Tag: jornalistas
Carlos Andreazza diz que Bolsonaro é um autoritário ressentido
O insigne Soberano, que todos esperamos breve, cometeu mais um grande erro ao afirmar que jornalistas são “uma raça em extinção”.
Na verdade, estão quase extintos aqueles políticos aproveitadores, populistas, demagogos, ressentidos e mal educados.
O autoritarismo está afastado da vida pública brasileira há mais de três décadas. E não vai ser o Soberano que o trará de volta, falando bobagens ao seu gado, aqueles incultos, iletrados e também ressentidos que formam o seu eleitorado.
Como todos os movimentos de autocracia (um novo Ai-5, fechar o STF com um cabo e um soldado), esta onda de discricionariedade tende a ser autofágica e o “Capitãozinho Reformado a Bem do Serviço Público” já foi jantado, politicamente, por outros de sua laia, como Dória e Sérgio Moro.
Jornalistas da Bahia mobilizam-se contra extinção do registro profissional

Sobre jornalistas, liberdade de expressão, segredo da fonte e censura
O vídeo é antigo, de 2017, quando Sérgio Fernando Moro ainda era um magistrado. Paulo Henrique Amorim fala sobre jornalistas, segredos da fonte, condições coercitivas e abusos de autoridade.
Posso não concordar com nenhuma palavra de Diego Mainardi, do site Antagonista e da Revista Crusoé, mas a censura imposta esta semana pelo Supremo Tribunal Federal à liberdade de expressão é um atalho à Constituição, justamente na Corte encarregada de preservá-la.
Por outro lado, temos a manipulação da Justiça. O jornalista Luís Nassif diz em sua página GGN:
O jornalista Severino Motta publicou no BuzzFeed News uma reportagem especial informando que a defesa de Marcelo Odebrecht fez chegar a ministros do Supremo Tribunal Federal a informação de que o nome de Dias Toffoli foi incluído em delação premiada a pedido dos procuradores da Lava Jato em Curitiba.
Segundo a matéria, “ministros ouvidos pelo BuzzFeed News” souberam que “houve pressão de procuradores para que ele [Marcelo Odebrecht] apresentasse o nome de Toffoli em sua delação – mesmo sem envolvê-lo em crime.”
De acordo com a apuração, a menção a Toffoli seria uma maneira da Lava Jato criar constrangimento para o Supremo e fazer a Corte recuar de julgamentos que desagradam o Ministério Público, como a revisão da prisão a partir de condenação em segunda instância.
Foi fratura ou luxação na perna do menino, hein Prefeitura?
Nota da assessoria de imprensa da Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães informa que o menino acidentado hoje no ônibus escolar, em frente à escola Dom Weberberger, teve uma luxação na perna. Não obstante, na mesma nota, à frente, afirma que o menino teve uma fratura exposta.
Uma luxação – deslocamento de dois ou mais ossos com relação ao seu ponto de articulação normal – conforme o meu dicionário, jamais será uma fratura exposta. Valendo também para o contrário.
Nos oito anos de mandato de Humberto Santa Cruz todo tipo de gente passou pela assessoria de imprensa, inclusive alguns que não sabiam concatenar um período completo. Mas nunca a Prefeitura contratou alguém que não tivesse um diplominha, por mais singelo que fosse, para justificar sua presença na Diretoria de Comunicação.
Só militantes da “imprença”, sem formação, podem confundir luxação com fratura exposta.
Juiz quebra sigilo telefônico de jornalista que denunciou movimentação de dinheiro
Mais uma vez uma decisão judicial busca quebrar o sigilo de fonte, prerrogativa constitucional do jornalismo. O juiz Rubens Pedreiro Lopes, do Departamento de Inquéritos Policiais de São Paulo, determinou a quebra do sigilo de dados telefônicos da jornalista Andreza Matais, por reportagens que ela publicou no jornal Folha de S. Paulo, em 2012, mostrando movimentação atípica de R$ 1 milhão identificada pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Para Lamachia, quebrar sigilo de fonte é atacar direito de a sociedade se informar.
A investigação que originou a quebra do sigilo foi aberta a pedido do ex-vice-presidente do Banco do Brasil Allan Simões Toledo, citado na reportagem. O juiz atendeu a provocação do delegado da Polícia Civil de São Paulo, Rui Ferraz Fontes. Além disso, a promotora Mônica Magarinos Torralbo Gimenez concordou com a medida. Antes, segundo O Estado de S. Paulo, veículo onde Andreza trabalha atualmente, outros três integrantes do Ministério Público já haviam opinado contra a solicitação em três ocasiões.
Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Claudio Lamachia criticou a decisão e, por meio de nota oficial, afirmou que violar a proteção constitucional dada ao trabalho da imprensa significa atacar o direito que a sociedade tem de ser bem informada. “É inaceitável a violação do sigilo de uma jornalista com a finalidade de descobrir quais são suas fontes. Isso representa um grave ataque à liberdade de imprensa e à Constituição, que é clara ao proteger o direito do jornalista de manter sigilo a respeito de suas fontes. Não se combate o crime cometendo outro crime”, ponderou Lamachia.
A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo também divulgou nota criticando a quebra. “É com indignação que a Abraji vem, mais uma vez, lembrar a membros da Polícia, do Ministério Público e do Judiciário que o sigilo da fonte é uma garantia constitucional (artigo 5º, inciso XIV) e não pode ser violado.
A Abraji repudia a decisão de Lopes e roga à Justiça que a reverta, cumprindo a Constituição Federal e observando o Estado democrático de direito em que o País ainda vive”, escreveu a entidade.
Enquanto isso…
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 386/09, que restabelece a exigência do diploma de jornalismo para o exercício da profissão, voltou à pauta de debates na Câmara dos Deputados. O então presidente da Casa, deputado Eduardo Cunha, incluiu a proposta na pauta do Plenário em março do ano passado. A proposta – que foi aprovada por comissão especial em julho de 2010 e desde então aguarda votação pelo Plenário – divide opiniões dentro do próprio setor. Ela precisa de 308 votos favoráveis para ser aprovada, em dois turnos.
Apresentada pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS), a proposta é uma resposta à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de 2009, que revogou a exigência do diploma de jornalismo como requisito para o exercício da profissão.
O STF considerou inconstitucional o Decreto-Lei 972/69, que exige a formação de nível superior específica para a prática do jornalismo. De acordo com o Supremo, a exigência do diploma vai contra a liberdade de expressão prevista na Constituição.
Enquanto isso, arvoram-se nulidades como jornalistas, inclusive comprando DRTs de sindicatos falsos da Bahia e do Tocantins. Não que qualquer jornalista seja contrário ao exercício da profissão por pessoas de notório saber.
Acontece, porém, que a maioria das nulidades supracitadas são selecionadas negativamente entre aqueles que mal sabem rabiscar o nome e, na impossibilidade de outra profissão, descobrem sua importância, bem relativa, no meio de divulgação de conteúdos, entre eles rádios, blogs e simulacros de jornais e revistas.
Não interessa aos grandes veículos de comunicação e muito menos aos políticos a regulamentação da profissão, tornada nula por uma penada monocrática do ministro Gilmar Mendes, ao revogar a famigerada Lei de Segurança Nacional. Jornalistas de boa formação, graduados em Comunicação, têm princípios éticos e conhecimento do que estão fazendo, o que certamente incomoda os menos ilustrados.
Opinião: O diploma da profissão-fantasma
Por Luciano Martins Costa, do Observatório da Imprensa
Uma nota na Folha de S. Paulo informa, nesta quinta-feira (7/8), que o Conselho de Comunicação Social do Congresso aprovou, por 6 votos a 4, a tramitação da Proposta de Emenda Constitucional que restabelece a obrigatoriedade do diploma de curso superior específico para o exercício da profissão de jornalista.
Um dos argumentos citados pelo jornal é o de que a qualificação universitária é necessária para o “bom jornalismo”.

As opiniões contrárias, emitidas por representantes das empresas de mídia, apelam para aspectos legais, ao questionar a atribuição do Congresso para rever um tema sobre o qual há uma decisão do Supremo Tribunal Federal.
Mas também é citada opinião segundo a qual “o bom jornalismo não é exercido apenas por profissionais com diploma universitário”.
Por falta de espaço, o que significa dizer falta de interesse, o diário paulista deixa o assunto flutuando no mesmo mar de imprecisões e argumentos dúbios que levou o STF a suspender a obrigatoriedade do diploma em 2009.
A Proposta de Emenda Constitucional no. 386/2009, de autoria do deputado Paulo Pimenta (PT-RS), foi aprovada pelo Senado em 2012 mas não tem prazo para ir a votação na Câmara.
A imprensa acompanha o assunto com aparente desinteresse, comparando-se à grande mobilização que levou à decisão no STF por 8 votos a 1. Continue Lendo “Opinião: O diploma da profissão-fantasma”
Notícias da Imprença!
Contradições da Suprema Corte
Há uma semana, foi homologado o resultado do concurso para o Supremo Tribunal Federal (STF), segundo publicação no Diário Oficial. Dois candidatos foram convocados para tomar posse no cargo de ‘Analista Judiciário – Comunicação Social’, função que exige graduação em Jornalismo.
Mesmo exigindo “curso de nível superior” para jornalistas em seu concurso, o STF foi o órgão responsável por determinar a extinção da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão no Brasil, em 2009. Para o presidente da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj), Celso Schröder, a contradição é explicável. “Só reafirma o grande equívoco que cometeram. A atitude possibilita a criação desse debate para que o erro seja corrigido”.
Não se exige o diploma de jornalista para a maioria dos veículos de comunicação. E o que vê é isso mesmo que estamos vendo. Poucos ou nenhum princípio ético, pouca intimidade com o Português, pouca responsabilidade com o que se veicula, pouco respeito com os direitos autorais dos conteúdos. Vale tudo para chamar a atenção e chocar: copos despedaçados, asfalto manchado de sangue, notícias de um mundo miserável para ser admirado por outros miseráveis. Enfim, um desastre! As exceções apenas confirmam as regras.
Hoje milhares de crianças e jovens adolescentes acessam diariamente a internet em cada cidade do interior. E se eles se deparam com esses “broguis” em que a concordância verbal, por exemplo, ou a própria grafia, não passam de um mero exercício de Português alternativo?
Bem, depois que o Governo do Distrito Federal mandou distribuir camisetas a estudantes com a palavra “Encino”, só nos resta, parodiando Raul Seixas, apregoar: “Viva o Português alternativo!”
Coleguinhas de imprensa e seus momentos de devaneio
Dois coleguinhas de Barreiras, reproduzindo fala de um funcionário da EMBASA, assim transcreveram a sentença:
“Temos certeza que essa lei não prospera e será declarada inconstitucional por conta de todo arca bolso ilegal”
Que pontapé nas canelas do leitor! Não seria arcabouço? O pior é que dois escreveram a matéria e outro, mais atilado, reproduziu sem ler ou também “viajou” no arcabouço do texto.
Radicais do PT agridem jornalistas para proteger, ora veja, José Genoíno!
Um grupo de militantes petistas agrediu jornalistas e formou um cordão de isolamento em torno do ex-presidente do PT José Genoino para evitar a aproximação da imprensa enquanto ele se dirigia à sua seção eleitoral, em São Paulo, na tarde deste domingo (28).
Genoino chegou ao colégio eleitoral instalado na Universidade São Judas, no bairro do Butantã (zona oeste), por volta das 16h20.
Logo em seguida, ele foi cercado por cerca de 40 militantes do PT. Enquanto gritava palavras de ordem (“partido, partido é dos trabalhadores”; “Genoino, Genoino”; “povo na rua, a luta continua”), o grupo agrediu jornalistas (o integrante do ‘CQC’ Oscar Filho precisou receber atendimento médico) e quebrou equipamentos (a máquina fotográfica da equipe da Folha foi danificada). Do jornal Folha de São Paulo.
PEC dos jornalistas aprovada em 2º turno no Senado.
O Senado aprovou em segundo turno a proposta de emenda à Constituição (PEC) que impõe a exigência de diploma para exercer a profissão de jornalista. A lei que obrigava os empregadores a exigir o diploma dos jornalistas foi considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal em 2009. Desde então, começou a tramitar no Senado a PEC para que o título de formação superior em comunicação social com habilitação em jornalismo voltasse a ser requisito obrigatório para os profissionais da imprensa.
A PEC dos Jornalistas, como ficou conhecida a proposta, foi aprovada em esforço concentrado dos senadores e, agora, segue para a Câmara dos Deputados, onde também precisará ser aprovada em dois turnos. Se não sofrer alterações durante o processo, a matéria segue para sanção presidencial.
A aprovação da PEC na Câmara e a sanção presidencial apenas resgata o exercício regular da profissão, implantado no País no final dos anos 60. É medida saneadora de uma avassaladora onda de malfeitos no exercício da profissão. Hoje, qualquer cidadão, independente de sua experiência e formação profissional, apresenta-se, inclusive em órgãos públicos, como jornalista, sem ao menos esconder a sua condição de prático e amador. As redações dos jornais estão povoadas por esses esforçados aprendizes.
Caiu na internet: manchete de arromba.
Os plantões de sábado à tarde são os mais entendiantes da semana. Poucas notícias, a maioria com relevância próxima de zero. Por isso são destacados para esse limbo os focas (jornalistas principiantes) mais arrepiados. Olha no que deu: a chamada da matéria do UOL é hilariante, para não dizer ridícula.
Luta pelo diploma obrigatório quer votação, no Senado, antes do recesso
Diretores da FENAJ- Federação Nacional dos Jornalistas e de Sindicatos de Jornalistas reforçam em Brasília, nos dias 3 e 4 de julho (hoje e amanhã), a mobilização pela aprovação da PEC 33/09 em 2º turno no Senado. Representantes de 20 estados já estão confirmados para os trabalhos de contato direto com os parlamentares visando a obtenção de quorum para a votação da proposta. A FENAJ convocou a categoria a reforçar o movimento com envio de mensagens aos parlamentares.
O objetivo do movimento é assegurar a votação da PEC dos Jornalistas antes do recesso parlamentar de julho. Embora as lideranças partidárias no Senado tivessem firmado o compromisso, no final de 2011, de votar a PEC 33 no início de 2012, até o momento este compromisso não se confirmou.
Todas as etapas de tramitação da matéria no Senado já foram concluídas, restando a votação em plenário. Mas para a aprovação é preciso quorum qualificado de no mínimo 49 votos favoráveis. No primeiro turno de votação, em novembro do ano passado, a PEC foi respaldada por 65 votos favoráveis. Apenas 7 senadores votaram contra.
Jornalismo de oposição, pero no mucho.
Não impressiona o fato da imprensa regional não repercutir um assunto importante como o cancelamento, por decisão judicial, da licitação para instalar uma usina de queima de lixo em Barreiras?
Jornalista que põe o dedo na cara de bandido (quando algemado, é claro), chega na hora de comentar ou simplesmente reproduzir uma notícia importante como essa, fenece como uma flor arrancada do jardim alheio.
Como dizia o Millôr, há pouco desaparecido deste vale de lágrimas, jornalismo é o de oposição. O resto é armazém de secos e molhados.
Por vezes uma pessoa encontra o seu destino justamente na estrada que tomou na intenção de desviá-lo.
7 de abril, dia do jornalista.
O rabo é mais importante que o cachorro
O jornalista Sérgio Murillo de Andrade escreve um importante artigo no Observatório da Imprensa sobre o andamento da PEC que restabelece a exigência da formação acadêmica para o exercício da profissão.
É leitura obrigatória para aqueles que teimam em desrespeitar a profissão, para aqueles que acreditam “em moções de repúdio” e, principalmente, para aqueles que vendem o seu trabalho, por preços irrisórios, aos poderosos do momento.
Em tempo: A FENAJ deve e com certeza vai estabelecer uma prova de acesso à profissão para jornalistas de todos os setores. Não é possível que jornalistas semi-alfabetizados, que passaram por faculdades de final-de-semana, exerçam a profissão e apregoem conhecimentos que não tem. Principalmente se não sabem fazer um lead.
O perfeito entendimento do milagre.
O jornalista Augusto Nunes, de Veja, entende, em todos os ângulos do perfeito entendimento, o milagre operado pelo ministro Fernando Pimentel:
Diz o Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, em visita a Genebra, avisando que já explicou como se faz para virar consultor de uma fábrica de tubaína pernambucana e, em troca de conselhos que levaram o cliente à falência, embolsar R$ 150 mil, quantia superior ao lucro anual da empresa:
“Sobre esse assunto, eu já falei tudo no Brasil. Dei todas as explicações. O assunto está explicado. Eu já falei sobre isso.”
Está explicado e pronto! O povo entende, os jornalistas compreendem!
Cinegrafista morto em tiroteio é apenas mais um de longa lista de assassinatos.
O cinegrafista Gelson Domingos, 46 anos, da TV Bandeirantes, morto durante tiroteio com traficantes, hoje, 6, no Rio de Janeiro, entra para uma longa relação de quase duas centenas de jornalistas assassinados ou feridos fatalmente em ação na última década em todo o mundo.
Desde abril deste ano, 21 jornalistas foram mortos apenas no continente americano, destacou, no final de outubro, o presidente da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), Gonzalo Marroquín, diretor do jornal “Siglo XXI”, da Guatemala, na abertura da 67a- Assembleia Geral da entidade, realizada em Lima, no Peru. Segundo a SIP, os números revelam aumento da repressão contra a imprensa.
Existem inúmeros relatos de que foram registradas mortes por fogo amigo, o que significa que os assassinatos podem ter sido encomendados às próprias forças de repressão.
Se jornalistas incomodam na política, é fácil avaliar como podem causar irritação em zonas sensíveis como disputas entre forças policiais, milícias e traficantes.
STF nega recurso para advogar sem aprovação da OAB
O relator do recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) para acabar com a obrigatoriedade do exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), ministro Marco Aurélio Mello, negou o recurso do bacharel João Volante, que pedia o direito de advogar sem a aprovação no exame. Ao justificar seu voto favorável à OAB, o relator disse que a prova assume o papel de “proteger a sociedade dos riscos relativos à má operação do Direito”. Até as 19h20, seis ministros do STF haviam votado a favor do exame. Oito ministros da Corte ainda vão se pronunciar nesta quarta-feira sobre o caso. Do Terra.
Se existisse o mesmo exame na FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas) não existiria tanta gente enganando na função.
Quarta-feira PEC dos jornalistas pode ser votada.
Jornalistas e sociedade seguem lutando pela volta da exigência de diploma.
Na próxima quarta-feira, dia 15 de junho, uma comitiva do Rio Grande do Sul vai a Brasília para participar da mobilização pela aprovação da Proposta de Emenda Constitucional 33/09, de autoria do senador Antonio Carlos Valadares, do PSB de Sergipe, que restabelece a obrigatoriedade do diploma para o exercício do Jornalismo. Por Ana Davila, no Facebook.
A PEC 33/2009, de autoria do senador Antônio Carlos Valadares e relatoria do senador Inácio Arruda, e a PEC 386/2009, de autoria do deputado Paulo Pimenta e relatoria do deputado Maurício Rands, por um lado resgatam a dignidade dos jornalistas brasileiros e contribuem para a garantia do jornalismo de qualidade.
Leia a Carta Aberta em Defesa do Jornalismo, publicado no portal da Federação Nacional dos Jornalistas.
Jornalistas querem piso salarial nacional.
Além da luta pela retomada do diploma para o exercício da profissão, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) prepara uma campanha pela instituição de um piso nacional e contrato coletivo de trabalho para a categoria. “Esta proposta se aproxima da reivindicação histórica de um piso de seis salários mínimos”, explica o novo presidente da entidade, Celso Schröder, em matéria publicada no site da entidade. A ideia é apresentar projeto de lei neste sentido ao Congresso Nacional. A proposta é de instituição de um piso nacional de R$ 2.500,00 e que seja reajustado anualmente pelo INPC.
Pesquisas da Fenaj apontam que o piso dos jornalistas alagoanos (R$ 2.114,84) é o maior do país, seguido pelos dos jornalistas do Paraná (R$ 2.049,11) e de São Paulo (R$ 2.075,78). Os menores pisos da categoria são os do Rio Grande do Norte (R$ 850,00) e Sergipe (R$ 954,80).
“As empresas impuseram em todo país regras que precarizam os contratos de trabalho e o arrocho sobre a massa de salários do setor, achatando e nivelando por baixo os pisos dos jornalistas em todo Brasil”, registra a tese aprovada por unanimidade no 34º Congresso Nacional dos Jornalistas sobre o tema. O documento defende que “é urgente a tomada de iniciativas que tenham como objetivo a valorização e a proteção dos jornalistas brasileiros”. As informações e o texto são do portal Coletiva, do Rio Grande do Sul, que congrega os profissionais de comunicação da Região Sul.
Aos coleguinhas: acompanhem mais notícias no Coletiva e negociem com o seu patrão o pagamento do piso, principalmente aqueles que se colocam na condição de jornalista responsável. Valorize seu diploma.












