









Confira aqui o Boletim completo do 4º Levantamento – Safra 2019/20.


A informação é da coluna Satélite, liderada por Jairo Costa Júnior, e veiculada no Correio24horas.







O barril Tipo Brent (no qual se baseiam os preços da Petrobras) estava em US$ 68,00 nesta 3ª feira (07/01). Por seu lado, o óleo leve negociado em Nova Iorque foi para US$ 62,51 o barril.

O autoritarismo está afastado da vida pública brasileira há mais de três décadas. E não vai ser o Soberano que o trará de volta, falando bobagens ao seu gado, aqueles incultos, iletrados e também ressentidos que formam o seu eleitorado.
Como todos os movimentos de autocracia (um novo Ai-5, fechar o STF com um cabo e um soldado), esta onda de discricionariedade tende a ser autofágica e o “Capitãozinho Reformado a Bem do Serviço Público” já foi jantado, politicamente, por outros de sua laia, como Dória e Sérgio Moro.


O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou hoje (6), após se reunir com o presidente Jair Bolsonaro, que o governo federal estuda formas de compensar uma eventual alta no preço dos combustíveis, caso a crise envolvendo Estados Unidos e Irã impacte com mais força o preço internacional do petróleo.
“Temos que criar, talvez, mecanismos compensatórios que compensem esse aumento sem alterar o equilíbrio econômico do país. Que isso não gere inflação, mas também não frustre expectativa de receitas”, adiantou o ministro em coletiva de imprensa, ao lado do presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, e do diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), Décio Odone.
Albuquerque praticamente descartou a possibilidade de o governo instituir algum tipo de subsídio para segurar alta do combustível, como foi feito, em 2018, no governo de Michel Temer, frente ao aumento no preço do óleo diesel, uma das principais reclamações dos caminhoneiros, que paralisaram o país durante uma greve em maio daquele ano.
“Não sei se será feito com impostos [subsídios], certamente não vamos procurar esse caminho dos impostos para não onerar mais ainda, mas se há maior receita, talvez possa haver uma compensação em cima disso e esse é um dos instrumentos que estão sendo analisados”, disse.
Uma proposta apresentada pelo próprio presidente da República é a possibilidade do estados reduzirem a alíquota do ICMS sobre combustíveis, um imposto estadual, que tem forte impacto na formação do preço final nos postos.
“Aproximadamente um terço do preço combustível, no final, são impostos estaduais, o ICMS. No Rio de Janeiro, por exemplo, está em 30%”, afirmou Bolsonaro a jornalistas na portaria do Ministério de Minas e Energia.
O presidente voltou a dizer que não adotará nenhuma política de controle de preços. “Não existe interferência do governo. Não sou intervencionista, e essa política está muito bem conduzida pelo nosso ministro, almirante Bento”.
Na coletiva de imprensa, perguntado sobre uma possível compensação tributária por parte dos estados, Bento Albuquerque disse que a ideia está sendo estudada e que poderá ser discutida no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que reúne secretários da Fazenda dos estados, integrantes da pasta e o governo federal. “Isso já está sendo discutido, no âmbito do governo, para que quando tiver essa pauta, possam haver uma reunião, no mais alto nível, com o presidente e os governadores”.
O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, afirmou que não sofre qualquer pressão para interferir nos preços praticados pela companhia, que controla 98% do refino de combustível no Brasil. “A lei, desde 2002, diz que existe liberdade de preços de combustíveis. E o governo Bolsonaro vem praticando isso. Não recebi, em nenhum momento, pedido, pressão, sugestão, nem do almirante Bento, nem do presidente Bolsonaro, para baixar o preço, fazer isso ou aquilo. Existe liberdade total, na prática, para o preço de qualquer derivado de petróleo”.












Esse trecho da avenida Salvador interrompe o asfalto. A Prefeitura diz que a responsabilidade é do empreendedor. O empreendedor certamente acredita que a responsabilidade é da Prefeitura.


Da Folha, por Gustavo Uribe.
Na entrada do Palácio do Alvorada, onde cumprimentou um grupo de eleitores, ele disse que cada vez menos pessoas confiam na imprensa e que a leitura diária de jornais envenena e desinforma.
“Quem não lê jornal não está informado. E quem lê está desinformado. Tem de mudar isso. Vocês são uma espécie em extinção. Eu acho que vou botar os jornalistas do Brasil vinculados ao Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente]. Vocês são uma raça em extinção”, afirmou.
O ataque do presidente foi feito ao criticar uma reportagem do UOL, que tem participação acionária minoritária e indireta da Folha.


De Joana Cunha, na coluna Painel S.A., da Folha de São Paulo.











Agora só falta o Super Homem assumir que sempre quis ser a Mulher Maravilha e o Hélio Negão e o primo Léo assumirem seus respectivos casos. Por isso que as mulheres estão se pegando. Pudera: o macharedo todo está virando o fio! Chama a Damares!

Imagens de Sigi Vilares e Mais Oeste.

Em 5 dias de 2020, com apenas um dia útil, o nosso soberano, o insigne presidente Jair Messias Bolsonaro, já atacou os livros didáticos do País, chamou os cearenses de cabeçudos em clara xenofobia, publicou matérias fakes de ovação em Salvador e apoiou a guerra no Oriente Médio, em bovina posição ao outro maluco, Donald Trump.







Infográfico elaborado por Jornal Acontece




