LEM e Barreiras: três mortes de jovens no feriadão violento
Adelson Matos Ventura, de 19 anos, foi morto em confronto com a PM no baixo Santa Cruz. Adelson teria abusado de um menino de 10 anos. Ele foi identificado após informações dos familiares e a Polícia entrou em sua casa para prendê-lo. O rapaz reagiu com um facão e foi baleado.
Fuga e atropelamento
Israel da Silva Ferreira, de 19 anos, natural de João Dourado, foi morto após cometer um assalto com um comparsa em uma motocicleta nas proximidades da Churrascaria e Pizzaria Boi na Brasa, no centro de LEM.
Perseguidos, os dois foram atingidos por um veículo na entrada do Bosque dos Girassóis. Israel foi levado para a UPA com graves ferimentos e seu companheiro conseguiu fugir.
Execução
Carlos Eduardo do Nascimento Martins, de 20 anos, foi morto a tiros na noite deste sábado, 22, por volta das 22h40, na quadra R, no Residencial São Francisco, em Barreiras.
De acordo com informações, o crime foi cometido por três indivíduos que fugiram a pé logo em seguida.
O SAMU ainda foi ao local, mas não havia o que fazer a não ser constatar o óbito do rapaz que teve o corpo removido para o IML do DISEP, onde passará por necropsia. Informações de Sigi Vilares, editados por O Expresso.
Brasília: 287 motoristas trafegavam bêbados em 3 dias.
A Polícia Militar flagrou 287 motoristas bêbados nas ruas do Distrito Federal de sexta-feira (21/06/2019) a domingo (23/06/2019). Destes, seis foram presos em flagrante porque estavam com nível de alcoolemia superior a 0,34 mg para cada litro de ar expelido pelos pulmões, o que é considerado crime.
O balanço da PM no fim de semana ainda inclui 17 acidentes registrados nas ruas da capital, duas armas apreendidas e 37 termos circunstanciados assinados por motoristas que estavam fazendo transporte pirata e vão responder exercício irregular da profissão.
Estimativa do mercado para expansão da economia cai para 0,87%
A estimativa do mercado financeiro para o crescimento da economia segue em queda. É o que mostra o boletim Focus, resultado de pesquisa semanal a instituições financeiras, feita pelo Banco Central(BC) e divulgada às segundas-feiras, em Brasília.
A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – desta vez foi reduzida de 0,93% para 0,87%. Essa foi a 17ª redução consecutiva.
A expectativa das instituições financeiras é que a economia tenha crescimento maior em 2020. A estimativa é de 2,20%, a mesma da semana passada. A previsão para 2021 e 2022 permanece em 2,50%.
Inflação
A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 3,84% para 3,82% este ano, na quarta redução seguida.
A meta de inflação de 2019, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.
A projeção para 2020 caiu de 4% para 3,95%. A meta para o próximo ano é de 4%, com intervalo de tolerância 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022.
A previsão do mercado financeiro para a inflação em 2021 e 2022 permanece em 3,75%.
Taxa básica de juros
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, mantida em 6,5% ao ano, na última semana pelo Comitê de Política Monetária (Copom).
Ao final de 2019, as instituições financeiras esperam que a Selic esteja em 5,75% ao ano, a mesma perspectiva da semana passada.
Para o fim de 2020, a expectativa para a taxa básica volte para 6,5% ao ano, e, no fim de 2021, chegue a 7,5% ao ano.
Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.
Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.
Quina de São João pode pagar R$ 140 milhões nesta segunda-feira (24)
Valor é o maior já pago desde 2011, quando foi criada a Quina de São João
A Quina pode pagar R$ 140 milhões ao apostador que acertar os cinco números do concurso 5.002 nesta segunda-feira (24).
Segundo a Caixa Econômica Federal, o valor deve ser o maior já pago desde 2011, quando a chamada Quina de São João foi criada.
O preço da aposta mínima, de um jogo com apenas cinco números, é de R$ 1,50. Quanto mais números o apostador marcar, maior o preço a ser pago e maiores as chances de ganhar. Na Quina, quem opta pela aposta mínima tem uma em 24.040.016 chances de acertar as cinco dezenas.
O sorteio da Quina de São João será realizado no Parque do Povo, dentro da festa São João de Campina Grande, na Paraíba, a partir das 20h.
O prêmio não acumula e será pago a quem acertar a maior quantidade de números sorteados na primeira ou nas demais faixas de premiação.
De acordo com a Caixa, caso haja apenas um ganhador e o dinheiro seja aplicado na poupança, é possível receber mais de R$ 520 mil por mês ou adquirir quase 20 carros populares.
As apostas podem ser realizadas em volantes específicos que já estão disponíveis nas lotéricas e pela internet até as 19h.
Operação Festejos Juninos 2019: PRF mantém fiscalização rigorosa no retorno do feriadão
Embriaguez ao volante, ultrapassagens e uso do cinto de segurança estão na mira da fiscalização.
Durante o retorno do feriado prolongado dos Festejos Juninos é esperado o aumento no fluxo de veículos com relação à média dos dias normais, tanto com destino ao interior, quanto da vinda para a capital baiana, principalmente na tarde desta segunda-feira (24) até meio-dia de amanhã (25).
Os festejos de São João representa a época de maior fluxo de veículos que cortam as principais rodovias federais do estado da Bahia, principalmente, em direção as cidades localizadas em trechos das BRs 101, 116, 324 e 407.
Para isso, equipes da PRF estão concentradas realizando policiamento preventivo e ostensivo em locais e horários de maior incidência de acidentes graves e de criminalidade. O uso do cinto de segurança, do capacete, além de fiscalizações específicas de motocicletas e condições de conservação dos veículos, também estão entre os focos de fiscalização.
A PRF reforça que o condutor deve manter atenção constante ao trafegar no trânsito. Muitos são os fatores que podem contribuir para acidentes graves e muitas vezes fatais. Um segundo de desatenção é o suficiente para acarretar graves consequências para condutores, passageiros e pedestres.
A Operação prossegue até as 23h59 desta terça-feira (25) e está integrada à Operação Copa América 2019, que tem como principais objetivos reforçar a segurança nas rodovias, combater o crime organizado e reduzir a violência no trânsito.
DICAS PARA UMA VIAGEM SEGURA:
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Antes de pegar a estrada informe-se previamente sobre as condições do tempo, as distâncias que percorrerá, possíveis pontos de parada, abastecimento e alimentação;
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Não se esqueça dos documentos do veículo e pessoais;
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Faça uma revisão prévia no seu veículo. Não deixe de verificar as condições de pneus, freios e sistema elétrico;
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Observe e Respeite as sinalizações de limites de velocidade e faixas nas vias;
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Procure manter uma distância segura do veículo que segue a sua frente;
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NÃO faça uso de bebida alcoólica se for dirigir;
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Em caso de chuva, reduza imediatamente a velocidade e, se a chuva estiver forte não pare no acostamento. Procure um lugar considerado seguro fora da pista que não seja debaixo de árvore ou de fiação elétrica;
Para informações, denúncias, comunicação de crimes e acidentes a PRF dispõe do número de emergência 191. A ligação é gratuita e atende 24 horas em qualquer parte do País.
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Ministro vai ao Twitter com empáfia e toma um contra-vapor
O ministro da Justiça, Sérgio Moro, no aplicativo Twitter, mostrou toda a sua cultura ao citar em latim o celebre adágio popular, “a montanha pariu um rato”, minimizando a reportagem da Folha de São Paulo sobre as suas peraltices na Lava Jato.

Fernando Haddad, ex-candidato do PT nas últimas eleições, pegou a bola cruzada a meia altura e bateu de primeira. A resposta veio duas horas depois, com o emblemático número 13h13m.

Nesta semana, Sérgio Moro tuitou também que vai aos Estados Unidos para encontrar com agências de informações norte-americanas. A visita acontece em meio ao escândalo resultante da troca de mensagens entre Moro e o coordenador da força-tarefa da Lava Jato, procurador Deltan Dallagnol, divulgada pelo site The Intercept Brasil, em que, além do direcionamento de fases da operação, falam sobre a necessidade de articulação com “os americanos” para evitar deixar a Lava Jato “parada” muito tempo.
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Isso a Globo não mostra
Apesar do quadro de humor, com a auto-gozação, veiculado no programa Fantástico, a verdade é que a Globo dedicou um largo tempo para explicar a reportagem da Folha, no dia de hoje, com base em informações do portal The Intercept Brasil.
A Globo foi pródiga em afirmações do tipo: “Informações atribuídas ao juiz Moro e ao procurador Dallagnol, um suposto caso, de um suposto juiz, que supostamente influenciou um suposto Procurador, cometendo crime, ato aético e, creia, prevaricação.
A Rede Globo está hipersensível nesse caso porque vai aparecer nos próximos capítulos da novela Vaza Jato.
O crime é claro e as provas são robustas. Maiores talvez que aquelas que cercam os governos de Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff, Michel Temer.
Nada tão prosaico e ridículo como os crimes cometidos pelo então deputado Jair Bolsonaro e seu filho, o senador Flávio Bolsonaro, peritos em empregar laranjas nos seus respectivos gabinetes, no conhecido golpe da “Rachadinha”.
Existem políticos honestos no País. Mas eles podem ser contados nos dedos das mãos.
O enredo da tragédia em dez pontos. A cronologia do golpe durante 15 anos.
Por Reginaldo Moraes
Vamos recordar o que já sabemos ou deveríamos saber. Ou o que sabemos sem saber que sabemos, porque não juntamos os pontos.
A memória é algo parecida com a fábula – você entra na floresta e vai deixando pedaços de pão para marcar o caminho. Acontece que o espírito humano é povoado de pássaros que comem alguns dos pedaços.
A trajetória se embaralha. O que me sobrou foi mais ou menos o seguinte:
1. A preparação do golpe foi longa, perde-se no tempo. Alguns já o anunciavam lá por 2004, como o famoso sociólogo que dizia que “não vamos derrubar agora, vamos fazer Lula sangrar como um porco”.
Muito chique, o príncipe. E o golpe não foi pensado nem executado apenas (nem principalmente) por aqueles que hoje dele se beneficiam diretamente. Muita droga ficou pelo caminho, inclusive aquela que vinha em helicópteros.
2. Em 2013, o golpe era armado por uma colaboração da Casa Grande com a Casa Branca. Pela Casa Grande jogavam os tucanos, em suas diversas facções concorrentes – a do Serra, a do Aécio, a do Alkmin.
FHC, como sempre, dava uma de pai-de-todos. Acostumou-se à figura do pai fajuto, putativo. Pela Casa Branca jogavam Obama e Hilary (não era Trump). Os famosos irmãos republicanos, os Koch, ainda eram coadjuvantes.
Naquela ocasião, a dupla Obama-Hilary fazia aqui no Brasil aquilo que fizera no mundo inteiro – fomentava “revoluções coloridas” e “organizações horizontais”.
Dera certo na Tunísia, no Egito, na Ucrânia, meio certo na Líbia (onde foi preciso uma ajudinha pela força aérea) e menos certo na Síria, onde até inventaram uma facção islâmica, seguindo a tradição já iniciada com a experiência Al Qaeda.
3. Os gringos articulavam com os tucanos e preparavam a retaguarda, com a NSA espionando os telefones e correios da Petrobrás, de empreiteiras e até do Palácio do Planalto.
Organizavam material que seria repassado aos gloriosos tucanos da Policia Federal e ao braço curitibano da inteligência americana.
Os think tanks da nova direita treinavam os “movimentos” locais. Vem Pra Rua surge como “rótulo” já nas manifestações de junho-2013, mas o grupo é fundado no segundo semestre, o MBL, um pouco depois.
E por aí adiante foram criadas essas “empresas promotoras de eventos”, travestidas de movimentos sociais.
4. A Lava-Jato é iniciada em fevereiro de 2014, com grande alarde e poderoso esquema de mídia, alimentada por vazamentos bem calibrados.
O plano era um tanto óbvio: deveriam ser um crescendo até as eleições de outubro, para induzir a vitória de Aécio Neves. Aliás, no começo de 2014, essa era a minha aposta: os tucanos ganhariam a eleição e haveria um retrocesso.
Errei no prazo e na dimensão do retrocesso. Não deu pro Aécio, mas quase, a diferença foi pequena.
Pelo menos encostaram o suficiente para se sentirem seguros no plano B, o golpe do impeachment. E quando conseguiram, o balão não caiu na mão deles. Ficou para outros.
5. Durante o processo, lembrem, John Kerry, o secretário de Estado substituindo Hilary, veio ao Brasil negociar o comportamento do novo governo, que eles achavam que seria tucano: entregar o petróleo era o prato principal.
Só esqueceram de combinar com os russos.
6. Deu ruim, o enredo desandou. Do lado de lá, Hilary não ganhou – ganhou o que Serrra e Aluisio diziam ser o partido republicano de porre, Trump, o inesperado e indesejado. Do lado de cá, o tiroteio entre os tucanos queimou a todos eles. Depois da tempestade, sobrou para alguém que prometera fuzilar… o príncipe tucano.
O candidato forte de Moro não era Bolsonaro – ele nem estava no radar. Era Aécio o preferido. Como dizem os economistas, Bolsonaro era o second best. A besta primeira era o Aécio, Bolsonaro era a segunda besta. Mas foi a besta que sobrou. Se não tem tu, vai tu mesmo. Você precisa de um homem pra chamar de seu, mesmo que seja eu.
7. Feito o jogo, apurados os resultados, empossado o novo comandante, restava vender as peças roubadas. Para os compradores que havia. Estão vendendo.
8. Santos Cruz, o general despejado pelo astrólogo, diz que o governo é um show de bobagens. Um desgoverno. Pode ser. Mas essas bobagens criaram um leito de rio, mudaram o rumo das coisas, criaram situações de fato. Mudanças legais monstruosas emplacaram. Contratos enormes foram feitos, comprometendo o acervo do país.
Se mais adiante alguém quiser revogar contratos internacionais, vai ter que afirmar claramente que são criminosos, fraudes. E, mais do que dizer, vai ter que agir conforme a palavra: julgar e condenar os criminosos.
Uma transição, agora, é ainda mais complicada, menos “doce”. Porque o adversário dobrou a aposta e radicalizou os termos do confronto.
9. Um governo não cai, é derrubado. Hoje, essa ocorrência é duvidosa. Quem tem poder para fazê-lo, não tem interesse nisso. Quem tem interesse, não tem poder.
10. Esse suspense é desastroso. O país está sob cerco e clima de sabotagem há cinco anos.
Sem esperanças, vendendo o jantar para pagar o almoço. A desagregação – econômica, social, política, psico-social – tem a quem interessar. Alguém ganha com esse desmanche total.
Os filósofos chamam esse ganhador externo de Deus ex-machina, o agente poderoso, que fica fora das engrenagens usuais. Há um candidato óbvio para esse papel. A águia de cabeça branca.
Us homi lá de cima, os demônios que descem do norte.
Compare impostos cobrados em 4 países. E veja porque o Brasil se afunda.

Pouca gente lembra – ou quem sabe nem era nascido – do sumiço da carne nos supermercados durante o Plano Cruzado, em 1987.
Pois bem: desesperado para que os criadores vendessem o seu gado, o Governo mandou até a Polícia Federal prender bois gordos no pasto. E os governos de estado abaixaram a alíquota da carne de 17% para apenas um 1% sobre o preço do boi vivo.
Na época, para minha surpresa, um coletor de impostos de um município produtor de Minas Gerais, na fronteira com Goiás, me confessou que a arrecadação em número absolutos tinha crescido. Agora, com a alíquota de 1% ninguém precisava sonegar, desviando dos postos fiscais e transportando bois na calada da noite.
A verdadeira reforma que o Governo precisa fazer é essa. Reduzir impostos, acabar com a renuncia fiscal que só favorece elites econômicas, taxar grandes fortunas e quase zerar o imposto de remédios e alimentação. A arrecadação aumenta e o país começar a girar a roda da economia novamente.
Lava Jato articulou apoio a Moro diante de tensão com STF, mostram mensagens

O prédio da Justiça Federal em Curitiba e abaixo o prédio do MPF: uma trama bem urdida para condenar indiciados na Operação Lava Jato fora dos autos
Conversas indicam que Deltan discutiu com o então juiz medidas para evitar desgaste por divulgação de planilhas com políticos
A parceria entre The Intercept Brasil e a Folha de São Paulo, rendeu a primeira grande reportagem, publicada hoje, depois da checagem de todos os textos vazados e em posse dos dois veículos de comunicação. Reportam os jornalistas do Intercept:
“Após as primeiras reportagens sobre as mensagens, publicadas pelo Intercept, no dia 9, Moro e os procuradores reagiram defendendo sua atuação na Lava Jato, mas sem contestar a autenticidade dos diálogos revelados.”
A versão só seria mudada dias depois, quando Moro e os procuradores, escreve a Folha, “passaram a colocar em dúvida a integridade do material, além de criticar o vazamento das mensagens”, sem, no entanto apresentarem “nenhum indício de que as conversas reproduzidas sejam falsas ou tenham sido modificadas.”
Exatamente como nós fizemos quando recebemos o arquivo, a Folha utilizou vários métodos jornalísticos para confirmar a autenticidade do acervo.
A Folha explica, hoje, em seu editorial: “Os repórteres, por exemplo, buscaram nomes de jornalistas da Folha e encontraram diversas mensagens que de fato esses profissionais trocaram com integrantes da força-tarefa nos últimos anos, obtendo assim um forte indício da integridade do material.”
A primeira reportagem publicada pela Folha em conjunto com nossos repórteres reforça mais uma vez a série de artigos que estamos levando ao público nessa primeira leva de textos: a proximidade entre o ex-juiz Moro e os procuradores da Lava Jato era tamanha que Moro não pode mais alegar ter feito seu trabalho com isenção e independência, deveres básicos de qualquer juiz que tem por ofício respeitar a lei.
Em seu texto, o jornal conta como os procuradores se articularam para proteger Sergio Moro e evitar novas tensões entre o então juiz da Lava Jato e o Supremo Tribunal Federal, apenas um dia depois de Moro ter sido repreendido pelo STF por ter divulgado ilegalmente uma conversa entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a então presidente Dilma Rousseff.
O atrito com o Supremo foi causado pelo que Moro chamou de “bola nas costas” da Polícia Federal: no dia 22 de março de 2016, a PF tornou públicos documentos da Odebrecht de um processo que corria em Curitiba. O material foi divulgado pelo jornalista Fernando Rodrigues antes que Moro pusesse tudo em sigilo novamente. A divulgação de vários nomes de investigados com foro privilegiado obrigaria o ex-juiz a remeter parte do processo ao STF, coisa que Moro não parecia disposto a fazer.
Moro reclamou com Deltan Dallagnol no Telegram. “Tremenda bola nas costas da Pf”, disse. “E vai parecer afronta [ao STF].”
Horas depois, após discutirem juntos uma estratégia – em mais uma prova de que juiz e procuradores trabalhavam em conjunto fora dos autos, o que é ilegal –, Deltan escreveu novamente a Moro, sugerindo que não tinha havido má-fé por parte da PF.
“Continua sendo lambança”, respondeu o juiz. “Não pode cometer esse tipo de erro agora.”
Deltan respondeu:
“Saiba não só que a imensa maioria da sociedade está com Vc, mas que nós faremos tudo o que for necessário para defender Vc de injustas acusações.”
Minutos depois de conversar com Moro no chat do Telegram, Deltan procurou o delegado Márcio Anselmo, que chefiava as investigações sobre a Odebrecht, e disse: “Moro está chateado.”
Anselmo respondeu horas mais tarde reconhecendo que tinha sido apressado, mas minimizou – ele não via motivo para “todo esse alvoroço”.
Deltan respondeu: “O receio é que isso seja usado pelo STF contra a operação e contra o Moro. O momento é que ficou ruim”, disse. “Vem porrada.”
No dia seguinte, Moro voltou ao Telegram e, numa conversa pessoal com Deltan, pediu que o procurador ajudasse a conter o grupo antipetista Movimento Brasil Livre.
Eles protestavam em frente ao apartamento do ministro Teori Zavascki em Porto Alegre, com faixas com os dizeres “traidor” e “pelego do PT”.
Moro teclou a Deltan:
“Não sei se vcs tem algum contato mas alguns tontos daquele movimento brasil livre foram fazer protesto na frente do condomínio do ministro. Isso não ajuda evidentemente.”
Deltan disse que tentaria se informar, mas ponderou:
“Não sendo violento ou vandalizar, não acho que seja o caso de nos metermos nisso por um lado ou outro.”
Mais tarde, o procurador avisou Moro que que o MBL estava “chateado” com a força-tarefa devido a sua recusa em se juntar explicitamente à chamada do grupo para o impeachment de Dilma, mas alertou que o MPF não tinha contato com o MBL.
A Lista do foro privilegiado retida no STF
Dois inquéritos e uma ação penal que corriam em Curitiba, incluindo a lista da Odebrecht, foram enviados ao STF em fins de março. Poucas semanas depois, Teori devolveu os inquéritos a Curitiba, mantendo no STF somente as planilhas da Odebrecht que listavam políticos com foro, como manda a lei, as mesmas que Moro não queria mandar ao Supremo.
Compartilhanento de arquivos
Nós sabemos que não é comum que os jornalistas compartilhem seus mais importantes furos com outros meios de comunicação, preferindo reportá-los por conta própria. Mas nós vemos o arquivo fornecido por nossa fonte como um bem público crucial, que pertence ao povo brasileiro, não apenas a nós.
Decidimos compartilhar esse material com outras redações e jornalistas – e hoje anunciamos a Folha – porque nossa prioridade é informar o público da maneira mais confiável, justa e completa sobre o que esses funcionários públicos – que até ontem movimentavam um grande poder nas sombras – faziam quando acreditavam que ninguém jamais descobriria suas ações.
O papel de uma imprensa livre em uma democracia é garantir que aqueles que exercem o maior poder o façam apenas com transparência, porque todos os humanos inevitavelmente abusam do poder quando lhes é permitido usá-lo no escuro.
Tudo o que fizemos com este arquivo até este ponto, e tudo o que continuaremos a fazer, é dedicado a este objetivo e ao interesse público.
Trabalhar em parceria com a Folha e outros meios jornalísticos ajudará o público a ter acesso e a entender esses materiais o mais rápido e com a maior responsabilidade possível.
Deus Salve a Rainha!
Os militares agem como militares, dizia Getúlio Vargas
No filme “Getúlio”, de João Jardim, o presidente Getúlio Vargas é questionado por um interlocutor.
-Como os militares estão agindo assim?
-Os militares agem como militares, respondeu Getúlio, experiente, aos 72 anos de idade, mais da metade deles na vida pública.
O suicídio de Vargas em 24 de agosto de 1954 encerrou o golpe da “República do Galeão” e do corvo Carlos Lacerda.
Mas 10 anos depois descambou para o Golpe de 31 de março – ou 1º de abril – que acabou vitimando o próprio Carlos Lacerda, que achava que os militares iam lhe entregar o poder.
Ele não sabia que os militares agem como os militares.
Folha prepara a mãe de todas as bombas contra Moro com dados do Intercept
Os mundos político, jurídico e midiático aguardam para as próximas horas que a Folha publique a ‘mãe de todas as bombas’ contra o ministro Sérgio Moro.
Nos bastidores do jornalismo, são fortes os rumores de que o fundador do site Intercpet, Glenn Greenwald, compartilhou seus áudios e vídeos com a Folha –sua nova parceira na série #VazaJato.
“Já estamos trabalhando com outros jornais/revistas no arquivo”, comunicou o jornalista na última quinta-feira (20), detalhando os termos das parceiras:
1) mais revelações serão reportados mais rapidamente;
2) ninguém pode alegar que a reportagem tem um viés ideológico;
3) quem quiser prender jornalistas que vazarem este material terá que prender muitos profissionais.
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Villa e o falso liberalismo das elites, financiadas pela renúncia fiscal.
Historiador, jornalista e comentarista meio ensandecido com políticos e politicagem, Marco Antonio Villa, feroz crítico dos governos do PT e agora da lamentável experiência com Bolsonaro, foi entrevistado por Morris Kachani para o Estadão.
Os vitupérios de Villa contra Bolsonaro (“É um burro!”)fizeram os diretores da Jovem Pan pedir sua cabeça.
Na entrevista (leia na íntegra aqui), uma passagem importante sobre as elites brasileiras:
Comente a frase “eu sou liberal na economia e conservador nos costumes”, diz o repórter. Ao que é respondido:
“Tem uma ideia babaca no Brasil de liberalismo. Aqui não existe liberalismo coisa alguma. Se há alguma coisa que a burguesia brasileira não é, é liberal. Política e economicamente. É tudo balela; primeiro, porque ela apoiou todas as ditaduras. Segundo porque, em termos econômicos, quer sempre benesses do Estado.
Por exemplo, sobre a renúncia fiscal, ela tem 300 bilhões de reais por ano da União. Então o que eles falam, fazem, é tudo conversa fiada. Basta ver o que é a Fiesp.
A Fiesp tem sindicatos fantasmas. Boa parte dos sindicatos da Fiesp não existe, a Fiesp teve vários presidentes que não eram industriais. A maior parte da elite empresarial do Brasil é picareta. Pega o exemplo desses movimentos, como o Brasil 200, ou o dono da loja Havan – que é um louco, um desequilibrado, um incapaz, um mentiroso.
Os liberais daqui são todos liberais de fancaria. É tudo papo. No campo político idem. Eu gosto muito da expressão que eles usam agora: ‘eu sou liberal na economia e conservador nos costumes’; acho isso fantástico. Acho que isso é maravilhoso. O Bolsonaro pode dizer isso aí, já casou três vezes. Ele é conservador nos costumes.
Então é tudo picaretagem. É que não tem uma oposição, o PT se desmoralizou.”
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Jovens colidem com árvore na BR 242 e têm morte instantânea
Dois jovens, um de 17 e outro de 18 anos, morreram após a moto em que estavam colidir contra uma árvore no município de Oliveira dos Brejinhos, na região da Chapada Diamantina, na Bahia.
O acidente ocorreu na madrugada deste sábado (22), quando as vítimas estavam voltando de uma festa junina, segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
O condutor da moto provavelmente saiu da pista e ao encontrar o acostamento irregular perdeu a direção indo chocar-se violentamente contra a árvore. O impacto causou morte instantânea,de onde se depreende que foi em velocidade alta.

O impacto da batida foi tão forte que os dois jovens foram arremessados da moto e ficaram presos nos galhos da árvore. Eles morreram ainda no local do acidente.
As vítimas foram identificadas como Vitor Gabriel da Silva Regis, de 17 anos, que, segundo a PRF, era quem conduzia a moto, e Thiago Barreto Oliveira, de 18 anos, que estava na garupa.
Eles tinham ido a uma festa no povoado de Feira Nova e estavam voltando para o povoado de Queimada Nova, onde moravam. A PRF disse que a batida ocorreu entre 4h e 5h da madrugada, na altura do km 485 da rodovia.
Bolsonaro: querem me tornar a Rainha da Inglaterra?
O Presidente parece que ainda não entendeu como funciona uma democracia
O presidente Jair Bolsonaro (PSL)questionou, neste sábado, 22, a atuação do Congresso Nacional, com quem tem tido relação turbulenta.
“Querem me deixar como rainha da Inglaterra? Este é o caminho certo?”, comparou, em referência à monarca que reina, mas não governa.
De acordo com o Broadcast Político, do jornal O Estado de S. Paulo, o presidente fez ao comentário ao dizer que tomou conhecimento de um projeto de lei para transferir a parlamentares o poder de fazer indicações para agências reguladoras.
“Se isso aí se transformar em lei, todas as agências serão indicadas por parlamentares. Imagina qual o critério que vão adotar. Acho que eu não preciso complementar”, disse Bolsonaro.
Ele falou após passar por exames médicos e antes de embarcar para a viagem que fará ao Japão. Da Redação do MSN
Mazorqueiro!

Bolsonaro, Olavo de Carvalho e os filhos agitadores querem o confronto e o fechamento do regime, com o apoio dos militares.
Aí está o motivo de tanta confusão, tanta agressão, tanta mazorca.
Mais: Bolsonaro quer armar uma parte da população, para que, como Maduro, que ele tanto critica, as milicias o mantenham no poder por tempo indeterminado.
Vamos assistir pasmos o País ser transformado numa republiqueta de arruaceiros?
A elite enfim acorda e vê os profundos prejuízos causados pela Lava Jato
O Presidente da Rede Band, João Saad, fala sobre os prejuízos causados pela operação Lava Jato na construção civil, indústria do petróleo e construção pesada. Só em empregos estima-se que mais de 600.000 funcionários de alta especialização perderam seus empregos.
Trump recua depois de autorizar início de guerra cruenta com o Irã

A mídia americana disse que o presidente Donald Trump aprovou os ataques de militares contra o Irã em retaliação a derrubada de um drone de vigilância, mas, depois voltou atrás com a decisão. Na semana passada dois grandes petroleiros foram atacados no estreito de Ormuz.
Na última quinta-feira (20), o The New York Times e outros periódicos citaram autoridades da administração dizendo que, inicialmente, Trump havia aprovado os ataques em alvos iranianos, tais como radares e baterias de mísseis, segundo a Agência Brasil.
Segundo a mídia, a operação era para ser colocada em prática um pouco antes do amanhecer dessa sexta-feira (21), para minimizar os riscos aos cidadãos iranianos.
Também cita que aviões e navios do exército americano estavam em posição de ataque, mas os militares foram ordenados a suspender a operação. O motivo da mudança repentina do plano não é claro.
Diz-se que as opiniões se dividiram dentro do governo e entre os líderes do Congresso, com alguns dando apoio aos ataques de retaliação e outros cautelosos com o aumento das tensões na região.
Os Estados Unidos estão acusando a Guarda Revolucionária do Irã de ter derrubado o drone em águas internacionais na quinta-feira. Por sua vez, o Irã diz que o drone invadiu seu espaço aéreo.
Colapso no transporte de petróleo
Os Estados Unidos sabem com quem estão lidando. Durante 8 anos financiariam o Iraque numa guerra contra o Irã, a qual consumiu mais de um milhão de vidas e incontáveis prejuízos à economia dos dois países. A determinação dos iranianos pode se replicar agora, com o fechamento do Golfo Pérsico, no estreito de Ormuz. A circulação de petróleo na região pode sofrer um colapso a qualquer momento
O espaço aéreo da região já está fechado. Os Estados Unidos proibiram voos comerciais no espaço aéreo iraniano após Teerã derrubar drone americano perto do Estreito de Ormuz.
Empresas da Europa e da Ásia, como KLM, Lufthansa, British Airways e Emirates, também adotam medida.Os Estados Unidos proibiram nesta sexta-feira (21/06) as companhias aéreas comerciais americanas de voar no espaço aéreo do Irã por possíveis riscos decorrentes de tensões políticas e atividades militares. A decisão também foi adotada por outras companhias internacionais.
Os contratos futuros de petróleo fecharam em forte alta nesta quinta-feira, impulsionados pelo agravamento das tensões entre os Estados Unidos e o Irã depois que forças iranianas abateram um drone americano. O preço da commodity disparou e encerrou o pregão no maior valor desde o dia 30 de maio.
Bandidos assaltam motoristas presos no trânsito
O ditado popular diz que a ocasião faz o bandido. Mas existem fatos que o melhor planejamento de segurança pública não é capaz de resolver. Veja um exemplo:
Um grupo de bandidos promoveu um arrastão em motoristas presos no grande engarrafamento que costuma tomar conta da BR 324, sentido Feira de Santana (na altura da entrava nova de Cajazeiras), na noite desta quinta-feira (20), horário de máximo volume de tráfego.
O grupo de marginais saiu do matagal nas laterais da estrada e roubou os carros parados. Alguns veículos tiveram que retornar na contramão da pista. O engarrafamento foi causado por um acidente na altura da entrada 2 de julho.
Para consultoria, Brasil colheu mais que o indicado pela CONAB
O montante atual de 118 milhões de toneladas representa um recuo de 2,9% se comparado à safra anterior e é mais elevado que o previsto pela Conab.
A colheita da soja já terminou no país, pelo menos nos grandes estados produtores e, os números finais de produção ainda estão sendo apurados. A própria Companhia Nacional de Abastecimento, (Conab) soltou recentemente seu 9º levantamento de um total de 12, estimando uma colheita de 114,8 milhões de toneladas. Já a consultoria Safras & Mercado prevê um montante bem maior, de 118,2 milhões de toneladas.
Segundo o analista Luiz Fernando Gutierrez, a consultoria fez ajustes finos em áreas e produtividades desde o último relatório. O levantamento indica que a produtividade média deverá passar de 3.464 quilos por hectare para 3.270 quilos.
Algumas áreas até recuaram um pouco frente à estimativa anterior, mas as produtividades compensaram. Com isso o destaque positivo ficou com o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que colheram produtividades recordes.
“Os destaques negativos consolidados ficaram com o Paraná e o Mato Grosso do Sul, que sofreram fortes perdas produtivas devido ao clima irregular registrado ao final de 2018 e início de 2019 em grande parte de suas lavouras”, completa o analista. Do Canal Rural.
Os Estados Unidos, ainda o maior produtor mundial, colheu 123,6 milhões de toneladas no ano passado. No entanto, neste ano, com dificuldades no plantio por excesso de chuvas, a colheita não deverá ultrapassar 113 milhões de toneladas, o que consolidaria o Brasil como o maior produtor mundial.
Na realidade, a lavoura brasileira torna-se importante para a economia norte-americana pela grande exportação de tecnologia: sementes, defensivos, licenças para fabricação de máquinas e implementos e controle das fontes de fertilizantes.
A produção de proteínas animais e componentes de outros alimentos e até de produtos tão prosaicos como o sabão em pó tornam a produção mundial de soja cada vez mais importante, principalmente com o crescimento populacional que já atingiu 6,9 bilhões de pessoas, mesmo que a taxa de crescimento esteja em declínio para 1,2%.
De qualquer maneira a população mundial cresce 82 milhões de pessoas ao ano, o dobro da população argentina, por exemplo.
Ficha corrida de Fabrício Queiroz também tem agressão e mortes
VEJA apurou que na longa ficha corrida do ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) há um homicídio ocorrido em 2003, em que ele está envolvido ao lado de Adriano Magalhães da Nóbrega, o temido chefe da milícia de Rio das Pedras, Zona Oeste do Rio, foragido desde janeiro.
Em meio aos mais de 20 boletins de ocorrência e à dezena de inquéritos em que Queiroz aparece, há pelo menos dois supostos autos de resistência com sua participação. Um ocorrido em 2002 e o outro em maio de 2003, pouco depois dele conhecer Adriano nas fileiras do 18º Batalhão, em Jacarepaguá, onde trabalharam juntos por apenas seis meses. Os laços de amizade daquela época, no entanto, foram intensos: anos mais tarde, Queiroz recrutou a mãe e a esposa do miliciano, que à época já era notório no submundo do crime, para trabalharem com ele no gabinete de Flávio Bolsonaro, quando este ainda era deputado estadual no Rio de Janeiro. Ambas são suspeitas de fazerem parte do esquema investigado pelo Ministério Público que apura se Queiroz comandava um esquema de coleta e repasse de dinheiro público dentro do gabinete do “01”.
Queiroz não está foragido, não há contra ele qualquer ordem de prisão, mas seu sumiço alimenta dúvidas e reforça especulações sobre seu papel na vida dos Bolsonaro. Enquanto a Justiça se movimenta vagarosamente para definir o seu futuro, a edição de VEJA desta semana traz detalhes de seu passado e de seu currículo, que além dos vínculos com o mais procurado miliciano do Rio, transparece a imagem de um homem temido, violento até com a mulher, e que tem diversos “rolos” a explicar.
Em cartaz, a “Melindrosa do Conje”
Diga aí: Bolsonaro engana mais na hora da ginástica ou como Presidente?
Reinaldo Azevedo, na Band, revela novos lances da Vaza Jato
Vá direto para o 12º minuto do vídeo
Laranjais em flor: Carluxo contratou parentes que nem moravam no Rio.
O filho do presidente Jair Bolsonaro e vereador na cidade do Rio, Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), empregou a madrasta, Ana Cristina Siqueira Valle, e sete de seus familiares na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
A revista ÉPOCA constatou, porém, que alguns deles jamais moraram no Rio ou pisaram no prédio histórico onde trabalham os vereadores, localizado na Cinelândia.
Pelo contrário, até moravam em outro estado.
O ataque cibernético à produção de energia elétrica na Venezuela está explicado

Veja caro leitor, clicando neste link, como a BBC discorre sobre as guerras cibernéticas focadas na geração, transmissão e distribuição de energia elétrica. Rússia e Estados Unidos estão à frente desses ataques.
O que explica as queixas de Maduro, que durante uma semana perdeu o controle sobre a energia elétrica do seu País. Certamente a ajuda russa foi importante no momento do ataque norte-americano.
No ataque, ocorrido no princípio de março, a capital Caracas e grande parte do País ficaram sem energia.
Antonio Henrique Júnior propõe mudança do nome de São Félix do Coribe

O deputado Antonio Henrique (PP) apresentou o Projeto de Lei 23.382/2019 que altera o nome do município de São Félix do Coribe para São Félix do Corrente.
A mudança “se dá em razão do descontentamento e desconforto da comunidade” com a nomenclatura atual, explicou o parlamentar.
Na justificativa da proposição, ele argumenta que durante o processo de emancipação política e administrativa do município, houve um equívoco quanto ao limite intermunicipal com o município de Coribe.
“Acreditava-se que o limite territorial era o Rio Corrente, quando na realidade era uma linha imaginária que partia da foz do Rio Formoso, afluente do Rio Corrente, em direção leste, até o encontro com o Riacho da Pedra Branca”.
Desde então a população, vem expressando o desejo de ter este equívoco sanado e de que o nome do município seja alterado para São Félix do Corrente.
Citando a Constituição Federal, Antonio Henrique Júnior lembra que é viável materializar esta vontade popular, desde que o plenário da Assembleia Legislativa da Bahia aprove o projeto de lei elaborado por ele.
General demitido diz que Governo Bolsonaro é um show de besteiras
Após ser demitido da Secretaria de Governo da Presidência da República, o general Carlos Alberto dos Santos Cruz falou sobre o governo de Jair Bolsonaro.
Em entrevista à revista Época, ele disse que a gestão do presidente perde tempo com “bobagens” quando deveria priorizar questões relevantes para o país.
“Tem de aproveitar essa oportunidade para tirar a fumaça da frente para o público enxergar as coisas boas, e não uma fofocagem desgraçada. Se você fizer uma análise das bobagens que se têm vivido, é um negócio impressionante. É um show de besteiras. Isso tira o foco daquilo que é importante. Tem muita besteira. Tem muita coisa importante que acaba não aparecendo porque todo dia tem uma bobagem ou outra para distrair a população, tirando a atenção das coisas importantes. Tem de parar de criar coisas artificiais que tiram o foco. Todo mundo tem de tomar consciência de que é preciso parar com bobagem”, afirmou Santos Cruz à revista.
Sabe, General, aqui do Sertão Nordestino, tão longe dos corredores palacianos, sentimos a mesma coisa. O Governo não passa de uma sucessão trágica de desmandos e esquetes de novela mexicana.
Bolsonaro coloca um general da ativa na articulação política

Luci Ribeiro e Vera Rosa, do Estadão.
O presidente Jair Bolsonaro decidiu que a Casa Civil de Onyx Lorenzoni não cuidará mais da articulação política do Planalto. O desafio agora ficará a cargo da Secretaria de Governo, comandada pelo recém-nomeado general Luiz Eduardo Ramos.
A mudança, antecipada esta semana pelo Estado, foi confirmada em medida provisória publicada nesta quarta-feira, 19, e ocorre depois de sucessivas derrotas e desencontros do Planalto com o Congresso.
Para assumir a interlocução, a Secretaria de Governo terá em sua estrutura a Secretaria Especial de Assuntos Parlamentares, que substitui a Subchefia de Assuntos Parlamentares, antes abrigada na Casa Civil.
A pasta de Onyx, por sua vez, extinguiu a secretaria voltada para o Senado e transformou a secretaria criada para tratar com a Câmara na Secretaria Especial de Relacionamento Externo.
Como o Estado mostrou, o ministro da Economia, Paulo Guedes, sugeriu a Bolsonaro que puxe o secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, para a coordenação política de sua equipe.
Ex-deputado do PSDB, Marinho é considerado por seus pares um hábil negociador e, até a votação da reforma da Previdência, poderia acumular as funções.
No entanto, Bolsonaro ainda não bateu o martelo sobre o assunto e ainda não está definido se a nova Secretaria Especial de Assuntos Parlamentares, sob a alçada da Secretaria de Governo, será liderada por Marinho.
Rede de supermercados da Suécia decide boicotar produtos brasileiros
A rede sueca de supermercados Paradiset anunciou nesta quarta-feira (5) um boicote a todos os produtos do Brasil, em consequência da liberação recorde de novos agrotóxicos pelo governo brasileiro. Do total de 197 agrotóxicos já autorizados neste ano pelo Ministério da Agricultura, 26% são proibidos na União Europeia, em razão dos riscos à saúde humana e ao meio ambiente.
Claudia Wallin, correspondente da RFI em Estocolmo
“Precisamos parar (o presidente) Bolsonaro, ele é um maníaco”, disse à RFI o presidente do grupo Paradiset, Johannes Cullberg.
“Quando li na imprensa a notícia da liberação de tamanha quantidade de agrotóxicos pelo presidente Bolsonaro e a ministra (da Agricultura) Tereza Cristina, fiquei tão enfurecido que enviei um email a toda a minha equipe, com a ordem ‘boicote já ao Brasil’”, acrescentou Cullberg.
A Paradiset é a maior rede de produtos orgânicos da Escandinávia. Ela já retirou de suas prateleiras os seguintes produtos brasileiros: quatro diferentes tipos de melão, melancia, papaya, limão, manga, água de coco e duas marcas de café, além de uma barra de chocolate que contém 76% de cacau brasileiro em sua composição.
Apelo por apoio de outros supermercados
“Não podemos em sã consciência continuar a oferecer alimentos do Brasil a nossos consumidores, num momento em que tanto a quantidade como o ritmo da aprovação de novos agrotóxicos aumenta drasticamente no país. Decidimos portanto retirar os produtos de nossas prateleiras”, disse Johannes Cullberg em comunicado divulgado à imprensa sueca e publicado com destaque pelo Dagens Nyheter, um dos maiores jornais do país.
“Não temos carne brasileira em nossas lojas, e certamente não iremos comprar”, acrescentou Alexander Elling, assessor de comunicação da Paradiset.
Cullberg espera que sua ação possa levar outros fornecedores a aderir ao boicote. “Não podemos aceitar este tipo de atitude insana em relação ao nosso planeta, ao nosso povo e à nossa saúde”, destacou o presidente.
Glifosato
Três dos 31 agrotóxicos liberados mais recentemente no Brasil são de produtos que usam como base o glifosato, substância classificada pela OMS como potencialmente cancerígena e que é alvo de milhares de ações judiciais no Estados Unidos. Estudos recentes também comprovaram a relação entre o glifosato e o linfoma Não-Hodgkin, um tipo de câncer que tem origem nas células do sistema linfático.
Uma pesquisa da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) alertou que, mesmo que alguns dos efeitos de intoxicação por agrotóxicos sejam classificados como medianos ou pouco tóxicos, não se deve perder de vista os “efeitos crônicos que podem ocorrer meses, anos ou até décadas após a exposição, manifestando-se em doenças congênitas” como câncer, malformação congênita, distúrbios endócrinos, neurológicos e mentais.
Segundo o sueco Johannes Cullberg, o Brasil já teve uma das mais progressistas estratégias de alimentação do mundo, mas agora os consumidores do país estão expostos a produtos extremamente perigosos. “Isto é uma loucura”, destacou Cullberg.
“Não posso escolher o presidente do Brasil, mas posso escolher o que vou comer.”
Esta briga vai render: Pastor Isidório X Olavo de Carvalho. A República derrete.

O folclórico deputado federal Pastor Sargento Isidório, o mais votado na Bahia, aquele que anda com uma Bíblia a tiracolo e defende que gays podem ser curados, apresentou à Câmara um projeto de decreto legislativo para retirar do guru desbocado do Governo, Olavo de Carvalho, o título de Grã-Cruz, mais alto grau da Ordem de Rio Branco, dado a ele por Bolsonaro.
“Esse Sr. Olavo, que não é Bilac, não desempenhou nenhum serviço meritório e tampouco possui virtude cívica. Apesar disso, o Presidente Bolsonaro, equivocadamente, resolveu agraciar seu ‘guru-astrólogo com a medalha do Rio Branco” escreveu o deputado em sua justificativa.
“Trata-se de uma pessoa descompensada e que, provavelmente, tem algum trauma de infância, que jamais poderia ser conselheiro de um Presidente, se envolvendo e decidindo indicação e exoneração de ministros de Estado, num Governo onde alguns de seus integrantes demonstram a necessidade de acompanhamento psiquiátrico, uma verdadeira ‘doideira’”.
A historieta é contada pela Revista Época.
A Ordem Nacional de Rio Branco
Segundo o Itamaraty, a Ordem Nacional de Rio Branco é uma comenda que o presidente do Brasil atribui a personalidades “pelos seus serviços ou méritos excepcionais, se tenham tornado merecedoras dessa distinção”. Além de Olavo e Mourão, outras 33 pessoas receberam de Bolsonaro o mais alto grau da ordem. Entre as autoridades homenageadas neste nível estão 12 ministros, nove governadores e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).
Entre os ministros agraciados estão Paulo Guedes (Economia) e Sergio Moro (Justiça). Já entre os governadores constam nomes como João Doria (SP), Ibaneis Rocha (DF) e Romeu Zema (MG).
Radicado nos Estados Unidos, Olavo de Carvalho é considerado um guru da ala ideológica do governo Jair Bolsonaro. Ele também é conhecido por fazer duras críticas à ala militar do governo, em especial ao vice, o general de reserva Hamilton Mourão, a quem já se referiu como “idiota”.
Embora Olavo tenha recebido a homenagem, regulamento do Itamaraty indica que o grau de Grã-Cruz deve ser concedido ao “Presidente da República, Vice-Presidente da República, Presidente da Câmara dos Deputados, Presidente do Senado Federal, Presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministros de Estado, Governadores dos Estados da União e do Distrito Federal, Almirantes, Marechais, Marechais-do-Ar, Almirantes-de-Esquadra, Generais-de-Exército, Tenentes-Brigadeiros, Embaixadores estrangeiros e outras personalidades de hierarquia equivalente”.
No mesmo decreto, o presidente também homenageou dois de seus filhos, mas em grau inferior. O senador Flavio Bolsonaro (PSL-RJ) e o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) receberam o grau de Grande Oficial, o segundo mais importante da Ordem.
O Soberano perdeu o Partido. Agora pula de vez para o PSD!
Pois ao que parece o deputado Samuel Júnior (PDT – BA) está muito descontente com seu colega de Partido, o prefeito Oziel Oliveira. Tanto que já foi publicada no TRE a composição da nova comissão provisória em Luís Eduardo Magalhães, com nomes estranhos às hostes dos oliveiras.
Agora, o Prefeito deve mudar para o PSD, partido da primeira dama e deputada Jusmari Oliveira.
A Oposição fala nos corredores que a troca de comando do PDT pode estar ligada às eleições de 2018. Outros, dizem que a baixa aprovação do Prefeito fez com que os dirigentes do Partido fizessem uma nova opção.
A verdade é que Jusmari agora está de fato e de direito no comando e o Prefeito pia na cadência certa da sua chefa.
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A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) adiará julgamento previsto para terça-feira do recurso da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que pede a anulação do processo do tríplex do Guarujá (SP), pelo qual o petista foi condenado e está preso, alegando que houve atuação parcial do então juiz do caso e atual ministro da Justiça, Sergio Moro.
















