E se Jesus Cristo vivesse hoje entre os craquentos de São Paulo?

Se Jesus de Nazaré vivesse hoje, estaria liderando os usuários de crack do Centro de São Paulo.

Seria preso pela polícia política de Covas e Dória e imediatamente algemado.

Seria transportado para o Sinédrio do Planalto, julgado por Fachin sob os olhos atentos da Bozalinda, que chefiaria os soldados na Via Crucis e, no lance final, espetaria o coração do Cristo com sua lança.

Bozolindos não tem plano para enfrentar pandemia, diz TCU

Do Jornal Grande Bahia, editado

Técnicos do Tribunal de Contas da União afirmam que não há planejamento “minimamente detalhado” do Governo Bolsonaro. Também constataram descumprimento de prazos estabelecidos em contratos e falta de entrega de EPIs, respiradores e kits de testes. Governo Lula vacinou mais de 100 milhões de pessoas na pandemia de H1N1, em 2010.

Dez meses após o primeiro caso de Covid-19 no Brasil ser diagnosticado, em 24 de fevereiro de 2020, o Ministério da Saúde não conseguiu elaborar um plano estratégico para o combate à pandemia do coronavírus. É o que constata um documento da Secretaria de Controle Externo da Saúde (SecexSaúde) do Tribunal de Contas da União, que desde março acompanha as ações do governo. Esta é a quinta avaliação apresentada pelo TCU.

Para os auditores do tribunal, não há planejamento “minimamente detalhado” por parte do governo federal. Entre os problemas, eles constataram descumprimento de prazos estabelecidos em contratos e falta de entrega de equipamentos de proteção individual (EPIs), respiradores e kits de testes.

O documento aponta que representantes do Ministério da Saúde não compreenderam como função da pasta a articulação com os governos estaduais e municipais. Para os técnicos do tribunal, a pasta deve recorrer caso não entenda como sua função a elaboração de planos tático-operacionais. Senão, estará descumprindo determinações do TCU sem justificativa, o que acarretaria na “responsabilização dos gestores do ministério”.

A auditoria mostra como um dos exemplos de problemas nas ações da Saúde a aquisição de seringas e agulhas para as vacinas contra a covid-19. Segundo o TCU, a pasta abriu processo para a aquisição de 300 milhões de unidades do material. Onze estados, no entanto, também disseram que iriam comprar 150 milhões de unidades dos mesmos itens.

A Controladoria Geral da União (CGU) alertou que não havia documentos para embasar a demanda do material pelos estados. Também não havia cronograma de entregas. Os técnicos manifestaram preocupação com o possível descompasso entre o fornecimento das doses de vacinas e a data de entrega das seringas e agulhas.

Ainda segundo o relatório do TCU, o desabastecimento de medicamentos usados na intubação de pacientes ainda não foi solucionado, devido a entraves na compra de analgésicos e respiradores. Conforme os técnicos, prazos de diversos contratos não foram cumpridos.

Um desses contratos, assinado em 26 de março, previa que em 15 dias corridos seriam entregues 20 milhões de máscaras cirúrgicas. Só três milhões tiveram a destinação concluída até setembro. Outro, previa a entrega de mais 200 milhões de máscaras cirúrgicas em até 30 dias da primeira remessa, em 26 de abril. Estados e municípios receberam apenas 77% desse material.

Diz a jornalista Maria Eduarda Cardim, no Correio Braziliense:

Enquanto países vizinhos, como Argentina e Chile, anunciam o início da vacinação contra a covid-19 para os próximos dias, o Brasil vive a incerteza da previsão de uma data para a campanha de imunização, que só deve começar em 2021.

Ainda assim, o governo federal não crava uma data para que a população comece a receber a tão esperada vacina. Conhecido por ser um especialista em logística, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, justificou que “o cronograma de distribuição e imunização é mutável”. Para especialistas, a indefinição do começo da vacinação é consequência da falta de uma política nacional de combate ao novo coronavírus.

A melhor imagem ilusionista do ano.

A “Escadaria de Schröder” original, em 2D, foi publicada em 1958, pelo cientista alemão Heinrich G. F. Schröder. Foi ela que deu origem ao icônico trabalho do artista holandês M. C. Escher, com ilusões em diversas formas com efeito tridimensional.

Na ilustração clássica, o que à primeira vista parece ser uma única escadaria, vista de cima, se revela serem duas – a outra vista de baixo. Se não conseguir visualizar, basta girar o desenho de cabeça para baixo. Mas isso só pode ser enxergado por alguns segundos: logo, seu cérebro volta para a para a percepção anterior. Esse fenômeno psicológico é explicado pela teoria de Gestalt, que explica as ilusões de ótica.

Sugihara levou o conceito ao extremo, construindo um objeto realmente 3D. Ele usou recortes de papelão para montar a escadaria, e o resultado foi o mesmo truque com nossas mentes, sob certas perspectivas.

“O objeto 3D também tem duas interpretações, ambas as quais são escadas vistas de cima. As interpretações mudam de uma para a outra quando giramos o objeto em 180 graus em torno do eixo vertical”, disse o matemático.

Mas só porque a gente vê, não quer dizer que seja. O truque é simples: parecem escadas, mas na verdade são superfície planas, em um esperto jogo de ângulos e sombras para enganar nosso cérebro. Nossa mente preguiçosa está constantemente fazendo suposições: uma área acinzentada significa sombra, ou seja, profundidade; ângulos e linhas convergentes representam distâncias. Em geral, esse mecanismo facilita nossa percepção dos objetos e situações do dia a dia.

Do UOL.

Três pessoas falecem em acidente com monomotor brasileiro na República Dominicana.

Um avião Piper Corisco, comandado por um piloto de Barreiras, sofreu um acidente grave, vindo a cair na República Dominicana. Apesar de nenhuma informação, tanto das autoridades aeronáuticas daquele País, sabe-se que 4 passageiros estavam no voo, tendo sobrevivido três deles.

Por coincidência a propriedade da aeronave foi transferida no dia de ontem. Do comprador se conhece apenas o prenome, Rafael, e informações dão conta que é um ex-morador do LEM, atualmente residindo em Brasília.

 

Governador da Bahia anuncia novos chefes da Segurança Pública

Governador da Bahia anunciou as novidades nesta quarta-feira (23), em live nas redes sociais


Rui Costa anunciou o juiz federal Ricardo César Mandarino, como novo secretário da SSP-BA

O governador da Bahia, Rui Costa, anunciou nesta quarta-feira (23), o juiz federal aposentado Ricardo César Mandarino, como novo secretário da Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA). Durante live nas redes sociais, o gestor do estado também confirmou que a delegada Heloísa Brito vai ocupar o cargo de delegada-geral da Polícia Civil, cargo ocupado pela primeira vez por uma mulher.

Rui Costa também anunciou o delegado Hélio Jorge como subsecretário da SSP-BA.

Ricardo César Mandarino é baiano, começou a carreira como delegado da Polícia Civil. O ex-magistrado, atuante na área criminal, é formado em Direito pela Universidade Católica de Salvador e já trabalhou nos estados de Sergipe e Pernambuco.

“Eu gostaria de falar da minha satisfação e da minha honra em ter sido convidado pelo governador Rui Costa para auxiliar na equipe, chefiar a Secretaria de Segurança. Para mim, é especialmente gratificante, porque eu comecei a minha carreira pública aqui, como delegado de polícia, no primeiro concurso que houve da polícia nos anos 70”, disse Mandarino.

“Depois eu fiz concurso para a Procuradoria da Fazenda Estadual, depois juiz federal e eu tenho um pezinho no Ministério Público, porque eu fui do Conselho Nacional do Ministério Público. Eu vou fazer o possível para trazer toda essa experiência para cá, para a gente trabalhar para que essa polícia continue sendo uma polícia boa, cada vez melhor, eficiente, humanista. Essa é a nossa proposta”, concluiu o novo secretário de segurança da Bahia.

O novo subsecretário Hélio Jorge tem cerca de 30 anos no funcionalismo público e já foi diretor geral da Polícia Civil.

Já Heloísa Brito era diretora da academia de polícia quando aceitou o cargo de Diretora Geral da PC. A nova delegada geral tem cerca de 25 anos na instituição.

“Para mim é uma honra enorme ser escolhida como a primeira mulher. A Polícia Civil é formada por homens e mulheres honrados, que se dedicam a essa nobre função, que é fazer polícia”, disse Heloísa Brito.

“Já passei por diversas funções dentro da instituição, plantonista, delegada titular, diretora de departamento, corregedora chefe, delegada geral adjunta e ultimamente estava exercendo a função de diretora da academia de polícia”, contou.


Rui Costa anunciou a delegada Heloísa Brito, como chefe da Polícia Civil

A nomeação de Ricardo César Mandarino, Heloísa Brito e e Hélio Jorge foi assinada nesta quarta-feira. Os três seguem nos seus cargos até domingo (27) e a cerimônia de posse acontecerá na segunda-feira (28).

O cargo de secretário da SSP-BA era ocupado por Maurício Teles Barbosa, exonerado um dia após a Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) deflagrarem uma nova etapa da Operação Faroeste, de combate a suposto esquema criminoso de venda de decisões judiciais.

Além de Maurício Barbosa, Gabriela Caldas Rosa de Macedo, que era chefe de gabinete da pasta, também foi exonerada do cargo, no dia 15 dezembro. Na operação, os dois foram alvos de mandados e afastados do cargo por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

No mesmo dia, foi publicada a nomeação de Ary Pereira de Oliveira para o cargo de secretário da Secretaria da Segurança Pública (SSP). Ary Pereira, que era o subsecretário da pasta, assumiu o posto interinamente.

Governo da Bahia alerta para novo pico da pandemia de Covid-19.

Com a campanha “Só não diga que não sabia”, o Governo da Bahia alerta a população para os riscos das aglomerações em festas de fim de ano. O vídeo, postado nos canais oficiais do Governo, mostra uma jovem que vai a uma festa, onde contrai o coronavírus e volta para casa, transmitindo a covid-19 para a mãe, que morre por complicações causada pela doença.

De acordo com o secretário de comunicação social do estado, André Curvello, o objetivo da campanha foi “aumentar o tom” diante do aumento do número de casos de coronavírus entre as pessoas mais jovens, que acabam transmitindo a doença para os mais velhos.

Argentinos não hesitam em comprar vacina russa e começar a vacinação.

Despega de Moscú rumbo a Argentina el avión con las primeras 300.000 dosis de la vacuna rusa #SputnikV.

Se até o imprestável do Doriana está sendo mais ágil e determinado que os Bozolindos, porque não os argentinos comunistas, vermelhos, totalitários e comedores de churrasco de criança?

Desemprego bate novo recorde: 14 milhões de desempregados

O desemprego bateu novo recorde em novembro, atingindo 14 milhões de brasileiros, de acordo com dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta (23).

A taxa de desocupação chegou a 14,2%, o maior percentual da série histórica da Pnad Covid, pesquisa do IBGE iniciada em maio para mensurar os efeitos da pandemia no país.

Desde maio, aumentou em 4 milhões o número de brasileiros desempregados, um aumento de aproximadamente 40%.

Embora a taxa registrada em novembro seja recorde, houve estabilidade na comparação com outubro, quando o percentual foi de 14,1%.

Especialistas ouvidos pela Folha já alertavam que o número de desocupados poderia aumentar, na medida que o auxílio emergencial pago pelo governo fosse chegando ao fim e o distanciamento social diminuísse.

Isolamento social

A pesquisa aponta também uma queda no número de pessoas em isolamento social rigoroso. Em outubro, o número alcançou o menor patamar da série histórica (23,5 milhões). Em outubro, eram 26,2 milhões nessa situaçao.

Na primeira edição da pesquisa, de maio, eram 49,2 milhões.

Por outro lado, aumentou a quantidade de brasileiros que não dizem não adotar restrições para conter o avanço da Covid-19. Pela primeira vez, esse contingente ultrapassou a marca dos 10 milhões de pessoas, chegando a 10,2 milhões. Em maio, esse grupo representada 4,1 milhões de pessoas.

Com o relaxamento das medidas restritivas até novembro, a população ocupada também subiu e, pela primeira vez, registrou alta na comparação com maio em números absolutos (de 84,7 milhões em novembro frente 84,4 no início da pandemia).

Com a expansão do número de ocupados e desocupados, a força de trabalho cresceu 4,4% na comparação com maio.

A pesquisa também mostrou que 28,6 milhões de pessoas fizeram algum teste para a Covid-19 até o mês de novembro. Desse montante, 6,5 milhões tiveram resultados positivos para a doença.

Os dados da Pnad Covid não podem ser comparados à Pnad Contínua, por uma diferença de metodologias.

Complicou: desembargador plantonista do TJ-RJ não concede alvará de soltura a Crivella.

O desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto, plantonista do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), decidiu não expedir o alvará de soltura do prefeito Marcelo Crivella (Republicanos), que havia sido determinado pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins.

O desembargador enviou despacho dizendo que caberia à desembargadora relatora do casos, Rosa Helena Macedo, tomar providências necessárias para soltura do gestor. Com isso, ainda não há previsão para que o prefeito seja solto.

“Conforme determinação expressa do Ministro Presidente do STJ em sua decisão (Comunique-se com urgência à Desembargadora relatora, Rosa Helena Penna Macedo Guita, e ao Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Desembargador Claudio de Mello Tavarares, solicitando-se-lhes informações, que deverão ser prestadas preferencialmente por meio de malote digital e com senha de acesso para consulta ao processo), encaminhe-se o expediente a S. Excelência, a Relatora, que decidirá com sua habitual diligência. Por enquanto, nada a prover em sede de plantão”, escreveu Neto.

Crivella foi preso na manhã desta terça-feira (22). A prisão faz parte da Operação Hades, que investiga um suposto ‘QG da Propina’ na Prefeitura do Rio, além do prefeito também foram presos o empresário Rafael Alves e o delegado Fernando Moraes.

O inquérito contra Crivella, cujo conteúdo integral está sob sigilo, foi aberto no ano passado com base na delação premiada de Sérgio Mizrahy, um agiota da zona sul da cidade.

Ele apontou Alves, ex-dirigente do Salgueiro e da Viradouro, como o responsável por cobrar propina na Riotur. A empresa municipal de turismo era presidida até março por seu irmão, Marcelo Alves.

Na noite de terça, o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, determinou a substituição da prisão preventiva de Crivella por prisão domiciliar, com o uso de tornozeleira eletrônica.

O prefeito está proibido de ter contato com terceiros; deverá que entregar seus telefones, computadores e tablets às autoridades; não poderá de sair de casa sem autorização ou utilizar telefones.

A incompetência e o Instituto do “Farinha Pouca meu Pirão Primeiro”

“Desespero”, de Gustave Coubert.

Por Leonardo Sakamoto, editado.

O presidente da República já avisou que não haverá doses suficientes para imunizar todos os brasileiros para a covid-19 em 2021. Claro que não confessou que a culpa por isso é de sua própria incompetência. É o que temos para hoje. Afinal, há um Messias no poder que diz não fazer milagres, mas também não sabe governar.

Diante do quadro de escassez, o que fizeram o Supremo Tribunal Federal e o Superior Tribunal de Justiça? Consultaram a Fundação Oswaldo Cruz, instituição responsável por fabricar a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e o laboratório AstraZeneca no país, para saber se era possível “reservar” doses do imunizante para seus ministros e servidores.

Tal qual Júpiter e Saturno no céu, por aqui temos a conjunção de dois grandes mundos criando um bizarro espetáculo.

A falta de credibilidade do governo Bolsonaro, que apresentou um plano nacional de imunização frágil e foi omisso no processo de aquisição de vacinas, encontra-se com o sentimento de uma parte do Poder Judiciário que acredita que todos são iguais perante à lei – menos magistrados e suas equipes, que estão acima dela.

De acordo com reportagem de Matheus Teixeira, da Folha de S.Paulo, o STF afirmou à Fiocruz que seu pedido de reserva tinha os objetivos de imunizar os seus e “contribuir com o país nesse momento tão crítico da nossa história”. Basicamente, o STF defendeu que ao imunizar por conta própria seus servidores liberaria a estrutura pública para o restante da população.

O STJ fez pedido parecido à Fiocruz, segundo revelou a coluna Radar Econômico, da revista Veja, para imunizar magistrados, servidores ativos e inativos, dependentes, estagiários e colaboradores terceirizados do STJ e do Conselho da Justiça Federal (CJF). Disse que a reserva se deve à “expectativa de grande demanda à rede privada, quando houver a disponibilidade” para compra da vacina.

Questionados pela imprensa, o STF e o STJ afirmaram que não pretendem obter “prioridade” e “preferência” em relação ao restante da sociedade. O uso dessas palavras não é aleatório. Membros do Ministério Público de São Paulo haviam pedido prioridade para vacinação, como foi revelado pelo jornal Brasil de Fato, e levaram uma saraivada de críticas de uma população indignada com fura-filas.

Além disso, as justificativas dadas pelo STF e do STJ esbarram na realidade.

Em algum momento, vacinas serão encontradas à venda no mercado por empresas, que cobrarão um preço bem mais alto do que os contratos fechados com governos. É menos provável que isso comece com as vacinas produzidas pela Fiocruz e pelo Instituto Butantan (Coronavac), que têm acordos volumosos com governos. Não faz sentido, portanto, que órgãos públicos imunizem funcionários públicos, pagando valores mais altos, com recursos da população, antes da população.

Além disso, os servidores dessas instituições que tiverem mais de 60 anos, contarem com doenças que os tornem mais vulneráveis ao coronavírus e forem profissionais de saúde serão vacinados junto com os grupos prioritários elencados nas primeiras fases do Plano Nacional de Vacinação contra a Covid-19. Os demais terão, em tese, que esperar junto com o restante da população.

O que os tribunais desejam com a “reserva de vacina”? Receber a cota relativa ao total de seus servidores sob a “promessa” de ir aplicando aos poucos? Ir buscar na porta da Fiocruz um novo lote relativo ao número de servidores que fazem parte de uma nova fase de vacinação fase após fase? Não é apenas pouco prático, mas beira o absurdo.

O que aconteceria se empresas, organizações sociais, times de futebol, clubes de tiro, igrejas, centros espíritas e terreiros, coletivos de canastra e truco, sindicatos de motofrentistas e grupos de escoteiros passassem a fazer a mesma requisição, assumindo a própria vacinação? Se todos somos iguais perante à lei, não haveria porque privá-los disso, não?

Os pedidos do STF, STJ e de membros do MP-SP são uma pequena amostra do que deve ocorrer nos próximos meses quando a vacinação começar. Uma parte dos mais ricos deve comprar e aplicar vacinas a preços escorchantes. Mas espera-se uma quantidade nunca antes vista de “carteiradas” das mais diversas autoridades com o objetivo de passar na frente na fila da vacinação pública sob os mais diferentes argumentos.

Da mesma forma, podemos aguardar uma “Festa do Atestado”, com pessoas saudáveis comprando declarações médicas de que possuem comorbidades que lhe garantam duas doses de tranquilidade antes da sua vez.

Em tempo: João Otávio Noronha, então presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou, no dia 23 de julho, liminar de um pedido de habeas corpus coletivo que transferiria para a prisão domiciliar presos em caráter provisório que sejam idosos ou imunodeprimidos e, portanto, tenham o risco aumentado de contrair coronavírus.

Ele havia concedido o benefício a Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, sob a justificativa de que ele estava em situação de risco devido a um tratamento de câncer. Sua esposa, Marcia Aguiar, que estava foragida após ter a prisão decretada, também foi beneficiada sob o argumento de que precisava cuidar dele.

Agências bancárias funcionarão por apenas duas horas nesta quinta-feira

As agências bancárias de todo o país funcionarão em horário especial no dia 24 de dezembro e ficarão abertas apenas por duas horas na parte da manhã.

Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a abertura das agências das unidades da Federação que funcionam no mesmo horário de Brasília será das 9h às 11h. Nos demais estados, das 8h às 10h (horário local).

Nos dias 25 e 31 de dezembro, além de 1º de janeiro, as agências bancárias permanecerão fechadas para atendimento. Apenas os caixas eletrônicos continuarão funcionando nesses dias.

De acordo com a Febraban, hoje (23) e nos dias 28, 29 e 30 de dezembro, a abertura dos bancos ocorrerá no horário normal (que vem sendo seguido durante a pandemia de covid-19). A partir de 4 de janeiro, o atendimento será retomado normalmente.

Carnês e contas de consumo (como água, energia e telefone) vencidos nos feriados poderão ser pagos sem acréscimo no dia útil seguinte. De acordo com a Febraban, normalmente, os tributos já estão com as datas ajustadas ao calendário de feriados, sejam federais, estaduais ou municipais.

Quanto que Maria leva num negocinho destes? Bolsonaro corta em 50% royalties de petróleo.

Na Bahia, serão atingidos diretamente os municípios de Esplanada, Entre Rios, Cardeal da Silva, Araças, Alagoinhas, Ouriçangas, Água Fria, Biritinga, Catu, Pojuca, Mata de São, São Sebastião do Passé, Candeias, São Francisco do Conde.

Uma resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), já aprovada pelo presidente Bolsonaro (Diário Oficial da União de 1/7/2020), determina que a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) estude a admissão de medidas com o objetivo de reduzir os royalties de 10% para até 5%, para campos concedidos a empresas de pequeno ou médio porte.

A ANP, por sua vez, já aprovou os procedimentos necessários para reduzir os valores desses royalties cobrados sobre a produção dos campos maduros de petróleo e também realizou uma videoconferência sobre o assunto com as empresas interessadas.

A próxima etapa é enviar para a Câmara dos Deputados um Projeto de Lei (PL), propondo a redução das alíquotas com o aval da ANP e do CNPE.

Na prática, o PL, se transformado em lei, irá prejudicar centenas de municípios que dependem da arrecadação dos royalties do petróleo para garantir gastos com saúde, educação e infraestrutura.

A diretoria do Sindipetro Bahia vê essa Resolução e uma eventual lei como uma afronta aos brasileiros. “Durante anos, a Petrobrás investiu nesses campos terrestres de petróleo. Apesar de todo o trabalho e gasto para descobrir e desenvolver os campos, nunca houve no Brasil uma discussão de redução de royalties. A estatal sempre pagou o que deveria ser pago, contribuindo, assim, para o desenvolvimento dos municípios onde está instalada. Agora que o setor está sendo privatizado, o governo Bolsonaro lança mão dessa iniciativa que irá garantir mais lucros para essas empresas e provocar prejuízos para os munícipios”, afirma o Diretor de Comunicação do Sindipetro Bahia, Radiovaldo Costa.

O Coordenador Geral da FUP, Deyvid Bacelar, faz um alerta aos prefeitos e vereadores eleitos das cidades onde há campos terrestres da Petrobrás e que já foram vendidos (ou serão) para a iniciativa privada. “É preciso pressionar a Câmara, a ANP e o governo Bolsonaro para que essa medida absurda não se concretize. Caso contrário, haverá grande impacto no orçamento desses munícipios”.

Bacelar ressalta ainda que “a redução dos royalties também não trará vantagem ou benefício para os trabalhadores, que passarão a receber salários mais baixos e terão seus benefícios reduzidos, como acontece na maioria das empresas privadas do setor. Portanto, o único objetivo é proporcionar lucro para as empresas, revelando o real objetivo da privatização do Sistema Petrobrás”.

Diversos municípios serão prejudicados, tendo redução das suas receitas em plena pandemia da Covid-19, momento em que a situação, com cerca de 14 milhões de desempregados no Brasil, não está nada fácil.

Do jornal GGN, editado. 

Jovem baiana e bonita é assassinada em São Paulo à luz do dia

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Ana Paula da Silva Matos, uma baiana de 35 anos que tentava ganhar a vida em São Paulo, foi assassinada ontem na região do Brás, em São Paulo, com dois tiros.

O que chamou mais a atenção neste crime foi a tranquilidade do assassino. Vestindo máscara, ele está encostado em um poste.

A Câmera mostra que ele aguarda a vítima, que provavelmente não o conhece, pois caminhava pela calçada sem reparar no algoz.

Quando ela chega bem perto, ele faz o disparo. E sai de bicicleta, tranquilamente, numa rua que é movimentada.

Outro homem o acompanha de bicicleta.

O crime choca por parecer algo banal. Como se o assassinato fizesse parte da rotina da cidade. Assim como, naquela região, locutores anunciam ofertas, atrás do poste tem um homem armado à espera da vítima.

A morte de Ana Paula tem tudo para se transformar em mais um caso não esclarecido pela polícia.

Ela era pobre.

Segundo o Instituto Sou da Paz, seis em cada dez homicídios na cidade de São Paulo não são esclarecidos, a esmagadora maioria das vítimas dessa impunidade é um rosto na multidão, sem sobrenome famoso, nem dinheiro no banco.

A vida em São Paulo, sob certo sentido, está em liquidação. Só não há mais crime porque, na região dominado pelo tráfico, o assassinato só é permitido quando autorizado pelo tribunal do crime.

Justiça de primeiro mundo, yes, nós temos!

Num único e solitário dia, a Justiça de primeira instância determinou a prisão de Marcelo Crivella; o Tribunal de Justiça confirmou e Superior Tribunal de Justiça mandou soltar e ainda o presenteou com uma linda pulseirinha de tornozelo, que permitirá até que ele curta uma praia no Piscinão de Ramos.

E tem mais: o próprio Presidente do STJ foi quem decidiu mandar o bispo para Casa, sem curtir ao menos uma noite numa cela especial com o celular no modo avião.

A gente tem que reconhecer: a Justiça do Brasil é rápida e certeira, eu diria até como um azougue. E quem tem amigos tem tudo.

Ou como diria o bozolindo da minha timeline: “quem tem amigos é um tetudo”.

Aposto também que em breves dias a Justiça libera os 53 milhões de dinheiro e patrimônio, bloqueados na mesma decisão. Aliás, aquilo é dinheiro santo. No momento que recebeu, o Bispo jogou pra cima e Deus pegou a sua parte.

R$50 milhões. Esse é o tamanho do golpe de Marcelo Crivella.

Organização chefiada por Crivella teria recebido R$ 50 milhões em propina, diz MP.

De acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro, grupo atuava há anos como um “QG da Propina” e não acabaria com o fim do mandato do atual prefeito, que foi preso nesta terça-feira.

Após a sua prisão, Marcelo Crivella (Republicanos) disse ser vítima de “perseguição política”.

Hoje, a Igreja Universal, que financiou a ascensão de Crivella, perdeu o poder sobre os templos de Angola. Como dizem os rapazes do Gabinete do Ódio, “um grande dia”.

Nas mídias sociais o meme é o seguinte: “O Bispo já foi; agora falta o cavalo (referindo-se ao apelido de Bolsonaro na Academia – Cavalão) e a Rainha. A Rainha deve ser o Carluxo, que não esconde a sua amizade com o primo.

Carluxo e Bozalinda rifam os capangas dos blogs do ódio.

Jair Bolsonaro e seus filhos estão sendo cobrados pelos milicianos digitais no sentido de defenderem o parajornalista Oswaldo Eustáquio.

Preso por ordem do ministro do STF, Alexandre de Moraes, Eustáquio “caiu da privada” e fraturou uma vértebra na cela.

Debilóides adoradores da família não se conformam com a covardia do “mito” ao não se manifestar.

Fugido do Brasil, Allan dos Santos foi ao Twitter pedir que os Bolsonaros “falem alguma coisa”.

Carlos acabou por deixar de segui-lo e foi chamado de covarde.

Em junho, Bolsonaro já tinha mostrado que não moveria uma palha por outra estrela do bando, Sara Winter.

Dá o recado de que, para manter o poder, não hesita em atirar ao mar seus cachorros mais raivosos. Ele não quer ir em cana tão logo deixe o Planalto.

Em 1934, na “Noite das Facas Longas”, Hitler mandou assassinar os homossexuais e principais líderes das SA, as milícias que  o ajudaram a subir ao poder. Não falha nunca: a história sempre se repete.

Texto do DCM, editado por O Expresso.

Quem diria, o engomadinho de São Paulo, dando show na Bozalinda!

O governador João Doria se reuniu nesta manhã no Palácio dos Bandeirantes com 32 pessoas de 12 setores do governo para revisar os últimos detalhes do Programa Estadual de Imunização, que em sua primeira fase deve imunizar 9 milhões de pessoas.

Questões de logística foram definidas para garantir que todo o processo de aplicação da Coronavac comece em janeiro. O primeiro grupo a ser imunizado será composto por profissionais da saúde, indígenas e quilombolas. Em seguida, pessoas com 60 anos ou mais.

Na reunião, foi apresentado o sistema de informação online que vai garantir a rastreabilidade em tempo real da vacina, o registro nominal da dose aplicada, permitindo inclusive detectar as pessoas que não voltaram para tomar a segunda dose em um dos 10 mil postos disponíveis.

Segundo o governo de São Paulo, “com tudo pronto, caminhões carregados com a vacina sairão no dia 11 de janeiro do Butantan para distribuir a vacina nos municípios”.

Hoje a ANVISA certificou a fábrica de insumos da CoronaVac na China. Agora só resta aos bozolindos entregar o bracinho para o vírus comunista e para o chip de controle globalista.  

Crivella e asseclas são presos, acusados de obstrução de Justiça

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, foi preso hoje (22), em sua casa, na Barra da Tijuca, e levado para a Delegacia Fazendária, na Cidade da Polícia, onde chegou por volta das 6h35. Também foram presos na mesma operação o empresário Rafael Alves; o ex-tesoureiro da primeira campanha de Crivella, Mauro Macedo; os empresários Christiano Campos e Adenor Gonçalves, e o delegado aposentado Fernando Moraes. O ex-senador Eduardo Lopes não foi encontrado no endereço no Rio de Janeiro. 

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Salvador: valores de mais de R$2bilhões, trocados entre atacadistas, pode significar sonegação e lavagem de dinheiro.

CECCOR-LD e Draco da SSP Bahia deflagram operação.
CECCOR-LD e Draco da SSP Bahia deflagram operação.

Repasses entre contas bancárias que superaram a cifra de R$ 2 bilhões chamaram a atenção das equipes da Coordenação Especializada de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro (CECCOR-LD), do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco) da Bahia, e motivaram o início das investigações que culminaram com a deflagração da Operação Grande Família.

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Faroeste: Maturino e Geiciane autorizam acordo de delação.

Geiciane Maturino e o marido, dispostos a delatar.

Agora o meteoro pode atingir a Bahia. Preso pela Polícia Federal (PF) em 19 de novembro de 2019, durante deflagração da 1ª fase da Operação Faroeste, o falso cônsul da Guiné-Bissau Adailton Maturino dos Santos autorizou o advogado a apresentarem minuta da proposta de delação premiada (Colaboração Premiada) ao Ministério Público Federal (MPF), diz fonte do Jornal Grande Bahia (JGB).

Segundo a fonte, Adailton Maturino pretende revelar novos fatos, envolvimento de personalidades ainda não citadas nas investigações e apresentar provas de pagamento de propina, desvendar como funciona o Sistema Faroeste de Corrupção, que envolve membros do Poder Judiciário da Bahia, além de revelar o envolvimento de agentes políticos, servidores, ex-servidores, advogados e empresários.

A mulher do falso cônsul, advogada Geciane Souza Maturino dos Santos, presa em conjunto com ele, deve fazer parte do acordo de delação, que pode acelerar o julgamento e condenar com maior precisão os envolvidos no vasto esquema criminoso, além de acrescentar novos personagens a trama.

Prisão na Papuda

Adailton e Geciane Maturino estão detidos no Complexo Penitenciário da Papuda, situado em Brasília (DF). O casal é réu na Ação Penal nº 940/DF, que tramita no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e que tem como relator o ministro Og Fernandes.

Eles respondem pela prática dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, numa dinâmica organizada, em que gravitaram três núcleos de investigados, integrados por desembargadores do Tribunal de Justiça (TJBA) e magistrados, servidores e ex-servidores do Poder Judiciário Estadual da Bahia (PJBA), além de advogados e produtores rurais, todos com a manifesta intenção de negociar decisões, em especial, para legitimação de terras da antiga Fazenda São José, situada no município de Formosa do Rio Preto, no oeste da Bahia, tendo, como esteio, o INQ nº 1258/DF.

Estrutura do crime

Segundo o MPF, duas Organizações Criminosas (ORCRIM) atuaram para atender os interesses de Adailton Maturino, a do desembargador Gesivaldo Nascimento Britto, que compreende, dentre outros, o servidor José Alves Pinheiro e o Juiz de Direito João Batista Alcântara Filho e a da desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago, que abrange, dentre outros, a filha Amanda Santiago Andrade Souza.

A relação e o vínculo das organizações criminosas foram relatados pelo órgão ministerial na representação formulada, em 7 de novembro de 2020, ao STJ, oportunidade em que investigou a formação de outras cinco organizações criminosas, conforme relatado pelo JGB, na reportagem publicada em 14 de dezembro de 2020, com título ‘Exclusivo: A decisão do ministro do STJ Og Fernandes que determinou a prisão e afastamento das funções de desembargadores, juiz, secretário de Segurança Pública, ex-chefe do MPBA e servidores’.

Chama as retroescavadeiras! Estão faltando caixões e valas fúnebres!

Covid: A poucos dias do Natal, SP registra mais de 50 mil novos casos e 1.108 mortes.

Número de novos casos de covid-19 cresceu 55% em 28 dias e é o maior em quatro meses. Mortes subiram 41% no último mês e estão no maior patamar desde o fim de setembro.

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Que pancada! Motorista sai da estrada e detona camionete.

Na manhã desta segunda-feira, 21, o condutor de uma caminhonete GM S10 seguia pela rodovia BA 826, com destino ao aeroporto de Barreiras, quando na altura da serra, ele teria enganchado o pé no acelerador, perdendo o controle do veículo, que é automático, saído da pista e colidido contra um pilar no matagal.

Uma equipe do SAMU esteve no local, mas o condutor nada sofreu.

Do blog de Sigi Vilares.

Capitão Getúlio deseja um feliz Natal e um ano de muita prosperidade.

Meus AMIGOS DE FÉ, IRMÃOS e CAMARADAS,

Está próximo de se findar o ano de 2020 e iniciarmos uma nova década com o ano de 2021!

Antes que ele termine, teremos a refletir sobre a data magna da cristandade que é o NATAL, momento em que aproveito para desejar a todos os meus FAMILIARES, CONTERRÂNEOS E AMIGOS(as) um NATAL FELIZ e um ANO NOVO próspero e recheado de boas e grandes realizações nos campos pessoais, profissionais e sociais.

Quero estender o verdadeiro sentimento de PAZ e AMOR à todos, não só agora no NATAL mas por todo o NOVO ANO de 2021 e por toda vida, convocando à todos para colocarmos no cesto do esquecimento e desprezarmos todos os eventuais desentendimentos, desinteligências, discussões, ofensas e outras quizilas naturais aos seres humanos em algum momento da convivência e elevarmos os nossos pensamentos ao CRISTO que há em cada um de nós, reascendendo a inteligência e buscando o equilíbrio necessário para dissipar nossas imperfeições e aumentar o nosso dom do perdão e da aceitabilidade dos laços que nos unem como verdadeiros IRMÃOS, sem quaisquer distinções ou diferenças.

Imploramos que bênçãos divinas recaiam sobre as autoridades, especialmente aquelas do Executivo e Legislativo correntinense, a fim de que extirpem as práticas danosas do passado recente e acreditem que DEUS concedeu suas permanências no PODER, com o proposito de oportunizar que se corrijam as ações deletérias e nocivas, para que possam recuperarem o prestígio e a credibilidade junto a sociedade; Dúvidas não restam de que o Divino Mestre está ensejando uma nova oportunidade aos detentores do poder, para que devolvam à Correntina o bem-estar dos seus habitantes, sua beleza natural cuidando de seus rios o matas, zelando pela saúde, educação, bens públicos e segurança com mais e maior afinco e responsabilidade.

O Ano Novo já desponta, ele virá carregado sob os risos natalinos e na esperança de dias melhores, ademais, a maior invenção humana nos abraça, e trás consigo o novo, o que ainda será escrito, aproveitamos essa época do ano para refletir, se renovar e agradecer, pois, “o ano que vai entrar pode ser um ano especial, muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Se entendermos que somos fracos, mas podemos melhorar. Se dermos contra de que somos egoístas, mas podemos entender o outro”. Depende de mim e de você, pois os bons sentimentos que brota no coração de cada um podem mudar o mundo!

Pode ser. E que seja!!!”

Feliz Natal!!! Feliz olhar novo!!!

Que o ano que se inicia seja do tamanho que você fizer!

São os votos de GETÚLIO REIS –

Correntina-BA, 21 de dezembro de 2020.

Operação Faroeste: nova denúncia do MPF implica magistrados e advogados.

A desembargadora Maria do Socorro, ex-presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), sua filha, a cantora Amanda Santiago, e mais seis pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público Federal (MPF) no âmbito da Operação Faroeste.

O órgão apresentou essa nova denúncia na última sexta-feira (18), no âmbito da Operação Faroeste, que investiga um esquema criminoso de venda de sentenças para regularizar terras no Oeste da Bahia.

A denúncia aponta os crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro com base em delitos que teriam sido cometidos entre dezembro de 2017 e junho de 2018 e que envolvem também o julgamento de um recurso pela desembargadora Maria do Socorro. De acordo com o MPF, a decisão judicial em questão restabeleceu o bloqueio da matrícula de um imóvel, que era de interesse dos envolvidos no esquema. Por conta disso, a desembargadora teria recebido vantagens indevidas no valor de R$ 400 mil, montante que teria sido pago por Adailton Maturino, o “quase cônsul” apontado como líder do esquema, e sua esposa, Geciane Maturino. 

O casal também foi denunciado desta vez. Além desses quatro, outros alvos da denúncia são o juiz Sérgio Humberto de Quadros Sampaio e os advogados Márcio Duarte Miranda – este, genro de Maria do Socorro -, Ricardo Augusto Três e Valdete Stresser.

Como pena, o MPF requer a condenação dos acusados à perda da função pública, quando for o caso, decretação da perda de produtos dos crimes no valor mínimo de R$ 1.136.899,90 (com juros e correção), que corresponde à soma dos valores lavados no esquema criminoso (com juros e correção). Além disso, o órgão pede a condenação dos oito a pagar indenização por danos morais coletivos no mesmo valor da movimentação criminosa.

NOVAS ACUSAÇÕES

A participação de cada um deles foi detalhada na petição inicial do processo, assinada pela subprocuradora-geral da República Lindôra Maria Araújo. No documento, ela indica as provas reunidas ao longo das investigação, a exemplo da detecção de 104 registros telefônicos entre os investigados, especialmente Márcio Duarte e Maria do Socorro (24 ligações) no período analisado. As conversas entre os envolvidos começaram após a contratação do advogado Ricardo Três pelo grupo empresarial Castro Empreendimentos Imobiliários LTDA.

O MPF cita que, em 1995, a empresa entrou com ação declaratória de nulidade de escritura para cancelar a matrícula de um imóvel. Mas só em 2017, período em que Ricardo Três passou a atuar na causa, o processo ganhou movimentação efetiva.

“Poucas semanas depois, o magistrado Sérgio Humberto, titular na Comarca de Salvador e designado para a Comarca de Formosa do Rio Preto, determina o bloqueio da Matrícula nº 736, conforme havia sido requerido na inicial”, destaca um dos trechos da denúncia.

O órgão ressalta que, com essa denúncia, se desvenda “as estratégias utilizadas pelos envolvidos para garantir que o valor pago pelos interessados na ação judicial (núcleo empresarial) chegasse aos beneficiados (núcleo jurídico)”. Esse trabalho teria sido feito pelo casal Adailton e Geciane Maturino e, no caso do juiz Sérgio Humberto, a propina teria sido paga por meio de seu cunhado Ronaldo Monteiro e do agricultor Ronilson Pires, apontado como laranja do magistrado no esquema.

Em relação à desembargadora Maria do Socorro, os pagamentos se efetivaram por meio da quitação de uma dívida que ela tinha decorrente de uma ação de reintegração de posse. O total do débito era de R$ 550 mil e, para os investigadores, não há dúvidas de que a maior parte do valor (R$ 400 mil) teve como origem da venda da decisão. 

O MPF destaca que ela firmou acordo para pagar a dívida em 23 de abril de 2018, pouco mais de um mês após ter decidido a favor do grupo empresarial. Então, para esconder a origem do dinheiro, a desembargadora teria forjado um empréstimo junto ao irmão e quitado parte dos R$ 550 mil por meio do convivente de sua filha, a cantora Amanda Santiago, com dinheiro em espécie. 

Relação de crimes atribuídos a cada denunciado:

Adaílton Maturino – Corrupção ativa e lavagem de dinheiro (21 vezes)

Amanda Santiago – Corrupção passiva e lavagem de dinheiro (4 vezes)

Geciane Maturino – Corrupção ativa e lavagem de dinheiro (2 vezes)

Márcio Duarte Miranda – Corrupção ativa

Maria do Socorro Santiago – Corrupção passiva e lavagem de dinheiro (5 vezes)

Ricardo Augusto Três – Corrupção ativa e lavagem de dinheiro (7 vezes)

Sérgio Humberto Sampaio – Corrupção passiva e lavagem de dinheiro (6 vezes)             

Valdete Stresser – Corrupção ativa e lavagem de dinheiro (5 vezes)

Do Bahia Notícias e MPF.

Arthur Barata, operador da Faroeste, é exonerado da Secretaria da Agricultura.

O advogado Arthur Gabriel Ramos Barata Lima foi exonerado de um cargo na Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri).

Barata Lima é filho da desembargadora do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), Lígia Ramos, que teve a prisão decretada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), no âmbito da operação, por envolvimento no esquema de venda de sentenças dentro da Corte baiana 

Arthur Barata era, junto ao irmão, o ex-juiz eleitoral e também advogado Rui Barata Lima Filho, operador da mãe no esquema de venda de decisões judiciais. As apurações mostram que os votos da desembargadora eram redigidos pelos filhos ou de interesse deles. Em troca, o trio recebia propina.

A SEAGRI é seara do deputado Félix Mendonça Jr., do PDT, que nomeou o atual Secretário e certamente indicou também Arthur Barata, como também estabeleceu as ligações do prefeito Oziel Oliveira (ex-PDT) com o irmão, Rui Barata no escândalo do “Contratão”, denunciado por vereadores de Oposição em Luís Eduardo Magalhães.

Rui Barata Lima Filho teve seu nome relacionado ao escândalo do “Contratão”, protagonizado pelo prefeito Oziel Oliveira, o qual queria pagar quase 10 milhões de reais, a título de honorários, das verbas do precatório do FUNDEF. 

No dia 17 de novembro o jornal O Expresso estabeleceu a ligação do deputado Félix Mendonça Jr. com os chefões da Faroeste, quando intentavam uma ação semelhante na posse da Fazenda Mirantes, que engloba área urbana nobre de Salvador.

Veja aqui

Dentre os envolvidos, em contrato de cessão de direitos hereditários, a Sra. Geciane Maturino, presa no âmbito da operação Faroeste, como também, uma das maiores construtoras do ramo civil do Estado da Bahia (ligada a família do Deputado Federal Felix Mendonça Junior).

A família acredita que os réus envolvidos estavam tentando replicar o mesmo modus operandi praticado no Oeste da Bahia, na Capital baiana.

Desenrolar esse novelo de tramas parece difícil, mas num determinado momento todas as ligações ficam claras e cristalinas como as águas das nascentes.

 

Auditoria do TCU aponta erros em série do Governo no combate à Covid-19.

Da Folha Press

Até o momento, não há plano estratégico do Ministério da Saúde para o enfrentamento da pandemia do coronavírus. Esta foi a conclusão do TCU (Tribunal de Contas da União) no processo que acompanha as ações do governo no controle da Covid-19 desde março.

Entre os problemas identificados pelos auditores do tribunal, que ainda persistem, estão a falta de entrega de equipamentos de proteção individual, respiradores, kits de testes e irregularidades em contratos. O resultado foi apresentando no dia 8 deste mês.

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STJ nega liberdade para os chefões da Faroeste

O ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou pedido do Ministério Público Federal (MPF), neste domingo (20), para que fossem reavaliadas as prisões preventivas de Adailton Maturino dos Santos, Antônio Roque do Nascimento Neves, Geciane Souza Maturino dos Santos, Márcio Duarte Miranda e Maria do Socorro Barreto Santiago, todos réus na Operação Faroeste.

Como justificativa, o magistrado afirmou que há um distanciamento entre o pedido do MPF e a perda de eficácia das restrições de liberdade. “Ante o exposto, no presente momento, deixo de proceder à revisão determinada pelo art. 316, parágrafo único, do CPP, em razão do distanciamento do termo final do prazo estipulado pelo legislador”.

O relator da Operação Faroeste no STJ já havia se manifestado pela manutenção das prisões, em sessão realizada em 2 de dezembro. Para ele, a fundamentação da revisão da prisão preventiva não exige invocação de elementos novos, apenas o reconhecimento da manutenção do quadro fático que embasou a sua decretação.

“Lembro que na análise de eventual excesso de prazo da prisão provisória, a remansosa jurisprudência do STF e STJ pondera, entre outros fatores, a complexidade dos fatos sob investigação, a quantidade de material probatório a ser examinado, o número de investigados, a existência de defensores distintos e o concurso de diversos crimes. Todos esses requisitos [estão] presentes no caso sob exame”, disse.

Ainda no julgamento, o Ministro ressaltou a gravidade dos fatos, destacando que se trata da investigação com maior número de magistrados envolvidos em crimes no país e que o caso é complexo, com mais de dez acusados, além de já terem sido feitos inúmeros pedidos de reabertura de prazo para apresentação de peças pelas defesas.

O STJ, assim como os demais órgãos do judiciários, está em recesso forense até 6 de janeiro, quando retoma as atividades.

Editado por BNews.

O incrível Flamengo x Bahia, com 7 gols e duas viradas

A direção do Bahia comunicou na noite deste domingo (20) que o técnico Mano Menezes não é mais o comandante da equipe de futebol masculino.

A decisão acontece após uma derrota de 4×3 para o Flamengo, no Maracanã, que manteve o tricolor bahiano muito próximo da zona de rebaixamento. Contudo, a partida também foi marcada por um caso de injúria racial, que teria envolvido a cumplicidade do treinador.

Segundo o volante Gérson, do Flamengo, durante uma discussão ocorrida após o segundo gol do Bahia, o meia colombiano Juan Pablo Ramírez teria se irritado com a reclamação do flamenguista e dito “cala a boca, negro”. O volante também afirmou que Mano Menezes tentou justificar a ofensa de Ramírez.

Em sua conta de Twitter, o Bahia publicou nota dizendo que “Mano Menezes não é mais o técnico do Esquadrão (…) aproveitamos para anunciar que, em relação à grave acusação de racismo envolvendo o colombiano Indio Ramírez, o clube se posicionará em breve após finalizar a apuração do caso”.

A equipe de comunicação de Mano Menezes também se pronunciou sobre o caso através do Twitter oficial do técnico. “Mano condena qualquer ato racismo e reitera que a violência contra quem comete não é caminho para solucionar a questão. E apoia qualquer avaliação e julgamento justo para que o futebol seja sempre referência positiva na nossa sociedade. Crescemos juntos”, afirmou a mensagem.

Série A: Internacional vence Palmeiras na despedida de D’Alessandro.

Foram 517 jogos, 95 gols, sete títulos estaduais, duas Recopas Sul-Americanas e uma Libertadores. Vestindo a camisa do Internacional, Andrés D’Alessandro escreveu uma das mais belas histórias de um jogador estrangeiro no futebol do Brasil.

Neste sábado (19), o meia de 39 anos se despediu do Colorado como ele queria: com vitória no Beira Rio.

O time gaúcho bateu o Palmeiras por 2 a 0, pela 30ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro e assumiu o quarto lugar, com 44 pontos, ultrapassando o próprio Verdão (41), que caiu para sexto.

D’Alessandro era cotado para sair jogando, mas o técnico Abel Braga optou pelo jovem meia Praxedes, de 20 anos, que vinha sendo titular antes de integrar a seleção brasileira sub-20. Aos 41 minutos da etapa final, o argentino entrou em campo no lugar do meia Patrick. Ao pisar no gramado, recebeu do volante Rodrigo Dourado a braçadeira de capitão. O sistema de som do vazio Beira Rio ecoou as músicas que a torcida canta em homenagem ao camisa 10.

Emocionado, D’Ale foi cumprimentado e erguido pelos companheiros após o apito final, além de receber o carinho da família e assistir a um vídeo com momentos dele vestindo a camisa do Inter e depoimentos de atuais e antigos parceiros de equipe. Em breve discurso, o meia agradeceu à torcida colorada pelo apoio ao longo dos 12 anos em que atuou pelo clube.

Da Agência Brasil, com foto Ricardo Duarte.

Fazenda excepcional à venda no Tocantins

Fazenda de 620 alqueires (3.000 hectares) no Tocantins, com pista de pouso, sede boa, totalmente plana, capacidade para 4 mil bois.

Dupla aptidão: lavoura e pecuária.

Valor avaliado de R$45 mil o alqueire.

A 80 km de Combinado, Tocantins. Precipitação anual de 2.000mm.

Contato: Sílvio. Telefone: 77 98145-0330 (whatsapp)

Média móvel de casos e mortes por Covid-19 só aumenta no País, a exemplo dos EUA e Europa.

Na Bahia, a variação da média dos 7 últimos dias em relação à média de duas semanas atrás, era de +16%. São 3.920 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas.

O Brasil volta a rondar a média de mil mortos por dia em decorrência da covid-19. Nesta quinta-feira (17), o país voltou a ultrapassar a marca das mil mortes (foram 1.091) em 24 horas, segundo o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass).

As vítimas diárias da infecção não atingiam esse patamar há mais de dois meses. A média móvel de óbitos – soma de todas as confirmações dos últimos sete dias, dividida por sete – chegou a 723, pior resultado em quase três meses.

Naquela quinta-feira, além das 1.091 mortes, foram registrados ainda 69.825 novos casos da doença no país. Já na sexta (18), os novos óbitos foram 824 e os novos casos notificados, 52.545. Com isso, já são 185.650 vidas perdidas e 7.1162.978 infectados pelo novo coronavírus desde o início da pandemia, em março.

Sem mudanças de rumo na condução da pandemia, a previsão é que a situação possa se agravar com resultados ainda mais trágicos para o início do próximo ano.

Em entrevista nesta sexta-feira (18) a Glauco Faria, do Jornal Brasil Atual, o cientista de dados Isaac Schrarstzhaupt, coordenador da Rede Análise Covid-19 – grupo multidisciplinar que coleta e analisa dados relativos à pandemia no Brasil – alerta que o crescimento de casos e de mortos, que pode ser ainda maior após as festas de fim de ano com as aglomerações previstas.

O evento epidemiológico tem, ainda, o risco de ser emendado por um pico de notificações da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) que acontece todos os anos, a partir da 7ª semana do ano, de 9 a 15 de fevereiro.

Barreiras, médias crescentes.

Em Barreiras, no dia de ontem, foram registradas 140 novas confirmações positivas de contaminação. Com a elevação inédita de 773 casos em isolamento (ou suposto isolamento) familiar. A internação em leitos de UTIs oscilam perigosamente para 62% da capacidade de atendimento.

A década perdida: Brasil cresce apenas 2,2% em 10 anos, enquanto mundo avança 30,5%.

De Gustavo Patu na Folha de S.Paulo., editado por DCM.

Em poucos dias o Brasil completará 40 anos em que sua economia cresce abaixo do ritmo mundial. No período, nunca essa disparidade foi tão grande quanto nesta década prestes a acabar.

De 2011 a 2020, o país empobreceu em termos absolutos e relativos. Seu PIB (Produto Interno Bruto) terá crescido não mais de 2,2%, se considerada uma projeção de queda de 4,5% neste ano —em razão do impacto da Covid-19— feita pelo Ministério da Economia.

No mesmo período, segundo cálculos do FMI (Fundo Monetário Internacional), o PIB global terá crescido 30,5%, mesmo com recuo semelhante ao brasileiro neste 2020.

A taxa de 2,2% numa década, que seria fraca até como um resultado anual, é bem inferior à do crescimento da população brasileira ao longo desses dez anos, estimada pelo IBGE em 8,7%. Em outras palavras, a renda média nacional por habitante encolheu.

Para além da estatística, a cifra se traduz em óbvia perda de bem-estar da população, mensurável em índices como os de desemprego e pobreza.

O demolidor da República e seus cúmplices

Um editorial do Estadão aumenta o tom e lamenta o Governo de Bolsonaro:

“Na sua empreitada para arruinar a República, Bolsonaro conta com comerciantes da Ceagesp, policiais, militares e o Centrão. Desde sua posse, mas especialmente em meio à pandemia de covid-19, o presidente Jair Bolsonaro não se comportou em nenhum momento como se soubesse o que fazer com o poder que os eleitores lamentavelmente lhe conferiram em 2018.

Bolsonaro não preside a República; depreda-a – e nisso é coadjuvado não somente pelos fanáticos camisas pardas bolsonaristas, mas por muitos brasileiros comuns que, por ignorância do que vem a ser uma República, respaldam a vandalização da Presidência e, por extensão, da própria democracia.

Já não é mais possível saber qual dos atentados de Bolsonaro foi o mais grave nos dois anos de seu tenebroso governo, mas a terça-feira passada é forte candidata a entrar para a história como o dia em que o presidente declarou guerra a seus governados. Jamais houve nada parecido com isso em tempos democráticos. Bolsonaro deu declarações em que explicitamente desencorajou seus compatriotas de tomar a vacina contra a covid-19, fazendo terrorismo acerca de eventuais efeitos colaterais.

No dia anterior, Bolsonaro havia informado que, diante das ressalvas dos laboratórios, exigirá de quem queira tomar a vacina a assinatura de um “termo de responsabilidade”. Ele mesmo anunciou que não tomará a vacina, “e ponto final”.

Desde o início da pandemia, a única preocupação de Bolsonaro é livrar-se de qualquer responsabilidade, seja sobre as mortes, seja sobre os problemas econômicos. Mas atribuir aos próprios cidadãos uma responsabilidade que é inteiramente do Estado constitui desfaçatez inaudita até para este governo.

Para ser aplicada, qualquer vacina precisa ser autorizada pelos órgãos sanitários competentes, que nesse ato reconhecem sua responsabilidade. Assim, não há nenhuma base jurídica para exigir dos cidadãos um termo de consentimento diante dos supostos riscos. Mas Bolsonaro nunca esteve preocupado com bases jurídicas ou quaisquer outros pormenores republicanos. Perdeu-se a conta de quantas medidas provisórias, decretos e projetos de lei produzidos por ordem de Bolsonaro foram ignorados, suspensos ou rejeitados pelo Congresso e pelo Supremo Tribunal Federal por não atenderem aos requisitos mínimos de legalidade e interesse público.

O desdém de Bolsonaro pela República que lhe coube presidir é tamanho que, para ele, nem mesmo sua assinatura vale o papel em que foi escrita. Seu nome chancela o Decreto 10.045, de 4 de outubro de 2019, que determina a inclusão da Ceagesp no Programa Nacional de Desestatização.

Contudo, esse mesmo signatário, em tom de comício, subiu num palanque na Ceagesp, na terça-feira passada, para garantir que “nenhum rato” privatizará a companhia. Referia-se, obviamente, ao governador paulista e principal desafeto, João Doria.

Tampouco o princípio republicano da impessoalidade resistiu à ofensiva bolsonarista para aparelhar o Estado com apaniguados a serviço do presidente e de seus filhos.

A Procuradoria-Geral da República, a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência são hoje comandadas por leais servidores de Bolsonaro, que parecem empenhados em tranquilizar o chefe e sua prole enrolada na Justiça.

Assim, na sua empreitada para arruinar a República, Bolsonaro conta com vários outros cúmplices – como os comerciantes que se aglomeraram sem máscara e urraram de excitação com o discurso virulento de Bolsonaro na Ceagesp, os policiais e os militares que o tratam como “mito” em eventos País afora e os políticos do Centrão que lhe dão guarida parlamentar em troca de acesso ao butim do Estado.

Confortável, Bolsonaro abandonou de vez a fantasia reformista que inventou para se eleger e anunciou que retomará sua agenda deletéria, a começar pela nova tentativa de ampliar a excludente de ilicitude para policiais, um projeto já rejeitado pela Câmara por constituir evidente licença para matar.

Defender que policiais fiquem fora do alcance da lei para que possam matar à vontade, bem como sabotar os esforços para vacinar a população contra a covid-19, são atitudes típicas de um presidente que, hostil aos princípios republicanos, trata todos os cidadãos da República – com exceção dos que levam seu sobrenome – como inimigos em potencial.