
O pior ano da história para estar vivo antes de 2021.
Toque de Recolher tem horário ampliado em toda a Bahia

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (DEM), adiantou nesta sexta-feira (19) que, a partir da segunda-feira (22), o toque de recolher terá o horário antecipado de 20h para 18h em toda a Bahia. A medida terá vigor até o dia 29 de março (leia mais aqui). Portanto, as restrições ocorrerão entre 18h e 5h.
A informação foi confirmada pelo democrata no fim da tarde desta sexta após reunião com o governador Rui Costa (PT) e gestores da Região Metropolitana. De acordo com Bruno, as medidas serão válidas a nível estadual.
Nesse mesmo período, está proibida também a venda de produtos não essenciais, a exemplo de eletrodomésticos e vestuário, em hipermercados e atacadistas. Ou seja, assim como as bebidas alcoólicas no fim de semana, a seção deverá ter o acesso fechado ao público.
Do Bahia Notícias.
Posse de Queiroga pode ser adiada porque Bolsonaro não sabe o que fazer com Pazuello.
Governo teme que Eduardo Pazuello seja preso por algum juiz de primeira instância, caso perca o status de ministro.
“Não está confirmado que Marcelo Queiroga assumirá a Saúde na terça (23). Bolsonaro e militares ainda não sabem o que fazer com o entulho Pazuello.
O presidente quer mantê-lo em algum cargo com status de ministro. Teme que se o general perder o foro um juiz de 1ª instância não irá perdoá-lo”, informa o jornalista George Marques, que cobre os temas de Brasília, em suas redes sociais.
O Governo negacionista, macabro, sem respeito nenhum pela vida humana precisa acabar de uma vez por todas, seja pela interferência da Justiça, do Congresso ou pelo levante popular.
A Índia tem 6 vezes nossa população e menos mortes que a gente. A Rússia ainda não chegou a 100 mil mortes. O Japão não chegou a 10 mil mortes. O Vietnã tem quase 100 milhões de habitantes e teve TRINTA E CINCO MORTES.
Fila de espera por UTI Covid na rede pública do DF tem 253 pacientes
Na Capital Federal, o colapso hospitalar apenas replica a situação do resto do País.
A taxa de ocupação de UTIs voltadas para pacientes com Covid-19 na rede pública do Distrito Federal é de 96% na manhã deste sábado (20/3)
Rafaela Felicciano/Metrópoles
A taxa de ocupação de unidades de terapia intensiva (UTIs) voltadas para pacientes com Covid-19 na rede pública do Distrito Federal é de 96,38% na manhã deste sábado (20/3).
Os dados constam no sistema InfoSaúde, do Governo do Distrito Federal (GDF), atualizado às 10h10.
Neste momento, há, na rede pública, 373 leitos para Covid-19 preenchidos e 14 vagos. Entre os disponíveis, três são neonatais, dois pediátricos e nove adultos. Outros 21 estão aguardando liberação e um está bloqueado.
‘Bolsonaro deve admitir erro e propor um pacto’, diz Michel Temer.
Nesta entrevista de Marcelo de Moraes, publicada no Estadão, hoje, o ex-presidente Michel Temer, propõe um pacto para salvar a cabeça do Presidente da República após o afundamento da economia e os fracassos no controle da pandemia.
BRASÍLIA – Com a pandemia do coronavírus cada vez mais fora de controle no País, o ex-presidente Michel Temer avalia que seria importante que Jair Bolsonaro liderasse um pacto nacional entre todas as instâncias de poder para tentar conter a doença. Aos 80 anos, o experiente político do MDB já foi procurado pelo presidente para trocar ideias. E disse que, se Bolsonaro quiser saber sua opinião sobre a pandemia, fará a sugestão de que ele convoque uma entrevista coletiva, reconheça erros, defenda vacinação em massa e aceite políticas de isolamento social. O novo mantra do governo deveria, segundo ele, ser “unidos e vacinados”.
“Se o presidente toma uma atitude dessa natureza, o povo se tranquiliza. Ele manda um sinal”, disse Temer em entrevista ao Estadão.
“Não dá para ignorar a pandemia, que está num ritmo e velocidade assustadores.”
Para Temer, a lógica da preservação da economia é compreensível, mas não pode vir antes da saúde.
“Eu sempre digo, a economia pode ir mal nesse momento. Mas ela se recupera. A vida você não recupera”, afirmou.
Mesmo sendo uma das vozes mais influentes no MDB, Temer destacou que esse não é o momento de o partido se ocupar com as eleições de 2022.
“Não podemos deixar que essas discussões contaminem negativamente essa unidade que é indispensável agora, em 2021, para o combate ao coronavírus.”
© Daniel Teixeira/Estadão – 11/8/2020 Temer defende mudança de postura do presidente Jair Bolsonaro ‘em benefício da governabilidade e do País’.
Como o sr. analisa o impacto da pandemia na vida do País?
Naturalmente, tudo isso tumultuou muito a vida dos brasileiros. Esse é o primeiro ponto. O segundo ponto é sobre o que o presidente da República poderia fazer, aproveitando a oportunidade da mudança do ministro da Saúde e que ele (Marcelo Queiroga), por sua vez, fez declarações, aparentemente, concordando com o cumprimento dos protocolos que permitem a saúde da população. Vou dar aqui um palpite. Poderia chamar uma entrevista coletiva e dizer: ‘Olha aqui, vocês sabem que, ao longo do tempo, eu sempre combati esse isolamento social preocupado com a economia. Nós temos de conjugar a economia com a saúde. Com a vida do cidadão. E, evidentemente, como aumentou muito a pandemia, agora com essa P1, que é uma nova variante do vírus, eu vou ampliar o que já estou fazendo. Ou seja, vou comprar muitas vacinas. O governo está empenhado em comprar milhões e milhões de doses. Vou propor, realmente, concordar com a hipótese de eventual isolamento social. Vou também chamar novamente os governadores e o Congresso Nacional. Vamos todos trabalhar juntos e vamos patrocinar a vacinação. Na verdade, o mantra que agora vale é unidos e vacinados’.
O sr. acha que é possível ele aceitar essa sugestão?
Se o presidente toma uma atitude dessa natureza, o povo se tranquiliza. Ele manda um sinal. Na verdade, o povo vai dizer: ‘Poxa, a União federal, presidente e governadores e o Congresso Nacional estão trabalhando em benefício da nossa saúde. Acho que ficaria muito bem para ele, presidente da República. Ficaria bem para os governadores. Ficaria bem para o Congresso. E ficaria bem para a saúde do País. Eu acho que isso seria extremamente útil. Não dá para ignorar a pandemia, que está num ritmo e velocidade assustadores.
E a pandemia sem controle compromete a saúde e todos os outros setores…
Claro. Até por uma razão. Eu sempre digo, a economia pode ir mal nesse momento. Mas ela se recupera. A vida você não recupera. Vai embora e não volta. Dou sempre um exemplo. Quando assumi o governo, o PIB era negativo, em maio de 2016. Era menos 3,6%. Um ano e seis meses depois, em dezembro de 2017, estava em 1,3%. Portanto, a economia você recupera. Então eu acho que o grande combate, agora, é contra a pandemia. Essa sugestão modesta que faço poderia pacificar um pouco o País. Com isso feito, ele terá uma unidade e dará a sensação de pacificação. O pacto do unidos e vacinados pode produzir essa ideia de pacificação do País.
Pensa em procurar o presidente para apresentar essa ideia?
Veja bem, se ele me procurar, farei essa sugestão. Agora, não quero ser inoportuno. Não quero ser um ex-presidente que, a todo momento, está querendo meter a sua colher no governo. Eu não quero fazer isso. Se um dia for consultado, direi o que estou dizendo agora publicamente. E, com toda a franqueza, acho que é em benefício da governabilidade e do País.
Houve um fato novo na política com a decisão do ministro Edson Fachin de anular as condenações do ex-presidente Lula, o que o torna elegível para 2022. Como o sr. vê a possível entrada dele na corrida eleitoral?
Primeiro, confesso que não gostaria de falar de um tema que diz respeito a 2022 quando temos um 2021 gravíssimo. Eu acho que, neste momento, temos de cuidar 2021. E cuidar de 2021 é unir a todos e combater a pandemia. O segundo ponto, para responder um pouco lateralmente a pergunta, é evidente que, com o ex-presidente Lula elegível, a sensação que tenho é de que poderá vir a disputar a eleição. Agora, é muito cedo para saber qual é o quadro que vai se desenhar para 2022. E, veja bem, não é nem um quadro para o início de 2022. Primeiro, porque a campanha da eleição dura 45 dias. Então, é só no segundo semestre de 2022. Não podemos deixar que essas discussões contaminem negativamente essa unidade que é indispensável, agora, em 2021, para o combate ao coronavírus.
O sr. fala de unidade e muito se discute sobre a dificuldade do centro em produzir uma candidatura consensual. Não seria o caso dessa candidatura estar sendo discutida já? Inclusive dentro do seu partido, o MDB?
Não se deve discutir isso agora. Com muita franqueza, se pudesse dar uma sugestão, diria ‘vamos deixar essa conversa para depois’. Não pode antecipar esse calendário. Estamos em março de 2021. Falta um ano e meio para lançamento de candidaturas. E você sabe que em política as coisas às vezes mudam de uma semana para a outra. Então, como é que o MDB, que sempre foi um partido muito ponderado, muito equilibrado, dentro daquilo que costuma se chamar de centro, vai entrar, agora, numa discussão para saber quem é o candidato? Se vai ter candidato, se não vai ter candidato. Quem deverá apoiar. Isso tudo vai se definir lá para frente.
Depois de seis anos de quedas na taxa de juros, o Banco Central aumentou a Selic para 2,75%. E esse processo de redução dos juros foi um ponto importante durante seu governo. Quando o sr. entrou, a taxa era de 14,25% e caiu para 6,5% na sua saída. Como é ver agora a inversão desse processo sendo feita para tentar arrumar a economia?
Há uma constatação trivial. Isso é fruto da pandemia. Agora, o que acho é que o governo precisa fazer uma nova “Ponte para o Futuro” (proposta de governo lançada durante a administração Temer). Acho que isso é o que falta. Porque no nosso governo aplicamos esses preceitos da Ponte. Então, o governo precisa agora de um plano. E essa nova Ponte para o Futuro de 2021, se o presidente tomar essas providências que estou sugerindo, poderia ser uma espécie de ponte para a vida. Acho que seria extremamente útil. Agora, o aumento da taxa, volto a dizer, creio que é fruto desse mesmo sistema da pandemia que vem surpreendendo negativamente não só no Brasil, mas fora também.
O sr. acha que pagou uma conta política alta por ter assumido a Presidência em 2016, depois do impeachment de Dilma Rousseff? Além do processo político, na ocasião, a economia demandou medidas duras e seu candidato ao Planalto, o então ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, fez pouco mais de 1% nas eleições de 2018.
É provável que eu tenha pago uma conta política. Eu até conto um fato. Logo no começo do meu governo, numa reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, alguém se levantou e disse: ‘Presidente, aproveite a sua impopularidade e faça o que o Brasil precisa’. E foi o que eu fiz. Se eu estivesse de olhos postos na eleição próxima, não teria feito teto de gastos públicos. Que é fundamental para o País. Não tinha feito a modernização trabalhista. Não teria feito a reforma do ensino médio. Não teria reduzido a inflação, não teria reduzido os juros, não teria preservado o meio ambiente. Acho que o Meirelles, que é uma grande figura, foi uma das peças importantíssimas do nosso governo, ao lado de toda equipe econômica, deve ter sofrido as consequências eleitorais disso. Mas acho que ele não se incomoda com isso, como eu não me incomodei. Você sabe que havia até protesto contra o nosso governo. E protestos naturais. Quem perdeu o poder protestava. O que eu fazia era não protestar contra o protesto. Entendia que o protesto era uma coisa democrática. Eu toquei o País para frente. E veja o que, em dois anos e meio, nós pudemos fazer pelo País.
O sr. acha que o tempo fez bem para o seu governo?
Não tenha dúvida. Eu até imaginava que isso demoraria muito tempo, mas, curiosamente, já começou a acontecer no fim do governo. O reconhecimento, eu diria, veio a galope. Imaginei que o reconhecimento viria lá diante, mas, graças a Deus, vem vindo muito rapidamente.
Ao contrário de Bolsonaro, o sr. enfrentou duas vezes pedidos de abertura de processo de impeachment. Acredita que aqueles pedidos foram injustos?
Não só foram exagerados e políticos, como, judicialmente, estão sendo derrubados. O juiz de primeiro grau e de segundo grau estão derrubando aquelas acusações. Foram, praticamente, dois pedidos de impeachment. E o Congresso não aprovou. E não aprovou porque não havia povo na rua. Quando o Congresso votou essa matéria, eu até registrava, não havia um cidadão em frente ao Congresso. Aqui no Brasil, as pessoas têm ideia de que o presidente pode tudo e não pode. Quem governa é o Executivo com o Legislativo.
Na ocasião, o sr. tinha uma proposta de reforma da Previdência pronta para ser votada e a discussão do impeachment acabou com as chances disso passar…
Não só a reforma estava engatilhada, como estava com ela praticamente pronta para ser votada antes mesmo do fim do governo. Com maioria na Câmara e no Senado. Tanto é verdade que o presidente do atual governo tem reconhecido isso. Tem várias manifestações do presidente Bolsonaro dizendo ‘olha aqui, quem enfrentou e convenceu o Congresso e o povo foi o governo do Temer’. Isso aconteceu quando, no primeiro semestre de 2019, aprovou a reforma da Previdência. Mas eu deixei, pelo menos, um caminho asfaltado para o governo.
Requisição do SUS resulta em baixíssimos estoques de sedação para intubação em hospitais privados.
A desorganização na cadeia de suprimentos farmacêuticos e hospitalares certamente vai ser a cereja do bolo dessa grande tragédia que se abate sobre os brasileiros.
Ontem, o Sistema Único de Saúde requisitou, juntos aos hospitais privados, os estoques de medicamentos para intubação. Com isso, reduziu para 48 horas os estoques de anestesiantes usados para a intubação.
Com isso, tanto os médicos dos hospitais públicos como o dos privados terão que reduzir a sedação para um mínimo recomendável.
Assim, como em algumas cidades os pacientes estão morrendo por falta de oxigênio, agora morrerão pela impossibilidade de sedação para a intubação.
Mais cedo ou mais tarde a falta de previsibilidade das autoridades da Saúde será apurada. E a responsabilização desses gestores não resgatará a vida dos que se foram, mas nos dará a sensação de que não se pode cometer crimes de maneira continuada e ainda permanecer impunes.
Ficaria tão mais fácil se o governo tivesse adquirido em meados de 2020 as vacinas ofertadas ao País e evitado a tremenda pressão de demanda em cima dos hospitais. Por motivo de burrice e incompetência resolveu-se que era melhor negar a pandemia e tratar com medicamentos inócuos, como a cloroquina, que nem para a malária se usa mais.
O País hoje tem 1.203.024 casos ativos, com mais de 8.000 graves. E o sistema hospitalar saturou e colapsou diante de tal demanda.
Hoje um sub-procurador da República pediu que se retirasse do comando do Presidente negacionista a gestão da Saúde e da Economia. E que se entregasse ao Vice-Presidente os encargos. O que não se sabe se melhoraria a situação.
Promessas de compra de vacinas são repetidas todos os dias pelo Governo. Mas os imunizantes teimam em não vir para o braço dos pacientes.
Como um grande navio, que precisa planejar com bastante antecedência a sua desaceleração, a pandemia, mesmo com a chegada dos milhões de vacinas prometidos, não diminuiria sua pressão sobre o sistema hospitalar antes de dois ou três meses. Mas qualquer alento de estabilização seria importante dado o crescimento meteórico da contaminação e a agressividade das novas variantes do Sars-Cov-19.
Governo da Bahia e prefeituras de Salvador e da RMS prorrogam medidas restritivas.
O decreto que determina a prorrogação de medidas mais restritivas para a capital baiana e alguns municípios inseridos na Região Metropolitana de Salvador (RMS) será publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado (20). Com a medida, apenas o funcionamento das atividades consideradas essenciais continuará permitido até as 5h de 29 de março.
Também será antecipado o início do toque de recolher, em todo o território baiano, que passa a valer a partir das 18h. A medida tem validade até o dia 1º de abril.
Apenas Itaparica, Vera Cruz, Madre de Deus, Pojuca e Mata de São João não vão aderir à prorrogação do decreto e os serviços não-essenciais poderão funcionar até as 17h durante a semana. Entre os dias 22 e 26 de março, após as 17h, será permitido somente o funcionamento dos serviços essenciais nesses municípios.
Em Salvador, Camaçari, Candeias, Dias D’Ávila, Lauro de Freitas, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé e Simões Filho, somente as atividades relacionadas à saúde e ao enfrentamento da pandemia, à comercialização de gêneros alimentícios e feiras livres, à segurança e a atividades de urgência e emergência poderão ser realizadas.
Supermercados, hipermercados e atacadões poderão comercializar apenas gêneros alimentícios e produtos de limpeza e higiene. Já as farmácias somente poderão comercializar medicamentos e produtos voltados à saúde. A medida vale até as 5h do dia 29 de março para os seguintes municípios: Salvador, Camaçari, Candeias, Dias D’Ávila, Lauro de Freitas, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé, Simões Filho, Itaparica, Vera Cruz, Madre de Deus, Pojuca e Mata de São João.
Os estabelecimentos que funcionem como supermercados, hipermercados e atacadões deverão isolar seções, corredores e prateleiras nos quais estejam expostos os produtos não enquadrados como gêneros alimentícios ou produtos de limpeza e higiene. A medida tem validade até as 05h do dia 29 de março.
Os estabelecimentos comerciais que funcionam como bares e restaurantes poderão operar apenas de portas fechadas, na modalidade de entrega em domicílio, até as 24h. A medida vale para Salvador, Camaçari, Candeias, Dias D’Ávila, Lauro de Freitas, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé e Simões Filho
Em Itaparica, Vera Cruz, Madre de Deus, Pojuca e Mata de São João, os bares e restaurantes deverão encerrar o atendimento presencial até as 17h.
A circulação dos meios de transporte metropolitanos será suspensa das 19h as 5h até o dia 29 de março. A circulação dos meios de transporte metropolitanos aquaviários, como ferry boat e lanchinhas, deverá ser suspensa nos dias 20 e 21 de março. A suspensão também vale das 20h30 às 5h de 22 de março a 29 de março, ficando vedado o funcionamento nos dias 27 e 28 de março.
Também continuam suspensos, no período de 15 de março até as 5h do dia 29 de março, os atendimentos presenciais do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) em Salvador, Camaçari, Candeias, Dias D’Ávila, Lauro de Freitas, Madre de Deus, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé e Simões Filho.
A retomada escalonada das atividades econômicas fica condicionada à manutenção, por cinco dias consecutivos, da taxa de ocupação dos leitos de UTI em percentual igual ou abaixo de 80%.
Medidas válidas para toda a Bahia
Com exceção de deslocamentos por motivos de saúde ou em situações em que fique comprovada a urgência, segue proibida a circulação de pessoas entre 18h e 5h, até o dia 1º de abril, em todos os 417 municípios baianos.
O funcionamento dos serviços não essenciais está proibido em toda a Bahia entre as 18h de 19 de março até 5h do dia 22 de março. A medida também terá validade das 18h de 26 de março às 5h de 29 de março.
A restrição da venda de bebidas alcoólicas seguirá valendo, em todo o estado, a partir das 18h de 19 de março até 5h de 22 de março, inclusive por sistema de entrega em domicílio (delivery). A mesma medida terá validade a partir das 18h de 26 de março às 5h de 29 de março.
Também segue vedada em todo o estado a prática de atividades esportivas coletivas amadoras até 1º de abril, sendo permitidas as práticas individuais, desde que não gerem aglomeração. O funcionamento de academias e estabelecimentos voltados para a prática de atividades físicas está proibido até 29 de março.
Os atos religiosos litúrgicos podem ocorrer na Bahia, respeitados os protocolos sanitários estabelecidos, especialmente o distanciamento social adequado e o uso de máscaras, bem como com capacidade máxima de lotação de 30%, desde que o espaço seja amplo e tenha ventilação cruzada.
Ficam vedados, até 29 de março, também em todo o estado, os procedimentos cirúrgicos eletivos não urgentes ou emergenciais nas unidades hospitalares públicas e privadas.
Segue proibida ainda, até 1º de abril, a realização de eventos e atividades que envolvam aglomeração de pessoas, independentemente do número de participantes, como cerimônias de casamento, solenidades de formatura, feiras, circos, passeatas, eventos desportivos, científicos e religiosos, bem como aulas em academias de dança e ginástica.
MPF pede que TCU troque Bolsonaro por Mourão na gestão da Covid
Em vez do impeachment de fato, MPF pede afastamento de Jair Messias das funções onde justamente ele tem sido mais sofrível. O Supremo pede explicações a Bolsonaro sobre entrada de ação contra medidas dos governadores em relação ao recolhimento das pessoas à noite. O STF quer saber também sobre a ameaça do Estado de Sítio.
O subprocurador-geral do Ministério Público Federal (MPF), Lucas Furtado, pediu nesta sexta-feira (19/3) que o Tribunal de Contas da União (TCU) afaste o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) das funções administrativas e hierárquicas, no âmbito da crise sanitária da Covid-19, dos ministérios da Saúde, da Economia e da Casa Civil.
O MP também quer que o tribunal reconheça “a legitimidade, a competência administrativa e a autoridade” do vice-presidente Hamilton Mourão para escolher autoridades responsáveis pelos ministérios. Não há prazo para o pedido ser analisado.
Assista o vídeo do Jornal da Band onde são relatados os fatos acima:
Em uma semana, País tem 15 mil mortes por Covid.
Hoje aconteceram 2.730 mortes em todo o País. As projeções são de mais de 60 mil mortes em um mês. Nos hospitais de todo o País, faltam anestésicos para manutenção da intubação e o oxigênio começa a rarear. Vários senadores querem uma CPI, para apurar responsabilidades, mas a Mesa Diretora do Senado senta em cima dos pedidos.
O Brasil registrou 2.730 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas e totalizou nesta sexta-feira (19) 290.525 óbitos. Com isso, a média móvel de mortes no país nos últimos 7 dias chegou a 2.178, mais um recorde no índice. Pela primeira vez, o país bateu a marca de 15 mil mortes em uma semana. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +50%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.
É o que mostra novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta sexta.
Já são 58 dias seguidos com a média móvel de mortes acima da marca de 1 mil, e pelo décimo segundo dia a marca aparece acima de 1,5 mil. Foram 21 recordes seguidos nesse índice, registrados de 27 de fevereiro até aqui.
Veja a sequência da última semana na média móvel:
- Sábado (13): 1.824 (recorde)
- Domingo (14): 1.832 (recorde)
- Segunda (15): 1.855 (recorde)
- Terça (16): 1.976 (recorde)
- Quarta (17): 2.031 (recorde)
- Quinta (18): 2.096 (recorde)
- Sexta (19): 2.178 (recorde)
Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 11.877.009 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 89.409 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 72.670 novos diagnósticos por dia —também um recorde nessa média. Isso representa uma variação de +18% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de alta também nos diagnósticos.
Vinte estados e o Distrito Federal estão com alta nas mortes: PR, RS, SC, ES, MG, SP, DF, GO, MS, MT, AP, PA, RO, TO, AL, CE, PB, PE, PI, RN e SE.
Em contrapartida, já foram vacinados mais de 11,4 milhões de pessoas e o Governo federal todo dia anuncia uma compra volumosa de vacinas, mas o número distribuído para os municípios ainda é muito pequeno. Nos Estados Unidos, onde agora um maluco foi substituído por um presidente de verdade, mais de 100 milhões de pessoas foram vacinadas e os números de novos casos e mortes despenca.
Bahia, 2º maior número de mortes.
A Secretaria Estadual da Saúde (Sesab) registrou, nesta sexta-feira (19), 143 novas notificações de morte por Covid-19. É o segundo maior número de óbitos no estado para o período de 24 horas, atrás apenas das 153 vítimas registradas na quinta-feira (18). Conforme o boletim epidemiológico, a Bahia também teve 4.448 novas contaminações.
Com isso, o estado acumula agora 762.616 casos confirmados da Covid-19 e 13.885 mortes em decorrência da doença desde o início da pandemia, que teve sua primeira contaminação identificada na Bahia no dia 6 de março de 2020.
O número elevado de novas contaminações puxou para cima, pelo terceiro dia consecutivo, os casos ativos da Covid-19. Neste momento, segundo a Sesab, 18.154 baianos estão contaminados pelo novo coronavírus.
Os 10 municípios com mais casos ativos são Salvador (4.134), Itabuna (607), Camaçari (597), Vitória da Conquista (426), Feira de Santana (365), Lauro de Freitas (316), Guanambi (305), Ilhéus (270), Brumado (217) e Eunápolis (215).
Por outro lado, a quantidade de internados com casos graves da Covid-19 reduziu nas últimas 24 horas, de 1.183 para 1.164. Com isso, a taxa de ocupação dos leitos de terapia intensiva para adultos também caiu, de 87% para 85%.
Grande maioria do povo (79%) acredita que pandemia está fora de controle.
Pesquisa Datafolha mostra que 79% dos brasileiros acham que a pandemia está sem controle, ante 62% que manifestavam essa opinião em janeiro. Outros 18% dizem que a situação está parcialmente controlada, 2% que está totalmente controlada, e 1% não sabe.
O levantamento, com margem de erro de dois pontos percentuais, foi feito por telefone com 2.023 pessoas de todos os estados do país nos dias 15 e 16 de março.
No domingo (14), as movimentações para a substituição do general Eduardo Pazuello do posto de ministro da Saúde ganharam força, com a ida da médica Ludhmila Hajjar a Brasília para uma conversa com o presidente Jair Bolsonaro.
Ela acabou por recusar o cargo, e a troca foi efetivada na segunda-feira (15), com o cardiologista Marcelo Queiroga no lugar de Pazuello, desgastado após a crise da falta de oxigênio em Manaus e atrasos e falhas logísticas na distribuição de vacinas.
Queiroga assume em meio a uma rápida e trágica escalada de mortes pela Covid-19. Nesta quinta-feira (18), o país completou 20 dias seguidos de recordes na média móvel de óbitos, que chegou a 2.096. Desde o início da pandemia, quase 288 mil brasileiros já morreram pela doença.
Em meio às notícias sobre falta de leitos para pacientes em diversas partes do país, a parcela da população com temor de se infectar pelo vírus alcançou nível recorde. A pesquisa Datafolha mostra que 55% dos entrevistados declaram ter muito medo, enquanto o levantamento anterior, de janeiro, registrou 44%. Outros 27% têm um pouco de medo, 12% não têm, e 7% relataram já ter contraído a doença.
Diz ter muito medo uma parcela mais expressiva das mulheres (61% ante 48% dos homens), dos mais velhos (58% da faixa etária com 45 anos ou mais, ante 48% dos de 16 a 24) e moradores do Nordeste (61% contra 44% da região Sul). Mas mesmo entre os homens houve aumento significativo entre os que manifestaram ter muito temor da doença: de 33% no levantamento em janeiro, essa parcela foi para 48% entre eles. Entre elas, passou de 55% para 61%. Também passou a declarar muito medo uma parcela maior dos segmentos de jovens de 16 a 24 anos (foi de 34% para 48%) e dos mais ricos, com renda mensal de mais de dez salários mínimos (passou de 41% para 55%).
Esses estratos têm sido particularmente afetados na atual fase da pandemia. Na esteira de aglomerações no final do ano e no Carnaval, médicos têm observado uma presença maior de pacientes jovens nas UTIs. Em um cenário de esgotamento generalizado da capacidade de atendimento, o acesso a plano de saúde não é mais suficiente para garantir atendimento. Hospitais privados de ponta têm unidades lotadas, e parte deles já chegou a pedir leitos para o SUS em São Paulo.
O colapso na saúde no país contrasta com cenas de aglomerações e eventos clandestinos. Em São Paulo, onde já se registra morte por falta de leito de UTI, o índice de isolamento social estava em 43% na quarta-feira (17), longe da meta do governo paulista de 50%. A pesquisa Datafolha mostra que a não adoção de distanciamento não decorre necessariamente de desconhecimento sobre a gravidade da pandemia.
A percepção de que a disseminação da doença está fora de controle é majoritária mesmo entre os que estão vivendo normalmente, sem nenhuma medida extra de isolamento. Nessa parcela da população, a maioria ou tem muito medo (26%) ou um pouco de medo (29%) de contrair a Covid-19. Já 34% declaram não ter receio.
Consenso entre especialistas para frear um vírus transmitido principalmente por gotículas de saliva e aerossóis, o isolamento social vem sendo combatido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) desde o início da pandemia, com aglomerações e falas nesse sentido. Ele chamou de histeria, mimimi e fantasia a reação ao vírus. “Vão ficar chorando até quando?”, indagou no início do mês.
A alternativa mais eficiente ao distanciamento social é a vacinação, que patina no país. Além da demora em firmar contratos com fornecedores, o governo Bolsonaro já adiou sucessivas vezes o cronograma de aplicação dos imunizantes já aprovados na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Não por acaso, a percepção de que a pandemia está fora do controle é mais alta entre os que reprovam o governo Bolsonaro (94%) e entre os que não confiam em suas declarações (93%). É maior também entre mulheres (85%, contra 73% entre os homens) e entre os mais pobres (82% ante 69% dos mais ricos).
Considerando-se a religião, a parcela dos entrevistados pelo Datafolha que declara ter muito medo de pegar a Covid é maior entre os católicos (61%) do que entre os evangélicos (45%). Já a percepção de que a pandemia está fora de controle não varia tanto entre os dois grupos –fica em 81% e 76%, respectivamente.
Diante do pior momento da pandemia e da possibilidade concreta de enfrentar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa eleitoral de 2022, Bolsonaro agora ensaia discurso a favor da vacinação em massa, contrariando diversas declarações pelas quais colocou em dúvida a confiabilidade dos imunizantes.
Com edição do Bahia Notícias e O Expresso.
Pois, então! Será que o Pateta, que a bem da verdade não vale um Pequi Roído, ainda não se ligou, que enquanto não vacinar uma grande parte da população, estará apenas enxugando gelo e trocando ministros da Saúde?
Se liga, Pateta, ou vai pra casa cuidar da Clarabela, que agora mesmo eu vi o Pé-de-Pano rondando o castelo.
Mídias sociais estão caindo ou operando com dificuldades.
Instagran e whatsapp estão em pane. O Twitter está publicando com dificuldades. Usuários informam que o Telegram está com trânsito intenso. A internet tropeça toda hora. É assim que começa um golpe de Estado?
Maduro vai arrochar o regime comunista na Venezuela!
Maduro, sem-vergonha, organizou a rockonha, fez todo mundo dançar. Esse Maduro não vale um pequi roído.
Pois o ditador Nicolás Maduro fez conferência ao seu gadinho, contido no chiqueirinho do Palácio Miraflores, que vai fechar o regime, decretando estado de sítio.
“Meu Exército não vai permitir lockdown e toque de recolher”.
Como todos sabem, Maduro paga pessoalmente, do seu próprio dinheiro, o Exército e as milícias que o defendem.
Presidente ameaça população com Estado de Sítio. “Será que estão preparados”, ele pergunta.
Ao mesmo tempo em que alega estar em curso um estado de sítio nos estados que decretaram medidas restritivas para conter a pandemia da Covid-19, Jair Bolsonaro defende para si a utilização dos poderes extraordinários.
A apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada, o presidente disse há pouco que um estado de sítio “é para dar liberdade para o povo” e que o momento da decisão vai “acabar chegando”:
“É para dar liberdade para o povo. É para dar o direito ao povo trabalhar. É para dar direito ao povo trabalhar. Não é ditadura não. Temos uns hipócritas aí falando de ditadura o tempo todo, uns imbecis. Agora o terreno fértil para a ditadura é exatamente a miséria, a fome, a pobreza. Eu gostaria que não chegasse o momento (de decretar o estado de sítio), mas vai acabar chegando”.
Bolsonaro ainda questionou se a população estaria “preparada” para a medida:
“Eu tenho mantido todos os ministros informados do que está acontecendo. E ainda culpam a mim, como se eu fosse um insensível no tocante às mortes. A fome também mata. A depressão tem causado muitos suicídios no Brasil. Onde é que nós vamos parar? Será que o governo federal vai ter que tomar uma decisão antes que isso aconteça? Será que a população está preparada para uma ação do governo federal no tocante a isso?”.
A saudade do Ato Institucional nº5 está consumindo o Presidente. Já pensou um novo tempo sem garantias individuais do cidadão, como o habeas corpus, as prisões na calada da noite, a tortura e o assassinato de Estado. Eh! Tempo bão, que está demorando a voltar.
“Ele é o grande aliado do vírus e da morte”, diz Rui Costa sobre Bolsonaro, após ação no STF.

O governador Rui Costa reagiu com indignação, na manhã desta sexta (18), à decisão do presidente Bolsonaro de entrar com uma ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar suspender os decretos de medidas restritivas que estão em vigor na Bahia, no Rio Grande do Sul e no Distrito Federal.
“Essa ação no STF é mais uma vez a tentativa dele de mostrar que é aliado do vírus, aliado da morte. Está tentando acelerar o número de mortes e a disseminação do vírus no Brasil. Ele vive da crise, do colapso, e como ele é incapaz, incompetente para gerir o país, quer aprofundar ainda mais a crise para tentar polarizar com uma parcela da sociedade”, disse Rui, depois de afirmar também que já acionou a Procuradoria Geral do Estado (PGE) para tomar as providências judiciais necessárias.
O governador baiano reclamou também das dificuldades criadas pelo presidente em meio ao pior momento da pandemia no país.
“Além de não ajudar, o presidente faz questão de tentar atrapalhar. Infelizmente o presidente não se cansa de dar demonstrações de desprezo pela vida e desprezo pela dor do próximo”, finalizou.
Sobre a ação, que é movida pela Advocacia Geral da União, a Procuradoria Geral do Estado da Bahia informou que a ação não tem relator, que o Estado da Bahia ainda não foi formalmente notificado, mas, que assim que for citado, irá se pronunciar.
A PGE acredita ainda que o STF irá manter as medidas restritivas adotadas pelo Estado.
O ódio volta ao campo: lavouras orgânicas de arroz são pulverizadas com agrotóxicos.
Nova investida contra agricultores ocorreu uma semana após decisão judicial que proíbe o uso de agrotóxicos por fazendeiros de arroz e soja não orgânicos da região
Do EXTRA CLASSE

Casas, plantações e estufas foram atingidas por substância química, que provocou intoxicação de pessoas no assentamento Foto: MPTRS/ Divulgação
Agricultores do assentamento Santa Rita de Cássia II, em Nova Santa Rita denunciaram à polícia civil, ao Ministério Público e ao judiciário, na manhã desta quinta-feira, 18, novo ataque aos sem-terra com a pulverização de substâncias químicas sobre as plantações.
Diversas pessoas foram atendidas no posto de saúde local com sintomas de intoxicação, irritações nas vias aéreas, dores de cabeça e náuseas. Elas foram atingidas pela pulverização deliberada de veneno feita por uma aeronave clandestina diretamente sobre as casas e lavouras do assentamento.
De acordo com a denúncia dos sem-terra, o avião clandestino, um bimotor identificado apenas pelo prefixo PP XET, sem licença para a aviação agrícola, sobrevoou o assentamento no final da tarde de quarta-feira, 17, dando vários rasantes sobre as moradias, hortas e estufas e em seguida liberou uma nuvem de veneno. A ação foi registrada em fotos e vídeos encaminhados pela assessoria jurídica do assentamento à polícia, ao MPRS e à Justiça Federal.
Ataque deliberado após decisão judicial

Sobrevoos foram registrados pelos sem-terra Foto: MST/ Divulgação
O ataque ocorreu cerca de uma semana depois que os agricultores obtiveram na Justiça uma liminar que proíbe a utilização indiscriminada de agrotóxicos por fazendeiros da região. A decisão favorável da 9ª Vara Federal de Porto Alegre foi obtida depois que os sem-terra denunciaram a destruição das plantações pela deriva da pulverização de pesticidas por proprietários de fazendas vizinhas.
A ação coletiva dos produtores contou com o apoio da Associação Gaúcha de Proteção ao Meio Ambiente (Agapan), Instituto Preservar, Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais (Ingá), Núcleo Amigos da Terra (Brasi), Associação Comunitária 29 de Outubro, Associação Amigos do Meio Ambiente (AMA) e Cooperativa Central dos Assentamento do Rio Grande do Sul (Coceargs).
“Ainda estamos assustados com os últimos ocorridos, mas o fato é que o que aconteceu aqui não foi casual e nem um simples tráfego da aeronave. Foi um recado claro e visível ameaça. O avião sobrevoou por, no máximo dez minutos. Foram três voltas e com voo baixo sobre as casas, algo que nunca tinha acontecido. Outro dado importante foi a rota que a aeronave fez, sempre por cima das propriedades que têm horta e estufas, porque os fazendeiros sabem que foram esses agricultores que denunciaram a deriva de novembro”, relata Augusto Olsson, da liderança dos assentados.
“Acreditamos que tenha sido uma retaliação à liminar concedida pela Justiça suspendendo o uso de agrotóxicos na região. Além de uma desobediência à determinação do judiciário, é muito grave porque desta vez não foi só a deriva de agrotóxicos, foi um ataque deliberado, proposital, tanto que a aeronave sobrevoou as casas e as plantações uma seis vezes”, afirma Emiliano Maldonado, da Rede Nacional de Advogados e Advogadas Populares (Renap).
De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aeronave não está registrada para a aviação agrícola. A propriedade do avião é investigada pela polícia civil.
Ataques do agronegócio
Assentamento Santa Rita de Cássia integra o complexo de produção do MST, o maior produtor de arroz agroecológico da América Latina Foto: Alex Garcia/ MST/ Divulgação
O assentamento da reforma agrária é referência na produção de arroz orgânico e da agricultura agroecológica do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), que por sua vez é o maior produtor de arroz sem a aplicação de venenos do plantio à colheita na América do Sul. No Santa Rita de Cássia II, pioneiro da reforma agrária no estado, vivem cerca de 30 famílias.
Depois dos produtores de uvas, os sem-terra vêm sendo as novas vítimas de produtores de grãos não orgânicos, que usam agrotóxicos em larga escala em suas lavouras, provocando a contaminação por deriva de venenos.
Os ataques deliberados contra os sem-terra vêm se tornando cada vez mais frequentes. Em novembro do ano passado, a deriva de agrotóxicos destruiu cerca de 80% das plantações e provocou intoxicações de agricultores nos assentamentos em Nova Santa Rita e Eldorado do Sul.
Agro: Congresso derruba veto e CPRs físicas estão excluídas de recuperação judicial
Do Canal Rural
As Cédulas de Produto Rural (CPRs) são importante instrumento de financiamento do agronegócio em todo o País. A exclusão das CPRs de pessoa física já havia sido aprovada por parlamentares durante votação do projeto de lei que alteraria a Lei de Falências, mas, no momento da sanção, o presidente Jair Bolsonaro vetou a proposta por recomendação do Ministério da Economia.
Em sessão do Congresso Nacional realizada nesta quarta-feira, 17, deputados e senadores votaram pela derrubada do veto, feito pelo presidente Jair Bolsonaro, ao trecho do projeto de lei (PL) 6.229 de 2.005 que alterava a lei das Cédulas de Produto Rural (CPRs).
Dessa forma, segue para promulgação um artigo que impede a inclusão de CPRs de liquidação física em processos de recuperação judicial, salvo em “casos fortuitos ou de força maior”.
Nas últimas semanas, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) fez articulações com governo e outros parlamentares das duas casas para conseguir um acordo pela derrubada do veto. Porém, o trecho da emenda que colocava à cargo do Ministério da Agricultura a determinação do que seriam “casos fortuitos ou de força maior” teve veto mantido. O entendimento é que essa decisão cabe ao Poder Judiciário e não deve estar sujeito à mudanças de definições a cada troca de líder da pasta.
Operação da Polícia Federal confirma suspeitas de fraudes em Barreiras, diz vereadora.

Já tem algum tempo que questionamos diversas atitudes na gestão municipal, principalmente no que tange a Secretaria de Educação, recurso do Fundeb e obras superfaturadas, diz a vereadora Carmélia da Mata.
Com essa operação da Polícia Federal na Secretaria de Educação e Prefeitura de Barreiras, ficamos mais confiantes que estamos sendo ouvidos e que muita sujeira vai aparecer.
Imaginem que dados da investigação indicam constituição e a contratação fraudulenta de um consórcio formado por empresas sem estrutura, subcontratando pequenos empreiteiros para reformar escolas municipais, por meio do Contrato nº 208/2017.
Segundo informações, o acordo foi firmado pela Prefeitura de Barreiras em decorrência de adesão a uma Ata de Registro de Preços vigente em Ilhéus, no Litoral Sul.
Ainda segundo a PF, foi constatada também a contratação de outras empresas do ramo de engenharia, por meio de fraude em licitações, com indícios de superfaturamento, para a elaboração de projetos executivos, reformas e construção de escolas.

A sede de uma das construtoras contratadas, em Sítio do Rio Grande, São Desiderio: a solitária betoneira mostra que ali está sediada uma grande firma de engenharia. A empresa foi visitada pela PF nesta quinta-feira.
Nova UCC é entregue à população de Luís Eduardo Magalhães

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Saúde entrega nesta quinta-feira (18), a Nova Unidade de Controle Covid-19 (Nova UCC) do Município.
“Estamos entregando para a população a instalação da Nova UCC. Uma estrutura mais moderna, que nos permitirá cuidar melhor das pessoas expostas a este vírus que tanto tem nos causado dor e prejuízos”, contou o prefeito Junior Marabá.
Uma das principais melhorias na Nova UCC é a unidade de coleta de exames do LACEN, dentro da estrutura. Isso irá acelerar os processos de diagnósticos e dar mais comodidade aos pacientes suspeitos de contaminação.
“Esta nova estrutura vai dar mais dignidade e humanidade aos atendimentos”, pontuou.
Não houve acréscimo de custo para realização da obra. A empresa que construiu a Nova UCC, foi a mesma responsável pela montagem da primeira estrutura.
“Trabalhamos com os módulos, que é algo de mais inovador para o momento, para que pudéssemos climatizar o ambiente e também pensamos na privacidade do nosso usuário. Fizemos as rampas de acesso, pensando naqueles que por ventura apresentarem dificuldade na locomoção, como os cadeirantes”, disse a diretora da UCC, Kenia Guedes.
Operação Kindergarten: denúncias do MPF iniciaram em meados de 2020.
A matéria a seguir, publicada no G1bahia, em 17/07/2020, pode esclarecer os primórdios e a motivação para a Operação da Polícia Federal desencadeada hoje. Como na época, o foco é a atuação do gestor municipal, Zito Barbosa e seus comandados.
O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou uma ação civil contra o município de Barreiras, no oeste da Bahia e o prefeito, João Barbosa de Souza Sobrinho, solicitando que as verbas do Fundef, atual Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), sejam usadas exclusivamente para a educação.
Segundo o MPF, embora o município tenha apresentado um plano de aplicação dos recursos apenas para a educação, o prefeito teria distribuído ilicitamente pelo menos R$ 115 milhões em várias contas bancárias diferentes (para dificultar a fiscalização), e depois realizou pagamentos diversos, muitos deles com indicativos de irregularidade.
Túlio Viana, procurador do município de Barreiras, disse que, na quinta-feira (16), “foi notificado de decisão judicial que negou liminar pretendida pelo MPF, visando o bloqueio dos recursos do precatório do Fundeb, recebido pelo município em 2017.
“A referida decisão judicial é clara ao firmar que, em juízo preliminar, não foi possível identificar ter havido qualquer irregularidade na aplicação desses recursos. Nessa oportunidade, o município de Barreiras reitera seu compromisso de seguir aplicando os recursos em conformidade com o que determina o TCU, o TCM e os demais órgãos que regulamentam essa matéria”, disse.
Em nota, o MPF afirmou que a Justiça Federal negou o pedido liminar de bloqueio dos recursos, por confiar que o gestor vai cumprir a lei. O órgão diz, entretanto, que a Justiça Federal reconheceu a existência de indícios de ilegalidades relacionadas a empresas contratadas e pagas com recursos do Fundef.
Segundo a ação, ajuizada em 30 de junho pelo procurador da República Adnilson Gonçalves da Silva, a prefeitura deve aplicar R$ 178.617.634,26 e seus rendimentos exclusivamente na educação pública municipal. Os recursos foram pagos pela União à prefeitura em julho de 2017, como precatório do Fundef.
De acordo com o MPF, os pagamentos ilícitos contemplaram tributos, taxas, tarifas, despesas ordinárias (para as quais há recursos próprios), empresas vinculadas a servidores públicos, pessoas já condenadas por improbidade administrativa e empresas sem capacidade operacional, além de contratações milionárias de empresas de eventos e publicidade.
O MPF solicitou ainda a condenação do município e seu gestor para que apresentem em 60 dias, sob pena de multa solidária diária de R$ 100 mil um plano de aplicação dos recursos, que deve incluir o modo e o prazo de ressarcimento dos valores já utilizados; pediu também que abstenham-se de realizar gastos indevidos e promovam o ressarcimento à conta vinculada do Fundef de todos os recursos que eles não consigam comprovar que tenham sido efetivamente empregados na melhoria da educação básica, observadas as orientações e recomendações dos órgãos de controle.
De acordo com o órgão, será avaliada a apresentação de eventual recurso processual, sem prejuízo de outras medidas judiciais e extrajudiciais para corrigir os ilícitos constatados e obter a condenação dos responsáveis. Na ação, o município e o prefeito serão citados para contestação e apresentação de eventuais provas, depois disso o processo poderá seguir para sentença.
TCU e TJ-BA
Segundo o MPF, o Tribunal de Contas da União (TCU) já havia reconhecido a necessidade do município de Barreiras ressarcir à conta vinculada à educação valores pagos a título de reforma de escolas, mas sem efetiva comprovação da regularidade dos gastos.
Além disso, o MPF informou que o município ajuizou ação no Tribunal de Justiça da Bahia buscando autorização para utilizar os precatórios do Fundef em áreas diferentes da educação. O pedido foi negado.
O horror não começa de um dia para o outro. Se instala no seio da Pátria lento e inexorável.
Quando se instalou o período do horror na Alemanha, no início dos anos 30 a única saída para os perseguidos, judeus, ciganos, homossexuais e portadores de defeitos físicos era a fuga para outros países. Veículos de comunicação, rádios e jornais, eram controlados pelo Partido Nazista.
Hoje em dia, a capilaridade intensa das mídias sociais, não permite mais que se façam execuções em massa, prisões indevidas, torturas e confisco de bens como se fez antes e depois da deflagração da guerra. Os “judeus” não vão mansamente para a vala das execuções como antigamente.
De vez em quando, algumas prisões arbitrárias e intimidatórias, como foi a dos meninos que seguraram uma faixa em frente ao Palácio do Planalto contra o genocídio. Ou da Senhora que pagou um out-door em Goiânia para falar sobre o valor do pequi roído.
Tudo começa lentamente e com o disfarce mal enjambrado de “justiça”. Em Uberlândia, em Brasília e outras cidades do País, dezenas de pessoas estão sendo intimadas ou conduzidas a delegacias para prestar depoimento, depois do pouco alentador “chá-de-banco”.
Se não houver resistência a esse movimento intimidador, em breve as ações se agravarão e milicianos percorrerão as ruas aplicando a justiça sumária.
No Brasil de hoje, o pior sempre está para acontecer. Não temos coragem para visões otimistas de futuro.
Prefeito Junior Marabá visita sede da APAE-LEM

O prefeito Junior Marabá visitou a sede da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Luís Eduardo Magalhães, APAE-LEM, na manhã desta quarta-feira (17). Em 2021, a instituição completa 18 anos de fundação.
Ele foi recebido pelo presidente e pela diretora da APAE-LEM, Ronei Pereira e Gilianna Bonissoni.
O carismático Douglas Luis Turmena, carinhosamente conhecido como ‘Dodô’, aluno da casa também acompanhou o Prefeito na visita.
Também participaram da visita, o secretário Executivo Walter Baldoni e o ex-presidente da APAE, Jaime Capelesso.
A APAE-LEM cumpre um papel fundamental na inserção de pessoas com deficiência na sociedade, oferecendo atendimento educacional e de saúde especializado. Para o ano letivo de 2021, já são 180 pessoas matriculadas.
Maioria (71%) apoia medidas restritivas enquanto vacina não chega.
Pesquisa realizada pelo DataFolha nos últimos dois dias informa que 71% dos pesquisados aprovam as restrições de circulação nas cidades, como ferramentas de enfrentamento à pandemia. No final de 2020, 61% das pessoas apoiavam a medida.
Da mesma forma, 59% dos entrevistados apoiam o fechamento de igrejas, enquanto que em dezembro apenas 49% apoiavam.
A manutenção das escolas fechadas é apoiada por 66% dos entrevistados.
Polícia Federal realiza Operação de busca e apreensão em Barreiras e São Desidério.

Estão sendo cumpridos 16 mandados de busca nos estados da Bahia e de Minas Gerais. Em São Desidério, na casa de gestores da Educação em Barreiras, foram apreendidos dinheiro vivo, jóias, muitos documentos. Também foram apreendidos documentos na Prefeitura de Barreiras. A Polícia Federal fez circular a seguinte nota sobre a Operação:

Barreiras/BA – A Polícia Federal deflagra nesta quinta-feira, 18/3, a Operação Kindergarten, que visa à repressão de fraudes em licitações e o desvio de recursos públicos destinados à educação, repassados pela União ao município de Barreiras, no oeste baiano.
Cerca de 80 policiais federais cumprem 16 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. As medidas ocorrem nos municípios baianos de Barreiras, São Desidério e Salvador, além de Belo Horizonte, Contagem e Divinópolis, em Minas Gerais.
As investigações que deram origem à operação foram iniciadas no ano de 2020, com base em informações apresentadas pelo Ministério Público Federal, que indicavam a constituição e a contratação fraudulenta de um consórcio formado por empresas sem estrutura operacional, para a reforma de escolas municipais, por meio de contrato firmado pela Prefeitura de Barreiras, em decorrência de adesão a uma Ata de Registro de Preços vigente no município de Ilhéus/BA.
Após atuação conjunta da Polícia Federal com o Ministério Público Federal, identificou-se a contratação de outras empresas do ramo de engenharia, por meio de procedimentos licitatórios fraudulentos, com indícios de superfaturamento, para a elaboração de projetos executivos, reformas e construção de escolas.
Os responsáveis pelas condutas delitivas investigadas responderão pela prática dos crimes de fraude a licitação (art. 90 da Lei 8.666/93); falsidade ideológica (art. 299 do Código Penal); corrupção passiva (art. 317 do Código Penal); corrupção ativa (art. 333 do Código Penal); organização criminosa (art. 2º da Lei 12.850/13); crime de responsabilidade (art. 1º, inciso I do Decreto-Lei nº 201/67) e lavagem de dinheiro (art. 1º da Lei 9.613/98).
O nome da operação, Kindergarten, cuja tradução para o português é Jardim de Infância, faz referência ao termo criado pelo alemão Friedrich Froebel (1782-1852), um dos primeiros educadores a se preocupar com a educação infantil.
Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia
Nesta manhã a Prefeitura de Barreiras divulgou a seguinte nota oficial:
A Prefeitura de Barreiras esclarece que foi alvo nessa quinta-feira (18), de uma operação da Polícia Federal, autorizada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que apura procedimentos no âmbito de uma licitação, cuja Ata de Registro de Preços teve a adesão do Município de Barreiras.
Conforme autorização judicial, a Polícia Federal realizou diligências com o objetivo de localizar documentos que contribuam na elucidação dos fatos pertinentes à investigação. A Prefeitura de Barreiras, por meio da Procuradoria Geral do Município, está colaborando com o fornecimento de todos os documentos requeridos pela Polícia Federal, necessários à elucidação dos fatos pertinentes à investigação em curso.
Barreiras-BA, 18 de março de 2021.
Prefeitura de Barreiras
Capital do Oeste
Já fez as contas? Veja em quantos segundos um brasileiro testa positivo para Covid.
Ontem, cerca de 96.000 brasileiros testaram positivo para Coronavírus. O dia de 24 horas tem 86.400 segundos. Isso significa que a cada segundo, enquanto o seu coração deu de dois a três pulsos, mais de um brasileiro ficou sabendo que contraiu o vírus.
Um grande número de pacientes sente os primeiros sintomas mas nem procura os pronto-socorros e hospitais, porque sabe que não será atendido. Sempre na esperança de que a doença não se agrave.
Seguindo o mesmo cálculo, a cada 25 segundos, um brasileiro morre, perdendo em definitivo a luta contra a doença.
Mesmo depois de ter procurado a casa da sua mãe para comprar uma vacina, sem sucesso, e ser classificado como frouxo ou maricas pelo insigne Presidente da República.
Polícia Civil fecha a arapuca de Oscar Maroni, a boate Bahamas.
A boate e motel Bahamas, em São Paulo, famosa pelas polêmicas de seu proprietário, Oscar Maroni e pelas mulheres caras, foi fechada às 22 horas da noite desta quarta-feira por uma força-tarefa da Polícia Civil e PM, por estar desobedecendo o toque de recolher na Capital paulista. Os frequentadores e as meninas foram levadas para uma Delegacia de Polícia para prestar depoimentos.
A ação, que foi acompanhada e filmada pelo deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP), ocorreu após divulgação de uma festa no local. Cerca de 40 pessoas estavam no local no momento da ação da força-tarefa.
Oscar Maroni, bolsonarista fanático, chegou logo em seguida e alegou que no local funciona um hotel.
“Sou um homem de risco, tenho 70 anos, sou diabético, já tomei as minhas duas vacinas. Aqui é um hotel. Estamos funcionando como hotel. Eles vieram fazer a averiguação. O hotel pode trabalhar segundo as exigências. Eles acharam que era uma boate, um balneário”, declarou.
O pior está por vir, diz médica epidemiologista.
“Confesso que estou exausta. Já escrevendo tudo errado e com muita angústia do que está por vir. É a primeira vez que tenho medo do que está acontecendo. E tristeza pela falta de empatia de muitos…o pior está por vir. Se cuidem! Estamos à deriva!”, disse a médica Ethel Maciel, uma das principais epidemiologistas do Brasil.
Estado de Saúde de Vereador baleado ainda não atingiu estabilidade desejada.
Segundo informes extra-oficiais, o estado de saúde do vereador de Luís Eduardo Magalhães, Dé do Sol do Cerrado (PTC), baleado ontem de manhã quando saía de casa, na região Leste da Cidade, ainda não atingiu estabilidade em sua recuperação.
Dé foi baleado no ombro direito e no abdome. Esta última perfuração de bala deve causar problemas maiores. Só no terceiro dia após a cirurgia são notadas as maiores complicações médicas em função da contaminação da caixa abdominal.
A Polícia Civil está tomando depoimentos sobre o crime e ainda não divulgou nomes do autor ou autores dos tiros.
Hoje ofertas renovadas na rede de Supermercados Marabá




O cara só tem uma bicicletinha mas se diverte a beça. E nóis aqui só no Netflix!
Presidente do Conass prevê até mais oito semanas de grave crise da pandemia

Em entrevista à CNN nesta quarta, o presidente do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), Carlos Lula, disse acreditar em melhora de indicadores da Covid-19 no país apenas para o final de abril.
Ele também alertou que a variante no Brasil no momento é muito mais intensa que a anterior e declarou que “vai faltar medicamentos para intubar pacientes”.
Quem faz a pauta agora é Lula; o “Ungido” segue errático como barata tonta.

STJ mantem prisão fechada dos principais líderes envolvidos na Operação Faroeste.
A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve, na tarde desta quarta-feira (17), a prisão preventiva de seis envolvidos na Operação Faroeste, que investiga um esquema de venda de sentenças no âmbito do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).
Com a decisão, seguem presos a juíza Maria do Socorro Barreto Santiago, o juiz Sérgio Humberto de Quadros Sampaio, o advogado Márcio Duarte, o assessor de gabinete Antônio Roque, o falso cônsul Adailton Maturino e a advogada Geciane Maturino.
Votaram a favor da manutenção da prisão os ministros Og Fernandes, relator do caso; Felix Fischer; Francisco Falcão; Luís Felipe Salomão; Mauro Campbell Marques; Benedito Gonçalves; Nancy Adrighi; Laurita Vaz; Maria Thereza Moura e Herman Benjamin.
O ministro João Otávio de Noronha abriu a divergência, pedindo a revogação das prisões preventivas dos magistrados Maria do Socorro Santiago e Sérgio Humberto Sampaio. Ele foi acompanhado pelos colegas Raúl Araújo e Jorge Mussi.
Houve ainda o voto do ministro Napoleão Maia Filho, que opinou pela aplicação de medidas cautelares diversas da prisão.
O presidente do STJ, ministro Humberto Martins, não proferiu seu voto.
A tragédia anunciada: em 24 horas, 3.149 mortes e mais de 100 mil novos casos.

Com exceção de Roraima e Rio de Janeiro, os outros estados estão em colapso hospitalar segundo mapa da Fiocruz.
Pela primeira vez desde o início da pandemia, o balanço divulgado pelo painel do Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass) trouxe um número de óbitos superior aos 3 mil diários.
Dados divulgado nesta quarta-feira (17), apontam que foram 3.149 novos registros nas últimas 24h. Em razão do atraso da divulgação da secretaria de saúde do Rio Grande do Sul na terça-feira, os dados foram contabilizados nesta quarta, o que ajudou a provocar esse recorde absoluto.
Na terça-feira, foram 2.340 vidas perdidas em 24h no balanço feito pelo Conass – enquanto no do Ministério da Saúde o número fatal ficou em 2.841.
No total, o país chora a morte de 284.775 brasileiros durante a pandemia de Covid-19.
Além disso, o número de novos infectados chegou a 99,6 mil em 24h, outro recorde. São 11.693.838 casos confirmados acumulados.
Bahia: números também crescem
A Secretaria Estadual da Saúde (Sesab) registrou 130 notificações de mortes em decorrência da Covid-19 nesta quarta-feira (17), o segundo pior número para o período de 24 horas desde o início da pandemia. O recorde segue sendo do último 26 de fevereiro, quando o estado contabilizou 137 óbitos.
O governo do estado ressalta, no entanto, que as 130 mortes registradas nas últimas 24 horas não ocorreram nesta quarta, dia de notificação dos óbitos. O atraso nos registros ocorre devido ao acúmulo de exames no Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen).
Com as 4.749 novas contaminações registradas no boletim epidemiológico, a Bahia acumula agora 753.584 casos confirmados da Covid-19 e 13.589 mortes desde o dia 6 de março de 2020, quando foi identificada a primeira contaminada pelo novo coronavírus no estado.
O número de internados com casos graves da doença também segue aumentando na Bahia, batendo recorde atrás de recorde. Após a Sesab apontar 1.143 pessoas em leitos de terapia intensiva na terça-feira (16), o estado alcançou 1.157 pacientes em UTIs nesta quarta (17). Entre eles, são 1.134 adultos e 23 crianças.
A taxa de ocupação dos leitos de terapia intensiva para adultos na Bahia é de 86%. Nas UTIs pediátricas, é de 64%. No caso das enfermarias, o percentual de vagas preenchidas é de 65% entre as para adultos e 60% nas infantis.
Luís Eduardo Magalhães: Cultura ganha nova cara.
A Cultura de Luís Eduardo Magalhães está começando a tomar forma e ganhar caras. O músico e professor Carlos Junior Gramacho de Sousa comandará a pasta, e também contará com a participação dos coordenadores Maestro David Monteiro e de Bianca Tavares para dar novos rumos para a Cultura do município.
“O nosso principal foco serão as nossas crianças. Acredito na construção do sentimento de pertencimento pela nossa terra. Luís Eduardo Magalhães precisa despertar nessa garotada que nasceu e cresceu aqui o amor pela cidade, pelo estado e pela pátria. Vamos trabalhar estes sentimentos através de diversas as expressões culturais. Luís Eduardo é cidade plural, tem gente de todo o Brasil e de diversas culturas” disse o prefeito Junior Marabá.
O músico Carlos Gramacho, nomeado Diretor de Cultura e Turismo, que é formado em música pelo Centro Universitário Claretiano de Batatais, trabalhou por mais de sete anos no projeto Mais Educação do Governo Federal, como professor de música.
“Recebi com orgulho o convite do prefeito Junior Marabá. E diante do foco dele em trabalhar prioritariamente com crianças me sinto apto para essa tarefa. Durante minha estada no Mais Educação, tive oportunidade de trabalhar com mais de 1.500 crianças. Estou feliz com este novo desafio”, comemorou o novo diretor, Carlos Gramacho.
Já o maestro David Monteiro é Sargento Músico aposentado e com largo trabalho prestado nos estados do Rio de Janeiro, Mato Grosso e Bahia.
Em 2013 formou a Orquestra Sinfônica de Luís Eduardo Magalhães, com 40 participantes entre adultos e crianças. O projeto em que esteve à frente contou com cerca de 450 alunos participantes.
“Este primeiro momento é para organizar a casa. Vamos fazer um levantamento de todos os equipamentos e instrumentos que temos à disposição para dimensionar a nossa capacidade de buscar Projetos”, disse o maestro David Monteiro.
Bianca Tavares, pedagoga e pós em psicopedagogia, já faz parte da equipe da Cultura desde o início da atual gestão e está coordenando o setor desde então.
“De fato, o momento é de arrumar a nova casa aonde irá funcionar o gabinete da Cultura até que tenhamos os nossos novos espaços, para ensaios e apresentações, finalizados. Teremos novidades em breve”, afirmou a coordenadora Bianca Tavares.
Pesquisa Forum e Pesquisa Data Folha indicam queda da popularidade de Bolsonaro.
Se a eleição fosse hoje o ex-presidente Lula venceria Jair Bolsonaro no segundo turno e ficaria à frente já no primeiro em um cenário mais concentrado com apenas quatro candidatos, sendo os outros dois Ciro Gomes e João Doria. É o que mostra a 8ª edição da Pesquisa Fórum, realizada entre os dias 12 e 16 de março, em parceria com a Offerwise.
De acordo com a pesquisa estimulada (quando os nomes são apresentados aos entrevistados), 31,2% disseram que votariam no petista já no primeiro turno. Bolsonaro tem 30,7% das intenções de voto; Ciro Gomes, 7,4% e João Doria, 6,4%. Já os que não votariam em nenhum são 24,3%.
Num segundo cenário também estimulado, ainda no primeiro turno, mas com mais candidatos, Lula e Bolsonaro aparecem tecnicamente empatados. Bolsonaro tem 29,2%, Lula, 27,1%, Sergio Moro, 7,8%, Luciano Huck, 6,8%, Ciro Gomes, 6,1%, João Doria, 4,9%, João Amôedo, 1,6%, Guilherme Boulos, 1,5% e Flavio Dino, 0,2%. Os que não votariam em ninguém são 14,6%.
No terceiro cenário, com o ex-prefeito de São Paulo, ex-ministro da Educação e ex-candidato em 2018, Fernando Haddad, o atual presidente Jair Bolsonaro venceria com relativa folga. Bolsonaro tem 31,2% das intenções de voto, em seguida vem Haddad, com 13,3%. Ciro Gomes tem 7,7%, João Doria, 7%, Huck, 6,8%, Guilherme Boulos, 3,2% e Amôedo, 2%. Neste cenário, cresce o número de indecisos: 28,8% disseram que não votariam em nenhum candidato.
Cenário 3: Em quem votaria se a eleição fosse hoje (1º turno), sem Lula
Lula dispara após anulação de condenações
Na série histórica da Pesquisa Fórum, é a primeira vez que o ex-presidente Lula aparece à frente de Jair Bolsonaro. Esta 8ª edição da pesquisa foi realizada após a anulação das condenações do ex-presidente, conforme decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que tornou o petista elegível, e do pronunciamento histórico no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, na quarta-feira (10). Além do “efeito Lula”, o Brasil atravessa o pior momento da pandemia, com sucessivos recordes no número de mortes.
Entre junho de 2020 até novembro de 2020, Bolsonaro liderava a disputa, chegando a ter 41% das intenções de voto em agosto. Já Lula apareceu em todas as pesquisas do ano passado com índices entre 15 e 17,1% no primeiro turno. Neste mês, Lula praticamente dobrou. Já o possível candidato que mais caiu nas intenções de voto foi o ex-juiz Sergio Moro, que tinha 18,4% de intenções de votos em junho de 2020 e, agora, soma 13,6%.
DataFolha: 54% rejeitam o Presidente
A rejeição à ação de Jair Bolsonaro na gestão da pandemia da Covid-19 disparou ao maior nível desde que a crise sanitária começou, há um ano, segundo pesquisa do Datafolha divulgada nesta quarta-feira (17). 54% dos brasileiros veem sua atuação como ruim ou péssima. Na rodada passada, realizada em 20 e 21 de janeiro, 48% reprovavam o trabalho de Bolsonaro. 45% dizem nunca acreditar em Bolsonaro.

A desconfiança de Bolsonaro é absoluta: só 13% dizem sempre confiar no que o presidente diz, ante 23% dos homens.
A reprovação a Bolsonaro é recorde: 44%, contra 40% registrados em janeiro.
Na pesquisa atual, o índice daqueles que acham sua gestão da crise ótima ou boa passou de 26% para 22%, enquanto quem a vê como regular foi de 25% para 24%. Não opinaram 1%.

A gestão do general Eduardo Pazuello, que está de saída do Ministério da Saúde, chega ao fundo do poço: a avaliação positiva da pasta caiu de 35% para 28% de janeiro para cá, o menor índice desde o início da pandemia.
43% consideram Bolsonaro o principal culpado pela fase aguda da pandemia, informa a Folha de S.Paulo.
O instituto ouviu por telefone 2.023 pessoas nos dias 15 e 16 de março. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.
Vereador de Luís Eduardo sofre atentado a bala no bairro onde mora.
O vereador “Dé do Sol do Cerrado” sofreu no início da manhã desta quarta-feira, uma tentativa de homicídio no Residencial Sol do Cerrado, onde mora. O edil havia saído de casa para comprar pão quando foi interceptado por dois indivíduos em um carro.

O vereador foi socorrido para a UPA, onde se encontra consciente. Ele foi atingido no ombro do lado direito e no abdome. O vereador deveria ser internado no Hospital e Maternidade Gileno de Sá, mas, com o agravamento da sua situação, encaminhado para o Hospital do Oeste, em Barreiras.
A autoria e a motivação do crime tentado ainda são desconhecidas. O caso será investigado pela Polícia Civil local que esteve na UPA colhendo informações.
Lava Jato custou 4,4 milhões de empregos e 3,6% do PIB.
O estrago econômico e social provocado pela Operação Lava Jato de Curitiba, comandada pelo ex-juiz Sérgio Moro, foi intencional e teve como objetivo possibilitar a implementação de um projeto que beneficia os interesses estrangeiros sobre o petróleo brasileiro, avaliou o presidente da CUT, Sérgio Nobre, durante a apresentação oficial, na tarde desta terça-feira (16), do estudo realizado pelo Dieese, a pedido da Central, que mostra os impactos negativos da operação na economia brasileira.
A Petrobras, assim como grandes outras empresas, foi o principal alvo da operação, ressaltou Sérgio. “Desde o início dessa operação, nós já dizíamos que empresas não cometem crimes, pessoas sim. E são elas que têm que ser investigadas e punidas. Não as empresas”, disse o presidente da CUT.
Os dados mostram que a operação, propagandeada com uma das maiores de todos os tempos no combate a corrupção, na verdade, foi responsável pelo caos econômico e social que o país vive.
Intitulado de “Implicações econômicas intersetoriais da operação Lava Jato”, o estudo mostra que Brasil perdeu R$ 172,2 bilhões de reais em investimento no período de 2014 a 2017.
O montante que o país perdeu em investimentos é 40 vezes maior do que os recursos que os procuradores da força-tarefa da lavo jato do Paraná anunciaram ter recuperado e devolvido aos cofres públicos, ressaltou o dirigente.
Sem dados do RS, Brasil bate recorde com quase 3 mil mortes e a tendência é piorar.
Do Urbs Magna
Foram registrados 2.841 óbitos e o total, desde o início da pandemia, passa de 280 mil vítimas – informações do Rio Grande do Sul não entraram na contagem nacional por problemas técnicos. No Estado, 321 pessoas esperam uma vaga em UTIs.
O Brasil atingiu novo recorde de mortes por Covid-19 em 24 horas nesta terça-feira (16). Foram 2.842 desde a tarde do dia anterior.
Os números são do levantamento do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) e da Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul —os dados do estado não entraram na contagem nacional por problemas técnicos.
O maior aumento registrado em um dia, até então, fora na última quarta-feira (14), quando 2.286 óbitos entraram na contagem.
Com a atualização, o país ultrapassa 280 mil vítimas da doença causada pelo novo coronavírus. Ao todo, foram 281.626 desde o início da pandemia.
Também foram acrescentados mais 84.362 casos à contagem, totalizando 11.603.971.
A média móvel de mortes atingiu nova máxima, pelo 21º dia consecutivo. Nos últimos sete dias, ficou em 1.894.
Também foram acrescentados mais 74.595 casos à contagem, totalizando 11.594.204.
Os números podem ser ainda maiores, já que os dados do Rio Grande do Sul não foram atualizados. De acordo com o Conass, houve problemas técnicos no acesso.
Esta é a fase mais dura da pandemia no país, mas a Fiocruz alerta que a situação pode piorar. Pesquisadores da Fundação destacaram que os estados têm apresentado grandes atrasos nas notificações de casos e mortes por Covid-19 ao Ministério da Saúde.
No Alagoas, o intervalo entre a morte e a inclusão do dado no sistema pode chegar a 47 dias.
“Os dados de mortes não são atuais e a situação deve piorar nas próximas semanas. Alguns municípios ainda estão na virada de janeiro para fevereiro. Não pegaram ainda o período do Carnaval e seus efeitos de contágio. E também não incluem o momento atual, que tem a situação de colapso da rede de saúde de vários estados com lotação superior a 80% nas UTIs para Covid-19. Esses dados podem demorar, porque, quando o sistema de saúde entra em colapso, o sistema de notificação entra junto. Infelizmente, a expectativa é que o cenário ainda piore bastante”, analisou o pesquisador Diego Xavier.
Até as 2h20 desta terça, 23 dos 26 estados e o Distrito Federal tinham mais de 80% de ocupação dos leitos de UTI.
Esses são os estados com mais de 80% de ocupação na rede pública:
-
Rondônia – 100%
-
Rio Grande do Sul – 99,7%
-
Goiás – 97,7%
-
Mato Grosso – 96,6%
-
Santa Catarina – 96,1%
-
Paraná – 96%
-
Pernambuco – 96%
-
Acre – 94,3%
-
Tocantins – 93%
-
Amapá – 90,3%
-
Espírito Santo – 89,2%
-
São Paulo – 89%
-
Distrito Federal – 87,2%
-
Mato Grosso do Sul – 87%
-
Maranhão – 87%
-
Bahia – 86%
-
Paraíba – 85%
-
Minas Gerais – 84,9%
-
Sergipe – 84,1%
-
Pará – 81,2%
Esses são os estados com mais de 80% de ocupação dos leitos públicos e privados:
-
Ceará – 93,7%
-
Rio Grande do Norte – 92,2%
-
Piauí – 91,3%
-
Alagoas – 84%














