Ambiguidade do discurso do Presidente é proposital

Publicado no portal Poder 360. Artigo de Thomas Traumann*

Bolsonaro usa a ambiguidade como método, diz o jornalista Thomas Traumann. Contradição é da retórica do presidente. Comunicação de Bolsonaro não é linear. Ambiguidade do discurso é intencional.

Os discursos do presidente Jair Bolsonaro são pendulares. Em um dia, ele diz que aqueles que fossem aos atos pró-governo para defender o fechamento do STF e do Congresso estariam “na manifestação errada”.

Durante as manifestações do domingo, repletas de ataques e pedidos de prisão do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, Bolsonaro preferiu destacar o “caráter democrático” dos atos. No domingo de manhã, o presidente definiu as aglomerações sendo contra “para aqueles que, com suas velhas práticas, não deixam que o povo se liberte”.

À noite, para a TV Record, ele anunciou que irá procurar Maia e o presidente do STF, Dias Toffoli, para um pacto entre nós pelo Brasil”, mas também que “Centrão virou palavrão”, se referindo ao grupamento de 200 deputados essenciais para aprovar até nome de rua.

A dinâmica da retórica bolsonarista não é exclusividade do seu embate com a “velha política”. Semanas atrás, o presidente assumiu um acordo com o ex-juiz Sergio Moro para nomeá-lo ministro do STF. “Fiz um compromisso com ele, porque ele abriu mão de 22 anos de magistratura. Eu falei: ‘A primeira vaga que estiver lá está a sua disposição. Então, o Moro, eu vou honrar esse compromisso com ele”, disse Bolsonaro à Rádio Bandeirantes.

Dias depois, diante da repercussão negativa, recontou a história em uma transmissão no Facebook:  “Quem me acompanhou ao longo de quatro anos, sabe que eu falava que precisamos de alguém no Supremo com o perfil de Moro. Não teve nenhum acordo, nada, ninguém nunca me viu com Moro (antes da eleição)”, afirmou.

Com o ministro Paulo Guedes é pior. Bolsonaro cansou de elogiar e reforçar sua confiança no ministro, ao mesmo tempo em que defendeu idade mínima de aposentadoria para mulheres abaixo do previsto na reforma da previdência, tentou intervir nos preços dos combustíveis e anunciou uma correção na tabela do imposto de renda.

As três ideias não haviam sido conversadas previamente com Guedes, foram descartadas cautelosamente pelo Ministério da Economia, mas revelavam um presidente não convencido da agenda liberal do seu ministro.

São inúmeros os exemplos das idas-e-vindas das declarações e atos de Bolsonaro. Ele anunciou a mudança da embaixada brasileira em Israel para Jerusalém, depois se contentou com um  escritório diplomático e, por fim, deixou entreaberta a porta da transferência ser feita mais à frente.

Criticou duramente a China na campanha e depois confirmou uma viagem oficial a Pequim para agosto. Foi dúbio na possibilidade de apoiar o uso de território brasileiro para uma invasão da Venezuela para, depois de a hipótese ser rechaçada pelos militares, negar a possibilidade de intervenção brasileira.

Por repetidas vezes, Bolsonaro enalteceu a presença dos ministros militares no governo enquanto simultaneamente condescendia com os ataques pessoais de Olavo de Carvalho aos generais Hamilton Mourão e Santos Cruz.

Fosse outro o presidente que não Jair Bolsonaro seria possível concluir se tratar de um líder inseguro, fraco e volúvel. Mas não Bolsonaro. A ambiguidade do discurso presidencial é intencional, faz parte da construção do personagem de um homem sincero que chegou ao cargo mais alto do País.

É um método que vem desde os tempos nos quais o então deputado só tinha espaço em programas como o Superpop, CQC e Pânico na TV. Para ser chamado e garantir audiência nos programas, Bolsonaro cruzava fácil a fronteira do politicamente correto e exibia com orgulho teses de homofobia, racismo e misoginia.

Na campanha de 2018, perguntado por um executivo de banco sobre essas opiniões, Bolsonaro respondeu rindo “eu falava aquilo para chamar atenção. Ninguém ia olhar para mim se eu não fosse polêmico. Mas fora da TV eu sou outro”. O executivo acreditou e se tornou um defensor público do candidato.

Uma vez presidente, Bolsonaro manteve sua comunicação do “não é bem assim”. Toda vez que é confrontado com uma declaração polêmica, o presidente se diz mal compreendido e culpa a imprensa por distorcer suas palavras. É um método.

Na sexta-feira, 24, ao saber que Paulo Guedes havia ameaçado deixar o governo caso a reforma não fosse aprovada, Bolsonaro disse “é um direito dele, ninguém é obrigado a continuar como ministro meu”. Horas depois tuitou, “peço desculpas por frustrar a tentativa de parte da mídia de criar um virtual atrito entre eu e Paulo Guedes. Nosso casamento segue mais forte que nunca kkkkk”.

A capacidade de dizer, se desdizer e culpar os outros por não entenderem a mensagem não é exclusividade bolsonariana. O presidente americano Donald Trump vive se contradizendo e em muitos casos os dois usam uma tática peculiar de fazer política.

O primeiro impulso, em geral, se dirige ao núcleo de seus apoiadores históricos, aqueles que consideram chocante um vídeo obsceno de carnaval e que os estudantes protestantes do dia 15 eram “idiotas úteis”. Só depois da polêmica posta, há o recuo. Os estudantes se tornaram “inocentes úteis” e o vídeo divulgado pelo perfil oficial no twitter “não foi uma crítica genérica ao carnaval”. Assim, Bolsonaro agrada seu eleitorado hard-core para depois amenizar seu discurso para os militantes moderados.

Há muito de estratégia em algumas das ambiguidades. Ao revelar suas divergências com a agenda de Guedes, o presidente mostra que no fundo o seu coração está compromissado com as mulheres prestes a se aposentar, os caminhoneiros com orçamento  estourado pela alta do diesel e a classe média espremida pelos impostos.

Lógico que, sim, ele apoia e entende os argumentos de Guedes, mas a sua sensibilidade popular está com o povão. Com Sergio Moro, o subtexto foi ardiloso. O ministro que havia vazado a sua irritação com o decreto armamentista e a falta de apoio presidencial ao pacote anticrime viu-se amarrado ao destino de Bolsonaro.

A comunicação do presidente não é linear e isso confunde seus aliados e adversários. As contradições, as provocações e os exageros fazem parte da natureza de Bolsonaro e não há nenhuma perspectiva de que ele vá mudar.

*Thomas Traumann, 51 anos, é jornalista, consultor de comunicação e autor do livro “O Pior Emprego do Mundo”, sobre ministros da Fazenda e crises econômicas. Trabalhou nas redações da Folha de S. Paulo, Veja e Época, foi diretor das empresas de comunicação corporativa Llorente&Cuenca e FSB, porta-voz e ministro de Comunicação Social do governo Dilma Rousseff e pesquisador de políticas públicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Dapp).

“A dívida pública é um mega esquema de corrupção institucionalizado”

Maria Lucia Fattorelli, auditora aposentada da Receita Federal e fundadora do movimento “Auditoria Cidadã da Dívida” no Brasil, deu longa entrevista à Carta Capital.

Ela é a autora da frase do título da matéria, que o leitor pode ver clicando aqui, levou o País a uma situação terrível. Pagamos mais de R$500 bilhões por ano do serviço da dívida.

Quem vai mexer com essa caixa de abelhas?

Paulo Guedes que pertence à banca voraz e aos abutres do mercado financeiro?

O Presidente da República, o qual tem dificuldades com as quatro operações?

O ministro Sérgio Moro, que está cuidando só de preservar sua aposentadoria no STF?

Pelo jeito ninguém. E aí o País é submetido a bobagens como cortes na Educação e na Saúde. Ou reformas de previdência que jogarão as camadas mais vulneráveis no inferno da fome e da falta de medicamentos, como aconteceu no Chile.

A entrevista é de arrepiar.

Caçador morre ferido pela própria arma em Santa Rita de Cássia

Um caçador apelidado de “Nenem” foi ferido por um tiro acidental na propriedade do seu sogro, na localidade de Lagoa do Sequinho, perto da comunidade de Laranjeira, município de Santa Rita de Cássia/BA.

Segundo informações policiais, Nenem estava participando de uma caçada, quando foi ferido com um tiro no queixo. No complexo policial de Barreiras, onde o caso foi registrado, não há maiores detalhes do ocorrido.

No boletim da delegacia, também consta que, ele era esposo de Amélia (agente de saúde do município) e filho de Maria de Vavá, como é conhecida popularmente na região.

Seu corpo foi encaminhado para realização de necropsia no IML regional de Barreiras. O caso será investigado pela Polícia Civil do município. Do blog Alô Salomão.

O triplex tinha outro dono, o sítio também. Por que Lula está preso?

Lula ganharia as eleições com um pé nas costas. Mas daí surgiu o magistrado interessado em fazer o trabalho sujo.

O dinheiro da venda do “triplex” do Lula, destinou-se a pagar dívidas da OAS. O juiz Mouro, julgador interessado na primeira instância, chegou a apresentar como prova um contrato de compra e venda sem assinatura. Levou um carão do réu.

Agora o dinheiro da venda do “sítio” do Lula entrará na conta no Fernando Bittar.

Em dezembro de 2017, pesquisa eleitoral indicava Lula com 34% das intenções de voto; Bolsonaro tinha 17% e Marina, 9%.

Em agosto de 2018, na pesquisa IBOPE, Lula tinha 37%, Bolsonaro 18% e Marina 6%, Ciro 5% e Alckmin 5%. Lula tinha mais votos que a soma de todos os candidatos. 

Quase na mesma data, pesquisa Datafolha indicava:

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 39%
  • Jair Bolsonaro (PSL): 19%
  • Marina Silva (Rede): 8%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 6%
  • Ciro Gomes (PDT): 5%
  • Alvaro Dias (Podemos): 3%
  • João Amoêdo (Novo): 2%
  • Henrique Meirelles (MDB): 1%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 1%
  • Cabo Daciolo (Patriota): 1%

Tudo isso quer dizer: Lula tinha que ser condenado na primeira instância, na segunda instância e ter todos os recursos recusados pelo STJ e pelo STF. 

Pois não hai de ver que o desgraçado ia ganhar a eleição?

Daí prometeram um ministério e um cargo de ministro da Suprema Corte do País, que como juiz de piso e por méritos próprios o Mouro de Maringá jamais conseguiria.

Condenou Lula, fez uma força grande pra Lula não ganhar liberdade, instruiu a sentença da segunda condenação do ex-presidente e aí está, lépido e fagueiro, esperando a aposentadoria ou a morte de um dos 11 ministros do STF para assumir seu cargo de Guardião da Constituição até os 75 anos de idade.

Por outro lado, o Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou escabrosas transações em 39 imóveis de um deputado do Rio de Janeiro, conhecido como Flávio Bolsonaro, hoje Senador da República, e pouca gente está preocupada com isso.  

 

Deputado articula ações para cultivo do Cacau no Cerrado

Uma cultura nobre a ser desenvolvida em áreas da agricultura familiar: este é o objetivo do deputado Antonio Henrique Júnior, trazendo para a região oeste os secretários de Estado Josias Gomes (Desenvolvimento Rural), Lucas Costa (Agricultura), Leonardo Góes (Recursos Hídricos) e o diretor-geral do Instituto Biofábrica de Cacau, Lanns Almeida.

Eles estiveram em um dia de campo, nesta segunda-feira (27), na Estância Solaris, em Riachão das Neves, para conhecer a experiência que está sendo desenvolvida com a cultura do cacau no cerrado baiano.

O produtor Antelmo Pinto Farias demonstrou a viabilidade da alta produtividade na região e apresentou alguns produtos derivados do cacau que estão em fase de desenvolvimento.

O próximo passo é a elaboração de um plano de ação para o fortalecimento da cultura no oeste baiano, começando com a solicitação do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) para possibilitar a expansão do cultivo do cacau, inclusive em áreas da agricultura familiar.

“A produção do cacau na região oeste pode vir a ser um alento para a indústria cacaueira. As novas tecnologias para a produção da fruta em terras do cerrado brasileiro ampliam as nossas perspectivas de desenvolvimento econômico e abre um leque enorme de possibilidades para quem quer investir nessa área”, confidenciou o deputado.

Bahia Farm Show 2019 terá abertura oficial nesta terça-feira (28)

Com número recorde de expositores e otimismo com a safra agrícola, Feira será aberta com a presença do vice-governador João Leão.

A partir desta semana, a Bahia se transformará na capital brasileira do agronegócio. Com abertura oficial marcada para esta terça-feira (28), em Luís Eduardo Magalhães, a Bahia Farm Show 2019 vem marcada pelo otimismo da safra agrícola, inauguração de um novo pavilhão coberto e número recorde de 260 expositores que levarão o que há de mais novo em tecnologia para o setor agrícola. Com a estrutura toda pronta para receber o público, a feira terá acesso liberado, das 9h às 13h, para que os visitantes possam prestigiar a abertura, que será conduzida pelo presidente da Bahia Farm e da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Celestino Zanella, e contará com a presença do vice-governador, João Leão, e do governador do Tocantins, Marcelo Carlesse. A feira agrícola é a segunda maior em volume de negócios por visitante, sendo considerada a maior do Norte/Nordeste do Brasil.

Depois de finalizada a colheita de soja, sendo considerada a segunda maior da história do Oeste da Bahia, e as boas perspectivas para o fim do ciclo do algodão e do milho, a expectativa é que a feira supere os R$ 1,8 bilhão em volume de negócios da última edição.Para Zanella, a feira vem crescendo ao longo dos anos se tornando a maior referência em tecnologia para os agricultores da Bahia e da área de abrangência do Matopiba, que abrange os estados do Maranhão, Tocantins e Piauí.

“Mais do que volume de negócios, estamos focados em trazer as novidades e reunir toda o setor agrícola, agentes financiadores públicos e privados, poder público, empresas privadas, consultores, para que os agricultores possam incorporar as melhores tecnologias e o estabelecimento de regras justas para que os agricultores possam atingir as melhores produtividades. A Bahia Farm representa todo este desenvolvimento tecnológico vivenciado nos últimos 15 anos pelo setor agrícola”, afirma.

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Bolsonaro ressuscita manifestante de 2015 para inflar bola murcha das manifestações de ontem.

Bolsonaro divulga foto de senhora que morreu há seis meses como se fosse do ato de domingo.

O presidente, para enaltecer os protestos em sua defesa no domingo (26), usou uma imagem de um protesto de 2015 em que aparece uma senhora que morreu em novembro do ano passado.

“Presidente, Ministros, Senadores, Deputados, Governadores, Prefeitos, Vereadores, Juízes: vejam a nossa responsabilidade”, escreveu Bolsonaro na legenda da foto publicada em seu Instagram e Twitter.

O pior de tudo é que Bolsonaro postou a mensagem chamando a sua própria atenção. Ou isso é obra do filho tuitero Carlos Bolsonaro?

Carlucho não poupa esforços para inflar a bola murcha das manifestações de ontem. Mesmo que para isso precise usar uma foto fake.

Fachin suspende venda de refinarias e gasodutos da Petrobras.

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, concedeu liminar que suspende processos de venda de ativos da Petrobras, como refinarias, a unidade de fertilizantes Araucária Nitrogenados (Ansa) e a Transportadora Associada de Gás (TAG), este último um negócio bilionário que já fora efetivado pela estatal.

A decisão judicial, concedida na sexta-feira, já chegou ao conhecimento da Petrobras, que irá recorrer para manter os desinvestimentos, afirmou à Reuters uma fonte da estatal com conhecimento do assunto.

A liminar de Fachin cassou decisão de janeiro passado do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que havia derrubado decisão provisória anterior contra a venda pela Petrobras da unidade de gasodutos TAG.

Com a sentença do STJ, a Petrobras pôde fechar no mês passado acordo para vender 90% da TAG para um grupo liderado pela elétrica francesa Engie por 8,6 bilhões de dólares.

Mas Fachin disse que a decisão do STJ afrontou determinação anterior do ministro do STF Ricardo Lewandowski, “ainda que por vias oblíquas ou indiretas, ao permitir a continuidade do procedimento de venda de ativos sem a necessária e prévia licitação e sem a necessária autorização legislativa”.

“Não vejo espaço para, à míngua de expressa autorização legal, excepcionar do regime constitucional de licitação à transferência do contrato celebrado pela Petrobras ou suas consorciadas”, diz a decisão, obtida pela Reuters nesta segunda-feira.

Na liminar, Fachin destacou ainda que é necessário que o plenário do Supremo decida sobre se esses tipos de operações devem ou precedidos de “procedimento licitatório e autorização legislativa”.

A decisão relacionada às refinarias ainda cita um plano anterior da Petrobras, de vender 60 por cento da participação em ativos de refino e logística no Nordeste e Sul do país.

Ao final de abril, a Petrobras atualizou seu plano de venda de refinarias, dizendo que pretende vender oito unidades de refino.

A Petrobras e a Engie não comentaram o assunto imediatamente.

O Sindipetro Unificado-SP, um dos sindicatos que entrou com a ação contra os desinvestimentos, comemorou a liminar como “mais uma vitória” em seu movimento contra privatizações na Petrobras.

Os trabalhadores acusam o processo de venda de “uma série de irregularidades”, incluindo a dispensa de licitação, que segundo eles violaria a liminar anterior, do ministro Lewandowski, citada por Fachin.

As ações preferenciais da Petrobras operava em alta de cerca de 1% por volta das 15h30, enquanto o Ibovespa subia 1,5%.

Por Ricardo Brito da Reuters em Brasília, com reportagem adicional de Rodrigo Viga Gaier no Rio de Janeiro

43% dos dirigentes do mercado financeiro já desaprovam Governo

Os gatos estão arrepiados.

A aprovação do governo Jair Bolsonaro entre os agentes do mercado financeiro caiu entre abril e maio, segundo levantamento da XP Investimentos com 79 gestores de recursos, economistas e consultores, realizado entre os dias 22 e 24 deste mês.

Enquanto o porcentual daqueles que consideram o governo bom ou ótimo caiu de 28% para 14% e a fatia dos que avaliam o governo como regular recuou de 48% para 43%, a avaliação negativa (ruim ou péssimo) subiu para 43%, de 24% na pesquisa anterior.

As manifestações chochas de ontem são um reflexo do que está informando a pesquisa.

Cerca de 560.000 pessoas foram as ruas, conforme análise dos veículos de comunicação. Menos de 1% dos votos obtidos no segundo turno, em outubro de 2018. E bem menos do que as 2 milhões de pessoas que foram às ruas, em 15 de maio, contra os cortes na Educação.

O povão e o sr. Mercado estão frios com Bolsonaro. Quase gelando. O cenário que se desenha é de um Governo fragilizado. Que se encerrará com um golpe das forças de extrema-direita ou no dia 31 de dezembro de 2022.

Há potencial no Brasil para dobrar os ganhos com embarques de produtos para a Ásia

Por José Luiz Tejon Megido, mestre em Educação Arte e História da Cultura pelo Mackenzie, doutor em Educação pela UDE/Uruguai e membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS)

Um estudo divulgado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) indica que há potencial no Brasil para mais do que dobrar os ganhos com embarques de produtos para o continente asiático.

O Brasil exportou 40,67 bilhões de dólares em produtos do agronegócio para China, Indonésia, Japão e Vietnã em 2018, ou cerca de 40% do total embarcado pelo segmento no período. Mas o país pode aumentar em 58,5 bilhões de dólares sua participação nesses mercados, totalizando 99,17 bilhões de dólares, ou seja, mais 144%.

Representantes da CNA, que integram a delegação que acompanhou a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, em viagem a China contaram que o mercado chinês é a grande promessa e pode gerar 20 bilhões de dólares a mais no futuro. Segundo a CNA, entre os produtos com maior potencial para alavancar as exportações, encontram-se o complexo soja, cereais, carnes bovina e suína, lácteos e frutas.

A CNA lembra que os chineses foram nossos maiores parceiros comerciais no ano passado, com movimentação recorde de 35,59 bilhões de dólares. Em 2018, o Japão também comprou 2,14 bilhões de dólares do agronegócio brasileiro e tem potencial para crescer 19 bilhões de dólares. A pesquisa da CNA destaca que cereais, carnes bovina e suína, madeira e soja em grão estão entre os itens com mais oportunidade de demanda no mercado japonês.

Já a Indonésia tem potencial para aumentar a compra dos complexos soja e sucroalcooleiro em 10,2 bilhões de dólares, e apenas no ano passado ficou em 1,26 bilhões de dólares as exportações. E o Vietnã pode render 9,3 bilhões de dólares, além dos atuais 1,68 bilhão de dólares que o Brasil já exporta do complexo soja, e de produtos florestais, têxteis e cereais, que representam cerca 70% desse potencial de crescimento.

As mídias sociais estão à procura do tal Moura? Você viu por aí?

Seria aquele cara que mora com a Rosângela, o compadre do advogado Zucolotto, aquela que solta os doleiros mais chegados ou aquele que não prendeu ninguém no maior escândalo financeiro do País, no caso Banestado?

Não, senhores, o Moro é aquele que chamam de Marreco de Maringá, pela sua voz grave, séria e profunda.

Esse Sérgio Moura é apenas o ´”ídalo” da classe média reacionária e tosca, que tem horror de pobreza porque já foi pobre um dia.

Governo vai comprar 106 mil pistolas para as forças policiais

O Ministério da Justiça e Segurança Pública prepara uma megalicitação para compra de 106 mil pistolas para a Força Nacional e polícias Civis e Militares dos Estados.

É a 1ª vez que o órgão prevê uma licitação do tipo. O custo será de R$ 444 milhões, dividido entre governo federal e Estados.

As informações são de reportagem do jornal O Globopublicada nesta 2ª feira (27.mai.2019).

A reportagem teve acesso ao texto preliminar do edital, discutido em audiência pública da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública), em 9 de maio. A reunião teve o objetivo de obter informações de empresas para possíveis alterações do texto. O edital definitivo deverá ser lançado no 2º semestre.

O texto atual descreve a compra de “pistolas de calibre 9x19mm com 4 carregadores e uma maleta”. E permite que empresas estrangeiras participem da seleção.

A distribuição está descrita entre regiões. São: 15.414 para o Norte, 29.117 para o Nordeste, 34.965 para o Centro-Oeste, 4.560 para a região Sudeste e 22.480 para o Sul.

A Senasp comprará 15% das pistolas para abastecer 15 Polícias Militares, 10 Polícias Civis, 16 órgãos de perícia oficiais e a Força Nacional. Os Estados deverão adquirir o restante para suprir o déficit de armamentos dos locais.

O Rio de Janeiro não participa do edital. O gabinete de intervenção do Estado já adquiriu pistolas para as polícias locais no início deste ano. Editado pelo Poder 360.

Nota da Redação:

É claro que as PMs e a Polícia Civil precisam ter armas em ordem. São fatos comuns armas travando e munição falhando, bem como coletes de proteção vencidos. Mas que a licitação deixa um gostinho de retribuição por verbas de campanha, em Caixa 2, isso deixa. 

Infraestrutura hídrica terá gabinete Itinerante na Bahia Farm Show

A Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento da Bahia (Sihs) participará, no período de 28 de maio a 01 de junho, da Bahia Farm Show, maior vitrine do agronegócio do Norte e Nordeste do Brasil.

Além de vitrine, a Bahia Farm Show também é palco de tomada de importantes decisões, já que a feira faz parte dos compromissos dos governantes, executivos públicos, CEOs de empresas, e muitos outros.

Nesse sentido, a Sihs, montará um gabinete itinerante, com o objetivo de atender às demandas relacionadas à Infraestrutura Hídrica e Saneamento, principalmente à região Oeste.

Na terça-feira (28), o Secretário de Infraestrutura Hídrica e Saneamento, Leonardo Góes, vai estar presente na abertura do evento, e à convite do CONSID – Consórcio Intermunicipal do Oeste Bahia, irá participar do Simpósio – Articulação e Ação Interterritorial, junto com representantes da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), da Secretaria de Agricultura (Seagri), do Banco do Nordeste, da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (AIBA), da Associação dos Criadores de Gado do Oeste da Bahia e do Sindicato dos Produtores Rurais de Barreiras.

A convite da Sihs, na quinta-feira (30), a baiana Anna Luísa Beserra, irá palestrar no Workshop – Idéia e Agro – Porteira aberta à Inovação, evento com o objetivo de discutir projetos de tecnologia e inovação para jovens acadêmicos. A jovem cientista criou o AQUALUZ, equipamento que filtra água de cisternas utilizando luz solar , desenvolvido para solucionar o problema da falta de água potável, muito comum principalmente em regiões castigadas pela seca.

PRF na Bahia apresenta balanço do primeiro quadrimestre de 2019 e alcança  redução de 50,06% das mortes nas rodovias

A Polícia Rodoviária Federal na Bahia divulga o balanço operacional dos primeiros quatro meses do ano que demonstra o alcance além das metas estipuladas pelo Departamento para a Regional, quando considerados os indicadores de esforço como fiscalização de pessoas, de veículos, realização de testes de etilômetro, ações educativas, redução de acidentes, além de dados de apreensão de armas, munições, drogas e materiais contrabandeados, pessoas presas, veículos recuperados, animais silvestres resgatados e autuações realizadas.

Criminalidade

No combate à criminalidade, 221 veículos foram recuperados pela PRF neste quadrimestre, em razão de fraudes (como clonagem e adulteração) ou com registro de roubo.

As apreensões também alcançaram números expressivos: 1.011.990 maços de cigarro contrabandeados, 29 armas, 168 munições, 2.316 notas falsas, 809,75 kg de drogas (maconha, crack e cocaína) e 3.375 unidades de anfetaminas foram tirados de circulação. Além disso, quase 700 pessoas foram detidas, por crimes diversos, como tráfico de entorpecentes, crimes ambientais, exploração sexual e de trabalho análogo ao escravo, e mais de 400 animais silvestres foram resgatados.

Quando comparado com o mesmo período de 2018 (285.870 maços), a apreensão de cigarros correspondeu a um aumento de 254%, enquanto que a de drogas teve um incremento de 151,06% (no ano passado 322,53 kg de maconha, crack e cocaína foram apreendidas).

Fiscalização e Autuações

No tocante às fiscalizações com abordagem, foram realizadas 87.045 fiscalizações a veículos e 99.422 consultas a pessoas. No combate à embriaguez ao volante, foram realizados 65.727 testes de alcoolemia, quando comparado com o mesmo período do ano de 2018 (quando 49.272 fizeram o teste), houve um aumento de 33,4% de testes realizados. Até abril deste ano, 971 pessoas já foram autuadas por constatação no teste de alcoolemia, um aumento de 26,10% quando comparado com o mesmo período de 2018 (foram 770 pessoas autuadas por dirigir sob influência do álcool).

Ainda, foram realizadas 25.561 autuações por excesso de velocidade e 11.301 por ultrapassagens proibidas.

Outras modalidades de infrações também foram registradas, alcançando-se o total de 193.668 autuações.

Acidentes e Educação para o Trânsito

Embora a constatação da não observância das normas de trânsito por muitos usuários das rodovias, foi desenvolvido pela Regional um mapeamento e intensificação da fiscalização com o foco na redução de acidentes, nos pontos críticos de ocorrência de óbito ou lesões graves.

O resultado da implementação, desde 2011, de uma estratégia ousada, com um trabalho atuante e intenso da PRF na Bahia, fez com que se alcançasse, ao final do mês de abril de 2019, uma redução de 50,06% das mortes nas rodovias federais do estado, em comparação com os números de nove anos atrás, quando se deu início à Década de Ações pela Segurança no Trânsito 2011-2020, definida no âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU).

Isso significa que PRF na Bahia conseguiu atingir, com um ano e oito meses de antecedência, a meta estipulada de redução (50%) das mortes no trânsito no período de 2011 a 2020, definida no âmbito da ONU, na qual o Brasil, assim como diversos países, se comprometeu na prevenção e redução dessas mortes. Trata-se, segundo dados da Organização, da nona causa de mortes em todo o mundo.

No comparativo com o período de janeiro a abril de 2018, houve redução de 17,51% do número de acidentes (1.406 em 2019 contra 1.268 em 2018), do total de acidentes, 322 foram de natureza grave (redução de 12,73%), 324 tiveram feridos graves (redução de 10%) e houve 25% de redução nos acidentes fatais (123 mortes em 2019 contra 164 em 2018).

Complementam as ações de prevenção de acidentes, os trabalhos de educação para o trânsito que buscam a sensibilização de motoristas e passageiros da importância da construção de um trânsito mais seguro. Através destes projetos, a PRF na Bahia alcançou mais de 17.919 pessoas nos comandos específicos do Cinema Rodoviário e demais ações educativas promovidas pela Regional.

 

 

Pirelli anuncia fechamento de sua fábrica em Gravataí, na Grande Porto Alegre

2018:

“Em Gravataí (RS), cidade fabril ao lado de Porto Alegre, Bolsonaro recebe 60% dos votos válidos no primeiro turno das eleições e mais de 70% no segundo”

Em 2019, a Pirelli anuncia o fechamento de sua fábrica.

Veja no link clicando aqui.

Manifestações em apoio ao Governo são menores que a expectativa.

De juiz de primeira instância, a Ministro da Justiça, a carreira de Moro agora alcança a maior promoção: Super Homem. Mente pra mim que eu gosto.

Atos em apoio ao governo de Jair Bolsonaro ocorreram neste domingo (26) em várias cidades do país. Os apoiadores defendem a reforma da Previdência, o pacote anticrime, o porte e posse de armas, além de ministros do governo como o da Justiça, Sergio Moro, e o da Economia, Paulo Guedes.

Brasília

Em uma manhã de sol, os apoiadores se concentraram no gramado da Esplanada dos Ministérios, na altura do Palácio Itamaraty. Cinco carros de som ocupavam a pista com mensagens em apoio à agenda do governo federal como a Medida Provisória 870, da reforma administrativa, a reforma da Previdência Social (Emenda Constitucional nº 6/2019) e os projetos de lei que compõem o pacote anticrime. Os manifestantes também declaravam apoio à Operação Lava Jato e pediam a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Cortes Superiores, conhecida como Lava Toga.

A manifestação – convocada por movimentos como Ordem e Progresso; Limpa Brasil; e Organização Nacional dos Movimentos – foi marcada pela diversidade de participantes que criticavam o Supremo Tribunal Federal (STF), protestavam contra o Congresso Nacional e lideranças parlamentares. Alguns manifestantes defendiam a volta do regime monarquista.

Havia faixas também com dizeres favoráveis ao ministro Paulo Guedes e um boneco inflável de 20 metros que misturava a imagem do ministro Sergio Moro com o personagem de quadrinhos e cinema Super-Homem. De acordo com a Polícia Militar, o ato reuniu entre 15 e 20 mil pessoas.

São Paulo

Diversos movimentos estacionaram carros de som ao longo da Avenida Paulista, na região central da capital, para o ato de apoio ao governo de Jair Bolsonaro. Próximo ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), foi inflado um boneco gigante do presidente.

Pessoas participam de manifestação pró-governo na avenida Paulista em São Paulo, Brasil, em 26 de maio de 2019
A polícia não fez estimativa de público. Um dos carros de som, do movimento Brasil Conservador, trazia um grande cartaz com uma fotografia de Jair Bolsonaro. Um caminhão verde-oliva foi estacionado em uma das calçadas da via por um grupo que pede intervenção militar.

A maioria dos manifestantes que caminhava pela avenida, que aos domingos fica fechada para os carros, usava roupas verde-amarelas ou estava enrolado na Bandeira Nacional. Vários participantes levavam faixas e cartazes com as pautas do protesto, como o apoio à reforma da Previdência e ao pacote anticrime, apresentado pelo ministro da Justiça, Sergio Moro. Um grupo de motoqueiros passou em carreata pela Avenida Brigadeiro Luiz Antonio, que corta a Paulista.

Rio de Janeiro

Os manifestantes fizeram a concentração no Posto 5 da orla de Copacabana e se espalharam até o Posto 4. Durante a manifestação, que começou às 10h, as únicas faixas liberadas para o trânsito também foram ocupadas. Aos domingos, as faixas junto à praia são interditadas para área de lazer e as do canto, perto dos prédios, ficam liberadas aos motoristas.

Os participantes do ato começaram a chegar ao local por volta das 9h. Muitos deles vestiam roupas com as cores verde e amarela e carregavam faixas. Muitos levavam bandeiras do Brasil, que também estavam expostas nas fachadas de prédios. Ao longo das pistas, ambulantes vendiam produtos como cornetas, apitos e bandeiras, cujos valores variavam de R$ 5 a R$ 30.

A Polícia Militar não calculou o número de manifestantes. Mas agentes presentes ao local informaram que não foi necessário reforçar o esquema de policiamento de rotina realizado pelo 19º Batalhão de Polícia Militar (BPM) para os fins de semana na orla de Copacabana. Houve apenas o apoio do 2º BPM (Botafogo) e 23º BPM (Leblon) em áreas desses dois bairros próximos. A Guarda Municipal também estava presente para orientar o trânsito e participar do patrulhamento.

Aracaju

O ato na capital sergipana foi organizado pelo núcleo estadual do PSL e pelo movimento Sergipe com Jair Bolsonaro. Os manifestantes se reuniram, a partir das 15h, no Mirante da Treze de Julho, na Avenida Beira Mar. 

Um vídeo veiculado no perfil do movimento mostra trechos da manifestação, em que pessoas seguram cartazes com os dizeres “Capitão, nenhum soldado desistiu da batalha. Estamos com você até o fim”, “Centrão, nós vamos dissolver vocês, um a um” e “A única coisa que coloca medo em político é o povo na rua”. Outras comparecem agitando bandeiras do Brasil e de Israel.

De acordo com José Egnaldo Chagas De Souza Junior, representante do movimento, 5 mil pessoas estão presentes no ato. A reportagem também procurou a Polícia Militar a fim de obter o número de participantes, mas a corporação disse que não informa estimativas de público. 

Curitiba

Em Curitiba, a manifestação teve como ponto de partida a Praça Santos Andrade, onde está localizado um dos campi da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Por volta das 16h30, o grupo seguiu em direção à Praça Zacarias, a dois quilômetros de distância. Segundo o advogado Thiago Chamulera, um dos organizadores que afirma prezar pela “imparcialidade”, do que decorre sua escolha pelo afastamento de “grupos políticos”, o corpo de manifestantes foi aumentando, à medida que avançavam ao segundo local. Ele estima que, quando deixou o ato, por volta das 17h40, 20 mil pessoas se encontravam ali.

Na galeria de fotos e vídeos da página do evento no Facebook, é possível ver manifestantes vestindo camisetas com mensagens como “Curitiba sem mimimi” e o número 17 estampado nas costas, em referência ao número utilizado pelo presidente Jair Bolsonaro nas eleições. Um participante portava um cartaz que dizia: “Um novo Brasil começa a surgir… Os verdadeiros brasileiros agradecem!”

De acordo com os organizadores, o ato reuniu 15 mil pessoas. A Polícia Militar do estado, no entanto, informou que não faz estimativa de manifestantes em protestos.

Governo

Mais cedo, no Rio de Janeiro, ao participar de um culto na Igreja Batista Atitude, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, o presidente Jair Bolsonaro afirmou disse que a população está indo às ruas neste domingo para defender o futuro do país: “Hoje, por coincidência, é um dia em que o povo está indo às ruas não para defender o presidente, um político ou quem quer que seja. Ele está indo para defender o futuro desta nação”.

Material da Agência Brasil, editado por O Expresso. Os números dos manifestantes da Agência Brasil não são confirmados por outros veículos da grande mídia, mas preferimos publicá-los porque expressam a versão oficial.

As palavras malditas, ditas em horas pouco oportunas.

Não sei se já são os primeiros efeitos do cortes nas verbas da Educação, mas a verdade é que os eleitores de Bolsonaro nunca tiveram muita intimidade com a língua de Luís de Camões, a “última flor do Lácio, inculta e bela”, no dizer de Olavo Bilac.

Para eles, mais do que cultuar a Língua dos seus pais, é importante portar uma arma de 1.600 joules de impacto.

Madame Almerinda, a profetisa, que parece estar desembarcando da nave bolsonarista, me ligou escandalizada:

– Creedo, meu querido periodista, essa palavra inserida no cartaz pode ser de mau augúrio. Lembra de Mussolini, que terminou pendurado pelos pés num posto de gasolina? Lembra de Sadam Hussein, que acabou enforcado depois de puxar saco de norte-americanos durante 15 anos?

Observe no cartaz, que eles foram ainda muito felizes. Dada a estupidez de alguns espécimes raros da extrema-direita, poderiam ter escrito “fássil” e “forssa”.

Vereador rebate deputado bolsonarista que chamou a Bahia de “lixo”

O vereador de Salvador, Luiz Carlos Suíca (PT), soltou o verbo ao rebater o deputado bolsonarista, líder do PSL na Câmara Federal, Delegado Waldir (GO), que chamou a Bahia de “lixo” esta semana.

Para o edil, falta conhecimento de história, de ética e de civilidade para os defensores ‘ferrenhos’ do governo de Jair Bolsonaro (PSL). “Tem que respeitar o berço da Independência do Brasil. Ao menos 10 revoltas, que aconteceram aqui na Bahia, culminaram com ações nacionais, de interesse de todos os brasileiros. No dia 2 de julho, comemoramos a Independência da Bahia. Este estado, foi um dos mais combativos da história do Brasil, desde o período colonial. Somos de luta!”, descreve Suíca.

De acordo com o petista, “os políticos que atuam contra o Nordeste, que odeiam baianos e nordestinos, têm que ser marcados na história como conspiradores”. O vice-líder da oposição lembra que foi em Cachoeira, no Recôncavo Baiano, que começou as batalhas travadas pela conquista da Independência do Brasil, que tiveram início no dia 25 de junho de 1822. “Foi em Cachoeira que se iniciou o movimento que culminou na proclamação de Dom Pedro I como imperador. Isso sem contar nas belezas naturais que só aqui têm. Temos um litoral belíssimo, com praias paradisíacas, uma das mais lindas chapadas, a Chapada Diamantina, uma das maiores reservas de água do país. Cultura popular explosiva, intelectuais e músicos que nunca foram superados”, completa.

Para Suíca, a ideia de desmerecer a Bahia é também um pouco de “inveja”. Ele aponta que foi no estado baiano que Bolsonaro teve suas maiores derrotas.

“No primeiro turno perdeu com pouco mais de 23%, e no segundo foi de lavada. Bolsonaro teve 27% e Haddad mais de 72% dos votos válidos.

E não venha falar do PT não, que aqui foi onde mais reduzimos a pobreza, até mais que o Brasil, proporcionalmente falando. Então, é bom respeitar a história.

É fundamental respeitar as pessoas, o povo, mas os políticos ligados a Bolsonaro não sabem disso, só entendem de laranjal. Enquanto fazem fumaça, o Queiroz segue sumido. E nós seguimos no meio do caos governamental que essa turma colocou o país”, finaliza.

Brasil vive momento ruim na economia por “falha de diagnóstico”, afirma especialista

Para o vice-presidente da Cofecon, Antônio Corrêa de Lacerda, faltam planos para fomentar o crescimento.

Repórter Marquezan Araújo, da Agência do Rádio Mais

Dados divulgados na segunda-feira pelo Banco Central revelam que economistas do mercado financeiro elevaram a previsão de inflação para este ano, de 4,04% para 4,07%. Ao mesmo tempo, a estimativa de expansão da economia em 2019 foi reduzida. O recuou foi de 1,45% para 1,24%, o que levou o indicador à 12ª queda seguida.

O cenário econômico do Brasil dá sinais de enfraquecimento e essa situação tem ligação direta com o momento político enfrentado pelo País. A avaliação é do vice-presidente do Conselho Federal de Economia (Cofecon), Antônio Corrêa de Lacerda. De acordo com ele, o bate cabeça entre membros do governo – que acontece dentro e fora do Congresso Nacional – agrava as incertezas sobre o crescimento da economia nacional, o que tende a “afastar os investimentos e a chamada confiança”.

Lacerda, no entanto, alerta para outros possíveis motivos que impedem o avanço do País no setor econômico, como por exemplo, o que ele chama de “falha de diagnóstico”. “Na verdade, esse é um governo que assumiu com uma postura ultraliberal, que acreditou muito que as forças do mercado, por si só, pudessem elevar o crescimento da economia. Mas isso não ocorre em nenhum país do mundo, nem na nossa experiência própria”, explica.

A crítica do economista é, principalmente, sobre a falta de planos e medidas concretas para fomentar o crescimento do Brasil. “Que medidas são essas? Medidas de política industrial, medidas ligadas ao crédito e financiamento. Por exemplo: nessa área de crédito e financiamento, o Brasil está com seu menor nível de taxa básica de juros, que é a Selic. Mas o juro ao tomador final é muito mais elevado”, afirma.

Lacerda também lembra que a crise econômica afeta todas as classes sociais, inclusive as pessoas que possuem um melhor poder aquisitivo. “Além disso, o nível de desemprego muito elevado, a renda das famílias atrofiadas pelo aumento de custo de vida, não apenas a inflação básica, mas o plano de saúde, mensalidade escolar, taxa de condomínio, tudo isso que pega mais da classe média para cima, que tem aquele maior poder de compra”.

Números do Brasil

Dados divulgados na última segunda-feira pelo Banco Central revelam que economistas do mercado financeiro elevaram a previsão de inflação para este ano de 4,04% para 4,07%. Ao mesmo tempo, a estimativa de expansão da economia em 2019 foi reduzida. O recuou foi de 1,45% para 1,24%, o que levou o indicador à 12ª queda consecutiva.

No final de março, o cenário projetado era melhor: o Banco Central havia estimado um crescimento de 2% para a economia brasileira em 2019, enquanto e o Ministério da Economia projetou uma expansão de 2,2%. Já para o ano que vem, a expectativa era que o crescimento da economia permanecesse em 2,50%.

Setor da Indústria

O momento de incertezas econômicas no Brasil se refletiu não apenas na vida do cidadão comum, como também no setor da industrial do Brasil. Essa insegurança foi percebida com a divulgação do Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), que teve um recuo de 1,9 ponto em maio e atingiu 56,5 pontos. Essa é a quarta queda consecutiva registrada do índice.

O economista da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Marcelo Azevedo, afirma que “apesar das quedas recentes, a confiança continua elevada, acima dos 50 pontos, inclusive acima da média histórica do índice”. Mesmo assim, Azevedo lembra que os empresários estão percebendo mais dificuldades neste início de ano, do que acreditavam que perceberiam no final do ano passado.

Esse quadro poderia ser revertido, segundo o economista, caso projetos importantes em tramitação no Congresso Nacional fossem aprovados. “O andamento da reforma da Previdência certamente seria muito importante para uma recuperação da confiança”, afirma.

“Isso poderia sinalizar o andamento de outras reformas ainda mais importantes, que teriam um efeito até mais imediato na atividade econômica, em especial na atividade industrial, como a reforma Tributária, por exemplo”, conclui o economista.

Cenário internacional

Entender o panorama econômico brasileiro não se limita às fronteiras do Brasil. A guerra comercial entre Estados Unidos e China, por exemplo, tem rendido novos capítulos e se agravado ainda mais. Enquanto o presidente americano, Donald Trump, elevou as tarifas sobre US$ 200 bilhões em importações chinesas de 10% para 25%, Pequim respondeu que reagiria elevando as taxas sobre US$ 60 bilhões em produtos norte-americanos.

Para o vice-presidente do Conselho Federal de Economia (Confecon), Antônio Corrêa de Lacerda, esse impasse entre as duas nações pode afetar os planos brasileiros de expandir a economia. O que, inicialmente, parece bom para o Brasil, pode ser revertido em dificuldades de transações no mercado internacional posteriormente.

“No curto prazo, o Brasil tem sido beneficiado com essa disputa, porque isso tem aberto espaço para vendas dos produtores brasileiros para outros mercados em função do litígio entre as duas potências. No médio e longo prazo, no entanto, o acirramento dos conflitos tende a diminuir o volume do comércio global em atividade, o que prejudica a todos os países, inclusive o Brasil”, explica o economista.

A turbulência econômica na Argentina é outro ponto que atinge o desempenho do Brasil, na visão de Lacerda. Sem alcançar sucesso nos planos, o país governado por Mauricio Macri tem se enrolado, cada vez mais, em uma grave crise político-financeira, que tem como consequência a desvalorização da moeda local.

“A crise argentina significa uma menor capacidade de nossas exportações. Então, isso também dificulta a nossa atividade. Mas é bom sempre lembrar que 90% do nosso crescimento vêm do mercado doméstico. É por isso que deveriam ser intensificadas as ações para reduzir o desemprego e garantir a renda, para favorecer a produção, os investimentos produtivos”, finaliza.

A vida nos trata mal. Só nos consola rir dela.

Piadinhas correntes nos corredores de Brasília, todas maldosas com o nosso soberano, Biroliro, primeiro e único:

-Biroliro não é católico e nem evangélico. É espírita. Basta ver o número de funcionários fantasmas que teve enquanto frequentava a Câmara.

-Sabe por que não saiu sangue na facada do Adélio no Bolsonaro?  Porque não teve corte, foi contingenciamento!

-Será que algum deputado vai votar na integralidade na Reforma da Previdência só para o Posto Ipiranga não se auto-exilar no País?

Tchutchuco é riquíssimo, dono de um patrimônio incalculável e acionista majoritário de um maiores bancos de investimentos do País.

Não está no Ministério para rasgar seda com os petistas, nem para ganhar aquele saláriozinho miserável de Ministro. Muitos menos por patriotada. Está lá para administrar os interesses da “Banca Voraz”, administrar um quinhão suculento da previdência privatizada e continuar sugando os fundos de pensão, como já fazia antes de se tornar o Postinho Ipiranga de Biroliro. 

Uma árvore plantada para cada criança nascida, uma boa ideia.

A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou, nesta semana, um projeto de lei que prevê o plantio de uma árvore para cada criança nascida em qualquer município brasileiro. De acordo com o texto, a árvore deverá ser plantada preferencialmente em área urbana.

Para a relatora da comissão, deputada Norma Ayub (DEM-ES), o texto une educação ambiental e conservação da natureza.

“Os municípios deverão promover plantios de árvores com dados dos registros de nascimentos em seus cartórios, contribuindo para a política nacional do meio ambiente, unindo educação ambiental e conservação da natureza, motivando as famílias a se engajarem em ações concretas”, afirma.

Segundo o PL, as empresas privadas vão poder participar da iniciativa em parceria com o poder público ou doar mudas de árvores. Além disso, a muda também poderá ser ofertada ao pai ou à mãe que solicitar em até 90 dias depois do nascimento da criança.

Caso necessário, o governo local vai poder solicitar todos os meses aos cartórios de registro civil a lista completa dos nascimentos ocorridos. O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, e Constituição, Justiça e de Cidadania. Da Agência do Rádio Mais.

Em Luís Eduardo Magalhães nascem mais de 2.000 crianças por ano. Ainda é pouco, mas é muito frente ao que se está fazendo.

Espera-se que a prometida retirada do lixão da área urbana dê lugar a um grande bosque, com mais de duas mil árvores.

Serviço: ANAC deixa Avianca no chão “por medida de segurança”

Segundo a agência, a empresa não conseguiu comprovar condições mínimas de segurança exigidas, como a manutenção das aeronaves

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) suspendeu preventivamente nesta sexta-feira (24) todas as operações da Avianca Brasil por questões de segurança. Segundo a Anac, “estão suspensos todos os voos até que a empresa comprove capacidade operacional para manter as operações em segurança”.

Segundo a agência, a empresa não conseguiu comprovar condições mínimas de segurança exigidas, como a manutenção das aeronaves. A empresa só poderá retomar as atividades quando demonstrar que cumpre todos essas condições.

Pilotos e comissários da Avianca Brasil fizeram greve nesta sexta (24) nos aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e Santos Dumont, no Rio de Janeiro.

A companhia aérea operava atualmente 37 voos, em média, por dia, no país.

Em nota, a Anac recomendou aos passageiros com voos marcados que entrem em contato com a Avianca e não se desloquem para o aeroporto.

Bolsonaro entregou-se aos encantos do Tchutchuco Rentista

Pelo visto e lido, Bolsonaro continua apostando todas as fichas na Reforma da Previdência.

Será que o Tchutchuco falou pra ele dos custos da transição da velha para a nova Previdência, quando o Governo (todos nós) vai pagar as pensões sem receber a contribuição? 

Ou o Tchutchuco está pensando apenas em irrigar a “Banca Voraz” com o dinheiro do contribuinte no sistema de privatização? 

A conta para fazer a transição seria tão alta que causaria um problema fiscal ainda maior do que o que se pretende combater com a reforma.

Especialistas em Previdência estimam que o país precisaria investir o equivalente a duas vezes o Produto Interno Bruto (PIB), mais de R$ 12 bilhões, ao longo de um período que pode variar entre 35 e 45 anos, para cobrir pelo menos duas gerações.

Até agosto de 2015, Dilma Rousseff  tinha inetado no Minha Casa Minha Vida  R$ 270 bilhões na economia brasileira, de uma carteira de investimentos totais de cerca de R$ 550 bilhões em infraestrutura.

Construindo casas – no sistema de aluguel que o próprio Governo quer – e desenvolvendo as obras de saneamento, Bolsonaro criaria milhões de empregos, principalmente na área da mão-de-obra desqualificada, a mais carente.

E isso pode ser verdade quando o peão da obra, meia hora depois de receber seu salário, está no supermercado, comprando a feira, trazendo recursos de impostos para os Estados e incentivando a indústria a produzir mais.

Gerar consumo, emprego e renda parece ser algo incompreensível para o Tchutchuco Rentista e para o perdidinho Bolsonaro, mais preocupado no momento com a exportação do abacate. 

Um chazinho de camomila para o presidente


Por Marina Amaral, codiretora da Agência Pública, na sua newsletter semanal.

“Espero que não venham pedir dinheiro para mim, que eu não sou o presidente deles. O presidente deles está em Curitiba”, afirmou sobre os governadores nordestinos, o presidente Bolsonaro em uma entrevista ao SBT, em janeiro. Em Curitiba, como se sabe, estava e está preso o ex-presidente Lula. Aliás, um parênteses: vale muito a pena assistir à entrevista de Glenn Greenwald, do Intercept, com Lula. Um belo e respeitoso duelo jornalista/político.

Mas voltando a Bolsonaro. Hoje, o presidente estará em Recife para um encontro com os governadores do Nordeste. Esperam-se manifestações contra ele, especialmente de estudantes, já que o Nordeste foi a região mais beneficiada pela criação de universidades federais.

Embora tenham se unido para enfrentar o anunciado boicote presidencial à região no início do mandato, os governadores adotaram um tom diplomático em relação à visita, segundo a Folha.  “Acho importante que o presidente venha ao Nordeste, ouvir sobre a situação do Nordeste”, afirmou o governador da Bahia Rui Costa (PT).

Esperamos que o presidente compareça com discurso republicano, além dos já anunciados R$ 2,1 bilhões de acréscimo para o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (para obras de infraestrutura). Fraturar o país não anda se mostrando uma estratégia produtiva para a maioria dos brasileiros. Mas, depois de esvaziar as manifestações de domingo, por ele convocadas na esteira daquele estranho texto no Twitter, Bolsonaro parece ter recuperado um pouquinho de bom senso.

Não sabemos se isso deve às exortações de parlamentares do seu partido – como a neo-equilibrada Janaína Paschoal e a pragmática Joice Hasselmann, que sinalizou o perigo de defecções, a exemplo do MBL e do Vem pra Rua. Talvez o exercício de auto-contenção venha a conselho de gente mais graúda – do mercado, ainda à espera das reformas liberais, ou do Exército, que só assumiria o governo, na figura do vice, com mais um ano e meio de mandato do ex-capitão.

Também os filhos do presidente se distanciaram da batalha, contribuindo para amenizar o clima. Flávio, nocauteado pelo tsunami das investigações, se recolheu; Carlos, deu um tempo nos assuntos palacianos e voltou a ser vereador no Rio; e Eduardo deve estar mais preocupado com seu casamento no sábado a ser celebrado por um pastor midiático em uma festa para 250 pessoas. Vamos aguardar a transmissão da festa nas redes sociais.

Para nós, até o momento, o saldo do conflito do presidente com o Congresso, e com seus próprios apoiadores, parece favorável. Temos menos armas apontadas para nossas cabeças – com o recuo no decreto do porte de armas-; a Funai deve mesmo ficar no Ministério da Justiça, mantendo a atribuição de demarcar as terras indígenas – uma lição política do movimento indígena -; e o Coaf não vai se tornar órgão policial sob a batuta de Moro. Habemus instituições.

Que o Congresso e o STF – contra os quais Bolsonaro continua atiçando seus seguidores – mantenham sua independência. Afinal, a frase de Churchill pode ter virado clichê, mas até prova em contrário, continua sendo verdadeira:

“Ninguém pretende que a democracia seja perfeita ou sem defeito. Tem-se dito que a democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos”.

Bahia Farm Show começará com a expectativa de atingir a marca de R$ 2 bilhões em negócios

Já na contagem regressiva, os organizadores trabalham ininterruptamente para deixar tudo pronto

A partir da próxima terça-feira (28) os olhares do setor do agronegócio brasileiro se voltam para o maior evento agrícola do Norte e Nordeste, com o início da 15ª Bahia Farm Show. Até o sábado (1), a Feira será parada obrigatória de agricultores, pesquisadores, estudantes e das mais de 200 empresas expositoras que buscam no evento, uma vitrine estratégica para a divulgação das mais de 900 marcas de produtos e serviços em segmentos como o de sementes, insumos, softwares para o setor rural e até mesmo soluções do setor da construção civil, equipamentos elétricos, irrigação, geração de energia, dentre outros.

Com 95% dos espaços comercializados, a edição que comemora os 15 anos da Bahia Farm Show se ampara no otimismo de boas safras na região Oeste para um retorno positivo. A projeção dos organizadores é alcançar a casa dos R$ 2 bilhões em volume de negócios. Em 2018 a feira atingiu a marca histórica de R$ 1,891 bilhão. E para garantir o sucesso, os preparativos, já em fase final, são ininterruptos nos 144 mil m², área que comporta o evento. As equipes de montagens, jardinagem, eletricistas e pessoal de comunicação visual se revezam para deixar tudo pronto. Em média, são gerados 3.500 empregos diretos no período do evento, além dos indiretos, um reflexo real no aquecimento da economia, com superlotação hoteleira, esgotamento de passagens aéreas e movimentação do comércio em geral.

A principal novidade na edição de 15 anos é a ampliação da sua infraestrutura com um novo galpão do pavilhão coberto e capacidade para 62 novos expositores. Isto corresponde a um aumento direto de 30% do número de empresas e marcas dentro da feira. “Teremos também a implantação de dois novos espaços. O primeiro é a “Ilha da Segurança”, que vai abrigar entidades ligadas à segurança pública do Estado: polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros, Graer, Guarda Municipal e o Exército Brasileiro.  O segundo é a “Ilha da Agricultura Familiar”, onde pequenos e médios agricultores de toda a Bahia vão poder demonstrar e comercializar os seus produtos trazendo o clima das feiras dentro das cidades com artesanato, doces, temperos, frutas, verduras, hortaliças. A presença deles demonstra a união de todos os agricultores, independente da escala de produção”, diz o presidente da Bahia Farm, Celestino Zanella.

O Complexo Bahia Farm Show oferece a expositores e visitantes uma infraestrutura com ruas 100% asfaltadas, dois restaurantes, dois auditórios, amplos estacionamentos, campo experimental com pesquisas do setor agrícola, além de área para test drive com exibições e performances do setor automotivo, posto médico, sanitários, área de lazer, bosque de espécies nativas, central de atendimento ao expositor e ao montador e segurança 24 horas. Estarão presentes sete instituições financeiras com linhas de crédito específicas para a setor. Pelo sexto ano consecutivo, a Bahia Farm Show vai reverter 20% da bilheteria para o Hospital do Oeste. Do valor de 15,00 reais, R$ 3,00 serão para contribuir com as ações da unidade hospitalar. A expectativa é que um público de 70 mil pessoas circule no espaço durante os cinco dias do evento.

Bahia lidera o Nordeste com a geração de 10.093 postos de trabalho em abril

De acordo com as informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), sistematizadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia – SEI, a Bahia gerou 10.093 postos de trabalho com carteira assinada em abril de 2019. O resultado decorre da diferença entre 55.305 admissões e 45.212 desligamentos. Trata-se do maior saldo do mês de abril desde 2014. O resultado superou, também, o saldo do mês de março, quando 2.569 postos de trabalho foram criados.

“Este resultado comprova o papel indutor do Governo da Bahia na geração de emprego, através de uma política consolidada de atração de novos empreendimentos, o apoio à indústria e a realização de obras estruturantes como é o caso de novas estradas, aeroportos, escolas, hospitais, sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário, dentre tantas outras. Vale destacar que a Bahia também é o Estado com maior porcentagem do orçamento destinada a investimentos em 2019, de acordo com dados divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional”, destacou o secretário do Planejamento, Walter Pinheiro.

O saldo de abril deste ano é superior ao registrado em abril de 2018, quando foram criados 1.976 postos de trabalho. Setorialmente, em abril, todos os segmentos contabilizaram saldos positivos: Agropecuária (+2.461 postos), Indústria de Transformação (+2.438 postos), Serviços (+2.328 postos), Construção Civil (+1.575 postos), Comércio (+772 postos), Serviços Industriais de Utilidade Pública (+212 postos), Administração Pública (+194 postos) e Extrativa Mineral (+113 postos).Em relação ao saldo de postos de trabalho, a Bahia (+10.093 postos) ocupou a primeira posição dentre os estados nordestinos e a quarta dentre os estados brasileiros em abril de 2019.

No Nordeste, apenas e Alagoas (-4.692 postos) e o Rio Grande do Norte (-501 postos) não geraram postos com carteira assinada. Todos os outros estados da região apresentaram desempenho positivo.

A Bahia (+10.093 postos) foi seguida pelo Maranhão (+6.681 postos), Ceará (+2.153 postos), Paraíba (+778 postos), Sergipe (+649 postos), Pernambuco (+425 postos) e Piauí (+7 postos).

Acumulado do ano

Nos quatro primeiros meses do ano, a Bahia gerou 22.133 novos postos de trabalho, levando em conta a série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo.

Este resultado faz com que a Bahia ocupe a primeira posição na região Nordeste e a sexta no país quanto à geração de empregos.

No Nordeste, apenas a Bahia e o Maranhão (+3.470 postos) totalizaram saldos positivos. Em contrapartida, sete estados nordestinos totalizaram acumulados negativos.

Pernambuco (-25.698 postos) foi seguido por Alagoas (-21.796 postos), Paraíba (-7.629 postos), Rio Grande do Norte (-5.927 postos), Ceará (-5.624 postos), Sergipe (-4.031 postos) e Piauí (-2.803 postos).

Novo decreto das armas mantém inconstitucionalides mesmo com alterações, avalia consultoria do Senado

De acordo com nota técnica elaborada pelos consultores, tanto o decreto antigo, como atual, vão além da regulamentação do Estatuto do Desarmamento

Apesar das mudanças no conteúdo, o novo decreto das armas editado pelo presidente Jair Bolsonaro e publicado na última quarta-feira (22), no Diário Oficial da União, ainda mantém inconstitucionalidades, de acordo com uma nota técnica da Consultoria Legislativa do Senado.

De acordo com os técnicos, alguns pontos do novo decreto não apresentaram “modificação substancial” em relação ao decreto apresentado anteriormente e “extrapolam a regulamentação” do Estatuto do Desarmamento.

Em um dos trechos da nota, os técnicos explicam que, tanto o decreto antigo, como o atual, vão além da regulamentação, já que estabelecem direito e obrigação não previstos no Estatuto do Desarmamento, “mesmo que seja para suprir uma lacuna na legislação”.

O principal questionamento é em relação à ampliação de categorias que não precisam comprovar a “efetiva necessidade” do direito ao porte de armas. De acordo com a nota, “o decreto é, nesses pontos, exorbitante”.

Os técnicos ainda destacam que “apenas os agentes públicos que estão expressamente elencados no art. 6º do Estatuto do Desarmamento não necessitam comprovar a necessidade para obter o porte de arma.”

Os consultores ressaltam que não estão criticando “o mérito e a razão das escolhas administrativas” do decreto. A explicação é de que a análise é feita sobre as medidas contidas nele, uma vez que não condizem com o Estatuto.

A elaboração da nota técnica surgiu após pedido dos senadores Fabiano Contarato (Rede-ES) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que apresentaram um projeto pedindo a revogação dos dois decretos.

Na última quarta-feira (22), o governo alterou trechos do decreto após sofrer ações judiciais que questionavam as novas regras. Entre as alterações anunciadas estão o veto ao porte de fuzis, carabinas ou espingardas para cidadãos comuns. Da Agência do Rádio Mais.

Formosa já está no clima da XXXV Vaquejada

Já nos preparativos finais para a XXXV Vaquejada de Formosa do Rio Preto, evento realizado pela Prefeitura, o Parque Major Leopoldo está muito movimentado.

Vaqueirama, barraqueiros e visitantes já começaram a chegar para prestigiar a maior e melhor vaquejada gratuita do Brasil, que têm início na próxima quinta-feira (30/05) e acontecerá até dia 02 de junho.

“Está tudo organizado e Formosa aguarda todos de braços abertos para fazermos uma festa bonita, com segurança e paz”, declara o prefeito do município, Dr. Termosires Neto.

Na quinta, a partir de 8h já começa a grande corrida de vaquejada que tem premiação no valor de R$110 mil, e a partir das 20h será realizada a abertura oficial do evento, com momento religioso e a bênção aos vaqueiros, apresentação de dança e a escolha da Miss Vaquejada 2019, com o tradicional desfile estilo country.

Nos dias seguintes, segue a programação com corridas de vaquejada durante todo o dia e shows no palco principal  a partir das 22h com grandes atrações.

XXXV Vaquejada de Formosa do Rio Preto

Programação:
30/05 (quinta-feira) – Concurso Miss Vaquejada, as 20 horas; Shows com Forró Lampejo e Jorginho Vidal, a partir das 22 horas;
31/05 (sexta-feira) – Shows com Caninana e Manu, a partir das 22 horas;
01/06 (sábado) – Shows no Palco Alternativo com artistas locais, a partir das 17 horas; Shows com Jefferson Moraes e DNA de Vaqueiro, a partir das 22 horas;
02/06 (domingo) – Shows no Palco Alternativo com artistas locais, a partir das 17 horas; Forró das Antigas (Limão com Mel e Magníficos), a partir das 22 horas.

Júnior Marabá e o deputado Paulo Câmara visitam FAEB

Júnior Marabá e o deputado estadual Paulo Câmara estiveram ontem em visita à FAEB – Federação de Agricultura do Estado da Bahia, em Salvador.

Foram recebidos pelo presidente Humberto Miranda Oliveira e vice-presidente de Desenvolvimento Agropecuário, Rui Dias de Souza.

Na pauta da visita, as demandas do Oeste, em particular as de Luís Eduardo Magalhães.

Júnior Marabá aproveitou para inteirar-se sobre novas ações da entidade no fortalecimento do Agronegócio, importante setor de geração de emprego e renda, em especial para Luís Eduardo Magalhães.

OAB realiza seminário sobre direito agrário na BAHIA FARM SHOW

Na próxima quarta-feira, dia 29/05 das 10h às 16h será realizado no estande do Sindicato dos Produtores Rurais de LEM, na Bahia Farm Show, o Seminário: “Novas tendências do direito do agronegócio”, evento de âmbito nacional, na oportunidade em que serão abordados temas de extrema relevância na seara do Direito Agrário, Agronegócio e Ambiental, com renomados palestrantes.
Evento gratuito. Inscrições no e-mail: agro.oab.lem@gmail.com
Vagas limitadas.

Durante o Seminário acontecerá o lançamento do livro “Contrato agrário: Novos paradigmas do arrendamento rural”, do autor Antônio Zanette, bem como terão livros a venda de outros palestrantes.

A informação é de Gilvan Antunes de Almeida, presidente da Comissão Especial do Agronegócio da OAB-BA

Perder a moreninha tudo bem. Dar moleza para o pé-de-pano, nem pensar!

Pois o coitado do Peão que tinha ganho o coração dessa linda moreninha, construiu uma casa em um terreno da mãe dela para fazer o seu ninho de amor.

Depois que ele empregou todas as suas economias de três anos de duro trabalho, a Moreninha resolveu desfazer a “amizade” e dar um tempo, já de olho num namorado mais apetitoso.

O Peão não teve dúvidas. Chamou um amigo com uma retroescavadeira e derrubou o barraco e deu no pé pra São Paulo. Baiano é assim: tem fé e determinação. Mas que não machuquem seu coração, que o bom baiano vira fera.

Dizem que hoje o Peão usa um fumo preto no braço do macacão de trabalho, em luto pelo grande amor que morreu.

Se o genial Nelson Rodrigues ainda estive vivo, a esta hora estaria entregando na redação uma crônica maravilhosa de “A vida como ela é…”

Olha como ficou o ninho de amor:

Antonio Henrique Jr. quer delegacia especializada em crimes raciais e intolerância religiosa

Foto: NeuzaMenezes/AgênciaALBA
Convicto de que a criação da Delegacia Especializada no Combate a Crimes Raciais e a Intolerância Religiosa vai, “de forma significativa”, combater a violência contra esses segmentos, o deputado Antonio Henrique (PP) sugeriu ao governador Rui Costa que crie esta unidade na estrutura da Polícia Civil da Bahia.
Ao justificar a indicação, formalizada na Assembleia Legislativa, o parlamentar argumentou que Bahia vem apresentando “índices alarmantes” de violência contra esses segmentos da sociedade. O Estado é detentor da maior população negra do país, 81,4% dos seus habitantes se autodeclaram descendentes de africanos.
De acordo com a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial da Bahia (Sepromi), citada no documento apresentado pleo legislador, entre 2017 e 2018 houve um aumento de 124% nos crimes de intolerância religiosa cometidos no Estado. Já na série histórica dos últimos seis anos, esse crescimento chegou a 2.250%, disse.
O Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela, vinculado à Sepromi, já registrou 516 casos, sendo 36 somente nos três primeiros meses deste ano, “o que reforça a importância da criação da Delegacia Especializada no Combate a Crimes Raciais e a Intolerância Religiosa”, defende Antônio Henrique.