Arraiá de LEM: Thiago Aquino encanta público de 25 mil fãs.

Baiano de Feira de Santana, e com mais de 13 anos de carreira, Thiago Aquino conquistou o país recentemente, durante a pandemia: foram cinco discos lançados em dois anos e uma infinidade de sucessos, todos na boca do povo.
No segundo dia de festa do Arraiá de LEM, o artista ouviu sua música sendo cantada por um público de 25 mil pessoas numa noite memorável. “Em uma hora e meia de show fica até difícil colocar todo o repertório”, contou Thiago Aquino, que dividiu a noite com Bell Marques, Mano Forrozeiro, Fábio Bairon, Zal e Banda, Baião de 2 e Megha Boys.
Intérprete dos hits ‘Marcha de Núpcias’, ‘Casamento Cancelado’, ‘Ligação Covarde’, ‘Chip Novo, entre outros, Thiago Aquino subiu ao palco do Arraiá de LEM por volta das 00h e levou o público ao delírio.
E a programação continua neste sábado (18), confira:
– 20h00 Léo Lima;
– 21h00 Gustavo Braga;
– 22h00 Wesley Safadão;
– 00h00 Aline Fernandes;
– 01h30 Oz Primozz do Forró;
– 02h30 Tetezinho;
– 03h30 Haja Gás.
Bolsonaro é o culpado por deixar a gasolina e tudo caro no Brasil, dispara Deputado.

O deputado estadual Robinson Almeida (PT) responsabilizou o presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo novo reajuste, anunciado pela Petrobras, no preço da gasolina, em 5,18%, e do diesel, em 14,26%, que entra em vigor neste sábado (18) no Brasil. O petista disse que Bolsonaro, com o programa econômico do seu governo, deixou tudo caro no Brasil, lembrou que é o mandatário que nomeia a direção da estatal e que ele “cinicamente” sempre busca terceirizar a responsabilidade pelo descontrole econômico no Brasil, com a volta da inflação.
“Bolsonaro é o responsável por deixar a gasolina, o diesel, o gás de cozinha e tudo caro no Brasil. Ele já culpou os governadores, a pandemia, a guerra no leste europeu, a Petrobras, mas o único responsável é ele, que trouxe a carestia e os fantasmas da inflação e da fome para o Brasil com a agenda econômica do seu desgoverno. Está é a verdade inconteste que, cinicamente, ele tenta esconder”, afirmou. “Quem nomeiou a direção da Petrobras foi ele. O governo é o maior acionista da empresa, tem poder de veto, de direção, de decisão. Mas ele está comunado com o projeto que espoleia o Brasil e esfolia o povo brasileiro, com o programa econômico neoliberal do seu governo que trouxe a inflação, a carestia e a fome para nosso país”, bradou o petista.
O parlamentar também chamou de engodo o projeto que limita o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre os combustíveis, acusou Bolsonaro de criar uma cortina de fumaça, retirar recursos da saúde, educação, segurança, e não atacar a raiz do problema.
“Bolsonaro, com apoio da turma do atraso, privatizou a refinaria baiana Landulpho Alves e está entregando ao capital internacional outras refinarias brasileiras. Com isso, e a mudança na política de preço, os combustíveis passaram a ser cotados em dólar e sofrem oscilação com a especulação internacional. Essa é a raiz do problema que Bolsonaro, por está comunado com o capital estrangeiro, não quer atacar. Ele cria cortina de fumaça, como esse projeto que retira recursos da saúde e educação dos estados e municípios, e não resolve o problema, tanto que os combustíveis já estão mais caros hoje”, criticou Robinson Almeida.
Arraiá de LEM: Bell Marques transformou a segunda noite de festa numa mistura de axé e forró


Uma das atrações mais aguardadas do São João de Luís Eduardo Magalhães, Bell Marques subiu ao palco do Arraiá de LEM cantando os seus maiores sucessos, transformando a Vila Junina em um carnaval fora de época, misturando folia e forró.
Alternando entre músicas do axé com um repertório junino de primeira qualidade, o ex-integrante da Banda Chiclete com Banana, levantou mais de 25 mil pessoas para o Arraiá de LEM, segundo dados da Polícia Militar.
“Festa linda, organizada, o prefeito de Luís Eduardo está de parabéns, porque a paz reina nesse ambiente, um lugar completamente familiar. Vou sair daqui fazendo a maior propaganda dessa festa”, parabenizou Bell.
Em pouco mais de uma hora de show, e com quase 70 anos de idade, Bell distribuiu energia para uma praça lotada que participou da festa em clima de paz. Além das grandes atrações, a estrutura e a organização da festa foram um show à parte.
O sábado promete mais festa com Wesley Safadão, artista ganhou o Brasil se tornando a referência do novo jeito de fazer forró, com uma batida mais acelerada e com um carisma que só ele possui.
E a programação continua neste sábado (18), confira:
– 20h00 Léo Lima;
– 21h00 Gustavo Braga;
– 22h00 Wesley Safadão;
– 00h00 Aline Fernandes;
– 01h30 Oz Primozz do Forró;
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Luís Eduardo Magalhães-BA
‘Estamos sendo massacrados por essa política de preços’, diz líder dos caminhoneiros autônomos sobre alta da Petrobras.
Greve em 2018, que serviu de plataforma de lançamento da campanha de Jair Messias. O preço do diesel estava pouco acima de R$4. Hoje ronda os 8 reais o litro e os caminhoneiros autônomos estão desaparecendo das estradas. Quem não tem prestação a pagar espera em casa, numa pescaria por fretes bons de pequeno curso.
Por Cristiane Gercina, da Folhapress
O novo reajuste de preços da gasolina e do óleo diesel anunciado pela Petrobras nesta sexta-feira (17) deve reforçar o movimento dos caminhoneiros autônomos contra a política de preços da estatal. Líderes da categoria criticam o aumentos e acreditam que os impactos no bolso dos brasileiros podem levar a paralisações pontuais no país.
“Estamos sendo massacrados por essa política de preços. O governo pode zerar todos os impostos que a situação não vai mudar”, afirma José Roberto Stringasci, presidente da ANTB (Associação Nacional de Transporte do Brasil) e coordenador do movimento Soberano Brasil.
A estatal anunciou aumento de 5,2% no litro da gasolina e de 14,2% no do óleo diesel. Os novos preços começarão a valer neste sábado (18). Para Stringasci, os reajustes impactam não apenas os transportadores autônomos e os demais caminhoneiros, mas afetam todos os brasileiros.
Ele afirma que a categoria tem se mobilizado para conscientizar a sociedade civil contra a política de preços e acredita que poderá haver paralisações pontuais de caminhoneiros nas próximas semanas, especialmente em estados como a Bahia. “Na Bahia é onde estão sendo mais afetados. Creio que lá vai ter paralisações sim, mas o movimento não é exclusivo da categoria, é da população”, diz ele.
A caravana iniciada no mês passado para protestar contra a disparada no diesel vai para o Nordeste nas próximas semanas divulgando críticas às estratégias do governo para o problema da disparada nas bombas.
No Sul do país, a situação também aponta para “movimentos espontâneos contra a situação”, segundo Carlos Alberto Litti Dahmer, líder da categoria no Rio Grande do Sul, que faz parte da diretoria da CNTTL (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística).
“Cada vez que essas medidas são tomadas, a situação econômica do país vai deteriorando, tudo em função de querer manter paridade de preços com o mercado internacional para dar dinheiro para acionistas, em detrimento da própria Petrobras e do povo brasileiro”, afirma.
Dhamer diz que, no Rio Grande do Sul, o aumento dos combustíveis deverá ser ainda maior, já que, segundo ele, o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) irá subir. “Hoje, é 12% e irá para 17%.”
“Não impacta só na categoria, impacta toda a população brasileira. Atrás desse aumento vem com certeza gás de cozinha. E isso [reajuste] repassado para os fretes, é inflação na veia, no prato do trabalhador, daquele que ainda consegue comer, pois muitos já estão passando fome.”
Procurado, o Ministério da Economia afirmou que não irá comentar. A Petrobras não se manifestou até a publicação deste texto.
DIESEL SUBIU HÁ CERCA DE 40 DIAS
O novo reajuste da gasolina ocorre após 99 dias sem aumentos. Com isso, o preço médio do combustível nas refinarias da estatal passará de R$ 3,86 para R$ 4,06 por litro. Já o preço do diesel passará de R$ 4,91 para R$ 5,61 por litro. O último ajuste ocorreu há 39 dias.
Na quarta (15), o Congresso concluiu a votação de projeto de lei que estabelece um teto para alíquotas do ICMS sobre os combustíveis, que pode reduzir o preço médio da gasolina em R$ 0,657 por litro, segundo projeção do consultor Dietmar Schupp.
Na semana que vem, o Congresso debate a chamada PEC (proposta de Emenda à Constituição) dos Combustíveis, que autoriza o governo a zerar impostos federais sobre a gasolina e compensar estados que se dispuseram a reduzir o ICMS sobre o diesel e o gás de cozinha.
Dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) mostram que o litro da gasolina chegou a R$ 8,49 no país, o do diesel atingiu a máxima de R$ 8,43 e o do etanol, R$ 7,89 na semana entre 5 e 11 de junho, último dado disponível. O preço médio ficou em R$ 7,25, R$ 6,89 e R$ 5, respectivamente.
Motivação das mortes de Bruno Pereira e Dom Phillips vai definir o caminho do processo
Uma transferência do caso para a Justiça Federal dependeria de a polícia apontar conexão do crime com a Terra Indígena Vale do Javari
Por Ciro Barros, Rubens Valente, Avener Prado, José Medeiros, da Agência Pública.
Por que mataram Bruno Pereira e Dom Phillips? A resposta a essa pergunta definirá o caminho que o processo seguirá na Justiça, de acordo com fontes próximas à investigação ouvidas pela Agência Pública em Atalaia do Norte (AM).
No caso de o processo permanecer na Justiça estadual, o Ministério Público poderá pedir o desaforamento para a cidade de Manaus (AM), ou seja, solicitar que o futuro Tribunal do Júri seja realizado na capital do Amazonas, a cerca de 1.100 km em linha reta de Atalaia do Norte (AM). A medida contornaria eventuais dificuldades na escolha do júri e pressões políticas e sociais, já que a família dos acusados é grande e bem conhecida na região.
O inquérito sobre os homicídios hoje tramita na Justiça estadual do Amazonas conduzido pela Polícia Civil e sob a supervisão do Ministério Público e da Justiça estaduais. Um segundo inquérito, sobre os desaparecimentos, tramita na Polícia Federal.
Para a Polícia Civil, a autoria do crime foi resolvida a partir de uma confissão do pescador Amarildo da Costa Oliveira, o “Pelado”, do relato de testemunhas, do trabalho da perícia técnica e da reconstituição do crime que resultaram na localização de restos mortais em área próxima à comunidade São Gabriel. A perícia nos corpos será concluída no decorrer da próxima semana, segundo nota da Polícia Federal.


Chegada de restos mortais em Atalaia do Norte (AM) na noite de 15 de junho. Perícia em Brasília irá confirmar se são de Bruno e Dom
A investigação agora deverá detalhar o que levou Oliveira a matar o indigenista e o jornalista. Definir a motivação do crime terá impacto na decisão que a Justiça deverá tomar em algum ponto do processo sobre a esfera judicial na qual o processo tramitará, se estadual ou federal.
Caso o inquérito hoje conduzido pela Polícia Civil conclua que há conexão do crime com a atuação de Bruno Pereira na Terra Indígena Vale do Javari, o Ministério Público estadual poderá suscitar um conflito de competência, ou seja, indagar ao Judiciário sobre qual esfera deverá julgar o processo criminal. O MP poderá solicitar ao juízo que remeta o processo à Justiça Federal, já que terras indígenas são registradas em cartório como patrimônio da União e devem ser protegidas por órgãos federais, como a Funai, o Ibama e a própria PF. Além disso, Bruno era servidor público federal.
Para a investigação ir para a instância federal, é necessário que a Justiça entenda que as ameaças de “Pelado” a Bruno ocorreram em razão de sua atuação como indigenista. Inúmeras denúncias documentadas pela Univaja, a principal entidade indígena do Vale do Javari, demonstram ameaças e intimidações contra Bruno Pereira e outros indígenas da fiscalização por conta de sua atuação para impedir o saque de riquezas dentro da TI.
Outro argumento que pode ser usado para o caso ir à Justiça Federal seria a comprovação de que os executores agiram a mando de alguma terceira pessoa com interesse em áreas da União ou relacionada ao tráfico internacional de drogas.



O clima em Atalaia do Norte (AM) é de trauma e apreensão entre a população local
Em nota divulgada nesta sexta-feira, a Polícia Federal negou a hipótese de “crime de mando”. Ela disse que, de acordo com as investigações, “os executores agiram sozinhos, não havendo mandante nem organização criminosa por trás do delito”.
A Univaja emitiu uma nota criticando o comunicado da Polícia Federal. A entidade disse que “a PF desconsidera as informações qualificadas, oferecidas pela UNIVAJA em inúmeros ofícios, desde o segundo semestre de 2021.” Segundo a organização dos indígenas, as informações enviadas nos ofícios apontam para a existência de um grupo organizado atuando nas invasões à TI Vale do Javari. “A nota à imprensa, emitida pela PF hoje corrobora com aquilo que já destacamos: as autoridades competentes, responsáveis pela proteção territorial e de nossas vidas, têm ignorado nossas denúncias, minimizando os danos, mesmo após os assassinatos de nossos parceiros, Pereira e Phillips”, afirma a nota.
Por outro lado, pesa contra a tese de que o processo deverá passar à Justiça Federal, segundo uma fonte próxima à investigação disse à Pública, o fato de Pereira estar licenciado do cargo que ocupava na Funai (Fundação Nacional do Índio) quando foi morto.
Outros pontos a serem esclarecidos, diz outra fonte próxima à investigação, é se “Pelado” exercia de fato a pesca ilegal dentro da TI Vale do Javari e se a decisão de matar Bruno se deu em decorrência de ações de fiscalização realizadas pelo indigenista dentro ou fora da terra indígena. Para policiais estaduais, é possível que Bruno tenha confrontado “Pelado” e realizado ações de fiscalização, como a inutilização de material de pesca, em áreas fora do perímetro da TI Vale do Javari. Tal entendimento faria com que o inquérito e o processo continuassem tramitando em âmbito estadual, segundo esta fonte.


As imagens mostram a movimentação das equipes de busca no dia 15 de junho no rio Itaquaí
Uma outra hipótese sobre o desfecho do processo seria a chamada “federalização”, chamada tecnicamente de IDC (Incidente de Deslocamento de Competência). Pela lei, o IDC só pode ser ajuizado pela PGR (Procuradoria Geral da República) junto ao STJ (Superior Tribunal de Justiça). Poucos casos foram “federalizados” no país até hoje.
A “federalização” foi demandada pelo movimento indígena em um ato público realizado no centro de Atalaia do Norte na última segunda-feira. Após as buscas terem encontrado os restos mortais na última quarta-feira, a Univaja reiterou, em nota, que “o assassinato de Pereira e Philips constitui um crime político, pois ambos eram defensores dos Direitos Humanos e morreram desempenhando atividades em benefício de nós, povos indígenas do Vale do Javari”.
A Constituição estabelece que serão julgados na Justiça Federal os “crimes políticos e as infrações penais praticadas em detrimento de bens, serviços ou interesse da União ou de suas entidades autárquicas ou empresas públicas.” Também são de competência federal os processos judiciais relacionados aos direitos indígenas.
Parentes de “Dos Santos” e “Pelado” foram ouvidos pela Polícia Civil nesta quinta-feira
Nesta quinta-feira, cinco familiares dos presos Oseney Oliveira, conhecido como “Dos Santos”, e “Pelado” prestaram depoimentos na delegacia da Polícia Civil de Atalaia do Norte. Essas pessoas negaram supostos mandantes do crime.
Os depoimentos foram acompanhados pelo advogado Ednilson Almeida Tananta, que também representa Oseney e Amarildo Oliveira no inquérito, e por servidores da Polícia Federal. “Estou acompanhando o desenrolar das investigações nessa fase de inquérito policial”, disse Tananta à reportagem, sem confirmar se seguirá no caso a partir da eventual apresentação da denúncia, pelo Ministério Público.


Ednilson Almeida Tananta, advogado de Amarildo (Pelado) e Oseney (Dos Santos) em frente a delegacia com familiares dos suspeitos
O advogado não quis dar detalhes do que conversou com os suspeitos nas suas celas ou sobre os depoimentos de ontem e nem apresentou nenhuma linha da defesa que fará de seus clientes. Oseney e Amarildo seguem presos na delegacia de Atalaia do Norte.
Parte dos depoimentos foi colhida enquanto uma procissão de fiéis da Paróquia de Atalaia do Norte concentrava-se em frente à delegacia de polícia. A procissão, realizada no feriado de Corpus Christi, saiu da delegacia e foi até a igreja da cidade. “Rezamos pelo Bruno e pelo Dom para que sejam acolhidos no festim da eternidade”, disse o padre Alberto, da paróquia de Atalaia.


Padre Zezinho (à esquerda) e Padre Alberto (à direita) conduziram procissão de corpus christi em Atalaia na quinta-feira, 16 de junho. A manifestação religiosa teve início em frente a delegacia e percorreu as principais ruas da cidade, terminando na igreja matriz – os suspeitos, que seguem presos na delegacia, ouviram tudo
Nesta sexta-feira, equipes da Marinha, do Corpo de Bombeiros do Amazonas e do Exército seguem as buscas pela embarcação em que estavam Dom Philips e Bruno Pereira, supostamente afundada pelos suspeitos no leito do rio Itaquaí.
Um grande acordo nacional, com o Supremo, com o Congresso, com tudo
Penitenciárias federais no País: ocupação plena em futuro próximo.
O entreguismo da infraestrutura estratégica do País é crime de lesa pátria e muitos responderão por isso no futuro.
Muitos ainda se lembram da famosa frase do ex-senador Romero Jucá durante o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Roussef.
Pois bem: os resultados do grande acordo espúrio, que defenestrou a presidenta Dilma, estão claros hoje: o Governo de Temer e de Bolsonaro já entregaram, por preço vil, portos, aeroportos, a Eletrobrás e o regime de águas, refinarias, oleodutos, distribuidora de petróleo e agora, com a grande conspiração, jogando o povo contra a Petrobras, vai entregar a petrolífera que já foi a segunda maior do mundo e tem reservas avaliadas em 70 bilhões de barris.
O valor estimado dessas reservas é de 9 trilhões de dólares ou 45 trilhões de reais. Algo como sete anos do PIB brasileiro, soma da produção agropecuária, serviços, mineração e indústria.
Diesel aumenta 14% e gasolina 5,18% nesta sexta-feira. Caminhoneiros prometem greve.
Wallace Landim, um dos líderes dos caminhoneiros autônomos, disse nesta 6ª feira (17.jun.2022) que, diante do novo aumento no preço de combustíveis, a greve da categoria “é o mais provável”. Conhecido como Chorão, ele foi um dos responsáveis pelo movimento de paralisação dos caminhoneiros em 2018.
“A verdade é que, de uma forma ou de outra, mantendo-se essa política cruel de preços da Petrobras, o país vai parar novamente. Se não for greve, será pelo fato de se pagar para trabalhar”, afirmou. “Essa luta não é só dos caminhoneiros, mas de todo o povo brasileiro.”
O aumento percentual da gasolina foi de 5,18%. Já do diesel foi de 14,26%. Os novos valores passam a valer no sábado (18.jun.2022) para a venda para as distribuidoras, segundo a estatal.
A empresa adota uma política de preços atrelada à variação do mercado internacional, chamada de PPI (Preço de Paridade Internacional).
“Estamos alertando há muito tempo das consequências dessa política de preços da Petrobras e [sobre o] caos econômico que ela está causando na sociedade, disse Chorão, que é presidente da Abrava (Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores).
O líder da categoria disse que o caminhoneiro “está sendo esmagado pela inflação e pela alta do diesel”. Ele também criticou o a gestão do presidente Jair Bolsonaro (PL) por não ter “dado início a mudanças estruturantes na empresa”.
“O governo se acomodou e, por ironia do destino, o Ministro apelidado de Posto Ipiranga, que deveria resolver esse problema, é o grande culpado deste caos. E hoje chegamos nesse ponto crítico, sendo que ainda temos sérios riscos de falta de diesel”, declarou, em referência a Paulo Guedes, titular da Economia.
“Bolsonaro precisa entender que ficar dando ‘xilique’ não vai resolver o problema.”
Leia a íntegra da nota de Wallace Landim, presidente da Abrava, recebida às 12h22 de 17.jun.2022:
“NOTA À IMPRENSA
“Assunto: Alta no preço do diesel
“Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores – ABRAVA, recebe com indignação a informação de nova alta dos combustíveis após 39 dias do último aumento.
“Com o reajuste, o preço médio de venda de gasolina da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,86 para R$ 4,06 por litro (alta de 5,18%). Para o diesel, preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 4,91 para R$ 5,61 por litro (alta de 14,26%).
“Estamos alertando há muito tempo das consequências dessa política de preços da Petrobras e [sobre o] caos econômico que ela está causando na sociedade.
“Os caminhoneiros autônomos têm 3 grandes contas para pagar: 1º a nossa casa (aluguel, comida, luz, água e etc.), 2º o Diesel (sem ele o caminhão não anda), 3º a manutenção do caminhão. Essa 3ª conta não está sendo paga, colocando em risco sua própria vida e a de terceiros. O caminhoneiro está sendo esmagado pela inflação e pela alta do diesel.
“A grande falha e incompetência do Governo Bolsonaro foi não ter reestruturado a Petrobras e suas operações no início do governo, de não ter dado início a mudanças estruturantes na empresa. O governo se acomodou e, por ironia do destino, o Ministro apelidado de Posto Ipiranga, que deveria resolver esse problema, é o grande culpado deste caos, e hoje chegamos nesse ponto crítico, sendo que ainda temos sérios riscos de falta de diesel. Bolsonaro precisa entender que ficar dando “xilique” não vai resolver o problema.
“A verdade é que, de uma forma ou de outra, mantendo-se essa política cruel de preços da Petrobras, o país vai parar novamente. Se não for por greve, será pelo fato de se pagar para trabalhar. A greve é o mais provável.
“Essa luta não é só dos caminhoneiros, mas de todo o povo Brasileiro.
“São Paulo 17, de junho, de 2022.
“Wallace Landim – Chorão Caminhoneiro
“Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores – ABRAVA”
Vacina Tetravalente na São Camilo
Vacina tetravalente que protege contra a Influenza H1N1, H3N2 e duas cepas da Influenza B é no Centro de Vacinas São Camilo. Em Luís Eduardo e Barreiras.
Arraiá de LEM: Desejo de Menina emocionou mais de 8 mil apaixonados por forró na primeira noite de festa




Com sucessos como ‘Diga Sim Pra mim’, ‘Sorte’, entre outros mais recentes, a banda Desejo de Menina emocionou os fãs e levou nesta quinta-feira (16) mais de 8 mil apaixonados pelo forró para o primeiro dia de Arraiá de Luís Eduardo Magalhães.
A banda Desejo de Menina, que está com agenda lotada para o mês de junho, subiu ao palco do maior São João do Oeste baiano por volta das 23h e fez bonito.
Também animaram a noite, Forró dos Plays, Lukinhas Rodrigues, Amigas do Samba e Raphael Pereira, Pegada do Povo e Henrique Sallys.
E a festa continua nesta sexta-feira (17), com a presença de Bell Marques que promete um repertório de forró animado. Confira a programação:
– 20h Mano Forrozeiro;
– 21h Fábio Bairon;
– 22h Baião de 2;
– 23h Bell Marques;
– 01h Thiago Aquino;
– 02h Zal e Banda;
– 03h Megha Boys.
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Luís Eduardo Magalhães-BA
Treze carretas com soja sem documentação fiscal são apreendidas no oeste baiano

Treze carretas que transportavam 650 toneladas de soja em grãos sem documentação fiscal, com mercadorias avaliadas em R$ 1,2 milhão, foram apreendidas pela operação Veredas do Oeste, que está sendo realizada pela Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (Sefaz-BA) entre os meses de junho e outubro.
O objetivo da ação, de acordo com o superintendente de Administração Tributária da Sefaz-BA, José Luiz Souza, é intensificar a fiscalização e o controle do escoamento da safra de grãos na região Oeste do Estado, “combatendo a sonegação fiscal e assegurando a concorrência leal entre as empresas que atuam na área”.
A operação abrange os maiores municípios produtores de grãos do Oeste, de forma a cobrir os principais centros fornecedores de mercadorias e seus corredores de abastecimento, com atenção especial nas cargas em circulação de saída pela BR-030 e pela BR-020, com destino ao Estado de Goiás.
O gerente de Mercadorias em Trânsito da Sefaz-BA, Eraldo Bispo, explica que “a operação reflete a importância da região como maior produtora de grãos do estado, com grande desenvolvimento socioeconômico voltado para o agronegócio, com destaque para as culturas consolidadas como soja, algodão, milho, feijão e café”.
A operação Veredas do Oeste ampliou o número de Unidades Móveis de Fiscalização, com plantões permanentes nas vias de acesso aos principais municípios da região e fortalecimento do monitoramento das saídas de produtos pela BR-020 e pela BR-030.
Fonte: Ascom/Sefaz-BA
“Motociata fascista” no sábado em Manaus ‘é a celebração da morte, o carnaval do ódio’, diz Santa Cruz.

Evento “humilhará definitivamente o Brasil, diante de si mesmo e diante do mundo”, afirmou o ex-presidente da OAB.
“A absurda motociata fascista marcada para sábado [(18/6)] em Manaus é a celebração da morte”, afirmou em seu perfil no microblog Twitter, no início da noite desta quinta-feira (16/6), o ex-presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Felipe Santa Cruz, que é pré-candidato pelo PSD ao Governo do Estado do Rio de Janeiro.
O agora político se referiu ao tradicional passeio de motocicletas com a participação do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, que desta vez ocorrerá a pouco mais de 48 horas após a Polícia Federal encontrar os restos mortais que seriam do jornalista britânico Dom Phillips e do indigenista brasileiro Bruno Araújo Pereira, assassinados no Vale do Javari, extremo sudoeste do Amazonas.
Segundo o tuíte de Santa Cruz, será um “carnaval do ódio que humilhará definitivamente o Brasil, diante de si mesmo e diante do mundo”.
A motociata de Bolsonaro em Manaus tem previsão para ocorrer a partir das 15h, com saída da Ponta Negra – bairro da capital do estado do Amazonas, com IDH de 0,930 e com qualidade de vida semelhante à da Suíça e Austrália, e término na Arena Amazônia Vivaldo Lima – um estádio multiuso localizado no bairro Flores.
“Serão anos para reerguer essa nação”, disse ainda o presidente da OAB, que também interpretou a motociata, como outros perfis da plataforma, “um escárnio”.
Particularmente, ainda não sei como não apareceram nas ruas as milícias dos camisas verdes ou os capas vermelhas da TFP. Sim, a apropriação indevida e ilegal da bandeira brasileira, para decorar jaquetas de inspiração militar ou para decorar parabrisas traseiros de utilitários, já se constitui numa identificação com as atitudes das milícias Schutzstaffel, as famigeradas SS de Hitler, ou com os camisas negras de Mussolini.
Menos de um mês após ser nomeado chanceler da Alemanha, Adolf Hitler conclamou aos membros do Partido Nazista a formarem uma polícia paralela à oficial. As SS, inicialmente criadas para garantir a proteção pessoal de Hitler, e as SA (Tropas de Choque do Partido Nazista), formadas por arruaceiros sem treinamento militar formal, passaram então a ter autoridade policial formal. Isto aumentou ainda mais o poder do Partido Nazista na sociedade alemã.
Isto é o que se prevê para este País caso tenha sucesso o golpe planejado pelo atual Presidente, haja vista que pela via democrática parece impossível se estender no poder.
Operadores de drone afirmam que jogavam veneno em cima de público em evento de Lula e Kalil em MG: ‘jogou só 2 litros’.
Um vídeo compartilhado nas redes sociais e em aplicativos de mensagens mostra o que seria parte da operação do drone que sobrevoou o evento político de Lula e Kalil e jogou sobre o público uma substância de forte odor, na tarde de quarta-feira (15), em Uberlândia.
Parte dos presentes, chegou a classificar como urina, chorume e até fezes o conteúdo aspergido pelo aparelho.
Um dos três homens, que chegaram a ser presos pela Polícia Militar (PM) em flagrante, afirmou no vídeo que eles estavam jogando veneno. Em outro trecho da gravação, o operador do drone disse que já havia despejado “dois litros”
Rodrigo Luiz Parreira, Charles Wender Oliveira Souza e Daniel Rodrigues de Oliveira foram detidos em flagrante pela PM, mas liberados após assinarem um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) para comparecerem posteriormente ao Juizado Especial Criminal. /i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/s/W/XN6SqoSYy1SxXjXJ5sBw/pisao-drone.jpeg)
Polícia prende operadores de drone que atacou público de evento de Kalil e Lula em Uberlândia — Foto: Wladimir Raeder/Divulgação
A polícia informou que eles não tinham autorização para operar o equipamento, que foi apreendido, e poderá ser encaminhado ao Ministério Público Federal, caso seja solicitado.
A apreensão dos três homens ocorreu logo após a operação do drone. Parte dos militantes seguiu o aparelho e junto da polícia chegaram até uma área localizada atrás do Centro Universitário do Triângulo (Unitri), local onde era realizado o evento.
Homem 1: Na hora que acaba o veneno, apita?
Homem 2: Apita.
Operador: Está saindo muito, fii. Nossa, meu Deus do ceú!
Risos
Operador: O povo tá correndo, véi.
Homem 2: Acabou não, chefe?
Operador: Não, tem produto aqui ainda. Ó o povo, tacando trem lá, véi.
Homem 1: Levanta, levanta.
Operador: Tenho que levantar, o povo tá tacando trem.
Homem 1: Pode levantar. Joga pra cima do palco. Joga pra cima do palco.
Operador: Nossa, véi. Em cima do palco?
Homem 1: É! Lá no rumo daquelas caixas lá, isso!
Homem 2: Aumenta a vazão.
Homem 1: Aumenta a vazão.
Operador: Já tá no máximo aqui.
Homem 2: Uai, tá demorando demais.
Operador: Tá ué. É que tá saindo pouco.
Homem 1: Será que tem muito ainda?
Homem 2: Quantos litros têm?
Operador: Tem, nós jogou dois litros só, fii.
Homem 1: Roda mais para o lado da arquibancada.
Operador: A lá, caindo. Ó o pau lá, cê viu?
Homem 1: Dá mais uma volta, vai andando. Não fica parado não. Vai andando que eles não acertam. Não fica parado não.
Risos
Homem 1: Não fica parado não.
Homens 1 e 2: Sobe mais, sobe mais.
Colisão entre veículos deixa seis feridos na BR 135, entre Barreiras e Riachão das Neves.



No final da manhã de hoje, quinta-feira, 16, por volta das 11h, uma colisão frontal envolvendo um veículo Ford KA e um veículo Ford Fiesta, deixou seis feridos na BR 135, próximo a localidade de Barra do Riacho, no município de Riachão das Neves.
Equipes do SAMU e do Corpo de Bombeiros estiveram no local. Uma das vítimas foram retiradas das ferragens e encaminhada para o Hospital do Oeste.

Não há até o fechamento desta matéria, identificação e mais detalhes das vítimas.
A Polícia Rodoviária Federal registrou o acidente e a rodovia que ficou parcialmente interditada.
Fonte: Reportagem de Jadiel Luiz/Blog do Sigi Vilares
Vamos ajudar esta batalhadora!

Bahia registra 3.874 casos ativos de Covid-19 e mais 7 óbitos.

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 1.082 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,07%) e 617 recuperados (+0,04%). Dos 1.557.823 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.523.980 já são considerados recuperados, 3.874 encontram-se ativos e 29.969 tiveram óbito confirmado. Nas últimas 24h, o estado registrou 7 óbitos.
Os dados ainda podem sofrer alterações devido à instabilidade do sistema do Ministério da Saúde. A base ministerial tem, eventualmente, disponibilizado informações inconsistentes ou incompletas.
O boletim epidemiológico desta quinta-feira (16) contabiliza ainda 1.900.470 casos descartados e 338.222 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até às 17 horas desta quinta-feira. Na Bahia, 63.832 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.
Vacinação
Até o momento temos 11.607.965 pessoas vacinadas com a primeira dose, 10.704.045 com a segunda dose ou dose única, 6.111.984 com a dose de reforço e 433.770 com o segundo reforço. Do público de 5 a 11 anos, 959.360 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 536.579 já tomaram também a segunda dose.
BC eleva Selic em 0,5 ponto, para 13,25% ao ano, e projeta novo ajuste.
Decisão foi em linha com o esperado pelo mercado, que passou a concentrar mais as atenções para o que esperar para próximas reuniões.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central elevou, nesta quarta-feira (15), a taxa Selic em um 0,5 ponto percentual, passando de 12,75% para 13,25%. Com isso, a taxa básica de juros atingiu o seu maior patamar desde dezembro de 2016 e com uma alta pela 11ª vez seguida.
A decisão da instituição monetária brasileira foi em linha com as projeções do mercado, que precificava uma alta desta magnitude em meio ao ambiente inflacionário ainda desafiador.
Para a próxima reunião, o Comitê escreveu, no comunicado, que antevê um novo ajuste, de igual (+0,5pp) ou menor magnitude (+0,25pp).
“O Comitê nota que a crescente incerteza da atual conjuntura, aliada ao estágio avançado do ciclo de ajuste e seus impactos ainda por serem observados, demanda cautela adicional em sua atuação”, afirma no comunicado.
Além disso, o comitê pontua que seus “passos futuros” poderão ser ajustados “para assegurar a convergência da inflação para suas metas, e dependerão da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação para o horizonte relevante da política monetária.”
Segundo o comunicado, o Comitê entende que a decisão de hoje reflete “a incerteza ao redor de seus cenários e um balanço de riscos com variância ainda maior do que a usual para a inflação prospectiva, e é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante, que inclui o ano-calendário de 2023”.
“Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego”, acrescentou.
Conforme o Copom, diante de suas projeções e do risco de desancoragem das expectativas para prazos mais longos, “é apropriado que o ciclo de aperto monetário continue avançando significativamente em território ainda mais contracionista”.
“O Comitê enfatiza que irá perseverar em sua estratégia até que se consolide não apenas o processo de desinflação como também a ancoragem das expectativas em torno de suas metas”, argumentou.
Do InfoMoney
Internacional “fatura” o Goiás e avança para o 3º lugar
Ao bater o Goiás por 2 a 1 no Goiás, pela 12ª rodada da competição, no estádio Hailé Pinheiro, em Goiânia, o Internacional de Mano Menezes chega a 11 jogos sem derrota no Brasileirão e vai para o alto na tabela, chegando à terceira posição.
Edenilson e Alan Patrick, em cada tempo, marcaram os gols da vitória do Inter nesta quarta-feira (16) Da Silva fez o gol dos goianos.
A última — e única — derrota do Colorado no torneio aconteceu na primeira rodada. Considerando a Sul-Americana, a invencibilidade chega a 16 partidas. Mano Menezes, por exemplo, não sabe o que é perder como técnico do Inter.
Somando 21 pontos, o Colorado está em terceiro na classificação. Já o Goiás ocupa o 15º lugar, com 14 pontos.
O próximo jogo do Goiás será no domingo (19), contra o Corinthians, fora de casa. Já o Inter enfrenta o Botafogo, no Beira-Rio, também no domingo
Agora vai: Flamengo contrata Cebolinha, que estava no Benfica.

Os dirigentes do Benfica, de Portugal informaram ao Flamengo que aceitam a proposta feita para a venda do atacante Everton Cebolinha. Assim, o clube carioca fica bem perto de finalizar a negociação e anunciar a chegada do jogador que deverá ser o primeiro reforço do Rubro-Negro para o segundo semestre.
A proposta do Flamengo é de 13,5 milhões de euros ( R$ 71,97 milhões) iniciais, mais bônus que podem fazer o valor chegar a até 16 milhões de euros
( R$ 85,30 milhões). O Rubro-Negro irá realizar o pagamento parcelado em quatro anos.
Everton Cebolinha tem 26 anos e chegou ao Benfica em 2020. O clube português investiu 20 milhões de euros, cerca de 127 milhões de reais na ocasião, para tirar o jogador do Grêmio, clube o qual defendeu de 2013 a 2020, com excelentes atuações que o fizeram chegar à seleção brasileira.
Vitória sobre o Cuiabá tirou o Flamengo do portal da Zona da Degola.
Resultados de ontem pela 12ª Rodada do Brasileiro.

Laboratório Central encontra 4 novas sub-variantes da cepa Omicron da Covid na Bahia.
Festas juninas, com grandes aglomerações, certamente contribuirão para agravar a disseminação do vírus. As autoridades estaduais estão em alerta.
O Laboratório Central da Bahia (Lacen-BA) identificou quatro subvariantes da ômicron no estado. A informação deixou as autoridades em saúde em estado de alerta.
De acordo com a Sesab, 873 amostras coletadas durante o primeiro trimestre desse ano foram analisadas pelo Lacen e 799 sequências foram divulgadas. A análise detectou 730 infecções por subvariantes da ômicron, ou seja, mais de 90% dos sequenciamentos realizados.
Do total, o maior número de casos é do subtipo BA.1, com 660 infectados. A variação BA.1.1 registra 57 ocorrências, seguida pela BA.2, com 11. A mais recente, identificada em abril, é a XF, que tem duas confirmações.
“O maior problema é no momento em que a gente encontra pessoas que não foram vacinadas. Aí é que a gente vai entender como é que está essa força do vírus”, completou.
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As subvariantes foram registradas em pacientes de 193 dos 417 municípios baianos. O maior número de contaminações foi em Eunápolis, no extremo sul do estado, com 176 registros da sub-variante BA.1, seguido de Salvador, com 99.
“Essas subvariantes estão circulando no Brasil inteiro, inclusive nesse momento nós estamos fazendo análises de outras amostras porque no Rio, em São Paulo e em outros estados já temos circulações da AB.4 e AB.5. Isso é causado pela movimentação humana”, revelou Arabela Leal.
O aumento de casos da Covid-19 volta a preocupar autoridades da área da saúde. O município de Serra Dourada já cancelou os festejos juninos para evitar a proliferação do coronavírus.
Para o coordenador do Laboratório de Virologia da Universidade Federal na Bahia (Ufba), Gúbio Soares, a presença das subvariantes no estado acende um alerta para a necessidade de manter os cuidados para limitar o avanço do coronavírus.
“Se você tem sintomas, não vai para festa, não entre em contato com pessoas. Se você está em estado gripal, use máscara. A chance de não ter um pico maior pós-festa existe, essa é a realidade”, opinou Gúbio Soares.
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Do G1Bahia, editado.
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Luís Eduardo Magalhães-BA
Prefeito encaminhou à Câmara PL que concede o piso salarial para agentes comunitários de saúde e de combate às endemias

O prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Junior Marabá encaminhou à Câmara de Vereadores nesta quarta-feira, dia 15 de junho, o projeto de lei que concede o piso salarial nacional para dos Agentes Comunitários de Saúde – ACS e dos Agentes de Combate às Endemias – ACE.
Com a aprovação da proposta pela casa legislativa, os servidores passarão a receber o equivalente a dois salários mínimos, no valor fixado de R$ 2.424,00 (dois mil, quatrocentos e vinte e quatro reais) mensais. Além de instituir uma tabela do quadro de progressão horizontal e vertical para os trabalhadores.
Na mensagem enviada aos vereadores, o prefeito destaca a importância da aprovação do projeto com urgência. “Essa é uma forma de incentivo a uma categoria essencial nas políticas públicas relacionadas a área da saúde e tem como objetivo adequar a legislação municipal à Emenda Constitucional que garantiu o piso nacional dos profissionais”, pontuou.
‘A Abin foi na Funai atrás de mim’, conta indigenista que deixou o país para não morrer.
Após denunciar crimes cometidos contra povos indígenas no Maranhão, Ricardo Henrique Rao pediu asilo diplomático na Noruega, em 2019.
Por Marcos Weissheimer, do Sul21

Ricardo Rao (segundo da esquerda para a direita), durante ação em território indígena no Maranhão. À esquerda dele, o guardião da floresta Paulo Paulino, assassinado durante missão dentro da Terra Indígena Arariboia. (Arquivo pessoal)
No dia 25 de novembro de 2019, Ricardo Henrique Rao, indigenista especializado da Fundação Nacional do Índio (Funai), entregou à Comissão de Direitos Humanos e Minorias, da Câmara dos Deputados, um documento intitulado “Atuação miliciana conectada ao crime organizado madeireiro, ao narcotráfico e a homicídios cometidos contra os povos indígenas do Maranhão – Um breve dossiê”. O dossiê denunciou o envolvimento de policiais militares e civis em crimes praticados contra a população indígena da Amazônia Oriental, no estado do Maranhão. Após entregar o dossiê, avaliando estar marcado para morrer, Ricardo Rao solicitou asilo diplomático a Noruega, a partir de contatos que havia estabelecido com povos originários daquele país.
Começava para Ricardo um exílio involuntário que ainda não terminou. Após dois anos com asilo temporário, o indigenista foi para Roma, onde está ajudando a articular uma campanha para responsabilizar o presidente Jair Bolsonaro pela morte de cidadãos brasileiros que também têm cidadania italiana, durante a pandemia de covid-19, inspirado em uma jurisprudência construída em processos contra militares acusados de crimes cometidos nos marcos da Operação Condor, durante a ditadura. Em entrevista ao Sul21, Ricardo Rao fala sobre seu trabalho como indigenista na Funai, sobre os crimes que denunciou e sobre o ambiente instaurado no trabalho da Fundação a partir do governo Bolsonaro. “Para quem tem perfil combativo e idealista, é uma situação de acosso permanente”, resume.
Ele também lembra do trabalho do indigenista Bruno Pereira, com quem chegou a trabalhar: “Era um modelo para todos nós indigenistas idealistas. O Bruno é um exemplo disso que estou te falando. Era 24 horas dedicado ao indigenismo. O Bruno pediu essa licença para se preservar do assédio laboral que iam arrumar pra cima dele. Ele ia acabar sendo demitido e por isso pediu a licença. Eu também tentei pedir essa licença, mas ela me foi negada porque queriam que eu ficasse lá perto dos milicianos que eu tinha denunciado para me ver morto”.
Sul21: Como começaram os problemas em seu trabalho como indigenista no Maranhão que acabaram culminando com um pedido de asilo diplomático para o governo da Noruega e sua saída forçada do Brasil?
Ricardo Rao: As coisas começaram a piorar desde o início do governo Temer. Com o governo Bolsonaro, tudo só foi se agravando. No meu caso, a situação começou a se agravar com a apreensão de uma moto. Na logística dos acampamentos de madeireiras sempre tem que ter uma moto que faz deslocamentos de pequena distância para pegar munição, água e alimentos para os madeireiros que estão lá cometendo crime ambiental. E eu apreendi uma moto dessas. Essa moto pertencia a um sujeito chamado Lauro Mineiro, envolvido com crimes ambientais. Dois ou três dias depois, o subcomandante do batalhão da PM de Imperatriz, a segunda maior cidade do Maranhão, com cerca de 300 mil habitantes, invadiu a minha sala querendo a moto de volta. A partir daí eu vi que a situação tinha mudado. Antes não acontecia isso. Na verdade, a PM sempre nos prestou um apoio relutante, mas apoiava. A gente não confiava muito. Era só pela presença deles.
Essa tentativa de extorsão não deu resultado. Assim que ele saiu da minha sala, eu fui para a aldeia e destruí a moto, dentro da lei. A gente pode fazer a apreensão ou a destruição. A lei permite ambos. O protocolo do Ibama e de outros companheiros da Funai mesmo é sempre a destruição imediata porque aí a gente já se livra do risco de os criminosos nos atacarem para recuperar o bem. Neste caso, eu tive o entendimento que o estado de direito e o império da lei já não vigoravam no Brasil.
Esse mesmo oficial da Polícia Militar tinha um contato muito estreito com um Procurador da República que fiscalizava a nossa atuação lá. A Funai, como um órgão federal, está sujeita a um grau de controle externo por parte do Ministério Público Federal. Esse procurador, por ingenuidade ou por opção ideológica, também passou a praticar assédio contra nossa atuação.
Outro evento da maior gravidade que me convenceu de que a situação estava especialmente perigosa foi o envio de um destacamento da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) na Funai, em 2019. Quando a gente viu isso? A Abin foi na Funai atrás de mim. Na hora pensei, isso aí virou a Gestapo agora? Um dia depois da Abin ter ido na Fundação Nacional do Índio, na rua Simplício Moreira, no centro de Imperatriz, a Funai abriu um processo administrativo-disciplinar contra mim, com uma acusação absurda. Eu percebi que a situação estava ficando muito complicada.

Capa do dossiê entregue por Ricardo à Câmara dos Deputados (Reprodução)
Sul21: Qual foi a acusação?
Ricardo Rao: Salvo engano, foi por conta de uma discussão que eu tive com um servidor, que sabotou uma missão na qual eu estava envolvido. Eu tive uma altercação com ele, mas foi tudo documentado e não foi cometido nenhum delito. Eles aproveitaram essa altercação para abrir esse procedimento. Teriam aproveitado qualquer outra coisa para abrir um procedimento punitivo contra mim. É somar dois e dois. Num dia veio a Abin, no dia seguinte tem um processo deste tipo. Para mim há um nexo muito claro.
Sul21: E aí você foi punido…
Ricardo Rao: Não, não fui punido porque depois da morte do Paulino eu preparei um dossiê e decidi sair do país. Eu sabia, depois de cinco anos lá, que a Polícia Federal e o Ministério Público Federal do Maranhão estavam completamente contaminados. Eu sempre preparei denúncias muito substanciosas. Nunca vi nenhuma prosperar.
Sul21: Como foi esse episódio da morte do Paulino?
Ricardo Rao: O Paulo Paulino Guajajara, apelidado de Lobo Mau, foi morto em missão de vigilância dentro da Terra Indígena Arariboia. Era um guardião da floresta muito efetivo e eficaz e um bom amigo meu. Ele era vítima de um lawfare muito grande.
Como advogado, eu acompanhei vários processos falsos contra ele. Fui advogado dele e acompanhei um desses procedimentos. O Paulino foi morto num confronto lá no interior da terra indígena. Segundo a Polícia Federal, o caso já está esclarecido. Eu não acredito.
Dias antes, o Paulino tinha me falado sobre uma plantação de maconha muito grande que estava sendo financiada com a participação de um “polícia lá do Rio de Janeiro”, como ele me disse. Na hora, já pensei que tinha milícia no meio. Poucos dias depois, eu fui levar uns indígenas para serem ouvidos numa delegacia de polícia da região, quando conheci um investigador chamado de Carioca. Eu associei as coisas. Pouco depois disso, o Paulino foi morto e o Laércio, primo dele, foi baleado. O Laércio sobreviveu.
Depois da morte do Paulino eu sabia que seria o próximo. Esse Carioca já tinha me dito (usou um termo obsceno que não vou repetir) que “aqui namoradinho de índio morre cedo”. Então eu preparei um dossiê relatando todos esses atos criminosos e encaminhei para a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, na época presidida por um deputado do PT que era padre (não lembro o nome agora).
Até onde eu sei, não fizeram nada. Tentei protocolar no gabinete do Tulio Gadelha, mas não tive sucesso. Eu sabia que ia vazar porque sempre vaza e que, a partir daquele momento, a minha vida ia valer muito pouco.
Por conta disso, eu me desloquei até a Noruega onde eu tinha contatos com os povos tribais de lá. Eu havia feito contato com alguns líderes deles durante a Olimpíada Universal dos Povos Indígenas, que ocorreu em Palmas, durante o governo Dilma. Quando a gente olha para o passado vê que dias legais já tivemos. Eu fiz contato e eles me disseram que iriam me ajudar a conseguir asilo na Noruega, o que acabou acontecendo.
Sul21: Houve um pedido formal, então, de asilo diplomático na Noruega?
Ricardo Rao: Sim, houve. E aqui quero agradecer ao deputado Orlando Silva, que intercedeu por mim junto às autoridades norueguesas, a Sonia Guajajara, que também intercedeu por mim, e à doutora Diana Franco, uma promotora de Justiça. Se não tivesse havido um pedido formal eu não teria contado com tanta proteção por parte do governo norueguês.

O indigenista denunciou, entre outras coisas, a exploração ilegal de madeira em terras indígenas (Arquivo pessoal).
Sul21: Então, você saiu do Brasil em 2019 e não conseguiu voltar mais…
Ricardo Rao: Sim. agora eu estou em Roma. Em 2019, eu consegui asilo provisório na Noruega, onde fiquei até março deste ano. O meu advogado me advertiu que, como eu tenho cidadania italiana, era certo que o governo norueguês não iria me conceder o asilo definitivo. Ele me disse que, se eu quisesse, podia ir empurrando essa situação e ficando na Noruega. Eu venho de uma faculdade de Direito que é uma espécie de “Khmer Vermelho” dos cursos jurídicos do país, a Unesp Franca. Estou sempre em contato com meus companheiros de lá, colegas, professores, juízes e promotores. Nós quebramos a cabeça para arrumar uma maneira de tentar buscar justiça e dar uma resposta jurídica aos crimes reiterados de Jair Bolsonaro. Uma das ideias que nos ocorreu é o que eu vim fazer aqui em Roma.
No genocídio da covid, patrocinado e executado pelo Bolsonaro, pelo Pazuello, pelas Forças Armadas que ficaram fabricando cloroquina, entre as vítimas fatais há um número, que estimamos na casa das centenas, de brasileiros e brasileiras que também tinham cidadania italiana. Esses mortos estão sujeitos à proteção das leis italianas. Já existe jurisprudência neste sentido, como é o caso do coronel Áttila Rohrsetzer, que matou um cidadão italiano na Operação Condor.
Nós vamos utilizar essa jurisprudência, que serviu para condenar esse coronel, para condenar Jair Bolsonaro, Pazuello, coronel Elcio, Eduardo Ramos e outros. Assim, considerando que eu não poderia adquirir o status de asilado definitivo na Noruega, vim para Roma para tocar essa iniciativa.
E faço aqui um apelo aos gaúchos que lerem essa entrevista. Sei que tem muitos italianos aí. Estamos precisando de pessoas que perderam familiares ou amigos, com cidadania italiana, que se disponham a participar dessa ação identificando essas pessoas para nós. Quem perdeu um nonno ou uma nonna e não se conforma com essa morte evitável, nos ajude a identificar vítimas para que a gente possa tomar as medidas necessárias aqui na Itália.
Estamos aqui lutando com a maior dificuldade. Estou morando numa ocupação aqui em Roma graças a uma articulação feita por companheiros sem teto. Na Noruega, eu tinha um apoio estatal muito forte, tinha casa, comida, internet e um salário. Eles não me permitiam trabalhar. Aqui eu não tenho nada disso. A Nadir Paulino, enfermeira da Funai, minha mãe, que tem uma pensãozinha desse tamanho, está convertendo metade dela em euro e mandando pra mim. Não estou reclamando, não. Mesmo com toda essa dificuldade, nós já conseguimos identificar uma vítima. Mas só uma vítima não vai comover o procurador da Vara Penal daqui. Eu tenho informação de que toda a família Bolsonaro está tirando passaporte. Eles acham que depois disso tudo eles vão pegar um sacão de dinheiro e vir pra cá viver “la dolce vita”. Não vão. E, no que depender da nossa ação, “la dolce vita” com a qual estão delirando vai ser “molto amara”.
Sul21: Pelo que você vem conseguindo acompanhar, qual a situação vivida hoje pelos servidores da Funai, sob o governo Bolsonaro?
Ricardo Rao: Para quem tem perfil combativo e idealista, é uma situação de acosso permanente. A Funai sempre foi dividida. Quem escreveu sobre isso com muita propriedade foi o Marcio Meira, responsável pela reestruturação da Funai e presidente da Fundação durante cinco anos, o que é uma raridade. Ele conseguiu dar uma continuidade administrativa e disse que não conseguiu fazer mais porque a Funai é um órgão faccionado. Há grupos internos que se digladiam constantemente. Sempre tivemos, desde os tempos do Rondon. Temos, por exemplo, aqueles que entram no serviço público não para servir ao público, mas para servir a si mesmo. Eles representam um perfil tremendamente maléfico. Esse pessoal está soltando rojão no atual governo. Eu vi com os meus olhos servidor da Funai falando que “índio não presta” e coisas do tipo. Esse tipo de servidor e aqueles ainda do tempo da ditadura estão muito bem. Estão recebendo sem precisar trabalhar.
Essa banda podre está aproveitando para abrir um monte de procedimentos administrativos disciplinares contra nós, que somos da banda rondoniana. Olha o trabalho do Bruno, que coisa linda. Morrer, se preciso for. Nada mais Rondon que isso.
Sul21: Você conheceu o Bruno Pereira?
Ricardo Rao: Sim, eu conheci o Bruno. Entramos juntos no mesmo concurso, fiz o treinamento com ele e estivemos juntos em uma ou duas missões. Tinha o perfil rondoniano clássico. Era um modelo para todos nós indigenistas idealistas. O Bruno é um exemplo disso que estou te falando. Ele não saiu da Funai porque foi exonerado a mando desse Sergio Moro, que deu a ordem para destituí-lo da sua função de coordenador geral de índios isolados. Ele foi destituído da função, mas seguiu com o cargo do concurso dele que era agente em indigenismo. Eu ficava pensando como é que um cara tão capacitado como o Bruno não era indigenista especializado, como um cara burro como eu acabei me tornando. Depois me dei conta que isso foi pela dedicação dele. Ele não tinha tempo nenhum. Era 24 horas dedicado ao indigenismo. O Bruno pediu essa licença para se preservar do assédio laboral que iam arrumar pra cima dele. Ele ia acabar sendo demitido e por isso pediu a licença. Eu também tentei pedir essa licença, mas ela me foi negada porque queriam que eu ficasse lá perto dos milicianos que eu tinha denunciado para me ver morto.
Sul21: O desaparecimento dele e de Dom Phillips está repercutindo muito aí na Itália também?
Ricardo Rao: Sim, muito. Daqui a pouco, inclusive, vou dar uma entrevista para uma televisão italiana sobre isso. Não sejamos ingênuos, né, aqui o nome do Bruno sempre vem em segundo lugar. Em primeiro vem o do Dom. Mas esse é um mal que vem para o bem. Isso serviu para mostrar ao mundo quem é Jair Bolsonaro e quem é o Exército brasileiro. Achei uma grande indignidade uma declaração do Mourão que ouvi ontem. O homem é general do Exército, a origem dele é o Batalhão de Infantaria da Selva e ele vem dizer que “lá é perigoso mesmo”. Mas pra que esse senhor recebe seu salário? Se é perigoso, faça o seu trabalho e torne aquela região segura. Esse governo serviu para que enxergássemos o grau de decomposição das Forças Armadas. É o império da mamata e da inépcia.
Sul21: Como está a tua situação legal hoje dentro da Funai?
Ricardo Rao: Eu fui criminosamente exonerado. Cabe destacar aqui um detalhe do direito administrativo. Você só pode exonerar um servidor público da função dele, não pode exonerar do cargo. Eu sou indigenista especializado. Para a Funai se livrar de mim, só tem um jeito: me demitindo. E eles só podem me demitir se eu fizer alguma coisa muito grave e depois de um processo disciplinar. Assim que me concederam o asilo diplomático, a Funai cortou meus vencimentos. Era para eu ter continuado não recebendo tudo, mas o básico sim. Foi até bom que tenham cortado. Acho antiético isso. Como ia ser muito trabalhoso pra eles encontrar uma razão para me demitir, eles retornaram ao meu estágio probatório. Como disse, eles podem exonerar um servidor de sua função ou durante o estágio probatório, que são os três primeiros anos em que você trabalha. Quando eu saí do Brasil, eu já tinha dez anos de Funai. Eles arrumaram um erro formal no meu estágio probatório, lá em 2015, e a partir daí eu fui exonerado e condenado a devolver todos os meus salários e diárias que recebi depois do meu estágio probatório, no qual fui aprovado com nota máxima. Eu tenho elogios de todas as coordenadorias regionais por onde passei. Fui nomeado para três cargos de chefia.
Então, do ponto de vista formal, eu me encontro na condição de exonerado por não ter superado meu estágio probatório, uma decisão tão esdrúxula que eu nem me preocupo com ela. Advogados e juízes já me garantiram que é uma decisão tão absurda que conseguiremos uma liminar contra ela facilmente quando eu retornar ao Brasil.
Sul21: Você pretende voltar ao Brasil e voltar a trabalhar na Funai?
Ricardo Rao: Claro, pretendo sim. Não sou emigrante, não. Só não sei quando. O futuro é um grande ponto de interrogação. Esses criminosos estão empoderados. Toda a estrutura do Estado está infiltrada. Com a vitória do Lula, ele vai ganhar o governo, mas a gente precisa saber como será para ele ganhar o Estado. O Supremo Tribunal Federal deu ordem para não se invadir favela. Eles invadem todo dia, matam e ainda falam: “E aí, Supremo?” Nós não estamos vivendo no império da lei. Eu afrontei diretamente esse grupo político criminoso. Não sei quanto tempo vai levar para ser seguro o meu retorno. Na verdade, eu não sei se vai ser seguro o meu retorno. Eu estava conversando com a deputada Maria Dantas e ela me disse que vai demorar muito tempo.
É com um pesar muito grande que eu vejo o que está acontecendo no nosso país. Para mim, o Brasil está parecendo a Espanha no período pré-guerra civil.
Suspeito confessa crime e diz que corpos foram incendiados no AM
Osoney da Costa e Amarildo dos Santos mataram, esquartejaram e queimaram Dom Phillips e Bruno Pereira após pesca ilegal.
Um dos suspeitos presos pelo desaparecimento do jornalista britânico Dom Phillips e do indigenista brasileiro Bruno Pereira, sumidos há 11 dias, confessou nesta quarta-feira (15) o crime para a Polícia Federal. Osoney da Costa disse que ele e Amarildo dos Santos mataram Dom Philips e Bruno Pereira no dia 5 após serem flagrados pescando ilegalmente.
Os corpos teriam sido decepados, esquartejados e queimados na terra indígena do Vale do Javari, na Amazônia.
A informação é do jornalista Valteno de Oliveira. A Polícia Federal deve dar uma coletiva ainda nesta quarta-feira para dar encerramento ao caso.
O motivo do crime teria sido a pesca ilegal na região. Estavam pescando pirarucu, foram alertados por Bruno e Dom Phillips que estava fotografando. Eles foram rendidos e levados para uma vala, onde foram mortos e tiveram os corpos esquartejados e incendiados.
Osoney foi levado no início da tarde desta quarta-feira pela PF para apontar o local do crime. A PF vai dar o caso como encerrado e indicar Osoney e Amarildo pelo assassinato. Também há a suspeita de participação de outras pessoas nas mortes de Dom Phillips e Bruno Araújo Pereira.
Bruno e Dom desapareceram no dia 6 de junho, quando se preparavam para visitar uma comunidade indígena na região Vale do Javari, segundo a União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Unijava).
Bruno era indigenista especializado em povos indígenas isolados e conhecedor da região, onde foi coordenador regional por cinco anos. Já Dom Phillips era veterano de cobertura internacional e morava no Brasil há mais de 15 anos.
Da Band News
Flagrante de pesca ilegal, seguido de tortura, homicídio e desaparecimento de cadáveres? Melhor acreditar no achamento da cidade perdida de Ratanabá e nos honorários advocatícios do Senador 01.
Luís Eduardo tem vacina contra a Covid disponível em vários locais.
A Secretaria Municipal de Saúde de Luís Eduardo Magalhães informa que no município estão disponíveis todas as vacinas para a 1º, 2º, 3º e 4º dose.
A vacinação está ocorrendo em 06 Unidades de Saúde da Família das 8h00 às 12h00 e das 13h30 às 17h00. Sendo elas: Oscar Doener, Jardim Das Oliveiras, Moacir Marchezan, Vereda Tropical, Yoshio Shirabe e Ida Klein.
Hoje temos 100% da população acima de 12 anos vacinadas com a primeira dose; 95% com a segunda dose, 44% com a primeira dose de reforço e a segunda dose de reforço 10%.
Já as crianças de 5 a 11 anos estão com 72% com a primeira dose e 52% com a segunda dose.
Durante o período junino, nos dias 16, 17 e 18 estaremos com um ponto de apoio da vacinação na Policlínica localizada no Bairro Santa Cruz das 08h00 às 13h00.
Barreiras também está vacinando

Produtos da Agricultura Familiar da Bahia marcam presença na I Feira Nordestina, que começa hoje (15/06), em Natal, no Rio Grande do Norte
A I Feira Nordestina da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Fenafes), que começa nesta quarta-feira (15), a partir das 18h, no Centro de Convenções de Natal, Rio Grande do Norte e segue até o próximo domingo (19), contará com a apresentação e comercialização da produção diversificada e qualificada da agricultura familiar da Bahia.
Em um estande de 84 metros quadrados, 60 participantes, de 25 cooperativas baianas, irão comercializar produtos das diferentes regiões do estado.
São 30 toneladas de 150 produtos. Tem café gourmet; chocolate; flocão de milho não-transgênico; cortes finos de caprinos e ovinos; mel e pólen, castanha de caju e pasta de castanha de caju; doce de goiaba com acerola; frutas desidratadas como abacaxi, jaca e banana; cervejas artesanais de licuri, nibs de cacau e umbu; além de produtos artesanais de povos indígenas e quilombolas; e muitos mais.
A Feira é inspirada na Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária da Bahia, realizada, em Salvador, pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR). O objetivo é fortalecer iniciativas integradas de políticas públicas em torno do Programa de Alimentos Saudáveis do Nordeste, principal bandeira dos estados que compõem o Consórcio Nordeste.
Sucesso na Bahia, o evento em Natal também contará com os quiosques de alimentação especializados, com destaque para a Chocolateria, com chocolate frio e quente; Umbuteria, com cerveja de umbu; Licuriteria, com cerveja de licuri; Beijuteria, com deliciosos beijus; e Bodeteria, com cortes de caprinos e ovinos como Pernil de Cordeiro, Carrê Francês de Cordeiro, Paleta de Cordeiro, Chopan de Bode, Espetinho de Bode e Linguiça de Bode.
O evento visa ainda proporcionar o intercâmbio de políticas públicas envolvendo governos e movimentos sociais, para fortalecer o cooperativismo solidário e a comercialização desses produtos.
Também serão realizadas formações, com palestras, oficinas e cursos. Entre os temas está o Acesso à Terra, Sistemas Agroalimentares, Produção de Alimentos Saudáveis e Agroecologia.
A previsão é receber um público visitante de mais de 10 mil pessoas, durante os cinco dias do evento, que terá entrada gratuita.
A participação das cooperativas da agricultura familiar da Bahia na Fenafes é uma iniciativa do Governo do Estado, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à SDR, com cofinanciamento do Banco Mundial e do Fida, respectivamente.
Começa amanhã, dia 16, o São João antecipado de Luís Eduardo Magalhães

Começa nesta quinta-feira o São João antecipado de Luís Eduardo Magalhães que acontecerá entre os dias 16 e 18 desta semana e nos dias 24 e 25 da semana que vem. O evento promete ser o maior São João do Oeste baiano e contará com uma estrutura nunca vista antes na região.
Serão ao todo cinco dias de festa, com muita música e concurso de quadrilhas. Nos primeiros três dias, a festa acontecerá por conta das grandes atrações nacionais como Wesley Safadão, Thiago Aquino, Bel Marques, Desejo de Menina e Forró dos Plays. Os dias 24 e 25 foram reservados para as apresentações culturais e atrações regionais.
Após dois anos sem os tradicionais festejos juninos, a realização de um evento deste porte no município será de grande importância para a economia local. “A geração de empregos e renda para o município já pode ser notada pelo aumento no movimento dos setores de vestuário, hotelaria, serviços e alimentação. E olhe que a festa ainda não começou”, diz o secretário de governo e coordenador do evento, Danilo Henrique.
Esta ação conta com o apoio do Estado da Bahia, através da Superintendência de Fomento ao Turismo da Bahia – BAHIATURSA.
Programação
– 16 de junho (Quinta-feira)
Amigas do Samba; Pegado do Povo; Desejo de Menina; Hítalo Silva; Lukinhas Rodrigues; Forró dos Plays e Henrique Sallys.
– 17 de junho (Sexta-feira)
Baião de 2; Mano Forrozeiro; Bell Marques; Megha Boys; Fábio Bairon; Thiago Aquino e Zal e Banda.
– 18 de junho (Sábado)
Léo Lima; Haja Gás, Gustavo Braga; Wesley Safadão; Oz Primozz do Forró; Tetezinho e Aline Fernandes.
– 24 de junho (Concurso de Quadrilhas)
Quadrilha Junina Tira o Pé na Brasa; Grupo Cultural Junina Cai Mas Não Cai; Junina Ki Balanço; Juninho Moraes e Wellinton Moraes.
– 25 de junho
Sávio Lima, Brian; Chocolate; Isaías Estilizado; Sargento Getúlio; Quarteto do Samba e Jânio e Banda.
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Privatização da Eletrobras vai trazer inflação e contas altas, diz Fattorelli.
“Qual a justificativa para privatizar empresa estratégica, com dinheiro em caixa – cerca de R$ 15 bilhões – e quase R$ 40 bilhões de lucros acumulados nos últimos anos?”
Essa foi uma das várias questões levantadas pela coordenadora nacional da Auditoria Cidadã da Dívida, Maria Lucia Fattorelli, durante sua fala em Comissão Geral no plenário da Câmara dos Deputados.
Chamada para debater a política energética e o desenvolvimento econômico e social no Brasil, Fattorelli destacou que o país não está economicamente travado por acaso, e sim por um projeto liderado pela política monetária do Banco Central que busca colocar o país em recessão
Privatização da Eletrobras provocará grave impacto na inflação, pois:
– O Uso de termelétricas a gás, com garantia de “preço-teto” atualizado, significa que os preços de energia irão subir constantemente.
– A “Inflexibilidade de no mínimo 70%” fará com que se use energia das termelétricas, ainda que ela esteja muito mais cara que a energia de outras fontes.
– O Uso do gás provocará um reflexo turbinado do elevado preço dos combustíveis adotado pela Petrobras (PPI – Preço de Paridade de Importação aplicado pela Petrobras, como se importássemos todo o petróleo consumido no país) nos preços de energia elétrica.
– A Descotização provocará aumento brutal de preços, impactando na inflação como um todo.
Todos esses fatores causadores de inflação são usados pelo Banco Central para justificar a elevação brutal dos juros e seguir amarrando a nossa economia! Isso precisa mudar!
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Luís Eduardo Magalhães-BA
Confira os resultados da 2º etapa do Baiano de Velocidade na Terra em Luís Eduardo.




A segunda etapa do Campeonato Baiano de Velocidade na Terra, disputado nas categorias Autocross, Kartcross e Turismo, realizado nos dias 11 e 12 de junho, no autódromo Municipal Júnior Polleto, em Luís Eduardo Magalhães foi marcado pela presença do público e resultados importantes.
No Turismo, os três primeiros colocados foram Sidiney Silva (1º), Chico Moreno (2º) e Marcelo Davi Canzi (3º); no Autocross, Ricardo Basso (1º), Gabriel Lazzari (2º) e Marcos Beck (3º) e no Kartcross, Jose Neto (1º), Breno Elger (2º) e Danilo Kudora (3º). Os cinco primeiros colocados de cada categoria foram premiados com troféus.
Para o presidente do Clube de Pilotos do Oeste (CPO), Chico Moreno, a modalidade esportiva tem se tornado popular entre o público da cidade. “O evento foi muito bom, com mais estrutura e a presença do público prestigiando o evento. O pessoal está indo, gostando e isso é muito bom”, destacou.
A realização da 2º etapa do Campeonato contou com o apoio da Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria Municipal de Cultura e Esporte.
– Confira os resultados:
Turismo
1º Sidiney Silva
2º Chico Moreno
3º Marcelo Davi Canzi
4º Juliano Telles
5º Marcelo Canzi
Autocroos
1º Ricardo Basso
2º Gabriel Lazzari
3º Marcos Beck
4º Altair Rodhe
5º Marcos Balan
Autocroos Light
1º Altair Rodhe
2º Paulo Levinski
3º Guilherme Figueiredo
4º Sidnei Silva
5º Rogerio Rodrigues
Kartcroos
1º Jose Neto
2º Breno Elger
3º Danilo Kudora
4º Mattheus Fedrizzi
5º Vitor Willms
Boi atropelado entra em ônibus e fere motorista
Na manhã desta sexta-feira (10), um boi foi atropelado por um ônibus em uma estrada, sendo arremessado para dentro do veículo e atingindo o motorista. A tragédia aconteceu em Porto Velho (RO) no km 863 da BR-364. Além do animal preso nas ferragens, outro boi também foi atropelado e morreu logo à frente do ônibus.
O acidente causou curiosidade nos motoristas que passavam pela cena e viam o boi preso na janela do veículo.
De acordo com informações da Polícia Federal Rodoviária (PRF) o boi invadiu a pista sem que o motorista do ônibus pudesse ter tempo de frear. Ele acabou sendo atingido pelo animal e ficou preso nas ferragens, sofrendo ferimentos leves tendo de ser levado ao hospital.
Os passageiros não ficaram feridos por conta do acidente e tiveram apenas que ser transferidos a outro ônibus.
A polícia irá investigar as causas do acidente e como o segundo boi foi atingido já que não se sabe como o animal foi parar na rodovia e o que causou sua morte.
Prefeitura vai disponibilizar horários especiais do transporte público para o Arraiá de LEM

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria Municipal de Segurança e Trânsito, vai disponibilizar horários especiais do transporte público para o Arraiá de LEM, que acontece no bairro Santa Cruz, nos dias 16, 17 e 18 de junho. A oferta tem como objetivo possibilitar a acessibilidade ao local da festa, aos moradores dos bairros mais distantes.
Linhas de transporte
– Linha 1 Sol do Cerrado (Tropical Ville II, Jardim Ipê, Jardim das Acácias etapa 1);
– Linha 2 Sol do Cerrado (Jardim das Oliveiras, Vereda Tropical, Jardim das Acácias etapa 2);
– Linha 4 Luar do Oeste (Vista Alegre, Top Park, Nova Brasília, Bq. dos Girassois, Lot. Mimoso D’Oeste);
– Linha 7 Rural (Galhinhos e Muriçoca);
– Linha 8 Assentamento Rio de Ondas (Vila I, II, III, IV e Novo Paraná).
Horários
– Linha 1 (saída dos bairros: 21h às 00h) – (retorno: 3h às 5h);
– Linha 2 (saída dos bairros: 21h às 00h) – (retorno: 3h às 5h);
– Linha 4 (saída dos bairros: 21h às 00h) – (retorno: 3h às 5h);
– Linha 7 (saída dos bairros: 20h às 00h, partida única) – (retorno: 3h às 5h);
– Linha 8 (saída dos bairros: 19h, partida única) – (retorno: 3h às 5h).
Bahia tem combustível mais caro do País por culpa de Bolsonaro, diz Deputado
A privatização da Refinaria Landulpho Alves (RLAM), em São Francisco do Conde, pelo governo Bolsonaro, é a responsável pela gasolina comercializada na Bahia ser a mais cara do Brasil, denunciou o deputado estadual Robinson Almeida (PT). O petista também acusou o pré-candidato ao governo estadual, ACM Neto (UB), de apoiar, com seu grupo político, a venda da empresa pública para o grupo árabe Mubadala Capital e também a mudança na política de preço dos combustíveis, atrelada a cotação do dólar e a especulação internacional.
“A gasolina mais cara da Bahia se deve à privatização da RLAM, que teve o silêncio cúmplice de ACM Neto, que apoia, com seu grupo político, a agenda econômica da inflação, do desemprego e da fome que Bolsonaro implementou no Brasil”, denunciou Robinson Almeida, vice-líder do governador Rui Costa na Assembleia Legislativa.
O parlamentar criticou o preço do litro da gasolina, que passa de R$ 8 em muitas cidades baianas, e o valor cobrado pelo gás de cozinha, vendido, em muitos municípios, com valor acima de R$ 120 o botijão.
“Esse desmonte, essa agenda privatista, de entrega do patrimônio nacional ao capital internacional, essa política econômica antipovo, perversa de Bolsonaro, apoiada pelo grupo político do ex-prefeito de Salvador no Congresso Nacional, é a responsável por ter deixado tudo caro e dificultado a vida de nosso povo”, enfatizou Robinson Almeida. “Nosso povo sabe que nos governos do PT, com Lula e Dilma na presidência, a vida era muito melhor. E vamos lutar para resgatar o Brasil para o povo brasileiro, derrotando Bolsonaro e a turma do atraso e da mentira, os responsáveis por trazer para nosso país os fantasmas da inflação, do desemprego e da fome”, afirmou o deputado.
Privatização
Segunda maior refinaria do Brasil, a Refinaria Landulpho Alves, hoje Mataripe, foi à primeira no país a ser privatizada pelo governo Bolsonaro, em novembro de 2021, sendo adquirida pelo fundo árabe Mubadala Capital por US$ 1,8 bilhão, metade do valor de mercado do empreendimento.
Desde a sua privatização, o preço dos combustíveis e do gás de cozinha na Bahia dispararam com os reajustes frequentes praticados pelo fundo Árabe que administra a Mataripe. Uma comparação feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostrou a disparidade entre os reajustes praticados este ano pela Mataripe e pela Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco, a mais próxima da Bahia.
Enquanto o reajuste do diesel na Rnest, da Petrobras, foi de 45%, na Mataripe foi superior a 58%. A Petrobras aumentou o gás de cozinha (GLP) em 10%; a Mataripe aumentou em mais de 17%. Já a gasolina aumentou 37% na refinaria da Petrobras enquanto que na Mataripe o reajuste foi superior a 48%.
Guernica!











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