Formosa do R. Preto: Bairro Progresso recebe ações do Projeto Rede da Cidadania

O Projeto Rede da Cidadania chegou ao bairro Progresso, em Formosa do Rio Preto, promovendo ações de saúde, educação, assistência social, meio ambiente e segurança pública, no último sábado (14/12). “A gestão tem levado os serviços públicos para mais perto da população, principalmente nos bairros com maior índice de vulnerabilidade e risco social, identificando e buscando soluções para suas principais demandas, por meio de uma rede que envolve os diversos setores da administração e com a parceria da Polícia Militar”, explicou a primeira-dama e secretária de Políticas Estratégicas, Ronúbia Setúbal, articuladora e madrinha da iniciativa.

A comunidade participou de palestras sobre “Violência contra a Mulher”, com a Ten. PM Nina Marques, do Projeto Ronda Maria da Penha, e sobre “Combate ao Uso de Álcool e Drogas” com o Sd. PM Thiago Maurício da 86ª CIPM. Foram realizados mais de 35 testes rápidos de HIV, Sífilis, Hepatite B e C, aferição de pressão arterial, testes de glicemia, orientações e atendimentos do Creas, do Cras e do Bolsa Família e distribuição de mudas de espécies nativas para arborização do bairro.

Os participantes interagiram bastante sobre o tema ISTs e HIV/Aids e tiraram dúvidas com a Dra. Rosianne Nascimento da Silva. Contribuíram com a ação equipes da 86ª CIPM, da Secretaria Municipal de Políticas Estratégicas, Coordenação da Atenção Básica, Unidade de Saúde Alzira Barbosa, Cras, Creas, Bolsa Família, com o envolvimento de diversos profissionais como médica, técnicos de enfermagem, enfermeiras, assistentes sociais e técnicos da Assistência Social.

Vinte dos 27 vereadores de Uberlândia vão para a cadeia por desvio de verbas.

Prédio sede do Legislativo.

Do Estado de Minas

Câmara Municipal de Uberlândia, no Triângulo mineiro, vive uma situação inusitada, a maioria de seus vereadores, 20 dos 27 parlamentares, estão presos ou com prisão decretada pela Justiça. Grande parte ( 17)  por meio de operação deflagrada nesta segunda-feira. Três já haviam sido detidos em outubro passado.

Os parlamentares eleitos em 2016 são alvo de operação do Ministério  Público de Minas Gerais  (MPE) que  investiga desvio de  dinheiro  público – por meio de  verba de gabinete, contratação irregular  de empresa de segurança, de limpeza e de uma gráfica.

O valor total do prejuízo aos cofres públicos ainda não foi divulgado. Só na gráfica, estima-se que o prejuízo gire em torno de R$ 4 milhões.

Bagunça e perplexidade

Na manhã desta  segunda-feira, a reportagem do Estado de Minas conversou  com dois  funcionários da Câmara de Uberlândia, que tem  cerca de 500 servidores, que resumiram como estava o ambiente  na Casa: ‘ bagunça’, disse um, e  ‘ de perplexidade’, completou o outro.

Um dos funcionários contou  que por volta das 6h desta segunda-feira um grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MPE, esteve no gabinete do presidente da Câmara MUnicipal, Hélio Ferraz (PSDB), conhecido como o Baiano, e  ”levou  tudo do gabinete”, se referindo a computadores, documentos e  outros objetos  apreendidos.

A sede do Legislativo municipal, segundo esse funcionário ouvido pela reportagem, não foi o único local alvo de busca e apreensão na manhã de hoje. Os demais mandados foram cumpridos nas casas dos vereadores, onde eles foram presos, e de outros envolvidos na suspeita de corrupção.

Ao todo foram expedidos pela Justiça 40 mandados de prisão – as identidades dos demais envolvidos, além dos vereadores, não foram divulgadas – e 42 mandados de busca e apreensão.

Segunda operação

A operação  do MPE nesta segunda-feira é o desdobramento de outra realizada em outubro deste ano, batizada de O Poderoso Chefão, que resultou na prisão dos vereadores Alexandre Nogueira (PSD), Juliano Modesto (suspenso do SD) e Wilson Pinheiro (PP), que permanecem afastados dos cargos. Suplentes assumiram as cadeiras desses três vereadores.

Segundo as primeiras informações do Ministério Público Estadual (MPE), Nogueira e Modesto são novamente alvos da operação de hoje. Nogueira estava em liberdade, sob uso de tornozeleira, desde a última sexta-feira (13), data em que a Câmara de Uberlândia entrou em recesso (férias). O Legislativo só voltará a funcionar em 2 de fevereiro do ano que vem.

Aluno que processou professor por ter tomado celular em sala de aula perde causa na Justiça

O Juiz

O juiz Eliezer Siqueira de Sousa Junior, da 1ª Vara Cível e Criminal de Tobias Barreto, no interior do Sergipe, julgou improcedente um pedido de indenização que um aluno pleiteava contra o professor que tomou seu celular em sala de aula.

De acordo com os autos, o educador tomou o celular do aluno, pois este estava ouvindo música com os fones de ouvido durante a aula.
O estudante foi representado por sua mãe, que pleiteou reparação por danos morais diante do “sentimento de impotência, revolta, além de um enorme desgaste físico e emocional”.

Na negativa, o juiz afirmou que “o professor é o indivíduo vocacionado a tirar outro indivíduo das trevas da ignorância, da escuridão, para as luzes do conhecimento, dignificando-o como pessoa que pensa e existe”. O magistrado se solidarizou com o professor e disse que “ensinar era um sacerdócio e uma recompensa. Hoje, parece um carma”.

Eliezer Siqueira ainda considerou que o aluno descumpriu uma norma do Conselho Municipal de Educação, que impede a utilização de celular durante o horário de aula, além de desobedecer, reiteradamente, o comando do professor.

Ainda considerou que não houve abalo moral, já que o estudante não utiliza o celular para trabalhar, estudar ou qualquer outra atividade edificante.
E declarou:

“Julgar procedente esta demanda, é desferir uma bofetada na reserva moral e educacional deste país, privilegiando a alienação e a contra educação, as novelas, os realitys shows, a ostentação, o ‘bullying intelectivo’, o ócio improdutivo, enfim, toda a massa intelectivamente improdutiva que vem assolando os lares do país, fazendo às vezes de educadores, ensinando falsos valores e implodindo a educação brasileira”.

Por fim, o juiz ainda faz uma homenagem ao professor.

“No país que virou as costas para a Educação e que faz apologia ao hedonismo inconsequente, através de tantos expedientes alienantes, reverencio o verdadeiro Herói Nacional, que enfrenta todas as intempéries para exercer seu ‘múnus’ com altivez de caráter e senso sacerdotal: o Professor.”

Agrotóxico mais encontrado em frutas e verduras no Brasil é fatal para abelhas

Sem abelhas, produção de lavouras fica prejudicada; estudo da Anvisa analisou que mais da metade das 4 mil amostras de 14 alimentos vegetais no país contém agrotóxico

Por Pedro Grigori, Agência Pública/Repórter Brasil

Um agrotóxico fatal para as abelhas foi o mais encontrado em um levantamento do governo que analisa o resíduo de pesticidas em frutas e verduras vendidas em todo país. O resultado da nova edição do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos, o PARA, foi divulgado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na semana passada e mostrou também que em 51% dos testes realizados foi encontrado alguma quantidade de resíduo de agrotóxico nos alimentos.

Na pesquisa, que testou 4.616 amostras de 14 alimentos, o ingrediente ativo Imidacloprido foi o mais encontrado. Ele é um neonicotinoides, um inseticida derivado da nicotina que tem capacidade de se espalhar por todas as partes da planta e, por isso, é fatal para os polinizadores.

Uma reportagem da Agência Pública e Repórter Brasil revelou em março deste ano que mais de 500 milhões de abelhas morreram em três meses em quatro estados brasileiros. Uma das principais causas das mortes foi justamente o contato com agrotóxicos à base de neonicotinoides, que atingem o sistema nervoso central das abelhas – afetando a capacidade de aprendizagem e memória, fazendo com que muitas delas percam a capacidade de encontrar o caminho de volta para a colmeia.

Ter um agrotóxico fatal para abelhas como o mais encontrado em alimentos é um alerta também para a saúde humana.

Primeiro porque ele acaba sendo consumido pelas pessoas. “Esse tipo de produto que se espalha por toda a planta é muito perigoso, pois lavar o alimento ou descascá-lo não é suficiente para retirar os resíduos de agrotóxico, que já circulam dentro da planta”, explica engenheiro agrônomo Leonardo Melgarejo, vice-presidente da regional sul da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA).

Outro problema desse tipo de agrotóxico ser o mais detectado no PARA é que, ao matar abelhas, se prejudica também a produção das lavouras. Isso porque elas são as principais polinizadores da maioria dos ecossistemas, promovendo a reprodução de diversas espécies. No Brasil, das 141 espécies de plantas cultivadas para alimentação humana e animal, cerca de 60% dependem em certo grau da polinização das abelhas. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), 75% dos cultivos destinados à alimentação humana no mundo dependem das abelhas.

No PARA, o Imidacloprido foi encontrado em 713 amostras, ou cerca de 15% de todos os alimentos testados. Oito produtos agrotóxicos à base de Imidacloprido foram autorizados pelo governo de Jair Bolsonaro neste ano, com registros de comercialização indo para as multinacionais estrangeiras Sulphur Mills, Albaugh Agro (dois registros), Helm, Nufarm, Tide e Tradecorp, e para a nacional AllierBrasil.

Na edição anterior do PARA, com análises feitas entre 2013 e 2015, o Imidacloprido havia sido apenas o quinto ingrediente ativo mais encontrado nas amostras. Segundo a Anvisa, não é possível comparar os resultados porque a metodologia de pesquisa mudou — alimentos e períodos de análise agora são diferentes.

Resultados não são positivos

A pedido da Agência Pública e da Repórter Brasil, especialistas de organizações que estudam o tema dos agrotóxicos analisaram o relatório, disponibilizado no site da Anvisa, e afirmaram que os resultados são alarmantes, ao contrário do que fez parecer o tom otimista da divulgação oficial do relatório.

Para Melgarejo, da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), o relatório acende um alerta. “O número de 23% dos produtos apresentarem agrotóxico acima do permitido é assustador. E os 27% com veneno abaixo do limite não traz tranquilidade”, diz. “Nas definições de limites aceitáveis, é tido como base uma pessoa adulta de 50 quilos. Mas estamos alimentando crianças e bebês com esses mesmos alimentos. Estar abaixo do limite considerado seguro para um adulto de 50 quilos não significa dizer que é seguro para um bebê ou criança.”

Representantes da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida também criticaram o posicionamento da Anvisa em relação ao relatório, qualificado como “roupa bonita para um conteúdo altamente tóxico”. Em nota, a organização diz que apesar do aspecto técnico da publicação, o release divulgado no site da Anvisa é “extremamente otimista”. Segundo eles, o tom é “de uma peça de propaganda política para um relatório que, lido atentamente, traz grandes preocupações para a sociedade.”

A organização completa dizendo que “em um contexto de uso crescente de agrotóxicos ano a ano, e também de aumento sistemático das intoxicações por agrotóxicos, é lamentável ver a Agência que deveria garantir a segurança alimentar da população minimizando resultados gravíssimos sobre as condições da comida servida ao povo brasileiro”.

Para a organização não governamental Greenpeace, a comunicação dos resultados foi “maquiada”. “Os problemas continuam os mesmos, mas a forma otimista que eles divulgaram faz parecer que melhorou, e isso, infelizmente, foi replicado por muitos veículos de imprensa. Ainda temos mais de 50% dos alimentos com alguma quantidade de agrotóxicos. E os 27% com agrotóxicos abaixo do limite são questionáveis, pois esses limites são muito frágeis quando falamos de várias alimentação completas durante o dia, com mistura de alimentos e substâncias, que tem um efeito diferente de um produto isolado”, explica Marina Lacôrte, especialista em Agricultura e Alimentação do Greenpeace.

Criado em 2001, o PARA testou nesta versão 14 produtos da dieta da população brasileira — abacaxi, alface, alho, arroz, batata-doce, beterraba, cenoura, chuchu, goiaba, laranja, manga, pimentão, tomate e uva. As amostras foram recolhidas em estabelecimentos de 77 municípios, entre agosto de 2017 a junho de 2018, ou seja, antes do início do governo de Jair Bolsonaro, no qual 467 produtos agrotóxicos foram liberados em menos de um ano, um recorde histórico.

Do total de amostras analisadas (4.616), em 2.254 (49%) não foram detectados resíduos, 1.290 (28%) apresentaram resíduos com concentrações iguais ou inferiores ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), estabelecido pela Anvisa. E em 1.072 amostras (23%) foram identificados resíduos acima do permitido, incluindo até mesmo agrotóxicos proibidos de serem comercializados no Brasil.

Em 0,89% — quase um em cada 100 casos —, foi identificado potencialidade para causar riscos agudos à saúde, com efeitos como enjoo, vômito, dor de cabeça e febre nas 24 horas seguintes ao consumo do alimento.

A visão do governo, por meio da Anvisa, é a de que o resultado do relatório é positivo. “Temos situações pontuais de riscos, mas que não geram nenhum risco a saúde da população. Os dados mostram a segurança dos alimentos que a gente consome hoje”, garantiu Bruno Rios, diretor adjunto da Anvisa, em coletiva após a divulgação dos dados.

Análise não identifica todos agrotóxicos permitidos no Brasil

As coletas analisadas no PARA foram feitas pelas vigilâncias sanitárias e encaminhadas para os Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacens): Instituto Octávio Magalhães (IOM/FUNED/MG), Laboratório Central de Goiás (Lacen/GO) e Instituto Adolfo Lutz (IAL/SP); e para um laboratório privado contratado por processo licitatório.

Segundo o relatório, em cada amostra foram pesquisados até 270 ingredientes ativos, número bastante inferior aos 499 permitidos para serem comercializados no Brasil após avaliação da Anvisa, Ministério da Agricultura e Ibama. Foram detectados resíduos de 122 ingredientes ativos diferentes nas 4.616 amostras analisadas, o que resultou no total de 8.270 detecções de agrotóxicos — em muitos casos foram identificados mais de um tipo de pesticida em um só alimento, mas a Anvisa não especifica quais em seu relatório.

Depois do Imidacloprido, citado no início da reportagem, os ingredientes ativos mais encontrados foram os fungicidas Tebuconazol (570) e o Carbendazim (526) — este último proibido na União Europeia, Estados Unidos, Canadá e Japão por causar problemas mutagênicos e de toxicidade reprodutiva. Em 2012, os EUA proibiram a importação do suco de laranja brasileiro devido à presença deste fungicida nos produtos.

Entre os 40 ingredientes ativos mais encontrados há o Carbofurano, um produto proibido no Brasil, identificado 52 vezes na atual pesquisa — na edição 2013-2015, o Carbofurano aparecia entre os 30 ingredientes ativos mais encontrados.

Em outubro de 2017, dois meses após o começo das análises, a Anvisa desautorizou a comercialização de agrotóxicos à base de Carbofurano justamente pela persistência de seus resíduos nos alimentos, além de malefícios à saúde humana. Ele também é classificado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como altamente tóxico do ponto de vista agudo — a que causaria intoxicação nas 24 horas seguidas ao consumo.

De acordo com a Anvisa, a presença de agrotóxicos não autorizados nas análises tem como um dos motivos os poucos registros para culturas consideradas de baixo retorno econômico. Por isso, muitos produtores acabam utilizando agrotóxicos autorizados para uma cultura específica – soja, por exemplo, em outras culturas, caso da uva.

Laranja, goiaba e uva: os três mais com agrotóxicos

Entre os alimentos testados, a laranja foi a que mais apresentou resíduos de agrotóxicos. De 382 análises, apenas 157 não apresentaram vestígios de pesticidas, 173 apresentaram resíduos em concentrações iguais ou inferiores ao permitido pela lei e em 52 casos os níveis de agrotóxico encontrados estavam acima do permitido.

Foram encontrados 47 agrotóxicos diferentes nas laranjas vendidas em supermercados brasileiros, que incluiu até mesmo resíduos de Carbofurano, proibido no Brasil. O mais encontrado na fruta foi o Imidacloprido. Na laranja também foi encontrado a maior exposição para risco agudo. Depois da laranja, a goiaba e a uva foram os alimentos que mais apresentaram riscos agudos.

No Brasil, das 141 espécies de plantas cultivadas para alimentação humana, 60% dependem da polinização das abelhas

Nova metodologia é criticada

Até 2012, os resultados do PARA eram lançados anualmente. Desde então, optou-se por divulgar o relatório compilado de três anos. O último foi divulgado em 2016, com dados de 2013 a 2015. Não houve coletas em 2016, por conta de uma reestruturação no projeto, que só voltou à ativa no segundo semestre de 2017.

Na edição anterior, onde foram analisadas 12.051 amostras em três anos, o percentual de alimentos com agrotóxicos acima do permitido pela lei era de 19,7%, menos do que o atual.

Além disso, até 2015, o PARA trabalhava com uma lista de 25 alimentos a serem analisados, que representavam 70% da cesta de alimentos de origem vegetal consumidos pela população brasileira, segundo dados brutos da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE de 2008-2009, que traça o perfil de orçamento doméstico e condição de vida da população brasileira. Agora, a partir da reestruturação, o número de alimentos foi ampliado para 36, mas nem todos os alimentos escolhidos serão analisados anualmente, pois as análises vão variar dentro de cada triênio. Nesta edição, por exemplo, apenas 14 foram analisados, e alimentos como o feijão e a batata ficaram de fora, mas devem entrar nas próximas edições.

A rotatividade é criticada por especialistas da área. “Produtos muito importantes, que estão no prato do brasileiro, não aparecem no resultado. O trigo que vai no pãozinho do dia a dia, o feijão que é um ingrediente tradicional no prato brasileiro. Não é uma boa ideia a Anvisa fracionar as análises para períodos específicos, quando a população consome esses produtos durante todo o ano”, explica o engenheiro agrônomo Leonardo Melgarejo.

Marina Lacôrte, do Greenpeace, também criticou o baixo número de alimentos apresentados. “Esses dados tem que ser avaliados todo o ano, pois há safras todos os anos. Eles argumentam que essas alterações ocorrem por questões financeiras, mas esse é um investimento necessário que o governo deve fazer: a saúde da população. Se o problema é financeiro então que se retire a isenção de impostos para os agrotóxicos, e utilizem esses impostos para bancar programas como esse”, diz.

 

Carro importado é incendiado. Nada sobrou do caríssimo veículo.

Um carro Chevrolet Camaro ficou destruído após ser consumido pelo fogo na manhã desta segunda-feira (16), em uma residência na rua Oito, no bairro Cidade Universitária em Luis Eduardo Magalhães.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para conter as chamas. Não houve feridos.

Segundo a corporação, o caso ocorreu por volta das 10h15. O veículo, modelo Camaro, estava estacionado em um terreno na residência no endereço já citado, quando as chamas iniciaram. Houve perda total do veículo.

A Polícia Militar da 85 CIPM também esteve no local acompanhando o trabalho dos Bombeiros enquanto controlavam as chamas. O dono do veículo está viajando.

O caso será investigado pela Polícia Civil local aonde vai averiguar se foi acidental ou um ato criminoso. Do blogbraga com fotos das redes sociais.

Segundo fontes não oficiais, um caso passional causou o incêndio do caríssimo veículo. Veja o vídeo:

Onde está a chuva que não chegou ainda neste verão

Lavoura de soja, nas proximidades de Luís Eduardo Magalhães: plantada, replantada e ainda com estande abaixo do necessário para uma boa produtividade.

Depois de três anos de boas chuvas e produção farta, parece que a safra de 2019-2020 não terá o mesmo comportamento no Oeste baiano. Estamos no meio do mês de dezembro e praticamente ainda não choveu. E as previsões para a semana entrante não são as melhores, com aumento de temperatura (34 graus em Luís Eduardo e até 38 graus em Barreiras), sem previsão de chuvas.

Na temporada 2015/2016 o total de chuvas foi de 810 mm, um ano regular. Em 2016/2017, foram 949,25 mm e 1097 mm em 2017/2018, quase o mesmo de 2018/2019. Não temos dados deste ano, mas acreditamos que ainda estamos abaixo dos 100 mm nos meses de outubro, novembro e dezembro, também os de temperaturas mais elevadas.

Lavouras de soja próximas a sede do Município já foram plantadas, replantadas e ainda não tem um estande propício a boas produtividades.

A mesma escassez de pluviosidade acontece no Tocantins e no Piauí, onde o pessoal está plantando e replantando depois de cada pancadinha esparsa, mas já fora da janela de maior produtividade, 15 de novembro a 15 de dezembro.

A seca na estação talvez ajude a aumentar a produção de milho e sorgo, que se encontra com preços acima da média histórica e fazendo falta para os produtores de aves de todo o Nordeste.

Chuvas só devem chegar ao Oeste baiano na última semana do ano. Será tarde para plantar soja. Milho e sorgo devem ser opção.

Prefeito da Igreja Universal está com 72% de rejeição. Reage, Bozo!

Crivella, o neo-fascista que solicitou a apreensão de livros na Bienal do Livro do Rio.

O atual prefeito do Rio, Marcello Crivella (Republicanos) aparece e 3º lugar nas pesquisas de intenção de voto para a eleição municipal do ano que vem, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (15.dez.2019).

À frente dele, tecnicamente empatados, estão o ex-prefeito Eduardo Paes (DEM) e o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL).

São 3 os cenários pesquisados. Naquele com maior número de candidatos, Crivella tem 8% das intenções de voto. Paes registra 22%, contra 18% de Freixo. Como a margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, há 1 empate técnico entre os 2.

Num cenário com menos postulantes, o ex-prefeito tem 27% da preferência do eleitor, enquanto o deputado federal tem 21%. Nesse caso, o empate técnico fica no limite da margem de erro. Já Crivella, nesse caso, tem 9%.

O Datafolha entrevistou 872 pessoas na cidade do Rio entre as últimas 4ª (11.dez) e 6ª feira (13). O levantamento foi encomendado pelos jornais Folha de S.Paulo e O Globo.

A pesquisa atual indica o crescimento da rejeição a Crivella: 72% avaliam o governo dele como ruim ou péssimo. Esse percentual era de 61% em março do ano passado e 40% em outubro de 2017.

Só 8% dos entrevistados acham o governo ótimo ou bom. Em março de 2018, eram 9%. E em outubro de 2017, 16%.

Vem meteoro! Prefeito manda baixar preço da carne por decreto.

Para quem não conseguir ler o decreto soberano: “Carne com osso, R$12,00 o quilo; carne ‘maciça’, R$15,00 o quilo.

O prefeito da cidade de Lagoa Verde, no interior do Maranhão, Francisco Clidenor Ferreira do Nascimento (Cidadania), decidiu baixar o preço da carne na canetada.

O decreto 040/2019 estabelece que os açougues da cidade voltem a cobrar o preço anterior à alta do produto. O documento estabelece que a carne bovina com osso deve custar R$ 12 e a desossada ,R$ 15.

O decreto foi publicado no dia 6 de dezembro e entrou em vigor no mesmo dia.

Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, o secretário de Fazenda e Planejamento do município, Geyson Monteiro Aragão, disse que prefeitura estuda enviar aos açougues uma nova tabela de preços por ofício.

Aragão disse ainda que é cultural na cidade a prefeitura intervir no preço da proteína animal. Segundo ele, a administração local tentará um acordo para que o produto seja mais barato ao menos no final de ano.

Neste ano pré-eleitoral, acontece de tudo. Aqui no Oeste já tem prefeito pensando em obrigar açougueiros a entregar a carne assada, acompanhada de salada de maionese de batata, farofa e chimichurri.

A gente precisava mesmo é de um prefeito macho que decretasse: gás a 40 reais, gasolina a 2,00 reais e energia com conta máxima, mensal, de 30 reais. E real paritário com o dólar, a R$1,00.

Advogado preso pela Operação Faroeste repassou R$ 112,5 milhões, diz MPF

Por Jairo Costa Júnior, na Coluna Satélite, do Correio 24 horas.

Documentos encontrados pela Polícia Federal durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão na residência do advogado Márcio Duarte, preso pela Operação Faroeste, apontam para repasses suspeitos que totalizam R$ 112,5 milhões.

Acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de ser operador financeiro da própria sogra no esquema de venda de sentenças no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ) – a desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago, também presa -, Duarte mantinha em casa um talão de cheques do Banco Santander, com todas as folhas assinadas em nome da empresa BS Transportadora.

A descoberta, de acordo com a denúncia do MPF, causou “estranhamento” aos investigadores da Faroeste.

Joia rara

Nas buscas realizadas contra Márcio Duarte, a PF achou ainda um laudo pericial de pedra preciosa de 2,31 quilos, com certificado de autenticidade, avaliada em US$ 970,2 mil. Segundo o MPF, a gema “pode estar em seu poder e servir para ocultar ativos do crime”.

Um governo que ainda vai virar caso de polícia!

É triste. Mas é a nossa realidade.

Temos um Presidente que não entende de gestão pública;

uma Ministra dos Direitos Humanos que tem visões na goiabeira;

um Ministro da Casa Civil que é réu confesso de crime de Caixa 2;

um guru que manda na trozoba toda, mora no Exterior e acha que a terra é plana;

um ministro da Justiça “leigo”, aparelhado, que sempre agiu em proveito do povo do seu partido;

um ministro da Economia que só batalha por mais recursos livres no mercado e por seus clientes, os bancos;

os três filhos da Casa 58 do Vivendas da Barra, uns moleques arrogantes;

e o fantástico, o iluminado, o insigne Ministro da Educação, que é semi-alfabetizado.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, cometeu mais um grave erro de português. “Antessessores” escreveu o ministro, ao invés de escrever antecessores, em postagem na sua conta do Twitter.

Internautas não perdoaram a falha e postaram o erro de Weintraub nas redes sociais.

Peronistas mal assumem na Argentina e já sobretaxam exportações do agronegócio.

Navios aguardam sua vez de carregar no porto de Rosário, no rio Paraná, na Argentina.

O novo governo da Argentina, comandado por Alberto Fernández, decidiu neste sábado (14) aumentar os impostos sobre as exportações agrícolas, uma medida justificada como “urgente” para enfrentar a “grave situação” das finanças públicas” do país, que é um dos maiores produtores e exportadores agrícolas do mundo.

Até então, as exportações agrícolas eram tributadas a uma taxa de 4 pesos por cada dólar exportado. Mas o executivo argentino alegou que, desde que esse esquema foi implementado, “houve uma deterioração do valor do peso em relação ao dólar”.

Agora, o pagamento dessa taxa será eliminado e substituído por uma taxa de 9% para produtos como milho, trigo e carnes.

Para a soja, o principal produto de exportação da Argentina, o aumento é significativo. Antes, os exportadores do grão pagavam 18% e, com a mudança, a taxa vai para 27%. (G1).

Se o Brasil aplicasse a mesma taxa somente às exportações de soja, estaria faturando algo em torno de 37 bilhões de reais de impostos.

Acontece que os economistas do Governo brasileiro não estão tão desesperados como a combalida economia argentina.

Se criarem impostos sobre a exportação, o agronegócio exporta menos, fica menos competitivo no cenário internacional e deixa de movimentar comércio, serviços e a indústria, que, por seu turno, tem uma carga de impostos bem pouco invejável.

Por essas e outras é que a exportação de soja do Paraguai já ultrapassou a da Argentina, que caiu para quarto lugar entre os principais exportadores mundiais. Mesmo assim, sua exportação não alcança mais que 10% do volume brasileiro. 

Há 20 anos, o escândalo da remessa de dinheiro ao Exterior, o maior roubo da história do País.

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Por Marco Zero Conteúdo | por José Maschio para o IG

Escândalo foi divulgado em 1999 após a quebra do sigilo de remessas CC5, quando o Brasil soube que US$ 124 bilhões haviam saído ilegalmente do país

Em 1999, o correspondente da Folha de S. Paulo no Paraná teve acesso a mais de 5.000 páginas contendo informações de todas as remessas ilegais para bancos do exterior de verdadeiras fortunas em dólares.

Nenhum dos beneficiados pelo esquema foi punido e o Brasil nunca soube seus nomes, pois – apesar do sigilo ter sido quebrado pela Justiça ainda em 1999 – os editores decidiram não publicar o nome dos apresentadores de TV, cineastas, empresários, empresas de comunicação, siderúrgicas e bancos  que sonegaram impostos para tirar do país bilhões de dólares.

O autor de um dos maiores “furos jornalísticos” relembra essa história para a Marco Zero Conteúdo.

Há 20 anos, o Brasil se assombrava com a quebra do sigilo das remessas CC5 . Um escândalo monumental. Do nada o país soube, em setembro de 1999, que US$ 124 bilhões (*) haviam saído ilegalmente do país. Um monumental esquema de lavagem de dinheiro.

O que seria uma oportunidade única de o país punir os responsáveis acabou por se transformar em um golpe contra a economia nacional . Com a elite brasileira unindo-se pra se proteger.

O escândalo das remessas CC5 mostrou como os donos do poder agem em conjunto contra os interesses nacionais. E mais: acabou por ser laboratório da Lava Jato , braço do MPF e do Judiciário no golpe que impediu Dilma em 2016. Um golpe articulado entre interesses de uma elite nacional e dos Estados Unidos, em que a soberania nacional foi minada.

Para o leitor entender esse processo todo, convém historiar. Em 1998, o procurador da República, Celso Antônio Três, tentava, sem sucesso, quebrar os sigilos das remessas para o exterior de uma então obscura casa de câmbio em Cascavel (interior do PR), a Cash Câmbios, dos irmãos Mauro e Celso Barater, que era deputado estadual no Paraná pelo PSDB.

O procurador já tinha conseguido provar que a Cash Câmbios operava com laranjas (uma dona de banca de jornal aparecia como sócia). Só não conseguia a quebra do sigilo das remessas.

Três esbarrava na burocracia do Banco Central . Era flagrante a má vontade do banco. Uma má vontade tão grande que o juiz titular da Vara Federal de Cascavel sugeriu ao procurador que pedisse a quebra total das remessas realizadas em todo o País.

Em maio de 1999, o Banco Central, enfim, liberou uma listagem completa das remessas entre 1992 a 31 de dezembro de 1998. Período solicitado pelo procurador. Remessas essas que totalizavam US$ 111, 4 bilhões. Vale ressaltar que o dólar, nesse período era equiparado em um por um com o real.

Saltou aos olhos, na época, as remessas enviadas pelo grupo Globo , como empresas como Globosat Comunicações, Globopar, Globo Participações ou Globosat Telecomunicações. Perspicaz, Três espantou-se com os valores enviados pelas organizações Globo (e seus braços empresariais).

Logo, o susto virou indignação. O BC alegou erro na primeira remessa da listagem e enviou uma nova. Nesta segunda listagem, os valores subiram de US$ 111,484 bilhões para US$ 124,134 bilhões. Logo, a bagatela de US$ 12,66 bilhões a mais.

Inexplicavelmente, na segunda listagem, as remessas da Globo haviam diminuído em torno de R$ 200 milhões entre maio e julho, quando chegou à Procuradoria da República de Cascavel a listagem definitiva.

Então repórter da Folha de S. Paulo, tive acesso à listagem no início de setembro . Cópias das duas listagens das remessas (quatro volumes com um total de 1.283 páginas) ainda são conservadas por esse repórter.

Ai começou o calvário do procurador Celso Três. Inicialmente, ele fez o que era de sua competência. Distribuiu para procuradorias de todo o país , nas respectivas jurisdições dos réus, para que as ilegalidades fossem investigadas. E eram muitas.

A mais fácil e identificável era a sonegação de imposto de renda (de 27,5%) de cada remessa. Mas existiam claros indícios de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha nessas operações.

 Os obstáculos começaram dentro do Ministério Público Federal. A Procuradoria Geral da República travou uma batalha interna para criar uma força-tarefa específica. A alegação, na época, era para facilitar o trabalho de investigação.

Na esfera política, iniciou-se articulações para a criação de uma CPI sobre as remessas. Preservar o empresariado nacional era, e hoje isso é evidente, uma tentativa de vários setores, da imprensa inclusive.

A Folha de S. Paulo não fugiu à regra. Em 16 de setembro em um texto em que omitia, propositadamente, os nomes dos envolvidos nas remessas, o jornal se escudou atrás de um “parecer jurídico”. “

Vale destacar a nota de rabicho no texto da Folha: ´”A Folha decidiu não divulgar o nome das pessoas físicas ou jurídicas que fizeram remessas CC5 justamente pela dificuldade em separar quem utilizou de forma legal o mecanismo e quem lavou dinheiro”.

Uma falácia utilizada para centrar fogo em doleiros e agentes financeiros e preservar o empresariado nacional. Todas as remessas pelas contas CC5 eram ilegais pela própria natureza das contas.

Criada em 1965 pela ditadura militar, as remessas CC5 haviam sido regulamentadas por decreto presidencial em 1979 (governo Figueiredo). Em 1996, (com Gustavo Franco à frente do BC) uma carta circular desviou a finalidade das CC5 , liberando seu uso para todos.

O absurdo: uma carta circular se sobrepor a um decreto presidencial.

Mais grave, o Banco Central autorizou a bancos em região de fronteira, especialmente em Foz do Iguaçu, a utilizar indiscriminadamente as contas CC5. Criadas para envio de lucros das multinacionais no país e de não residentes (brasileiros com residência no exterior) as CC5, na prática, se tornaram autênticos paraísos fiscais dentro das instituições financeiras no país.

No início do século XXI, as ações articuladas do MPF, Justiça Federal e a classe política provocaram a criação da força-tarefa do Banestado (do MPF), na criação da CPI do Banestado (Congresso Nacional) e na criação da Vara Federal dos Crimes de Colarinho Branco (a 13º Vara Federal de Curitiba).

O objetivo público: combater a lavagem de dinheiro . O objetivo privado:  conter e controlar os desdobramentos do escândalo para preservar a elite financeira e empresarial.

A alegação para centrar fogo, nas investigações, no Banestado é que o banco havia enviado US$ 14 bilhões, dos US$ 124 bilhões, para o exterior. A triste realidade era outra. Vendido pelo então governo Jaime Lerner ao banco Itaú, o Banestado não mais existia.

Bem mais cômodo e tranquilo que investigar as instituições financeiras ainda atuantes ou mesmo o Banco Central , principal responsável pela sangria financeira.

Em 2003, na Vara Federal especialmente criada para o esquema, surge a figura de Sérgio Moro , que se orgulha de ostentar no currículo cursos no Departamento de Estado dos EUA sobre lavagem de dinheiro.

O Banestado, um banco morto, Sérgio Moro, FHC e o doleiro de sempre: uma conta chamada Tucano.

A primeira providência de Moro foi enviar à Receita Federal a relação dos empresários que haviam feito remessas. Ele queria cobrança administrativa das ilegalidades.

O empresariado nacional , que tinha utilizado as contas CC5 para não pagar imposto de renda nas remessas, não titubeou: tratou logo de comprar os auditores.

Ficava mais fácil que pagar o imposto devido. Essa manobra de Moro resultou no que chamam hoje de Operação Zelotes . Em que auditores e empresários surgem como réus.

Nos governos populares de Lula e Dilma e a falta de critério politicamente objetivo para indicar ministros ao STF (Supremo Tribunal Federal) só facilitou a ação dos golpistas que assumiram a Lava Jato.

Não é de graça que tucanos não são investigados. São parceiros do esquema que hoje, graças aos vazamentos pelo The Intercept, está cada vez mais escancarado. Um golpe contra o país, cujo laboratório teve início há 20 anos.

(*) Algo como 744 bilhões de reais, considerados o câmbio de hoje e a inflação do dólar, um valor mais de uma dezena de vezes maior que a soma dos prejuízos causados pelo propinoduto da Petrobras. Quem foi para a cadeia? Com exceção dos doleiros, por algum tempo, ninguém. Nem poderiam ir. Eles eram do PSDB.  

Fonte: Economia – iG @ https://economia.ig.com.br/2019-12-12/maior-escandalo-financeiro-do-pais-completa-20-anos-de-impunidade.html

Ricardo Galvão, ex-INPE, é um dos 10 cientistas do ano em todo o Mundo.

Demitido por Bolsonaro, Ricardo Galvão, ex- diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, é eleito um dos 10 cientistas do ano pela revista Nature.

A homenagem chega em boa hora. Com a chegada das primeiras chuvas e o afrouxamento do solo, os tratores de esteira e os correntões estão pegando firme na mata amazônica, levando de roldão a floresta e a sua rica biodiversidade. Sob os olhos baços do condenado Sinistro do Meio Ambiente e do Presidente da República do Ódio.

Promotor de Justiça diz que Oziel não dá atenção aos prejudicados pelo Lixão

 

O promotor de Justiça Eduardo Antônio Bittencourt afirmou, ontem, na audiência pública sobre o Lixão de Luís Eduardo Magalhães que a ausência do prefeito Oziel Oliveira foi injustificável. E um desrespeito com aqueles que sofrem as consequências da localização do lixão a céu aberto no meio de uma área urbana densamente povoada.

Sítio do Mato: a nova prefeita ainda não pagou salários de novembro aos servidores

A nova prefeita de Sítio do Mato, Sofia Márcia, ainda não conseguiu pagar os servidores municipais, depois de tomar posse no dia 27 de novembro, no afastamento, pela Justiça, do seu esposo, Alfredinho.

Veja a nota do Sindicato dos Servidores Municipais:

O SINSPUB – Sindicato dos Servidores Públicos
Municipais de Bom Jesus da Lapa e Sítio do Mato, entidade
sindical na representação dos servidores públicos
municipais de Sítio do Mato.
Vem por meio desta, comunicar aos comerciantes
da região e toda a população de Sítio do Mato que a
prefeitura de Sítio do Mato não realizou até esta data o
pagamento dos servidores públicos os seus vencimentos,
este sindicato vem esclarecer e informar que após a
renúncia do ex-prefeito Alfredinho Magalhães ocorrido
em 22 de novembro de 2019, a Vice-prefeita Sofia Marcia
assumiu a gestão municipal em sessão da Câmara
municipal realizada no mesmo dia, assim que tomou
conhecimento do pedido de renúncia do cargo de prefeito
Municipal de Sítio do Mato, a Câmara Municipal deliberou o
seu afastamento e vacância do cargo, bem como da posse
da a\Vice Prefeita, no cargo de prefeito.
Parcela dos servidores municipais da Vigilância
Epidemiológica, Agentes de Combate às Endemias, PSF,
SAMU e Agentes Comunitários de Saúde ainda não
receberam os seus salários vencidos em 30 de
novembro de 2019 com o atraso, estes estão sofrendo
constrangimentos no comércio, vulnerabilidade alimentar,
necessidades ao sustento familiar, pagamento de juros
bancários e falta de recursos no deslocamento para
exercerem suas funções.
A atual gestão municipal fez da utilização de
serviços de sonorização e veiculação em rádio da
comunicação do atraso no pagamento de salário dos
servidores, houve também a circulação via grupo de
Whatsapp a seguinte mensagem:
A PREFEITURA MUNICIPAL DE SÍTIO DO
MATO INFORMA QUE O BANCO BRADESCO ESTENDEU
ATÉ ESTA QUARTA-FEIRA, ONZE DE DEZEMBRO, O
PRAZO FINAL PARA EXECUTAR O PAGAMENTO DOS
SERVIDORES MUNICIPAIS./ A PREVISÃO ERA DE QUE
OS SALÁRIOS FOSSEM PAGOS AINDA NA SEMANA
PASSADA, MAS O BANCO ALEGOU QUE SÓ
CONSEGUIRÁ CONCLUIR O PROCESSO NESTA
SEMANA./ O ATRASO NO PAGAMENTO SE DEVE A UM
PROTOCOLO DO BANCO NECESSÁRIO POR CONTA DA
TRANSMISSÃO DE CARGO DO PREFEITO ALFREDINHO
PARA A PREFEITA MARCINHA./ A PREFEITURA TEM
COLABORADO DA MELHOR FORMA POSSÍVEL PARA
QUE OS PAGAMENTOS TENHAM AGILIDADE./ SE VOCÊ
É SERVIDOR MUNICIPAL E TEM ALGUMA DÚVIDA OU
SUGESTÃO, PROCURE A AGÊNCIA DO BANCO
BRADESCO EM BOM JESUS DA LAPA.//
A publicação do DECRETO LEGISLATIVO Nº
001/2019 em Diário Oficial da Câmara municipal ocorreu no
dia 27 de novembro de 2019, apesar desta formalidade de
transmissão de cargo, não se justifica a morosidade e tentar
a gestão se eximir de responsabilidade, pois, o tempo para
que a atual gestão em ter acesso as contas bancárias e
alterações de senhas não é tão demorado assim, ressalta-se
que este sindicato possui conta e também opera suas
transações via Banco do Bradesco com as mesmas
funcionalidades que a pessoa jurídica do município.
Responsabilizar a instituição financeira pelo atraso no
pagamento dos salários dos servidores não é adequado!
Houve uma veiculação via whatsapp que o problema seria o
“TOKEN”. O Token Físico é um dispositivo eletrônico que gera
senhas numéricas aleatórias para acesso à conta nos Canais
Digitais do Bradesco, este sindicato também utiliza desta
ferramenta e já tivemos que fazer alterações de senhas por
mais de um vez, o atendimento para a substituição não
demorou mais que um dia, então a justificativa utilizada pela
gestão é duvidosa, cabendo inclusive o agente financeiro se
manifestar, tendo em vista que o município atribui ao agente
financeiro Bradesco a responsabilidade pela falta de
pagamento dos servidores municipais do município de Sítio
do Mato
Solicitamos a gestora municipal que tenha
RESPEITO para com os servidores e realize o pagamento
de seus vencimentos sempre na data limite, pois, ao que
tudo indica a prioridade da gestão é a realização de eventos
de inaugurações e reuniões políticas e não com os
servidores, sendo que o salário tem natureza alimentar!
Caso a inadimplência do município persista em
não honrar com suas obrigações, esta entidade estará
sempre apoiando os servidores e recomendará em
assembleia se assim decidir os servidores a suspenção dos
serviços por falta de pagamento até em função da
impossibilidade de locomoção dos servidores além da
responsabilização judicial do município.
Diante do flagrante atraso no salário de parcela
de servidores da área de Saúde, o SINSPUB REPUDIA a
falta de compromisso e o tratamento dado pela prefeita de
Sítio do Mato Sofia Marcia logo no início de sua gestão,
para com os servidores e o bom andamento do serviço
público.
Ao tempo, informa aos associados que as medidas
judiciais serão diligenciadas para conter a arbitrariedade
perpetrada pela gestão municipal.

Operação Faroeste: em conversa gravada, juiz negocia altos valores de propina.

Quadros Sampaio, ambição financeira e propina do tamanho dos resultados obtidos.

Preso desde o mês passado no âmbito da Operação Faroeste, que investiga a venda de sentenças judiciais na Bahia, o juiz Sérgio Humberto de Quadros Sampaio teve a situação agravada porque foi grampeado por um suposto comparsa, o advogado Júlio César Cavalcanti Ferreira, que também é alvo da investigação.

A Polícia Federal encontrou no carro do defensor um pen drive no qual ele registrava conversas com o magistrado sobre valores. A transcrição dos diálogos está em relatório da PF que foi obtido pelo jornal O Globo.

Nos diálogos, cujo conteúdo foi divulgado pelo jornal carioca, os dois falam abertamente em números. “Você fala é uma porradinha boa. O que você quer dizer o que com isso?”, diz o advogado conversando sobre um dos processos. “Não lembro, mas eu acho que era por volta de uns 20 a 30 milhões”, responde o juiz.

“Eu acho que a gente falou que ia melhorar pra mim… Por exemplo, outra foi 18, né?”, diz o juiz Sérgio Sampaio em outra passagem da mesma conversa. “Hum, hum”, responde o advogado.

O juiz também cita valores que seriam para o advogado: “Aí fala, tem 10 milhões por fora pra você. É um milhão de sacas e tem 10 milhões pra você, por fora. Você entendeu minha lógica?”, diz um dos trechos.

Segundo a denúncia feita ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que autorizou a Operação Faroeste, grupo formado por juízes e advogados atuava em organização criminosa instalada dentro da Justiça baiana, supostamente vendendo decisões que teriam permitido grilagem de cerca de 366 mil hectares de terra no oeste do Estado.

Além do juiz Sérgio Sampaio e do advogado Júlio César Ferreira, a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou outras 13 pessoas. Por ordem do ministro do STJ, Og Fernandes, seis magistrados foram tirados de suas funções por 90 dias, inclusive o presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, desembargador Gesivaldo Britto.

O Magistrado se encontra detido em unidade da Polícia Militar da Bahia. Sua prisão, efetivada pela Polícia Federal, aconteceu em Barreiras, quando ele se deslocava para Formosa do Rio Preto.

Do Globo, com edição do Metrópoles e O Expresso.

Carne de porco também vai virar ouro em pó. China e Sudeste asiático terão recuperação lenta na produção.

A China deve continuar sofrendo as consequências do surto de Peste Suína Africana em 2020, de acordo com relatório do Rabobank sobre as perspectivas da Peste Suína Africana, divulgado esta semana.

Entretanto, apesar da previsão de continuidade na redução dos planteis, a expectativa é que no segundo semestre o país asiático comece a se recuperar lentamente da crise, aumentando em cerca de 8% dos rebanhos, mas ainda assim, o ritmo das importações de proteínas animais deve seguir aquecido.

Em 2020 deve haver concorrência mais intensa pelas importações de suínos por outros países da Ásia, como Vietnã e Filipinas, já que os surtos da doença vão continuar.

Na Europa, o relatório aponta que a doença saltou grandes distâncias na Polônia e na Sérvia, podendo ser causa de ação humana. Novas descobertas de carcaças contaminadas impedem o processo de recuperação na Bélgica

Como muitas matrizes são retidas para reabastecimento, a escassez de porcos para abate piorará nos próximos meses na China, mas devido à atual tendência de elevar os porcos a pesos mais pesados, esperamos a queda de oferta na carne em cerca de 15% em 2020, em comparação com 2019.

Sendo assim, as importações feitas pelo país devem aumentar, o que pode beneficiar o Brasil, que teve mais plantas da agroindústria habilitadas este ano para exportar produtos para a China.

A expectativa para o ano que vem é que o Brasil continue liderando as exportações de aves para a China.

Do Notícias Agrícolas, editado por O Expresso.

PM de Alagoas flagra maconha no pátio de uma igreja evangélica em Maceió.

Ninguém sabe quem plantou. Mas a Polícia Militar de Alagoas encontrou vários pés de maconha plantados no pátio de uma igreja evangélica em Maceió. Talvez os evangélicos estejam procurando um atalho para a iluminação.

Imagine o cenário: um mar cor de topázio, praias paradisíacas, uma maconha sem agrotóxicos e aquela “maresia”. Existe melhor caminho para enxergar a face de Deus?

Governo Bolsonaro é alvo de 37 denúncias na ONU por violações de direitos

O governo Bolsonaro é alvo de pelo menos 37 denúncias na Organização das Nações Unidas (ONU) por violação de direitos humanos. Uma delas é o “pacote anticrime” de Sergio Moro, aprovado no Senado, na última quarta-feira (11). Segundo entidades nacionais e internacionais, o projeto do ministro da Justiça agrava ainda mais o genocídio da população negra.

“Esse pacote está legalizando o extermínio da juventude negra, então não se trata de um pacote de segurança pública. Nós sabemos que vai exacerbar o encarceramento da juventude negra”, afirma a presidenta do Instituto Geledés, Maria Silvia de Oliveira.

As acusações contra o governo não param por aí: também há denúncia de perseguição à população indígena, ataques ao meio ambiente, desmonte de mecanismos de combate à tortura e até a negação da ditadura civil-militar. Essas declarações do presidente fazem com que o Brasil viva seu pior momento internacional, afirma Ney Strozake, da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia.

“O Brasil caminha a passos largos por uma diminuição da sua credibilidade internacional. O atual presidente leva o país a uma situação de vexame internacional. É da natureza do Bolsonaro o ataque sistemático ao apoio à tortura e às prisões políticas, portanto nem se tem esperança de mudança de rota”, lamenta o advogado.

A presidenta do Instituto Geledés espera que o governo brasileiro seja chamado na ONU para explicar as inúmeras violências denunciadas. “O Brasil precisa ser chamado não só para dar explicações do que vem acontecendo, mas dentro da competência jurisdicional da ONU, também ser condenado com essas violações de direitos humanos, porque há tratados internacionais e convenções internacionais assinados”, diz.

Da RBA, com edição Sul 21.

A República do Ódio: Hacker entrega militares, ministros e até o Presidente Bolsonaro

Em entrevista à revista Veja, Walter Delgatti Neto afirmou que o que está por vir tem potencial muito maior de causar estragos

Foto: Reprodução/Facebook
Foto: Reprodução/Facebook

Walter Delgatti Neto, o chefe da quadrilha de hackers que invadiu telefones celulares, copiou e divulgou mensagens do então juiz Sergio Moro e de procuradores da República, afirmou que o material já divulgado era “uma pequena amostra” e o que estaria por vir teria potencial muito maior de causar estragos porque também envolveria autoridades fora do universo da Lava Jato, incluindo o presidente da República e ministros do Supremo Tribunal Federal.

Em entrevista à revista Veja, Delgatti contou que o grupo invadiu o celular do general Walter Braga Netto, o atual chefe do Estado-Maior do Exército. Entre as mensagens captadas, segundo ele,

De acordo com a reportagem, Braga Netto comandou o processo de intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro de fevereiro até dezembro de 2018. Nesse período, de acordo com o hacker, o general recebeu um vídeo de um de seus comandados com o relato da execução sumária de uma pessoa.

“Assim que eu abri, vi o homem sendo executado”, contou o hacker. Poderia ser uma dessas imagens de crime que circulam pelas redes sociais? Delgatti afirma que não. As imagens mostrariam que foi o próprio executor quem enviou a mensagem ao general, que teria reagido de maneira singular, repreendendo o subordinado não pela morte, mas por usar o celular durante a operação.

Na entrevista, Delgatti também confirma que bisbilhotou as conversas de ao menos um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Para quê? Segundo ele, para mostrar quanto a Corte era parcial nas decisões que envolviam a Operação Lava-Jato.

“Tive acesso às mensagens da Cármen Lúcia. A ministra estava num grupo falando sobre a morte do neto do Lula”, diz o hacker, que considerou o comentário impróprio. Procurada, a ministra não se manifestou.

A PF já apurou que, antes de estourar o escândalo, Delgatti entrou em contato com a ex-deputada Manuela d’Ávila, do PCdoB, ofereceu as mensagens e disse que o material não só comprometeria a ministra Cármen Lúcia como colocaria em liberdade o ex-presidente Lula.

“Procurei a deputada porque sabia que ela era contra a Lava-Jato devido à ideologia”, conta o hacker.“O rapaz matou, gravou e enviou a imagem ao general. Ele xingou. Abre aspas: ‘Usando o celular no combate. Está ficando louco?’. Foi isso que eu vi”, garantiu. Uma mensagem provaria a ligação do Exército com um assassinato.

A PF descobriu que pelo menos oitenta figuras públicas foram alvo dos ataques da quadrilha. Nesse rol estão incluídos o presidente Jair Bolsonaro e seus filhos. O hacker afirma que as invasões de fato ocorreram. “Tive acesso ao Telegram deles”, diz.

Se for condenado, Walter Delgatti poderá ficar preso pelos próximos vinte anos. Do bahia.ba.

Atenção, não saia de casa. Hoje é sexta-feira, 13!

O medo mórbido da sexta-feira 13, data em que muitos consideram propensa ao azar, é um tipo de superstição difundido mundialmente. Há vários filmes sobre o assunto e até vírus de computador com o nome. Estima-se que, globalmente, de percam de 13 a 800 milhões de dólares, só porque as pessoas têm medo de ir às compras, viajar ou fazer negócios na sexta 13. Mas será mesmo um dia de azar?

 Palácio de Buckingham foi destruído durante a Segunda Guerra Mundial em uma sexta-feira 13

De acordo com documentos de guerrao exército alemão lançou 5 bombas sobre o Palácio de Buckingham e a capela em 13 de setembro de 1940. Embora a família real estivesse na residência naquele momento, felizmente, ninguém foi ferido.

Na sexta-feira 13, às 13h30, um relâmpago caiu em um menino de 13 anos

Durante o show aéreo Lowestoft Seafront Air, na Inglaterra, um raio atingiu um garoto de 13 anos que segurava um guarda-chuva. O garoto sobreviveu, saindo somente com uma queimadura no ombro e ficando no hospital por alguns dias.

O cruzeiro Costa Concordia afundou na costa da Itália

Tragédias que aconteceram numa sexta-feira 13

O Costa Concórdia naufragou numa sexta-feira, 13.

A “sexta negra” queimou metade do Estado de Victoria, na Austrália

Tragédias que aconteceram numa sexta-feira 13

Em 13 de outubro de 1972, ocorreram duas catástrofes aéreas

Tragédias que aconteceram numa sexta-feira 13

Nesse mesmo dia, a queda da aeronave Aeroflot-217 se transformou na pior catástrofe aérea da história russa. Todos os 174 passageiros a bordo morreram em uma tentativa de pouso, devido ao mau tempo. No entanto, a causa do acidente não foi esclarecida até hoje.

Tragédia em Bangladesh em 1970

Tragédias que aconteceram numa sexta-feira 13

Um vírus de computador afetou a Grã-Bretanha

Tragédias que aconteceram numa sexta-feira 13

Só que muitas coisas boas também aconteceram em uma sexta-feira 13

Tragédias que aconteceram numa sexta-feira 13

  • A NASA declarou a descoberta de água na Lua em 13 de novembro de 2009.
  • Em 13 de agosto de 2004, os Jogos Olímpicos voltaram oficialmente à sua terra natal e foram realizados em Atenas, na Grécia.
  • Numa sexta-feira, em 13 de outubro de 1967, foi considerada ilegal a contratação de trabalhadores a partir do gênero, por ordem do presidente dos Estados Unidos Lyndon B. Johnson. Esse acontecimento afetou o mundo todo, dando às mulheres direitos iguais de ter uma profissão e de escolher um local de trabalho.
  • Pela primeira vez, foram encontrados ovos de dinossauro durante uma escavação na Mongólia em 13 de julho de 1923.
  • Malta tornou-se uma República em 13 de dezembro de 1974. Talvez para nós não seja um grande evento, mas para os habitantes de um pequeno país do Mediterrâneo é uma história incrível.
  • O game Mario Bros foi lançado no Japão numa sexta-feira, 13 de setembro de 1985.

E o mais importante: apesar de todos os estereótipos, tecnicamente, sexta-feira 13 é sexta. O que significa que é um bom dia, pois indica o começo do fim de semana!

Governo Bolsonaro faz liquidação de recursos públicos

Rio Tocantins: o homem quer privatizar tudo!

Por Marina Amaral, codiretora da Agência Pública, em sua newsletter semanal.

A liquidação geral tomou conta do país neste fim de ano. Na mesma semana, os grandes recursos naturais do país – a água doce e a floresta -, ambos concentrados na Amazônia, foram privatizados.

A água através da aprovação do texto-base – que veio do Executivo – do Marco Geral do Saneamento Básico, que entrega às empresas esse recurso essencial à vida; aliás, na contramão do que vem fazendo Paris e Berlim, entre outros que já perceberam a importância estratégica do controle público da água. No Brasil, onde há um problema crônico de distribuição, já sabemos quem vai perder. Segundo a Comissão Pastoral da Terra, em 2018, houve 276 conflitos por água no Brasil, que afetaram 73.693 famílias.

Já as terras públicas, concentradas principalmente na Amazônia, estão sendo privatizadas pela Medida Provisória da Regularização Fundiária que pretende conceder 300 mil títulos de propriedade  – estimativa da ministra da Agricultura, Tereza Cristina – aos que se declaram donos de até 1.650 hectares em áreas da União. Para isso, basta comprovar que estão há um ano na “propriedade” (artigo 34 MP 910).

A vistoria prévia, que garantia a fidelidade da autodeclaração, foi suspensa. Basta apresentar documentos – quase sempre títulos fraudados em cartório ou protocolos do Incra – e fazer o georreferenciamento da área apropriada, semelhante ao CAR – Cadastro Ambiental Rural – que já é obrigatório pelo Código Florestal. A diferença é que o CAR não é título de propriedade, muitas vezes sobreposta a terras indígenas, unidades de conservação ou mesmo terras de outro “proprietário”.

Na prática isso significa uma anistia aos que invadem e desmatam terras da União, que tem de ser destinadas à preservação ambiental e à reforma agrária segundo a Constituição.

As propriedades privadas já ocupam 176 milhões de hectares de terras públicas, segundo o Imaflora, e respondem por 54% do desmatamento da Amazônia Legal de acordo com o último boletim do Imazon. Enquanto isso o governo se recusa a demarcar terras indígenas – as mais preservadas da Amazônia -, promete abri-las para o garimpo, a mineração, o agronegócio, e se nega a fazer reforma agrária, estimulando o uso de armas pelos que se consideram donos da terra. Como vem mostrando as reportagens do projeto Amazônia Sem Lei, isso significa derramar mais sangue em conflitos de terra, especialmente sangue indígena. Das 27 pessoas que já foram mortas este ano nesses conflitos, sete eram indígenas.

Era esse aliás o assunto da ativista Greta Thunberg quando o presidente Jair Bolsonaro a chamou de “pirralha”. No domingo, a líder ambiental sueca havia dito que os indígenas brasileiros estão morrendo para defender a floresta. O que é a pura verdade. O presidente brasileiro, 64 anos, fez papel de moleque. Greta, 16, foi escolhida como a personalidade do ano pela revista Time.

TSE aprova as primeiras resoluções das Eleições 2020

Plenário analisou quatro instruções na manhã desta quinta-feira (12)

Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovaram nesta quinta-feira (12) as primeiras resoluções que vão disciplinar as próximas eleições municipais, marcadas para o dia 4 de outubro de 2020. Foram analisadas as minutas que tratam de Pesquisas Eleitorais; Cronograma Operacional do Cadastro Eleitoral; Modelos de Lacres; e Procedimentos de Fiscalização e Auditoria do Sistema Eletrônico de Votação. O relator das instruções é o ministro Luís Roberto Barroso, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Pesquisas Eleitorais

A partir do dia 1º de janeiro, toda pesquisa de opinião pública que envolver as eleições ou candidatos devem ser previamente registradas na Justiça Eleitoral por meio do Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle). Esse registro deve ocorrer em até cinco dias antes da divulgação. As regras estão disciplinadas na legislação eleitoral e detalhadas na resolução aprovada hoje. Entre as novidades incluídas na norma, está uma sugestão da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep) para fixar um marco a partir do qual é admitida a retirada de um candidato da pesquisa. Sendo assim, o texto passa a determinar que o candidato cujo registro seja indeferido, cancelado ou não conhecido somente poderá ser excluído da pesquisa quando cessada a condição sub judice, ou seja, quando houver um julgamento definitivo sobre o seu pedido de registro. Essa novidade foi incluída no parágrafo 1º do artigo 3º da resolução.

Cronograma Operacional do Cadastro Eleitoral

De acordo com o ministro Barroso, esta resolução, por sua natureza eleitoral, é editada a cada pleito e, portanto, a regulamentação é restrita às Eleições Municipais de 2020. Em comparação às resoluções dos pleitos anteriores, as modificações realizadas se referem ao aperfeiçoamento das boas práticas das funções desempenhadas pelos órgãos e servidores da Justiça Eleitoral.

Modelos de Lacres

Esta resolução detalha os modelos de lacres e envelopes padronizados pela Justiça Eleitoral para garantir a inviolabilidade das urnas e das mídias a serem utilizados nos equipamentos eletrônicos – mais um fator de segurança que garante a lisura do processo eleitoral. Segundo o relator, a única modificação diz respeito à criação de um anexo que trata dos procedimentos de utilização dos lacres e do envelope de segurança. O ministro Barroso agradeceu “ao corpo técnico do TSE, que processou uma quantidade relevante de informações apresentadas durante as audiências públicas”.

Auditoria do Sistema Eletrônico de Votação

As regras para a fiscalização e auditoria do sistema eletrônico de votação também foram aprovadas na sessão desta quinta. Esta resolução disciplina as fases de cerimônia da assinatura digital e lacração dos sistemas, o boletim de urna, o registro digital do voto e a auditoria dos sistemas, dentre outros procedimentos de segurança. Entre as principais novidades dessa resolução, estão as seguintes:

– ampliação do número de entidades fiscalizadoras para permitir a participação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), do Tribunal de Contas da União (TCU), das Forças Armadas, de Institutos Estaduais de Criminalística, de entidades privadas sem fins lucrativos com atuação em transparência e gestão pública e de departamentos de Tecnologia da Informação de universidades.

Nesse ponto, a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, destacou que esta resolução é uma das mais importantes porque trata da transparência do processo eleitoral e afasta o mito da inauditabilidade da urnas eletrônicas. “Louvo, em especial, a inclusão e a ampliação do número de entidades que vão exercer atividade fiscalizatória durante o pleito, porque isso amplia a transparência e nos dá enorme tranquilidade, já que teremos o maior número de olhos voltados para os procedimentos que adotamos”, disse a magistrada.

Além disso, foram acatadas as sugestões de criação de um glossário para a definição dos principais termos técnicos utilizados, além da alteração de escopo da resolução a fim de que as entidades possam compreender melhor os métodos e documentos fornecidos para a verificação dos sistemas.

Resoluções

As resoluções do Tribunal regulamentam dispositivos contidos na legislação e sinalizam a candidatos, partidos políticos e cidadãos as condutas permitidas e vedadas durante o processo eleitoral.

O TSE tem até o dia 5 de março de 2020 para publicar todas as resoluções sobre o pleito, de acordo com o artigo 105 da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997). 

As minutas de todos os temas que ainda serão analisados pelo Plenário foram discutidas previamente em audiência pública.

Consulte todas as informações no Portal das Eleições.

Ministério Público notifica que instaura Procedimento Preparatório sobre processo eleitoral do Conselho Tutelar de LEM.

Até a Polícia Militar teve que interferir nas eleições, conduzindo um vereador que fazia “boca de urna” no recinto da votação.

Quatro conselheiros tutelares, ELIÚDE LIMA DA SILVA OLIVEIRA, ANA CLAUDIA DA SILVA, NARA CRISTINA APOLINÁRIO e UEDMATEUS RIBEIRO ROSA, entraram com ação popular na 2ª Vara Cível da Comarca de Luís Eduardo Magalhães, contra o Conselho Tutelar e o Município,  arrolando suspeitas e certezas sobre o processo eleitoral realizado neste dia 6 de outubro.

Dizem os autores que a preparação, campanha e a eleição dos Conselheiros Tutelares de Luís Eduardo Magalhães foram realizadas com transgressão das leis aplicáveis, o edital e afrontando ao estado democrático de direito.

Diz também, na inicial, o advogado dos conselheiros, Jadimilson Rodrigues de Medeiros, que será possível provar durante o processo que a eleição foi realizada com participação efetiva de agentes públicos, fazendo campanhas escancaradas pelos seus “escolhidos”, bem como parcialidade da Comissão Eleitoral, inércia do órgão Ministerial e participação ativa em campanha de agentes do Governo Municipal e Vereadores.

Afirmam ainda:

“As afrontas ao devido processo legal e as normas contidas no edital são verificadas quando não indeferidos de plano recursos sem justificativa plausível ou fundamentação legal; ou mesmo quando ignorados ilegalidades apontadas, seja de prazos, de formas ou condução.”

Hoje o Ministério Público da Bahia notificou os autores da ação que deu início à instauração de Procedimento Preparatório, solicitando a juntada de provas.

Na inicial, são apontadas várias irregularidades ocorridas no dia da eleição, mas também são apontadas diversas outras, que teriam ocorrido desde a publicação do Edital do processo de Escolha.

Eleitores relatam que situações, no mínimo estranhas, que ocorreram no dia da votação, desde o fato de os mesários serem os funcionários de confiança da prefeitura até gente que era cabo eleitoral durante a campanha.

Clique aqui para ver o inteiro teor da inicial dos autores.

O Prefeito, que deveria zelar pelo processo eleitoral, trabalhava abertamente pelos seus candidatos:

Na foto abaixo, o cidadão foi cabo eleitoral, mesário e escrutinador. Além de exercer a função de gestor do programa Bolsa Família. 

Marco Aurélio ironiza Moro e sugere que ele talvez seja leigo em matéria de direito

“Quem tem o mínimo de conhecimento técnico e que ame a lei das leis, a Constituição, não pode ter dúvidas”, disse o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, sobre o entendimento ratificado pelo Supremo de que uma pessoa só pode começar a cumprir pena após o trânsito em julgado do processo.

O ministro Marco Aurélio deu a entender que Moro desconhece a Constituição ao reiterar o entendimento do plenário do STF, de que uma pessoa só pode começar a cumprir pena após o trânsito em julgado do processo.

Consórcio do Oeste e Secretaria de Infraestrutura vão recuperar BA 161.

SEINFRA e o CONSID – Consórcio Multifinalitário do Oeste acabam de assinar contrato para a recuperação com pavimentação primária da BA 161 – Trecho BR 242 / Gameleira da Lapa.

Essa é uma reivindicação do prefeito de Muquém do São Francisco, Márcio Mariano e da comunidade local. Esse trecho de 69 km encontra-se em péssimas condições de trafegabilidade e terá seu pavimente totalmente recuperado, com pavimentação primária, dando segurança e conforto aos moradores da região.

“Agradecemos a confiança da SEINFRA na figura do secretário Marcos Cavalcante e já estamos com nossas máquinas trabalhando a pleno vapor” afirma o presidente do CONSID, Termosires Neto.

Toda a antiga pavimentação asfáltica, com mais de 20 anos de vida útil e completamente deteriorada, será totalmente retirada e substituida por uma nova pavimentação primária. Esse pavimento consegue atender as demandas locais e possibilitará que a população consiga ir e vir com maior qualidade e segurança. Além de atender as necessidades dos empreendimentos instalados na área.

Ibotirama: Cavalgada do Clube do Osmar movimenta zona rural.

A primeira cavalgada do clube do Osmar aconteceu neste fim de semana, saindo do Boqueirão às 8 da manhã e passando pelas comunidades vizinhas, parando em bares e chegando no clube do Osmar no Sapé, município de Ibotirama,  onde foi oferecido  almoço.

Logo após, foi realizada uma grande festa, com as atrações Alikson e Mikezio Xavier. O evento realizado por Fábio produções Wiliam e Daniel e narrado pelo locutor Nelson Mendes.

Junior Marabá realiza reunião política com grande presença de apoiadores.

Foi uma grande festa cívica. Junior Marabá, o empresário e pré-candidato, líder das oposições de Luís Eduardo Magalhães, reuniu, ontem à noite, amigos, correligionários, apoiadores, líderes comunitários e setoriais, para uma grande reunião política, quando aproveitou para discorrer as linhas mestras de sua futura administração.

-A arrecadação de Luís Eduardo Magalhães já supera R$1.800.000,00 em cada dia útil. Nós queremos saber para onde está indo esse dinheiro, já que as obras que o Prefeito desenvolve na cidade são frutos de empréstimos, de repasses federais e estaduais ou, no caso das escolas, dos precatórios do FUNDEF. Oziel Oliveira está endividando a Prefeitura mesmo tendo um orçamento semelhante ao de Barreiras, a qual tem o dobro da população e vem realizando grandes obras desde o início da administração e não em épocas pré-eleitorais como Oziel vem fazendo.

Junior Marabá disse também:

-Deus sabe os destinos do seu povo. Perdemos a última eleição por uma estreita margem de votos porque o povo acreditava que Oziel tinha mais experiência, depois de passar pela Câmara Federal, e iria fazer uma gestão de realizações. Deu nisso que está aí. Hoje, depois de ouvir grande parte do eleitorado, soubemos o que Luís Eduardo precisa para retomar o desenvolvimento. Uma cidade com infraestrutura adequada para receber novas empresas e investidores; uma cidade limpa, iluminada e segura, com excelente atendimento em Saúde e uma Educação exemplar. Além de ingentes esforços no sentido da inclusão social, através da geração de emprego e renda.

Estiveram presentes à reunião, o pré-candidato a vice-prefeito na chapa de Junior, Odacil Ranzi e presidente do PSDB em LEM; o deputado Paulo Câmara, do PSDB; Zezília Martins, presidente do Avante; os vereadores em exercício, Filipe Fernandes(DEM), Nei Vilares(PP) e Silvano Santos (PTC); Renato Faedo e Jarbas Rocha, do Partido Progressista; o presidente da Câmara Municipal de Cristópolis, Edinaldo Araújo; além de uma grande quantidade de líderes de classe e comunitários.

Também estiveram presentes os jornalistas Fernando Machado (ZDA) e Sigi Vilares, que junto com este Editor, formam o trio da imprensa não comprometida de Luís Eduardo Magalhães.

Prefeitura de Formosa desenvolve ações sócio-assistenciais em região quilombola do Buritizinho e Barra do Brejo

A Prefeitura de Formosa do Rio Preto está desenvolvendo trabalho de fortalecimento e melhoria da qualidade de vida para os moradores de Buritizinho, Barra do Brejo, Brejo Seco e vizinhanças. Com mobilização e articulação das secretarias de Assistência Social e de Acompanhamento de Políticas Estratégicas, Programas e Projetos, fez-se o reconhecimento dessas regiões como comunidade remanescente de quilombola com a certificação da Fundação Palmares.

De acordo com a primeira-dama Secretária Municipal de Acompanhamento de Políticas Estratégicas, Programas e Projetos, Ronúbia Setúbal, há um olhar diferenciado para a promoção do desenvolvimento do município, da melhoria da vida das pessoas, com respeito ao próximo, com apoio para a geração de renda, com mais inclusão social e atendimento humanitário e socioassistencial para todos e, em especial, para os bairros e localidades com maior vulnerabilidade ou risco social. “Muitos resultados já podem ser vistos, como é o caso daquela dessa região quilombola que, pela primeira vez na história do município, recebe atenção de verdade e adequada. Isso que é cuidar verdadeiramente e bem das pessoas”, enfatizou Ronúbia.

Entre as ações realizadas também estão a organização da associação de moradores, o fortalecimento do associativismo através de capacitação com o Sebrae, iniciativas voltadas para a delimitação territorial dessas comunidades pelo Incra, assistência contínua para as famílias por meio do Cras (com distribuição de cestas básicas e outros benefícios socioassistenciais) e auxílio habitacional para algumas famílias em vulnerabilidade social.

A gestão também tem se empenhado para resolver o problema de abastecimento de água nessa área tão seca do município e foi buscar a parceria da Cerb, por meio de emenda parlamentar do deputado Antonio Henrique Júnior, para perfurar um poço artesiano que substituirá o atendimento feito com carros-pipa por água direto nas torneiras das casas. Nas três primeiras tentativas, não obteve-se sucesso, mas a Prefeitura já solicitou um novo procedimento e mantém o esforço em torno da referida solução.