Achado macabro: dezenas de corpos são encontrados em caminhões nos EUA.
O Grande Império do Ocidente, o país onde o sol jamais se põe em suas bases militares beligerantes, está de joelhos com a pandemia.
Dezenas de corpos em vários estágios de decomposição foram encontrados em caminhões de mudança sem refrigeração em frente a uma funerária de Nova York, depois que vizinhos relataram à polícia sobre o mau cheiro.
O governo do estado de Nova York e o promotor público do Brooklyn estão investigando a funerária Andrew T. Cleckley neste distrito de Nova York, que possuía esses caminhões e deveria lidar com os corpos.
A polícia nova-iorquina confirmou à AFP que recebeu uma ligação de um morador na quarta-feira ao meio-dia para reclamar do mau cheiro que vinha dos caminhões.
A polícia foi ao local e encontrou cerca de 60 corpos, segundo a imprensa da cidade.

“Essa situação horrível que ocorreu nesta funerária no Brooklyn é absolutamente inaceitável. Vamos deixar claro”, disse o prefeito Bill de Blasio à imprensa nesta quinta-feira (30).
“As funerárias são organizações privadas. Elas têm uma obrigação com as pessoas a quem servem, devem tratá-las com dignidade. Não tenho ideia do motivo de deixarem isso acontecer”, acrescentou.

O comissário de saúde do governo do estado, Howard Zucker, disse que está investigando o que aconteceu e que até o momento não havia queixas sobre essa funerária.
“Esta é uma mensagem para todas as casas funerárias: não toleraremos esse tipo de comportamento”, disse Zucker na quinta-feira na entrevista coletiva diária do governador Andrew Cuomo.
O proprietário da funerária Andrew T. Cleckley disse ao New York Times na quinta-feira que, como outros trabalhadores do setor, está sobrecarregado com a pandemia.
Ele declarou que usou os caminhões para armazenar corpos, mas somente depois de encher sua área de armazenagem com mais de cem corpos.
“Fiquei sem espaço”, disse Cleckley, acrescentando que apenas em abril recebeu mais corpos do que em todo o ano de 2019. “Os corpos estão por todos os lados”.
Nova York, epicentro da pandemia de coronavírus nos Estados Unidos, registrou mais de 17.820 mortes desde março. Os necrotérios, funerárias, crematórios e cemitérios estão trabalhando acima de suas capacidades e garantem que não podem lidar com isso.
Tanto disse besteira que a crise caiu mesmo foi no seu colo
Brasil ultrapassa número de 87 mil contaminados e 6 mil mortes em apenas 43 dias.
As secretarias estaduais de Saúde confirmam no país 87.187 casos do novo coronavírus (Sars-CoV-2), com 6.006 mortes.

CMN reduz exigências para operações de crédito rural

Os produtores rurais estão dispensados de apresentarem alguns documentos para a contratação de linhas de crédito, decidiu ontem (30) o Conselho Monetário Nacional (CMN). A medida visa evitar deslocamentos até as agências e a reduzir os impactos da pandemia provocada pelo novo coronavírus.
Requisitos como registros de documentos em cartório, entrega de notas fiscais e vistoria presencial das propriedades rurais estão temporariamente dispensados. As renovações das linhas de custeio agrícola e pecuária serão feitas de forma simplificada, mesmo nos contraros em que a possibilidade não estava inicialmente autorizada.
O produtor também poderá alongar as operações de custeio sem apresentar à instituição financeira o comprovante de armazenamento do produto. O documento, no entanto, precisa ser guardado para apresentação posterior, quando solicitado.
Financeiras
O CMN também autorizou as financeiras – formalmente chamadas de sociedades de crédito, financiamento e investimento – a emitir certificados de depósito bancário (CDB). Segundo o Banco Central (BC), a medida tem como objetivo ampliar a capacidade de essas instituições captarem recursos e emprestarem mais, reduzindo os efeitos da crise econômica provocada pela pandemia.
De acordo com o BC, a medida aumentará a concorrência do sistema financeiro e facilitará o acesso ao crédito por parte de famílias e empresas de pequeno e médio porte. Atualmente, as financeiras podem usar os seguintes instrumentos para captarem recursos no mercado: depósito interfinanceiro, Depósito a Prazo com Garantia Especial (DPGE), letra de câmbio, Letra de Crédito do Agronegócio (LCA), Letra Financeira (LF), Letra Imobiliária Garantida (LIG), operação compromissada e recibo de depósito bancário.
Da Agência Brasil
Kenni Henke conversa com “Movimento Fora Lixão” para decidir sobre empréstimo à Prefeitura.

O vereador Kenni Henke, presidente da Comissão de Obras da Câmara Municipal, informou agora à tarde que esteve com alguns dos representantes do Movimento Fora Lixão:
-Conversei com Gerdson, Adriano e contamos com a presença do nosso amigo Hilário para debater sobre o empréstimo de 11 milhões que a Prefeitura quer para, entre outras coisas, realizar as obras do aterro. Mostrei aos integrantes do grupo a planta do aterro e o projeto que será votado na câmara.
O que sabemos até o momento, informa Kenni:
1 – Há pouco tempo o prefeito solicitou à Câmara um empréstimo de 40 milhões para realizar algumas obras na cidade, que ainda não foram concluídas, nem apresentado o balanço destas.
2 – A Prefeitura arrecada mais de 1 milhão de reais por dia e poderia realizar essa obra sem empréstimos.
3 – Desses 11 milhões, será destinado apenas uma parte para o aterro sanitário. O lixão que se encontra no Residencial 90 não será retirado de lá, mas será “desativado”, e nesse projeto não consta nada de valores para a continuação da mitigação do mesmo.
-Como representante da população de Luís Eduardo Magalhães, quis ouvir os mais interessados no assunto, que são os que sofrem diariamente com o lixão em sua porta. Tudo tem que ser feito com consciência, não pensando apenas na próxima eleição, mas sim, na próxima geração, diz Kenni.
País perdeu 435 brasileiros em 24 horas. Fora as mortes não notificadas. 85.380 é a soma dos contaminados.

O Brasil chegou nesta quinta-feira (28) a 85.380 pessoas infectadas por Covid-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus. O País registrou recorde de novos casos, em 24 horas, com a adição de 7.218 infectados às estatísticas, um aumento de 9% em relação a quarta-feira, quando foram registradas 78.662 mil pessoas nessa condição.
Segundo atualização do Ministério da Saúde, o total de mortes subiu para 5.901. De quarta para quinta-feira, foram registrados 435 novos óbitos, um aumento de 8% em relação a quarta-feira (29), quando foram contabilizados 5.466 falecimentos. A letalidade ficou em 6,9%.
São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no País, concentrando o maior número de falecimentos (2.375). O Estado é seguido pelo Rio de Janeiro (854), Pernambuco (565), Ceará (482) e Amazonas (425).
Além disso, foram registradas mortes no Pará (208), Maranhão (184), Bahia (104), Paraná (83), Espírito Santo (83), Minas Gerais (82), Paraíba (62), Rio Grande do Norte (56), Rio Grande do Sul (51), Santa Catarina (46), Alagoas (47), Amapá (34), Distrito Federal (30), Goiás (29), Piauí (24), Acre (16), Sergipe (12), Rondônia (16), Mato Grosso (11), Mato Grosso do Sul (9), Roraima (7) e Tocantins (3).
Mentir, enganar, ludibriar, tergiversar. Especialidades de Dudu Bananinha.
E daí? E eu com isso? Estou pouco me lixando! Quem gosta de osso é cachorro!

Artigo de Helenice Rocha. *
Exatamente há 100 anos, Freud publicou aquele que talvez seria o texto mais denso e mais controverso de toda sua produção teórica.
Com o título “além do princípio do prazer” o pai da psicanálise deu nome e consistência a uma força que diferentemente de Eros, ou pulsão de vida, visava o retorno ao inorgânico, ao zero, ao nirvana. A essa força ele chamou “pulsão de morte”.
Ao contrário da pulsão de vida que visa à ligação, a pulsão de morte visa ao desligamento, à ruptura, à disjunção.
Também chamada de pulsão de destruição, essa força demoníaca que se encontra “além do princípio do prazer” possibilitou a Freud compreender certos fenômenos clínicos que estavam fora da lógica do prazer/desprazer e que eram determinados, em última instância, por esse impulso de destruição que poderia ter como alvo um objeto externo ou o próprio eu.
Nos últimos dias, relendo o texto de 1920 para discuti-lo num grupo de estudos, foi inevitável lembrar que ao escreve-lo, a morte se fazia presente em muitas dimensões na vida de Freud.
Ele vivia intensamente o impacto da morte de sua querida filha Sophie e do fim da I Guerra Mundial, responsável pela morte de um querido sobrinho.
Passados dez anos, em 1930, no seu texto político “mal estar na cultura” Freud voltou a colocar a pulsão de morte no centro da discussão sobre a fragilidade da civilização. Nesse texto, falando sobre o trabalho da cultura como única possibilidade de fazer face à barbárie, ele nos advertiu de um perigo constante: o de que as pulsões de destruição “os grandes batalhões” estão sempre à espreita de brechas para se apresentarem das maneiras mais diversas.
Essa tensão permanente, esse conflito irredutível entre pulsões de vida e pulsões de morte é o que, paradoxalmente, mantém a civilização e também a ameaça.
Esse estado de coisas nos condena a enfrentarmos o nosso desamparo original produzindo cultura, tentando reforçar o trabalho de Eros estabelecendo pontes através dos afetos de compaixão e de solidariedade. É isso e somente isso que mantém a civilização.
Nos dias que correm, estamos novamente diante da morte em grande escala.
E diante dos mortos, diante do traumatismo coletivo que um vírus foi capaz de instalar por aqui e sobretudo, diante das reações de um presidente que enfrenta a pandemia com seu gozo sádico, ainda há quem duvide do fato de que estamos sendo governados por um representante da morte.
Ratos e baratas nas vaginas das mulheres é pouco para Bolsonaro.
Ele goza agora com corpos fedendo dentro de casa, com corpos empilhados, nus, dentro de caminhões frigoríficos, com mortos sendo enterrados sem caixões, em valas comuns, em sacos plásticos, sem identificação.
Pesado isso? Não para Bolsonaro e para os que ainda o defendem.
Chega de lustrar nosso narcisismo patológico que teima em não aceitar que nossos semelhantes (sim, são nossos semelhantes, gostemos disso ou não) são gentes da pior espécie.
Fazem carreatas pregando a morte, buzinam em frente a hospitais, agridem profissionais da saúde, querem a volta ao trabalho e continuam defendendo Bolsonaro.
Nada melhor do que a morte, dura, cruel e escandalosa para nos dar um banho de realidade. Aceitemos. Essa gente não vale nada.
Bolsonaro vai passar. Logo ou não tão logo, vai passar. Mas essa gente ruim estará por aqui e vai fazer de tudo, como já fez, para eleger outro fascista para continuar a matança que Bolsonaro começou.
Nossa tarefa será combater, diuturnamente, essa gentalha que cheira à morte, que fala em nome de um deus inventado por ela, à sua imagem e semelhança, que fala em nome de uma moral que faria Chico Picadinho corar de vergonha.
Essa escória que não tem vergonha de colocar funcionárias (mulheres) de joelhos nas calçadas para pedirem a volta ao trabalho (como fizeram na Paraíba) essa escória que não tem vergonha de montar em seus carrões para pressionarem as diaristas a voltarem a lavar suas privadas, essa escória que não tem vergonha de ir para as igrejas para se submeterem aos pastores picaretas que por sua vez não têm vergonha de explorar a fé dos fiéis.
Essa gente é ruim. É isso. É a expressão mais pura da pulsão de morte.
Os nazistas não foram tirados de circulação com diálogo. Foram expostos, repudiados, desprezados, criminalizados. É isso que precisamos fazer com essa gente ordinária que está nos matando.
Tem gente morta fedendo dentro de casa, congelada em caminhão frigorífico, enterrada em saco plástico, sem identificação.
Isso é pouco para Bolsonaro.
Isso é pouco para quem defende Bolsonaro.
É pouco para nós também?
É preciso lutar contra isso, enquanto estamos vivos e para continuarmos vivos.
(*) Helenice de Fatima Oliveira Rocha – Possui graduação em Psicologia pela Universidade Guarulhos, Especialização em Psicanálise pelo Instituto Sedes Sapientiae e Mestrado em Psicologia pela Universidade São Marcos. Tem experiência em clínica psicanalítica.
A incrível cesta da merenda que custou R$9,00!
O Capiroto e a sua política de matar muita gente!

Preços do milho derretem nos EUA. O que acontecerá no Brasil?
A demanda mundial por milho continua em deterioração, de acordo com a Consultoria ARC Mercosul. Nos Estados Unidos, não só os problemas com a falta de consumo do cereal para a produção de etanol, mas também a preocupação é crescente diante do contraído uso do grão para ração animal.
A ARC Mercosul calcula que os abates de suínos em solo estadunidense já sofreram uma redução diária de 33-35%, e 25-28% para os abates bovinos: “Em meio a quarentena obrigatória dos abatedouros e processadores de carne, pecuaristas norte-americanos estão enfrentando problemas de excesso de ofertas com animais não vendidos. Já é uma realidade a eutanásia de aves e porcos em algumas regiões dos Estados Unidos por falta de opção de abate”.
“O excedente de oferta de milho norte-americano impedirá qualquer tentativa de alta dos preços internacionais, refletindo eventualmente no mercado brasileiro. Além do mais, a ARC teme que nas próximas semanas, com a intensificação do COVID-19 no Brasil, a indústria no país poderá enfrentar uma nova rodada de quarentena obrigatória, desacelerando temporariamente a demanda para esmagamento de grãos”, dizem os analistas da Consultoria.
Mesmo com quebras eventuais da produção safrinha no Centro e Sul do país, projetam os especialistas, o mercado brasileiro de milho passará por um “cenário pessimista nestes próximos meses por uma demanda agressivamente degradada”.
BRASIL
A pesquisa do Cepea registrou nova alta de 0,21% nos preços médios do milho na principal praça de referência do país, mantendo-os cerca de 12,5 reais/saca abaixo da máxima em que esteve no início do mês agora a R$ 47,52, contra R$ 47,42/saca do dia útil anterior. “Em abril os preços já recuaram cerca de 20,15%. Na B3 as cotações recuaram 0,04% para 47,94, contra R$ 47,96 do dia anterior, mas no mês a queda ainda é forte, de 20,25%”, aponta a T&F Consultoria Agroeconômica.
Tomou?
Luís Eduardo Magalhães está em festa! O Coronavírus já sente o calor da vitória.
Em Luís Eduardo Magalhães o comércio está aberto sem exceções, inclusive restaurantes e bares. Nas lotéricas e na Caixa centenas de pessoas se amontoam à espera de sacar o auxílio emergência. No trânsito, correria e manobras arriscadas. E o Prefeito promete abrir a Rodoviária para ônibus intermunicipais e interestaduais.
Lembram-se das ruas de Wuhan, capital da província de Hubei, na China, durante o auge da pandemia. Nada. Uma viva alma nas ruas. Nem um cachorro nas ruas. Até porque os chineses adoram uma costelinha de cachorro.
Foi assim que a China debelou a pandemia. Com isolamento total e absoluto. Imagine isso numa capital de 11 milhões de habitantes e numa província com 50 milhões de habitantes. Nenhum transporte coletivo, nem vans, nem táxis, nem trens, aviões ou ônibus.

Mais de 3,2 milhões de casos confirmados em todo o mundo e mais de 227 mil mortes.
Brasil tem 78.162 infecções e 5.466 mortes.
Nenhum caso de transmissão local na Coreia do Sul pela primeira vez desde fevereiro.
Número de desempregados cresce 13,2% na Alemanha PIB da zona do euro tem maior queda trimestral desde 1995.
Estamos nos preparando para uma fase de contaminação extrema e uma semana depois para o colapso do frágil sistema de tratamento especializado para o COVID-19. Cientistas da USP estimam que a contaminação, devido ao baixo índice de testagem, pode ser 26 vezes maior, o que elevaria o número de pessoas atingidas pelo vírus para mais de 1 milhão.
O governador Rui Costa (PT) sancionou na noite desta quarta-feira (29) o projeto de lei que prevê o uso obrigatório de máscaras pela população dos municípios com casos registrados de Covid-19. Em Luís Eduardo Magalhães, nem a metade das pessoas está usando máscara nas ruas.
A par disso, o lixo se acumula em algumas artérias, sabe-se lá qual o motivo.
Que Deus seja generoso com Luís Eduardo Magalhães!
“Tô nem aí”, por Bozonaro
Ofertas do dia nos Supermercados Marabá

Modelo matemático da Universidade de Singapura prevê fim da pandemia no Brasil para julho
Quando o COVID-19 terminará
Estimativa de datas finais baseada em dados (atualizada em 29 de abril), segundo previsões, com bases em modelos matemáticos, da curva de disseminação da doença e fim dos contágios.
Os cientistas de um instituto de pesquisas da Universidade de Singapura – Singapore University of Technology and Design (SUTD), aponta o fim da pandemia no Brasil para o mês de julho, mas com erradicação de 99% das contaminações para o dia 18-06-2020.

As datas para o fim da pandemia são semelhantes no Mundo:

No entanto, os cientistas do SUTD fazem algumas restrições à precisão dos cálculos:
“O conteúdo deste site é estritamente apenas para fins educacionais e de pesquisa e pode conter erros. O modelo e os dados são imprecisos para as realidades complexas, em evolução e heterogêneas de diferentes países. As previsões são incertas por natureza. Os leitores devem tomar quaisquer previsões com cautela. O excesso de otimismo baseado em algumas datas de término previstas é perigoso, pois pode afrouxar nossas disciplinas e controles e causar a recuperação do vírus e da infecção, e deve ser evitado.”
Produtores suprem déficit na capacidade de armazenagem com silo-bags

Desde a safra 2018/2019, agricultores do Oeste da Bahia estão driblando os custos de produção e garantindo maior lucratividade no campo através de pool de compras articulado entre cooperativa e a indústria.
Se antes a preocupação era com o escoamento da produção, seja pela falta de estradas, o valor elevado do frete, a escassez de caminhões pela alta demanda da época ou ainda a falta de espaço para armazenar a safra dentro da propriedade rural, agora eles estão mais tranquilos, pelo menos, com o déficit na capacidade de armazenagem através da utilização de silo-bags, uma das grandes inovações da indústria do plástico para o setor agrícola.
Dados do departamento comercial da Cooperativa dos Produtores Rurais da Bahia (Cooperfarms) revelam uma crescente adesão de cooperados utilizando o material para a armazenagem de soja. O número de silos bolsas comercializados na safra 2019/2020 já ultrapassa 3,4 mil unidades, um acréscimo de 17% em relação aos pedidos da safra anterior, ou seja, mais de 685 mil toneladas de grãos deverão ser armazenadas no campo. Hoje, a área total de soja envolvendo os associados ultrapassa 581 mil hectares, 359 mil são de cooperados que aderiram ao pool de compras.
Para o agricultor Seiji Mizote, as vantagens são inúmeras e vão além de um mecanismo para fugir da volatilidade do mercado. “Adquirir o produto com um preço diferenciado e o melhor prazo para o pagamento, também favorecerem na tomada de decisão”, afirmou o cooperado. Mizote acrescentou ainda que a economia na propriedade representa em torno 14% por unidade de adquirida, ou seja, em moeda esse valor total ultrapassa R$ 18 mil.
Segundo ele, cerca de 30% da produção da leguminosa deverá ser armazenada em silo-bags. Nesta safra, o grupo cultivou aproximadamente 18,3 mil hectares de soja nos municípios de São Desidério e Formosa do Rio Preto.
Já para o cooperado André Joner, também de Formosa do Rio Preto, a armazenagem em silos-bolsas é uma alternativa que reduz o custo operacional e agiliza a logística da colheita. “O custo com este tipo de armazenagem se torna mais barato se comparado com os silos tradicionais, pois eu consigo armazenar o produto no próprio local da colheita, sem a necessidade do frete interno dentro da propriedade”, completou Joner. O cooperado deverá armazenar 70% da produção de soja da área de 1,5 mil hectares, além da estocagem de 100% da safra de milho.
O último levantamento do Conselho Técnico da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), divulgado em fevereiro passado, revela que a região Oeste da Bahia registrou um incremento de 2,5% de área de soja, totalizando 1,620 milhão de hectares, sendo que a média de produtividade deve ficar em torno de 60sc/ha. Segundo a Aprosoja Bahia, a colheita da safra está na reta final, cerca de 90% da área plantada já foi colhida.
Pós-venda: A armazenagem em silo-bags é considerada uma alternativa segura, pois foi desenvolvida a partir de matéria-prima 100% virgem, criando uma atmosfera que inibe a entrada de oxigênio impedindo o desenvolvimento de pragas e insetos durante o armazenamento dos grãos. Apesar da garantia, uma das exigências da Cooperfarms com a indústria fabricante, foi em relação ao acompanhamento direto da equipe de pós-venda na instrutória técnica quanto ao manuseio do material através de minitreinamentos nas fazendas parceiras.
Covid-19: Mortes chegam a 5.466 no Brasil e 100 na Bahia.
Do g1.globo.com
O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (29) o mais recente balanço dos casos de coronavírus no Brasil.
Os principais dados são:
-
5.466 mortes, na terça-feira (28) eram 5.017
-
Em 24 horas, foram 449 mortes a mais, aumento de 9%
-
78.162 casos confirmados, na terça-feira eram 71.886. Foram 6.276 casos a mais (9%)
-
38.564 estão em acompanhamento (49%)
-
34.132 pessoas estão recuperadas (44%)
-
1.452 mortes em investigação
-
São Paulo tem 2.247 mortes e 26.158 casos confirmados
Nesta quarta-feira, a doença atingiu o maior patamar com relação ao número de casos desde a chegada da Covid-19 no Brasil: é a primeira vez que foram registradas 6.276 infecções em um dia, maior número da série. Na terça-feira, o país já havia contabilizado o maior número de mortos em 24h, com mais 474, e chegou a 5 mil mortes.
Bahia chega a 100 mortes
O registro de mais três mortes por coronavírus ampliou para 100 o número casos fatais da doença na Bahia, conforme boletim epidemiológico divulgado pela SESAB (Secretaria da Saúde do Estado da Bahia) nesta quarta-feira (29).
São 2.676 casos confirmados de Covid-19, o que representa 18,71% do total de casos notificados no estados pela doença.
A sub-notificação criminosa
O Ministério da Saúde afirma que não há como saber exatamente quantas pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus no país. Como não há testagem em massa, boa parte dos portadores assintomáticos ou com sintomas leves não chega a ser testada.
A prioridade nos testes é para os pacientes graves, aqueles que precisam ser hospitalizados.
As evidências indicam, no entanto, que até mesmo o número de mortes e casos graves de coronavírus é maior do que o confirmado oficialmente a cada dia pelo Ministério da Saúde e as secretarias estaduais. É o que mostram pelo menos quatro fontes de dados, confirmadas por especialistas.
Veja quais são as evidências de subnotificação de mortes e casos graves de Covid-19 até agora no Brasil:
-
Número total de mortes em São Paulo em março de 2020 ficou 168% acima do registro oficial
-
Internações por síndromes respiratórias aumentaram quase 10 vezes em 2020 no Brasil
-
Cartórios registraram aumento de 1.035% nas mortes por síndrome respiratória no Brasil em março e abril de 2020
-
Número diário de enterros em cemitérios públicos de Manaus aumentou 161% entre 9 e 25 de abril
Uma análise inédita feita a partir de registros ainda não processados pelo sistema de saúde mostrou que as mortes provocadas pela pandemia de Covid-19 no município de São Paulo estavam na realidade 168% acima do número atribuído oficialmente ao novo coronavírus em março.
O levantamento mostrou que houve 743 mortes naturais a mais na capital, ou 12,5% acima da média registrada no mesmo mês entre 2015 e 2019. Dessas, apenas 277 foram atribuídas oficialmente ao novo coronavírus.
O cálculo foi feito pelo epidemiologista Paulo Lotufo, da USP, com base em registros de óbito ainda não processados pelo sistema, o que garantiu um dado mais atualizado.
As informações foram fornecidas pelo Programa de Aprimoramento das Informações de Mortalidade (PRO-AIM), da Secretaria Municipal da Saúde. Este programa recebe todos os atestados de óbitos na cidade das funerárias, hospitais, casas de repouso ou cartórios e consegue fazer o recorte mais atualizado possíveis.
O palhaço Bozo chama Rui Costa de palhaço
A falta de urbanidade, a péssima educação e o desequilíbrio mental do Calígula estão passando todos os limites. Agora, à tarde, ele chamou o governador Rui Costa de palhaço por insistir nas medidas de isolamento.
EUA sacrificam porcos por paralisação nos frigoríficos. Carcaças serão enterradas.

Além do abate maciço de porcos adultos, os produtores de leite estão despejando o que não pode ser vendido aos processadores, as operações de frangos quebram ovos para reduzir os suprimentos e algumas frutas e legumes apodrecem nos campos em meio a interrupções no trabalho e na distribuição. A fome pode chegar durante e depois da pandemia.
Do Bloomberg e Notícias Agrícolas.
O abate em massa do rebanho suíno dos EUA está começando quando uma onda de paralisações nas fábricas de processamento cria excesso de gado que os agricultores não podem mais sustentar.
A partir de quarta-feira, cerca de 13.000 porcos por dia serão mortos em um matadouro da JBS SA em Minnesota, de acordo com o representante dos EUA Collin Peterson. Em vez de os cortes serem transformados em presuntos e bacon para os compradores que ficam em casa, as carcaças podem ser despejadas em aterros ou ir para as fábricas.
O abate mostra a desconexão que ocorre quando a pandemia adoece os trabalhadores, assim como os consumidores estocam carne. Os produtores de leite estão despejando leite que não pode ser vendido aos processadores, as operações de frangos quebram ovos para reduzir os suprimentos e algumas frutas e legumes apodrecem nos campos em meio a interrupções no trabalho e na distribuição.
“Não queremos sacrificar porcos, mas não temos escolha”, disse Peterson, presidente do Comitê de Agricultura da Casa, a repórteres em uma teleconferência. “Eu pedi para eles fazerem isso. Então, se as pessoas estão chateadas, elas podem ficar chateadas comigo. ”
O matadouro da JBS em Worthington , que foi fechado quando os trabalhadores começaram a adoecer, pode ser usado para abater porcos com uma equipe de cerca de 10 pessoas, disse Peterson. Isso significa que a planta pode sacrificar animais com segurança enquanto os trabalhadores praticam o distanciamento social, algo que seria impossível com as centenas de funcionários necessários para executar o processamento normal.
No total, cerca de 160.000 suínos por dia em todo o país precisam ser sacrificados, o que significa que o descarte na fazenda não é viável, disse ele. Peterson disse que também procurou a Smithfield Foods Inc. em uma proposta semelhante.
A JBS não respondeu imediatamente a uma solicitação de comentário.
Os criadores de suínos não têm instalações para manter os animais e, quando crescem demais para serem manuseados pelos embaladores, os produtores não têm muita escolha, disse Steve Meyer, economista da consultora Kerns & Associates.
Com o fechamento das fábricas, a demanda caiu para os leitões, substituindo porcos crescidos em celeiros. Alguns dos animais mais jovens tinham preços entre 50 centavos e 1 dólar, enquanto os porcos alimentadores de 40 libras da semana passada estavam alcançando os preços mais baixos desde 2018, de acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA.
“Se você pagar pelo transporte, pode obter gratuitamente os porcos desmamados”, disse Mike Berdo, produtor de grãos e gado em Washington, Iowa.
Lance Schiele, em West Branch, Iowa, tem algumas semanas para decidir se ele deve sacrificar 1.250 porquinhos. É quando ele precisa de um celeiro atualmente ocupado por animais totalmente crescidos que ele não pode entregar devido a um desligamento de uma fábrica da Tyson Foods Inc.
“Provavelmente é uma punição cruel e incomum ter que destruí-los quando pequenos”, disse Schiele, que está ganhando tempo aumentando o calor do estábulo para diminuir o ganho de peso. “Como a bagunça que estamos tendo, em seis meses vamos precisar dessa carne de porco. Não sei como vamos chegar lá.
Enquanto o governo dos EUA está montando um centro para ajudar nos “métodos de despovoamento e descarte”, Peterson, um democrata, pediu maior assistência federal. Ele alertou que, sem pagamento de indenização, os agricultores de seu distrito de Minnesota iriam à falência.
Há suprimentos de carne fresca e congelada suficientes para manter as prateleiras dos supermercados por enquanto. Mas mais paradas de fábricas significam que a possibilidade de escassez é real, disse Peterson. Ele levantou a perspectiva de priorizar o mercado doméstico em detrimento das exportações, embora reconhecesse que não estava ciente de uma maneira de fazer isso.
“Claramente, no setor de carnes, teremos escassez”, disse ele. “O que me preocupa é que as pessoas vão descobrir isso e vão acumulá-lo e isso vai exacerbá-lo”.
O agricultor Berdo disse que, quando as plantas frigoríficas repotenciadas reabrirem, elas provavelmente não serão capazes de manter velocidades de abate pré-pandêmicas.
“Receio que esses procedimentos implementados atrasem o processo”, disse ele. “Isso terá um efeito cascata maciço nos próximos meses”.
Bolsonaro recua na nomeação de Chefe da Polícia Federal. Testar e recuar é a sua especialidade.
Bolsonaro recua e publica edição extra do Diário Oficial da União com decreto tornando sem efeito nomeação de amigo dos filhos para a chefia da Polícia Federal.
Certamente vai encontrar outro alinhado que não seja capaz ou não queira ser capaz de continuar a investigação sobre as notícias disseminadas pelo Gabinete do Ódio. Calígula não nomeou Senador da República o seu cavalo Incitatus?
Na coletiva de hoje no puxadinho da portaria do Palácio Alvorada, Bolsonaro levou 9 deputados da ala mais radical, inclusive Bia Kicis, La Zambelli e, pasmem, Hélio Negão. Ah! Ia esquecendo: também tinha Bibo Nunes, que no Rio Grande do Sul é considerado o besouro que rola a bosta do cavalo do Zorro. Um excremento!
Na coletiva de ontem, ele, o Alecrim Dourado que nasce no campo sem ser semeado, pronunciou a frase antológica:
-E daí?
Oziel deve ter jogado a tolha da sua candidatura ou confia muito na ignorância dos seus eleitores.
Um internauta escreveu ao Blog do Sigi Vilares uma mensagem mostrando toda a indignação com os últimos atos do prefeito Oziel Oliveira:
-Ele está demonstrando que não deve ser candidato ao tomar iniciativas como estas que está tomando. Ele decidiu sujar o nome de quem não pagou IPTU;
– cobrou um dinheiro extra dos moradores para fazer asfalto na rua;
– tirou feijão da merenda das crianças;
– pediu 40 milhões emprestados;
– decretou calamidade pública até o último dia do mandato, pra poder comprar sem licitação e nem prestar contas;
– depois pediu mais 10 milhões emprestados;
– deu aumento aos funcionários da prefeitura em plena crise – quando as outras prefeituras estão economizando;
– contratou funcionários novos, enquanto o Brasil inteiro está demitindo.
E pasmem, contratou R$20 milhões em aluguel de máquinas, R$10 milhões em locação de ônibus escolares, enquanto poderia adquirir, pela metade do valor, as máquinas rodoviárias e os ônibus que necessita para o transporte escolar.
E encerra, o internauta, cujo nome não foi citado em respeito à prerrogativa de segredo da fonte:
-Oziel deve ter jogado a toalha da sua candidatura. Ele não tomaria todas essas iniciativas se pretendesse ser candidato. Ou confia muito na ignorância de seus eleitores.
Do blog de Sigi Vilares, editado.
Em tempos de calamidade, Legislativo aprova aumento de servidores na Câmara e Prefeitura.

O Legislativo de Luís Eduardo Magalhães aprovou na noite desta terça-feira (28/4), em Sessão Ordinária Virtual, 03 projetos de lei, sendo 02 de autoria do Poder Executivo Municipal, e 01 de autoria da Mesa Diretora da Câmara.
O Projeto de Lei nº 011/2020, de autoria de autoria do Poder Executivo, aprovado em segunda votação, dispõe sobre a concessão de reajuste de salário aos servidores públicos do Município, e dá outras providências, juntamente com a Emenda Modificativa.
Fica o Poder Executivo autorizado a conceder reajuste de salário aos servidores públicos, no percentual de 4,5% (quatro inteiros e meio por cento), a partir de 1º de abril de 2020.
Aprovado em segunda votação, o Projeto de Lei nº 012/2020, de autoria da Mesa Diretora, que dispõe sobre a concessão de reajuste salarial aos servidores públicos do Poder Legislativo do Município de Luís Eduardo Magalhães e dá outras providências, juntamente com a Emenda Modificativa.
O reajuste também será no percentual de 4,5% (quatro vírgula cinco por cento), retroativo a 1° de abril de 2020. Ambos os projetos foram aprovados com 11 votos favoráveis e 03 contrários e seguem para votação da redação final na próxima terça, 05/04.
Também foi aprovado, em segunda votação, com dispensa de redação final, o Projeto de Lei nº 013/2020, de autoria do Poder Executivo, que acrescenta Anexo I na Lei n°. 265/2007, e autoriza o Poder Público Municipal à criação de vagas no quadro do Agente Municipal de Trânsito do Município de Luís Eduardo Magalhães/BA e dá outras providências. O PL segue para sanção do Prefeito Municipal, Oziel Oliveira.
Um novo empréstimo
O polêmico empréstimo proposto pelo Projeto de Lei nº 015/2020 de autoria do Poder Executivo, que: “Autoriza o Poder Executivo a contratar operação de crédito com a Caixa Econômica Federal, no valor de R$1,5 milhão, para a realização da obra de implantação do aterro sanitário” foi apenas lido na sessão online, mas não entrou em votação.
O vereador Kenni Henke, da Comissão de Obras, obstou a votação do projeto antes da apreciação na sua comissão. E quer ouvir os integrantes do Movimento Fora Lixão.
Por enquanto, os desejos do prefeito Oziel Oliveira por “dinheiro novo”, contratando empréstimos e endividando o Município, estão amainados. Mas com a maioria que tem no Legislativo, certamente essa aprovação virá logo.
Compadrio interrompido: STF suspende nomeação de Ramagem para chefia da Polícia Federal
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu a nomeação de Alexandre Ramagem para a diretoria-geral da Polícia Federal. A decisão é liminar – ou seja, provisória – e foi tomada em ação movida pelo PDT.
“Diante de todo o exposto, nos termos do artigo 7º, inciso III da Lei 12.016/2016, DEFIRO A MEDIDA LIMINAR para suspender a eficácia do Decreto de 27/4/2020 (DOU de 28/4/2020, Seção 2, p. 1) no que se refere à nomeação e posse de Alexandre Ramagem Rodrigues para o cargo de Diretor-Geral da Polícia Federal”, diz trecho do despacho
Ramagem, que é amigo da família Bolsonaro, foi escolhido pelo presidente da República para chefiar a PF, em substituição a Maurício Valeixo.
A demissão de Valeixo por Bolsonaro levou à saída do então ministro da Justiça Sergio Moro, que acusa o presidente de tentar interferir politicamente na Polícia Federal.
Maioria da classe média – de 5 a 10 salários – já deseja a renúncia de Bolsonaro.
A pesquisa Datafolha publicada ontem (28) aponta que o Brasil está dividido sobre a abertura do processo de impeachment do presidente Bolsonaro, visto que 48% da população é contra e 45% a favor, o que significa o apoio de aproximadamente 95 milhões de brasileiros.
Do começo de abril até ontem, cresceu de 37% para 46% os que apoiam a renúncia de Bolsonaro e caiu em 9 pontos os que apontam que ele não deveria renunciar (50%).

Em relação à pandemia de coronavírus, a avaliação de Bolsonaro tem recorde de ruim e péssimo, que chega a 45%, um crescimento de 12% desde março; já o ótimo e bom caiu 13%.
A avaliação do governo Bolsonaro tem 38% de ruim e péssimo e 33% de ótimo e bom. Chama a atenção que 49% dos consultados acreditam que Bolsonaro não tem capacidade de liderar o país e apenas 45% acreditam que ele tem condições de nos governar.

Sobre a saída de Sergio Moro do desgoverno, a maioria dos consultados por telefone aponta que 52% acreditam que Moro fala mais verdades que o presidente e somente 20% vêm verdade no discurso de Bolsonaro. E 56% contra 28% acreditam que o presidente da República queria mesmo intervir na Polícia Federal e que Moro fez bem em pedir demissão.
A saída de Sérgio Moro fez a população ser mais pessimista no temas combate à corrupção ( 41% acredita que vai piorar); na segurança pública este percentual é de 36%.
Deste modo, a tendência das pesquisas aponta para uma reprovação cada vez maior da população e que o impeachment ou renúncia pode crescer e nas próximas pesquisas já ser maioria.
Novas ofertas Marabá para começar bem a semana.

E daí, Bolsonaro? Imagine se você fosse líder de um país civilizado?
Gerd Wenzel, jornalista, comentarista da ESPN Brasil e colunista da Deutsche Welle:
Se Angela Merkel, ao ser confrontada com o número de vítimas fatais por causa do Covid-19, respondesse – “Na und?” (E daí?), teoricamente poderia ser alvo de uma moção de desconfiança pelo Parlamento que, uma vez aprovada, a destituiria do cargo. Tudo isso num espaço de 48 horas.
Eu diria: se Bolsonaro vivesse num país civilizado já teria saído do poder nem que fosse sob vara. As instituições fraquejam nesta extensa pátria de praias douradas e verdes montes. Tanto a Suprema Corte, como a Procuradoria Geral da República, A Câmara Federal e o Senado.
As autoridades constituídas tem medo da reação dos militares, pagos para defender a Pátria e não para dominá-la, e dos milicianos, aos quais Bolsonaro incentiva e arma.
A disputa pelo poder, vista de perto por Jota Camelo.

Coronavírus: Brasil caminha rápido para o colapso hospitalar e funerário, com até 1 mil mortes por dia.

Nos Estados Unidos, o Coronavírus já alcançou mais de 1,03 milhão de pessoas, com quase 60 mil mortes. No entanto isso não foi suficiente para ele se oferecer ao Governador da Flórida para suspender voos de passageiros originados no Brasil, dizendo que o Brasil enfrenta um forte surto da pandemia.
A verdade é que Trump sabe o que está acontecendo no Brasil. Sub-notificação de casos e de mortes. Mesmo a rarefeita informação oficial já dá uma ideia de como a crise sanitária do País pode ser agravar: se para registrar mil mortes foram necessários 30 dias, agora este número está se repetindo a cada 3 dias e em breve, talvez antes do final do mês, vai acontecer em apenas 24 horas. Estaremos então em pleno colapso médico e funerário.
O sereno e equilibrado Presidente do Brasil disse hoje:
“Sou Messias, mas não faço milagre”
Nesta terça-feira, Brasil somou 5.017 mortes e o registro de 71.886 contaminados por Covid-19, segundo os números oficiais, e superou o total de mortos da China, país de origem da pandemia de coronavírus.
Começam a se confirmar as expectativas mais pessimistas dos especialistas, que afirmam que teremos mais de 1 milhão de contaminados, em curto espaço de tempo, com até 7% de mortes.
A ex-candidata à Presidência, Marina Silva, assim classificou a declaração do simpático Presidente do Brasil:
Quando o presidente diz “e daí” pra mais de 5 mil mortos, sendo 474 nas últimas 24 h, ao som de risadas de deboche de seus apoiadores, ou é um atestado por notória evidência de insanidade, ou é uma prova candente de falta de caráter e qualquer vestígio de sensibilidade.
Marina está certa: aos sociopatas falta qualquer tipo de empatia com os seus irmãos. É do perfil clássico da doença.
Bahia: 10 novas mortes.
A Bahia registra 10 óbitos por Covid-19 nas últimas 24h, com total de 2.564 casos confirmados, , o que representa 22,03% do total de casos notificados no estado. Considerando o número de 522 pacientes recuperados e 93 óbitos, 1.949 pessoas permanecem monitoradas pela vigilância epidemiológica e com sintomas da Covid-19, o que são chamados de casos ativos.
Os casos confirmados ocorreram em 130 municípios do estado, com maior proporção em Salvador (61,57%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 1.000.000 habitantes foram Ilhéus (1188,96), Uruçuca (1023,44), Coaraci (765,02), Itabuna (745,70) e Gongogi (561,17).
No momento, 275 pacientes confirmados para Covid-19 em toda a Bahia encontram-se internados, sendo 89 em UTI.
LEM: decisão judicial obriga Prefeitura e Câmara à identificação completa de veículos próprios e locados.
A juíza Renata Guimarães da Silva Firme, Titular da 2ª Vara Cível da Comarca de Luís Eduardo Magalhães, concedeu liminar, à manifestação do Ministério Público da Bahia, para determinar que os gestores do Executivo e do Legislativo do Município, cumpram a obrigação de identificar os veículos próprios e locados, bem como máquinas pesadas a serviço do poder público, nos moldes da Lei Municipal 156-2004.
Segundo prevê a lei, ratificada na decisão da Magistrada, a identificação contendo a logomarca da prefeitura e brasão do Município; o nome do órgão responsável/gestor do veículo; o número do contrato que deu origem a essa locação e data de vigência do contrato; um e-mail e um número de telefone de uma ouvidoria para possível, reclamação ou elogio, devendo haver a colocação do adesivo contendo tais informações nas laterais direita e esquerda do veículo, na parte dianteira e traseira.
A Juíza deixa claro que, como prevê a lei, o tamanho do adesivo não pode ser inferior a quarenta centímetros por quarenta centímetros e a fonte deverá ser no mínimo quarenta e oito.
A decisão fixa o prazo de 30 (trinta) dias para cumprimento da liminar. Em caso de descumprimento, foi arbitrada multa diária no valor de R$2.000,00 (dois mil reais) a ser imposta na pessoa do Prefeito Municipal de Luís Eduardo Magalhães se o veículo ou maquinário for da Prefeitura ou locado por esta, ou na pessoa do Presidente da Câmara.


Máquinas trabalhando para a Prefeitura sem a identificação completa ou arrancada.

O Brasil à deriva, sem leme nem timoneiro, com um motim a bordo, no meio da tempestade.
Este texto está sendo reproduzido nas mídias sociais, sem indicação do autor. Vale pela reflexão, pelo poder de síntese do que está acontecendo neste momento doloroso e complicado do País:
1. Sérgio Moro estava consciente de onde estava se metendo, desde o início. Ninguém larga vinte anos de magistratura para não ganhar nada em troca.
2. Bolsonaro tentou intervir para paralisar investigações em trâmite na PF. Há algo muito podre sendo escondido.
3. Nem nos governos do PT houve tamanho disparate. Aliás, nos governos do PT, especialmente na gestão do ministro da justiça Márcio Tomaz Bastos, a PF foi fortalecida como nunca antes. Moro sabe disso e jogou isso na cara de Bolsonaro ontem.
4. Os filhos de Bolsonaro estão destruindo o próprio pai.
5. Bolsonaro não consegue corrigir os próprios filhos, quem disse que ele conseguirá combater a corrupção nacional? Se ele não administra a própria casa, quem disse que administrará uma crise?
6. Ontem, Moro se colocou como candidato à presidência da República e passou a tratar Bolsonaro como adversário político. Nada disso, porém, é novo. Esse era o intuito de Moro desde o começo (não se assuste se Moro pintar em um cargo político em breve. Será no governo João Dória??)
7. Bolsonaro tem sérios problemas de ego: ele não consegue conviver com ministros populares. Ele é inseguro. Tem medo de perder a autoridade. Isso revela que aquela história de montar um ministério técnico era pura balela eleitoral.
8. Bolsonaro cometeu crimes. Pelo menos 6 (seis). Sérgio Moro pode ter sido cúmplice de alguns desses crimes, é preciso investigar.
9. O Brasil está à deriva.
10. Bolsonaro não consegue lidar com pressões.
11. O combate à pandemia tem sido mal gerido. O país corre riscos graves de uma explosão de casos de COVID-19 similar a Espanha.
12. Os militares já perceberam tudo isso.
13. Os militares estão calculando os passos, mas já está claro que um cenário SEM Bolsonaro já está traçado. O desafio da cúpula militar é realizar a transição sem “queimar cartucho”, ou seja, sem traumas. A princípio dois caminhos ficaram claros: (a) a renúncia de Bolsonaro com um acordo para livrar os filhos do presidente, ou (b) um processo de afastamento via STF
14. Mourão já está se articulando. Lembre-se general não bate continência para capitão. É sempre o contrário. Isso reforça a hipótese de que Bolsonaro foi o “cavalo selado” para uma parcela das forças armadas; nada mais do que isso.
15. As Forças Armadas trabalharão para realizar uma sucessão rápida e sem sustos. A questão em debate é “quando?”… Talvez até o final do ano? Não sabemos. O número de vítimas da COVID-19 determinará isso.
16. Não se engane: nada disso é fruto do trabalho da oposição. O Brasil não tem oposição atualmente. Isso é um racha interno no bloco do poder.
17. Assumindo o vice Mourão, a primeira mudança será na Economia. Assumirá um ministro de linha desenvolvimentista. Os militares estão convencidos de que o Brasil precisa de um plano “Marshall”. Voltaremos a uma linha econômica de tipo governo Geisel em breve. Paulo Guedes acabou.
18. O maior desafio atual para resolver a crise chama-se “centrão” que detesta o Moro e a lava-jato. Bom, nesse caso poderá haver um novo “grande acordo nacional com o Supremo e com tudo”… Dessa vez mediado pelos militares. Uma hipótese não muito difícil de se concretizar, já que os juízes do Supremo morrem de medo dos militares.
19. Não haverá impeachment como o de Dilma, pelo motivo n. 18. Hoje, não há votos suficientes.
20. Não haverá intervenção militar. Os militares não tem estrutura para isso e não podem contrariar as orientações do Departamento de Estado norte-americano, que até o momento é pelo democracia de mercado.
20. Moro já é o candidato da Globo para 2022. Moro já está em campanha.
21. Ao que tudo indica, a igreja evangélica caminha para a maior vergonha nacional de sua história, por ter defendido um governo que passará parar a história como um governo corrupto. Enquanto isso, os parlamentares da bancada evangélica se fazem de surdos-mudos porque estão interessados apenas nos cargos que atualmente ocupam.
22. Você que votou em Bolsonaro, no fundo sabia que estava arriscando. Ninguém votou em Bolsonaro realmente acreditando que ele era anti-sistema depois de 27 anos dentro do Congresso Nacional.
23. Agora ficará claro quem de fato luta por um Brasil melhor ou quem só assumiu a defesa radical de Bolsonaro contra as evidências, da mesma maneira como os petistas radicais defenderam Lula. Agora ficará claro quem é apenas um religioso bolsonarista incapaz de fazer autocrítica.
24. Todo radicalismo é cego.
25. Está ficando claro que o Brasil não precisa de um salvador da pátria, mas de um projeto de nação.
26. Fica a lição para quem votou apenas para tirar o PT: não dá para votar com o fígado.
27. Fica a lição para quem votou num candidato que fugiu de todos os debates: não dá para votar em pessoas antes de votar em ideias.
28. Você votou em Bolsonaro de pirraça. Você é cúmplice, não vítima.
29. Fica a lição para todo o país: é hora de parar e pensar seriamente em nosso futuro, no que queremos ser, caso contrário poderemos cair num abismo sem fim.
30. O Brasil não avançará sem enfrentar interesses. O que nos coloca num lugar muito difícil, quase sem saída.
31. E mais uma vez: o Brasil está à deriva!
No final da noite, Bolsonaro nomeia amigos para a Justiça e Polícia Federal.
Deputada Joice Hasselmann denuncia na CPI das Fake News o tal Gabinete do Ódio.
O delegado federal Alexandre Ramagem Rodrigues, que dirigia a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), se tornou próximo da família presidencial ao coordenar a segurança de Bolsonaro na campanha de 2018. Ele foi nomeado no final da noite de ontem para dirigir a Polícia Federal.
Para o lugar de Moro, era cotado um outro amigo da família (Jorge Oliveira Francisco, atual ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República), mas Bolsonaro escolheu André Mendonça, funcionário de carreira que chefiava a Advocacia-Geral da União (AGU).
O grande problema de Bolsonaro, a geração de notícias favoráveis ao Governo no âmbito do Palácio do Planalto, sob o comando do vereador Carlos Bolsonaro, está no momento solucionada.
A verdade é que está em desenvolvimento uma Comissão Parlamentar de Inquérito na Câmara Federal e o assunto é investigado também pelo Supremo. O ministro do STF, Alexandre Moraes, proibiu, através de determinação expressa, a troca dos delegados titulares nestas investigações.
Quando a moça da fila do xixi abalou os alicerces da República!
Pois é: Carla Zambelli era a moça que controlava o acesso aos banheiros nas manifestações de rua.
Ela alcançou notoriedade, foi eleita deputada federal, com 76.306 votos e, no episódio Moro X Bolsonaro botou o presidente numa saia justa.
Avenida Brasília: baixaria é o que se vê por aqui.
Novas ofertas Marabá para começar bem a semana.

Ministro Celso de Mello abre inquérito contra Bolsonaro e Sérgio Moro
O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu abrir inquérito para investigar as declarações feitas pelo ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, contra o presidente Jair Bolsonaro. Com isso, o chefe do Executivo passa a ser oficialmente investigado na Corte.
Na decisão, tomada na noite desta segunda-feira (27/4), o magistrado concede o prazo de 60 dias para que sejam realizadas diligências pedidas pelo Ministério Público Federal.
“Sendo assim, em face das razões expostas, defiro, em termos, o pedido formulado pelo eminente Senhor Procurador-Geral da República e determino, em consequência — considerada a situação pessoal do Senhor Presidente da República e do senhor Sergio Fernando Moro, então Ministro da Justiça e Segurança Pública —, a instauração de inquérito destinado à investigação penal dos fatos noticiados na peça de fls. 02/13. Assino ao Departamento de Polícia Federal o prazo de 60 (sessenta) dias para a realização da diligência indicada pelo Ministério Público Federal (fls. 12), intimando-se, para tanto, o senhor Sergio Fernando Moro para atender a solicitação feita pelo senhor procurador-geral da República”, escreveu o ministro no despacho.
De acordo com a Constituição Federal, se for oferecida denúncia contra o presidente e o Supremo aceitar, Bolsonaro fica afastado do cargo. Sergio Moro também é investigado, já que pode ser enquadrado no crime de denunciação caluniosa se não conseguir provar as denúncias que fez.
O pedido de abertura de inquérito foi feito pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, na última sexta-feira (24/4) após um pronunciamento de Moro, no qual ele anunciou seu pedido de demissão e acusou o presidente de repetidas tentativas de interferência política na Polícia Federal.
Na ocasião, Moro disse ainda que o presidente gostaria de ter alguém do seu convívio pessoal na PF, para quem pudesse ligar e obter acesso a relatórios de inteligência, e que o presidente estaria ainda preocupado com inquéritos que estão no STF. O ex-ministro acusou ainda a Presidência de falsificar sua assinatura digital na exoneração do ex-diretor da PF, Maurício Valeixo.
Prefeito Zito já solucionou problemas de Saúde de Barreiras.

Governo quer tocar a FIOL dentro do plano Pró-Brasil
O avanço da Ferrovia Oeste-Leste (Fiol) é uma das principais apostas do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, no plano Pró-Brasil. Ele pediu uma suplementação orçamentária de R$ 480 milhões, até 2022, exclusivamente para obras no setor ferroviário.
O grosso disso, caso confirmados os recursos adicionais, iria para a construção do segundo trecho da Fiol – entre os municípios de Caetité e Barreiras (BA).
A ideia do ministro é que os trabalhos fiquem sob responsabilidade da nova Infra S.A., fusão das estatais Valec e Empresa de Planejamento e Logística (EPL, com a
atribuição hoje de desenvolver estudos de viabilidade para concessões de rodovias e portos).
Projetada para transformar o interior da Bahia em um novo corredor ferroviário de exportação e prometida para entrega até julho de 2013, a Fiol nunca foi concluída.
Vive uma crônica mistura de falta de orçamento e problemas contratuais com empreiteiras.
No entanto, o primeiro trecho da ferrovia (Ilhéus-Caetité) está em estágio avançado de construção. O governo pretende concedê-lo à iniciativa privada ainda em 2020 e já mandou os estudos de viabilidade para o Tribunal de Contas da
União (TCU).
Andando de lado, como os caranguejos.
Se a ferrovia Norte-Sul levou 30 anos para entrar em operação, a Leste-Oeste pode levar outro tanto. As obras da FIOL se iniciaram em 2011, portanto, usando a mesma medida, ainda temos uns 20 anos pela frente. Desde o início do golpe de 1964 a extensão das ferrovias brasileiras vem diminuindo.
A evolução das ferrovias continuou no século XX, em 1900 o Brasil expandiu sua extensão da malha ferroviária para 15,316 quilômetros totais. No ano de 1919 o país já possuía 28.128 quilômetros de ferrovias. O Estado de São Paulo foi o que obteve maior expansão, nessa fase ele passou a ter 18 ferrovias, com isso o crescimento industrial e agrícola paulista foi gigantesco (Ministério da Infraestrutura, 2016).
Na década de 30, durante o primeiro governo de Getúlio Vargas, cresce a priorização das rodovias colocando as ferrovias em segundo plano. Por conta disso o Governo Federal inicia um processo de estatização da malha férrea, que até então era operada por empresas de capital estrangeiro, com o intuito de impedir que as ferrovias declinassem. Contudo, a falta de planejamento governamental acarretou a precarização das linhas férreas. A expansão passa a ocorrer a passos lerdos, entre 1940 e 1948 as ferrovias só expandiram 1.371 quilômetros.
O governo de JK intensificou os investimentos em ferrovias, e em 1960 a linha férrea brasileira chega ao seu ápice com 38.287 quilômetros totais. No período da ditadura militar as ferrovias têm o seu maior encolhimento, em 1964 inicia o “plano de erradicação de trechos deficitários”, caindo a malha ferroviária para 29.184 km.
Em 1990 se inicia a era da privatização através do Programa Nacional de Desestatização (PND), criado pelo Governo Federal com o objetivo de melhorar os serviços e investimento no setor. Hoje a extensão das ferrovias no país é de 30.485 quilômetros, onde 29 deles são administrados por concessão público privada (ANTF,2018).
STJ decidirá se magistrados alvos da Operação Faroeste se tornarão réus.

Por Bela Megale, em O Globo.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) deve decidir, no próximo dia 6 de maio, se acolhe a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra quatro desembargadores e três juízes. Os magistrados integravam o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) e são acusados de vender decisões judiciais para um grupo liderado por Adailton Maturino, que se fazia passar por cônsul da Guiné Bissau.

Será o primeiro grande julgamento por videoconferência no STJ desde o início da pandemia do coronavírus. Se a denúncia for acolhida, os acusados se tornarão réus. O caso será apreciado pela Corte Especial, formada pelos 15 ministros mais antigos do STJ, e tem Og Fernandes como relator.
Além dos magistrados, outras oito pessoas são denunciadas, como o próprio Maturino. Dono de 13 CPFs, o “falso cônsul” é acusado de se associar ao borracheiro José Valter Dias para tentar se apropriar de 366 mil hectares de terra na região oeste da Bahia, em um esquema de grilagem de terras e corrupção envolvendo magistrados. A área é equivalente a cinco vezes o tamanho de Salvador.

















