Empresário e pré-candidato lamenta pela Saúde de LEM
Pequenas notícias neste dia de luto: os potins de O Expresso
Deputada Batata Amaral:
Meu voto pela Reforma da Previdência não foi vendido, é por convicção. A bancada da educação continua lutando pela manutenção da aposentadoria especial dos professores.
Deputado Alexandre Padilha:
Justiça manda cancelar a “compra de votos com emendas” para votar a mudança da Previdência. Quem trocou seu voto por R$40 milhões recebeu cheque sem fundo de Bolsonaro.
Peppa Pig

Ela já está comemorando a “vitória” do Governo na votação da Reforma da Previdência.
Bozo, campeão olímpico de marcha-a-ré
De Paulo RJ, no twitter. Manchete da Folha hoje: “Governo Bolsonaro quer reintegrar cubanos no Mais Médicos” Conclusão: Bozo quer reinstalar a guerrilha cubana no Brasil. Comunista sem-vergonha.
Uma narco-república neo-fascista liberal?
A repressão pesada, inclusive com o uso de helicópteros, ao tráfico de drogas nas favelas é só uma cortina de fumaça para a operação pesada, utilizando-se de containers em navios nos portos. O que significam 39 quilos de cocaína na mochila do sargentinho da aeronáutica, quando descarregam duas toneladas no porto? Essa legião de inocentes úteis, aviõezinhos do tráfico, mulas e coitados que recebem bagagem extra nos aeroportos internacionais são apenas chamariz.
Enquanto a “intelligentsia” das forças da repressão não chegarem nos verdadeiros traficantes – se querem chegar – vamos nos transformando num grande México, que não produz cocaína mas é o maior exportador do mundo.
Juventude empreendedora

Na imagem, jovens brasileiros empreendedores levam “brigadeiros” para vender no colégio, visando pagar as suas aulas de tênis.
Os bastardos ganham voz no Governo do Bozo

Xico Graziano, ex-expoente do tucanato e aderente ao governo Bozo, comemorou a morte do jornalista Paulo Henrique Amorim. Chamar de bastardo é um exagero. Não passa de um merdinha.
Parodiando outro grande bastardo, Ibrahim Sued, colunista social e analfabeto, inventor dos potins:
“Os cães ladram e a caravana, desfraldando suas suásticas, passa”
A votação da Reforma da Previdência na Câmara ao vivo
Um general envergonhado por ganhar “apenas” R$19 mil.
O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, afirmou nesta quarta-feira (10), que tem vergonha do salário líquido de 19 mil reais que recebe do Exército.
“Eu tenho vergonha do que eu recebo do Exército. Se eu mostrar pro meu filho que eu sou general de Exército, e ganho líquido R$ 19.000, eu tenho vergonha”, disse o ministro, que entrou para a reserva em 2011.
Heleno estava participando de uma audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional para falar da prisão de um militar da Força Aérea Brasileira, Manoel Silva Rodrigues, preso com 39 quilos de cocaína na Espanha em comitiva que acompanhava viagem do presidente Jair Bolsonaro.
Heleno talvez não tenha tido tempo para esclarecer que os R$19 mil são apenas a sua aposentadoria de general da reserva. E que hoje ele acumula o salário de ministro, algo em torno de R$22 mil líquidos. E que já ganhou R$50 mil como integrante do Comitê Olímpico Brasileiro.
Galvani anuncia encerramento de acordo operacional com Yara
O controle acionário das operações no Nordeste retorna à família Galvani
A Galvani anunciou nesta quarta-feira, 10 de julho, o encerramento do acordo de empreendimento conjunto (joint venture), firmado com a Yara em 2014. A partir de agora, a família Galvani retoma o controle acionário das operações da empresa no Nordeste, que incluem o Complexo Industrial de Luís Eduardo Magalhães e as unidades de mineração de fosfato em Angico dos Dias e Irecê, na Bahia, além do projeto Santa Quitéria, no Ceará.
A operação traz vantagens diretas ao agronegócio, ao agricultor e à economia brasileira, principalmente no incremento da oferta de fertilizantes fosfatados produzidos no País e na redução do déficit da balança comercial do setor.
“Após cinco anos de parceria, Galvani e Yara seguirão caminhos distintos, levando na bagagem os aprendizados adquiridos nessa jornada”, destaca Ricardo Neves de Oliveira, diretor-presidente da Galvani.
Segundo o executivo, a empresa é uma das pioneiras no agronegócio do Matopiba e dará continuidade ao seu histórico de parceria e compromisso com os agricultores da região. “Os produtos e fórmulas exclusivas permanecem em nosso portfólio, assim como as contínuas pesquisas de aprimoramento, sempre com inovação e criatividade, características que estão na essência da empresa”, afirma Oliveira.
Além disso, a Galvani seguirá com sua forte atuação socioambiental, a partir da promoção de projetos e atividades para as comunidades nas quais atua, por meio do Instituto Lina Galvani e do Parque Vida Cerrado, assim como das ações diretas da empresa.
Sobre a Galvani
A Galvani é uma empresa 100% nacional que surgiu na década de 1930, no negócio de bebidas e transportes em São Paulo. Na década de 1960, entrou no segmento de fertilizantes, operando um ramal ferroviário e, posteriormente, construindo um complexo industrial em Paulínia (SP). Na década de 1990, inaugurou sua primeira unidade no Nordeste, o Complexo Industrial de Luís Eduardo Magalhães e, posteriormente, a Unidade de Mineração em Irecê, na Bahia. No mesmo estado, em 2005, a empresa começou suas operações de mineração de rocha fosfática em Angico dos Dias, povoado de Campo Alegre de Lourdes. Em 2014, a Galvani firmou uma JV com a Yara Fertilizantes encerrada em 10 de julho de 2019, quando voltou a ser controladora integral das operações no Nordeste, com escritórios corporativos em São Paulo e Campinas.
Um mensalão de quase R$3 bilhões para trair o trabalhador
Após uma pressão de siglas do centrão, a Câmara encerrou à 0h43 desta madrugada a fase de debates da reforma da Previdência e convocou nova reunião para esta quarta-feira (10) para a votação da proposta, que é a prioridade legislativa do governo de Jair Bolsonaro.
A expectativa dos parlamentares é que às 10h30 haja quorum para retomada dos trabalhos.
Ao rejeitar no final da noite desta terça (9) um requerimento protelatório da oposição e ao aprovar na madrugada o encerramento dos debates, o plenário deu sinais favoráveis à reforma —331 votos a 117 e 353 votos a 118, respectivamente —é preciso 308 dos 513 votos para a aprovar a nova Previdência.
Apesar disso, a terça foi marcada por longas negociações que inviabilizaram a votação da proposta nesse dia, como era planejado inicialmente pelo governo.
Mais verbas, demandas de estados e municípios e uma desconfiança generalizada com o presidente da República formaram o impasse.
O governo federal acelerou a liberação de emendas orçamentárias e ofereceu um lote extra aos parlamentares, mas isso não foi o suficiente.
Apesar de na campanha ter adotado o discurso de que colocaria fim ao toma lá dá cá na relação com o Congresso, o governo ofereceu a cada parlamentar fiel um lote extra de R$ 20 milhões de emendas (em um total de mais de R$ 3 bilhões), que é o direcionamento de verbas do Orçamento para o reduto eleitoral dos parlamentares.
Além disso, acelerou o empenho —registro oficial de que pretende executar aquele gasto— das emendas ordinárias: liberou quase R$ 1 bilhão na véspera da votação —R$ 2,6 bilhões só nos seis primeiros dias úteis de julho, segundo levantamento do gabinete do líder da oposição, Alessandro Molon (PSB-RJ).
O texto foi publicado hoje no site Conversa Afiada, de Paulo Henrique Amorim.
Nada mais apropriado!
Hoje, Dia Internacional da Pizza, deve ser votada, na Câmara, em primeiro turno, a Reforma da Previdência.
Deputado procura incentivo à criadora do Projeto Aqualuz
Anna Luisa Santos é uma jovem biotecnóloga, de 21 anos, graduada pela Universidade Federal da Bahia. Ela é criadora de um equipamento capaz de transformar a vida de milhares de pessoas que vivem em regiões que costumam sofrer com os efeitos da estiagem.
Trata-se do Aqualuz, um dispositivo capaz de desinfectar e purificar água estocada em cisterna, sem a utilização de compostos químicos, sem precisar de manutenção externa ou energia elétrica, usando apenas a radiação solar.
A tecnologia já foi premiada na competição HackBrazil, realizada na cidade de Boston (EUA) e também ficou entre as finalistas da premiação Jovens Campeões da Terra, promovida pela ONU Meio Ambiente.
Nesta terça-feira (9/7), Anna Luisa foi apresentada pelo deputado Antonio Henrique Júnior ao vice-governador e secretário desenvolvimento econômico da Bahia, João Leão, na expectativa de que ela consiga apoio governamental para a produção do equipamento em larga escala.
“O Aqualuz está sendo enviado para uma avaliação detalhada do CEPED – Centro de Pesquisas e Desenvolvimento, órgão vinculado a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Bahia. Nós acreditamos que toda boa ideia seja sempre valorizada. E esse projeto tem um grande apelo socioambiental, podendo significar a independência de acesso à água potável para as famílias que vivem em áreas rurais”, pontuou o deputado.
A exportação de frutas em Petrolina (PE) é alvo de missão técnica do núcleo operacional do PEIEX, da FASB



A ideia trazer experiências exitosas que possam serem aplicadas no Oeste baiano
Um grupo composto por cinco integrantes do Núcleo Operacional do Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX), da Faculdade São Francisco de Barreiras (FASB), passou três dias na cidade pernambucana de Petrolina conhecendo o trabalho realizado pelo mesmo núcleo, daquela cidade, que desenvolve atividades já em sua segunda edição. A agenda de trabalho entre os dias 1 e 3 deste mês realizou visitas a fazendas produtoras de frutas, conhecendo modelos de negócios praticados e ao Centro de Excelência em Fruticultura do Senar, de Petrolina.
O objetivo, segundo a coordenadora do núcleo e coordenadora do curso de administração da FASB, Joana Roberta Neiva de Souza Ramos foi conhecer com mais profundidade a cultura de exportação da fruticultura, já consolidada naquela cidade pernambucana. “Barreiras está começando a desenvolver esta cultura, por isso, fomos até lá em busca de conhecimentos técnicos, entender o contexto local, que já possui grande êxito na área de exportação, além de fazer contato com algumas empresas que participam do programa de exportação, e desta forma, trazer para cá ideias que possam ser aplicadas à nossa realidade”, explica Joana.
A missão técnica participou do lançamento da segunda edição do núcleo de Petrolina, além de uma reunião com a Associação Brasileira de Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) com foco nas expectativas de abertura de mercados para o setor. “A ideia é adequar práticas exitosas em exportação da região do Vale do São Francisco à realidade do Oeste baiano”, reforça o gestor da Apex-Brasil, André Muller, que gerencia o Núcleo do PEIEX da FASB e que integrou a comitiva.
Nas últimas quatro décadas aquela região se destacou na produção de frutas no semiárido nordestino. Os produtores, além do mercado nacional, miram a exportação. No ano passado, 14% do total de uvas e 19% das mangas produzidas no local atravessaram as fronteiras brasileiras rumo à Europa, Ásia e aos Estados Unidos.
Sobre o PEIEX – O Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX) é fruto da parceria entre a Apex-Brasil e a Faculdade São Francisco de Barreiras (FASB). O PEIEX nasceu com o foco de capacitar pequenos, médios e grandes produtores para iniciar o processo de exportação de serviços e produtos, atrair investimentos estrangeiros e ampliar as possibilidades de internacionalização de marcas e empresas brasileiras.
Não era hora de perder o bastião contra a ignomínia e a degradação.
Paulo Henrique Amorim, o mais perspicaz, o mais valente e o jornalista mais completo do País morreu como morrem os bons. De repente. De um enfarte fulminante ou de um golpe traiçoeiro de um punhal inimigo.

Perdemos nós, que ficamos mais enfraquecidos na luta contra a opressão dos malucos de plantão e dos injustos.
O País está se derretendo na tsunami de ignomínia, na degradação social e institucional. Não era hora para perder um bom soldado como PHA. Definitivamente, não era hora.
Amorim tinha contra si mais de 100 processos, uma orquestração jurídica entre os fascistas para fragilizá-lo financeiramente.
A recente perda do emprego na Record foi resultado da ação do nazifascista que nos “governa”. O fascismo faz mais uma vitima.

De onde surgiram tantos bastardos no seio de nosso povo dócil e cordato?
O jornalista Fabio Pannunzio, apresentador da Band, questionou nesta terça-feira, 9, a proliferação de pessoas que defendem pautas da extrema-direita e contrárias aos princípios básicos da Humanidade.
“Olho ao redor e me.pergunto: de onde saiu tanto filho da puta? Tanta gente assumidamente perversa, mau-caráter, invejosa e cruel?”
“O Brasil de hoje parece o set de Walking Dead. Bastou um aceno para os fantasmas saírem do Hades e virem assombrar as ruas”, disse Pannunzio pelo Twitter.
A frase lembra outra do escritor russo Soljenitsin ao comentar o horror do stalinismo:
“Como surgiu essa raça de lobos em meio do nosso povo? É a nossa raiz? É do nosso sangue?”.
As questões foram levantadas por Soljenítsin, em um de seus livros mais conhecidos, “Arquipélago Gulag”, de 1973.
É especialmente adequada quando se trata de uma personalidade como a de Béria.
Lavrenti Pavlovitch Béria tornou-se um dos homens mais temidos da União Soviética, por ser o líder do seu maior organismo de segurança e espionagem, o NKVD (Comissariado Popular de Assuntos Internos).
Empresários denunciam acordo entre Mercosul e Europa
Se um dia for implementado o acordo entre Mercosul e Mercado Comum Europeu – estão previstos dois anos para o início das operações – as indústrias argentinas e brasileiras serão simplesmente derretidas pela concorrência com as europeias. E o motivo é simples: uma profunda assimetria entre parâmetros de desenvolvimento tecnológico, custo do dinheiro e escala de produção, gigante na Europa e de pequeno porte no Mercosul.
De fato e de direito, o acordo Mercosul-Comunidade Europeia não passou de um lance de marketing político para Macri – em campanha pré-eleitoral – e para Bolsonaro, cuja estagnação do Governo vem rapidamente erodindo seus índices de aprovação.
Este costelão você não pode perder!

1° Festa do costelão UNI HEART em LEM/BA. Venda de mesas com Morena, esposa do Joelson. (77)99831-0604.
Prefeitura de Formosa do Rio Preto. Aviso de Licitação

No Marabá é barato o ano inteiro




PF apreende drogas, aviões e armas em fazenda de Prefeito no Pará
A Polícia Federal apreendeu 583 kg de cocaína dentro de uma fazenda do prefeito de Itaituba (PA), Valmir Climaco (MDB). Trata-se da maior apreensão da droga feita neste ano no Pará, rota para a Europa e para o Nordeste.
A operação ocorreu na tarde deste domingo (7). Após monitorar um voo suspeito, agentes da polícia federal chegaram à fazenda de Climaco, localizada às margens da rodovia Transamazônica (BR-230) e a cerca de 45 km de Itaituba. No momento, cinco homens estavam transferindo a droga para uma camionete.
Dois homens foram presos em flagrante e outros três conseguiram fugir. Além da cocaína, foram apreendidos dois fuzis, uma pistola, munição e 200 gramas de skunk (maconha com maior concentração de THC), segundo a Superintendência da Polícia Federal no Pará. Havia dois aviões no local, um monomotor e um bimotor.
A apreensão representa pouco mais de um terço de toda a cocaína apreendida neste ano no Pará, em torno de 1,5 tonelada. A segunda maior apreensão, em maio, também ocorreu no oeste do estado. Itaituba, de cerca de 100 mil habitantes, é o maior centro de extração ilegal de ouro da Amazônia.
A fazenda de Climaco é reivindicada pela etnia mundurucu. Em meados do mês passado, segundo relatos feitos ao Ministério Público, ele disse em uma reunião que receberia “à bala” funcionários da Funai (Fundação Nacional do Índio) caso eles tentassem entrar na fazenda para cadastramento e notificação dos moradores da área, delimitada por estudo prévio do órgão indigenista.
Climaco negou ter dito que atiraria nos funcionários públicos ou ter incitado outras pessoas a fazer o mesmo, mas confirmou que impediria a entrada da Funai na sua área.
“Eu disse na reunião que na minha propriedade não entra de jeito nenhum”, relatou Climaco na ocasião à Folha.
Há cerca de duas semanas, porém, os funcionários da Funai estiveram na fazenda, escoltados por agentes da PF.
O prefeito de Itaituba não foi preso em razão da apreensão de drogas no domingo. De acordo com a PF, por enquanto, a investigação não estabeleceu uma conexão entre a droga e o político.
Em entrevista à Folha por telefone, Climaco negou qualquer relação com a cocaína e disse que o avião que transportou a droga é responsabilidade de um empresário identificado como Edson Wander Silva, que estava comprando um dos seus três garimpos de ouro. Ele seria de Santa Catarina.
De acordo com o prefeito, o preço da venda foi fechado em R$ 4 milhões e incluiu um dos aviões apreendidos, que teria sido dado de entrada. Ele afirmou que toda a transação está registrada em cartório e que seu advogado levantou informações sobre o comprador. “Não tinha processo, não tinha Serasa, não tinha nada.”
Climaco disse que, depois da transferência para o seu nome, na semana passada, o antigo dono pediu o avião emprestado para visitar o sogro doente.
“Pensei que ele estava viajando com o avião pra Manaus. Aí quando foi no domingo à noite a mulher do vaqueiro ligou dizendo que a PF tinha apreendido um bocado de droga, dois aviões, essa história que você já viu”, assegura Climaco. “Na segunda-feira de manhã, fui à PF contar essa história. Não tenho nada a ver com isso.”
Então a mamata acabou? É o fim do toma lá, dá cá? Na verdade é só conversa pra boi dormir.
A deputada Luiza Erundina, publicou há pouco nas mídias sociais:
O (des)governo de Jair Bolsonaro liberou, agora, cerca de 1 bilhão em emendas parlamentares vinculadas à área de saúde. O desembolso dos recursos foi publicado em 34 portarias de uma edição extra do Diário Oficial da União de ontem, segunda (8). É toma lá, dá cá sim!
TCM rejeita contas da Previdência Municipal de Santa Maria da Vitória
O Tribunal de Contas dos Municípios, nesta terça-feira (09/07), rejeitou as contas do Instituto de Previdência Social – CAPREVAS de Santa Maria da Vitória, da responsabilidade de Nívia Rodrigues de Souza, relativas ao exercício de 2013. As contas não foram prestadas voluntariamente pela gestora, razão porque foram tomadas por técnicos do TCM. O conselheiro Raimundo Moreira, relator do parecer, determinou a formulação de representação ao Ministério Público Estadual, para que seja apurada a prática de ato de improbidade administrativa. A gestora ainda foi multada em R$20 mil.
Os conselheiros também aprovaram a determinação de ressarcimento aos cofres municipais da quantia de R$4.738,06, com recursos pessoais, referente a pagamento realizado a credor distinto daquele registrado no processo de pagamento (R$1.200,00); diferença verifica entre saldo bancário e contabilizado (R$2.566,17); apresentação de processo de pagamento desacompanhado de comprovante de despesa (R$971,89).
Mesmo com a apresentação fora do prazo, a 25ª Inspetoria Regional do TCM realizou os exames das contas referentes aos meses de janeiro a outubro de 2013, mas não encontrou nenhum documento necessário à prestação de contas referentes aos meses de novembro e dezembro. A gestora, apesar de notificada em diversas oportunidades, não apresentou nenhum esclarecimento.
Na ocasião da Tomada de Contas, a responsável pela administração da Autarquia, Cordélia de Souza Santiago, informou que o mandato de Nivia Rodrigues de Souza expirou em 31/12/2013, não tendo ocorrido processo de transição, apresentações de documentos e/ou informações, razão pela qual foi necessário o arrombamento da sede da Instituição para se ter acesso, embora não tenha sido encontrado diversos documentos nos arquivos existentes, fatos estes registrados em filmes, fotos, testemunhas e ocorrências policiais.
O acompanhamento técnico registrou a abertura de créditos suplementares na ordem de R$538 mil, sem a apresentação da lei de suporte, a classificação irregular de despesas e o não encaminhamento de diversos dados ao sistema SIGA do TCM, além de inserções incorretas ou incompletas de informações no sistema, o que dificultou o desenvolvimento dos trabalhos da Inspetoria Regional. Por esses motivos, as contas foram consideradas irregulares e aplicadas sanções pecuniárias à gestora.
Governo do Estado lança primeiro aplicativo de licitações do Brasil e coloca tecnologia a serviço da agricultura familiar

O primeiro aplicativo de licitações do Brasil, SOL (Solução Online de Licitação), foi lançado na Bahia pelo Governo do Estado, nesta terça-feira (09), em Salvador. O sistema vai facilitar e agilizar o acesso de organizações produtivas da agricultura familiar baiana a fornecedores de bens, serviços e obras, de todo o país, possibilitar transparência em suas aquisições, gerar eficiência na gestão de recursos públicos, movimenta a economia local e fortalece a economia baiana.
O SOL será utilizado por associações e cooperativas da agricultura familiar beneficiadas pelo Bahia Produtiva, projeto executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR). O aplicativo foi desenvolvido em pelo Governo da Bahia, por meio do Bahia Produtiva, em parceria com o Projeto Governo Cidadão, executado pela Secretaria do Planejamento e das Finanças do Estado do Rio Grande do Norte, tendo como apoio do Banco Mundial. O aplicativo garante a integridade do processo licitatório.
Durante o lançamento, o secretário da SDR, Josias Gomes, afirmou que o SOL é uma feramenta que nasce para desburocratizar um setor fundamental que é a licitação: “Estamos apresentando uma inovação no aspecto tecnológico e no sentido de dizer que é possível ampliar o leque de empresas que forneçam os seus produtos para a agricultura familiar. Cada vez que a gente proporciona condições para que a tecnologia esteja a serviço da agricultura familiar do Nordeste, mas nós vamos tirando a agricultora familiar do anonimato”.
O aplicativo garante a integridade do processo licitatório. A opção pela utilização da ferramenta blockchain, base de dados descentralizada, oferece confiabilidade e audibilidade sobre o código-fonte, os dados recebidos e as ações realizadas. “Na infraestrutura, as informações gravadas são protegidas contra alterações. Isso se traduz em segurança e avanços nos processos de auditoria, pois o auditor responsável pela licitação é capaz de verificar com facilidade se os dados registrados são compatíveis com as transações realizadas pelas partes envolvidas”, afirma Eduardo Assis, diretor da Caiena Tecnologia e Design, empresa responsável pelo desenvolvimento do SOL.
Para o secretário de Projetos e Metas de Governo do Rio Grande do Norte e Coordenador Geral do Projeto Governo Cidadão, Fernando Mineiro, o Nordeste e o Brasil vão ganhar muito com esse tipo de aplicativo, porque vai modernizar, facilitar, dar uma transparência ao processo: “Vai permitir também o avanço na concorrência e trazer a tecnologia para perto daquele que produz o alimento, que alimenta esta nação”.
Cadastro de fornecedores
O SOL está disponível na Play Store e Apple Store. Fornecedores de todo o país podem baixar o aplicativo e se cadastrar, acessar as oportunidades em andamento e enviar suas propostas. A previsão é que, a partir de dezembro deste ano, as associações e cooperativas da agricultura familiar contempladas com recursos do Bahia Produtiva realizem compra de bens e serviços somente por meio do SOL (Solução Online de Licitação). Informações sobre o aplicativo estão disponíveis sol.car.ba.gov.br.
Experiência aprovada
A Cooperativa de Jovens Produtores Rurais do município de Água Fria, no Território Portal do Sertão, com 216 famílias cooperadas, foi a primeira a utilizar o aplicativo SOL, em fase de teste. A entidade foi contemplada pelo edital Alianças Produtivas, do Bahia Produtiva, com investimentos que estão sendo aplicados para fortalecer a atividade de avicultura. Para o representante da cooperativa, Rafael Santos Borges, o sistema é ágil e eficiente: “Compramos notebook, GPS e outros equipamentos em tempo recorde. O sistema responde automaticamente. A gente coloca a licitação e já vem tudo mastigado. Essa nova tecnologia que está chegando pra zona rural, principalmente pra agricultura familiar da Bahia, é coisa de primeiro mundo”.
A newsletter do Intercept e os primeiros áudios
|
|
Jornalista que assessora Sérgio Moro pede demissão

Informação de O Estado de São Paulo – Estadão
A jornalista Giselly Siqueira acaba de pedir demissão do cargo de assessora especial de comunicação do Ministério da Justiça, de Sérgio Moro.
Antes de trabalhar com Moro, Siqueira foi assessora de comunicação em vários órgãos públicos, como o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) da gestão dos ministros Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski.
Ela também chefiou a assessoria de imprensa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), quando Gilmar Mendes presidiu a corte e foi da equipe de comunicação da Procuradoria-Geral da República na gestão de Antonio Fernando de Souza e de Roberto Gurgel.
Ela é casada com o também jornalista Vladimir Netto, autor do livro Lava Jato – O juiz Sérgio Moro e os bastidores da operação que abalou o Brasil, obra publicada em 2016 e que foi usada na elaboração do roteiro da série O Mecanismo da Netflix.
Policial Militar mata homem no cinema após discussão sobre poltronas
E aí? Estão liberando mais armas? Se a vítima estivesse armada, poderia se defender. E, quem sabe, matar mais umas duas ou três crianças dentro do cinema.
Um homem foi morto após ser baleado por um policial militar dentro de uma sala de cinema num shopping em Dourados (MS), na tarde desta segunda-feira. De acordo com a PM, o agente foi chamado para a Corregedoria Geral da PMMS para apuração dos fatos.
O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas a vítima já estava morta quando a equipe de socorro chegou ao local. Segundo a corporação, houve uma discussão entre dois homens pouco antes do disparo, que teria sido efetuado por um policial militar.
De acordo com uma pessoa que estava no shopping no momento da ocorrência, aquela sessão era do filme “Homem-aranha: longe de casa”. Ela disse ter visto correria, desespero e crianças chorando.
“Eu estava lanchando com minha esposa. O shopping estava lotado de crianças na fila do cinema”, afirmou a testemunha num post de rede social. “Muito triste ver tanta criança chorando”, acrescentou.
Ainda não há informações oficiais sobre a motivação da briga, mas relatos indicam que tenha sido por causa de lugar na sala do cinema.
Adenor Leonardo Bacchi é um homem de princípios e convicções

Precisa legenda para esta foto?

Não sei por que cargas d’água, mas a imagem me lembrou outra, de um balcão do Palácio Veneza, em Roma, na terceira década do Século 20.
Vale a pena dar uma espiada no texto de Gianpaolo Fissore sobre a ascensão de Mussolini, das milícias partidárias e do fascismo como um todo.
30 empresas convidadas para construir central de gás da Petrobras. Nenhuma brasileira.
O golpe rende os seus primeiros grandes frutos.
A Petrobras já iniciou os trâmites para retomar as obras para a Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí. Na última semana, a estatal convidou empresas para concorrerem à licitação de sua maior obra nos próximos anos. No entanto, na lista das 30 empresas concorrentes constam apenas nomes estrangeiros.
Para o diretor do Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ), Emanuel Cancella, essa decisão faz parte do golpe de estado instaurado no país, com o impeachment de Dilma Rousseff.
“A gente defende, desde o início da operação Lava Jato, que os diretores corruptos sejam afastados para que a empresa continue funcionando normalmente, para que haja emprego para os brasileiros e a economia continue funcionando. Mas é a destruição da Petrobras que eles estão querendo e também o enfraquecimento das empresas brasileiras”, argumenta.
Quando a lista das empresas foi divulgada, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, afirmou que a escolha pelas estrangeiras aconteceu como desdobramento da operação Lava Jato, que impediu as construtoras brasileiras de participar de concorrências da companhia.
Desde dezembro de 2014, um bloqueio cautelar da Justiça Federal suspendeu negócios da petroleira com 23 empresas citadas na investigação.
Porém, muitas delas já assinaram seus acordos de leniência, inclusive a Odebrecht, que acertou uma das maiores multas do mundo, totalizando R$ 6,7 bilhões, a ser paga em 20 anos. Com a leniência, espécie de delação premiada de empresas, a companhia admite irregularidades em contratos com o governo e, em troca, pode continuar sendo contratada pelo poder público, mas ainda não pela Petrobras.
Para voltarem a participar de licitações da petroleira, as empresas precisam seguir uma série de medidas, dentre as quais estabelecer mecanismos internos de compliance, que significa firmar série de regulamentos internos, e controle de processos.
“É uma incoerência total. Com as brasileiras ficam colocando mil barreiras, enquanto as estrangeiras, que também estão sendo investigadas lá fora por grandes esquemas de corrupção, estão autorizadas. Essa é a prova de que um dos objetivos da operação Lava Jato é inviabilizar as construtoras brasileiras”, acrescenta o coordenador geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP), José Maria Rangel.
Escândalos de corrupção
A lista de empresas convidadas para a licitação inclui a espanhola Acciona, a inglesa Amec Foster Wheeler, a norte-americana Chicago Bridge & Iron Company, entre outras, envolvidas em escândalos de corrupção em seus países de origem. O prazo apertado foi a justificativa da Petrobras pela preferência do mesmo modelo de contratação utilizado na licitação que escolheu a Queiroz Galvão, empresa que era responsável pelas obras do Comperj até ser afastada após as denúncias da Lava Jato. A licitação prevê que a petroleira privilegie fornecedores de grande porte, com capacidade para contratar todos os equipamentos e montá-los.
Esse modelo é criticado pela FUP e pelo Sindipetro-RJ. “A Petrobras tinha um modelo em que cada empresa ganhava um pouquinho da obra e se complementava. Depois abriram espaço para as grandes empresas que fazem tudo e ganham a licitação pelo menor preço. Mas nem sempre o menor preço é o melhor. Normalmente, a empresa não consegue terminar a obra e precisa fazer aditivos. Isso tem que acabar”, explica Rangel.
A retomada das obras do Comperj devem gerar cerca de 23.300 empregos, considerando postos de trabalho diretos, indiretos e os impactos na cadeia de serviços. “O Comperj é o braço petroquímico mais lucrativo da Petrobras. Além dos empregos gerados pela obra, é onde se produz mais de 3 mil variedades de produtos, entre celulares, tablets e tênis. É uma obra importantíssima para o país que precisa ser tocada pela indústria nacional”, conclui Cancella.
Edição: Vivian Virissimo, do Brasil de Fato.
Agora vão vender até a água do subsolo brasileiro, creia em Deus Pai!

Já há algum tempo que se debate a respeito da tentativa de venda a investidores estrangeiros por parte do atual governo brasileiro do aquífero Guaraní – uma das maiores reservas de água do mundo, que, ao longo de seus 1 milhão e 200 mil quilômetros quadrados de extensão, abrange uma parte dos territórios do Uruguai, Argentina, Paraguai e principalmente do Brasil.
Setenta por cento de sua área encontra-se no subsolo da região centro-sudoeste do Brasil, em cerca de 840 mil quilômetros quadrados.

Por mais criminosa, absurda e corrupta que a proposta de abertura de tal tesouro nacional para investidores estrangeiros, o fato é que, de forma sorrateira e ardilosa o projeto de venda vai ganhando corpo. A consulta popular a respeito da possibilidade da criação de um mercado privado de águas, aberta recentemente pelo Senado, abre espaço para justamente tal transação.
O projeto de lei não explica com maiores detalhes a criação de tal mercado, e ao que tudo indica, até mesmo o recente (e obsceno) encontro entre Michel Temer e a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lucia – investigado e investigadora em amistoso jantar – tinham a negociata como pano de fundo.
Se a vontade popular e a soberania nacional fossem respeitadas no Brasil, a consulta seria, no entanto, uma boa notícia: até o fechamento dessa matéria, o resultado era acachapante, com 448 votos em apoio à lei, e mais de 46 mil contrários.

Hidropirataria: roubo de água, em grande quantidade, à luz do dia.
Segundo material jornalístico de Júlio Ottoboni, jornalista científico, o roubo de água doce no País já é praticado à luz do dia em pleno rio Amazonas.
A hidropirataria também é conhecida dos pesquisadores da Petrobras e de órgãos públicos estaduais do Amazonas. A informação deste novo crime chegou, de maneira não oficial, ao Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM), órgão do governo local. “Uma mobilização até o local seria extremamente dispendiosa e necessitaríamos do auxílio tanto de outros órgãos como da comunidade para coibir essa prática”, reafirmou Ivo Brasil.
Depois de sofrer com a biopirataria, com o roubo de minérios e madeiras nobres, agora a Amazônia está enfrentando o tráfico de água doce. Uma nova modalidade de saque aos recursos naturais denominada hidropirataria. Cientistas e autoridades brasileiras foram informadas que enormes navios tanque estão reabastecendo seus reservatórios no Rio Amazonas antes de sair das águas nacionais. Porém a falta de uma denúncia formal tem impedido a Agência Nacional de Águas (ANA), responsável por esse tipo de fiscalização, de atuar no caso.
Enquanto as grandes embarcações estrangeiras recriam a pirataria do Século 16, a burocracia impede o bloqueio desta nova forma de saque das riquezas nacionais.
Ivo Brasil, Diretor de Outorga, Cobrança e Fiscalização da Agência Nacional de Águas, sabe desta ação ilegal; contudo, aguarda uma denúncia oficial chegar à entidade para poder tomar as providências necessárias. “Só assim teremos condições legais para agir contra essa apropriação indevida”, afirmou.
O dirigente está preocupado com a situação. Precisa, porém, dos amparos legais para mobilizar tanto a Marinha como a Polícia Federal, que necessitam de comprovação do ato criminoso para promover uma operação na foz dos rios de toda a região amazônica próxima ao Oceano Atlântico. “Tenho ouvido comentários neste sentido, mas ainda nada foi formalizado”, observa.
A defesa das águas brasileiras está na Constituição Federal, no Artigo 20, que trata dos Bens da União. Em seu inciso III, a legislação determina que rios e quaisquer correntes de água no território nacional, inclusive o espaço do mar territorial, é pertencente à União.
Isto é complementado pela Lei 9.433/97, sobre Política Nacional de Recursos Hídricos, em seu Art. 1, inciso II, que estabelece ser a água um recurso limitado, dotado de valor econômico. E ainda determina que o poder público seja o responsável pela licença para uso dos recursos hídricos, “como derivação ou captação de parcela de água”. O gerente do Projeto Panamazônia, do INPE, o geólogo Paulo Roberto Martini, também tomou conhecimento do caso em conversa com técnicos de outros órgãos estatais. “Têm nos chegado diversas informações neste sentido, infelizmente sempre estão tirando irregularmente algo da Amazônia”, comentou o cientista, preocupado com o contrabando.
Os cálculos preliminares mostram que cada navio tem se abastecido com 250 milhões de litros. A ingerência estrangeira nos recursos naturais da região amazônica tem aumentado significativamente nos últimos anos.
Águas amazônicas
Seja por ação de empresas multinacionais, pesquisadores estrangeiros autônomos ou pelas missões religiosas internacionais. Mesmo com o Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM) ainda não foi possível conter os contrabandos e a interferência externa dentro da região.
A hidropirataria também é conhecida dos pesquisadores da Petrobras e de órgãos públicos estaduais do Amazonas. A informação deste novo crime chegou, de maneira não oficial, ao Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM), órgão do governo local. “Uma mobilização até o local seria extremamente dispendiosa e necessitaríamos do auxílio tanto de outros órgãos como da comunidade para coibir essa prática”, reafirmou Ivo Brasil. A captação é feita pelos petroleiros na foz do rio ou já dentro do curso de água doce. Somente o local do deságüe do Amazonas no Atlântico tem 320 km de extensão e fica dentro do território do Amapá. Neste lugar, a profundidade média é em torno de 50 m, o que suportaria o trânsito de um grande navio cargueiro. O contrabando é facilitado pela ausência de fiscalização na área.
Essa água, apesar de conter uma gama residual imensa e a maior parte de origem mineral, pode ser facilmente tratada. Para empresas engarrafadoras, tanto da Europa como do Oriente Médio, trabalhar com essa água mesmo no estado bruto representaria uma grande economia. O custo por litro tratado seria muito inferior aos processos de dessalinizar águas subterrâneas ou oceânicas. Além de livrar-se do pagamento das altas taxas de utilização das águas de superfície existentes, principalmente, dos rios europeus.
As águas salinizadas estão presentes no subsolo de vários países do Oriente Médio, como a Arábia Saudita, Kuwait e Israel. Eles praticamente só dispõem desta fonte para seus abastecimentos. O Brasil importa desta região cerca de 5% de todo o petróleo que será convertido para gasolina e outros derivados considerados de densidade leve. Esse procedimento de retirada do sal é feito por osmose reversa, algo extremamente caro.
Na dessalinização é gasto US$ 1,50 por metro cúbico e US$ 0,80 com o mesmo volume de água doce tratada.
Hidro ou biopirataria?
O diretor de operações da empresa Águas do Amazonas, o engenheiro Paulo Edgard Fiamenghi, trata as águas do Rio Negro, que abastece Manaus, por processos convencionais. E reconhece que esse procedimento seria de baixo custo para países com grandes dificuldades em obter água potável. “Levar água para se tratar no processo convencional é muito mais barato que o tratamento por osmose reversa”, comenta.
O avanço sobre as reservas hídricas do maior complexo ambiental do mundo, segundo os especialistas, pode ser o começo de um processo desastroso para a Amazônia. E isto surge num momento crítico, cujos esforços estão concentrados em reduzir a destruição da flora e da fauna, abrandando também a pressão internacional pela conservação dos ecossistemas locais.
Entretanto, no meio científico ninguém poderia supor que o manancial hídrico seria a próxima vítima da pirataria ambiental. Porém os pesquisadores brasileiros questionam o real interesse em se levar as águas amazônicas para outros continentes. O que suscita novamente o maior drama amazônico, o roubo de seus organismos vivos. “Podem estar levando água, peixes ou outras espécies e isto envolve diretamente a soberania dos países na região”, argumentou Martini.
A mesma linha de raciocínio é utilizada pelo professor do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Universidade Federal do Paraná, Ary Haro. Para ele, o simples roubo de água doce está longe de ser vantajoso no aspecto econômico.
“Como ainda é desconhecido, só podemos formular teorias e uma delas pode estar ligada ao contrabando de peixes ou mesmo de microorganismos”, observou.
Essa suposição também é tida como algo possível para Fiamenghi, pois o volume levado na nova modalidade, denominada “hidropirataria” seria relativamente pequeno.
Um navio petroleiro armazenaria o equivalente a meio dia de água utilizada pela cidade de Manaus, de 1,5 milhão de habitantes. “Desconheço esse caso, mas podemos estar diante de outros interesses além de se levar apenas água doce”, comentou.
Segundo o pesquisador do INPE, a saturação dos recursos hídricos utilizáveis vem numa progressão mundial e a Amazônia é considerada a grande reserva do Planeta para os próximos mil anos.
Pelos seus cálculos, 12% da água doce de superfície se encontram no território amazônico.
“Essa é uma estimativa extremamente conservadora, há os que defendem 26% como o número mais preciso”, explicou.
Em todo o Planeta, dois terços são ocupado por oceanos, mares e rios. Porém, somente 3% desse volume são de água doce. Um índice baixo, que se torna ainda menor se for excluído o percentual encontrado no estado sólido, como nas geleiras polares e nos cumes das grandes cordilheiras. Contando ainda com as águas subterrâneas. Atualmente, na superfície do Planeta, a água em estado líquido, representa menos de 1% deste total disponível.
A previsão é que num período entre 100 e 150 anos, as guerras sejam motivadas pela detenção dos recursos hídricos utilizáveis no consumo humano e em suas diversas atividades, com a agricultura. Muito disto se daria pela quebra dos regimes de chuvas, causada pelo aquecimento global. Isto alteraria profundamente o cenário hidrológico mundial, trazendo estiagem mais longas, menores índices pluviométricos, além do degelo das reservas polares e das neves permanentes.
Sob esse aspecto, a Amazônia se transforma num local estratégico. Muito devido às suas características particulares, como o fato de ser a maior bacia existente na Terra e deter a mais complexa rede hidrográfica do planeta, com mais de mil afluentes. Diante deste quadro, a conclusão é óbvia: a sobrevivência da biodiversidade mundial passa pela preservação desta reserva.
Mas a importância deste reduto natural poderá ser, num futuro próximo, sinônimo de riscos à soberania dos territórios panamazônicos.
O que significa dizer que o Brasil seria um alvo prioritário numa eventual tentativa de se internacionalizar esses recursos, como já ocorre no caso das patentes de produtos derivados de espécies amazônicas. Pois 63,88% das águas que formam o rio se encontram dentro dos limites nacionais.
Esse potencial conflito é algo que projetos como o Sistema de Vigilância da Amazônia procuram minimizar. Outro aspecto a ser contornado é a falta de monitoramento da foz do rio. A cobertura de nuvens em toda Amazônia é intensa e os satélites de sensoriamento remoto não conseguem obter imagens do local.
Já os satélites de captação de imagens via radar, que conseguiriam furar o bloqueio das nuvens e detectar os navios, estão operando mais ao norte.
As águas amazônicas representam 68% de todo volume hídrico existente no Brasil. E sua importância para o futuro da humanidade é fundamental.
Entre 1970 e 1995 a quantidade de água disponível para cada habitante do mundo caiu 37% em todo mundo, e atualmente cerca de 1,4 bilhão de pessoas não têm acesso a água limpa.
Segundo a Water World Vision, somente o Rio Amazonas e o Congo podem ser qualificados como limpos.
Com Hypeness.com.br e EcoInforme e edição de O Expresso.
Este costelão você não pode perder!

1° Festa do costelão UNI HEART em LEM/BA. Venda de mesas com Morena, esposa do Joelson. (77)99831-0604.
Prefeitura de Formosa do Rio Preto. Aviso de Licitação

No Marabá é barato o ano inteiro




Governo quer cortar PIS porque acha que é pago a quem não precisa tanto

De Juliana Elias, do UOL, em São Paulo
O abono salarial do PIS/Pasep, bônus anual de até um salário mínimo pago a empregados de baixa renda, beneficia pessoas de ‘renda intermediária’, em detrimento daquelas que vivem de fato na pobreza, e gera desigualdade na maneira como está configurado hoje.
É este um dos argumentos apresentados pelo governo para justificar a alteração proposta para o benefício com a reforma da Previdência: pelo texto apresentado, o abono salarial passaria a ser pago a trabalhadores que ganham apenas um salário mínimo, no lugar do teto atual de dois salários. O benefício é voltado apenas para empregados com carteira assinada.
As informações fazem parte dos documentos de detalhamento da reforma da Previdência que estavam sob sigilo e foram no final de junho.
Em sua justificativa, o governo também afirma que o abono, criado nos anos de 1970, perdeu seu sentido de complementação de renda ao longo das décadas graças à política de valorização do salário mínimo, que garantiu ganhos acima da inflação aos trabalhadores nos últimos anos. Esta política está sob revisão do governo e pode ser encerrada.
Economia de R$ 170 bi em dez anos
A economia estimada pelo governo com a redução na base de beneficiários do abono salarial, o que tem chamado de “focalização do abono salarial”, é de R$ 169,4 bilhões em dez anos.
É o equivalente a 13,7% da economia total de R$ 1,236 trilhãoprojetada até 2020 caso todas as alterações propostas sejam aprovadas na íntegra.
Especialistas avaliam mudança
Especialistas consultados pelo UOL contestam o argumento de que o abono salarial atual gera desigualdade, uma vez que já atinge trabalhadores de faixas salariais baixas. A economia gerada com o enxugamento do benefício, por outro lado, poderia ter um destino mais claro e estar vinculada a outras seguranças aos trabalhadores.
“Dois salários mínimos são ainda um rendimento muito baixo para justificar a mudança”, disse o advogado Theodoro Agostinho, especializado em direito previdenciário.
“Há redução fiscal, mas se criam problemas sociais, e não há garantia que essa eventual sobra de caixa vá para outros programas”, disse o presidente do Ieprev (Instituto de Estudos Previdenciários), o advogado Roberto Santos.
Para Santos, uma saída seria realocar a economia do abono para ampliar o seguro-desemprego e programas voltados, em especial, ao amparo a pessoas mais velhas fora do mercado de trabalho. “São pessoas que têm dificuldade em se recolocar e que, com a reforma, também terão dificuldade em se aposentar.”
O advogado trabalhista Ricardo Calcini afirmou que a redução do teto do abono é uma forma de concentrar os recursos em quem precisa mais. “Dentro da economia que o governo busca, limitar [o benefício] a quem ganha só um salário mínimo aproxima o abono daqueles ainda mais carentes, que precisam mais dele”, disse.
Concentração de renda
“Questiona-se o papel dessa política na redução da desigualdade social”, afirmou, sobre o abono salarial, a nota técnica assinada pelas Secretaria Especial de Previdência e Trabalho e pela Secretaria da Previdência do Ministério da Economia.
“Ao restringir-se aos trabalhadores inseridos no setor formal da economia, [o abono salarial] exclui os mais pobres e beneficia os decis [parcelas] intermediários de renda (…), tendo, portanto, caráter regressivo e concentrador de renda.” A nota menciona que, em 2017, o rendimento mensal médio real dos 50% mais pobres do país era de apenas R$ 754.
A nota também diz que o abono foi criado, nos anos de 1970, quando os trabalhadores “não tinham ganhos reais garantidos”. “Hoje, como consequência da política de valorização do salário mínimo, que garantiu ao trabalhador formal reposição equivalente à inflação, acrescida da taxa de crescimento real do PIB, até 2019, a política do abono perde sua relevância.”
Nota da Redação:
Parabéns ao 47% dos eleitores com renda de até 2 salários mínimos que prometeram, no dia 25 de outubro, votar em Bolsonaro, segundo pesquisa DataFolha da época. Os eleitores de Haddad alcançavam apenas 37% nessa faixa de renda.
Aprovação e reprovação de Bolsonaro se igualam em 33%.

Pesquisa Datafolha publicada nesta segunda-feira, 8, mostra que 33% da população considera o trabalho do presidente Jair Bolsonaro ótimo ou bom, enquanto 31% avaliam como regular e outros 33%, como ruim ou péssimo. Além disso, 2% disseram não saber avaliar.
Em abril, segundo o Datafolha, 32% consideravam o trabalho do presidente ótimo ou bom, 31% viam como regular e 30% como ruim ou péssimo, com 4% que não souberam responder.
A pesquisa foi feita em 4 e 5 de julho e ouviu 2.860 pessoas em 130 cidades. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, o que significa que apenas a avaliação ruim ou péssima teve variação acima da margem de erro, ao aumentar três pontos de abril para junho.
Trata-se, ainda, da pior avaliação para um presidente com seis meses em um primeiro mandato desde a redemocratização. Fernando Collor, em igual período, tinha 34% de ótimo/bom, Fernando Henrique Cardoso, 40%, Luiz Inácio Lula da Silva, 42%, e Dilma Rousseff, 49%.
Entre seus eleitores, no entanto, a aprovação de Bolsonaro subiu. Para 60% daqueles que declararam ter votado no presidente no segundo turno das eleições, 60% consideram seu trabalho ótimo ou bom, ante 54% em abril. Para 29%, o trabalho é regular, de 33% em abril. E 9% avaliam como ruim ou péssimo, mesmo porcentual da pesquisa anterior.
Para o futuro, caiu de 59% para 51% o número de pessoas que projetam uma gestão ótima ou boa. Para 21%, será regular (16% em abril), enquanto os que preveem a gestão como ruim ou péssima oscilaram de 23% para 24%.
Acidente com micro-ônibus resulta em mortos e feridos na BR-324 agora à noite.

Incidente aconteceu no Km 364 da rodovia, que fica no trecho das cidades de Riachão do Jacuípe e Candeal. Vítimas foram socorridas e levadas para hospital da região.
Por G1 BA
Um acidente com um micro-ônibus que presta serviço para a prefeitura da cidade de Capela do Alto Alegre, a cerca de 235 km, deixou duas pessoas mortas no Km 364 da BR-324, na noite desta segunda-feira (8), de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Segundo a PRF, o acidente aconteceu entre as cidades de Riachão do Jacuípe e Candeal. Informações preliminares apontam que outras quatro pessoas ficaram feridas.
As vítimas foram socorridas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levadas para o Hospital Municipal de Riachão do Jacuípe. A PRF ainda não te informações de como o acidente aconteceu.
Herdeiro da OAS sofre infarte ao depor em juízo

O herdeiro do Grupo OAS, César Mata Pires Filho, sofreu um infarto na tarde desta segunda-feira (8) durante uma audiência na Justiça Federal de Curitiba (PR). O empresário é investigado na Operação Lava Jato e chegou a ser preso no final de 2018. Filho do fundador da companhia (César Mata Pires, genro do governador ACM), ele acabou libertado após pagamento de uma fiança de R$ 28 milhões.
Não há informações sobre o estado de saúde dele. Dados preliminares apontam que Mata Pires Filho foi encaminhado com urgência para atendimento hospitalar pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O empresário prestava depoimento no momento em que caiu desacordado e bateu a cabeça sobre a mesa.
Prefeitura de Correntina infla em 46% orçamento de banda
A Prefeitura Municipal de Correntina publicou, hoje, no Diário Oficial, o registro de gasto com inexigibilidade de licitação, para a contratação; de uma banda para animar evento na cidade (Feira da Agricultura Familiar). Trata-se da dupla goiana Di Paulo & Paulino, de Goiânia, que muito gentilmente mandou rapidamente um orçamento.
Para surpresa daqueles mais bem informados, hoje foi publicado o registro de gastos, mas com um certo superfaturamento, de 46%, elevando o custo de apresentação da banda para R$110.000,00.

Os opositores mais maldosos comentam nas esquinas da cidade: o saldo da contratação vai para o “Fundo Venha a Nós o Vosso Voto”, nas próximas eleições.
Duvidar, quem há de?
Prefeitura de Formosa do Rio Preto. Aviso de Licitação

Reino Unido e ONU financiarão quem não desmatar o Cerrado
Um programa de financiamento para commodities sustentáveis, lastreado por bônus “verdes” e idealizado para ajudar agricultores brasileiros e evitar o desmatamento do Cerrado, está sendo lançado hoje em Londres.
A Responsible Commodities Facility, com foi batizado o programa, tem por objetivo oferecer linhas de crédito para produtores de soja e milho no Brasil que se comprometam a evitar o desmatamento e a usar terras de pastagens degradadas.
O programa, que é financiado pelo governo do Reino Unido e pela Organização das Nações Unidas (ONU), vai ser administrado pela empresa de finanças ambientais Sustainable Investment Management (SIM), criada por especialistas das áreas bancária, de negociação de commodities e de financiamento a iniciativas ambientais.
A SIM vai organizar o lançamento dos bônus verdes ao longo dos próximos quatro anos e estima-se que o programa resultará na produção de cerca de 180 milhões de toneladas de soja e milho “responsável”, no valor de US$ 43 bilhões, nos primeiros dez anos. A primeira emissão de bônus, no valor de US$ 300 milhões, está planejada para a temporada de plantio de 2020.
A demanda cada vez maior por soja poderia resultar na conversão para o plantio do grão de mais de 6 milhões de hectares do Cerrado brasileiro nos próximos dez anos. Agricultores, tradings de commodities e empresas de alimentos têm buscado formas de evitar o desmatamento do Cerrado sem privar os agricultores de renda potencial.
“A Responsible Commodities Facility é uma oportunidade para o mercado garantir aumento da produção sem contribuir para o desmatamento de terras, que provoca a perda de habitats naturais e de biodiversidade e resulta em emissões de gases causadores do efeito estufa”, disse o executivo-chefe da SIM, Pedro Moura Costa.
O país se comprometeu a reduzir as emissões de gases em 43% até 2030, e quase 90% dessa redução deverá vir da queda do desmatamento, embora os mecanismos de financiamento existentes não sejam suficientes para ajudar no cumprimento dessa meta, de acordo com a SIM.
A linha de crédito pretende proteger ou recuperar 1,5 milhão de hectares de habitat natural no Cerrado, levando a uma redução nas emissões de dióxido de carbono estimada em 250 milhões de toneladas.
Fonte: Valor Econômico.
Por que os usuários da Saúde Pública de LEM precisam de formar filas nas unidades de atendimento?
O jornalista Fernando Machado, do site ZDA, publicou hoje uma grave denúncia, sobre o aparelhamento político da Saúde em Luís Eduardo Magalhães. O jornalista afirma:
“O que se fala é que funcionários do alto escalão da prefeitura estariam usando o serviço de saúde do município indevidamente para privilegiar familiares em cirurgias banais.
Esta regalia estaria acontecendo ao mesmo tempo em que moradores são obrigados a ficarem horas em enormes filas para marcar exames e consultas na Policlínica.”
Instado a revelar mais detalhes sobre o assunto, Machado afirmou apenas que “esse aparelhamento político, que sempre é mais intenso quando estão chegando novas eleições, é velha característica das gestões de Jusmari e Oziel Oliveira.”
Disse ainda o jornalista:
As filas na Policlínica de Luís Eduardo Magalhães, onde dezenas de usuários esperam por atendimento, já denunciadas pelo vereador Nei Vilares e por parte dos colegas de imprensa, são a prova viva de que a Saúde de Luís Eduardo não atende bem as pessoas que necessitam de atendimento. Ou os recursos estão sendo mal usados ou estamos diante de um grave problema de privilégios e favorecimentos políticos.”
Parecer da MP da Liberdade Econômica será votado nesta quarta-feira (10)
Ministério da Economia prevê que medida pode contribuir para a criação de quase 4 milhões de empregos nos próximos 15 anos no país.
Inicialmente prevista para a última quarta-feira (3), a votação da chamada MP da Liberdade Econômica (881/2019) ocorrerá na comissão mista do Congresso Nacional que analisa o tema nesta semana.
“A previsão agora, está tudo acertado, para discutirmos e lermos o relatório no dia 9 e fazer a votação no dia 10”, afirmou o senador Dário Berger (MDB-SC), presidente do colegiado. Segundo o parlamentar, a prorrogação da semana a votação foi acordada para que o relator, deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), tivesse mais tempo para concluir o texto final.
Berger explicou ainda que o relator precisou de mais tempo para concluir o texto porque a MP da Liberdade Econômica recebeu muitas propostas e sugestões.
“É uma medida provisória que não tem oposição. O que tem é muito desejo parlamentar de melhorar, de incluir algo a mais na medida provisória. Isso é normal”, esclareceu.
Nesta semana, a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia divulgou projeção de que a modernização nas relações econômicas prevista na MP 881 pode contribuir para a criação de quase 4 milhões de empregos nos próximos 15 anos no país. Ainda segundo o órgão, o PIB per capita, ou seja, a riqueza produzida no país por habitante, pode crescer em mais de 0,5% no período.
A medida prevê menos interferência da União, estados e municípios nas relações econômicas. A expectativa é que haja desburocratização dos atos governamentais que exigem licenças, alvarás e autorizações de funcionamento para novos empreendimentos.
Desburocratização
Em junho, o governo federal publicou no Diário Oficial da União uma lista com 287 atividades econômicas que ficaram livres de autorizações prévias de funcionamento.
Na prática, isso significa que esses negócios poderão começar a funcionar de forma segura, sem riscos de punições, como multas ou cancelamento das operações empresariais.
A resolução do governo é compatível com o parágrafo 3º da MP 881 e vale para atividades consideradas de baixo risco sanitário, ambiental e de segurança. Essas atividades passam a funcionar sem vistorias prévias de órgãos como Vigilância Sanitária, Corpo de Bombeiros e Defesa Civil, por exemplo.
Além de facilitar a vida do pequeno empreendedor, que pode abrir seu negócio sem autorizações prévias, a MP torna o trabalho da administração pública mais dinâmico porque retira dos órgãos fiscalizadores milhares de solicitações, que antes demandavam tempo e esforço das prefeituras e estados.
“Ela permite que pequenos e médios empresários, que atuam em atividades de baixo risco, possam começar a trabalhar imediatamente, sem necessidade de alvará, autorização, licença. Então, ele traz mais racionalidade e otimiza o trabalho da administração”, considera o secretário de Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Paulo Uebel.
Após ser aprovada na comissão mista do Congresso Nacional, a MP da Liberdade Econômica precisará ser analisada nos plenários da Câmara e do Senado para continuar a valer. O texto, em vigor desde abril, tem validade até setembro deste ano.
Deputado busca investimentos para cadeia produtiva do leite no Oeste









Pacotes e armas apreendidas pela Polícia Federal dentro de fazenda do prefeito de Itaituba (PA), Valmir Climaco (MDB) – 






