Ednilton Novais Barreto, conhecido como Shaolin, é o atual presidente do Conselho Municipal de Cultura. Foto: reprodução da internet.
A falta de clareza no processo eleitoral do Conselho de Cultura é tão absurda que o Sr. Ednilton Novais Barreto – conhecido como Shaolin e “reeleito” como presidente – foi o responsável por coordenar a eleição e apurar os votos.
O processo eleitoral para composição do Conselho Municipal de Política Cultural de Luís Eduardo Magalhães (CMPC), foi denunciado ao Ministério Público estadual. Profissionais da classe, relatam violações dos princípios da legalidade, publicidade, impessoalidade e moralidade administrativa. Eles pedem a anulação do processo e o “acesso democrático e igualitário de toda a comunidade artística luiseduardense ao CMPC”. O promotor de Justiça da 4ª Promotoria de Justiça, Dr. Thiago Castro Praxedes recebeu a denúncia.
De acordo com os denunciantes, o Conselho não cumpriu com o que prevê o seu próprio estatuto. Além disso, coincidentemente, todos os conselheiros que já faziam parte do Conselho de Cultura foram reeleitos.
“O CMPC executou o procedimento eleitoral de maneira obscura, sem qualquer divulgação, o que mais tarde resultou com a reeleição dos conselheiros que já compunham o Conselho, todos candidatos únicos em cada seguimento”.
O regimento do Conselho previu que agentes de órgãos deliberativos do Estado da Bahia, de notória relevância cultural acompanhariam a eleição, garantindo a legalidade do processo, o que segundo os denunciantes, mais uma vez não ocorreu.
“O CMPC é comandado unicamente pelo seu presidente, o Sr. Ednilton Novais Barreto, conhecido como Shaolin, que foi consultado informalmente por vários interessados, limitando-se a informar que o Conselho não possui endereço eletrônico, número de telefone e também não possui sede fixa, aduzindo que qualquer comunicação deveria ser feita em seu e-mail pessoal.
O Sr. Shaolin comandou unilateralmente todo o procedimento da eleição, e somente em 13/03/2021 publicou na página do Facebook do CMPC a relação dos supostos vencedores da eleição para conselheiros, ignorando a publicidade de todas as demais etapas previstas no cronograma de atividades”, diz trecho da representação.
Na denúncia consta ainda um relato no mínimo curioso, sobre a apuração dos votos no dia da eleição.
“No dia da votação, as poucas pessoas que receberam o formulário para se candidatar como eleitores e exerceram seu direito de voto, receberam ligações do Sr. Shaolin, informando que os votos por eles proferidos seriam anulados, porque, ao entender do mesmo, tais pessoas não se enquadravam como eleitores aptos a votar. Portanto, o próprio Sr. Shaolin foi quem coordenou a eleição e realizou a apuração dos votos de cada conselheiro”.
Por fim, os artistas responsáveis pela denúncia demonstraram preocupação com a importância do Conselho, para além da representatividade da classe, mas também na gestão de recursos públicos. “A gravidade dos fatos é cristalina, agravada pelo fato que a composição do CMPC tem o poder de gerenciar os recursos financeiros do Fundo Municipal de Cultura e a distribuição de valores entre programas culturais e artistas”.
A plataforma online de ensino ‘Escola em Casa’, desenvolvida Pela prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Educação já é um sucesso entre os cerca de 20 mil alunos da rede municipal. Até agora, já foram 164 mil visualizações e quase 11 mil horas de aulas exibidas.
Mais de mil vídeoaulas já foram hospedados na plataforma, e a produção semanal é de aproximadamente 150 conteúdos. Os estudantes têm ainda a possibilidade de participarem de um chat por meio de um aplicativo de mensagens, onde podem tirar dúvidas em tempo real com o professor.
Os alunos que não têm acesso à internet podem retirar o conteúdo das aulas, e as atividades que comprovam a sua frequência, na unidade escolar em que está matriculado. E a Secretaria de Educação realiza a entrega nas escolas da zona rural.
É a Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, garantindo o acesso ao ensino a todos os estudantes da rede.
O governo federal avalia comprar mais 100 milhões de doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer a US$ 12 a unidade, preço 20% maior do que o negociado no primeiro contrato da farmacêutica americana com o Ministério da Saúde, em que foi adquirida quantidade igual do imunizante.
Ao todo, a oferta para nova compra totaliza mais de R$ 6,6 bilhões, cerca de R$ 1 bilhão a mais do que o valor anterior. As informações sobre o preço global e o valor por dose constam em nota técnica assinada por Laurício Cruz, diretor do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis da pasta, e obtida pelo Estadão.
No fim de 2020 e no início do ano, porém, a gestão de Jair Bolsonaro tinha outra postura em relação à empresa. O governo chegou a acusar a farmacêutica de incluir clásulas “leoninas” na proposta, travou a negociação e perdeu lugar na fila.
Bolsonaro se queixava de que a empresa não queria assumir o risco por possíveis efeitos colaterais da vacina. “Se você virar um jacaré (após tomar o imunizante), é problema de você”, afirmou o presidente em 17 de dezembro.
Agora já dá para entender porque a ANVISA está recusando a aprovação do imunizante Sputnik V, já aplicado em 61 países. Esse R$1 bilhão de ágio circulará em toda a Esplanada dos “Mistérios”, mormente na Casa de Vidro.
Ainda bem que aqueles tempos de corrupção acabaram. Um bilhão dá para comprar bem mais de 300 mansões de R$6 milhões. Talquei?
Bolsonaro faz, em sua live de quinta-feira, a mais clara ameaça de golpe: “Se não tiver voto impresso, não vai ter eleição”.
Em live nesta quinta-feira (6), Jair Bolsonaro fez sua mais clara ameaça de golpe ao dizer que não haverá eleição presidencial em 2022 sem o voto impresso.
“Eu acho que ele é o dono do mundo, o Barroso. Só pode ser. O homem da verdade absoluta, não pode ser contestado. Estou preocupado se Jesus Cristo baixar aqui na Terra, ele vai ser ‘boy’ do ministro Barroso”, afirmou o chefe do governo federal na mesma live em que reiterou a possibilidade de “baixar um decreto” para proibir medidas restritivas contra a pandemia.
Bolsonaro disse que o voto por meio da urna eletrônica, que o elegeu em 2018, é “fraudado”, e chamou o Brasil de “republiqueta” por utilizar o mecanismo.
“Ninguém aceita mais esse voto que está aí. Como é que vai falar que esse voto é preciso, legal, justo e não é fraudado? A única ‘republiqueta’ do mundo é a nossa, que aceita essa porcaria desse voto eletrônico. Tem que ser mudado. E digo mais: se o parlamento brasileiro aprovar e promulgar, vai ter voto impresso em 2022, e ponto final. Não vou nem falar mais nada. Vai ter voto impresso. Se não tiver voto impresso, não vai ter eleição. Acho que o recado está dado”.
Racismo explícito
No chiqueirinho do Palácio da Alvorada, pela manhã, o Presidente cometeu mais um crime. Ao referir-se a uma seguidora negra, perguntou:
“Ô, cabelo duro, tem piolho aí? Em outro momento, voltou a importunar a mesma Senhora: “Estou vendo uma barata, ali”.
O bairro Jardim das Acácias passou a contar com um módulo de segurança da Guarda Civil Municipal (GCM), em um local de fácil acesso, que funciona como posto avançado, das 8h às 23h, entre a Escola, o Centro Cultural e a praça.
A iniciativa é da Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Segurança, Ordem Pública e Trânsito, para cuidar da população.
“A presença das forças de segurança vai inibir muitos crimes naquela localidade e é um projeto que nós queremos expandir para outros bairros”, contou o secretário de Segurança, João Paulo Nascimento.
O posto avançado vai beneficiar as localidades ao entorno. “Atende também o Tropical Ville, Jardim das Oliveiras, Sol do Cerrado e Solar dos Buritis. O deslocamento dali fica bem mais rápido para chegar nesses outros bairros”, explicou.
O governo federal liberou hoje a quantia de R$ 6,6 bilhões para a compra de doses da vacina contra o novo coronavírus produzida pela farmacêutica americana Pfizer. A liberação, com dispensa de licitação, foi publicada hoje no DOU (Diário Oficial da União). O Ministério da Saúde já comprou 100 milhões de vacinas da Pfizer.
No fim de abril, um primeiro lote, com 1 milhão de doses do imunizante, chegou ao Brasil para distribuição aos estados. Ontem, uma nova leva, esta de 628,2 mil, chegou em Campinas (SP).
As doses da Pfizer estão sendo, por ora, encaminhadas para as capitais estaduais por conta da necessidade de armazenamento do imunizante, que exige refrigeração em temperaturas baixíssimas.
No Centro de Refrigeração, as doses ficam armazenadas entre -90ºC e -60ºC. Ao serem distribuídas aos estados, as vacinas ficam a -20ºC.
Nos locais de vacinação, em temperaturas entre 2ºC e 8ºC, a orientação é para que as doses sejam aplicadas em até cinco dias.
As variantes do coronavírus do Reino Unido e de Manaus foram identificadas em 32 municípios baianos, com casos de hospitalizações e morte. A identificação dessas ocorrências levou o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs), da Secretaria da Saúde (Sesab), a emitir uma nota com um alerta e recomendações direcionadas à população, como a de evitar viagens não essenciais a esses locais.
Em relação a cepa de Manaus, até a segunda-feira (3) foram notificados 93 casos confirmados. Desse total, 40 precisaram de hospitalização e 29 evoluíram para óbito. De acordo com o Cievs, estes casos estão relacionados aos municípios de Amargosa, Anguera, Brumado, Camaçari, Cipó, Conceição do Jacuípe, Cruz Das Almas, Dias D’Ávila, Feira de Santana, Guanambi, Ilhéus, Irecê, Itabuna, João Dourado, Juazeiro, Lauro de Freitas, Luís Eduardo Magalhães, Mutuípe, Porto Seguro, Retirolândia, Riachão do Jacuípe, Salvador, Santa Luz, Santo Antônio de Jesus, São Gonçalo dos Campos, São Sebastião do Passé, Serra Preta, Serrinha e Tanhaçu.
Já a variante do Reino Unido a Bahia teve pelo menos 13 casos confirmados, sendo que em dois houve necessidade de hospitalização e dois evoluíram para morte. Esses casos foram identificados em Ilhéus, Itapetinga, Lauro de Freitas, Prado e Salvador.
O Cievs destaca que essas variantes demandam atenção especial dos gestores públicos e da população, uma vez que são capazes de acarretar mais transmissibilidade e maior gravidade do quadro clinico dos pacientes.
Na nota o órgão ainda faz um alerta para a necessidade de rastreamento e isolamento dos casos confirmados e destaca que é preciso adotar e intensificar ações de educação e comunicação em saúde para orientar a população aos cuidados devidos, como uso de máscara, distanciamento social e evitar aglomerações.
“Recomendamos que as viagens não essenciais sejam evitadas principalmente para área onde foram detectadas variantes de atenção”, completa o Cievs.
Reinildo Nery dos Santos, Fábio Lauck e Silvano Oliveira dos Santos, três legisladores em exercício de mandato, foram afetados gravemente após contaminação com COVID-19. Silvano foi transferido hoje para uma UTI em Barreiras.
Em Barreiras, a vereadora Carmélia da Mata recebeu hoje resultado dos testes de Covid-19, confirmando a infecção pelo vírus.
O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, anunciou na manhã desta quinta-feira (6) a redução da quantidade de matéria-prima para as vacinas que o instituto receberia da China.
De acordo com o dirigente, os adiamentos de prazo são uma consequência da “falta de alinhamento” do governo federal. A previsão inicial do instituto era receber 6 mil litros do insumo até o dia 10, e agora receberá 2 mil até o dia 13, informou ele durante coletiva de imprensa.
A China é fornecedora de insumos para a produção da CoronaVac, do Instituto Butantan, e da vacina de Oxford, produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Segundo o diretor do Butantan, foi provocado um mal-estar “por sucessivas declarações desastrosas do ministro da economia, Paulo Guedes, e agora do presidente da república, Jair Bolsonaro”.
“O insumo da principal vacina que vai no braço dos brasileiros vem da China”, destacou.
Veja frases de Marcelo Queiroga na CPI da Covid, coletadas pelo portal UOL:
Vacinação
Destaco que a solução é a vacinação. Precisamos vacinar a nossa população. A vacina da covid é uma resposta da ciência.
União
Nós só temos um inimigo: o vírus, o novo coronavirus, e temos que unir forças para cessar o estado pandêmico dessa doença.
Busca de soluções
Entendo que a minha participação [na CPI], juntamente com os senhores do Senado Federal, e eu estendo à Câmara dos Deputados, ela visa buscar, sim, soluções para o enfrentamento eficaz desse problema.
Testagem e rastreio
Temos que adotar uma política de testagem para orientar política de isolamento de pacientes contaminados, bem como contactantes, e temos que fortalecer nosso sistema de saúde para que ele seja capaz de atender casos mais graves, sobretudo os que precisam de ventilação mecânica.
O que gerou o colapso na saúde
Não temos uma resposta exata para essa situação porque lidamos com um vírus que tem imprevisibilidade extrema, com capacidade de mutações.
Pacto nacional
O SUS (Sistema Único de Saúde) é tripartite: União, estados e municípios, e a pactuação é feita de tal forma a delegar funções específicas para cada ente federativo. Estamos com nossa equipe técnica para ter diretrizes gerais a serem colocadas para a sociedade brasileira e às secretarias estaduais e municipais para que tenhamos mais sucesso no enfrentamento a essa doença.
A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães iniciou, através da Secretaria de Segurança, Ordem Pública e Trânsito, a instalação do semáforo da Avenida JK com a Salvador na manhã desta quinta-feira (06).
Esta é a primeira etapa do plano de instalação dos semáforos da cidade e a previsão é que esteja em funcionamento em até oito dias. O município vai contar com sete jogos de semáforos ao longo da avenida. Com investimento de mais de R$ 11 milhões de recursos próprios do município.
“É um projeto que foi muito cobrado, muito pedido pela população e agora finalmente está sendo concretizado”, disse o secretário de Segurança, Ordem Pública e Trânsito, João Paulo Nascimento.
O prefeito Junior Marabá falou dos investimentos para a melhoria da segurança no trânsito do município.
“Nós temos que fazer com que a nossa área urbana seja orgulho para o nosso povo. Sabemos dos índices de acidentes nesse ponto da cidade, e vamos mudar essa realidade. É isso que todos nós queremos e é isso que vamos entregar para a população”, pontuou.
Participaram da cerimônia, o secretário de Governo, Danilo Henrique; de Infraestrutura, Franklin Willer; de Educação, Carlos Lopes da Fonseca; de Meio Ambiente, Jefferson Café; de Trabalho e Assistência Social, Scheilla Bernardes; de Agricultura, Vanir Koll e de Planejamento, Paulo Souza. Além do superintendente de Trânsito, Adê Cerrado, do secretário Executivo, Walter Baldoni e o chefe de Gabinete, Renato Faedo.
Os diretores de Cultura e Turismo, Carlos Júnior Gramacho; de Esporte, Vânia Cenci e de Agricultura, Kenni Henke.
Representando a Câmara, os vereadores, Nei Vilares, Zezilia Martins, Zadinho Motinha, Sandra da ONG, Lisvan Vasconcelos, Adelar Cappellesso, Raimundo Nacional e Cristiano Reis.
Polícia Federal realiza operação contra o tráfico internacional de drogas Foto: Divulgação/PF
Uma megaoperação da Polícia Federal (PF) foi deflagrada, na manhã desta quinta-feira (6), em nove estados do país, com o objetivo de desarticular uma quadrilha responsável por tráfico internacional de drogas. Foram cumpridos 110 mandados nos estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Amazonas, Maranhão, Pará, Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.
Entre os mandados, há 38 de prisão e 72 de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara da Justiça Federal de Cáceres (MT). A Justiça Federal determinou ainda busca e apreensão de 10 aeronaves e o sequestro de todos os bens de 103 pessoas físicas e jurídicas investigadas. O valor total de bens sequestrados está em apuração.
Por conta da complexidade dos trabalhos, a PF contou com o apoio da Força Aérea Brasileira (FAB), do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) (MT), da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Polícia Civil de Mato Grosso, além de com a Polícia Militar do Mato Grosso, do Mato Grosso do Sul e de São Paulo.
As investigações que fundamentaram os trabalhos da operação, batizada de Grão Branco, tiveram início em janeiro de 2019, quando a Polícia Federal e o Gefron de Mato Grosso apreenderam 495kg de cocaína no município de Nova Lacerda (MT). Durante a operação, foram realizados mais de 10 flagrantes, com apreensão de cerca de quatro toneladas de cocaína, aeronaves e veículos.
O líder da organização criminosa, condenado por tráfico internacional de drogas, encontrava-se foragido da Justiça brasileira e controlava toda a logística do transporte da droga a partir de uma mansão, em um condomínio de luxo de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia.
Em 2020, por meio da cooperação internacional com a Polícia Boliviana, o líder foi expulso do país e entregue às autoridades brasileiras, iniciando o cumprimento da pena. Seus familiares e outros integrantes da organização criminosa, entretanto, continuaram a comandar a logística de transporte da droga.
A vacinação contra o Covid-19 continua nesta quinta-feira (06), em Luís Eduardo Magalhães das 8h às 17h, sem intervalo para almoço, no sistema Drive-Thru, localizado no bairro Santa Cruz, ao lado do Programa Municipal de Atendimento à Terceira Idade (PROMATI).
A partir desta quinta, pessoas acima de 55 anos com comorbidades serão vacinadas. A faixa etária para os profissionais da educação também baixou, agora quem tiver a partir de 50 anos já pode procurar o sistema Drive-Thru.
Confira os públicos:
– Idosos acima de 60 anos;
– Profissionais da educação, da rede pública e privada, acima de 50 anos;
– Trabalhadores da área de segurança e salvamento com idade superior a 40 anos;
– Gestantes e puérperas, que deram à luz há menos de 45 dias e possuem comorbidades. Importante lembrar; para que a vacinação aconteça, será necessária a apresentação de um relatório médico comprovando a comorbidade.
– Pessoas acima de 55 anos com as seguintes comorbidades (Diabetes Hipertensão, Doença renal crônica, Doença neurológica crônica, Doença hepática crônica, Doença respiratória crônica, Doença cardíaca crônica).
Além de um documento com foto e a carteira de vacinação, o paciente precisa apresentar um laudo médico comprovando a doença ou a carteirinha do programa HIPERDIA.
Na paz, como na guerra, alguns homens lidam com as causas e os efeitos de suas decisões anestesiados para as consequências éticas e morais que tornam a humanidade melhor ou pior. Por erro de julgamento, por equívoco acidental ou por deliberada intenção, atos e fatos marcam para sempre o destino de pessoas, de grupos, de corporações, de Estados e de povos inteiros.
O vento constante que soprava do mar sobre a cidade de Osório, no litoral gaúcho, distante apenas 15 km das ondas do Oceano Atlântico, amenizou a temperatura de 30° na manhã daquele sábado ensolarado, 10 de abril de 2021. Isso permitiu que o encontro informal dos três políticos da cúpula do MDB gaúcho fosse ainda mais descontraído, trocando o hábito sufocante do paletó e gravata do asfalto pelos adereços mais confortáveis da praia — sandálias, bermuda, tênis, camiseta e calça jeans.
Foi uma longa, relaxada conversa de quatro horas coroada por um almoço, na casa de veraneio do presidente do partido no Rio Grande do Sul, o deputado federal Alceu Moreira, que recepcionou o prefeito da capital gaúcha, Sebastião Melo, e o secretário-geral do MDB, o deputado estadual Gabriel Souza, que também preside a Assembleia Legislativa. Ao final, o secretário Souza resumiu o teor do encontro para o repórter Paulo Egídio com uma frase crua e cínica que resume a inevitável decadência moral daquele que foi o mais prestigiado partido da história política gaúcha:
“OK ter filiados adeptos ao bolsonarismo, mas o MDB nunca foi bolsonarista.
O apoio ao Bolsonaro foi um momento tático eleitoral de 2018”, confessou candidamente o presidente da Assembleia gaúcha.
A frase foi publicada na edição virtual de domingo, 11, da mais importante colunista política do Estado, Rosane de Oliveira, no jornal de maior prestígio do Sul, a Zero Hora, sob um título ameno como a temperatura da praia: “Em almoço no litoral, líderes do MDB gaúcho concordam em posicionar o partido ao centro”. Apesar da gravidade da confissão, não se registrou nenhum abalo sísmico no Estado, que engoliu em seco, sem qualquer reação, rejeição ou indignação a palavra que, mais do que tudo, soava como uma autoconfissão.
Os chefes maiores do MDB sulista admitiam ousadamente, enfim, que era OK ter adeptos do bolsonarismo entre seus filiados, uma brutal contradição em termos que deveria envergonhar a sigla que carrega, na sua longa história, a honra de ter combatido e resistido à ditadura sempre louvada pelo capitão que arrebatou devotos e adesões irrestritas dentro da legenda. Ninguém do partido reclamou, nem se sentiu injuriado pela gentil admissão de que, OK, um filiado do MDB velho de guerra agora, de repente, poderia ser um assumido bolsonarista!…
Assustadoramente normal
Hanna Arendt na juventude
O prefeito, o presidente do partido e o seu secretário-geral, nas suas levianas reflexões – tão despojadas quanto os trajes praianos que vestiam – exprimiam na essência a “banalidade do mal”, expressão definida seis décadas atrás pela filósofa e pensadora política Hannah Arendt (1906-1975), em seu trabalho de maior repercussão como jornalista: a série de cinco artigos que publicou, entre fevereiro e março de 1963, na renomada revista The New Yorker, sobre o juízo em Jerusalém em 1962 do tenente-coronel Adolf Eichmann, sequestrado dois anos antes na Argentina pelo serviço secreto de Israel. Coordenador e gerente do Holocausto nazista que exterminou seis milhões de judeus, ele foi julgado num processo de cinco meses, condenado e enforcado na madrugada de 1º de junho de 1962. O conjunto de cinco artigos foi transformado, no ano seguinte, no livro mais popular da ativa vida intelectual de Arendt: Eichmann em Jerusalém – um relato sobre a banalidade do mal.
Essa insidiosa, maligna banalidade anotada nos anos 1960 acabou se infiltrando, contaminando, conspurcando em 2018 um dos lugares mais admirados do Brasil pela força de seu povo, pela beleza de sua terra, pelo valor de sua história política, econômica e cultural: o Rio Grande do Sul.
Ao saber do iminente julgamento de Eichmann, Arendt se ofereceu à revista para cobrir o processo que testaria, na prática, a teoria por ela desenvolvida em seu primeiro e mais aclamado ensaio, As origens do totalitarismo, de 1951.
Ali, examinava as raízes do Nazismo e do Stalinismo e os fundamentos de “uma nova forma de governo”, o Totalitarismo, que diferia essencialmente das outras três formas conhecidas de opressão – o despotismo, a tirania e a ditadura. Em Jerusalém, Arendt imaginava ter a chance de ver a justiça administrada ao homem de perfil totalitário sobre o qual ela havia escrito.
Mais do que uma pensadora original, Hanna Arendt era, também, uma sobrevivente do Holocausto gerenciado por Eichmann. Judia alemã de nascimento, escapou duas vezes das garras da Gestapo.
Na Berlim radicalizada de 1933, no alvorecer do nazismo, denunciada por um livreiro por propaganda contra o Reich, ela e a mãe foram presas por oito dias. Dali escapuliu e procurou refúgio em Paris, mas acabou presa outra vez e internada no sul da França, em Gurs, um antigo centro de refugiados da Guerra Civil Espanhola que, sob a ocupação nazista, virou um campo de concentração para judeus não-franceses e inimigos do regime colaboracionista de Vichy.
Quando conseguiu escapar dali, junto com a mãe e o marido, Arendt cruzou a Espanha rumo a Lisboa, de onde alcançou sua nova pátria em Nova York, em maio de 1941. Duas décadas depois, ao publicar seu relato sobre o impacto de ver Eichmann ao vivo no tribunal, Arendt confessou ter ficado impressionada, certamente surpresa, com a inesperada imagem de vulgaridade e o comportamento daquele homem meio calvo, que parecia apenas um medíocre burocrata, até brando, em contraste com o horror dos crimes terríveis de que foi acusado. “Eichmann era terrivelmente, assustadoramente normal”, espantou-se ela.[1]
Essa insidiosa, maligna banalidade anotada nos anos 1960 acabou se infiltrando, contaminando, conspurcando em 2018 um dos lugares mais admirados do Brasil pela força de seu povo, pela beleza de sua terra, pelo valor de sua história política, econômica e cultural: o Rio Grande do Sul.
Como os mais covardes cafetões de cabaré, o Dito Cujo Indigitado bate sem dó e depois vem acariciar as putas e vender a sua proteção. Após fazer graves insinuações sobre a China e “guerra química”, o Ogro diz que não citou o nome do país asiático.
O presidente Jair Bolsonaro atacou a China de forma indireta, na manhã desta quarta-feira (5), como uma estratégia para depois não ser cobrado com relação à grave insinuação que fez sobre o país asiático.
O expediente utilizado pelo titular do Planalto se confirmou à noite, quando negou que tenha feito qualquer insinuação sobre a nação governada por Xi Jinping.
Em evento no Palácio do Planalto, Bolsonaro sugeriu, sem citar o nome do país, que a China criou o coronavírus em laboratório e estaria encampando uma “guerra química”, tese que é rechaçada pela OMS.
“É um vírus novo, ninguém sabe se nasceu em laboratório ou nasceu por algum ser humano ingerir um animal inadequado. Mas está aí. Os militares sabem o que é guerra química, bacteriológica e radiológica. Será que não estamos enfrentando uma nova guerra? Qual o país que mais cresceu o seu PIB? Não vou dizer para vocês”, declarou.
O país que mais teve maior crescimento no PIB, em 2020, foi justamente a China.
Já à noite, no aeroporto do Galeão (RJ), durante a recepção de Robson Nascimento de Oliveira, ex-motorista que estava preso na Rússia sob a acusação de tráfico de drogas, o presidente foi questionado sobre a fala feita pela manhã e ele negou que tenha se referido ao país asiático.
O Brasil registrou 2.791 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas e totalizou nesta quarta-feira (5) 414.645 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias chegou a 2.329.
É o 50º dia seguido em que essa média fica acima da marca de 2 mil. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -8%, indicando tendência de estabilidade nos óbitos decorrentes do vírus.
Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h desta quarta. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.
Essa foi a menor média móvel de mortes registrada desde 25 de março, quando ela estava em 2.276 –e em plena ascenção naquele momento. O ritmo atual, na faixa de estabilidade, mesmo quando em queda não ficou abaixo de -20% nas últimas semanas. É pouco se comparado ao ritmo de crescimento que a curva apresentou em março, com altas que passaram de +50%.
Três estados apresentam tendência de alta nas mortes:PR, CE e PE.
Além da triste marca de 50 dias com mais de 2 mil mortes na média móvel, o país completa agora 105 dias com essa média acima da marca de mil.
Veja a sequência da última semana na média móvel:
Quinta (29): 2.523
Sexta (30): 2.523
Sábado (1º): 2.422
Domingo (2): 2.407
Segunda (3): 2.375
Terça (4): 2.361
Quarta (5): 2.329
Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 14.936.464 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 75.652 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 58.951 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de 0% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de estabilidade nos diagnósticos.
A Justiça Federal da 1ª Região absolveu o ex-presidente Michel Temer, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, o empresário José Yunes e outros oito nomes acusados de integrar o “quadrilhão do MDB”.
Segundo a Folha de São Paulo, a denúncia, feita pelo Ministério Público Federal (MPF), acusava os citados de integrar uma organização criminosa que arrecadava propina por meio de órgãos públicos como a Petrobras, Caixa Econômica Federal, Câmara dos Deputados e ministérios do governo federal.
“A denúncia apresentada, em verdade, traduz tentativa de criminalizar a atividade política. Adota determinada suposição —a da existência de ‘organização criminosa’ que perdurou entre ‘meados de 2006 até os dias atuais’— apresentando-a como sendo a ‘verdade dos fatos’, sequer se dando ao trabalho de apontar os elementos essenciais à caracterização do crime de organização criminosa”, afirma Reis Bastos.
A decisão também aponta que a “imputação a dirigentes de partidos políticos do delito de organização criminosa sem os elementos do tipo objetivo e subjetivo, provoca efeitos nocivos à democracia, entre os quais pode se mencionar a grave crise de credibilidade e de legitimação do poder político como um todo”.
A quantidade de pacientes internados com casos graves da Covid-19 voltou a crescer, nesta quarta-feira (5) na Bahia, e chegou à marca de 1.302 pessoas ocupando leitos de terapia intensiva no estado, sendo 1.278 adultos e 24 crianças, de acordo com dados publicados pela Secretaria Estadual da Saúde (Sesab).
A taxa de ocupação das UTIs reservadas exclusivamente para adultos com Covid-19 subiu de 79% para 80% nas últimas 24 horas. No caso dos leitos pediátricos de terapia intensiva, o percentual se manteve estável em 67%.
O número de casos ativos da Covid-19 também apresentou um pequeno aumento, de 15.809 para 15.824.
Os 10 municípios baianos com mais contaminados, segundo a Sesab, são Salvador (2.754), Feira de Santana (645), Vitória da Conquista (412), Itabuna (356), Barreiras (347), Lauro de Freitas (282), Guanambi (205), Paulo Afonso (202), Eunápolis (200) e Juazeiro (188).
Nas últimas 24 horas, a Bahia confirmou 3.931 novas contaminações pelo novo coronavírus e 85 mortes em decorrência da infecção.
No total, desde o início da pandemia, o estado acumula 916.951 casos confirmados da Covid-19 e 18.897 óbitos pela doença.
As instituições impuseram, em quinze dias, sucessivas derrotas ao governo: o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, aliado de Bolsonaro, não queria instalar a CPI da pandemia.
Teve que fazê-lo por determinação do Supremo Tribunal Federal.
O Palácio do Planalto tentou interferir na composição da Comissão.
Tinha nomes para presidente e relator.
Não emplacou nenhum dos dois.
Teve que engolir as indicações de Omar Aziz (PSD-AM) e Renan Calheiros (MDB-AL).
Num último esforço para bloquear o funcionamento da CPI, o Palácio do Planalto obteve uma liminar expedida por um juiz de Brasília para impedir que Renan Calheiros assumisse a relatoria.
Uma manobra desastrada.
Por inepta, a liminar foi sumariamente revogada pelo ministro do STF Ricardo Lewandowski.
O general sem máscara — Nesta terça-feira 4 o governo Bolsonaro começou a ser exposto aos senadores.
Os primeiros a serem ouvidos na CPI foram os ex-ministros da saúde Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, já que o general Eduardo Pazuello, depois de ser fotografado sem máscara, no fim de semana, alegou não poder se apresentar à Comissão por ter mantido contato com oficiais que contraíram a covid-19.
Aparentemente, o general está preocupado com a saúde dos seus interrogadores, preocupação que não teve com a população brasileira quando ocupou, com absoluta incompetência e desprezo à vida, o cargo de ministro da Saúde.
Ou talvez não tenha concluído os ensaios das respostas às questões que lhe serão apresentadas.
O relator da CPI, senador Renan Calheiros ofereceu uma saída rápida e objetiva ao general Pazuello: “Faça um teste de Covid, general, e participe da CPI”.
Repete-se nestes dias de aquecimento da CPI, entre os líderes políticos mais experientes, a frase atribuída ao dr. Ulysses Guimarães: “Sabe-se como começa uma CPI, nunca se sabe como termina”.
Por isso não vale a pena fazer especulações sobre os resultados, mesmo porque essa CPI da pandemia traz consigo uma peculiaridade: o que ela vai inquirir aos seus interrogados já foi objeto de confissão pública dos autores.
Ou seja, o Executivo Federal tornou público seu próprio roteiro das “23 vulnerabilidades” para preparar os seus.
O roteiro se constitui num subsídio relevante para o trabalho dos senadores.
Sem prejuízo, naturalmente, de questionamentos, cujas respostas não tenham sido objeto de “CPI training”…
Calamidade sanitária e mobilização popular — A CPI inicia os trabalhos com o governo na defensiva.
A cada dia, setores mais amplos do País passam a exigir explicações convincentes para a maior calamidade sanitária da história.
Os movimentos da oposição, importantes sem dúvida, para o desgaste do governo Bolsonaro e para visíveis modificações na correlação de forças na sociedade, seguem, porém, no âmbito da institucionalidade: STF e Congresso Nacional.
Falta um ingrediente que será decisivo para as forças populares desequilibrarem a balança: as mobilizações de rua.
Hoje o grande aliado de Bolsonaro é o vírus, quem sabe seja uma retribuição pelos serviços prestados ao longo de um ano pelo ocupante do Palácio do Planalto à propagação…
Hoje o Brasil conta mais de 412 mil mortos, com a sociedade imobilizada, presa entre dois medos: morrer asfixiada antes de chegar ao hospital ou mesmo depois de ser internada, ou morrer de fome.
A pergunta da hora é: poderão as investigações da CPI despertar a indignação da sociedade e mobilizar os setores populares para avançar no convencimento do cidadão comum sobre a condução negacionista e criminosa do governo frente à gravidade da pandemia?
Estamos diante de uma complexa encruzilhada para onde convergem: a pandemia da Covid-19 que já ultrapassou os 412 mil mortos e não dá sinais de arrefecer; uma crise econômica provocada pelas políticas ultraliberais de Bolsonaro/Guedes, que se expressam, entre outras mazelas, nas mais elevadas taxas de desemprego – mais de 14 milhões de desempregados –, na volta da fome para as camadas mais pobres e da inflação que empurra para baixo as classes médias.
O desalento e a desesperança tomam conta da população brasileira.
Calamidade nacional — Como responder a esse conjunto de desafios e pôr abaixo um desgoverno que se tornou disfuncional para a esmagadora maioria da população?
Dentro de um ano e meio o Brasil voltará às urnas. Não há saída para a calamidade em que o País foi lançado pela extrema-direita ancorada na direita neoliberal, fora da política.
Fora dos partidos institucionalizados e dos movimentos sociais organizados.
Para que o país construa um caminho capaz de conduzi-lo a escapar ao cerco da barbárie e se reencontrar consigo mesmo é necessária, mais do que nunca, a ação política madura das forças sociais comprometidas com a sobrevivência física de vastas camadas da população brasileira, com a democracia e com a dignidade nacional.
412 mil mortos depois, os setores sociais e políticos que ainda sustentam o governo genocida Bolsonaro deixam de ser apenas base social de um governo destrutivo – explicitamente confessado pelo psicopata que o guia – para se tornarem cúmplices de um genocídio.
O impedimento de Jair Bolsonaro é um imperativo de sobrevivência do Brasil como nação.
O jornalista e comentarista da CNN Brasil, Alexandre Garcia, apagou mais 61 vídeos de seu canal no YouTube na terça-feira (4). Trata-se de mais uma leva de conteúdos que o bolsonarista escolheu esconder de sua página. Ao todo, 495 vídeos foram deletados ou tornados privados nos últimos dias.
Entre os conteúdos que foram deletados na terça-feira, estão vídeos que envolvem críticas ao lockdown e ao Supremo Tribunal Federal (STF), e elogios ao chamado “tratamento precoce”, que envolve o uso de medicamentos como cloroquina e ivermectina, que não têm eficácia comprovada contra a Covid-19.
O levantamento de vídeos deletados no canal do bolsonarista foi compartilhado nas redes sociais pelo jornalista Guilherme Felitti, do Novelo Data. Segundo ele, o conteúdo escondido por Garcia é quase metade dos mais de 1.110 vídeos que ele tinha no canal do YouTube.
O presidente Jair Bolsonaro costuma compartilhar vídeos do jornalista em suas redes sociais. Em 15 de janeiro deste ano, o ex-militar usou falas do jornalista para defender o “tratamento precoce” contra a Covid-19. A publicação, no entanto, recebeu um alerta no Twitter como “informação enganosa e potencialmente prejudicial”.
A limpeza de Alexandre Garcia em seu canal do YouTube coincide com o início dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, que investiga as ações e omissões do governo de Jair Bolsonaro na pandemia do coronavírus.
O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse à comissão, nesta terça, que a Consultoria Jurídica do ministério, órgão setorial da Advocacia Geral da União (AGU), apontou que a compra de cloroquina e hidroxicloroquina, recairia em improbidade administrativa. O Brasil comprou cloroquina suficiente para 18 anos de abastecimento.
A Secretaria Municipal de Saúde informa o 182° e o 183º óbitos decorrentes da Covid-19, ocorridos na sexta-feira (30), no Hospital IBR em Vitória da Conquista, e nesse domingo (02), no Pronto Atendimento Coronavírus, no Hospital Eurico Dutra em Barreiras. A Secretaria de Saúde informa ainda, que o comunicado dos óbitos se deu nesta terça-feira (04), pela necessidade de confirmação dos casos e quadros clínicos dos pacientes.
O 182º óbito trata-se de uma paciente, de 55 anos, que possuía cardiopatia, insuficiência renal crônica, insuficiência hepática e diabetes. Já o 183º óbito se refere a um paciente de 76 anos de idade, que era diabético e fazia tratamento de câncer. Apesar do empenho dos profissionais das unidades de saúde, os pacientes não resistiram ao agravamento da Covid-19, aliado às comorbidades.
Neste momento, a Secretaria de Saúde de Barreiras se solidariza com familiares e amigos dos pacientes reafirmando a defesa intransigente pela vida, mantendo todos os esforços necessários na promoção da assistência médica e a todas as pessoas que venham necessitar do atendimento especializado para Covid-19 no município.
A secretaria reforça ainda, a atenção e colaboração da população nos cuidados essenciais que devem ser mantidos para diminuir a propagação do novo Coronavírus, como o uso obrigatório de máscaras, higienização das mãos e evitar aglomerações.
A deputada federal Flordelis dos Santos Souza e mais nove acusados pela morte do pastor Anderson do Carmo, em junho de 2019, vão enfrentar o júri popular. A decisão é da juíza do 3ºTribunal do Júri de Niterói, NearisdosSantosCarvalhoArce. A informação foi divulgada na noite desta terça-feira (4) pela assessoria do Tribunal de Justiça (TJ).
Denunciada como mandante do crime, Flordelis responde por homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, emprego de meio cruel e de recurso que impossibilitou a defesa da vítima), tentativa de homicídio, uso de documento falso e associação criminosa armada. Em razão da imunidade parlamentar, a deputada, que só pode ser presa em flagrante por crime inafiançável, cumpre medidas cautelares, monitorada por tornozeleira eletrônica.
Também serão submetidos a julgamento pelo Tribunal do Júri Marzy Teixeira da Silva, Simone dos Santos Rodrigues, André Luiz de Oliveira e Carlos Ubiraci Francisco da Silva, por homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio e associação criminosa armada.
Rayane dos Santos Oliveira será julgada por homicídio triplamente qualificado e associação criminosa armada e Flávio dos Santos Rodrigues, Adriano dos Santos Rodrigues, Andrea Santos Maia e Marcos Siqueira Costa, por uso de documento falso e associação criminosa armada.
Entre os réus, apenas Lucas Cezar dos Santos de Souza, filho não biológico da parlamentar, que já havia sido pronunciado anteriormente junto com Flávio dos Santos Rodrigues pela execução do crime, não mais responderá pelo crime de associação criminosa.
A juíza decidiu manter a prisão de todos os acusados. Segundo a magistrada, não houve modificação da situação de fato que justificasse sua alteração.
“O fim da instrução probatória de primeira fase e demais notícias trazidas aos autos no curso daquela evidenciam ainda mais a necessidade de acautelamento dos réus, em prol não somente da ordem pública, mas para garantia da instrução criminal a se renovar em futuro Plenário de Julgamento, e, ainda, em prol da eventual aplicação da lei penal; não se mostrando suficiente a pretendida conversão em prisão domiciliar, ou mesmo a transferência para presídio diverso”, escreveu.
O advogado Anderson Rollemberg, que defende Flordelis, informou que vai recorrer da decisão.
Quanto mais nos aproximamos do fim da crise, um pouco mais distante ele parece estar. Assim pode ser resumida uma das conclusões mais notáveis da pesquisa Os brasileiros, a pandemia e de covid-19 o consumo, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com o Instituto FSB Pesquisa. As expectativas parecem ter piorado.
Em julho de 2020, quando o Brasil e o mundo, ainda um tanto atônitos com aspectos desconhecidos da pandemia de covid-19, buscavam os meios mais eficazes para conter sua disseminação enquanto não se descobrissem vacinas contra ela, 61% dos entrevistados acreditavam em retomada rápida da economia. Entre as pessoas entrevistadas entre os dias 16 e 20 de abril de 2021, 71% consideraram que a economia ainda vai levar um ano para se recuperar.
A lentidão da vacinação, quando são evidentes os sinais de recrudescimento da pandemia, é causa determinante desse aumento do pessimismo das pessoas: 83% dos entrevistados consideram que o ritmo da vacinação é lento. Das pessoas que ainda não foram vacinadas, 35%, ou mais de um terço, não têm expectativa de que sejam imunizadas ainda neste ano.
“Só a imunização em massa da população contra a doença recolocará o Brasil no caminho da retomada da economia, do dinamismo do mercado consumidor e na rota dos investimentos”, diz o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.
Esse momento, como reconhecem os entrevistados na pesquisa, parece distante. Segundo dados oficiais citados pela CNI na apresentação de sua pesquisa, apenas 13,2% da população foi vacinada. Entre os entrevistados na pesquisa, a porcentagem dos que tomaram a primeira dose da vacina cai para 9%; a dos que tomaram também a segunda, para 6%.
O custo da lentidão é alto para as famílias, para a economia em geral e para o País. É menor o temor da população com a perda de emprego (em julho do ano passado, 45% temiam ficar sem emprego; agora são 41%). Mas a renda continua sob risco. A pesquisa constatou que 32% dos trabalhadores perderam alguma parte de seu rendimento e 14% o perderam totalmente nos últimos 12 meses.
Nesse cenário, não é de estranhar que 71% disseram ter reduzido seus gastos desde o início da pandemia. E 37% acham que a redução será permanente. A saída, quando se chegar a ela, se mostrará mais apertada.
Com o desgaste provocado pela morosidade do governo federal em adquirir vacinas quando foram ofertadas por fabricantes, o Ministério da Saúde deu início a uma operação internacional para tentar acessar excedentes de imunizantes em outros países.
Depois de passar um pente-fino, governo avaliou que apenas dois países hoje devem contar com excedentes significativos para envio de imunizantes ao exterior nos próximos meses: Estados Unidos e Reino Unido.
Em comum, ambas nações estão em estágio avançado de vacinação e contam com estoques que poderiam ser direcionados ao exterior em pouco tempo, segundo informações da Folha de S.Paulo. Além disso, Washington e Londres estão pressionados a ajudar países aliados para tentar compensar o avanço da agressiva diplomacia da vacina promovida pela China.
Nas últimas semanas, o Itamaraty também consultou países como Canadá e Austrália, após receber informações de que eles poderiam contar com estoques disponíveis. Mas recebeu como resposta que os imunizantes hoje nesses locais não estariam liberados para exportação no curto prazo. Recentemente, por exemplo, o Brasil perguntou à Austrália sobre um possível excedente de doses da AstraZeneca. Mas o país da Oceania afirmou que pretende priorizar países da região e ainda utilizar parte das vacinas em sua própria população.
Desse modo, o foco do Ministério da Saúde é buscar possíveis excedentes da vacina de Oxford/AstraZeneca, que já tem aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e é produzida no Brasil
Isso facilita não apenas os trâmites de importação como abre as portas para que o país ofereça aos possíveis exportadores a devolução dos imunizantes no futuro — a partir da fabricação pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).
Os Estados Unidos têm disponíveis cerca de 60 milhões de doses da AstraZeneca, mas elas não foram utilizadas para a proteção da população local nem receberam aval das autoridades sanitárias americanas. No entanto, o envio delas para fora dos EUA depende de inspeção de qualidade promovida por autoridades americanas, processo ainda sem prazo definido para ser concluído.
Um homem de nacionalidade chinesa e panamenha foi preso em Caetité, no Sertão Produtivo, Sudoeste do estado, pela Polícia Federal (PF).
O acusado, de 48 anos, é suspeito de integrar uma organização internacional de lavagem de dinheiro em larga escala.
Segundo a PF, ele é acusado de transferir uma soma de dinheiro oriundos do tráfico de drogas nos Estados unidos [EUA] e na Europa para países das Américas do Sul e Central, além da Ásia.
No período entre abril de 2016 e julho de 2017, o homem teria lavado mais 900 mil dólares para cartéis mexicanos e colombianos que atuam no tráfico de drogas internacional.
As quantias obtidas no tráfico eram inseridas primeiro no sistema bancário dos EUA. Depois, as somas eram transferidas para contas em Hong Kong, controladas pelo acusado.
O estrangeiro teve a prisão preventiva decretada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), com base em representação do Escritório Central Nacional da Polícia Federal no Brasil, fundado no Tratado de Extradição firmado entre Brasil e os EUA.
O contribuinte de Luís Eduardo Magalhães terá mais tempo para quitar o IPTU 2021 em parcela única, com desconto de 20%. A Prefeitura, através da Secretaria de Administração e Finanças prorrogou até o próximo dia 31 de maio o pagamento do imposto.
Para fazer a adesão, basta procurar a Secretaria, das 8h às 12h e das 14h às 18h, localizada na Rua José Ramos de Anchieta nº 187, no bairro Jardim Primavera.
“E caso a pessoa não tenha essa disponibilidade ou não queira pagar à vista, ela pode dividir em nove parcelas com o valor integral”, disse o titular da pasta, Divino Gustavo Carias.
Com vencimento nos dias: 30/abril, 31/maio, 30/junho, 30/julho, 31/agosto, 30/setembro, 29/outubro, 30/novembro e 29/dezembro de 2021.
O jornal americano The New York Times desmentiu hoje a existência de uma suposta capa com notícias favoráveis ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A imagem, que circulou nas redes sociais, trazia uma foto de um protesto pró-Bolsonaro ao centro e manchetes como “Brasil wants to be free” (“O Brasil quer ser livre”) e “Bolsonaro forever” (“Bolsonaro para sempre”).
“Estamos cientes de que uma versão manipulada da primeira página do New York Times circula na internet com matérias falsas e uma imagem de manifestações a favor do presidente Jair Bolsonaro. O New York Times não publicou essa capa”, escreveu a assessoria do jornal, junto aos links que levam à seção que reúne notícias.
A falsa capa já havia sido analisada (e refutada) por serviços de checagem de fatos no Brasil, como a Agência Lupa e o Estadão Verifica. A imagem traz alguns erros grosseiros que ajudam a identificá-la como uma montagem.
O primeiro está na manchete principal, em que se vê a palavra “wants” escrita com “h” (“whants”). Além disso, a página diz datar de uma segunda-feira, 4 de abril, e a última destas aconteceu em 2016, quando Bolsonaro nem sequer era presidente ou mesmo candidato.
Naquele dia, porém, o Brasil realmente foi capa do NYT — mas representado pela então presidente Dilma Rousseff (PT), que ganhou o maior destaque, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-senador Delcídio do Amaral e o ex-ministro Sergio Moro.
Citando os escândalos da Petrobras, a reportagem principal tratava dos elos entre a corrupção e a crise na política brasileira.
“Com Dilma Rousseff enfrentando um [processo de] impeachment, entenda como um presidente do Brasil pode ser destituído [do cargo]”, diz uma publicação feita no Twitter à época. A reportagem está disponível em inglês neste link.
No final da tarde desta terça-feira, policiais da CIPE Cerrado e da 83ª Companhia da Polícia Militar de Barreiras, realizaram, em cumprimento da Operação AERARIUM (operação criada para o combate preventivo e repressivo de ocorrência contra instituições financeiras) várias ações.
Após troca de informações entre Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, os militares foram informados que veículos utilizados para ataques a bancos, circulavam após sequestro e consequente roubo a agência do Banco do Nordeste em Barreiras.
Diante das informações, guarnições da CIPE Cerrado e da 83ª CIPM realizaram rondas no intuito de identificar e abordar os referidos veículos. Com apoio do monitoramento da PRF, um dos veículos, a pick up modelo Hilux preta foi localizada e, na tentativa de abordagem, seu ocupante desembarcou, realizando disparos de arma de fogo contra as guarnições, que revidaram. O indivíduo foi alvejado e imediatamente socorrido, porém, não resistiu aos ferimentos.
O indivíduo resistente, identificado por Flavio Sampaio de Araujo,47 anos, tinha um mandado de prisão em aberto e era especialista em ataques a instituições financeiras.
Ele é suspeito de organizar e executar a ação contra ao Banco do Nordeste, em Barreiras, bem como a outros bancos na região, possuindo ligações com um grupo organizado que está atuando em todo o estado da Bahia.
Com Flavio, a Polícia encontrou, um revólver calibre 38, celulares e joias. Todo o material apreendido com o resistente foi apreendido e apresentado na 11ª CORPIN, em Barreiras.
Entre centenas de afirmações comprometedoras na CPI do Genocídio, o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta disse que o Presidente da República tentou, na ANVISA, alterar a bula da Hidroxicloroquina para indicá-la no tratamento do Coronavírus.
Não conseguiu, sob negativa do Presidente da Agência, mas mesmo assim, por meses, defendeu o uso do medicamento como preventivo à Covid-19.
Bolsonaro pediu ao Exército que produzisse, com insumos de terceiros, uma quantidade enorme de comprimidos da Cloroquina. Até hoje não se sabe quais os números exatos dessa partida. Mas existem sérias e graves desconfianças que o Presidente tinha interesses financeiros e políticos com os fabricantes dos insumos, apoiadores de sua campanha.
Veja aqui, em Carta Capital, os caminhos obscuros da Cloroquina e as mentiras de Pazuello em depoimento no Senado, em janeiro deste ano, quando faltou com a verdade aos senadores.
Por isso Pazuello está se desviando do depoimento na atual CPI, alegando ter tido contato com infectados por Covid. Sabe que pode responder pelo crime de falso testemunho, se voltar a repetir inverdades no âmbito da Comissão.
Um homem de 32 anos foi preso na quinta-feira, 29, após ser pego com R$ 300 em defensivos agrícolas ilegalmente. O caso aconteceu no município de São Lourenço do Oeste, em Santa Catarina.
Pela manhã, equipes do Batalhão de Polícia Militar de Fronteira realizavam patrulhamento na região central da cidade, quando viram um motorista dirigindo de forma suspeita. Ao ver os policiais, ele demonstrou nervosismo e acelerou o veículo, tentando escapar da possível abordagem.
Porém, o carro foi parado e os agentes fizeram buscas no automóvel, onde foram foram localizados 416 quilos de defensivos agrícolas, como herbicidas e inseticidas, de origem paraguaia importados ilegalmente. A carga seria entregue no município de Xanxerê, a mais ou menos 90 km dali.
Durante a averiguação, também foram encontrados um rádio comunicador instalado sob o forro interno e uma antena de comunicação instalada sob a lataria. Os equipamentos eram utilizados para comunicação entre o motorista e um possível batedor, que estava dirigia à frente, com objetivo de informar a presença de policiais.
O motorista recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia da Polícia Federal em Chapecó, juntamente com o carro e os defensivos agrícolas apreendidos.
Veja se não é impressionante esta notícia: o ministro da Saúde, Queiroga, formou um grupo técnico no Ministério que está por assinar uma recomendação a qual veda o uso da Hidroxicloroquina e do vermífugo Ivermectina no tratamento precoce contra a infecção por Coronavírus.
Parece mentira, que depois de 14 meses da entrada da pandemia no País, só agora o Ministério da Saúde tenha chegado a essa conclusão. A campanha pró-Cloriquina chegou a ter o empenho pessoal da Presidente da República, que durante todo esse tempo negou a pandemia, o isolamento social e até as vacinas imunizantes.
Segundo a PRF, o que pode ter causado o acidente foi pista escorregadia devido a derramamento de óleo vegetal sobre a pista. Isso teria gerado a perda do controle do veículo de passeio, que seguia no sentido Brasília, invadiu a pista contrária atingindo a carreta.
Os mortos foram o motorista Antônio Hélio Batista Cunha, 39 anos, sua esposa Luciene Oliveira Ribeiro, de 41 anos, seu sogro Messias Campos Ribeiro, de 81 anos; e seus filhos, um menino de e 11 e uma menina de sete.
A temperatura mínima no Distrito Federal chegou a 9ºC, nas altitudes de 1.000 a 1.200 metros da Capital Federal.
Em Luís Eduardo Magalhães, a temperatura mínima desta noite foi 17ºC, com uma sensação de mais frio em função do vento da manhã.
No DF, a umidade relativa do ar varia entre 95% e 25%. Embora a taxa mais baixa indique sinal de alerta, o meteorologista Mamedes Luiz Melo explica que, com se trata de um índice em local pontual, o Inmet ainda não emitirá nenhum aviso.
Nesta primeira semana do mês de maio, uma massa de ar polar vai derrubar as temperaturas a partir de meados da semana na Região Sul, com destaque para o Rio Grande do Sul, onde algumas localidades vão viver dias de inverno.
Há potencial para novos registros negativos nas regiões mais elevadas do território gaúcho e de Santa Catarina.
Eduardo Pazuello pode não comparecer à CPI da Covid nesta semana.
Dois assessores do ex-ministro apresentaram sintomas da doença e ele teria sido orientado a permanecer em isolamento. A oitava de Pazuello está marcada para amanhã.
A CPI ainda não foi informada oficialmente.
Primeiros depoimentos
A CPI da Covid abre nesta terça-feira (4) a agenda de convocações, com os depoimentos de Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, os dois primeiros ministros da Saúde do governo de Jair Bolsonaro. Eles serão ouvidos na condição de testemunha, quando há o compromisso de dizer a verdade sob o risco de incorrer no crime de falso testemunho.
Primeiro titular da Saúde do governo, Mandetta esteve à frente da pasta entre janeiro de 2019 e abril de 2020. Já Teich, seu sucessor, comandou o Ministério da Saúde por menos de um mês, entre 17 de abril e 15 de maio do ano passado. Ambos deixaram o cargo após divergências com o presidente Jair Bolsonaro relativas às políticas de contenção do coronavírus.
O depoimento de Mandetta está previsto para as 10h, e o de Teich, para as 14h.
A vacinação contra o Covid-19 continua nesta terça-feira (04), em Luís Eduardo Magalhães, das 8h às 17h, sem intervalo para almoço, no sistema Drive-Thru, localizado no bairro Santa Cruz, ao lado do Programa Municipal de Atendimento à Terceira Idade (PROMATI).
Confira o público-alvo
– Idosos acima de 60 anos;
– Profissionais da educação, da rede pública e privada, acima de 55 anos;
– Trabalhadores da área de segurança e salvamento com idade superior a 45 anos;
– Pessoas acima de 59 anos com as seguintes comorbidades (Diabetes Hipertensão, Anemia falciforme, Cardiopatias, Doentes renais crônicos).