Defesa admite que bolivianos violaram imunidade de avião brasileiro em 2011

O Ministério da Defesa divulgou ontem,16,  nota negando que uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) tenha sido revistada no ano passado na Bolívia. Na mesma nota, no entanto, o ministério admite que, no final de outubro de 2011, houve violação de imunidade de um avião da FAB na Bolívia. À época, autoridades bolivianas, sem autorização do ministro da Defesa, Celso Amorim, vistoriaram o avião usado por ele em compromisso oficial na cidade de La Paz.

A assessoria do ministério não soube informar o motivo da ação do governo boliviano na ocasião, mas explicou que uma nota de reclamação foi encaminhada àquele país. “No documento, a embaixada informou que a repetição de tais procedimentos abusivos levaria à aplicação, pelo Brasil, do princípio da reciprocidade”. Ainda de acordo com o ministério, não houve registro de violações semelhantes após o ocorrido em 2011.

Quanto à possível revista de um avião da FAB em Santa Cruz de la Sierra, em outubro do ano passado, o ministério diz que a informação é improcedente. “Não procede a informação de que o avião da FAB utilizado nesta viagem oficial, no dia 3 de outubro de 2012, foi vistoriado por autoridades bolivianas no aeroporto de Santa Cruz de La Sierra”, diz a nota.

O Ministério das Relações Exteriores, Itamaraty, também condenou o ato classificando-o de “abusivo” e informou que, se se repetisse atitude semelhante, o Brasil adotaria “o princípio da reciprocidade”. O que, na prática, significa adotar os mesmos procedimentos.

Segundo notícia publicada pelo jornal Valor Econômico, o governo boliviano teria retido e revistado o avião usado pelo ministro Celso Amorim, que voltava da cidade de Santa Cruz de la Sierra. De acordo com a reportagem, o motivo da revista foi a suspeita de que o senador boliviano Roger Pinto Molina, opositor do presidente Evo Morales, estava a bordo. Da Agência Brasil.

Entonces? O Cocalero agora quer posar de bom mocinho, expondo para a mídia internacional os problemas que enfrentou para atravessar o espaço aéreo europeu. Já disse aqui: qualquer dia Evo Morales acorda de ressaca e manda invadir o Brasil. Com o Chile ele não se arriscaria, garanto.

Quarta do Pão 16-07-13

Ministro da Defesa admite vulnerabilidade cibernética do País.

palhaçoO ministro da Defesa, Celso Amorim, admitiu hoje (10) que há “vulnerabilidade” no setor público brasileiro no que se refere à segurança cibernética. Amorim defendeu o esforço conjunto de várias áreas do governo e da sociedade civil para dar mais segurança à troca de informações no país. Segundo ele, até a comunicação entre autoridades públicas, como ministros e parlamentares, está ameaçada.

“A situação em que nos encontramos hoje realmente é de vulnerabilidade. A mera detecção de quem se comunica com quem já é uma informação de valor analítico para qualquer adversário que se tenha fora do país”, ressaltou Amorim. O ministro lembrou que, às vezes, a “simples troca de e-mails” entre dois senadores e dois ministros pode ser acessada por terceiros.

Para Amorim, a vulnerabilidade é causada pela falta de um sistema de segurança nos softwares usados pelas autoridades públicas e pelos servidores. Ele disse que, na maioria das vezes, os computadores são de fabricação estrangeira e que há casos em que as empresas fabricantes têm contratos para fornecer as informações existentes nos softwares aos países de origem. O ministro reforçou que é necessário um esforço conjunto em busca de soluções para a fragilidade existente.

Vulnerável mesmo são os fundilhos do Ministro da Defesa. Com as forças armadas sem equipamento, as fronteiras desguarnecidas e a segurança pública que não consegue segurar nadica de nada, o dia que o Evo Morales e a Cristina Kirchner resolverem invadir o Brasil, levam a cabeça do Ministro numa caixa de sapato para decorar um obelisco qualquer. Se somos vulneráveis em armamento convencional, imagina no plano cibernético.

rizzo grande

De baixinhos e de pressão atmosférica.

Diz o jornalista Cláudio Humberto que o apego à pompa e à circunstância pelo diplomata Celso Amorim, durante sua carreira no Itamaraty, fizeram-no ganhar um apelido: “Megalonanico”. Que meda! Agora que o homem tem as forças armadas na mão vem um temor que ele possa invadir o Paraguai para acabar com as fábricas de cigarro e o contrabando de quinquilharias chinesas.

Nunca tive fé em baixinhos. Ou prejudicados verticalmente, como seria correto pronunciar. Na altitude que eles vivem, a pressão do ar é muito alta.

As Forças Armadas e as suas novas missões

Repete-se à exaustão: uma boa foto vale mais que mil palavras. A imagem da primeira reunião de Celso Amorim com os comandantes das Forças Armas é significativa. Enquanto ele, ministro, participa da reunião com um notebook, os ministros militares tem como ferramenta de trabalho umas folhinhas brancas e uma caneta BIC.

Nada fora do contexto para as Forças Armadas, que estão voando em aviões obsoletos, atirando com um fuzil que já tem meio século e navegando em frota restrita a uns poucos navios. A reestruturação das forças armadas não é uma questão de guerra, nem de desestimular ataques externos. Trata-se da segurança do território frente à 16 mil km de fronteiras, de 8 mil km de litoral, do espaço aéreo de características de um continente, invadido a cada segundo por contrabandistas e traficantes.

O País precisa orgulhar-se novamente das Forças Armadas e das suas novas missões.

Fritura inclemente.

O chanceler brasileiro Celso Amorim foi de maneira pouco gentil desconvidado para a Cúpula do G-20, na companhia do Presidente e da Presidente eleita, Dilma Rousseff. Além de ser negociador oficial do Brasil na OMC, Amorim foi um dos principais artífices da nova política externa brasileira que ajudou a projetar Lula no cenário internacional. É o tradicional jeitinho carinhoso de ser da Dilmona, fritando, de maneira fria e objetiva, o chanceler. Todo mundo sabe que o Itamaraty é um serpentário. E existem serpentes engolindo outras como é comum no reino dos ofídios.