apontam que 22.281 foram imunizadas contra a Influenza até a última quarta-feira (14). Uma cobertura vacinal de 61,5%.

De acordo com a Vigilância em Saúde, 14.143 doses foram aplicadas no público-alvo da campanha e 8.138 doses no público em geral, após liberação do Ministério da Saúde para pessoas acima de seis meses de idade.

Cobertura vacinal de acordo com cada grupo

– Crianças: 70,8%
– Gestantes: 65,61
– Trabalhadores de saúde: 69,5%
– Puérperas: 48,9%
– Idosos: 68,1%
– Pessoas com deficiência permanente: 6,4%
– Professores: 60,21%
– Comorbidades: 40,6%

“Mês da Primeira Infância” terá comemorações, em Agosto, em Luís Eduardo.

A Secretária de Trabalho e Assistência Social, Sheilla Bernardes, se reuniu nesta quinta-feira (15), com as visitadoras do Programa Criança Feliz, com o objetivo de iniciar a programação do ‘Mês da Primeira Infância’, a ser comemorado em agosto.

No último dia 8 de julho, a titular da pasta esteve em Brasília, no Ministério da Cidadania e assinou um termo de compromisso, no qual Luís Eduardo Magalhães se compromete a realizar uma série de atividades alusivas à data.

“A primeira infância é de zero a seis anos e precisa de cuidado, amor, estímulo, de interação. A criança precisa ser vista com todo o seu potencial. A visão é de que quando se cuida da criança, temos um adulto saudável e equilibrado”, pontuou a secretária.

Todas as pastas devem ser envolvidas nas ações, como disse Scheilla Bernardes. “A gente pretende buscar parceria com a saúde, com a educação e com a cultura, para fazermos um trabalho em rede. Com diversas ações de conscientização da importância da primeira infância”.

Júnior Marabá visita Secretário em busca de equipamentos para Centros de Saúde.

O prefeito Junior Marabá, a secretária de Saúde, Maria Gabriela Izoton e o secretário de Governo, Danilo Henrique, em reunião com o secretário de Saúde do Estado (Sesab), Fábio Vilas-Boas, nesta quinta-feira (15), garantiram equipamentos para quatro unidades de saúde do município.

“Conseguimos equipamentos para os postos Pastor Adail José dos Santos Martins, Ceni dos Santos Fraga, Florindo Lodi e Jocimar Batista de Oliveira, que atualmente funcionam de forma indevida. Mas agora serão reativadas como unidades básicas de saúde (UBS), melhorando a cobertura de saúde da nossa população”, disse a secretária Maria Gabriela.

“Os órgãos que funcionam nesses espaços, de forma inadequada, serão realocados para outros espaços da Prefeitura”, concluiu.


Fábio Vilas-Boas e Maria Gabriela Izoton

Fábio Vilas-Boas também garantiu um posto avançado da Fundação HEMOBA para o município, o que vai facilitar muito a vida dos doadores, já que hoje precisam se deslocar até Barreiras para realizarem a doação.

Para o prefeito Junior Marabá, a porta de entrada da saúde são as unidades básicas, por isso a necessidade dos investimentos. “Estamos trabalhando fortemente para melhorar a saúde da nossa cidade e cuidar da nossa população”, destacou.

Também participaram da reunião, o deputado Estadual, Antonio Henrique Júnior e o representante do deputado federal Cacá Leão, André Miranda.

Luís Eduardo vacina com 2ª dose de CoronaVac e AstraZeneca.

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Saúde, informa que estão disponíveis no município, as vacinas Oxford e Coronavac para segunda dose.

A imunização segue no sistema Drive-Thru, localizado no bairro Santa Cruz, ao lado do PROMATI, das 8h às 16h.