Barbeiragem árabe detona avião de US$200 milhões

O airbus zero km, novinho, ainda sendo retirado do hangar
Este espectacular Airbus 340-600, novinho em folha, um dos maiores aviões de transporte de passageiros já construído, está estacionado na porta do hangar em Toulouse, França, sem uma horinha de vôo que seja.

Chega a tripulação árabe da ADAT (Abu Dhabi Aircraft Technologies) para realizar testes preliminares no solo, tais como ligações dos motores, antes da entrega da aeronave à “Etihad Airways”, de Abu Dhabi. A tripulação da ADAT conduz o A340-600 pelo ‘taxi-way’ (taxiando) até à zona de decolagem.

A seguir, elevaram todos os quatro motores para a potência de decolagem, com um avião praticamente vazio. Sem terem lido os manuais de operação, eles não têm idéia do peso exato de um A340-600 vazio, e como é leve.

O alarme de decolagem disparou no cockpit devido a todas as 4 turbinas se encontrarem à potência máxima. Os computadores da aeronave entenderam que estavam tentando decolar, mas as configurações necessárias dos flaps e outros apêndices aerodinâmicos não estavam em suas posições corretas.

Um dos tripulantes da ADAT, “o mais esperto de todos”, decidiu desligar o Sensor de Proximidade do Solo para silenciar o alarme. Este procedimento engana o computador da aeronave, simulando que a aeronave está no ar, ou seja, voando. Os computadores liberaram automaticamente todos os freios e dispararam o avião.
A tripulação da ADAT não fazia a menor idéia de que tudo isto é um sistema de segurança para impedir que os pilotos pousem o avião com os freios ativados.
Nem um único, dos sete homens da tripulação árabe, teve a inteligência de inverter a potência das turbinas de sua potência máxima, e por isso, a aeronave novinha em folha, no valor de 200 MILHÕES de dólares, foi parar em uma barreira de retenção do aeroporto, ficando destruída.

Interior de luxo na primeira classe
o resultado da barbeiragem
Não sobrou nada
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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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