Cinco loucas fogem desesperadas da PF!

A revista Veja informa que cinco integrantes do 300 do Brasil, grupo terrorista de apoio ao Presidente da República, deram no pé hoje cedo quando souberam – ninguém sabe por quem, mas desconfia-se – que a PF estava à sua procura.

Escabeladas, com a maquiagem desfeita, os cinco integrantes de ambos os sexos, pegaram a estrada e não deixaram nem o cheirinho fétido do acampamento de Brasília.

Agora só resta pegar os mandantes dos atos terroristas dos 300. E os patrocinadores, é lógico.

Weintraub na cadeia? Maravilha! E o próximo Ministro da Educasson?

Maluco, fascista e mal intencionado vai curtir uma reflexão na cadeia.

O famigerado ministro da Educação, Abraham Weintraub, um dos pupilos de Olavo de Carvalho, o coprofagista da Virgínia, não deve durar mais 24 horas no posto. Está reunido com o Presidente da República e deve ser aconselhado a pedir sua demissão. Já tem gente do Centrão reunindo seus gadgets para assumir. Mas isso não evita que algum general queira o posto e já dê um brilho na fivela e nos coturnos para a importante missão.

O senador Randolfe Rodrigues escreveu no Twitter:

Acabei de pedir ao STF, a prisão temporária ou preventiva do Sr. Abraham Weintraub. Também solicitei o afastamento imediato do ministro do comando do MEC e a realização de busca e apreensão de celulares e computadores dele.

Cinco cidades do Oeste baiano voltam a oferecer serviços do DETRAN

O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-BA) retoma parcialmente, nesta segunda-feira (15), o atendimento nas 32 unidades localizadas no interior da Bahia. Os serviços serão realizados somente por agendamento no portal e aplicativo SAC Digital, no link https://sacdigital.ba.gov.br/

Para o atendimento, as unidades seguirão protocolos e medidas de prevenção ao novo coronavírus, como o uso de equipamentos de proteção, distanciamento, higienização e limite de 50 pessoas por dia.

Na região oeste, cinco cidade estarão com as atividades retomadas, são elas; Barreiras, Santa da Maria da Vitória, Luís Eduardo Magalhães, Cocos e Correntina.

Fonte:Reportagem de Thiago Vilas Boas/Blog do Sigi Vilares

Enfim, uma minionzete cloriquinada vai ver o sol nascer quadrado.

Sara Fernanda Giromini, mais conhecida como Sara Winter foi presa, pela Polícia Federal, na manhã de hoje depois de aprontar poucas e boas como líder dos 300 de Bolsonaro, que agora são bem menos de 30.

Arruaceira e radical, nem na família ela é bem vista. O irmão, Diego Geromini, diz que ela não vale o ar que respira.

Sara está sendo investigada pelo STF por suposta ligação com um esquema de disseminação de fake news na internet. A prisão tem gerado grande debate nas redes sociais, com o ex-ministro Sérgio Moro se posicionando a favor da decisão do ministro Alexandre de Moraes.

Em abril de 2019, após Sara Winter ter assumido um cargo no Ministério da Mulher, chefiado por Damares Alves, Diego criticou a irmã duramente em sua conta no Facebook.

“Não vale o ar que respira. Ex-prostituta e também fez diversos abortos. Uma pessoa que mente o tempo todo. Faz tudo para se beneficiar! Abandonou o filho para minha mãe criar, entre diversas coisas”, afirmou.

Sara e Bozo: evadidos do EJA.

Sara foi a mandante do “bombardeio” do prédio do STF neste final de semana. O Presidente da República entrou mudo e saiu calado no episódio, já que a verdadeira inspiradora do ato de desacato é a sua ministra Damares Alves, uma das mais radicais da Esplanada e também digna de um processo de interdição e tutela.

 

 

Marina Silva defende interdição de Bolsonaro.

A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva defendeu nesta segunda-feira (15) que Jair Bolsonaro (sem partido) seja interditado. “O Brasil precisa interditar o presidente Bolsonaro por seus inúmeros crimes de responsabilidade e, ao que tudo indica, falta de sanidade política e institucional”, disse.

Marina já vinha criticando duramente o presidente. Na sexta (12), comentou sobre a fala de Bolsonaro estimulando apoiadores a invadirem hospitais e filmarem seus leitos. “Como se o problema não existisse e a situação não fosse grave”, afirmou em sua conta no Twitter.

“O crescimento do ataque às instituições e da invasão nos hospitais é uma demonstração cabal da forma política perversa com que o presidente usa o fanatismo de seus apoiadores para manifestar, por meio de atos simbólicos de altíssima gravidade, suas ameaças ditatoriais”.

Da Revista Fórum

Barreiras registra segundo óbito; situação hospitalar de Salvador se agrava.

Na manhã desta segunda-feira (15), o município de Barreiras registrou o segundo óbito da doença causada pelo novo coronavírus, a Covid-19.

Desta vez, a paciente, uma idosa de 71 anos com histórico de Hipertensão e Diabetes foi internada no Pronto Atendimento Coronavírus, no Hospital Municipal Eurico Dutra, e com o agravamento do quadro foi transferida para o H.O, não resistindo após complicações.

Salvador

Salvador fechou este domingo (14) com 84% dos leitos de UTI ocupados, segundo o prefeito ACM Neto anunciou em coletiva de imprensa. Dos 558 leitos de UTI ofertados na rede pública da capital baiana, 468 estão ocupado.

Equipados com respiradores pulmonares, os leitos de UTI são indispensáveis para pacientes de Covid-19 cujos sintomas evoluem para situações graves. Em relação aos leitos clínicos, 75% estão ocupados em Salvador.

“Voltamos a ter uma piora na taxa de ocupação dos leitos de UTI, chegando ontem à noite a esse percentual de 84%, que é bem alto. Existem projeções que indicam a abertura de novos leitos, tanto de UTI como de leitos clínicos”, lamentou Neto.

“Pra gente ter uma retomada mais consistente das atividades, é fundamental reduzir esse taxa de ocupação”, acrescentou o prefeito.

Na rede particular da cidade, a ocupação dos leitos de UTI chegou a 79%.

Nota de Bolsonaro e Mourão pode ter tido efeito contrário entre oficiais das três forças armadas.

O jornal Folha de São Paulo analisa, em matéria de Igor Gielow, publicada no sábado, que as reações de altos oficiais das três forças armadas pode não ser exatamente aquilo que o presidente da República, Jair Bolsonaro, esperava.

Existe uma reação silente e discreta, não só à figura do Presidente, como do Ministro da Defesa, que assinaram uma nota ameaçadora sobre “ordens absurdas”, “intervenção das forças armadas” e fechamento de instituições dos outros dois poderes da Nação, Legislativo e Judiciário.

Enquanto isso, 45 pedidos de impeachment do Presidente dormem em berço esplêndido nas gavetas do presidente da Câmara Federal, Rodrigo Mais.

***FOTO DE ARQUIVO*** BRASILIA, DF, BRASIL, 15-05-2020, 08h00: O presidente Jair Bolsonaro fala com apoiadores e imprensa ao sair do Palácio da Alvorada na manhã de hoje. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
Foto: Pedro Ladeira/Folhapress

 A nota em que o presidente Jair Bolsonaro, o vice Hamilton Mourão e o ministro Fernando Azevedo (Defesa) dizem que as Forças Armadas não cumprirão “ordens absurdas” foi reprovada por setores da cúpula militar e pelo seu alvo, os ministros do Supremo Tribunal Federal.

O texto foi elaborado na noite de sexta (12), após o ministro Luiz Fux conceder uma decisão provisória delimitando a interpretação do artigo 142 da Constituição, que regula o emprego dos militares.

Na liminar, Fux respondia a um questionamento do PDT acerca da interpretação corrente no bolsonarismo de que o artigo permitiria às Forças Armadas intervir caso um Poder tentasse tolher o outro.

A visão vem sendo ventilada pelo presidente, pelo vice e outros membros do governo. A nota de sexta dizia também que as Forças não tolerariam “julgamentos políticos”, uma referência nem tão velada à ação de cassação da chapa Bolsonaro-Mourão que corre no Tribunal Superior Eleitoral.

A reportagem conversou com oficiais-generais da ativa dos três ramos armados. Enquanto muitos consideram que o Judiciário tem exagerado em suas decisões, e todos ressaltem que os signatários da nota são seus superiores hierárquicos, o tom foi reprovado.

Para um almirante, a nota coloca as Forças Armadas como um poder moderador acima da lei. Ele disse que é óbvio que os militares têm de responder a decisões e que, se não concordarem, sempre caberá recurso dentro da Constituição.

Em grupos de WhatsApp de oficiais, a crítica mais comum era a de que as Forças foram colocadas como uma extensão do bolsonarismo militante, que tem no confronto com Poderes uma de suas características.

Já havia grande irritação pela entrevista que o general Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) havia concedido à revista Veja, no qual ele falou em tom ameaçador contra a oposição ao mesmo tempo em que se apresentava como representante das Forças.

Ramos, já no centro de insatisfações quando foi cogitado por Bolsonaro para substituir o comandante Edson Pujol, ao mesmo tempo cedeu a pressões e decidiu passar à reserva -irá deixar o interino da Saúde, Eduardo Pazuello, como último general da ativa com cargo de primeiro escalão.

A nota coroou uma semana de ruídos entre a ativa e o governo Bolsonaro. A tentativa de maquiagem de dados da Covid-19 na Saúde, a frustrada portaria para dar direito ao uso de aviões ao Exército e a revelação de negócio entre a Força e uma empresa americana de armas favorecida pelo filho presidencial Eduardo Bolsonaro não foram bem digeridos.

Ante todo esse clima, com efeito, Mourão concedeu entrevista ao jornal Folha de S.Paulo na manhã deste sábado (13) e tentou modular a nota, dizendo que não há indisciplina possível entre os fardados da ativa.

Há relatos divergentes acerca de uma consulta do Planalto aos comandantes de Forças sobre o tom da nota. A reportagem questionou o general Azevedo sobre isso, mas ainda não obteve resposta.

Já entre ministros do Supremo, o tom variou de desânimo a irritação.

O desapontamento veio do fato de que o Planalto havia dado sinais de uma tentativa de normalização na relação com a corte, que está em processo de votação que deverá manter vivo o inquérito das fake news -que atinge o coração do bolsonarismo.

A principal sinalização foi dada acerca do ministro Abraham Weintraub (Educação), que na reunião ministerial de 22 de abril disse que queria ver os integrantes do Supremo, a quem chamou de vagabundos, na cadeia.

Nas últimas semanas, emissários fizeram chegar a ministros da corte que o Planalto estaria disposto a rifar Weintraub como punição pela fala. Em vez disso, o ministro envolveu-se em nova polêmica, com a rejeitada medida provisória que previa nomeação de reitores de universidades federais nesta semana.

A esse empoderamento somou-se a nota de sexta. A liminar de Fux havia sido alvo de contestações interna por parte de alguns ministros, que viram nela um certo truísmo ao reafirmar o que já está na Constituição e pela vacuidade do objeto: é uma decisão retórica, na prática.

Mas há simbolismos inescapáveis, e aí entra a contrariedade geral. Fux será o próximo presidente da corte, a tomar posse em setembro, e em momentos de crise entre Poderes os 11 integrantes do Supremo costumam agir em bloco.

Assim, o ataque direto a Fux se tornou, por extensão, mais uma afronta à corte por parte de Bolsonaro, que já participa de modo contumaz de atos pedindo o fechamento do órgão máximo do Judiciário e do Congresso.

A assinatura conjunta com Mourão foi vista como um recibo de ambos pelo fato de serem objeto da ação no TSE. Já a presença de Azevedo reforçou um sentimento que vem se consolidando na classe política: Bolsonaro tem usado as Forças Armadas como escudo por extrema fragilidade.

Assim, a banalização das ameaças, que assustam muitos devido ao passado intervencionista das Forças, tem sido vista pelo decrescente valor de face. Preocupa mais o Supremo a eventual perda de controle nas ruas, estimulada por Bolsonaro.

Chocou especialmente a sugestão do presidente para que hospitais sejam invadidos para provar a hipótese de que governadores estão inflando politicamente números da Covid-19.

Situações de violência implicam o uso das polícias militares, consideradas muito próximas do espírito bolsonarista. O motim da PM do Ceará no começo do ano, apoiado veladamente pelo governo, é um exemplo sempre lembrado.

Seja como for, no Distrito Federal a polícia acabou com o acampamento do 300 do Brasil neste sábado sem incidentes. O grupo pró-Bolsonaro prega violência e fechamento de Poderes, e não houve a temida adesão de policiais a ele.

As consultas que começaram na noite de sexta prosseguem neste sábado no mundo político, dado que Bolsonaro conseguiu elevar ainda mais o patamar de suas provocações institucionais, mas por ora o clima é mais de observação de cenário do que de reações exacerbadas.

Operação da PF sobre Saúde já atinge governos de sete Estados e valor investigado chega a R$ 1,07 bilhão

Por André Shalders – @andreshalders – Da BBC News Brasil em Brasília

Quatro prefeituras de capitais também foram alvo de investigações

Conforme a epidemia do coronavírus avança no Brasil, o país assiste também a uma outra escalada: a de operações contra a corrupção envolvendo dinheiro público para a resposta à doença.

Desde o fim de abril, são pelo menos 18 operações — uma a cada 3 dias, em média. Só na semana passada, foram deflagradas cinco operações em todo o país.

As ações já atingem governos de sete unidades da federação: Amapá, Distrito Federal, Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia e Santa Catarina. Nos casos do Rio e do Pará, as apurações atingem os governadores locais — que negam irregularidades —, e foram autorizadas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Policiais também foram às ruas para apurar irregularidades em várias prefeituras, incluindo as capitais Fortaleza (CE), Recife (PE), Rio Branco (AC) e São Luís (MA).

Ao todo, essas operações já cumpriram 230 mandados de busca e apreensão, e ao menos 32 pessoas suspeitas de envolvimento foram detidas.

Os contratos e compras investigadas somam cerca de R$ 1,07 bilhão — o montante que foi efetivamente desviado ou superfaturado, no entanto, ainda está sendo investigado pelas autoridades.

As informações foram levantadas pela reportagem da BBC News Brasil com base em informações da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Ministério Público Federal (MPF).

Só a CGU participou de 12 operações do tipo — a maioria em parceria com o MPF e a Polícia Federal.

As irregularidades encontradas também variam muito.

Há casos de sobrepreço em itens simples, como máscaras descartáveis — caso das operações Assepsia, em Rio Branco; e Cobiça Fatal, em São Luís (MA). Mas também há investigações sobre contratos milionários de compra de respiradores e montagem de hospitais de campanha, como nas apurações deflagradas no Rio de Janeiro e no Distrito Federal.

A primeira apuração de irregularidades envolvendo a resposta ao novo coronavírus aconteceu no município de Aroeiras (PB), parte da região metropolitana de Campina Grande, em 23 de abril.

Batizada de Alquimia, a operação cumpriu três mandados de busca e apreensão em Aroeiras e em Patos (PB), e apurou um prejuízo de R$ 48,3 mil na impressão de cartilhas com orientações de saúde à população.

Policiais em operação no município de Aroeiras (PB), no fim de abril

Além disso, a CGU também participou de quatro operações que tiveram como alvo pessoas que tentaram receber de forma indevida o Auxílio Emergencial de R$ 600, criado para combater os efeitos econômicos da pandemia.

Segundo os próprios dirigentes da CGU, a avalanche de investigações era “previsível” e repete o padrão de outros momentos nos quais grande quantidade de dinheiro federal foi enviada a Estados e municípios. Foi o caso das enchentes na região serrana do Rio em 2011, e do rompimento de barragens de rejeitos nas cidades mineiras de Mariana (2015) e Brumadinho (2019).

Para o advogado e ex-ministro da CGU Jorge Hage, o volume de investigações mostra que o governo “perdeu a mão” na hora de flexibilizar os controles financeiros durante a pandemia — por mais que a situação exija agilidade nas compras públicas, controles importantes acabaram suprimidos por medidas provisórias editadas pelo governo federal, avalia ele.

Politização das investigações?

Não é só por causa do montante de dinheiro desviado que as investigações chamam a atenção. Adversários do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), dizem que as apurações estão sendo usadas para punir governadores que fazem oposição ao governo federal.

As suspeitas aumentaram depois que a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) “antecipou” em entrevistas as operações contra os governadores do Rio, Wilson Witzel (PSC), e do Pará, Helder Barbalho (MDB). A primeira “previsão” de Zambelli foi no fim de maio, em entrevista à Rádio Gaúcha — ela mencionou a possibilidade de uma investigação contra Witzel, que se concretizou no dia seguinte. Zambelli é hoje uma das principais aliadas de Bolsonaro no Congresso Nacional.

Só estaremos livres do Corona quando tivermos vacinas

O jornal Diário do Povo, chinês, informa que as autoridades de saúde da China divulgaram nesta segunda-feira (15) que receberam relatos de 49 novos casos confirmados de #Covid-19 no continente chinês no domingo (14), dos quais 39 foram transmitidos internamente. Nenhuma nova morte foi relatada.

As autoridades de Pequim fecharam o mercado de alimentos quando 36 novos casos de coronavírus foram registrados no domingo,

New York Times diz que há ameaça de “golpe militar” no Brasil para manter Bolsonaro no poder

O jornal americano The New York Times publicou nesta quarta-feira (10) uma reportagem em que afirma que há a possibilidade de um “golpe militar” no Brasil para garantir a manutenção do presidente da República, Jair Bolsonaro, no poder.

No texto, assinado pelos repórteres Simon Romero, Letícia Casado e Manuela Andreoni, o jornal destaca que Bolsonaro está sendo pressionado por todos os lados por conta do aumento nas mortes diárias provocadas pelo coronavírus e das investigações contra seus filhos e aliados.

“A crise cresceu de forma tão intensa que que algumas das mais poderosas figuras do País estão emitindo alertas de instabilidade – sinalizando que podem tomar o controle e acabar com a maior democracia da América Latina”, escrevem.

Palmeiras, Corinthians e Movimentos Sociais se unem na Paulista contra o fascismo.

 

Movimentos sociais e torcidas organizadas se juntaram na tarde fria desta domingo (11)  para protestar contra o racismo, o fascismo e Jair Bolsonaro, na avenida Paulista. O ato começou no Masp e seguiu sentido bairro Paraíso. Segundo estimativa da Polícia Militar, havia cerca de mil pessoas.

Os movimentos defendem a saída de Bolsonaro e exibem mensagens contra o racismo e o fascismo, além de defender a ampliação de direitos da população. 

No ínício do ato, torcedores do Palmeiras chegaram ao Masp, na Avenida Paulista, em São Paulo, sob aplausos dos rivais corintianos.

Os heróis da resistência: mais de 5 mil profissionais da Saúde estão contaminados na Bahia.

A Bahia registra 36.401 casos confirmados de coronavírus (Covid-19), o que representa 19,21% do total de notificações no estado. O boletim epidemiológico ainda contabiliza 15.486 pessoas recuperadas, 1.105 óbitos e 19.810 indivíduos monitorados pela vigilância epidemiológica e com sintomas da Covid-19, o que são chamados de casos ativos.

Os casos confirmados ocorreram em 357 municípios do estado, com maior proporção em Salvador (54,97%).

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 71.532 casos descartados e 81.601 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas deste domingo (14).

Na Bahia, 5.162 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.

Momento político grave cria novos personagens oportunistas

O jornalista Kennedy Alencar atacou figurinhas carimbadas da política, as quais participaram do Golpe de 2016 e conduziram o bárbaro Jair Bolsonaro ao poder, apoiando-o ou se isentando da luta política e do esclarecimento do povo do que estava prestes a acontecer.

Em podcast no site da CBN, Kennedy Alencar traça, também, paralelo entre atitudes controversas dos presidentes do Brasil e dos EUA. Trump, por exemplo, pretende retomar comícios, mas quer que apoiadores assinem termo de responsabilidade para o caso de contraírem coronavírus.

Já Bolsonaro sugere que apoiadores invadam hospitais para filmar leitos. Para Kennedy, fala demonstra ‘ignorância fundamental’ do presidente brasileiro. Evolução da pandemia e manifestações contra o racismo também estão entre os destaques.

Já a ex-presidente Dilma Rousseff desancou os tucanos, em sua escalada para blindar Bolsonaro:

“O anúncio da adesão dos tucanos, feito ontem pelo presidente nacional do partido, é chocante porque contraria o consenso nacional, trai a luta pela democracia e insulta a memória de mais 40 mil vítimas fatais de uma doença que Bolsonaro despreza e decidiu não combater.”

“Só não se pode dizer que o PSDB está traindo a si mesmo. Sempre que descem do muro, os tucanos descem para o lado errado. O partido deu início ao movimento que levou ao golpe de 2016 e liderou a sabotagem movida contra mim no Congresso. Participou do governo golpista e, hoje, se acumplicia com um governo fascista. O faz em nome do que chama de “paciência democrática”. Mas em 2016, diante de um governo recém-eleito e que jamais pôde ser acusado de autoritário, não soube se resignar à vontade manifesta dos eleitores.”

Quando até o Democratas, partido sempre à direita dos grandes movimentos políticos nacionais se afasta determinado de Bolsonaro, causa espécie que um partido como o PSDB, sempre ligado à centro-esquerda, venha fortalecer o Presidente na ameaça iminente de um impeachment.

O DEM tem origem no Partido da Frente Liberal (PFL), no PSD e na ARENA, apoiadores da Ditadura de 64. Hoje tem uma atitude mais democrata que o PSDB, originado nos autênticos do MDB e tradicionalmente um partido de Oposição.

Estudos indicam colapso nas verbas da Educação após crise sanitária.

Queda de arrecadação, esforços de gastos com saúde e ausência da União em ações emergenciais indicam a redução de recursos disponíveis para a educação. Projeções de perdas apontam para cenário de colapso nos orçamentos de 2020 e 2021.

Na pandemia do novo coronavírus, o governo Jair Bolsonaro não criou medidas de apoio de financiamento às redes de ensino. Elas já arcam com a maior parte dos gastos na educação básica.

O baixo recolhimento de tributos, sobretudo do ICMS (imposto sobre circulação de mercadorias e serviços), tem forte impacto no montante direcionado à educação.

A CNM (Confederação Nacional dos Municípios) já constatou queda de 24% do tributo em abril. A IFI (Instituição Fiscal Independente), órgão ligado ao Senado, trabalha com uma projeção de redução de 30% do ICMS no ano.

Nesse cenário, nota técnica da Fineduca (Associação Nacional de Pesquisa em Financiamento da Educação) e Campanha Nacional pelo Direito à Educação projeta perda de R$ 52,4 bilhões de recursos da educação. O estudo é ancorado em dados de 2018 e leva em conta estados e municípios.

Relatório do Movimento Todos Pela Educação e do Instituto Unibanco indica uma redução de R$ 28 bilhões somente nos recursos de estados. O estudo considera uma retração de 25% da carga tributária vinculada à educação. Trata-se, nesse cenário, de perda de 25% dos R$ 101 bilhões disponíveis atualmente.

Procurado, o MEC (Ministério da Educação) não retornou. A pasta da Economia não respondeu por que não há auxílio emergencial para a educação, mas disse em nota que analisa alternativas para superação deste momento.

“Os estudos mostram que não temos recursos para fechar o ano”, diz Salomão Ximenes, professor da UFABC. “Sem programa emergencial, corre-se um grande risco de colapso do sistema, inclusive que venha prejudicar qualquer implementação de plano de reabertura.”

O Consed (conselho que reúne secretários estaduais de Educação) calculou custos extras com a pandemia de R$ 1,9 bilhão. Para garantir reabertura segura, as secretarias terão de providenciar distanciamento de alunos, materiais de higiene e continuidade da educação a distância -o que pressiona mais os orçamentos.

“Os danos da pandemia não são só de curto prazo, vão persistir por alguns anos, aprofundar desigualdade. Teremos de colocar mais recursos”, diz Lucas Hoogerbrugge, gerente de Estratégia Política do Todos Pela Educação.

As escolas públicas têm 39 milhões de estudantes, da creche ao ensino médio. As redes já vivem com escassez de recursos e pouco apoio federal.

O apoio do União é visto como saída única. “Tem de ser dessa forma, porque estados e municípios não fazem política econômica, só gestão fiscal”, diz Hoogerbrugge.

O ICMS é ainda o principal tributo da cesta do Fundeb, mecanismo mais importante do financiamento da educação básica. O fundo responde por R$ 4 de cada R$ 10 investidos em educação básica no país. O Fundeb vence no fim deste ano e até agora não foi votado no Congresso.

A urgência de renovação do dispositivo, com aumento do papel da União, já era antes consenso entre especialistas. Diante da pandemia e do cenário econômico para o próximo ano, se coloca com maior gravidade.

Para o próximo ano, o teto de gastos levanta preocupações. Prevista na Constituição, a regra determina que o crescimento das despesas federais no ano será limitado à inflação em 12 meses acumulada até junho do ano anterior.

O recente anúncio de queda da inflação vai deixar o teto cerca de R$ 20 bilhões mais baixo em 2021. A previsão de despesas discricionárias do MEC (Ministério da Educação) para 2021 é 18,2% inferior do contido na lei orçamentária deste ano. A perda é de R$ 4,18 bilhões.

Especialista em finanças públicas, Elida Graziane defende a revogação do teto. “Há grande risco de termos em 2021 situação de colapso nos serviços essenciais”, diz ela, que é procuradora do Ministério Público de Contas de São Paulo.

Se a própria manutenção do sistema é colocada em risco, o avanço em indicadores educacionais -como a ampliação de alunos em tempo integral ou o acesso à creche- é visto com ainda mais preocupação.

Graziane também insiste que as metas do PNE (Plano Nacional de Educação) sejam atreladas a medidas emergenciais, sob risco de retrocessos.

A meta do PNE é ter ao menos 25% dos alunos em tempo integral até 2024. O país registra menos de 15%. O Brasil tem 35,6% das crianças de até 3 anos matriculadas na pré-escola -a meta é de 50%.

Sem ter um projeto pronto para a educação infantil, o ministro Abraham Weintraub (Educação) deixou de usar no ano passado R$ 1 bilhão recuperados pela operação Lava Jato. Com o avanço da pandemia, perdeu definitivamente o recurso para a Saúde.

Bahia: Secretário da Saúde mostra preocupação com crescimento de casos ativos.

O Secretário da Saúde da Bahia (Sesab), Fábio Vilas-Boas classificou neste domingo (14) como preocupante o índice de crescimento doa casos ativos do novo coronavírus no estado.

Segundo último boletim emitido pela pasta, no último sábado (13), a Bahia possui 19.440 casos ativos da Covid-19.

“Preocupa sim [crescimento dos casos ativos]. Estamos paralisados numa taxa de crescimento de 4,5% já há quase duas semanas, sem cair abaixo disso”, respondeu Vilas Boas, através do Twitter.

O titular da Sesab divulgou um gráfico de crescimento dos casos ativos do novo coronavírus em território baiano (veja abaixo). Desde a última quarta-feira (10), o índice está acima do esperado. A última vez que isto havia acontecido foi no dia 7 de maio. Entre o dia 31 do último mês e 9 deste mês, a linha de crescimento estava no limite do projetado pelo estado.

Até o momento, a Bahia tem 35.788 casos confirmados do novo coronavírus, com  1.069 óbitos, e 15.279 recuperados.

Do Bahia Notícias

COVID-19: mais quatro casos positivos em Luís Eduardo Magalhães

A Secretaria da Saúde de Luís Eduardo Magalhães informou, nesta manhã, mais quatro casos positivos, testados, para Corona Vírus. Os casos se referem a um paciente do gênero feminino, 48 anos; e três pacientes do gênero masculino, 45, 46 e 69 anos. Três destes pacientes foram testados em clínica particular.

Os pacientes apresentam sintomas que não indicam necessidade de internação hospitalar e permanecem em isolamento domiciliar obrigatório, monitorados e acompanhados pelo serviço de Telemedicina e pela Vigilância Epidemiológica.

Um dos pacientes encontra-se hospitalizado Hospital do Oeste, na cidade de Barreiras.

Brasil importou mais de R$ 1 trilhão em petróleo nos últimos dez anos

Importações vindas dos EUA saltaram 738%

Desde que os Estados Unidos começaram, há duzentos anos, a estender seus tentáculos mundo à fora, seus interesses jamais se restringiram ao domínio sobre os recursos naturais dos diferentes países.

Frequentemente, um outro interesse ainda mais importante se impunha: o domínio dos mercados.

Possuindo até hoje uma das maiores estruturas produtivas do planeta, abrangendo quase todos os setores globalizados da economia, do petróleo à indústria pesada, do agronegócio e à alta tecnologia, os Estados Unidos precisam, assim como qualquer outro país industrializado, de compradores para seus produtos.

Neste sentido, é às vezes um pouco irritante como a esquerda brasileira raramente olha para esse ponto quando analisa os avanços do imperialismo americano sobre a nossa economia.

O último livro de Ciro Gomes, “Projeto Nacional: O dever da esperança”, traz uma denúncia muito dura contra o golpe de 2016 e a Lava Jato. Mas repete o clichê equivocado de entender que a inequívoca sombra americana por trás desses acontecimentos seria explicada pelo interesse em nosso pré-sal. Não é bem assim.

É claro que os EUA espionaram nosso pré-sal com objetivo de obter o máximo de informações possíveis sobre o tamanho de suas reservas e a viabilidade de sua exploração.

O fato, porém, é que o nosso pré-sal, em proporção às reservas mundiais, não é expressivo.

Além disso, a história já mostrou que o interesse principal da indústria americana de petróleo não é em nossas reservas, tanto é que seus únicos compradores tem sido, na verdade, os chineses.

O interesse dos americanos se debruça sobre algo ainda mais valioso, mais estável e com capacidade de gerar caixa de maneira muito mais rápida: o nosso mercado consumidor de petróleo!

Como somos um país que abandonamos o transporte ferroviário, e não temos um transporte de cabotagem significativo, quase toda a circulação interna de mercadorias e pessoas, num país de extensão continental, depende de veículos movidos a gasolina e, sobretudo, a diesel.

Nos últimos 10 anos, o Brasil importou US$ 226,5 bilhṍes em petróleo, ou R$ 1 trilhão, um aumento de 84% sobre os 10 anos anteriores.

Entretanto, quando se olha apenas para o petróleo vindo dos EUA, nossas compras do produto aumentaram 738% nos últimos 10 anos. A maior parte dessa alta aconteceu nos últimos 5 anos, como se pode ver nos gráficos abaixo.

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Nos anos de 2008 a 2015, antes do pré-sal finalmente começar a jorrar para fora das profundezas oceânicas, o Brasil importou quantidades enormes de petróleo bruto e refinado, num momento em que o preço do produto encontrava-se extremamente elevado, o que sobrecarregou nossa balança de pagamentos, e contribuiu para a deterioração do quadro econômico que veríamos em seguida.

Quando o preço do petróleo começa a cair dramaticamente, a partir de 2016, nossas despesas começam a cair. Além disso, dois fatores ajudam a reduzir nossas importações: a crise econômica, que reduz o consumo de combustível, e a entrada em produção dos primeiros poços do pré-sal, substituindo as plataformas do pós-sal, cuja produção já está em fase declinante.

Entretanto, a partir de 2016, dá-se o golpe de Estado, muda o regime, e uma mudança importante acontece na política petroleira do Brasil. A principal delas é a paralisação da construção de novas refinarias, e a redução drástica da capacidade operacional daquelas já existentes, o que leva a um aumento constante das importações de petróleo refinado. Os grandes beneficiados dessa mudança são as refinarias norte-americanas, pois o país passa a concentrar quase todas as suas compras externas de diesel, que é o produto de importação que mais pesa em nossa balança comercial, dos Estados Unidos.

As importações de petróleo com origem nos EUA, que até 2016, nunca haviam correspondido a mais de 20% de nossas compras externas de petróleo, começam a subir vertiginosamente, e hoje o país responde por cerca de 60% de todo o petróleo importado pelo Brasil.

Como o preço do petróleo oscila de maneira muito dramática, é importante analisarmos o fluxo do produto em termos de quantidade.

Em quantidade, o Brasil tem importado quantidades recordes de petróleo refinado, o que compensou a queda nas compras de petróleo bruto.

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É importante observar que, hoje, o Brasil vem obtendo recordes no saldo da balança comercial de petróleo.

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Não estivéssemos importando quantidades tão grandes de petróleo refinado, gerando empregos e renda nos Estados Unidos, estes saldos poderiam ser infinitamente maiores, financiando o nosso desenvolvimento e estabilizando nossas finanças públicas. No atual nível, eles servem apenas para compensar uma parte do déficit ainda crescente de nossa balança de pagamentos, puxado sobretudo pela desindustrialização galopante e pelo aumento dramático da importação de manufaturados.

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho.

Fanáticos “atacam” STF e Congresso. Eles não tem a noção do ridículo quando falta o remedinho!

Depois dos gritos histéricos da manhã, quando o acampamento dos 300 (ops, 28!) foi levantado pela Polícia Militar, novamente tivemos um ato ridículo à noite, com a “invasão” do Congresso e o bombardeio com fogos de artifício no Supremo. Ouça o histerismo da narração do vídeo.

Não sei qual a teoria psiquiátrica que determinou o fechamento dos hospícios, que não sejam os forenses. Mas que estamos precisando de uma retomada de assistência médica para determinadas pessoas é uma certeza inabalável.

Quem sabe lindos sítios de produção hortícola, onde a terapia laboral e o cabo de uma enxada façam com que essa horda de fascistas volte à normalidade desejável, mais contida, menos histérica e menos dependente de comprimidos do tipo “amansa louco”. 

O impossível não acontece: Bolsonaro não terminará o mandato.

Da Coluna de Miriam Leitão no Globo, editado pelo DCM

‘Em 40 anos de consultoria, o que eu aprendi é que o impossível não acontece.’ Foi essa a resposta que me deu um experiente consultor quando perguntei se o governo Bolsonaro concluiria seu mandato. Isso foi em 7 de maio.

No mesmo dia, ele previu que o Brasil seria o segundo país com mais mortes. Parecia exagerado, afinal era o oitavo. Na sexta-feira, virou o segundo.

“É impossível mais dois anos e meio dessa tragédia que nós estamos vivendo. Com esse grau de dissonância, ruído, complicação, briga. Isso não acontece”, disse ele.

Esse é o grande assunto entre cientistas políticos, economistas, cenaristas em geral. Para permanecer, Bolsonaro teria que mudar. A nota assinada pelo presidente, o vice e o ministro da Defesa na noite de sexta-feira tem como alvos o ministro Luiz Fux e o TSE, mas há uma ameaça implícita a qualquer voz divergente.

A hipótese de Bolsonaro mudar, distensionar o país e, assim, conseguir concluir o mandato é improvável. Bolsonaro não vai mudar. Por incapacidade mesmo. Ele será sempre criador de atritos constantes. Ele não sabe governar, por isso precisa dos confrontos. As brigas serão com pessoas, grupos sociais ou instituições. Escolherá aleatoriamente os “inimigos” para hostilizar. Quando faltar adversários, ele vai atirar para dentro do seu próprio governo.

Fiz a mesma pergunta que havia feito ao consultor — se o presidente terminaria o mandato — a uma alta autoridade da República, fora do Executivo. A resposta que eu ouvi:

— Com ele ignorando os conselhos que recebe, com essa estrutura que Bolsonaro criou, o Brasil explode antes de 2022. Do ponto de vista social e econômico. Eu tenho certeza. Como é que resolve? Dentro da democracia.

É impossível manter o país por mais dois anos e meio neste grau de tensão, com um presidente como Bolsonaro que estimula o conflito, ataca pessoas ou instituições, ameaça a democracia, e põe em risco o pacto civilizatório que o Brasil penosamente construiu. Isso não acontece.

Nordeste tem o maior número de casos de contaminação pelo Corona Vírus

Número de testes no Brasil não chega a 10% daqueles realizados na Rússia.

Os números da pandemia no Brasil e no mundo. Nossos vizinhos, inclusive a desorganizada Venezuela, tem se mostrado mais eficientes no tratamento do Corona. Nada comparável à Rússia, que tem a maior taxa de testes por milhão de habitantes e está logo abaixo do Brasil em número de casos de contaminação. 

A Região Nordeste registra um total de 300.568 casos de infecção pela covid-19, seguida pela Região Sudeste com 298,257 casos. No Norte do país, somam 175.875 casos. No Centro-Oeste, 38.658 casos. E no Sul, 37.156.

O Estado de São Paulo, o mais populoso e com maior número de contaminações, concentra 172.875 mil casos, 10.581 mortes.

A incidência da doença é de 404,7 casos por 100 mil habitantes, e a taxa de mortalidade é de 20,3 casos no mesmo universo. A letalidade da doença é de 5% das contaminações.

O Brasil conta hoje com 8.318 casos graves da doença, enquanto 379.245 pessoas recuperaram a saúde depois da infecção.

O País conta com apenas 7.055 testes por milhão de habitantes, enquanto a Rússia, terceira em número de contaminações, realiza 99.869 testes também por milhão de habitantes (146 milhões de habitantes).

Estes números dão uma ideia de quanto pode ser grave a sub-notificação no Brasil, que segundo as pesquisas da UFPel e IBOPE alcança um número de 7 vezes maior que os casos notificados. Se essa estatística se replicar de fato para todo o País, teríamos 5,9 milhões de contaminados, cerca de 278% a mais que os Estados Unidos, que está testando 77 mil pessoas em cada milhão de habitantes.

Da mesma maneira, a Índia, que tem apenas 321.626 casos notificados em uma população de mais de 1.379 bilhão de habitantes, poderia potencializar uma das maiores populações contaminadas, pois testa apenas 3.900 pessoas por milhão de habitantes.

O total geral de casos de contaminação no mundo só tem aumentado, com 7,860,730, apesar do número diário de mortes estar recuando, para um total de 432,200.

Vizinhos mais eficientes

Na Argentina, existem atualmente 30 mil casos e apenas 815 mortes em uma população de 45 milhões de habitantes. Os argentinos estão testando pouco, 5.054 por milhão de habitantes, num total de 228 mil testes, frente aos 1.49 milhão de testes realizados no Brasil.

A vizinha Venezuela, apesar da economia desorganizada e problemática, tem apenas 2.904 casos e 24 mortes atribuídas ao Corona, apesar de já ter testado mais de 1,06 milhão de testes – 37.511 por milhão – numa população de 28,4 milhão de habitantes, depois de receber importante ajuda médica e de equipamentos dos chineses.

E o Paraguai, dividido por fronteira seca com o Brasil, tem apenas 11 mortes depois de 1.261 casos, apesar de realizar 46 mil testes – 6.539 por milhão – em uma população total de 7,12 milhões de habitantes.

Esse é o motivo pelo qual os paraguaios fecharam as fronteiras, abrindo inclusive valas com retro-escavadeiras na longa fronteira seca (436 km) para não permitir a passagem de brasileiros.

Acesse as melhores matérias da Agência Pública esta semana

10/06/2020
Contaminação de indígenas em Dourados partiu de frigorífico da JBS
Em 28 dias, as contaminações por coronavírus em Dourados, no Mato Grosso do Sul, aumentaram 3.500%. A cidade tem a reserva indígena mais populosa do país. O primeiro caso positivo foi uma mulher indígena de 35 anos que trabalha na planta da JBS em Dourados. Após a confirmação, as equipes de saúde da reserva passaram a testar os demais funcionários da JBS e seus familiares. Menos de 48 horas depois, já havia dez casos entre os indígenas.
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09/06/2020
Desigualdade social é fator de risco para mortes de crianças e adolescentes por Covid-19 no país
Nesta reportagem, fizemos um levantamento sobre as mortes de crianças e adolescentes por Covid-19 no Brasil. O número de mortes entre menores de 19 anos no país é maior do que em outros países atingidos. O levantamento mostra que a maioria dos óbitos entre os mais jovens nas capitais é de bairros pobres. Em São Paulo, 93% dos casos de mortes de crianças e adolescentes por Síndrome Respiratória Aguda, comprovadamente relacionadas ao Covid-19 ou sem motivo identificado, foram de moradores de bairros periféricos ou de baixa renda.
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09/06/2020
Na trincheira contra o apagão de dados da pandemia
Nesta reportagem, líderes de Iniciativas cívicas de números sobre o coronavírus falam à Pública sobre a tentativa do governo federal de “maquiar os dados” de vítimas.
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10/06/2020
Poderes impuros
A Pública faz parte da investigação transnacional “Poderes impuros”, liderada pelo OjoPúblico (Peru), que analisa e detalha em profundidade o papel de grupos religiosos ultraconservadores durante a pandemia de coronavírus. Como parte da investigação, a equipe de repórteres construiu uma base preliminar de dados de 298 ações realizadas, entre março e maio, por 120 atores políticos e líderes religiosos de diferentes igrejas, cultos, partidos e organizações.
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12/06/2020
“Eles não foram neutros na análise”, afirma cientista do MIT que refutou relatório da OEA sobre fraude nas eleições bolivianas
O recente estudo estatístico realizado por pesquisadores da Universidade Tulane e da Universidade da Pensilvânia com dados obtidos pelo New York Times de autoridades eleitorais bolivianas revelou o que os pesquisadores Jack R. Williams e John Curiel, ambos do Laboratório de Ciência e Dados Eleitorais do consagrado Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) já haviam revelado em um artigo publicado em fevereiro no Washington Post. O relatório final da Organização dos Estados Americanos (OEA), que afirmou ter havido fraude nas eleições bolivianas de 2019, tem falhas metodológicas que comprometem o seu resultado. A Pública entrevistou Jack R. Williams.
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07/05/2020
Entregadores antifascistas: “Não quero gado. Quero formar entregadores pensadores”
Entrevistamos o motoboy Paulo Lima, que lidera o movimento de entregadores antifascistas que estará nas manifestações deste domingo. Aos poucos, o grupo está conseguindo reunir uma categoria precarizada, exposta às ruas em plena pandemia sem garantias trabalhistas, em torno da luta comum: a defesa da democracia.
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A cronologia do negativismo e da irreponsabilidade

A invasão de cinco pessoas ao Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, referência para o tratamento para a Covid-19 no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira 12, pôs a categoria de saúde em alerta. O presidente do Sindicato dos Médicos do Rio, Alex Telles, chama a atenção para a gravidade do caso e diz acreditar que o episódio tenha sido estimulado pela fala do presidente Jair Bolsonaro no dia anterior. Pelas redes sociais, Bolsonaro havia pedido a apoiadores que “arranjem” um jeito de entrar em hospitais públicos ou de campanha que atendam pacientes com coronavírus e filmem o seu interior. A intenção, explicava, era mostrar a dimensão real da epidemia. Novamente, o presidente levantou suspeitas de que os dados relativos ao novo vírus estariam sendo manipulados para atingir seu governo.

Logo após o incidente ocorrido no hospital carioca, o presidente do sindicato esteve na unidade e conversou com vários plantonistas que presenciaram a ação na área restrita de risco biológico 3 (grande risco de contágio, transmissão por suspensão no ar). “É muita coincidência que no dia seguinte ao presidente ter incitado as pessoas a invadirem os hospitais tenhamos tido um problema destes”, ressalta o médico clínico Alex Telles, que também dá plantão no Ronaldo Gazolla. “Essas pessoas que entraram na área restrita e de forma agressiva puseram em risco médicos, enfermeiros, internos e elas próprias”, completa.

O tumulto no hospital de referência para a Covid-19 no Rio, que fica em Acari, na Zona Norte da cidade, segundo os relatos dos profissionais que estavam no local no momento, foi provocado por cinco pessoas de uma mesma família que acabara de saber do falecimento de um parente. Uma senhora, de 56 anos, que havia sido transferida há dois dias para aquela unidade, teve uma piora repentina do caso e morreu com suspeita de coronavírus. Os familiares, revoltados com a notícia, dada no setor de informações no primeiro andar do prédio, invadiram às instalações e foram até o quinto andar, onde entraram na ala B, reservada aos pacientes da nova doença. Exaltados, chutaram portas, derrubaram computadores e tentaram invadir outras áreas restritas.

Por vários momentos, os invasores, segundo relatos de profissionais, xingaram funcionários e gritavam “mentira, mentira”, assustando funcionários e pacientes. Ontem o hospital tinha cerca de 130 pacientes com a Covid-19 internados na área de clínica médica e 106 na Unidade de Terapia Intensiva (CTI). Os familiares da senhora que acabara de falecer foram contidos com a chegada da Guarda Municipal.

Corona Brasil: aumento de 21.704 casos e 892 óbitos, contagem parcial.

Os governistas de todas as latitudes estão comemorando uma eventual diminuição na notificação de casos e de óbitos. A verdade é que nos sábados e domingos existe uma sub-notificação maior, com a ausência das informações de algumas secretarias de Saúde. Isso acaba se refletindo nos levantamentos de terça e quarta-feira, que, assim, apontam para novos recordes.

O Brasil tem 42.055 mortes por coronavírus confirmadas até as 13h deste sábado (13), aponta um levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

O consórcio divulgou na sexta-feira (12), às 20h, o quinto balanço, com os dados mais atualizados das secretarias estaduais naquele momento. Depois desse balanço, seis estados (GO, MG, MS, PA, PE e TO) e o DF divulgaram novos dados.

Veja os dados atualizados às 13h deste sábado (13):

  • 42.055 mortes
  • 832.866 casos confirmados

(Na sexta, 12, às 20h, o balanço indicou: 41.901 mortes, 843 nas últimas 24 horas; e 829.902 casos confirmados. Desde então, houve atualizações em DF, GO, MG, MS, PA, PE e TO.)

Os dados foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal.

Bahia

Bahia registra 35.788 casos confirmados de coronavírus (Covid-19), o que representa 19,14% do total de notificações no estado. O boletim epidemiológico ainda contabiliza 15.279 pessoas recuperadas, 1.069 óbitos e 19.440 indivíduos monitorados pela vigilância epidemiológica e com sintomas da Covid-19, o que são chamados de casos ativos.

​Os casos confirmados ocorreram em 352 municípios do estado.

Barreiras

Neste sábado, 13, Barreiras teve o primeiro óbito provocado pela Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

A paciente, uma idosa de 74 anos, com histórico de Hipertensão Arterial Sistêmica – HAS e obesidade, estava internada desde o dia 09 de junho, no Pronto Atendimento Coronavírus, com diagnóstico positivo para Covid-19 em estado moderado. Com o agravamento, a paciente foi transferida para o HO, e na manhã desse sábado após complicações, a paciente não resistiu e veio a óbito.

Luís Eduardo Magalhães

O Município teve a notificação de mais nove casos no dia de hoje.

Os casos se referem: seis pacientes do gênero feminino, 23, 33, 39, 43, 58 e 65 anos; três pacientes do gênero masculino, 34, 37 e 40 anos. Cinco destes pacientes foram testados em clínica particular.

Os pacientes apresentam sintomas que não indicam necessidade de internação hospitalar e permanecem em isolamento domiciliar obrigatório, monitorados e acompanhados pelo serviço de Telemedicina e pela Vigilância Epidemiológica. Um dos pacientes encontra-se hospitalizado Hospital do Oeste, na cidade de Barreiras.

Caixa divulga calendário de saque emergencial do FGTS

A Caixa Econômica Federal divulgou, neste sábado (13), o calendário de pagamento do saque emergencial do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

O saque emergencial do FGTS foi liberado por meio de MP (medida provisória) em abril e a liberação dos recursos estava prevista para começar na próxima segunda-feira (15). O valor é de até R$ 1.045.

O trabalhador terá que esperar alguns dias entre o depósito do FGTS e a liberação para saques em espécie e transferências para outras contas.

De 29 de junho a 21 de setembro, a Caixa fará os depósitos aos 60 milhões de trabalhadores, mas as retiradas em espécie serão feitas segundo cronograma com referência na data de nascimento, de 25 de julho a 14 de novembro.

No período entre o depósito e o saque, o dinheiro só poderá ser usado para pagamentos e compras com débito virtual.

Segundo o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, o objetivo do intervalo é evitar filas e aglomerações.

“Oito em cada dez brasileiros adultos estarão recebendo algum benefício nesse período. Cerca de 400 mil pessoas receberão por dia, não há possibilidade de pagar todos ao mesmo tempo durante uma pandemia”, afirmou.

Serão disponibilizados R$ 37,8 bilhões do FGTS para saques.

Todos os trabalhadores que tenham contas ativas ou inativas podem retirar o valor. A partir de segunda, os interessados poderão consultar o valor do saque e a data do depósito pelo site http://www.fgts.caixa.gov.br e pelo telefone 111, opção 2.

Na sexta-feira (19), as informações estarão disponíveis no aplicativo do FGTS. Na ferramenta, o trabalhador poderá optar por não realizar o saque.

“Caso não faça a opção, o valor será creditado automaticamente. Depois, ele pode solicitar o ‘desfazimento’ da operação. Aí o dinheiro retorna para a conta do FGTS, corrigido, sem prejuízo algum”, disse Guimarães.

Caso não haja movimentação na conta digital aberta pela Caixa até 30 de novembro, os valores serão devolvidos automaticamente ao fundo.

A Caixa divulgou também o cronograma de pagamento do último lote da primeira parcela do auxílio emergencial. Ao todo, 4,9 milhões de pessoas receberão a primeira parcela do socorro.
O valor será depositado em conta digital da Caixa entre 16 e 17 de junho, mas só ficará disponível para saque entre 6 e 18 de julho, de acordo com o nascimento do beneficiário.

CONTAS DIGITAIS
As poupanças sociais digitais da Caixa foram regulamentadas por meio de MP neste sábado, pouco antes da divulgação dos calendários de pagamento dos benefícios.

A medida estabelece regras para esse tipo de conta. Além do auxílio e da complementação de salários, os titulares também poderão receber o saque emergencial do FGTS.

A modalidade poupança digital também foi habilitada pela MP a receber depósitos decorrentes de benefícios sociais, exceto os previdenciários. Foi colocado um limite de movimentação mensal de R$ 5 mil, incluindo depósitos e retiradas.

A MP determina ainda que não haverá tarifas para a manutenção das contas e que os titulares da mesma poderão fazer, no mínimo, uma transferência eletrônica ao mês para outras contas, sem custos.

A conta será exclusivamente digital, sem a possibilidade de emissão de cartão físico e poderá ser utilizada para pagamento de boletos.

Calendário de pagamento do saque emergencial do FGTS por mês de nascimento

Janeiro
Crédito em Conta – 29 de junho
Disponível para saque e transferência – 25 de julho

Fevereiro
Crédito em Conta – 6 de julho
Disponível para saque e transferência – 8 de agosto

Março
Crédito em Conta – 13 de julho
Disponível para saque e transferência – 22 de agosto

Abril
Crédito em Conta – 20 de julho
Disponível para saque e transferência – 5 de setembro

Maio
Crédito em Conta – 27 de julho
Disponível para saque e transferência – 19 de setembro

Junho
Crédito em Conta – 3 de agosto
Disponível para saque e transferência – 3 de outubro
Julho
Crédito em Conta – 10 de agosto
Disponível para saque e transferência – 17 de outubro

Agosto
Crédito em Conta -24 de agosto
Disponível para saque e transferência – 17 de outubro

Setembro
Crédito em Conta – 31 de agosto
Disponível para saque e transferência – 31 de outubro

Outubro
Crédito em Conta – 8 de setembro
Disponível para saque e transferência – 31 de outubro

Novembro
Crédito em Conta – 14 de setembro
Disponível para saque e transferência – 14 de novembro

Dezembro
Crédito em Conta – 21 de setembro
Disponível para saque e transferência – 14 de novembro

O vídeo do momento do assassinato de um advogado em Curitiba

A Polícia Civil do Paraná prendeu na manhã de hoje um dos suspeitos de uma dupla execução ocorrida no início da noite de ontem em uma loja de conveniência no Centro de Curitiba. Uma das vítimas é o advogado e empresário Igor Martinho Kalluf, de 40 anos, um dos autores de um pedido de investigação protocolado em 2019 na Procuradoria Geral da República (PGR) contra o ex-ministro Sérgio Moro. A outra vítima, Henrique Mendes Neto, de 38, era amigo do advogado.

Segundo a Delegacia de Homicídios, a linha de investigação inicial para a motivação do assassinato de Igor envolveu uma possível retaliação à atuação política do advogado sobre o processo movido contra Sérgio Moro, mas a hipótese já foi descartada.

“Inicialmente, essa foi uma das linhas investigativas nas primeiras horas, porém com o decorrer das oitivas das pessoas e demais elementos, como troca de mensagens de celular, temos a certeza de que não tem nada a ver com isso”, decretou a delegada Tathiana Guzella.

Além de advogado, Igor era empresário e cursava doutorado em Ciências Jurídicas, na Universidade Autónoma de Lisboa. Ele deixa dois filhos e esposa.

O assassinato foi registrado pelas câmeras de segurança do estabelecimento. O vídeo abaixo mostra que tudo aconteceu em menos de quatro minutos.

Às 18h04, um dos atiradores chegou em um carro com outras duas pessoas e cumprimentou Igor, que estava no caixa do estabelecimento. Logo depois, ele apontou uma arma para o advogado, que não apareceu nas imagens por causa de um “ponto cego” da câmera. O vídeo sugere que houve uma discussão entre os envolvidos.

Um outro suspeito então atirou no amigo do advogado, iniciando as execuções. É possível contabilizar mais de dez disparos. O trio fugiu a pé, quando o sistema de monitoramento marcava 18h07. As duas vítimas morreram ainda no local do crime.

A investigação

Um dos envolvidos foi preso na manhã de hoje na casa da mãe dele, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. Segundo a polícia, ele seria o mandante do assassinato. O nome do suspeito não foi divulgado.

Para a Polícia Civil, o advogado estaria cobrando uma dívida do mandante do crime, que alegava não possuir o débito e decidiu contratar um “assassino de aluguel” para se vingar. Não se sabe ainda as circunstâncias dessa transação financeira entre ambos.

“O mandante falou que contratou apenas um homem, mas que esse atirador levou mais dois. Mesmo assim os levou, parando meia quadra antes. Esses dois seguiram a pé. O mandante alegou que não devia nada e não tinha razão de estar sendo cobrado”, contou a delegada.

Lugar errado na hora errada

A outra vítima, Henrique Neto, que aparece nas imagens de camisa e boné brancos, não tinha relação com o acerto de contas entre o advogado e o mandante do crime. Ele se dirigiu ao local a pedido de Igor, que estaria acertando a sua contratação como entregador no restaurante de comida árabe que mantinha em sociedade, em Curitiba.

“O Henrique morreu porque estava junto da vítima. Ele foi chamado pelo Igor para acompanhá-lo. O próprio advogado não tinha noção de que estava em perigo porque foi desarmado e o Henrique seria contratado como motoboy do restaurante da vítima que tem em sociedade”, explicou a delegada. “O grupo foi muito ousado, cercando taticamente de forma correta seus inimigos, esperando apenas o aval do mandante”, analisou.

As investigações agora se desdobram para encontrar os três atiradores. Eles já estão identificados, mas as primeiras buscas na manhã de hoje não os localizaram. A Polícia Civil espera um mandado de prisão contra eles.
O pedido de investigação contra Moro

Igor e mais 11 colegas de profissão assinaram em junho de 2019 um pedido de instauração investigação contra o ex-juiz Sérgio Moro e os procuradores federais Deltan Dallagnol, Laura Tessler, Carlos Fernando dos Santos Lima e Maurício Gerum.

O requerimento foi motivado mensagens vazadas que sugeriram por parte do então juiz da Operação Lava Jato orientações nas investigações da força-tarefa, conforme divulgadas primeiramente por “The Intercept Brasil” e depois pelo UOL.

O pedido foi arquivado.

Da Redação de A Postagem.

 

 

Juiz determina fim do toque de recolher em Itabuna

O juiz da 1ª Vara Criminal de Itabuna, Murilo Luiz Staut Barreto, decidiu liminarmente afastar as restrições estabelecidas pelos decretos e permitir a circulação normal de pessoas no município do sul da Bahia, entre 18h e 5h dos dias 11 a 21 de junho.

O magistrado ressalta que a ordem não desobriga as demais medidas de combate ao Covid-19, como o distanciamento social, a não aglomeração de pessoas, o uso de máscaras, do álcool e de equipamentos de proteção individual.

Comércio

No início deste mês o Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou, durante reunião com procuradores de Itabuna, que o comércio da cidade permanecesse fechado, por considerar que o município não estava em condições favoráveis no controle do coronavírus.

Do bnews

Eleições tem duas datas preferidas: 15/11 ou 29/11, segundo Barroso.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, já tem suas datas favoritas para a realização das eleições municipais deste ano.

Segundo Lauro Jardim, do jornal O Globo, as datas preferidas do ministro são o dia 29 de novembro, para a realização do primeiro turno, e o dia 13 de dezembro para o segundo turno.

Barroso não ofereceria resistência se o Congresso, no entanto, escolhesse 15/11 (primeiro turno) e 6/12 (segundo) como as datas das eleições, ainda de acordo com a publicação.

Foram essas as datas sugeridas por Rodrigo Maia, presidente da Câmara, e Davi Alcolumbre, presidente do Senado, em recente reunião com o ministro.

Os dados foram lançados. Ou como disse Júlio César, ao atravessar o Rubicão para dar o golpe na República Romana: “alea jacta est”. Que no latim clássico grafa-se “alea iacta est”.

LEM: se tem asfalto novo, deixa acelerar. Resultado: colisão feia.

Uma colisão envolvendo dois veículos, um GM/Corsa e um Fiat/Uno foi registrado no final da tarde desta sexta-feira (12), por volta das 17h30, no cruzamento da Avenida Salvador com a rua Edaleio Barbosa de Souza, no bairro Cidade Universitária em Luis Eduardo Magalhães.

De acordo com informações colhidas, o Fiat/Uno trafegava pela Avenida Salvador no sentido do povoado da Muriçoca, zona rural de LEM, quando foi surpreendido pelo Corsa que seguia pela rua Edaleio Barbosa de Souza, cruzando a Avenida Salvador no sentido do bairro Parque São José. A colisão foi inevitável.

Com o impacto da batida o Uno foi arremessado para fora da via, parando em um terreno baldio de esquina.

Apesar do susto, ninguém ficou ferido, apenas danos materiais em ambos os veículos.

A SUTRANS registrou a ocorrência.

Do blogbraga

O Brasil hoje, visto de perto por Laerte.

Bolsonaro incentivando milicianos a invadir hospitais para mostrar “leitos vazios”. A cineasta Petra Costa, do documentário Democracia em Vertigem, pergunta no Twitter:

O que a gente faz com um presidente genocida que manda seus seguidores a chutar portas de leitos e fazer quebra-quebra nos HOSPITAIS em plena pandemia?

O que mais precisa acontecer para a gente entender que esse sujeito perverso e desalmado não pode continuar no cargo?

Chora a nossa Pátria, mãe gentil; choram marias e clarices pelas mortes do Brasil.

Brasil tem 41.162 mortes por Covid, aponta consórcio de veículos de imprensa (atualização das 13h). Levantamento é feito por jornalistas de G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e UOL a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

O Brasil tem 41.162 mortes por coronavírus confirmadas até as 13h desta sexta-feira (12), aponta um levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

O consórcio divulgou na quinta-feira (11), às 20h, o quarto balanço, com os dados mais atualizados das secretarias estaduais naquele momento. Depois desse balanço, seis estados (CE, GO, MG, MS, PE e RN) e o DF divulgaram novos dados.

Veja os dados atualizados às 13h desta sexta-feira (12):

  • 41.162 mortes

  • 809.398 casos confirmados

(Na quinta-feira, 11, às 20h, o balanço indicou: 41.058 mortes, 1.261 nas últimas 24 horas; e 805.649 casos confirmados. Desde então, houve atualizações em CE, DF, GO, MG, MS, PE e RN.)

Os dados foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal.

Por seu turno, o Ministério da Saúde informou no final da tarde que o País registrou 25.982 novos casos de Covid-19 e 909 mortes, segundo boletim divulgado pelo Ministério da Saúde nesta sexta-feira (12). Com o número, o país chega ao total de 828.810 casos confirmados e 41.828 óbitos.

Os dados desta sexta-feira (12) tiveram uma queda em relação aos números do boletim da quinta (11), no qual foram registrados 30.412 casos e 1.239 mortes. 

Apesar desta diminuição, o Brasil ultrapassa o Reino Unido em número de mortes pelo novo coronavírus. Segundo de levantamento da Universidade Johns Hopkins, o país europeu tem 41.566. Os Estados Unidos seguem liderando com mais óbitos, 114.357.

Forças Armadas não são “poder moderador”. Está na hora de mandar o jeep com o cabo e o soldado?

Por Fernanda Vivas e Márcio Falcão, TV Globo — Brasília 

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu uma liminar (decisão provisória) nesta sexta-feira (12) fixando que as Forças Armadas não atuam como poder moderador em um eventual conflito entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

A decisão do ministro atende a um pedido do PDT, que apresentou ação na última quarta-feira (10) questionando pontos de leis complementares que tratam da atuação das Forças Armadas. Estas leis definem as Forças Armadas e explicitam a atuação delas na “garantia dos poderes constitucionais”.

A decisão de Fux explicita quatro atribuições das Forças Armadas:

  • missão institucional das Forças Armadas na defesa da Pátria, na garantia dos poderes constitucionais e na garantia da lei e da ordem não acomoda o exercício de poder moderador entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário;
  • a chefia das Forças Armadas é poder limitado, excluindo-se qualquer interpretação que permita sua utilização para indevidas intromissões no independente funcionamento dos outros Poderes, relacionando-se a autoridade sobre as Forças Armadas às competências materiais atribuídas pela Constituição ao Presidente da República
  • a prerrogativa do Presidente da República de autorizar o emprego das Forças Armadas, por iniciativa própria ou em atendimento a pedido manifestado por quaisquer dos outros poderes constitucionais – por intermédio dos Presidentes do Supremo Tribunal Federal, do Senado Federal ou da Câmara dos Deputados –, não pode ser exercida contra os próprios Poderes entre si;
  • o emprego das Forças Armadas para a “garantia da lei e da ordem”, embora não se limite às hipóteses de intervenção federal, de estados de defesa e de estado sítio, presta-se ao excepcional enfrentamento de grave e concreta violação à segurança pública interna, em caráter subsidiário, após o esgotamento dos mecanismos ordinários e preferenciais de preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, mediante a atuação colaborativa das instituições estatais e sujeita ao controle permanente dos demais poderes, na forma da Constituição e da lei.

“Convém ressaltar, ainda, que a interpretação conforme que ora se concede ao verbete não reduz nem amplia os poderes constitucionais do Presidente da República”, afirmou o ministro.

Em sua decisão, Fux ressaltou que não está limitando nem ampliando os poderes do presidente mas apenas explicando.

“Uma vez fixado que o presidente da República, como autoridade maior das Forças Armadas, exerce o poder de supervisão administrativo-orçamentária desse ramo estatal, e que o presidente da República e os demais chefes de poder não podem empregar as Forças Armadas para o exercício de tarefas não expressamente previstas na Constituição, não há razão jurídica para reduzir-lhe a prerrogativa constitucional expressa”, escreveu.

O ministro negou o pedido de restringir o uso das Forças Armadas a estado de sítio, defesa e intervenção nos estados.

“Não se está aqui a reduzir o espaço de discricionaridade política e administrativa do Chefe do Executivo nacional. Pelo contrário, a medida aqui concedida tem caráter meramente explicativo, na medida em que reafirma cláusula elementar de qualquer Estado Democrático de Direito: a supremacia da Constituição sobre todos os cidadãos, inclusive os agentes estatais, como mecanismo de coordenação, de estabilização e de racionalização do exercício do poder político no ambiente naturalmente competitivo de uma democracia plural”, escreveu.

Veja a matéria original e na íntegra clicando aqui.

Melhor ser amigo de Bolsonaro. Seus inimigos não tem vida boa.

Ex-apoiadora foi enxotada quando falou nas mortes.

Após ir à Brasília questionar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre o elevado número de mortes no Brasil causadas pela pandemia do novo coronavírus, Cris Bernart, que disse ter votado em Bolsonaro, ouviu dele um “sai daí” e foi totalmente ignorada, na última quarta-feira (10). Nas redes sociais, a youtuber revelou que ficou “espantada”.

A youtuber que também é ativista do Movimento Brasil Livre (MBL) disse ter agido individualmente e de forma espontânea. Em sua conta no Twitter, Cris conta que a impressão dela é de que o presidente não se importa com o número de mortes causadas pela Covid-19.

“O que mais me espantou hoje foi a frieza no olhar do Bolsonaro. Mesmo eu argumentando a dor de 38 mil famílias, o Chefe da Nação me olhou com desdém, uma cara blasé de quem não se importa. Gelou minha alma, nunca pensei que veria essa cena de um presidente sobre mortos do seu país”, escreveu.

Ser um inimigo de Bolsonaro ou ex-colaborador não parece uma situação confortável. Que o digam Gustavo Bebianno, general Santos Cruz, Luiz Henrique Mandetta, Joyce Hasselman, o governador Wilson Witzel e o governador João Dória.

Escrevam aí: Olavo de Carvalho, que certamente sabe coisas que derrubariam Jair Bolsonaro depois de uma simples frase, será o próximo comunista da longa fila de desafetos. Tabagista, velho e com outras comorbidades, é candidato sério a um enfarte.

Era assim na Ditadura iniciada em 1964. E continua sendo. As pedras da sandália são eliminadas sem dó, juntamente com a sandália se necessário for.

O marechal Castello Branco não foi eliminado pelo regime. Sofreu um acidente. Mas ai dele se desejasse se manter no poder. Seria eliminado sem dó, depois de apeado do poder, por defender ideias que não se coadunavam com o regime, como eleger um civil depois de terminado seu mandato.

Corona: 21 pessoas ficam doentes a cada minuto no Brasil. Uma delas vai morrer.

Brasil tem 1.261 mortes por coronavírus em 24 horas, revela consórcio de veículos de imprensa; são 41.058 no total. Levantamento feito por jornalistas de G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e UOL junto às secretarias estaduais de Saúde mostra ainda que houve 30.465 novos casos de Covid-19 em um dia; são 805.649 no total.

O Brasil teve 1.261 novas mortes registradas em razão do novo coronavírus nas últimas 24 horas, aponta levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias estaduais de Saúde. Com isso, são 41.058 óbitos pela Covid-19 no país até esta quinta-feira (11). Veja os dados, consolidados às 20h:

  • 41.058 mortes ; eram 39.797 até as 20h de quarta-feira (10), uma diferença de 1.261 óbitos

  • 805.649 casos confirmados; eram 775.184 até a noite de quarta

Os dados foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal.

O objetivo é que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus.

Pelo terceiro dia consecutivo, houve mais de mil mortes e mais de 30 mil novos casos em um intervalo de um dia. O Nordeste tem mais casos que o Sudeste. São 285 mil casos confirmados nos nove estados, contra 281 mil em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo.

 

Edir Macedo foi diagnosticado com coronavírus e internado às pressas, diz jornalista

Segundo o jornalista Erlan Bastos, no Twitter, o bispo está internado no Hospital Moriah com o nome fantasia de “Josué” para não ser reconhecido.

Erlan é jornalista e apresentador da Rede Meio Norte e é dono do canal no YouTube “Em Off”.

Para o Ungido, financiador da campanha de Bolsonaro, fica mais fácil, não é? Ele deve ter o número do celular de Deus e liga direto. Difícil vai ser na hora que ele chegar na salinha de São Pedro.