“Com o noticiário político prestes a ser eclipsado pelo futebol com o início da Copa do Mundo, Flávio Bolsonaro vai ganhar quase 50 dias para superar as três crises que atravancam sua campanha.
Sobre duas delas, ele tem, neste momento, pouco ou nenhum controle: as novas revelações sobre o seu relacionamento milionário com o banqueiro preso Daniel Vorcaro e o novo tarifaço dos EUA contra o Brasil.
A terceira depende só dele: remontar o campo político da oposição. Se continuar com um time desunido até o final da Copa, quando a campanha eleitoral começa de verdade, Flávio Bolsonaro passará a depender da sorte para ser eleito.”
Na newsletter de Thomas Traumann, em o Globo
