
O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta quarta-feira (10) a última fase de uma ação penal da Operação Lava Jato relacionada ao ex-senador e ex-presidente Fernando Collor, suspeito de lavagem de dinheiro e corrupção passiva em caso envolvendo uma subsidiária da Petrobras. Réu desde 2017, Collor pode ser condenado à prisão.
De acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), um montante de R$ 29,9 milhões foi destinado ao grupo empresarial de Collor em forma de propina. O dinheiro veio, conforme a acusação, por meio de um acordo com a BR Distribuidora para que bandeiras de postos de gasolina fossem mudadas durante o período de quatro anos (2010 a 2014).
Em 2019, a então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, apresentou alegações finais e pediu a condenação de Collor a 22 anos e oito meses de prisão.
Relato do Congresso em Foco
Uma grande oportunidade: o Juízo das Execuções Penais poderia recolher em apenas uma cela dois ex-presidentes. Com mais economia e grandes jogos de biriba entre os dois.









Imagem da Folha













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Coronel Élcio Franco














Consul da Rússia, Vladimir Tokmakov, ergue cartaz com a foto de seu pai, combatente na Segunda Guerra Mundial (NB)

“Grande Vitória!” diz o desenho exibido no ato com um jovem oficial soviético no comando de investida contra o invasor nazista.

O Palácio La Moneda, bombardeado em setembro de 1973, pelos militares de extrema-direita. O presidente Allende morreu na defesa do governo constitucional e da democracia. Uma longa noite de terror baixava sobre o Chile. 




Wesley festeja gol do Cruzeiro contra o Santos (Foto: Cris Mattos/ STAFF IMAGES / CRUZEIRO)

Foto de Valter Campanato e conteúdo Agência Brasil

