Hoje é o Dia Mundial da Saúde. São Camilo deixa sua homenagem a todos.
Neste Dia Mundial da Saúde nós queremos destacar a importância de se cuidar, de manter bons hábitos e aliviar o estresse do dia a dia. Também, parabenizar todos que estão na linha de frente em tempos tão difíceis por vocação e amor, deixando de lado sua própria vida para cuidar de todos.
Na São Camilo há 18 anos fazemos valer essa data e não vamos parar, afinal nossa maior especialidade é cuidar de você hoje e sempre.
Quase 1 tonelada de cocaína, carregada em Barreiras, é apreendida em Santo Estevão.
Do Correio*

(Foto: Divulgação/Polícia Federal)
Cocaína pura apreendida em caminhões-tanque é avaliada em mais de R$ 37 milhões
A droga estava sendo transportada para Salvador, de onde iria para a Europa; três motoristas foram presos.
Por essa, nem a própria polícia esperava. A carga de cocaína pura apreendida nessa segunda-feira (5) em três caminhões-tanque no município de Santo Estevão, no centro-norte do estado, está avaliada em mais de R$ 37 milhões. Foram 934 kg da droga, acondicionada em tabletes de aproximadamente 1 kg, que era transportada para Salvador, onde posteriormente seguiria para a Europa.
“Inicialmente, tínhamos só informação da droga, mas não sabíamos o tipo e nem a quantidade. Quando passamos os caminhões num scanner no Porto de Salvador, foi que descobrimos o montante. Para se ter ideia, começamos a abordagem às 17h de anteontem e só terminamos de contar tudo, às 6h de hoje [ontem]. Cada tablete está avaliado em R$ 40 mil. Esta foi a maior apreensão de droga feita pela unidade neste ano”, declarou o comandante da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Polo Industrial, major Moisés Travessa.
Os 934 kg de cocaína estavam sendo transportados para Salvador em fundos falsos dos caminhões usados para transportar combustíveis.
“No primeiro momento, encontramos todos os tanques vazios. Somente através do scanner que encontramos toda a droga distribuída na chaparia dos tanques”, disse o major da Cipe, uma das unidades envolvidas na operação.
De acordo com a Polícia Federal, a carga saiu da cidade de Barreiras com destino a Salvador. No entanto, pela quantidade e grau de pureza da droga, a carga não seria para abastecer o tráfico local, mas o destino final seria a Europa, através da via marítima. A PF não soube informar como a droga chegou a Barreiras.
Segundo o comandante da Cipe Polo Industrial, major Moisés Travessa, os levantamentos entre as forças de segurança permitiram a localização de três caminhões.
“Esse veículos transportavam drogas por rodovias baianas. Montamos as diligências e, na abordagem, as equipes perceberam nervosismo entre os motoristas”, disse o oficial.
Eles foram conduzidos para a sede da PF, em Feira de Santana, e, durante as buscas, foram encontrados os entorpecentes. Participaram da ação integrada guarnições do COPPM e das Companhias Independentes de Policiamento Especializado (Cipes) Polo Industrial, Cacaueira e Caatinga.
Investigação
A investigação se iniciou após troca de informações entre as inteligências da Polícia Federal e da Polícia Militar do Estado da Bahia, que indicavam a possibilidade da chegada de grande quantidade de droga à capital baiana. A partir disso foram realizadas diligências para identificação e localização dos veículos.
No final da tarde, no município de Santo Estevão, foram abordados três caminhões-tanque suspeitos. Com o apoio da Receita Federal, os caminhões foram submetidos ao scanner, sendo então localizada a droga, que estava escondida em fundos falsos dentro dos tanques para transporte de combustível.
Os três motoristas foram presos em flagrante por tráfico de drogas e permanecerão à disposição da Justiça. Segundo a PF, os três negam que tinham conhecimento da carga e que apenas conduziam os caminhões para uma empresa que está sendo investigada. O nome da empresa não foi revelado.
Duas novas mortes por Covid em Luís Eduardo Magalhães elevam para 58 o número de óbitos


No boletim divulgado no final da noite de ontem, 6, pela prefeitura de LEM, informa 45 casos notificados para o novo Coronavírus, sendo 32 casos confirmados para COVID-19 e 13 descartáveis.
Ontem ainda ocorreu a morte de um casal pela doença, o que levou o número de mortes para 58 (embora o banner acima afirma ser 57).
No total LEM tem oficialmente 159 pessoas infectadas pelo vírus; sendo 15 deles internados na UCC; três no Hospital do Oeste e três no Hospital Central, em Barreiras.
Está achando o ritmo de vacinação lento? Prepare-se para o apagão total.
O presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde aponta atalhos perigosos no processo de imunização da população brasileira.

Carlos Lula criticou a aprovação na Câmara dos Deputados do texto-base do projeto que facilita a compra de vacinas pelo setor privado. Ele destacou que nenhum país do mundo tem essa discussão, ao não ser o Brasil, porque não há vacinas suficientes no mercado.
Em sua avaliação, esse é um dilema ético.
“A gente não vacina primeiro quem tem mais dinheiro, e sim quem mais precisa”, disse.
Ele defendeu que não dá para permitir que o setor privado compre vacinas enquanto não estejam vacinados todos os grupos de risco.
“A gente estará institucionalizando o fura-fila”, avaliou.
O presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde ainda afirmou que a Anvisa precisa ter “senso de urgência” e não pode burocratizar a aprovação do uso da Sputnik V no país. De acordo com ele, governadores já fecharam negócio com o Fundo Russo e vão repassar a vacina aos estados.
Em breve, o maior Centro Médico do Oeste.

A São Camilo em breve irá inaugurar o seu Centro Médico, o maior do Oeste da Bahia. Um espaço ainda mais moderno, tecnológico, com novas especialidades médicas, conforto para os pacientes e o atendimento humanizado e especial de sempre.
Localizado no novo centro comercial da cidade, próximo a ACELEM, o espaço para atendimento médico especializado da São Camilo disponibilizará diferenciais como: consultórios médicos, clínica de diagnóstico por imagem, laboratório clínico, centro de vacinas, ótica, farmácia, cafeteria, espaço kids e mais de 100 vagas de estacionamento.
Tudo isso em mais de 3.000 m² de área exclusivamente dedicada à sua saúde.

Prefeito busca instalação de Aeroporto Comercial em Luís Eduardo Magalhães.

O prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Junior Marabá, está cumprindo agenda em Brasília em busca de projetos para o município. Ontem, dia 06, ao lado do Secretário de Governo Danilo Henrique, o prefeito esteve com Coordenador –Geral de Outorgas Fabiano Gonçalves de Carvalho, na Secretaria Nacional de Aviação Civil do Ministério da Infraestrutura, para discutir a viabilidade de voos domésticos para LEM.
O fato é que com a obra de requalificação do Aeroporto de Barreiras, o Governo do Estado deverá investir na reforma do Aeroporto de Luís Eduardo Magalhães para atender aos voos domésticos já existentes.
“Contamos com o amigo João Roma aqui em Brasília, que hoje está Ministro da Cidadania, para dar andamento a várias frentes de projetos para Luís Eduardo Magalhães. Ele conhece o nosso potencial e acredita em nossa cidade”, disse o prefeito Junior Marabá.
“Logo após a conversa com Fabiano Gonçalves de Carvalho, na Secretaria Nacional de Aviação Civil, já iniciamos os contatos com Governo do Estado pra já falar em prazos para a reforma do Aeroporto de Luís Eduardo”, concluiu o Secretário de Governo Danilo Henrique.
Segunda Turma do STF nega pedido de liberdade de desembargadora do TJ-BA

Do Bahia.ba
Por maioria de votos, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou pedido de liberdade à desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago, ex-presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA), presa no curso da Operação Faroeste, que apura envolvimento de autoridades da cúpula do Poder Judiciário baiano em esquema de venda de decisões judiciais e grilagem de terras. A decisão se deu no julgamento do Habeas Corpus (HC) 186621, na sessão de terça-feira (6).
A Operação Faroeste investiga a suposta prática de crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa formada, em tese, por magistrados, servidores, advogados e particulares, com atuação no TJ-BA e voltada para negociação de decisões judiciais e administrativas, grilagem de terras e obtenção e lavagem de quantias pagas por produtores rurais em questões envolvendo a posse de terras no oeste do estado.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ), em maio de 2020, recebeu denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF) contra 15 investigados, dentre eles, a ex-presidente do TJ-BA.
Garantia da ordem pública
O relator do HC, ministro Edson Fachin, assentou a inexistência de constrangimento ilegal na prisão da desembargadora, fundamentada na necessidade de se resguardar a garantia da ordem pública e a preservação da instrução criminal.
De acordo com os fatos apurados, a denunciada exercia papel de destaque na organização criminosa, o que evidencia o risco de reiteração delituosa delitiva. Além disso, ela foi flagrada descumprindo ordem judicial do STJ de não manter comunicação com funcionários do TJ-BA, ordenando a servidora de seu gabinete a destruição de provas.
A despeito da complexidade do caso, para Fachin não se justifica também a alegação de excesso de prazo da prisão provisória, pois o processo tramita com “notável celeridade”.
O ministro destacou que a operação foi deflagrada em novembro de 2019, a denúncia foi oferecida menos de um mês depois e recebida em maio de 2020.
Também não prospera, na avaliação do ministro, o pedido de concessão de prisão domiciliar em razão da pandemia de Covid-19, uma vez que a desembargadora está recolhida em sala de Estado Maior, com a presença de equipe de saúde no complexo prisional. A ministra Cármen Lúcia e o ministro Nunes Marques votaram no mesmo sentido.
Medidas cautelares
Ficaram vencidos os ministros Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes, que votaram pela revogação da prisão preventiva. Segundo os ministros, embora os indícios de autoria dos crimes imputados à investigada estejam evidenciados nos autos, as circunstâncias fáticas recomendam a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão, em razão da idade da desembargadora e da ausência de elementos concretos que indiquem risco à ordem pública ou à colheita de provas
Rui critica demora da Anvisa em autorizar importação da vacina Sputnik V.
“Se for necessário, vamos novamente ao STF para conseguir a importação”, afirmou com ênfase o Governador da Bahia.
O governador Rui Costa criticou o posicionamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na condução do processo de importação da vacina Sputnik V pelos Estados do Brasil, durante o Papo Correria, na noite desta terça-feira (6).
“A Anvisa convidou os governadores do Nordeste e do Norte do país para uma reunião e todos, assim como eu, estavam com uma grande expectativa de que ela fosse anunciar a autorização de importação da vacina Sputnik, que nós assinamos o contrato.
Depois de três horas de reunião, com muita burocracia, chega a informação de que eles [a Anvisa] vão precisar ir na Rússia para poder saber se autoriza ou não a vacina”, explicou.
Rui acrescentou:
“Esta é uma situação inadmissível, no dia que o Brasil registra mais de 4 mil mortos pelo coronavírus. Os brasileiros não merecem essa conduta do Governo Federal e de uma agência que foi capturada pela ideologia e por um discurso que não tem nada a ver com a ciência e com a vida humana. Se for necessário, a Bahia, em conjunto com os outros Estados, irá ao Supremo Tribunal Federal [STF] para conseguir a liberação para importação da vacina”.
No Papo Correria, o governador também destacou os resultados positivos gerados pelas medidas mais restritivas implantadas na Bahia para conter o rápido avanço da Covid-19.
“Quando iniciamos essas medidas mais duras, tínhamos cerca de 20 mil casos ativos na Bahia e hoje estamos com 13.800. É um número ainda muito alto de contaminação, mas representa uma queda expressiva. Também conseguimos reduzir a lista de espera para leitos clínicos e de UTI, que nos dias mais críticos, chegou a 500 pacientes. No fim da tarde de hoje, o número contabilizado era bem menor, com 120 pessoas aguardando. Esperamos que, na próxima semana, consigamos reduzir esse número ainda mais, para abaixo de 50”.
Mutirão ‘Minha Rua Limpa’ acontece nesta quarta-feira (07), no bairro Cidade Universitária, em Luís Eduardo Magalhães.
O bairro Cidade Universitária será o próximo contemplado com o mutirão ‘Minha Rua Limpa’, nesta quarta-feira (07), a partir das 7h30 da manhã.
Os agentes de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde, percorrem as ruas da localidade fazendo um trabalho de conscientização sobre a importância de eliminar os focos do mosquito da dengue. O trabalho tem o auxílio do carro de som da Prefeitura.
À tarde a equipe da Secretaria Municipal de Infraestrutura recolhe os resíduos sólidos deixados pela população em frente às residências.
Mais uma ação coordenada da Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, para cuidar da população do Município.
Confira a agenda do mutirão desta semana:
– Quinta-Feira (08) – Residencial 90;
– Sexta-Feira (09) – Parque São José;
Outras ações de cuidado com a população do Município:
– Plantão da Dengue, que já acolheu aproximadamente 4 mil pessoas.
– Contratação de 40 agentes de Endemias, destes, 20 para início imediato.
– Número para denúncia de focos de Dengue (77) 3628-3684
– Número para denúncia de lotes sujos (77) 3628-0770
– Decreto – nº 148 de 05 de fevereiro, que responsabiliza os proprietários pela limpeza dos seus lotes vazios.
O recorde macabro de 4.211 mortes e o seu principal protagonista.
Brasil bate marca de 4 mil mortes por Covid registradas em um dia pela 1ª vez e soma 337,6 mil na pandemia
País contabilizou 13.106.058 casos e 337.364 óbitos por Covid-19 desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. Foram 4.211 mortes pela doença registradas em 24 horas, um novo recorde.



Segundo relato do Antagonista, o Presidente da República não chegou a mencionar o recorde de mortes registrado hoje, no chiqueirinho dos encantados da portaria do Palácio do Alvorada:
Na mesma conversa com apoiadores em que disse que “acabava com o coronavírus” com os recursos que eram destinados à Globo, Jair Bolsonaro ignorou o recorde de mortes por Covid nesta terça-feira no Brasil – 4.211 óbitos, segundo os dados do consórcio da imprensa.
Em vídeo da conversa de Bolsonaro na frente do Palácio da Alvorada, publicado por um canal de internet simpático ao sociopata, é possível ouvir uma mulher não identificada: “Hoje, mais de 4.000 morreram aqui no Brasil. Você viu isso?”.
O presidente não respondeu e continuou criticando as medidas restritivas de estados e municípios: “Você vê: o povo perdendo emprego, nenhum sindicato fala nada contra isso daí”.
A mulher insistiu. “Hoje foram mais de 4.000”. E Bolsonaro continuou ignorando: “Você pode ver, até um ano e pouco atrás, um policial batia num bandido. Toda a esquerda ia contra. Agora, está o cidadão de bem…”, afirmou, sem completar a frase.
A única referência do presidente às mortes por Covid foi para provocar o inimigo João Doria: “Qual o estado que mais fecha? São Paulo. Qual que tem mais números de mortes, mesmo proporcionais? São Paulo”.
Bolsonaro também ironizou o fato de ser chamado de genocida por críticos.
“O pessoal entrou naquela pilha de homofóbico, racista, fascista, torturador… agora… Agora é o quê? Agora eu sou… que mata muita gente, como é que é o nome? Genocida. Agora eu sou genocida”, disse o presidente, sorrindo. “Do que [é] que eu não sou culpado aqui no Brasil?”
Auxilio Emergencial Municipal é apresentado aos vereadores da base em Luís Eduardo Magalhães


O vice-prefeito e secretário de Indústria, Comércio e Serviços, Filipe Fernandes apresentou o projeto de auxílio emergencial de Luís Eduardo Magalhães, na manhã desta terça-feira (06), aos vereadores da base governista.
O apoio financeiro decorrente do programa ficará fixado no valor mensal de R$ 300 pelos próximos três meses (maio, junho e julho), e vai atender 1.500 famílias em situação de vulnerabilidade econômica e ainda precisa ser aprovado pela Câmara de Vereadores.
Participaram do encontro, a líder de governo, vereadora Zezília Martins, os vereadores Deusdete Petronilio, Adelar Capellesso, Silvano Santos, Zadinho Motinha, Lisvan Vasconcelos e Nei Vilares. Além dos vereadores Sandra da Ong, Raimundo Nacional e Cristiano Reis.
A vereadora Daiana Faedo, em viagem, manifestou o apoio ao projeto de lei.
“Quero dizer que sou 100% favorável e que terei o maior prazer em votar e ajudar na aprovação desse projeto. Deixo aqui o meu abraço a toda a população de Luís Eduardo Magalhães”.
“O projeto é muito bom desde que ele seja posicionado para as pessoas certas. E se são 1.500 pessoas beneficiadas, isso na família vai passar de mais de 5 mil pessoas. Então eu acredito que vai ser mais um ótimo benefício para o povo de Luís Eduardo”, disse o vereador Adelar Capellesso.
“Essa reunião foi muito importante para beneficiar as pessoas necessitadas, artistas também que estão sem poder fazer o seu trabalho, também vão estar incluídos nesse auxílio do poder executivo. Como vereador eu digo que o projeto vai para a Câmara e nós vamos aprovar o projeto, porque são pessoas que merecem”, contou o vereador Deusdete Petronilio.
“Estou muito feliz, muito contente com esse projeto do poder executivo que vai beneficiar 1.500 famílias, que eu sei que vai a aquecer o comércio local, com R$ 300 por três meses, um total de R$ 900. Quero parabenizar o governo por essa iniciativa”, comemorou Lisvan Vasconcelos.
“Um projeto que vai beneficiar essas pessoas, principalmente as de eventos e produtores culturais, pessoas que estão desamparadas desde o início da pandemia, sem recurso para se manter. Então é um projeto muito importante. Como cidadão a gente espera que abrangesse toda Luís Eduardo Magalhães, porque a gente sabe do sofrimento da população”, pontuou o vereador Silvano Santos.
“Recebo esse projeto com muita gratidão, uma vez que venho lutando pela classe de eventos na busca de um auxílio emergencial. Receber a notícia de que esse auxílio vai abranger muito mais pessoas, mais famílias, recebo com muita gratidão. Como líder de governo tenho a missão de aproximar os vereadores ao governo e saber que os vereadores apoiam esse projeto. E é importante essa união”, disse a líder de governo, Zezília Martins.
“É maravilhoso participar da elaboração desse projeto, pois mostra que Luís Eduardo Magalhães está no caminho certo. Luís Eduardo Magalhães vai dar certo. Eu fico feliz porque hoje com a administração do prefeito Júnior Marabá, nós estamos tendo obras na cidade com recursos próprios e nós ainda temos um programa como esse que vai beneficiar 1.500 famílias. Isso vai impactar na vida de milhares de pessoas”, festejou Nei Vilares.
“Esse é um projeto muito bom, um projeto abençoado, um projeto que vai ajudar a diminuir a dificuldade dentro do lar do menos favorecido, do lar das pessoas que precisam do auxílio. Isso é o mínimo que o vereador pode fazer e eu espero que a gente possa fazer muito mais, espero que possa vir muito mais projetos para ajudar o nosso povo nesse momento difícil de pandemia”, ressaltou o vereador Raimundo Nacional.
“É com muita alegria que apresentamos hoje o programa de auxílio emergencial do Município, sabemos da dificuldade que parte da população de Luís Eduardo Magalhães vem enfrentando por causa da pandemia. Com esse auxílio emergencial que irá ajudar essas 1.500 famílias com os R$ 300, também aquecer o comércio local”, pontuou o vice-prefeito Filipe Fernandes.
Critérios do Programa
Farão parte do Programa as pessoas previamente inscritas nos cadastros municipais das seguintes categorias:
Classe artística local e produtores culturais;
Chefes de família cadastradas no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS);
Serão considerados os seguintes cadastros municipais
– Cadastro junto à Secretaria de Cultura e Turismo, além de pelo menos três comprovações de atividades culturais ou artísticas desenvolvidas, atestadas também por intermédio de Documento de Registro Técnico – DRT de artista e/ ou divulgação de shows e eventos em que teve participação (fotos, vídeos, anúncios, banners e outros).
– Cadastro junto à Secretaria de Trabalho e Assistência Social
– Somente será concedido um auxílio emergencial para cada família, entendendo-se como família o conjunto de pessoas que residem em um mesmo imóvel.
Art. 6º Não possuem direito aos benefícios do programa
– Servidores públicos;
– Beneficiários de outros programas sociais de auxílio financeiro, inclusive bolsa família e auxílio emergencial do Governo Federal;
– Pessoa com vínculo empregatício vigente;
– Pessoa com renda mensal familiar superior à metade do salário mínimo por integrante;
– Pessoa residente fora do Município de Luís Eduardo Magalhães;
– Pessoa condenada por crime contra a Administração Pública.
Peladão do Coronga acaba muito mal. Todo mundo a pé e sem roupa!
Do G1

Fiscais da Prefeitura do Rio encerraram uma festa clandestina de swing a céu aberto na Praia da Reserva, Zona Oeste do Rio, na noite desta segunda-feira (5). O evento acontecia em local escuro e distante, de acordo com informações da Secretaria de Ordem Pública (Seop).
O flagrante aconteceu durante uma ronda na orla. Os agentes da Coordenadoria de Fiscalização de Estacionamento e Reboque (Cfer), observaram vários carros estacionados de forma irregular na área.
A ação de reboque começou e várias pessoas saíram de dentro da mata para tentar recuperar seus carros. Os fiscais constataram que era uma festa de swing a céu aberto, com participação de aproximadamente 30 pessoas.
Segundo a Seop, alguns deixaram seus veículos no local e fugiram, mas outros pegaram seus automóveis e saíram do local às pressas.
Dez carros foram multados e três rebocados. As medidas restritivas de combate à Covid seguem em vigência até o fim da próxima quinta-feira (8).
Câmara vota projeto para a vacina privada. É o princípio da instalação da eugenia no seio do povo brasileiro.

Proposta que flexibiliza as regras para a compra de vacinas por empresas privadas (PL 948/21) pode ser votada hoje pelo Plenário da Câmara dos Deputados.
A relatora do projeto, deputada Celina Leão (PP-DF), afirmou que houve acordo de procedimento na reunião de líderes desta terça-feira (6) para a inclusão da proposta na pauta da sessão do Plenário, marcada para as 15 horas.
A parlamentar destacou, no entanto, que não há acordo sobre o mérito do texto.
Nas redes sociais, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse que a prioridade do Plenário continua sendo o combate à pandemia e a ampliação da vacinação da população brasileira.
Com a permissão legislativa, que vem de encontro aos desejos mais íntimos do Governo, quebra-se a universalidade do SUS e da imunização genérica da população.
É a promoção da eugenia, um dos pilares da cartilha nazi-fascista-fundamentalista adotada pelo nosso autoproclamado Ditador do “Meu Exército”.
Diz Marie Declercq, no TAB:
A eugenia foi um conceito criado na Inglaterra em 1883 que se difundiu em diversos países no começo do século 20, especialmente nos Estados Unidos e na Alemanha.
Apesar da roupagem científica em torno do termo, o movimento eugenista foi essencialmente social, visando à exclusão de elementos indesejados da sociedade a fim de “melhorar” geneticamente a população.
Para isso, teorizava que era preciso “cruzar” pessoas com boas características genéticas. O discurso de melhoria da espécie humana parece ser inofensivo até nos debruçarmos nas consequências da eugenia ao longo da história.
Nos Estados Unidos, a teoria foi influente na história e cultura norte-americana a partir do século 19, determinando desde leis antimiscigenação — que proibiam casamentos interraciais e estabeleciam esterilização compulsória em mulheres latinas, negras e indígenas. As medidas vigoraram no país até os anos 1970.
No Brasil, a eugenia foi abraçada por médicos, cientistas, jornalistas e intelectuais da época, que também defendiam uma séries de práticas para “melhorar” a nação brasileira. Nos jornais, não era incomum encontrar artigos exaltando a eugenia, pedindo pela “melhoria da raça brasileira”.
Um dos seus notórios defensores foi o escritor Monteiro Lobato, que ativamente se dedicou a publicar obras eugenistas e propagar esse pensamento racista pelo país.
O declínio do movimento eugenista veio após a Segunda Guerra Mundial, com as denúncias do Holocausto e dos crimes cometidos pelos nazistas — pautados pelos conceitos de eugenia para eliminar judeus e outros membros “indesejados” para a melhoria da tal raça ariana.
Na Bahia, Pandemia não cessa o ritmo de internações, diz Vilas-Boas.
Fábio Vilas-Boas, secretário de Saúde da Bahia, afirma que ocupação de UTIs só tem se mantido estável devido à ampliação de leitos
Por Alexandre Santos, do bahia.ba

O secretário de Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, disse que os indicadores da pandemia no estado ainda não apontam para um cenário de estabilização sobretudo porque o número de pessoas internadas em leitos de UTI-Covid segue em ritmo crescente. O alerta foi feito em um comunicado divulgado na manhã desta terça-feira (6) pela assessoria do secretário.
“Os números permanecem em um patamar extremamente elevado. A taxa de ocupação de leitos de UTI, que gira aí em torno de 85%, 83%, já chegou até 81%, se mantém nesse patamar, relativamente controlado, graças à permanente e constante injeção de novos leitos que o governo do Estado vem fazendo em toda a Bahia junto com algumas prefeituras”, declarou Vilas-Boas.
Segundo dados do boletim epidemiológico atualizados até as 11h20, 83% das UTI estão ocupados atualmente: das 1.503 vagas disponíveis, 1.252 são demandadas por doentes com quadro grave do novo coronavírus. Outros pacientes 1.048 são assistidos em leitos de enfermaria.
“Se você analisar o número de pessoas internadas, ele está aumentando. A taxa está mantendo, mas o número de pessoas está aumentando. A pandemia não está controlada. Nós temos algumas regiões da Bahia, como a região sudoeste, como o oeste, como o extremo-sul, que estão passando por dificuldades. Nós temos dificuldades em remover esses pacientes pela recusa de familiares em saírem de locais muito longe para a região metropolitana de Salvador. Não é momento de se afrouxar. Precisamos manter todo o controle”, afirmou o secretário.
Nota da Redação de O Expresso:
Com as dificuldades que a ANVISA tem apresentado para a importação imediata da vacina russa Sputnik V, governadores estaduais estão numa sinuca de bico. Precisam fazer o máximo para otimizar o ritmo lento em que o Governo Federal está distribuindo os imunizantes.
Fica claro, ao menos avisado, que existe um grande negócio por trás dessa obstaculização sistemática do Governo Federal à distribuição das vacinas. Muita gente está sedenta por dinheiro, não importando se morrem 3, 5 ou 10 mil pessoas por dia no País.
Luís Eduardo Magalhães anuncia auxílio emergencial que pode chegar a R$ 900,00.

O vice-prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Filipe Fernandes, apresentará amanhã, dia 05, aos vereadores da base do governo o Projeto de Lei que decide sobre a criação de um Auxílio Emergencial Municipal no valor de até R$300.
Este recurso será destinado para até 1.500 pessoas impactadas pela pandemia e irá durar 90 dias.
Segundo Filipe Fernandes, que também é secretário de Indústria e Comércio, este auxílio deverá causar um reflexo direto na economia do Município.
“Acredito que este valor deverá ir direto para o comércio da cidade. As pessoas que deverão ser beneficiadas irão receber um total de R$900 ao longo de três meses”.
“A intenção é que este benefício atenda também aos profissionais de eventos, que estão sofrendo muito com a total falta de atividade do setor. Essa foi uma preocupação da vereadora Zezília Martins, líder do governo na Câmara Municipal”, lembrou Filipe.
Os critérios para seleção dos beneficiados pelo Auxílio Emergencial Municipal estarão no Projeto de Lei que deverá ser encaminhado para a Câmara o mais breve possível.
Agora vai: Anvisa convoca 11 governadores para tratar de liberação da Sputnik V
Ideia da agência é que a reunião aconteça na terça-feira (6/4), mas a confirmação vai depender das agendas dos políticos.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) convocou os governadores dos 11 estados interessados em importar a vacina russa Sputnik V, contra a Covid-19, para explicar em detalhes as dificuldades que o órgão regulador vem enfrentando para avançar com a autorização para o uso emergencial do imunizante no país. A informação é do portal Valor Econômico.
A ideia inicial da agência é que a reunião aconteça nesta terça-feira (6/4), mas a confirmação vai depender das agendas dos governadores.
Santa Catarina e os estados do Nordeste estão ameaçando entrar no STF com ação que libere a vacina russa mesmo sem a permissão dos governadores. Só a encomenda baiana, que deve chegar em uma semana após a liberação, daria para vacinar entre 4 e 5 milhões de baianos.
Pesquisa XP: 60% rejeitam Bolsonaro e Lula lidera sucessão presidencial
Apesar de toda a narrativa de Jair Bolsonaro contra as vacinas no enfretamento ao Covid-19, o número de pessoas que querem se vacinar só cresce, segundo pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta segunda-feira (5).
A atuação de Bolsonaro para conter o avanço da Covid-19 no país foi avaliada negativamente pela maioria.
Dos entrevistados, 80% disseram que se vacinarão com certeza, contra 5% que disseram que com certeza não aceitarão serem imunizados. Em janeiro de 2021, apenas 69% diziam ter certeza de que se vacinariam e 11% diziam ter certeza de que não se vacinariam.
A consulta popular relata ainda que Bolsonaro chega a 48% de ruim e péssimo.
O presidente ainda atingiu o mais alto índice de desaprovação desde o início do mandato.
O presidente Jair Bolsonaro segue em uma trajetória forte de piora de sua avaliação. Segundo a pesquisa, o Ruim/Péssimo do mandatário já alcança quase metade da população.
Os números mostram que, em 31 de março, 48% consideram o governo como Ruim ou Péssimo, 24% como Regular e apenas 27% como Bom/Ótimo. Em 11 de março, eram 45% os que avaliavam o governo negativamente.
A desaprovação do presidente chegou a 60% – um salto de 4 pontos percentuais -, índice mais alto desde o início do governo, enquanto a aprovação atinge apenas 33%. Além disso, o levantamento mostra que 65% acreditam que a economia vai no caminho errado, 55% afirmam estar com muito medo do surto do novo coronavírus.
Existe o limítrofe genocida, o gadinho curraleiro que pretende manter a Mamataria Brasil e os fungos chapéu-de-cobra, cogumelos que nascem no esterco do gado junto ao curral. Estes são cada vez menos, entendendo a amplitude da tragédia que se abateu sobre o País.
Colapso sanitário em Minas Gerais é de proporções inéditas
Minas Gerais tem 1.407 pessoas com covid-19 à espera de leitos para internação. São 526 precisando de atendimento em UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e 881 aguardando uma vaga em enfermaria.
A informação foi divulgada pelo governador Romeu Zema (Novo), na tarde de hoje. Na postagem, o governador alegou que, apesar dos esforços para abertura de novas vagas, a demanda segue muito maior. Segundo os dados divulgados por Zema, até fevereiro, eram 2.072 leitos de UTI.
Neste mês, com a ampliação, são 4.614. Já os postos de atendimento em enfermarias eram 11.625, chegando a 20.959 agora em abril .
FIOCRUZ identifica 92 cepas do novo coronavírus em circulação no Brasil
Um estudo realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostrou que 92 cepas do novo coronavírus já foram identificadas em circulação no Brasil desde o início da pandemia. Os dados divulgados na plataforma da fundação foram coletados por meio de exames realizados pela Fiocruz e por outras instituições.
Duas delas, associadas a uma maior transmissibilidade, são as que mais preocupam a Organização Mundial da Saúde (OMS): a surgida em Manaus (P1) e no Reino Unido. Outra variante, a descoberta na África do Sul (B.1.351), ainda não foi integrada ao sistema, apesar de já ter sido identificada em São Paulo.
“Temos no mundo mais de mil variantes do coronavírus, e quase 100 delas já circularam no Brasil. Muitas dessas linhagens do início da pandemia tinham poucas diferenças entre si. O que mais preocupa agora é a dispersão da P1, a variante de Manaus, que já se tornou prevalente na maior parte do país”, afirmou o coordenador da rede Corona-ômica BR, vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, o virologista Fernando Spilki.
“A circulação das linhagens de preocupação também já resulta na formação de novas mutações. Isso já está acontecendo, principalmente em locais onde as medidas de restrição são mais frouxas”, completou.
Bahia terá, a partir de amanhã, novo decreto de calamidade pública.
O governo da Bahia publicará na edição do Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (6) um novo decreto declarando estado de calamidade pública em todo o território em virtude da pandemia da Covid-19.
Este é o terceiro decreto do tipo publicado pelo governo baiano para fins de prevenção e enfrentamento ao novo coronavírus.
A medida autoriza a mobilização de todos os órgãos estaduais, no âmbito das suas competências.
A publicação do decreto segue normativa do Ministério do Desenvolvimento Regional e viabiliza a liberação de recursos por parte do Governo Federal para que sejam aplicados nas medidas de prevenção, controle, contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública, a fim de evitar a disseminação da doença.
Robôs bolsonaristas aumentam 3.441% em março; Senador pede investigação
“Há evidente afronta aos princípios da moralidade, da legalidade e da publicidade. O MP tem de avaliar a prática de crimes de peculato e improbidade administrativa”, diz o senador Humberto Costa.
O avanço intenso da pandemia do coronavírus no Brasil todo tem sido uma das principais razões para a queda de popularidade de Jair Bolsonaro, conforme indicam várias pesquisas. No entanto, em meio à tragédia registrada no país, cresceu a quantidade de interações no Twitter de perfis considerados não autênticos favoráveis ao presidente, de acordo com reportagem de Ingrid Soares e Augusto Fernandes, no Correio Braziliense.
Conforme levantamento do jornal, baseado em números da plataforma Bot Sentinel, que analisa publicações feitas na rede social por robôs, o número de postagens com hashtags de apoio a Bolsonaro saltaram vertiginosamente, entre fevereiro e março.
Há dois meses, a ferramenta mapeou 1.392 posts produzidos por bots bolsonaristas. Já no mês passado foram contabilizados, no mínimo, 49.302. O número representa crescimento de 3.441%.
O fato provocou reação imediata do senador Humberto Costa (PT-PE). Em suas redes sociais, o parlamentar classificou a ação dos robôs bolsonaristas como “peculato e improbidade administrativa”
“Encaminhei um pedido ao Ministério Público (MP) junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) para que abra uma investigação a fim de apurar se as impulsões por robôs e as hashtags e mensagens diversas favoráveis ao presidente da República, inclusive com propagandas de reeleição, são financiadas com quaisquer recursos da esfera federal, direta ou indiretamente”, diz Costa.
“Há evidente afronta aos princípios da moralidade, da legalidade e da publicidade. O MP tem de avaliar a prática de crimes de peculato e improbidade administrativa”, acrescenta.
Entre as publicações dos robôs, estão hashtags que enaltecem o trabalho de Bolsonaro. Houve, por exemplo, mais de 15,2 mil publicações com #opovoestacombolsonaro, #bolsonaroheroidobrasil, #contecomigobolsonaro, #bolsonarotemrazao e #vaipracimapresidente.
Reeleição
Além disso, foram muito frequentes posts pedindo que Bolsonaro seja reeleito em 2022. Tags como #bolsonaro2022, #bolsonaroate2026, #bolsonaropresidenteate2026 e outras semelhantes apareceram em mais de 8 mil postagens.
Os dias em que as publicações surgiram com mais frequência foram no aniversário do presidente, em 21 de março, e na data que marca o Golpe Militar de 1964, em 31 de março.
Em ambos os dias foram quase 14,1 mil posts de robôs. As principais hashtags foram #happybirthdaybolsonaro, #parabenspresidente, #deusabencoebolsonaro, #felizaniversariobolsonaro, #viva31demarço, #viva1964 e #viva31demarçovivaobrasil
Redigido por Lucas Vasques para a Revista Forum, com informações do Correio Braziliense.
Falta pessoal e falta sedação. Portanto, o novo normal são pacientes intubados, amarrados às macas.
Leitos de UTIs lotados, médicos, enfermeiros e pessoal de apoio – técnicos de enfermagem – cansados, sedação econômica. Então os pacientes agora são intubados e amarrados às camas hospitalares, agonizantes, para que não tentem arrancar os tubos. Ainda bem que Deus é generoso e tem levado, 2 em 3 pacientes, rápido ao seu encontro, tão mais agressiva são as mutações do coronavírus.
Uma reportagem do jornal Folha de S. Paulo mostra que a superlotação de UTIs com leitos para Covid-19 intensificou a adoção de uma prática arcaica nesses ambientes hospitalares: a amarração às camas dos dois braços de pacientes intubados, como forma de evitar uma reação agressiva e danosa no momento de retomada da consciência.
A prática é chamada de contenção mecânica. Embora esteja longe de ser considerada recomendável ou mesmo aceitável por especialistas em medicina intensiva, é usual há anos em UTIs, segundo três intensivistas ouvidos pela reportagem do diário paulista.
O método acaba sendo usado para evitar prejuízos graves à saúde dos pacientes. É um mal necessário, segundo os médicos. A pandemia, por um conjunto de fatores, tornou a contenção ainda mais usual em UTIs.

A Folha obteve fotos e vídeos de pacientes com as mãos amarradas aos leitos no Hospital de Campanha Zona Leste, conhecido como Cero, em Porto Velho. As imagens mostram pacientes intubados e se movimentando lentamente, com os dois braços atados com panos às bordas das camas hospitalares.
O diretor-geral do hospital, Richael Costa, confirmou à reportagem que as imagens são de pacientes com Covid-19 internados no Cero.
Profissionais de saúde relacionam a contenção dessas pessoas à falta de sedativos e tranquilizantes na unidade. Medicamentos do chamado kit de intubação escassearam nesta fase crítica da pandemia, em que 17 estados e o DF –Rondônia entre eles – têm UTIs com mais de 90% de ocupação, segundo levantamento da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) flexibilizou regras para tentar evitar o esgotamento de sedativos e bloqueadores neuromusculares nos estados.
A Folha mostrou no dia 20 que profissionais de saúde estão recorrendo a drogas de segunda ou terceira linha para garantir a sedação ou compensando a ausência de bloqueadores com mais sedativos.
“É comum fazer a contenção no leito. Se as mãos ficarem soltas, o paciente pode arrancar o tubo”, afirmou o diretor. O “desmame” pode durar de dois a três dias, segundo ele. “À medida que diminui a sedação, o paciente vai abrir o olho, vai se mexer, não saberá quem são aquelas pessoas ali. O tubo não pode ser retirado de uma vez.”
Costa reconheceu que existe uma dificuldade de aquisição de medicamentos do kit intubação e que isso leva ao uso de drogas de “segunda ou terceira escolha”. “A contenção de pacientes só pode ocorrer com ordem médica”, disse.
A Secretaria de Saúde de Rondônia disse, em nota, que não faltam sedativos no hospital de campanha.
“O procedimento aplicado, de contenção de pacientes no leito, é uma prática assegurada por lei e faz parte da dinâmica de atendimento dos pacientes. É usado apenas quando o paciente apresenta agitação física ou agressiva e serve unicamente como proteção do paciente e da equipe”, afirmou.
Médicos ligados à Amib (Associação de Medicina Intensiva Brasileira) relatam que a prática de contenção se intensificou nas UTIs com a pandemia, e apontam razões diversas para isso. A mais óbvia é a quantidade enorme de novos casos graves, com necessidade de intubação. Soma-se a isso a falta de profissionais de enfermagem em quantidade suficiente para acompanhar todo o processo de “desmame” da sedação, ao lado dos pacientes.
O diretor-geral do Cero afirmou que a contenção mecânica de pacientes não é feita por falta de medicamentos do kit intubação. “Os sedativos não acabaram. E temos bloqueadores. Temos todos os medicamentos na unidade”, disse. Segundo Costa, o que se vê nas imagens é o momento do “desmame” dos sedativos, o despertar de pacientes intubados durante o processo de retirada gradual do tubo, em razão da melhora do quadro clínico.
Durante toda a minha vida de jornalista li ou acompanhei, direto de uma redação de jornal, crimes horrendos, cruéis, ritos de morte dignos de loucos.
Mas nenhum tão amplo nos seus objetivos, tão impiedoso, tão malévolo, tão desumano, tão planejado, tão bem arquitetado como esse que se comete, por força e desejo de um único responsável, o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro.
Numa saída rápida agora de manhã em Luís Eduardo Magalhães, vi uma camionete de empresa agrícola, com logotipos na porta e no para-brisa traseiro, encimados pela frase neo-nazista “Brasil acima de tudo. Deus acima de todos.”
Na Alemanha de Hitler, uma das frases mais repetidas era “Deutschland über alles”, que quer dizer “Alemanha acima de tudo.”
E fiquei matutando: que a bancada do boi e do agro, principal sustentáculo, hoje, do Mito, não se iluda com Bolsonaro.
Em qualquer super-safra no mundo, vender em dólar pode deixar de ser interessante. Então, quando se voltarem de novo para o mercado interno ele estará reduzido e aviltado. Será a hora, em que a dívida, todo ano rolada, desde 1994, de mais R$350 bilhões vai se voltar contra os produtores rurais e a rala liquidez vai trocar milhares de CPFs e CNPJs.
Opinião do Editor: vivemos tempos sombrios e a grande tragédia recém está começando.
Um ministro do Supremo Tribunal Federal, guardião da Constituição e corte de instância máxima no País, resolve, pelo bem e pelo mal, permitir de igrejas e templos, podem admitir reunião de fiéis, numa decisão monocrática claramente inspirada pelos fundamentalistas do Planalto.
Tudo isso no auge de uma pandemia, que os fundamentalistas chamam de “fraudemia”, ao alegarem que é tudo mentira, inverdades, apesar das 331.000 mortes, para prejudicar o Alecrim Dourado, aquele que floresce no campo sem ser semeado, fruto do voto de uma porção ignara e interesseira de brasileiros. São os votos de quem acreditou em escola voltada para a educação sexual com vistas ao homossexualismo, na mamadeira de piroca, nas cartilhas mentirosas e nas facadas sem cicatrizes. Quem estava inteirado do assunto, morreu. Assim como morreu o chefe dos milicianos, da intimidade da família, numa clara e absoluta queima de arquivos.
Uma prova disso é o que aconteceu no litoral do Paraná. Um grupo de manifestantes promoveu um buzinaço em frente ao Hospital Municipal de Guaratuba, no litoral do Paraná, no sábado (3). Eles protestaram contra medidas de restrição no combate à pandemia na cidade e defenderam o uso de tratamento precoce para a Covid-19, que não possui eficácia comprovada contra a doença.
Buzinaço em hospital? Isso só pode ser coisa de doentes mentais, fronteiriços, limítrofes, clientes fugidos da ala de psiquiatria dos mais diversos hospitais do País.
A conclusão lógica é de que cada povo tem o governo que merece. E que julga merecedor da confiança do seu povo. Assim, ao ponto de liberar igrejas para grandes aglomerações, como aquelas que no sábado e domingo chegaram a reunir 10 mil pessoas num único templo.
Vivemos tempos sombrios.
Como afirmou um internauta, ontem, no Twitter: Kássio com K te liberou para ir à igreja, o coronavírus não te permitirá ir ao velório nem à missa de 7º dia.
“Aonde vamos parar? Tempos estranhos!”, questionou o ministro Marco Aurélio Mello, em vias de se aposentar, ao lamentar a decisão de Kássio Marques. E arrematou: “Pobre Judiciário!”.
Estamos às vésperas de 5 mil mortes por dia. O Presidente da República está fazendo uma seleção natural à sua maneira. Expor velhos, pessoas com comorbidade, pobres que precisam se aglomerar em coletivos e locais de trabalho insalubres. Os mais resistentes sobrevivem. Os mais fracos morrem. Assim como aconteceu na “solução final” da Alemanha: judeus, eslavos, homossexuais, deficientes mentais ou físicos, ciganos e negros não tinham outro caminho do que seguir para as Câmaras de gás e para os trens da morte.
Tudo isso seria ressentimento da sua centrifugação do oficialato pelo Superior Tribunal Militar? Seria mágoa por ter vivido por tantos anos de rachadinhas e malversação de verbas de gasolina e auxílio moradia?
Por que ele repete a toda hora: “Meu exército!” Quem é de fato o exército de Bolsonaro? Os pobres que vão levar 10% do auxílio emergencial como dízimo aos seus templos e depois morrem nos corredores do SUS? Ou os pastores e padres mal intencionados que já tem inscritos, na Dívida Ativa da União, mais de R$1,9 bilhão?
Veja abaixo, o Brasil primeirão, devolvendo os 7×1 e o grande plano macabro de Bolsonaro. Sabe por que as mortes nos Estados Unidos caíram verticalmente? Por que o Governo já vacinou 165 milhões de pessoas, enquanto aqui estamos chegando a 20 milhões.

Um depoimento emocionante: “Estou com meus 2 irmãos amados numa mesma UTI”, desabafa Kakay.

O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, também conhecido como Kakay, fez um desabafo neste domingo (04) ao comunicar que seus dois irmãos estão internados na UTI, um deles intubado.
“Um pedaço de mim, talvez o melhor de mim, está lá com eles”, disse Kakay.
Em meio à angústia de ter entes queridos em estado grave de saúde, o advogado afirma que não pode esquecer a realidade do Brasil.
“É o que já disse: primeiro vamos enfrentar o vírus e depois vamos liquidar este verme”, apontou ele.
Leia, abaixo, íntegra do desabafo de Kakay:
Há um fato a registrar, neste momento de angústia, dor, recolhimento. Estou com meus 2 irmãos amados, companheiros de toda a vida, numa mesma UTI. Um deles entubado.
Um pedaço de mim, talvez o melhor de mim, está lá com eles. Casos muito graves. Gravíssimos. Mas eu mantenho uma esperança pois estão num hospital de primeira linha, com médicos fantásticos, competentes e comprometidos. Tenho o luxo de ter notícias deles durante o dia e a noite.
Não posso esquecer que esta não é, nem de longe, a realidade do Brasil. Um Presidente fascista e genocida jogou o país e os brasileiros num buraco sem fim. A grande maioria dos brasileiros, que está infectada ,como meus irmãos, não tem acesso a nada. Não há um tratamento digno .Nosso grande trunfo na saúde, o SUS, está sucateado.
Hoje minha prioridade é esperar a recuperação dos meus irmãos. Mas, ao mesmo tempo, tenho a obrigação de fazer o enfrentamento deste genocida .
É o que já disse: primeiro vamos enfrentar o vírus e depois vamos liquidar este verme.
Do DCM.
Novo protesto na embaixada brasileira em Paris denuncia “genocídio” no Brasil.
Protesto contra o governo Bolsonaro em frente à embaixada do Brasil em Paris, neste domingo 4 de abril de 2021. © Liliane Mutti
A embaixada do Brasil em Paris foi alvo neste domingo (4) de um novo protesto contra o governo de Jair Bolsonaro. Brasileiros residentes na França colocaram na fachada do prédio faixas com os dizeres, em francês, “Genocide, + de 300 mille morts e “Dictature plus jamais”.
O protesto em forma de instalação artística foi realizado pelos coletivos Alerta França Brasil/MD18 e Ubuntu Audiovisual
No comunicado, eles declararam que o ato “expressa a indignação dos brasileiros residentes na França, e dos cidadãos ao redor do mundo, frente às mais de 300 mil mortes pela Covid”.
Além das faixas vermelhas, pintadas de preto com os dizeres “Genocídio, + de 300 mil mortos” e “Ditadura nunca mais”, os ativistas instalaram nas grades das janelas máscaras pintadas de vermelho sangue, “para simbolizar as mais de três mil perdas diárias de vidas nesses últimos tempos, vítimas da necropolítica do governo de extrema direita”. Uma fumaça vermelha, tendo como fundo uma bandeira brasileira de luto fechou o protesto.
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Duas faixas foram colocadas na fachada do prédio com os dizeres: “Genocídio, + de 300 mil mortos” e “Ditadura nunca mais”. © Liliane Mutti
Essa foi a terceira instalação artística em forma de protesto em frente da embaixada brasileira de Paris desde o início da pandemia de Covid-19. O artista plástico Julio Villani foi o idealizador da ideia ao instalar, em maio de 2020, vários painéis na fachada da Embaixada do Brasil em Paris, em protesto contra o presidente brasileiro Jair Bolsonaro. Em 7 de setembro, no mesmo local, vários coletivos de brasileiros residentes na França realizaram um ato parecido.
Inspiração do artista plástico Julio Villani
“Julio Villani nos inspirou a prosseguir nesse caminho da instalação artística como forma de protesto. Foi muito importante, porque devido à pandemia, não podemos mais sair nas ruas em passeata, nem fazer manifestações. Não dá para ficar de braços cruzados. O que fazer diante dessas interdições, face à urgência de continuar denunciando a situação calamitosa no Brasil? A resposta foi unir militância política e arte”, explicou à RFI Marcia Camargos que participou da manifestação deste domingo.
“Escolhemos o domingo de Páscoa justamente por sua simbologia. Trata-se, para muitos, de uma festa religiosa que celebra uma ressurreição, uma espécie de renascimento. E isso vai em sentido oposto ao que está ocorrendo hoje no Brasil, onde as pessoas morrem como bicho à espera de um leito hospitalar, sendo que milhares de famílias não têm nada a festejar. Nem hoje nem amanhã, devido à falta de comando e de um mínimo de respeito pela vida humana, num país acéfalo, dirigido por um negacionista criminoso”, ressaltou a ativista.
Neste domingo a cidade estava vazia e a embaixada do Brasil fechada. O protesto aconteceu pela manhã. Não houve incidentes nem com a polícia francesa, nem com funcionários da embaixada. O ato contou com um número reduzido de participantes “de modo a respeitar as regras do confinamento e não juntar muita gente”. Apenas seis pessoas colocaram as faixas e as máscaras na fachada do prédio, além de uma fotógrafa e videasta que registrou o protesto.
Os coletivos Alerta França Brasil/MD18 e Ubuntu Audiovisual também criaram alguns vídeoartes como “Génocide”, “Écocide”, “Femme Multitude” e “Sans Oxygène”. Os ativistas planejam outras manifestações para continuar denunciando internacionalmente o governo Bolsonaro. “Ainda que do outro lado do Atlântico, sabemos da importância de ajudar a combater esse governo negacionista, unidos aos que resistem à sua necropolítica impiedosa”, diz Marcia Carmargos.
Pocurada pela RFI, a embaixada do Brasil informou que não houve danos ao prédio e que as faixas foram retiradas do local por volta das 10h30 da manhã. A representaçéao brasileira na capital francesa preferiu não se pronunciar sobre o protesto.
Feira do Santa Cruz recebe ação preventiva contra Covid-19

Agentes de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde realizaram na manhã deste domingo (04), ação preventiva contra o Covid-19, na Feira do bairro Santa Cruz.
A equipe comandada pelo coordenador de Endemias, Paulo Nei fez aferição de temperatura de clientes e trabalhadores da Feira. Além da higienização com álcool 70.
Carambola.com deseja Feliz Páscoa a todos.

O maior dos sentimentos está no ar: o amor. Amor que transforma, impulsiona e faz seguir em frente. Amor que une e renova. Renova a fé, a esperança e a vontade de estar. E se o estar ainda não é tão próximo quanto a gente gostaria, não temos dúvida que em breve tudo voltará ao normal. Por isso, celebre essa data. E não deixe de acreditar em cada momento desse domingo doce e repleto de significados.
CarambolaCom
Governo afundou florescente indústria automobilística do Brasil.

Em 2013, quando o PT “estava finalizando seu saque ao País”, como afirmam bolsonaristas fanáticos, produzíamos 3,71 milhões de veículos, por ano, e cerca de 50% do valor dos veículos retornava em impostos para os governos federal e estaduais.
As fábricas empregavam 150 mil funcionários diretamente e mais o dobro disso em fábricas de auto-peças. A nossa balança comercial era equilibrada em alta, com os principais importadores/exportadores, México e Argentina.
Agora, restam 29 fábricas de automóveis fechadas, toda a pirâmide de fornecedores de auto-peças e o desemprego de mão-de-obra altamente qualificada está murchando como maracujá na gaveta.
Foi o que restou do governo negacionista que se negou a comprar vacinas e preferiu vender cloroquina e ivermectina aos incautos.
O “Príncipe dos Políticos Vigaristas” é denunciado ao TJ-RJ por incitação à violência.
Presidente nacional do PTB, o neobolsonarista Roberto Jefferson, um dos príncipes dos políticos vigaristas do País, foi denunciado ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro por incitação à tortura em razão do vídeo divulgado na última sexta-feira (2), em que católicos celebram a Sexta-feira da Paixão, quando Cristo foi torturado até à morte.
A notícia-crime foi protocolada pelo secretário de Ordem Pública do município do Rio, Brenno Carnevale, que relata que o vídeo de Jefferson incita tortura e confrontamento de Guardas Municipais, que realizam ações de fiscalização das medidas de isolamento social.
“Dá um pau neles de cacete. Bate no joelho, no cotovelo, no ombro, pra quebrar a articulação, bate pra quebrar, e eles não vão voltar mais”, diz Jefferson no vídeo, em que afirma também que políticos favoráveis às restrições são “enrustidos”, sugerindo que seriam homossexuais.
O sujeito escroto é tão irresponsável que está jogando crentes fundamentalistas contra a guarda municipal, armada e com direito à própria defesa em caso de agressão.
Eles só desejam isso: batalhas campais, confrontos de rua, para levar o País ao caos completo e a um fechamento do regime democrático. Pela via democrática serão apeados do poder em 2022 e responderão por seus crimes em tribunais de primeira instância.
Brasil aplicou primeira dose da vacina em 19 milhões. Imunidade deve chegar com 172 milhões de vacinados.
Levantamento junto a secretarias de Saúde aponta que 19.183.802 pessoas tomaram a primeira dose e 5.342.361 a segunda, num total de mais de 24,5 milhões de doses aplicadas. G1, ‘O Globo’, ‘Extra’, ‘Estadão’, ‘Folha’ e UOL divulgam diariamente os dados de imunização no país.
Cientistas acreditam que a imunidade deveria alcançar 172 milhões de pessoas neste momento, para evitar a evolução de novas cepas e estancar a contaminação. Portanto ainda precisamos de 306 milhões de vacinas, para primeira e segunda dose.
Balanço da vacinação contra Covid-19 deste sábado (3) aponta que 19.183.802 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 9,06% da população brasileira.
A segunda dose já foi aplicada em 5.342.361 pessoas (2,52% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal.
No total, 24.526.163 doses foram aplicadas em todo o país.
Preparando-se para o pior: Estados pensam em restringir voos domésticos e internacionais.

Visando frear o crescimento no número de casos de Covid-19 e evitar o avanço de novas variantes do coronavírus, governadores estão discutindo sobre a adoção de restrições no tráfego aéreo.
O tema foi debatido na última reunião entre os gestores e levado ao ministro da Saúde, Marcelo Queiroga,de acordo com informações da Folha.
Uma das ideias é reduzir voos que chegam de fora do país e outra é a adoção de quarentena para quem chega ao Brasil. Nos últimos dias, países como Chile e Bolívia, endureceram as restrições para voos internacionais.
Do Bahia.ba, editado.
Laerte informa que o Senhor está preocupado com abertura das igrejas.

Prepare-se para a entrada do novo Código de Trânsito neste 12 de abril.

Entram em vigor no dia 12 de abril as alterações promovidas no Código Brasileiro de Trânsito. As mudanças foram sancionadas pelo presidente Jair Bolsonaro em outubro do ano passado, quando ficou definido que a vigência passaria a ocorrer 180 dias após a sanção. 

A partir de agora, os motoristas devem ficar atentos aos novos prazos de renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), ao número de pontos que podem gerar a suspensão de dirigir e à punição de quem causar uma morte ao conduzir o veículo após ter ingerido bebida alcoólica ou ter usado drogas.
Os exames de aptidão física e mental para renovação da CNH não serão mais realizados a cada cinco anos. A partir de agora, a validade será de dez anos para motoristas com idade inferior a 50 anos; cinco anos para motoristas com idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70 e três anos para motoristas com idade igual ou superior a 70 anos.
Haverá mudanças também na quantidade de pontos que podem levar à suspensão da carteira. Atualmente, o motorista que atinge 20 pontos durante o período de 12 meses pode ter a carteira suspensa. Agora, a suspensão ocorrerá de forma escalonada. O condutor terá a habilitação suspensa com 20 pontos (se tiver duas ou mais infrações gravíssimas na carteira); 30 pontos (uma infração gravíssima na pontuação); 40 pontos (nenhuma infração gravíssima na pontuação).
As novas regras proíbem que condutores condenados por homicídio culposo ou lesão corporal sob efeito de álcool ou outro psicoativo tenham pena de prisão convertida em alternativas.
Cadeirinhas
O uso de cadeirinhas no banco traseiro passa a ser obrigatório para crianças com idade inferior a dez anos que não tenham atingido 1,45 m de altura. Pela regra antiga, somente a idade da criança era levada em conta.
Recall
Nos casos de chamamentos pelas montadoras para correção de defeitos em veículos (recall), o automóvel somente será licenciado após a comprovação de que houve atendimento das campanhas de reparo.
“Bolsonaro blefa”, diz general Santos Cruz. “Não há motivos para estado de sítio”, diz general Paulo Chagas.
Oficiais ouvidos pela Pública dizem que Bolsonaro perdeu apoio entre os militares após demissão de comando das Forças Armadas e está longe de poder falar em “meu Exército”
Por Vasconcelo Quadros
Rompido com o presidente Jair Bolsonaro desde que a gestão da pandemia se revelou um desastre, o general Paulo Chagas – ex-candidato ao governo do Distrito Federal em dobradinha com o então candidato Bolsonaro – avalia a crise militar com a lembrança de um episódio que explica a incursão do militarismo pela política nos últimos 60 anos. “A atitude de Bolsonaro lembra o Jânio Quadros”, disse Chagas à Agência Pública, se referindo ao ex-presidente que, em 1961, renunciou na expectativa de gerar comoção para voltar ao poder pelos braços do povo. A renúncia abriu caminho para o golpe, dois anos depois. “A história não se repetirá porque os sinais estão trocados”, acrescenta.
Resguardadas as proporções históricas, segundo oficiais da reserva ouvidos pela Agência Pública, o Bolsonaro que emerge da crise, gerada por ele mesmo ao tentar envolver o Exército na busca de apoio para decretar um estado de sítio que também visava o controle das PMs, perdeu o apoio do alto oficialato militar, se viu forçado a mergulhar no toma lá dá cá da política nos braços do Centrão e colocou-se ao alcance de um provável processo de impeachment no Congresso. Como Jânio, segundo Chagas, Bolsonaro errou o tiro e acertou o próprio pé.
“Ele blefa”, resumiu à Pública o general Carlos Alberto Santos Cruz, ex-ministro da Secretaria Geral de Governo, outro aliado de primeira hora que virou desafeto. “É zero a chance de os comandos militares se guiarem pela cabeça de outro ou de interesses fora da Constituição. Não tem furo nessa tela. As Forças Armadas são muito bem comandadas, tudo gente de primeira linha. Pode colocar lá quem quiser”, afirmou o general, descartando qualquer possibilidade de apoio militar às intenções golpistas.
Ânimos calmos depois da confusão, Santos Cruz garante que os novos comandantes militares manterão fidelidade à Constituição, rechaçando, como os anteriores, eventuais apelos do presidente para que respaldem medidas de exceção. O general acha que Bolsonaro deveria vir a público e explicar as mudanças que, segundo ele, podem ser normais em cargos políticos – como a demissão do ex-ministro Fernando Azevedo e Silva, da Defesa – mas fogem do padrão quando envolvem interferência nos comandos da tropa.
“Não tem explicação. Os comandos são operacionais e não políticos. Não tinha crise nenhuma. Acho que ele deveria explicar à população o que houve e porque demitiu o ministro. Não usou a comunicação do governo para falar e nem deu uma informação oficial. As pessoas ficam confusas, trabalhando com suposições”, disse o ex-ministro.
Nesta quinta-feira, em sua tradicional live pelas redes sociais, o presidente elogiou o novo ministro da Defesa, Walter Braga Netto como novo ministro da Defesa, negou que tenha politizado a pasta, mas foi lacônico e enigmático ao tratar da crise. “Só nós aqui sabemos o motivo, basicamente, disso tudo. Morre aqui. Não tenho que discutir nada”, afirmou o presidente.
Para Santos Cruz, a crise militar desviou o foco das questões centrais. “Há problemas sérios no país, como a pandemia, um desgaste na economia, que precisam de mais atenção do governo”, afirmou o ex-ministro. Santos Cruz acha que o ideal para um enfrentamento mais objetivo ao coronavírus seria que não houvesse mais solavancos políticos e que o presidente governasse até o final do mandato para o qual foi eleito.
Ele se diz preocupado com os riscos do fanatismo descambar para violência e com a ameaça de politização nos quartéis, mas não faz previsões sobre o destino de Bolsonaro.
“É um governo de difícil previsão. O certo é que terminasse o mandato. Se cometer erros o Congresso tem os mecanismos para avaliar se é o caso de impeachment”.
A crise foi deflagrada no meio de uma inusitada reforma ministerial, anunciada logo depois da saída de Ernesto Araújo do Itamaraty. Soube-se então que Bolsonaro havia pressionado o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva para demitir o comandante do Exército, Edson Pujol.
Os comandantes militares, Edson Pujol, do Exército, à frente, se demitiram. Na troca, Bolsonaro foi derrotado pelo Alto Comando do Exército, integrado por 16 generais, que impuseram o nome do general Paulo Sérgio no lugar de Pujol, justamente o militar que marcara, numa entrevista ao Correio Braziliense, a diferença entre a tropa e o presidente no tratamento da pandemia, defendendo o isolamento social e medidas como o uso de máscaras.
O Exército seguiu as recomendações da ciência e estacionou o contágio em 0,13%, enquanto na gestão Bolsonaro o país supera 2,5% da população contaminada.
Paulo Chagas: Bolsonaro quis usar 31 de Março para aprovar estado de sítio
O general Paulo Chagas é mais incisivo. Afirma que, de forma intempestiva e sem qualquer nexo na realidade do país, Bolsonaro quis se aproveitar do clima de 31 de Março para gerar comoção e conseguir a aprovação do estado de sítio, pressionando o Congresso. “Ele queria garantias que a lei não permite. Bolsonaro nem tem escopo para exercer esse poder todo conferido por medidas dessa natureza. É um destrambelhado. Ele quis inverter o processo, cooptando as Forças Armadas em busca de declarações de apoio. Mas elas não são consultadas, só executam e negaram. Não deram e não vão dar apoio. Não há nenhum sinal no horizonte que justifique estado de sítio, que está só na cabeça dele, que quer poder total. Uma medida dessa natureza daria a ele ares de ditador e ele poderia mesmo virar um ditador”, afirma Chagas.
Num momento em que o país vive a tragédia do descontrole da pandemia, com mortes beirando a quatro mil por dia, o general acha que a atitude do presidente desvia o foco, atrapalha o combate a pandemia – cuja gestão desastrada o levou a romper com Bolsonaro e a pedir desculpas por tê-lo apoiado – divide a sociedade e ainda gera desconfiança entre os próprios militares, que ocupam dez dos 22 ministérios de Bolsonaro e não deram até agora qualquer sinal de que podem deixar o governo.
“A sociedade se pergunta, afinal, quem tem o discurso correto? Ninguém se encontra”, diz Chagas. Ele avalia que, sem o apoio dos militares, Bolsonaro se tornou refém do Centrão e terá de abrir os cofres do governo para a corrupção, o que não aliviará os riscos ao mandato.
“Ele vendeu a alma e, se quiser terminar o mandato, terá de deixar o Centrão roubar à vontade. Se sair do Centrão, sofre o impeachment. Bolsonaro contribuiu para consolidar a posição dos que não o querem mais no governo. Todos querem que ele caia”, diz o general, que avalia que o presidente “sai bastante fragilizado dessa crise e está facilitando o processo de impeachment”.
Bolsonaro já é alvo de 76 pedidos de impedimento, o último deles apresentado pelos líderes da oposição no calor dos episódios desta semana, tendo como base principal a demissão dos comandantes das Forças Armadas. No dia 31 de março, grêmios estudantis de faculdades de direito de todo o país protocolaram mais de 40 pedidos de impeachment do presidente.
Brigadeiro Ferolla: demissão foi “uma violência desnecessária” e de resultados “desastrosos” para Bolsonaro
Ministro aposentado do Superior Tribunal Militar (STM), o brigadeiro Sergio Xavier Ferolla, da Aeronáutica, avalia que a atitude de Bolsonaro foi “uma violência desnecessária, inoportuna e de resultados desastrosos para o próprio presidente” que, com isso, se afasta da “hipócrita aleivosia” de se referir a força como “meu exército”.
Segundo ele, as Forças Armadas jamais aceitarão se desviar dos preceitos constitucionais “para satisfazer aventureiros nos bastidores da política e suas ideologias espúrias, maléficas à paz e ao sadio congraçamento da família brasileira”. O militar afirma que o presidente “tentou, sem sucesso, violar a legislação vigente e abalar os alicerces da hierarquia e da disciplina” militar, mas acabou “testemunhando suas limitações no âmbito do regime democrático”. Ferolla acha que o episódio reforçará o posicionamento das Forças Armadas, com o apoio do Congresso e Judiciário, na garantia de estabilidade democrática.
Além de buscar um “desesperado recurso” para neutralizar adversários e se manter no poder, na avaliação de Ferolla, Bolsonaro também tentou controlar as Polícias Militares, que são simpáticas a ele. “Buscou poderes especiais para comandar as polícias militares, envolvendo-as numa pretensa força nacional que, aliada aos ideólogos e radicais da extrema direita, sufocariam qualquer tipo de reação, inclusive das Forças Armadas”, disse, em referência a estímulos de bolsonaristas a motins nas PMs, como fez a deputado Bia Kicis (PSL-DF), presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara no caso do soldado que, num surto psicótico, disparou tiros de fuzil e acabou morto pelos próprios colegas em Salvador.
O ex-ministro acha que “se a crise nacional já havia levado o país para a beira do abismo, Bolsonaro deu um passo à frente”. E a firma que será necessário que Legislativo e Judiciário aumentem a vigilância sobre os atos do presidente. “Os disfarces caíram e a realidade tornou-se indiscutível para os indecisos e acomodados”, alerta.
Ferolla avalia que Bolsonaro tem agido como paranoico, enxergando inimigos inexistentes e, no caso do combate à Covid-19, adotado comportamento “insano e contestatório”, estimulando descrenças e dúvidas quanto a eficácia da vacina e medidas de prevenção entre cidadãos que são obrigados a se aglomerar em busca de emprego, alimento e saúde. “Eis o retrato, em preto e branco, da tragédia social brasileira, infelizmente”.
Coronel do Exército diz que Bolsonaro virou “espantalho” do qual oficiais militares querem se livrar.
Na reserva desde 2018, o coronel do Exército Marcelo Pimentel Jorge de Souza, de Recife, representa um segmento que vê uma crise militar artificializada pela articulação de oficiais de alta patente que agem como “partido militar”, responsáveis pela construção do “mito” Bolsonaro.
Ele diz que Bolsonaro agora virou um espantalho do qual querem se livrar para colocar no Palácio do Planalto o vice-presidente da República, o general Hamilton Mourão.
Por essa tese, o vice cumpriria o resto do mandato com um plano de conciliação nacional, afastaria ministros “lunáticos” indicados por Bolsonaro e abriria caminho para construção de uma terceira via política para disputar as eleições de 2022.
“Acho que não haverá golpe. Eles querem que se pense que há risco de golpe e que só o Exército pode se livrar do Bolsonaro. Essa crise é mais um ato de uma peça de encenação”, diz o militar, que lamenta:
“Eu gostaria que o Bolsonaro terminasse o governo dele para que o povo compreendesse o valor do voto”.
Segundo ele, se o ato do presidente representou uma tentativa de uso político das Forças Armadas para aventuras golpistas, como sugere a nota emitida pelo do ex-ministro Azevedo e Silva ao ser demitido, ao afirmar que “nesse período preservei as Forças Armadas como instituição de Estado”, os militares que ocupam cargos no governo, incluindo Mourão, deveriam renunciar para demonstrar o divórcio com o desastrado governo de Bolsonaro, ao qual altos oficiais das forças se associaram.
Pimentel refuta ainda o argumento segundo o qual o grupo que foi trocado tentou impedir a politização dos quartéis, já que o ex-comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas, abriu as portas dos quartéis para o então candidato Bolsonaro e, no atual governo, houve permissão para que vários generais da ativa aceitassem convites para ocupar cargos políticos no governo, sem serem forçados a ir para a reserva.
Foi o caso do atual ministro da Defesa, Braga Netto, do chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, do ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello e do ex-porta-voz Rego Barros, todos eles na ativa quando assumiram os cargos, o que gerou, segundo ele, uma inevitável associação entre governo e Exército nas críticas feitas a militares em cargos políticos.
“Não adianta falar agora sobre politização. A política está nos quartéis”,
Cooperfarms tem sobra recorde e cria Fundo de R$ 219 mil para amenizar impactos da COVID-19.

A Cooperativa dos Produtores Rurais da Bahia (Cooperfarms) apresentou na última quinta-feira (31), durante Assembleia Geral Ordinária Digital, o balanço financeiro de 2020, tendo aprovação por unanimidade de votos.
A Cooperfarms encerrou 2020 com R$ 180 milhões de faturamento, redução de 4,89% em relação ao ano anterior, quando atingiu R$ 189 mi. Apesar da pequena queda no faturamento, as sobras à disposição cresceram 17,48 % na comparação com o ano anterior, ultrapassando R$ 2,1milhões. Em 2019, o número chegou a R$ 1,8 milhão.
Em resposta ao saldo positivo de sobras e ao bom momento vivido do setor agrícola, os produtores associados definiram que uma parte (10%) do valor, cerca de R$ 219 mil, será destinada à criação de um fundo social da Cooperativa.
A ideia é utilizar o recurso em ações regionais para amenizar os impactos econômicos e sociais causados pela COVID-19. Já o restante do valor (90%) será repassado proporcionalmente a movimentação de cada associado dentro da cooperativa e distribuído em espécie, o que representa uma injeção de R$ 1,9 mi na economia da região.
Este é o segundo ano consecutivo que a Cooperfarms leva à Assembleia o valor das sobras e opta pela distribuição aos cooperados. Além disso, a Cooperativa permanece com uma Reserva de Assistência Técnica, Educacional e Social (RATES) superior a R$ 558mil, recurso que tem destinação exclusiva na educação e formação de cooperados e colaboradores.
O presidente da Cooperfarms, Marcelo Kappes, ressaltou que o resultado, novamente expressivo, se deve ao trabalho sério e cauteloso na gestão de custos da Cooperativa, além de novas estratégias de negócios. “O profissionalismo da nossa equipe e a confiança do produtor foram e serão essenciais para que a Cooperfarms cresça, porque dentro do sistema cooperativista a participação gera resultados, mas é preciso unidade para perseverar”, afirmou.
Novo Conselho Fiscal – O momento também foi oportuno para a eleição dos novos membros do Conselho Fiscal para o exercício de 2021, sendo eles: Cláudio Cardoso, Camila Marchezan e Ivanir Pradella na titularidade e Igor Bortolin, Leandro Kohn e Maicon Fontana na suplência.
O formato virtual da Assembleia atendeu as disposições do artigo 43-A da Lei nº. 5.764/71 (Lei Geral do Cooperativismo), o qual permite ao associado participar e votar a distância em reunião ou em assembleia realizadas em meio digital.
Cai número de mortes na Bahia. Mas isso pode ser efeito do feriadão e menor número de informes.
Neste sábado (3) o boletim da Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) trouxe a confirmação de 61 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas. No dia anterior, sexta-feira (2), constavam 127 novas mortes no documento.
O número é o menor desde meados de fevereiro. No mês de março a média de mortes diárias por Covid-19 na Bahia ficou em 111.
A última vez que o estado registrou 61 mortes em um dia foi em 14 de fevereiro.
Vale destacar que nos finais de semana comumente os registros são menores que durante a semana, já que em alguns municípios os serviços de testagem não acontecem. Neste sábado, em especial, ainda há a questão de que segue um feriado de Sexta-feira Santa, então é possível que haja atraso na notificação por parte das cidades.
O boletim informa que na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 1.986 casos de Covid-19. O estado soma 813.794 casos confirmados desde o início da pandemia, 783.065 já são considerados recuperados, 15.069 encontram-se ativos e 15.660 tiveram óbito confirmado.
Washington Post diz que Bolsonaro prepara golpe contra quem quer tirá-lo da presidência.
“O presidente brasileiro já contribuiu muito para o agravamento da pandemia covid-19 em seu próprio país e, por meio da disseminação da variante brasileira, pelo mundo. Ele não deve ter permissão para destruir uma das maiores democracias do mundo também”, diz o jornal dos EUA.
Em editorial nesta sexta-feira (2), o jornal Washington Post, um dos mais influentes dos EUA, afirma que “em vez de lutar contra o coronavírus, Bolsonaro parece estar preparando as bases para outro desastre: um golpe político contra os legisladores e eleitores que poderiam removê-lo do cargo”.
Entre as ameaças vistas por Bolsonaro, segundo o Post, estariam os pedidos de impeachment no congresso e “o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva emergindo como um potente adversário nas eleições do ano que vem”, fatores que teriam motivado as demissões dos comandantes da Marinha, Exército e Aeronáutica, além das trocas em ministérios.
“As medidas foram suficientes para levar seis prováveis candidatos à presidência a emitir uma declaração conjunta alertando que ‘a democracia do Brasil está ameaçada’. ‘O claro plano de apoio do Bolsonaro’, escreveu o editor-chefe Brian Winter no Americas Quarterly, ‘é ter tantos homens armados do seu lado quanto possível no caso de um impeachment ou um resultado adverso na eleição de 2022′”, diz o jornal, sobre o armamento de grupos de apoiadores pelo presidente brasileiro.
O WP lembra que mesmo após três decadas de consolidação das instituições democráticas “há motivos para preocupação” e fala da “admiração” de Bolsonaro pela ditadura militar que governou o país nas décadas de 1960 e 1970.
“O presidente brasileiro já contribuiu muito para o agravamento da pandemia covid-19 em seu próprio país e, por meio da disseminação da variante brasileira, pelo mundo. Ele não deve ter permissão para destruir uma das maiores democracias do mundo também”, afirma o jornal estadunidense.
Editorial do jornal El País: “O País se radicaliza”.
conquistou Hollywood
Uma reforma ministerial feita nesta semana pelo presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, para aplacar o descontentamento por sua péssima gestão da pandemia abriu uma crise de consequências imprevisíveis. A destituição do ministro da Defesa e a renúncia em uníssono da cúpula militar, algo inédito desde a restauração da democracia, aumentam a preocupação pelo rumo ao que o mandatário submete seu país no pior da pandemia.
A saída do ministro da Defesa e dos comandantes do Exército, Marinha e Aeronáutica é grave porque, sem dúvida, ocorreu pelas pressões constantes do mandatário ultradireitista.
Bolsonaro, um capitão reformado que nunca escondeu sua admiração pela ditadura, pretendia que as Forças Armadas apoiassem suas batalhas políticas extremistas.
A cúpula militar enviou um sinal de alarme sobre as atitudes autoritárias do presidente, que quer ser reeleito em 2022, ao renunciar antes de se submeter às suas exigências.
É muito preocupante que, neste delicado momento sanitário e com uma economia em franca recessão, o novo titular da Defesa tenha estreado no cargo com uma exaltação pública do golpe de 1964.
Bolsonaro lotou seu Governo de militares, reformados e na ativa, o que coloca as Forças Armadas em uma complexa tessitura diante da qual estas foram frequentemente ambíguas.
É preciso lembrar que são uma instituição de Estado e não partidária. A renúncia da cúpula militar deve ser vista como um gesto em defesa do papel constitucional da instituição.
O Brasil não pode se permitir que os militares ameacem a democracia; é necessário exigir seu apego absoluto à lei e à Constituição. Por isso é urgente um maior distanciamento dos militares com os gestos autoritários de Bolsonaro, que corroem sistematicamente a democracia.














