Humorista José Simão fazendo a retrospectiva do péssimo ano que passamos e os arranha gatos entre parentes e amigos por causa de política:
Este ano o natal não vai ser natal, vai ser audiência de conciliação!

Este ano o natal não vai ser natal, vai ser audiência de conciliação!

Por Jairo Costa Júnior, na Coluna Satélite, do Correio 24 horas.







*
Por | por José Maschio para o IG
Em 1999, o correspondente da Folha de S. Paulo no Paraná teve acesso a mais de 5.000 páginas contendo informações de todas as remessas ilegais para bancos do exterior de verdadeiras fortunas em dólares.
Nenhum dos beneficiados pelo esquema foi punido e o Brasil nunca soube seus nomes, pois – apesar do sigilo ter sido quebrado pela Justiça ainda em 1999 – os editores decidiram não publicar o nome dos apresentadores de TV, cineastas, empresários, empresas de comunicação, siderúrgicas e bancos que sonegaram impostos para tirar do país bilhões de dólares.
O autor de um dos maiores “furos jornalísticos” relembra essa história para a Marco Zero Conteúdo.
Há 20 anos, o Brasil se assombrava com a quebra do sigilo das remessas CC5 . Um escândalo monumental. Do nada o país soube, em setembro de 1999, que US$ 124 bilhões (*) haviam saído ilegalmente do país. Um monumental esquema de lavagem de dinheiro.
O que seria uma oportunidade única de o país punir os responsáveis acabou por se transformar em um golpe contra a economia nacional . Com a elite brasileira unindo-se pra se proteger.
O escândalo das remessas CC5 mostrou como os donos do poder agem em conjunto contra os interesses nacionais. E mais: acabou por ser laboratório da Lava Jato , braço do MPF e do Judiciário no golpe que impediu Dilma em 2016. Um golpe articulado entre interesses de uma elite nacional e dos Estados Unidos, em que a soberania nacional foi minada.
Para o leitor entender esse processo todo, convém historiar. Em 1998, o procurador da República, Celso Antônio Três, tentava, sem sucesso, quebrar os sigilos das remessas para o exterior de uma então obscura casa de câmbio em Cascavel (interior do PR), a Cash Câmbios, dos irmãos Mauro e Celso Barater, que era deputado estadual no Paraná pelo PSDB.
O procurador já tinha conseguido provar que a Cash Câmbios operava com laranjas (uma dona de banca de jornal aparecia como sócia). Só não conseguia a quebra do sigilo das remessas.
Três esbarrava na burocracia do Banco Central . Era flagrante a má vontade do banco. Uma má vontade tão grande que o juiz titular da Vara Federal de Cascavel sugeriu ao procurador que pedisse a quebra total das remessas realizadas em todo o País.
Em maio de 1999, o Banco Central, enfim, liberou uma listagem completa das remessas entre 1992 a 31 de dezembro de 1998. Período solicitado pelo procurador. Remessas essas que totalizavam US$ 111, 4 bilhões. Vale ressaltar que o dólar, nesse período era equiparado em um por um com o real.
Saltou aos olhos, na época, as remessas enviadas pelo grupo Globo , como empresas como Globosat Comunicações, Globopar, Globo Participações ou Globosat Telecomunicações. Perspicaz, Três espantou-se com os valores enviados pelas organizações Globo (e seus braços empresariais).
Logo, o susto virou indignação. O BC alegou erro na primeira remessa da listagem e enviou uma nova. Nesta segunda listagem, os valores subiram de US$ 111,484 bilhões para US$ 124,134 bilhões. Logo, a bagatela de US$ 12,66 bilhões a mais.
Inexplicavelmente, na segunda listagem, as remessas da Globo haviam diminuído em torno de R$ 200 milhões entre maio e julho, quando chegou à Procuradoria da República de Cascavel a listagem definitiva.
Então repórter da Folha de S. Paulo, tive acesso à listagem no início de setembro . Cópias das duas listagens das remessas (quatro volumes com um total de 1.283 páginas) ainda são conservadas por esse repórter.
Ai começou o calvário do procurador Celso Três. Inicialmente, ele fez o que era de sua competência. Distribuiu para procuradorias de todo o país , nas respectivas jurisdições dos réus, para que as ilegalidades fossem investigadas. E eram muitas.
A mais fácil e identificável era a sonegação de imposto de renda (de 27,5%) de cada remessa. Mas existiam claros indícios de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha nessas operações.
Os obstáculos começaram dentro do Ministério Público Federal. A Procuradoria Geral da República travou uma batalha interna para criar uma força-tarefa específica. A alegação, na época, era para facilitar o trabalho de investigação.
Na esfera política, iniciou-se articulações para a criação de uma CPI sobre as remessas. Preservar o empresariado nacional era, e hoje isso é evidente, uma tentativa de vários setores, da imprensa inclusive.
A Folha de S. Paulo não fugiu à regra. Em 16 de setembro em um texto em que omitia, propositadamente, os nomes dos envolvidos nas remessas, o jornal se escudou atrás de um “parecer jurídico”. “
Vale destacar a nota de rabicho no texto da Folha: ´”A Folha decidiu não divulgar o nome das pessoas físicas ou jurídicas que fizeram remessas CC5 justamente pela dificuldade em separar quem utilizou de forma legal o mecanismo e quem lavou dinheiro”.
Uma falácia utilizada para centrar fogo em doleiros e agentes financeiros e preservar o empresariado nacional. Todas as remessas pelas contas CC5 eram ilegais pela própria natureza das contas.
Criada em 1965 pela ditadura militar, as remessas CC5 haviam sido regulamentadas por decreto presidencial em 1979 (governo Figueiredo). Em 1996, (com Gustavo Franco à frente do BC) uma carta circular desviou a finalidade das CC5 , liberando seu uso para todos.
Mais grave, o Banco Central autorizou a bancos em região de fronteira, especialmente em Foz do Iguaçu, a utilizar indiscriminadamente as contas CC5. Criadas para envio de lucros das multinacionais no país e de não residentes (brasileiros com residência no exterior) as CC5, na prática, se tornaram autênticos paraísos fiscais dentro das instituições financeiras no país.
No início do século XXI, as ações articuladas do MPF, Justiça Federal e a classe política provocaram a criação da força-tarefa do Banestado (do MPF), na criação da CPI do Banestado (Congresso Nacional) e na criação da Vara Federal dos Crimes de Colarinho Branco (a 13º Vara Federal de Curitiba).
O objetivo público: combater a lavagem de dinheiro . O objetivo privado: conter e controlar os desdobramentos do escândalo para preservar a elite financeira e empresarial.
A alegação para centrar fogo, nas investigações, no Banestado é que o banco havia enviado US$ 14 bilhões, dos US$ 124 bilhões, para o exterior. A triste realidade era outra. Vendido pelo então governo Jaime Lerner ao banco Itaú, o Banestado não mais existia.
Bem mais cômodo e tranquilo que investigar as instituições financeiras ainda atuantes ou mesmo o Banco Central , principal responsável pela sangria financeira.
Em 2003, na Vara Federal especialmente criada para o esquema, surge a figura de Sérgio Moro , que se orgulha de ostentar no currículo cursos no Departamento de Estado dos EUA sobre lavagem de dinheiro.

A primeira providência de Moro foi enviar à Receita Federal a relação dos empresários que haviam feito remessas. Ele queria cobrança administrativa das ilegalidades.
O empresariado nacional , que tinha utilizado as contas CC5 para não pagar imposto de renda nas remessas, não titubeou: tratou logo de comprar os auditores.
Ficava mais fácil que pagar o imposto devido. Essa manobra de Moro resultou no que chamam hoje de Operação Zelotes . Em que auditores e empresários surgem como réus.
Nos governos populares de Lula e Dilma e a falta de critério politicamente objetivo para indicar ministros ao STF (Supremo Tribunal Federal) só facilitou a ação dos golpistas que assumiram a Lava Jato.
Não é de graça que tucanos não são investigados. São parceiros do esquema que hoje, graças aos vazamentos pelo The Intercept, está cada vez mais escancarado. Um golpe contra o país, cujo laboratório teve início há 20 anos.
(*) Algo como 744 bilhões de reais, considerados o câmbio de hoje e a inflação do dólar, um valor mais de uma dezena de vezes maior que a soma dos prejuízos causados pelo propinoduto da Petrobras. Quem foi para a cadeia? Com exceção dos doleiros, por algum tempo, ninguém. Nem poderiam ir. Eles eram do PSDB.
Fonte: Economia – iG @ https://economia.ig.com.br/2019-12-12/maior-escandalo-financeiro-do-pais-completa-20-anos-de-impunidade.html

A nova prefeita de Sítio do Mato, Sofia Márcia, ainda não conseguiu pagar os servidores municipais, depois de tomar posse no dia 27 de novembro, no afastamento, pela Justiça, do seu esposo, Alfredinho.O SINSPUB – Sindicato dos Servidores Públicos
Municipais de Bom Jesus da Lapa e Sítio do Mato, entidade
sindical na representação dos servidores públicos
municipais de Sítio do Mato.
Vem por meio desta, comunicar aos comerciantes
da região e toda a população de Sítio do Mato que a
prefeitura de Sítio do Mato não realizou até esta data o
pagamento dos servidores públicos os seus vencimentos,
este sindicato vem esclarecer e informar que após a
renúncia do ex-prefeito Alfredinho Magalhães ocorrido
em 22 de novembro de 2019, a Vice-prefeita Sofia Marcia
assumiu a gestão municipal em sessão da Câmara
municipal realizada no mesmo dia, assim que tomou
conhecimento do pedido de renúncia do cargo de prefeito
Municipal de Sítio do Mato, a Câmara Municipal deliberou o
seu afastamento e vacância do cargo, bem como da posse
da a\Vice Prefeita, no cargo de prefeito.
Parcela dos servidores municipais da Vigilância
Epidemiológica, Agentes de Combate às Endemias, PSF,
SAMU e Agentes Comunitários de Saúde ainda não
receberam os seus salários vencidos em 30 de
novembro de 2019 com o atraso, estes estão sofrendo
constrangimentos no comércio, vulnerabilidade alimentar,
necessidades ao sustento familiar, pagamento de juros
bancários e falta de recursos no deslocamento para
exercerem suas funções.
A atual gestão municipal fez da utilização de
serviços de sonorização e veiculação em rádio da
comunicação do atraso no pagamento de salário dos
servidores, houve também a circulação via grupo de
Whatsapp a seguinte mensagem:
A PREFEITURA MUNICIPAL DE SÍTIO DO
MATO INFORMA QUE O BANCO BRADESCO ESTENDEU
ATÉ ESTA QUARTA-FEIRA, ONZE DE DEZEMBRO, O
PRAZO FINAL PARA EXECUTAR O PAGAMENTO DOS
SERVIDORES MUNICIPAIS./ A PREVISÃO ERA DE QUE
OS SALÁRIOS FOSSEM PAGOS AINDA NA SEMANA
PASSADA, MAS O BANCO ALEGOU QUE SÓ
CONSEGUIRÁ CONCLUIR O PROCESSO NESTA
SEMANA./ O ATRASO NO PAGAMENTO SE DEVE A UM
PROTOCOLO DO BANCO NECESSÁRIO POR CONTA DA
TRANSMISSÃO DE CARGO DO PREFEITO ALFREDINHO
PARA A PREFEITA MARCINHA./ A PREFEITURA TEM
COLABORADO DA MELHOR FORMA POSSÍVEL PARA
QUE OS PAGAMENTOS TENHAM AGILIDADE./ SE VOCÊ
É SERVIDOR MUNICIPAL E TEM ALGUMA DÚVIDA OU
SUGESTÃO, PROCURE A AGÊNCIA DO BANCO
BRADESCO EM BOM JESUS DA LAPA.//
A publicação do DECRETO LEGISLATIVO Nº
001/2019 em Diário Oficial da Câmara municipal ocorreu no
dia 27 de novembro de 2019, apesar desta formalidade de
transmissão de cargo, não se justifica a morosidade e tentar
a gestão se eximir de responsabilidade, pois, o tempo para
que a atual gestão em ter acesso as contas bancárias e
alterações de senhas não é tão demorado assim, ressalta-se
que este sindicato possui conta e também opera suas
transações via Banco do Bradesco com as mesmas
funcionalidades que a pessoa jurídica do município.
Responsabilizar a instituição financeira pelo atraso no
pagamento dos salários dos servidores não é adequado!
Houve uma veiculação via whatsapp que o problema seria o
“TOKEN”. O Token Físico é um dispositivo eletrônico que gera
senhas numéricas aleatórias para acesso à conta nos Canais
Digitais do Bradesco, este sindicato também utiliza desta
ferramenta e já tivemos que fazer alterações de senhas por
mais de um vez, o atendimento para a substituição não
demorou mais que um dia, então a justificativa utilizada pela
gestão é duvidosa, cabendo inclusive o agente financeiro se
manifestar, tendo em vista que o município atribui ao agente
financeiro Bradesco a responsabilidade pela falta de
pagamento dos servidores municipais do município de Sítio
do Mato
Solicitamos a gestora municipal que tenha
RESPEITO para com os servidores e realize o pagamento
de seus vencimentos sempre na data limite, pois, ao que
tudo indica a prioridade da gestão é a realização de eventos
de inaugurações e reuniões políticas e não com os
servidores, sendo que o salário tem natureza alimentar!
Caso a inadimplência do município persista em
não honrar com suas obrigações, esta entidade estará
sempre apoiando os servidores e recomendará em
assembleia se assim decidir os servidores a suspenção dos
serviços por falta de pagamento até em função da
impossibilidade de locomoção dos servidores além da
responsabilização judicial do município.
Diante do flagrante atraso no salário de parcela
de servidores da área de Saúde, o SINSPUB REPUDIA a
falta de compromisso e o tratamento dado pela prefeita de
Sítio do Mato Sofia Marcia logo no início de sua gestão,
para com os servidores e o bom andamento do serviço
público.
Ao tempo, informa aos associados que as medidas
judiciais serão diligenciadas para conter a arbitrariedade
perpetrada pela gestão municipal.

Do Globo, com edição do Metrópoles e O Expresso.

Do Notícias Agrícolas, editado por O Expresso.


Da RBA, com edição Sul 21.

De acordo com documentos de guerra, o exército alemão lançou 5 bombas sobre o Palácio de Buckingham e a capela em 13 de setembro de 1940. Embora a família real estivesse na residência naquele momento, felizmente, ninguém foi ferido.
Durante o show aéreo Lowestoft Seafront Air, na Inglaterra, um raio atingiu um garoto de 13 anos que segurava um guarda-chuva. O garoto sobreviveu, saindo somente com uma queimadura no ombro e ficando no hospital por alguns dias.
O Costa Concórdia naufragou numa sexta-feira, 13.
Nesse mesmo dia, a queda da aeronave Aeroflot-217 se transformou na pior catástrofe aérea da história russa. Todos os 174 passageiros a bordo morreram em uma tentativa de pouso, devido ao mau tempo. No entanto, a causa do acidente não foi esclarecida até hoje.

A liquidação geral tomou conta do país neste fim de ano. Na mesma semana, os grandes recursos naturais do país – a água doce e a floresta -, ambos concentrados na Amazônia, foram privatizados.






Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovaram nesta quinta-feira (12) as primeiras resoluções que vão disciplinar as próximas eleições municipais, marcadas para o dia 4 de outubro de 2020. Foram analisadas as minutas que tratam de Pesquisas Eleitorais; Cronograma Operacional do Cadastro Eleitoral; Modelos de Lacres; e Procedimentos de Fiscalização e Auditoria do Sistema Eletrônico de Votação. O relator das instruções é o ministro Luís Roberto Barroso, vice-presidente da Corte Eleitoral.
Pesquisas Eleitorais
A partir do dia 1º de janeiro, toda pesquisa de opinião pública que envolver as eleições ou candidatos devem ser previamente registradas na Justiça Eleitoral por meio do Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle). Esse registro deve ocorrer em até cinco dias antes da divulgação. As regras estão disciplinadas na legislação eleitoral e detalhadas na resolução aprovada hoje. Entre as novidades incluídas na norma, está uma sugestão da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep) para fixar um marco a partir do qual é admitida a retirada de um candidato da pesquisa. Sendo assim, o texto passa a determinar que o candidato cujo registro seja indeferido, cancelado ou não conhecido somente poderá ser excluído da pesquisa quando cessada a condição sub judice, ou seja, quando houver um julgamento definitivo sobre o seu pedido de registro. Essa novidade foi incluída no parágrafo 1º do artigo 3º da resolução.
Cronograma Operacional do Cadastro Eleitoral
De acordo com o ministro Barroso, esta resolução, por sua natureza eleitoral, é editada a cada pleito e, portanto, a regulamentação é restrita às Eleições Municipais de 2020. Em comparação às resoluções dos pleitos anteriores, as modificações realizadas se referem ao aperfeiçoamento das boas práticas das funções desempenhadas pelos órgãos e servidores da Justiça Eleitoral.
Modelos de Lacres
Esta resolução detalha os modelos de lacres e envelopes padronizados pela Justiça Eleitoral para garantir a inviolabilidade das urnas e das mídias a serem utilizados nos equipamentos eletrônicos – mais um fator de segurança que garante a lisura do processo eleitoral. Segundo o relator, a única modificação diz respeito à criação de um anexo que trata dos procedimentos de utilização dos lacres e do envelope de segurança. O ministro Barroso agradeceu “ao corpo técnico do TSE, que processou uma quantidade relevante de informações apresentadas durante as audiências públicas”.
Auditoria do Sistema Eletrônico de Votação
As regras para a fiscalização e auditoria do sistema eletrônico de votação também foram aprovadas na sessão desta quinta. Esta resolução disciplina as fases de cerimônia da assinatura digital e lacração dos sistemas, o boletim de urna, o registro digital do voto e a auditoria dos sistemas, dentre outros procedimentos de segurança. Entre as principais novidades dessa resolução, estão as seguintes:
– ampliação do número de entidades fiscalizadoras para permitir a participação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), do Tribunal de Contas da União (TCU), das Forças Armadas, de Institutos Estaduais de Criminalística, de entidades privadas sem fins lucrativos com atuação em transparência e gestão pública e de departamentos de Tecnologia da Informação de universidades.
Nesse ponto, a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, destacou que esta resolução é uma das mais importantes porque trata da transparência do processo eleitoral e afasta o mito da inauditabilidade da urnas eletrônicas. “Louvo, em especial, a inclusão e a ampliação do número de entidades que vão exercer atividade fiscalizatória durante o pleito, porque isso amplia a transparência e nos dá enorme tranquilidade, já que teremos o maior número de olhos voltados para os procedimentos que adotamos”, disse a magistrada.
Além disso, foram acatadas as sugestões de criação de um glossário para a definição dos principais termos técnicos utilizados, além da alteração de escopo da resolução a fim de que as entidades possam compreender melhor os métodos e documentos fornecidos para a verificação dos sistemas.
Resoluções
As resoluções do Tribunal regulamentam dispositivos contidos na legislação e sinalizam a candidatos, partidos políticos e cidadãos as condutas permitidas e vedadas durante o processo eleitoral.
O TSE tem até o dia 5 de março de 2020 para publicar todas as resoluções sobre o pleito, de acordo com o artigo 105 da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997).
As minutas de todos os temas que ainda serão analisados pelo Plenário foram discutidas previamente em audiência pública.
Consulte todas as informações no Portal das Eleições.

O Prefeito, que deveria zelar pelo processo eleitoral, trabalhava abertamente pelos seus candidatos:

Na foto abaixo, o cidadão foi cabo eleitoral, mesário e escrutinador. Além de exercer a função de gestor do programa Bolsa Família.













A Prefeitura de Formosa do Rio Preto está desenvolvendo trabalho de fortalecimento e melhoria da qualidade de vida para os moradores de Buritizinho, Barra do Brejo, Brejo Seco e vizinhanças. Com mobilização e articulação das secretarias de Assistência Social e de Acompanhamento de Políticas Estratégicas, Programas e Projetos, fez-se o reconhecimento dessas regiões como comunidade remanescente de quilombola com a certificação da Fundação Palmares.


De acordo com a primeira-dama Secretária Municipal de Acompanhamento de Políticas Estratégicas, Programas e Projetos, Ronúbia Setúbal, há um olhar diferenciado para a promoção do desenvolvimento do município, da melhoria da vida das pessoas, com respeito ao próximo, com apoio para a geração de renda, com mais inclusão social e atendimento humanitário e socioassistencial para todos e, em especial, para os bairros e localidades com maior vulnerabilidade ou risco social. “Muitos resultados já podem ser vistos, como é o caso daquela dessa região quilombola que, pela primeira vez na história do município, recebe atenção de verdade e adequada. Isso que é cuidar verdadeiramente e bem das pessoas”, enfatizou Ronúbia.
Entre as ações realizadas também estão a organização da associação de moradores, o fortalecimento do associativismo através de capacitação com o Sebrae, iniciativas voltadas para a delimitação territorial dessas comunidades pelo Incra, assistência contínua para as famílias por meio do Cras (com distribuição de cestas básicas e outros benefícios socioassistenciais) e auxílio habitacional para algumas famílias em vulnerabilidade social.
A gestão também tem se empenhado para resolver o problema de abastecimento de água nessa área tão seca do município e foi buscar a parceria da Cerb, por meio de emenda parlamentar do deputado Antonio Henrique Júnior, para perfurar um poço artesiano que substituirá o atendimento feito com carros-pipa por água direto nas torneiras das casas. Nas três primeiras tentativas, não obteve-se sucesso, mas a Prefeitura já solicitou um novo procedimento e mantém o esforço em torno da referida solução.












Digam-me, os mais esclarecidos: o Presidente da República precisava mesmo entrar em rota de colisão com o Presidente do seu Partido?
O Presidente precisava mesmo cancelar o seguro obrigatório de veículos – DPVAT – para prejudicar a seguradora de Luciano Bivar, que tinha menos de 2% na fatia do total dos seguros?
O Presidente da República tinha intenções de administrar nas vultuosas verbas do Fundo Partidário do PSL, se agora, com o novo partido, Aliança, terá uma mínima participação no dinheiro, mesmo em 2022?
Os ímpetos juvenis de Jair Bolsonaro tem lhe custado caro e queira Deus que lhe custem ainda mais, afirmamos, data maxima venia.

Arruda e Possamai: cassados por 8 anos.