Justiça determina prisão de médicos que cobravam até R$ 8 mil para furar fila do SUS

Um esquema que evolvia médicos e servidores públicos que cobravam R$ 2 mil e R$ 8 mil de pacientes para furar a fila do Sistema Único de Saúde (SUS) foi desarticulado por promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, nesta segunda-feira (10), durante a Operação Mustela.

Um dos alvos da ação, em que estão sendo cumpridos 12 mandados de prisão temporária e 44 ordens de busca e apreensão, é o gabinete do deputado Ademir Bier (PSD).  A investigação apontou que pacientes que necessitavam passar por procedimentos cirúrgicos faziam contato com um assessor do parlamentar, Paulo de Morais, o Paulinho, que fazia a ‘ponte’ com os médicos.

Conforme o Estadão, as ordens de prisão temporária foram decretadas contra dois médicos, assessores, secretárias e intermediadores, um deles vereador de Bandeirantes (PR). Em relação aos locais, os mandados de busca foram cumpridos em dez cidades: Curitiba, Campo Largo, Marechal Cândido Rondon, Almirante Tamandaré, Campina Grande do Sul, Telêmaco Borba, Bandeirantes, Campo Magro, Colombo e Siqueira Campos. A ação atingiu ainda o diretório de um partido político, hospital e clínicas.

Agora que mandaram embora os escravos de Cuba, vamos ver todo tipo de fraude que acontece apenas entre os povos livres.

Perguntas que não se calam 24 horas por dia, igual cantiga de grilo!

O tal triplex do Guarujá, pelo qual Lula da Silva foi condenado em primeira e segunda instância, valia, à época, um pouco mais de R$1,1 milhão.

A movimentação da conta do motorista do filho de Bolsonaro, segundo o COAF, resultou em movimentação de mais de R$1,2 milhão.

Foi apenas extorsão dos salários dos assessores do filho mais velho ou o dito cujo, que ganha 22 mil reais por mês, é o passador de chapéu entre organizações criminosas de milicianos no Rio de Janeiro?

A Justiça Federal de primeira instância do Rio de Janeiro já tem dados suficientes para condenar os envolvidos por “atos indeterminados”?

Ou estão esperando o Power Point do procurador chefe da Lava-Jato, Deltan Dallagnol?  

Caso Coaceral: Desembargadora suspende reintegração de posse e mantém agricultores na Fazenda São José

O Município de Formosa do Rio Preto é o maior do País fora dos estados da região amazônica. Existem vários casos de grilagem no Município, que podem atingir mais de 700 mil hectares. 

Uma decisão da desembargadora Sandra Inês Azevedo, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), suspendeu liminar que dava a um único homem, José Valter Dias, a posse de 366 mil hectares de terra em Formosa do Rio Preto, no Oeste da Bahia. A área corresponde a cinco vezes o tamanho da cidade de Salvador.

A decisão da desembargadora foi divulgada na quinta-feira, 6 de dezembro. Ela cassou liminar proferida no ano passado pelo juiz Sérgio Humberto de Quadros Sampaio, da comarca de Formosa do Rio Preto.

Na liminar, o juiz dava a posse dos 366 mil hectares a José Valter Dias e determinava a saída imediata de 300 famílias de agricultores, que chegaram à região na década de 1980. Os produtores colonizaram as terras estimulados pela concessão de financiamentos do Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento dos Cerrados (Prodecer II), um programa agrícola do governo brasileiro em parceria com o japonês, que se destinava a criar novas fronteiras agrícolas no cerrado brasileiro.

Um dos pontos questionados pelos produtores é o fato de o juiz ter concedido a “reintegração de posse” a José Valter Dias sem que eles fossem sequer ouvidos. A argumentação de Dias tinha como base um inventário de 1915, que, entretanto, não continha qualquer definição da área e dos limites do terreno.

Depois de dar a liminar e determinar a saída dos agricultores, o juiz Sérgio Sampaio se declarou suspeito para julgar o caso, no dia 14 de novembro, alegando motivos de foro íntimo.

Na semana passada, o desembargador do TJBA, Lidivaldo Britto, também se declarou suspeito por motivos de foro íntimo para atuar no mesmo processo.

No dia 4 de dezembro, a Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados promoveu audiência pública para tratar do caso. Parlamentares denunciaram a atuação de uma quadrilha que estaria fraudando documentos para conseguir a propriedade e a posse de grandes pedaços de terra no Oeste da Bahia.

Os deputados disseram que o caso será encaminhado à Polícia Federal, Ministério Público, Receita Federal, Conselho Nacional de Justiça e outros órgãos competentes. Eles também sugeriram a instalação de uma CPI sobre o assunto.

“Está acontecendo algo sistemático. Há envolvimento de cartório de imóveis, magistrado, do Tribunal de Justiça”, denunciou o deputado federal Osmar Serraglio (PP-PR).

Produtores continuam protesto pela insegurança jurídica na cobrança do FUNRURAL

FUNRURAL, PL 9252/17, SEGURANÇA JURÍDICA E ESTABILIDAE NO CAMPO

Ao contrário do que reiteradamente temos visto na imprensa nacional, o PL 9252/17[1], de autoria do Deputado Jerônimo Gorgen, não trata de um perdão de dívida ou remissão de um passivo em relação ao FUNRURAL.

Para entendermos um pouco melhor esse embate, temos que levar em conta que nos anos de 2010 e 2011, duas decisões colegiadas e a unanimidade.

(11×0) na Suprema Corte[1] brasileira, haviam, até aquele momento, pacificado o assunto, e de forma categórica, afirmando que o produtor rural pessoa física não deveria pagar mais o FUNRURAL sobre a receita bruta, o considerando absolutamente inconstitucional por quebra do princípio da isonomia tributária eis que os urbanos pagavam sobre folha enquanto os rurais eram submetidos ao pagamento da contribuição sobre a receita.

Isso fez com que milhões de produtores, acreditando na palavra final do Supremo, deixassem de recolher a contribuição social com base neste entendimento. Muitos desses agricultores voltaram, inclusive, a pagar o tributo tal como o setor urbano (20% sobre a folha de salários), não havendo, portanto, um não recolhimento generalizado, como afirmam alguns veículos de imprensa.

Contudo, em 2017, o Supremo mudou de posição, e por 6×5, com precária maioria, passou a considerar o tributo constitucional, ou seja, admitindo que a exação pudesse ser cobrada sobre a receita da comercialização da produção.

Portanto, dizer que o PL 9252 trata de um “perdão de dívida” é um grande equívoco e uma enorme injustiça com os contribuintes. O que a Receita e a União possuem, em verdade, é uma expectativa de direito, uma pretensão de cobrar, sem certeza alguma, e isso, em grande parte, por conta de um Refis prematuramente aprovado no final de 2017. Refis este que nas palavras de um dos maiores tributaristas do País, Dr. Ives Gandra da Silva Martins, que editou aprovação da Resolução do Senado n. 15, de 2017[1], é o “primeiro refis do mundo de um débito inexistente”.

Assim, do lado do contribuinte, produtor rural, existe a convicção de que não há dívida passada, pois tudo o que eventualmente deixou de ser recolhido o foi com base em decisões do Supremo Tribunal Federal, precedentes replicados por milhares de Juízes e Desembargadores, em decisões, muitas delas, definitivas, com trânsito em julgado.

 Ademais, após a Resolução do Senado, restou evidenciada, ainda, a existência de defeitos na tributação, o que dá margem a novos questionamentos judiciais sobre a exigibilidade do FUNRURAL. Neste sentido, recentemente, fora confirmada a potencial judicialização da matéria por decisões colegiadas do TRF3, pela Justiça Federal de São Paulo e da Bahia, tal como no Mandado de Segurança Coletivo n. 1000222-14.2018.4.01.3311 que afastou a exigência do tributo de associados do Sindileite com base na resolução senatorial.

Diante deste cenário conflituoso o PL 9252 tem o objetivo de devolver estabilidade e previsibilidade na tributação rural, regulando, de forma definitiva, a contribuição de todos os agropecuaristas, para afastar a pretensão da Receita de cobrar o que, segundo a convicção dos produtores e juristas, não se deve, e restabelecer balizas seguras para sua cobrança a partir de janeiro de 2018 (marco temporal).

Florianópolis, 09 de Dezembro de 2018.

[1] https://blogs.canalrural.uol.com.br/ultimasdebrasilia/2017/10/26/para-ives-gandra-funrural-esta-sepultado/

http://andaterra.org.br/index.php/2017/10/25/o-renomado-jurista-ives-gandra-martins-afirma-que-o-funrural-e-inconstitucional/

[1] http://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=119605

http://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=119605

[1] http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=216447

 

O “rebate” em salários, um crime que autoridades praticam em todo o País

Atual presidente da Câmara formaliza queixa contra este jornalista por denunciar fatos comprovados em cartório policial. Negar o crime não significa que ele vai desaparecer. E tentar calar a boca da imprensa não significa impunidade.

Extorsão de salários e lavagem de dinheiro: o mesmo crime aqui, ali e acolá.

É impressionante como a mesma história suja se repete: na Câmara Municipal de Luís Eduardo Magalhães; na Câmara Municipal de Porto Seguro, crime denunciado no final de novembro ao Ministério Público e autoridades policiais, igualmente extorquia salários de funcionários em mais de 2/3; e finalmente, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, o mesmo crime, perpetrado com a anuência do Presidente eleito e do filho deputado estadual.

Aqui em Luís Eduardo Magalhães, a denúncia de O Expresso, baseada em fatos registrados na Delegacia de Polícia Civil, sofre um ataque: o depoente, indiciado e provável réu em ação entrou com uma queixa crime contra este jornalista, numa clara manobra de intimidação e erosão à liberdade de imprensa.

O processo é insidioso. E tenta desviar o foco da Justiça dos verdadeiros crimes cometidos, na esperança de procrastiná-los até que caiam no esquecimento.

Que não se iludam: novas denúncias estão em fase de investigação e deverão sofrer o devido exame do Ministério Público e, após, denunciadas no âmbito da Justiça.

Aumento do patrimônio

O aumento do patrimônio do presidente eleito, Jair Bolsonaro, e de seus filhos, um deputado federal, um senador e um vereador foi de 1.500% nos últimos anos. Os salários de legisladores não são suficientes para identificar tão expressivo aumento.

Resta agora, identificar a nível local, o aumento de patrimônio dos implicados e os sinais externos de enriquecimento acelerado.

Denuncia de extorsão de salários em Porto Seguro: Prefeita denuncia dois vereadores.

Patrimônio dos Bolsonaro cresceu até 432% em 4 anos

Eduardo, Jair e Flávio, o trio de ouro do Estado Novo, enriquecendo rapidamente. 

Matéria do UOL, datada de 20 de agosto indica que os três filhos de Jair Messias, Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), 37, candidato a senador pelo Rio de Janeiro, e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), 34, candidato à reeleição.

Os três políticos da família tiveram uma evolução patrimonial elevada nos últimos anos.

Jair Bolsonaro ampliou os bens em 168% desde 2006; Eduardo, 432% desde 2014, e Flávio, 55% desde 2010. Os integrantes da família ampliaram o patrimônio basicamente com a aquisição de imóveis: casas e apartamentos.

Veja a matéria completa no portal UOL.

O filho do Bolsonaro entrou na política com um Gol 1.0 em 2002. Hoje tem dois apartamentos, uma sala no Barra Prime de 4 milhões e negociou 19 imóveis na zona sul do Rio de Janeiro e Barra em transações-relâmpago.

A impressão que se tem é que em menos de um mês o presidente eleito estará repetindo as frases mais inesquecíveis de Michel Temer: “Não renunciarei, não renunciarei!”.

O problema maior é que por trás dele, Jair Messias, grandes interesses, não esperarão pela sua renúncia.

Vão “renunciar” o dito cujo indigitado mito de ocasião numa penada.

9/12/1949, uma data que ainda influencia a política internacional

O estreito de Formosa ou Taiwan, uma das regiões mais patrulhadas do mundo, por forças chinesas, norte-americanas e formosenses.

Após o final da Guerra Civil Chinesa em 1949, foi proclamada a República Popular da China, em Pequim.

O regime vigente, dominado pelo Partido Nacionalista Chinês ou Kuomintang, fugiu em massa e encontrou refúgio na ilha de Taiwan, única parte do território chinês que não ficaria sob o controle do novo poder chinês e onde se mantém até os dias de hoje.

Depois de 1949, a República da China continuou exigindo sua condição de Governo legítimo de todo o país, conservando o reconhecimento diplomático como tal por parte de um grande número de nações até 1970, quando a maior parte do mundo, inclusive as Nações Unidas e os Estados Unidos, passaram a reconhecer o governo chinês. Devido ao conflito ideológico entre os regimes asiáticos, durante a época da Guerra Fria, utilizaram-se com frequência os nomes China Nacionalista e China Popular.

Desde a época, os Estados Unidos apoiam fortemente a auto-defesa da Ilha e patrulham de maneira constante, com forte aparato aéreo naval,  o estreito de Formosa, com 180 km de largura média.

O confronto comercial China x EUA pode agravar fortemente as decisões relativas a Taiwan.

Lorenzoni esqueceu participação do COAF no Mensalão e Lava-Jato

“Elétrico” demais para ser o coordenador do Governo.

O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) teve participação em investigações como a do mensalão e a da Lava Jato, ao contrário do que alegou o futuro Chefe da Casa Civil, Ônix Lorenzoni, que já está sendo conhecido como “Lorenzetti”, pelas suas reações carregadas de “eletricidade”.

Os Relatórios de Inteligência Financeira (RIF), elaborados pelo órgão, apontaram “transações suspeitas” que resultaram, por exemplo, na única delação do mensalão – a do corretor Lúcio Funaro -, ou que sustentaram operações contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (condenado e preso na Lava Jato), ex-ministros como Antonio Palocci e o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (MDB), entre outros.

 

Terça-feira COPOM decide nova taxa de juros SELIC

A última reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic, será realizada na próxima terça-feira (11) e quarta-feira (12), em Brasília. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) se reunirá pela oitava vez este ano.

A expectativa de instituições financeiras ouvidas pelo BC é de manutenção da Selic em 6,5% ao ano, o menor patamar histórico.

De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% em julho de 2015. 

Tem macumba na encruzilhada de Moro. Saravá, meu pai!

Elio Gaspari, diz em artigo na Folha que o juiz federal em férias, Sérgio Moro, precisa tomar cuidados especiais com os espíritos do além:

“Numa das encruzilhadas do caminho de Sergio Moro para o Ministério da Justiça há uma grossa macumba. O Conselho Nacional de Justiça tem 17 representações contra ele, e o julgamento está marcado para o dia 11.

Muitas são referentes ao mesmo assunto, como no caso da divulgação do grampo de Lula fora do prazo legal.

O CNJ pode arquivá-las, no entendimento de que, tendo-se exonerado, deixou de ser juiz. Esse seria um caminho natural, mas pode-se também deixar algumas representações na frigideira.”

O tiauzinho que Moro deu, ontem, à imprensa, ao chegar na sede do Governo de Transição, é sintomático.

Durante o próximo governo vai ter muito que passar a mão nos aloprados da Famiglia Bolsonaro, nos coleguinhas tarados de Ministério e integrantes do Governo.

O abandono da magistratura em proveito da busca do pote de ouro no pé do arco-íris vai custar muito caro ao juiz da camisa preta.

Controle de Operações Financeiras (COAF) fez 267 relatórios completos à Operação Lava-Jato

Desequilibrado, o Chuveiro abandonou entrevista coletiva depois de pressionado por repórteres.

O presidente do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Antonio Gustavo Rodrigues, afirmou nesta terça-feira (7), em depoimento à CPI da Petrobras, que desde a deflagração da Operação Lava Jato o órgão enviou à Polícia Federal 267 relatórios com detalhes sobre movimentações suspeitas que totalizam R$ 51,9 bilhões.

Segundo ele, foram citadas 27.579 pessoas físicas e jurídicas nessas comunicações à PF.

A informação se torna relevante depois que, ontem, o boquirroto do futuro chefe da Casa Civil do Mito, Ônix Lorenzoni, num ataque de pelanca, disse que nunca viu relatórios da COAF sobre o Mensalão e o Petrolão.

Justiça suspende reintegração de posse em terras griladas no Oeste baiano

O Tribunal da Justiça da Bahia (TJ-BA) suspendeu uma liminar que determinava a reintegração de posse de uma fazenda de 366 mil hectares localizada no município de Formosa do Rio Preto, na região oeste da Bahia.

A área da propriedade equivale a cinco vezes o tamanho de Salvador, o que levou o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) a classificar o caso como maior processo de grilagem de terras do País.

A decisão, da desembargadora Sandra Inês Moraes Rusciolelli, foi divulgada na quinta-feira (6), de acordo com o Estadão.

As terras da chamada “Fazenda São José” são alvo de um litígio que envolve mais de 300 produtores do Paraná que vivem na região desde os anos 1980, e a empresa JJF Holding de Investimentos e Participações.

A JFF havia conseguido a liminar para que os produtores saíssem da região. Com a decisão, a saída fica paralisada.

Segue a disputa judicial da área da Coaceral. Opositores aos agricultores divulgam matéria na imprensa baiana.

 Audiência discute conflito de terras e empresários citam deputados ‘manipulados’

O Município de Formosa do Rio Preto é o maior do País fora dos estados da região amazônica. Existem vários casos de grilagem no Município.

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados quer investigar grilagens de terra no oeste da Bahia. Na última terça-feira (4), a comissão promoveu uma audiência pública para debater o caso de grilagem de terras em Formosa do Rio Preto. O caso envolve uma área de 366 mil hectares. Entre os supostos beneficiários do negócio estaria o cônsul de Guiné-Bissau no Brasil, Adailton Maturino dos Santos. O caso será investigado por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).

As terras, atualmente, são pertencentes a JJF Holding de Investimentos e Participações. A empresa foi criada por José Valter Dias, que até então se apresentava como único dono da área, em sociedade com seu filho Joilson Gonçalves Dias, e a advogada Geciane Souza Maturino dos Santos, esposa do cônsul de Guiné-Bissau. Para os deputados da comissão, José Valter Dias adquiriu as terras através de extorsão de produtores que se instalaram na região há 30 anos.

Continue Lendo “Segue a disputa judicial da área da Coaceral. Opositores aos agricultores divulgam matéria na imprensa baiana.”

Quem sabe, quem viu, onde vai parar o dinheiro da Câmara Municipal de LEM?

Hoje, na pauta dos grandes assuntos de interesse do Município, veja como são feitas as licitações e a contratação de assessorias para a Câmara de Vereadores de Luís Eduardo Magalhães, que consomem quase 40% das verbas destinadas ao legislativo, 8% de tudo o que a Prefeitura Municipal arrecada. São verbas de mais de um milhão de reais por mês que pouca gente sabe onde vai parar.

Quem fiscaliza a Câmara?

Quem são e onde moram os vencedores das licitações?

Como vivem, o que comem e quem são os donos das empresas de consultoria?

 

Governo sustenta 110 mil filhas de militares solteiras

Só o Exército tinha, no início do ano, mais de 67.600 filhas de militares recebendo R$ 407 milhões por mês – o que dá um valor de mais de R$ 5 bilhões por ano. A Aeronáutica e a Marinha não divulgam os valores, apesar de se tratarem de dados públicos. No total, são mais de 110 mil filhas de militares recebendo pensões.

O ministério da Defesa destaca que a contribuição para pensões é feita “desde o início da carreira até o falecimento”, “sem que haja qualquer tipo de contribuição patronal da União”.

No entanto, ela não é suficiente para cobrir todas as despesas com pensões – devem ser gastos R$ 21,2 bilhões com as pensões em 2019, segundo a pasta. Desse valor, R$ 3,2 bilhões serão cobertos pelas contribuições, deixando um déficit de R$ 18 bilhões.

Segundo dados da BBC, o déficit da previdência de 700 mil militares é igual ao dos 30 milhões de aposentados da iniciativa privada.

Opinião: Bolsonaro contra o agronegócio. Presidente eleito e sua seita de esquisitos podem quebrar o setor

Por Reinaldo Azevedo, na Folha

Ainda que todos os diagnósticos de Jair Bolsonaro sobre meio ambiente e terras indígenas estivessem corretos, cumpriria perguntar: “As terapias que propõe são eficazes?”. Note-se: nem dá para saber se ele acerta ao apontar os problemas porque é impossível obter desse arauto de uma nova era um enunciado compreensível, com sujeito, verbo (sem a vírgula no meio), complementos e seus adjuntos.

Com alguma frequência, ele se aborrece com a gente e larga o raciocínio pelo caminho. Outra pergunta: os programas ambientais em curso no país e as metas estabelecidas de redução de emissão de carbono, por exemplo, concorrem para diminuir a produção agropecuária? Os empresários de alta performance do setor respondem com todas as três letras: “Não!”.

Na verdade, dizem eles, o fato de o Brasil ter passado a gozar de boa reputação na área e de ser visto, em alguns casos, como referência no respeito ao meio ambiente contribui para abrir as portas do mercado mundial.

Mas vem coisa ruim por aí. A Folha informou na quarta que as ONGs que acompanham a Conferência do Clima na Polônia (COP-24) já transformaram o Brasil em um de seus alvos (https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2018/11/brasil-desiste-de-sediar-conferencia-do-clima-da-onu-em-2019.shtml).

Irrelevante? Gritaria inútil? Elas que se danem? Não há certeza absoluta de que os desequilíbrios climáticos e a elevação da temperatura do planeta se devam a fatores antropogênicos? Digamos que tudo isso seja verdade. E daí? Tenho conversado com muita gente ligada ao agronegócio. Não me refiro a madeireiros disfarçados de produtores rurais.

Nenhuma das brigas retóricas que Bolsonaro comprou até agora seria favorável ao setor se seus vitupérios virassem políticas públicas. Vamos lá. Quanto dos 13% do território brasileiro ocupados por reservas indígenas teria viabilidade econômica para a produção de alimento? “Muito pouco”, asseguram.

As exceções não justificam a difamação internacional a que o país ficaria exposto diante da suspeita de que comunidades tradicionais estariam sendo submetidas à força a processos de aculturação. Não! Os produtores não estão nem aí para a gritaria das ONGs e das esquerdas. Eles temem seus concorrentes mundo afora. 

O Brasil é hoje uma potência agropecuária justamente por se  submeter a leis ambientais restritivas e disciplinadoras que forçaram um salto de qualidade e de produtividade.

A hostilidade ao Acordo de Paris, por exemplo, beira o surrealismo. Boa parte dos signatários não vai cumprir as metas acordadas. Já não está cumprindo, conforme atesta a COP-24. Mas ninguém saiu por aí fazendo mira contra o dito-cujo.

E vai acontecer o quê? Nada. Haverá algo parecido com escusas, novas promessas, e a vida segue. Como? Bolsonaro é um homem muito sincero e não aceita esse teatro hipócrita das relações internacionais? Então que vá brincar de soldadinho de chumbo e de Forte Apache! Acusar o Acordo de Paris, como faz o presidente eleito, de ser expressão de uma tramoia para internacionalizar parte do nosso território por intermédio do tal “Triplo A” —a faixa ecológica que uniria Andes, Amazônia e Atlântico— é de uma estultice que só não choca seu futuro chanceler, Ernesto Araújo, aquele que reza para o “Deus de Trump”, o esquisitão que prepara a futura recessão americana, à qual o bolsonarismo quer atrelar o nosso destino.

Quem reivindica o tal corredor é uma ONG colombiana e nada tem a ver com o acordo sobre o clima, que, convenham, cria mais dificuldades para a França, como se vê, do que para o Brasil. Na entrevista coletiva que concedeu na quarta, Bolsonaro fez referência à coluna que escrevi aqui no dia 16 de novembro, em que afirmei que ele “acerta quando recua e erra quando avança (https://www1.folha.uol.com.br/colunas/reinaldoazevedo/2018/11/bolsonaro-acerta-quando-recua-e-erra-quando-avanca.shtml)”.

Com gramática solipsista, viu nela coisa “de pessoas ‘más-intencionadas’ (sic)”, que não teriam ainda engolido a sua vitória. Besteira. O que se tenta evitar é que uma política de décadas de conquista de mercados mundo afora, com resultados formidáveis, seja sacrificada no altar capenga de uma seita de esquisitos, convicta de que estamos exportando soja, milho e carne e importando comunismo, como asseveram velhos e moços gagás.

Parafraseando Antero de Quental, há malucos que precisariam de 50 anos a menos de idade, o que justificaria tamanha tolice, ou de 50 a mais de reflexão.

*Reinaldo Azevedo Jornalista, autor de “O País dos Petralhas”.

A cotação da soja e a estupidez norte-americana

Os Estados Unidos pedem a extradição da empresária chinesa Wanzhou Meng, principal executiva da Huawei, a maior empresa do mundo em tecnologia celular.

A embaixada da China no Canadá divulgou comunicado exigindo a soltura da CFO (diretora-executiva financeira) e vice-diretora da Huawei, empresa multinacional chinesa.

Wanzhou Meng foi presa no último sábado (1º.dez), acusada pelos EUA de violar as sanções norte-americanas impostas ao Irã.

Pois bem: no mercadinho aqui no Brasil, o dólar explodiu e a cotação da soja deu um salto de mais de 9% no dia, para R$66,50, aqui no Oeste.

Pelo visto, Trump não está disposto a cumprir a trégua comercial com a China. Os chineses são duros e Trump, um estúpido. Isso vai acabar em conflito armado no Mar da China, onde os chineses constroem ilhas artificiais armadas e dominam militarmente o trecho de navegação comercial mais intenso do mundo.

Grupo Miolo expande negócios na Bahia e investe R$ 40 milhões em Casa Nova e Barra

Nos próximos dois anos, a Vinícola Terra Nova, pertencente ao grupo Miolo, localizada no município de Casa Nova, no Vale do São Francisco, irá investir R$ 30 milhões para ampliar a unidade de produção de vinhos, destilados e espumantes produzidos na Bahia e implantar uma nova linha de fabricação de sucos. A meta é dobrar a produção anual, passando dos atuais 4 milhões de litros para 8 milhões. Com a ampliação da unidade baiana, responsável pela geração de 30% da receita do Grupo Miolo no Brasil, serão gerados cem novos empregos, que irão se somar aos atuais 180 postos de trabalho da vinícola.

Continue Lendo “Grupo Miolo expande negócios na Bahia e investe R$ 40 milhões em Casa Nova e Barra”

COAF pega os bolsonaros com dinheiro sem explicação na conta do ex-motorista

Eduardo, Jair e Flávio, o trio de ouro do Estado Novo.

Primeiro tivemos os corruptos do PT; depois os golpistas incompetentes do PMDB/PSDB; agora temos os corruptos e incompetentes do “Estado Novo” de Bolsonaro, que ainda nem começaram a governar, mas já têm um rol de malfeitos.

O jornalista do Estadão, Fábio Serapião, diz que o COAF – Conselho de Controle de Atividades Financeiras, da Receita Federal, encontrou transações suspeitas em conta do ex-motorista de Flávio Bolsonaro, com movimento acima de R$1,2 milhão.

Uma das movimentações é um cheque de R$23 mil para a esposa do Ungido, Michele Bolsonaro.

Já não há mais tempo, bozominions, mas acho que o ungido de vocês não vai ficar seis meses para viver as glórias do poder. Logo, logo vai ter um quatro estrelas na cacunda deles.

 

Instituição parceira da Prefeitura de Barreiras, Centro de Promoção Humana Eugênia Ravasco realiza Feira de Artes

Até 13 de Dezembro, o Centro de Promoção Humana Eugênia Ravasco, na Vila dos Funcionários, Rua B, 255, promove mais uma edição da Feira de Artes para arrecadar recursos que ajudarão na manutenção das atividades socioeducativas desenvolvidas com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.

O primeiro dia de feira foi acompanhado pela secretária municipal de administração e planejamento Gislaine Barbosa, o Eugênia Ravasco faz parte das entidades conveniadas à Prefeitura de Barreiras.

“A Prefeitura de Barreiras é parceira de diversas entidades que trabalham em favor do desenvolvimento de crianças e jovens, com a aplicação mensal de recursos. Nossa cidade, hoje, é contemplada com uma grande rede de proteção social que atende desde à criança até idosos, e em visita aqui no CPH podemos constatar a importância dessa parceria”, destacou Gislaine.

Tapetes, toalhas, colchas, acessórios infantis e de cozinha em barbante, ponto-de-cruz, crochê e vagonite, feitos à mão, fazem parte da gama de produtos vendidos na feira, que funciona a partir das 08:30h até as 17:30h, incluindo sábados e domingos.
“Nossa feira acontece anualmente geralmente no mês de dezembro com objetivo de mostrar para sociedade barreirense o trabalho sócioeducativo desenvolvido pela instituição e as peças de cama, mesa e banho produzidas durante o ano pelas meninas assistidas”, disse a professora e religiosa, Dília Fagundes de Souza, fundadora do CPH.

Atualmente 175 jovens, entre crianças e adolescentes do sexo feminino, são beneficiadas pelas atividades do centro que incluem reforço e acompanhamento escolar, aula de espanhol, oficinas de pintura em tecido, bordados, crochê, ilhós, aulas de teclado, violão, Informática e dança.

HISTÓRICO – No ano de 1996, a Congregação Religiosa Filhas dos Sagrados Corações chegou a Barreiras para desenvolver trabalhos pastorais junto a Diocese, na Capelania Santa Rafaela Maria, hoje Paróquia, na qual, depararam com situações de pobreza. Após uma reflexão sobre realidade local, as Irmãs sentiram a necessidade de ir além dos serviços pastorais e de evangelização e começaram a agregar atividades de assistência social visando a promoção humana na região.

Nasceu em 07 de fevereiro de 2000, uma extensão da Casa dos Sagrados Corações, um projeto social intitulado de Centro de Promoção Humana Eugênia Ravasco com objetivo de promover atividades socioeducativas, no bairro Vila dos Funcionários e adjacências tendo como público alvo crianças e adolescentes do sexo feminino em situação de vulnerabilidade social, dos bairros Cascalheira, São Sebastião, Vila Amorim, Vila Rica, Vila dos Funcionários e Santo Antônio.

Durante estes anos de serviços prestados, várias jovens foram encaminhadas ao mercado de trabalho, algumas estão cursando nível superior outras já concluíram sua graduação, vale ressaltar que muitas delas apreenderam a doar um pouco do seu tempo a instituições sociais.

Bahia tem alerta de chuvas fortes em todo o Estado.

Chuvas fortes em
Correntina

A defesa civil emitiu alertas para Barreiras, Luís Eduardo Magalhães e Correntina, para fenômeno moderado de chuvas intensas nas próximas 48 horas. 

Os baianos vão precisar sair de casa preparados para a chuva nesta quinta-feira (6). De acordo com um alerta emitido pelo Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado da Bahia (Inema), um temporal, que pode vir acompanhado de trovoadas e ventos fortes, deve atingir Salvador e outras cidades do interior.

Segundo o Inema, a situação é de alerta máximo nas próximas 24 horas para 149 localidades da faixa centro-leste, que inclui municípios da Chapada Diamantina, Recôncavo e parte do sul baiano. Para as demais regiões do estado, a situação continua sendo de atenção e alerta.

A Defesa Civil de Salvador (Codesal) também emitiu alerta de chuvas moderadas e rajadas de vento com risco para deslizamentos de terra. Para informar situações de emergência na capital baiana, basta ligar para o telefone 199.

Correntina bateu recordes de chuvas antes de ontem, com 50 mm. E Barreiras tem atingido mais de 30 mm em todo o município.

Um país de intocáveis: em um ano, Brasil ganha mais dois milhões de miseráveis.

 

 

Foto: Cristiano Mariz

Em 1 ano, 2 milhões de brasileiros passaram a viver com menos de R$406 por mês. No ano passado, 54,8 milhões de brasileiros estavam nesta situação. O numero corresponde a 26,5% da população. Já em 2016, eram 52,8 milhões que recebiam esta remuneração, o que corresponde 25,7%.

Os dados são do relatório SIS (Síntese de Indicadores Sociais) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgado nesta 4ª feira (5.dez.2018). O levantamento busca analisar o tema “pobreza” utilizando diferentes medidas.

Kits exclusivos do Boticário para encantar no Natal

Kit Floratta
Kit Malbec Noir
Kit New Aqua Fresca

Buscando atender todos os estilos, a marca traz mais de 50 sugestões para a data

Para celebrar e presentear as pessoas mais queridas neste Natal, O Boticário oferece sugestões de kits especiais que irão transformar a data em um momento de pura magia. Para esse ano, a marca trouxe 56 opções compostas pelos best-sellers e por produtos queridinhos do público que irão deixar o presente ainda mais inesquecível.

“Sabemos como o Natal é importante para todos. É a data mais esperada do ano, momento em que as pessoas transmitem bons sentimentos e agradecem umas às outras com um presente especial. Como gostamos de fazer parte desse momento, pensamos em kits customizados que irão facilitar a escolha, pois desenvolvemos diversas opções para atender todos os públicos e estilos de forma marcante”, comenta a gerente de gifts e acessórios do Boticário, Fernanda Reis.

As opções já estão disponíveis em todas as lojas, revendedoras e e-commerce em todo o Brasil.

Confira as novidades da marca:

KitElysée

Preço sugerido: R$ 275,90

  • Elysée Eau de Parfum, 50 ml
  • Elysée Creme Acetinado Hidratante Desodorante Corporal, 250 g
  • Make B. Batom Mate Malva Cool, 3,6 g
  • Caixa Porta Joia Exclusiva

Kit Lily

Preço sugerido: R$ 269,90

  • Lily Eau de Parfum, 75ml
  • Lily eau de perfum roll-on, 10ml
  • Lily Creme Acetinado Hidratante Desodorante Corporal, 250g

Kit Miniaturas de Florattas

Preço sugerido: R$ 119,90 (BR) / R$ 109,90 (NNE)

 

  • Floratta Blue Desodorante Colônia, 30 ml
  • Floratta Rose Desodorante Colônia, 30 ml
  • Floratta Rose Hidratante Desodorante para Mãos, 50 g
  • Floratta Blue Creme Hidratante Desodorante Para Mãos, 50g

Kit Floratta Blue

Preço sugerido: R$ 129,90 (preço NNE) / R$ 139,90 (preço BR)

  • Floratta Blue Desodorante Colônia, 75ml
  • Floratta Blue Creme Hidratante Desodorante, 200g
  • Floratta Blue Óleo Desodorante Corporal, 150ml

Kit MalbecGold

Preço sugerido: R$ 199,90

  • Malbec Gold Desodorante Colônia, 100 ml
  • Malbec Gold Antitranspirante Desodorante Aerossol, 75 g
  • Malbec Gold Shower Gel 2 Em 1 Cabelo E Corpo, 205 g

Kit Malbec

Preço sugerido: R$ 259,90

  • Malbec Desodorante Colônia, 100ml
  • MalbecHidratante Desodorante Corporal, 200ml
  • MalbecNoir Desodorante Colônia, 100ml
  • MalbecNoirShower Gel 2 em 1 Cabelo e Corpo, 205g

Kit Egeo Dolce

Preço sugerido: R$ 169,90

  • Egeo Dolce Desodorante Colônia, 90 ml
  • Egeo Dolce Merengue Mousse Hidratante Desodorante Corporal, 250 g
  • Make B. Batom Mate Very Berry, 3,6 g
  • Egeo Dolce Óleo Perfumado Desodorante Corporal, 150 ml

Kit Cuide-se Bem Nuvem

Preço sugerido: R$ 69,90

  • Cuide-se Bem Loção Hidratante Corporal Nuvem, 200 ml
  • Cuide-se Bem Creme Desodorante para mãos Nuvem, 50 g
  • Cuide-se Bem Sabonete Líquido Nuvem, 150 ml
  • Esponja de Banho (12cm)

Kit New Acqua Fresca

Preço R$ 99,90 (BR) / R$ 89,90 (NNE)

  • New Acqua Fresca Desodorante Colônia, 100 ml
  • New Acqua Fresca Loção Hidratante Desodorante Corporal, 100ml
  • Nécessaire Exclusivo

 Kit Nativa SPA Ameixa

Preço sugerido: R$ 99,90

  • Nativa Spa Loção Hidratante Desodorante Corporal Ameixa, 400 ml
  • Nativa Spa Óleo Hidratante Desodorante Corporal Ameixa, 250 ml
  • Nativa Spa Sabonete Líquido Corporal Ameixa, 200 ml

Kit Egeo Blue

Preço sugerido: R$ 139,90

  • Egeo Blue Desodorante Colônia, 90 ml
  • Egeo Blue Antitranspirante Desodorante Aerossol, 75 g
  • Egeo Blue Gel Pós-Barba, 110 g

 Kit Quasar

Preço sugerido: R$ 149,90

  • Quasar Desodorante Colônia, 125 ml
  • Quasar Gel Após Barba, 110 g
  • Quasar Espuma de Barbear, 200 ml
  • Quasar Antitranspirante Desodorante Aerossol, 75 g

 Kit Make B. Urban Ballet

Preço sugerido: R$ 169,90

  • Make B. Urban Ballet Desodorante Colônia, 70 ml
  • Make B. Batom Mate Taupe Cool, 3,6 g
  • Make B. Urban Ballet Loção Desodorante Corporal, 100 ml.

Presidente da Câmara presta depoimento à Polícia sobre extorsão de salários de funcionários

Reinildo Nery, atual presidente da Câmara Municipal de Luís Eduardo Magalhães, prestou depoimento na tarde de hoje, acusado que foi de extorsão de salários de funcionários.

Ele, mais um grupo de quatro vereadores, contratava funcionários mediante exigência de até 40% dos seus futuros salários na condição de propina.

As acusações foram comprovadas por prints de troca de mensagens entre os extorquidos e os vereadores desonestos. O fato ocorreu há mais de quatro anos e só agora os vereadores foram instados a prestar seu primeiro depoimento.

Colisão entre carreta e van deixa feridos na BR 135, próximo a Riachão das Neves

Fotos de Ricardo de Araujo Vital
Uma batida entre uma van e uma carreta ocorrida na BR-135, em trecho do município de Riachão das Neves, no oeste da Bahia, deixou ao menos três pessoas mortas.

Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente aconteceu na tarde desta quarta-feira (5). No momento do acidente, chovia bastante no trecho da rodovia.

Motorista da Van, confirmado como vítima fatal.

Ainda de acordo com a PRF, ainda não há informações sobre o número total de vítimas e nem o motivo do acidente. A batida aconteceu às 14h, mas por volta das 15h50, equipes do órgão ainda estavam no local.

As circunstâncias do acidente ainda estão sendo apuradas. A PRF destacou que os veículos foram parar fora da pista e que, por isso, não foi necessário interditar a via.

Deputados denunciam atuação de quadrilha para fraudar posse de terras no Oeste da Bahia


Deputados federais denunciaram nesta terça-feira (4), a atuação de uma quadrilha que estaria fraudando documentos para conseguir a propriedade e a posse de grandes pedaços de terra no Oeste da Bahia. De acordo com eles, ao adquirir de forma fraudulenta a titularidade das terras, a quadrilha então passaria a extorquir produtores instalados no local há mais de trinta anos. 

Os parlamentares disseram que o caso será encaminhado à Policia Federal, Ministério Público, Receita Federal e outros órgãos competentes. Também sugeriram a instalação de uma CPI sobre o assunto. O assunto foi tratado em audiência pública na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados.

Segundo relatos feitos na audiência, os produtores estão sendo forçados a fechar acordos por meio do qual são obrigados a destinar parte considerável de sua produção aos novos “proprietários” da terra, para que possam permanecer nela. 

“Está acontecendo algo sistemático. Há envolvimento de cartório de imóveis, magistrado, do Tribunal de Justiça”, afirmou o deputado Osmar Serraglio (PP-PR).

Ele citou o caso da Fazenda São José, no município de Formosa do Rio Preto, divisa com Tocantins. Com base em uma ação de três décadas atrás, o juiz Sérgio Humberto de Quadros Sampaio concedeu uma liminar dando posse de nada menos que 366 mil hectares a um único homem, José Valter Dias, que se dizia herdeiro das terras – equivalentes a cerca de cinco vezes o tamanho da cidade de Salvador. 

A argumentação tinha como base um inventário de 1915, que, entretanto, não continha qualquer definição da área e dos limites do terreno. Nas palavras do Ministério Público da Bahia, ao longo de 33 anos, “como num passe de mágica”, o objeto litigioso “sofreu uma mutação hipertrofiante, agigantando-se, subitamente, para mais de 366 mil hectares, atingindo dezenas ou até centenas de terceiros, os quais sequer integram originalmente a demanda.” 

Mais de 300 produtores foram afetados pela decisão do juiz, sem serem ouvidos antes. Tratam-se, em sua maior parte, de produtores paranaenses que se mudaram para as terras na década de 1980, estimulados pela concessão de financiamentos do Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento dos Cerrados (Prodecer II), um programa agrícola do governo brasileiro em parceria com o japonês, que se destinava a criar novas fronteiras agrícolas no cerrado brasileiro. 

Com a polêmica ordem judicial para que deixassem o local em plena colheita, alguns tiveram que fazer acordos com os novos “donos” e estão perdendo boa parte do que produzem para que possam permanecer nas terras. Outros preferiram contestar a decisão no Tribunal de Justiça da Bahia, mas sem sucesso.

“É uma coisa meio sistemática, industrial. Se descobriu um método de emparedar os agricultores e esse método está sendo aplicado sistematicamente”, afirmou Serraglio.

De acordo com ele, a estratégia dos fraudadores envolveria a busca de processos judiciais antigos no fórum em que alguém estivesse pleiteando uma posse. Depois, essa posse seria registrada no cartório de imóveis com novas dimensões. Com base nela, seriam obtidas decisões judiciais transformando o detentor da posse em novo dono das terras.

Depois de se tornar “dono” das terras, José Valter Dias virou sócio de uma holding com capital social de R$ 580 milhões, tendo como sócios seu filho, Joilson Gonçalves Dias, e a advogada Geciane Souza Maturino dos Santos.

“Realmente é uma coisa orquestrada, uma organização criminosa”, afirmou Serraglio. De acordo com ele, a situação está se repetindo em várias outras fazendas na região. 

O deputado Valdir Colato (MDB-SC) disse que o caso será encaminhado à Polícia Federal, ao Ministério Público e a outras instâncias competentes. Na mesma linha de Serraglio, ele sugeriu que o assunto seja tratado no Congresso por meio de uma CPI.

“Isso aí é estelionato em cima de 200, 300 agricultures do país. É uma barbaridade”, protestou o deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP).

Magno Malta, viúva do bolsonarismo, agora será apenas um cantor

“Eu achava que ia ser ministro e não fui”, declarou o senador capixaba em entrevista ao site The Intercept Brasil. Magno Malta que se isolou nesta semana em um sítio da família, disse também que vai abandonar a política.

E prometeu que agora seguirá a carreira de cantor gospel.

Bolsonaro que se cuide. Mulher largada, bixa magoada e político preterido são perigosos.

A verdade é que os verdadeiros donos do poder, militares de alta patente, aqueles que mandam de fato no novo Governo, vetaram a nomeação do controvertido ex-senador capixaba.

“Reduzir agrotóxicos é uma questão de saúde pública”, diz Valmir sobre aprovação da PNaRA

CAPADR – Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural – Reunião ordinária

A aprovação da Política Nacional de Redução de Agrotóxicos (PNaRA), na última terça-feira (4), por comissão especial na Câmara dos Deputados, pode modificar o modo de produção de alimentos saudáveis no Brasil. É o que acredita o deputado baiano Valmir Assunção (PT-BA). Ele defende a produção sem o uso de compostos químicos e aponta que a medida aprovada pode auxiliar a diminuir o consumo de agrotóxicos pelas famílias brasileiras. “É, antes de tudo, uma questão de saúde pública. Uma vitória importante para a democracia no país. Foi um projeto construído pela sociedade e que protege a saúde e a vida das pessoas, pois o uso desses venenos, além de contaminar mananciais vai parar nos pratos de muitas famílias causando diversas doenças, inclusive câncer”, informa Valmir.

Essa proposta que deu origem ao PNaRA é da Associação Brasileira de Saúde Coletiva. A política foi aprovada em uma sessão exaustiva por 18 votos. O relatório foi apresentado pelo deputado Nilton Tatto (PT-SP). Agora, a PNaRA segue para votação no plenário da Câmara Federal, e deve enfrentar uma batalha contra a bancada ruralista. “Será uma nova luta. A proposta é fruto da participação popular. Quero, inclusive, parabenizar a Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida e, citando a campanha, cumprimentar todas as organizações civis, chefs de cozinha, parlamentares, todos àqueles que se mobilizaram para essa importante conquista”, destaca Assunção.

O Programa Nacional de Redução de Agrotóxico (Pronara) foi que deu origem ao PNaRA. Esse programa foi construído no âmbito da Comissão Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (CNAPO) e foi proposto como um instrumento de incentivo à agroecologia dentro da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica. No ano de 2016, diferentes organizações da sociedade, reunidas na plataforma #ChegaDeAgrotóxicos, transformaram o programa em projeto de lei, que foi apresentado à Comissão de Legislação Participativa em novembro do mesmo ano, e logo em seguida transformado no PL6670/2016. A plataforma #ChegaDeAgrotóxicos alcançou 1,5 milhões de assinaturas em defesa da PNaRA e contra o famigerado ‘Pacote do Veneno’.

Brasil, um país do passado

Embora tragicamente óbvio, é para pensar o texto do alemão Philipp Lichterbeck, que viveu até recentemente no Brasil e escreve na agência estatal de notícias da Alemanha, a Deutsche Welle. Em que estamos nos tornando, sob os “hospícios” da mídia, da elite dirigente, e de interesses políticos e de uma casta jurídica – bacharéis idiotas, intelectuais de concurso – que, para derrubar uma sequência de governos progressistas, nos fazem viver o paradoxo de termos um estadista na cadeia e um imbecil no poder.

A inteligência tornou-se um crime nestas terras, enquanto durar o tempo do orgulho de ser burro.

Brasil, um país do passado.

por Philipp Lichterbeck, na DW Brasil

É sabido que viajar educa o indivíduo, fazendo com que alguém contemple algo de perspectivas diferentes. Quem deixa o Brasil nos dias de hoje deve se preocupar. O país está caminhando rumo ao passado.

No Brasil, pode ser que isso seja algo menos perceptível, porque as pessoas estão expostas ao moinho cotidiano de informações. Mas, de fora, estas formam um mosaico assustador. Atualmente, estou em viagem pelo Caribe – e o Brasil que se vê a partir daqui é de dar medo.

Na história, já houve momentos frequentes de regresso. Jared Diamond os descreve bem em seu livro Colapso: Como as sociedades escolhem o fracasso ou o sucesso. Motivos que contribuem para o fracasso são, entre outros, destruição do meio ambiente, negação de fatos, fanatismo religioso. Assim como nos tempos da Inquisição, quando o conhecimento em si já era suficiente para tornar alguém suspeito de blasfêmia.

No Brasil atual, não se grita “herege!”, mas “comunismo!”. É a acusação com a qual se demoniza a ciência e o progresso social. A emancipação de minorias e grupos menos favorecidos: comunismo! A liberdade artística: comunismo! Direitos humanos: comunismo! Justiça social: comunismo! Educação sexual: comunismo! O pensamento crítico em si: comunismo!

Tudo isso são conquistas que não são questionadas em sociedades progressistas. O Brasil de hoje não as quer mais.

Porém, a própria acusação de comunismo é um anacronismo. Como se hoje houvesse um forte movimento comunista no Brasil. Mas não se trata disso. O novo brasileiro não deve mais questionar, ele precisa obedecer: “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”.

Está na moda um anti-intelectualismo horrendo, “alimentado pela falsa noção de que a democracia significa que a minha ignorância é tão boa quanto o seu conhecimento”, segundo dizia o escritor Isaac Asimov. Ouvi uma anedota de um pai brasileiro que tirou o filho da escola porque não queria que ele aprendesse sobre o cubismo. O pai alegou que o filho não precisa saber nada sobre Cuba, que isso era doutrinação marxista. Não sei se a historia é verdade. O pior é que bem que poderia ser.

A essência da ciência é o discernimento. Mas os novos inquisidores amam vídeos com títulos como “Feliciano destrói argumentos e bancada LGBT”. Destruir, acabar, detonar, desmoralizar – são seus conceitos fundamentais. E, para que ninguém se engane, o ataque vale para o próprio esclarecimento.

Os inquisidores não querem mais Immanuel Kant, querem Silas Malafaia. Não querem mais Paulo Freire, querem Alexandre Frota. Não querem mais Jean-Jacques Rousseau, querem Olavo de Carvalho. Não querem Chico Mendes, querem a “musa do veneno” (imagino que seja para ingerir ainda mais agrotóxicos).

Dá para imaginar para onde vai uma sociedade que tem esse tipo de fanático como exemplo: para o nada. Os sinais de alerta estão acesos em toda parte.

O desmatamento da Floresta Amazônica teve neste ano o seu maior aumento em uma década: 8 mil quilômetros quadrados foram destruídos entre 2017 e 2018. Mas consórcios de mineradoras e o agronegócio pressionam por uma maior abertura da floresta.

Jair Bolsonaro quer realizar seus desejos. O próximo presidente não acredita que a seca crescente no Sudeste do Brasil poderia ter algo a ver com a ausência de formação de nuvens sobre as áreas desmatadas. E ele não acredita nas mudanças climáticas. Para ele, ambientalistas são subversivos.

Existe um consenso entre os cientistas conhecedores do assunto no mundo inteiro: dizem que a Terra está se aquecendo drasticamente por causa das emissões de dióxido de carbono do ser humano e que isso terá consequências catastróficas. Mas Bolsonaro, igual a Trump, prefere não ouvi-los. Prefere ignorar o problema.

Para o próximo ministro brasileiro do Exterior, Ernesto Araújo, o aquecimento global é até um complô marxista internacional. Ele age como se tivesse alguma noção de pesquisas sobre o clima. É exatamente esse o problema: a ignorância no Brasil de hoje conta mais do que o conhecimento. O Brasil prefere acreditar num diplomata de terceira categoria do que no Instituto Potsdam de Pesquisa sobre o Impacto Climático, que estuda seriamente o tema há trinta anos.

Araújo, aliás, também diz que o sexo entre heterossexuais ou comer carne vermelha são comportamentos que estão sendo “criminalizados”. Ele fala sério. Ao mesmo tempo, o Tinder bomba no Brasil. E, segundo o IBGE, há 220 milhões de cabeças de gado nos pastos do país. Mas não importa. O extremista Araújo não se interessa por fatos, mas pela disseminação de crenças. Para Jared Diamond, isso é um comportamento caraterístico de sociedades que fracassam. 

Obviamente, está claríssimo que a restrição do pensamento começa na escola. Por isso, os novos inquisidores se concentram especialmente nela. A “Escola Sem Partido” tenta fazer exatamente isso. Leandro Karnal, uma das cabeças mais inteligentes do Brasil, com razão descreve a ideia como “asneira sem tamanho”.

A Escola Sem Partido foi idealizada por pessoas sem noção de pedagogia, formação e educação. Eles querem reprimir o conhecimento e a discussão. 

Karl Marx é ensinado em qualquer faculdade de economia séria do mundo, porque ele foi um dos primeiros a descrever o funcionamento do capitalismo. E o fez de uma forma genial. Mas os novos inquisidores do Brasil não querem Marx. Acham que o contato com a obra dele transformaria qualquer estudante em marxista convicto. Acreditam que o próprio saber é nocivo – igual aos inquisidores. E, como bons inquisidores, exortam à denúncia de mestres e professores. A obra 1984, de George Orwell, está se tornando realidade no Brasil em 2018.

É possível estender longamente a lista com exemplos do regresso do país: a influência cada vez maior das igrejas evangélicas, que fazem negócios com a credulidade e a esperança de pessoas pobres. A demonização das artes (exposições nunca abrem por medo dos extremistas, e artistas como Wagner Schwartz são ameaçados de morte por uma performance que foi um sucesso na Europa). Há uma negação paranoica de modelos alternativos de família. Existe a tentativa de reescrever a história e transformar torturadores em heróis. Há a tentativa de introduzir o criacionismo. Tomás de Torquemada em vez de Charles Darwin.

E, como se fosse uma sátira, no Brasil de 2018 há a homenagem a um pseudocientista na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, que defende a teoria de que a Terra seria plana, ou “convexa”, e não redonda. A moção de congratulação concedida ao pesquisador foi proposta pelo presidente da AL e aprovada por unanimidade pelos parlamentares.

Brasil, um país do passado. 

Philipp Lichterbeck queria abrir um novo capítulo em sua vida quando se mudou de Berlim para o Rio, em 2012. Desde então, ele colabora com reportagens sobre o Brasil e demais países da América Latina para os jornais Tagesspiegel (Berlim), Wochenzeitung (Zurique) e Wiener Zeitung. Siga-o no Twitter em @Lichterbeck_Rio.

Nova secretaria de governo quer Barreiras integrada na Missão Brasil China 2019

A recém criada Secretaria Municipal de Indústria, Comércio e Serviços, de Barreiras, está pondo em prática uma série de ações em busca da atração de investimentos para o Município.  O secretário Carlos Costa, participou representando o prefeito Zito Barbosa, na Casa do Comércio, em Salvador, de uma rodada de discussões organizada pelo presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado da Bahia (Faceb), Clóves Cedraz e pelo diretor da Associação Comercial de Salvador, Sérgio Cavalcante Gomes.

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Polícia Federal prende garimpeiros e compradores de Ouro, no Tocantins e no LEM

Mandados de busca, apreensão e intimação estão sendo cumpridos em três cidades do Tocantins e uma na Bahia. A operação foi chamada de Febre do Ouro.

A Polícia Federal iniciou na manhã desta quarta-feira (5) uma operação para desarticular o comércio ilegal de ouro extraído da região de Natividade, sudeste do Tocantins. Estão sendo cumpridos seis mandados de busca e apreensão e seis de intimação para prestar depoimento. A operação foi chamada de Febre do Ouro.

Os mandados estão sendo cumpridos em de Chapada de Natividade, Natividade, Santa Rosa do Tocantins e no município Luís Eduardo Magalhães (BA). A investigação começou a partir da fiscalização em um garimpo ilegal encontrado na região de Natividade. Depois disso, a PF identificou os principais compradores do minério retirado ilegalmente.

A operação também busca elementos para estimar a quantidade de ouro ilegal extraída do local. Isso porque, embora a região seja conhecida pela exploração de ouro não há a produção oficial declarada.

Os investigados podem responder pelos crimes de organização criminosa, usurpação de bens da união e extração ilegal de ouro. Ainda segundo a PF, o nome da operação faz referência ao fenômeno de migração de pessoas para os locais onde é descoberto a presença de ouro.

Fonte: G1 BA

Golpes da internet: oito sinais de que você é um alvo fácil

 Os cibercriminosos continuam enganando usuários por meio de campanhas maliciosas, que são eficazes devido à falta de conhecimento sobre como usar a tecnologia com segurança. É por isso que o Laboratório de Pesquisas da ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, apresenta um breve guia com “sinais que um usuário é propenso a cair nas armadilhas dos cibercriminosos”.

Não saber qual é a URL do site que está procurando

A fim de induzir os usuários a acreditar que estão na página oficial de uma marca ou serviço, os cibercriminosos usam técnicas que manipulam os mecanismos de busca, denominadas Black Hat SEO, para posicionar seus links entre os primeiros resultados nos buscadores, encobrindo a identidade de serviços legítimos.  Portanto, por mais confiança que tenha em resultados de sites conhecidos, é preciso cautela na hora de clicar em um link.

Deixar-se levar pelo título no assunto de um e-mail

Ao receber e-mails que contenham no título chamadas para prêmios, oportunidades únicas, heranças ou até suas senhas e números de telefone pessoais não entre em pânico. Para que a vítima não tenha tempo de pensar e caia no golpe, os cibercriminosos se aproveitam do campo do “assunto” do e-mail para manipular emoções e gerar sentimentos que podem variar de euforia a desespero. Nestes casos, o ideal é não responder o contato.

Não revisar o endereço dos e-mails remetentes

Ao receber uma mensagem, verifique atentamente se aquele endereço de e-mail do remetente parece genuíno. Para fingir que o endereço eletrônico é de uma empresa legítima, muitas vezes os cibercriminosos enviam mensagens cujo domínio inclui o nome de uma empresa real, mas que são endereços falsos. O domínio usado em uma campanha de phishing que se passava pela Apple, por exemplo, foi “@ servicedstoredapps.live”.

Além disso, domínios de e-mail Gmail, Hotmail, Yahoo e outros, geralmente são de contas pessoais. Dificilmente uma empresa conhecida usaria um domínio @gmail.com, por exemplo. Empresas optam, geralmente, por e-mails com nomedocolaborador@nomedaempresa.com.br.

Não revisar as URLs de destino

É importante analisar para onde um link te direciona, pois muitas campanhas de engenharia social ocultam URLs falsas que parecem ser legítimas. Para descobrir isso, geralmente basta passar o cursor sobre o hiperlink e verificar se corresponde ao nome do suposto site. Para confirmar essa informação quando se está em um smartphone, é necessário selecionar o texto para mostrar a URL sem clicar.

Algo semelhante acontece com as ferramentas para encurtar links. Ao usá-las, não é possível saber o endereço da URL final. Se você suspeitar de uma fraude, existem ferramentas para descobrir o conteúdo do link encurtado antes de abri-lo, como a Unshorten.It.

Compartilhar informações pessoais nas redes sociais

Muitos usuários não estão cientes dos riscos de superexposição em redes sociais e compartilham dados pessoais, como número do documento, data de nascimento, número de telefone, endereço residencial, entre outros. Portanto, além de pensar duas vezes antes de inserir uma informação nas redes sociais, é importante configurar cuidadosamente a privacidade de cada uma das plataformas usada. Caso contrário, você ficará exposto a cibercriminosos que podem criar um perfil falso, simplesmente coletando informações de seus perfis e das atividades que compartilha.

Achar que um site é seguro somente porque tem HTTPS

Até pouco tempo era comum acreditar que as páginas que usavam o protocolo HTTP poderiam conter ameaças, e as que usavam o HTTPS, não. Mas hoje em dia, os criminosos conseguem obter um certificado SSL / TLS válido e gratuito. Portanto, não é mais suficiente para um site ter HTTPS e um cadeado para determinar que ele é seguro.

Confiar demais em serviços, redes sociais ou plataformas de uso massivo

Muitos cibercriminosos criam contas falsas em sites de vendas e redes sociais para se passar por empresas legítimas e até mesmo realizam campanhas publicitárias com falsas promoções (chamadas de malvertising), procurando usuários que acessem seus links para que possam roubar seus dados.

Abrir um e-mail não solicitado

Os usuários devem estar cientes de que um banco ou uma entidade séria geralmente não envia e-mails, principalmente com anexos, sem solicitação prévia. Receber um documento que não foi solicitado deve ser motivo de suspeita imediata.

Além disso, as instituições financeiras não solicitam o envio de senhas de acesso ou dados do cartão de crédito por e-mail. Portanto, no caso de receber um pedido deste tipo, suspeite e entre em contato com a entidade por outro canal, a fim de verificar a legitimidade da mensagem.