Toda vez que Bolsonaro viaja ao exterior, como agora, concluímos que não temos um presidente à altura do cargo. Ele nos envergonha profundamente. É a tal vergonha alheia. Chegamos à conclusão de que ele é inútil como presidente, detestável como ser humano, ridículo como líder de uma nação que, apesar dele, ainda está entre as vinte maiores do mundo. Se dependesse dele, obviamente, nem isso. Já fomos a oitava economia e hoje somos a 12ª, mas com viés de baixa. Logo, nem convidados para a reunião do G20 seremos. Bolsonaro enxovalha a imagem do Brasil lá fora.
Comecemos pela reunião do G20 em Roma. Logo no primeiro dia em que se hospedou na embaixada brasileira na magistral Praça Navona, preferiu sair escondido pela porta dos fundos para fugir da imprensa, tendo como companheiro o filho Carluxo. Saiu a passear pelo centro da capital italiana como um deslumbrado turista. Foi comer presunto e queijos finos, com dinheiro, claro, do erário brasileiro. Afinal, o que faz o 02 nessa viagem oficial, a não ser propagar fake News, sua especialidade? Bem, o fato é que pai e filho rodaram os pontos turísticos de Roma, a Fontana de Trevi, entre outros, quando deveria estar se encontrando com as autoridades relevantes do G-20. Biden, dos EUA, por exemplo, foi recebido pelo papa Francisco. O americano ainda se encontrou com outros presidentes importantes. De Bolsonaro, preferiu distância. O capitão é inócuo.
Para não dizer que ele não se reuniu com nenhum presidente estrangeiro do G20, arrumaram para ele um encontro, às pressas e fora da agenda, com o presidente turco, o também maligno Recep Erdogan, um fascista como ele. Nessa reunião inexpressiva, Bolsonaro voltou a fazer o que mais gosta: mentir. Disse a Erdogan que a economia brasileira ia bem, mas que a imprensa não lhe dava trégua. Falou que os preços dos combustíveis estavam um pouco caros por causa da Petrobras, esta sim, o problema do seu desgoverno. Fake News, atrás de fake News.
Mas, quando todos esperavam que ele fosse se recuperar e marcar novos encontros com razoável representatividade, nada aconteceu. Bolsonaro passou em branco no G-20, como já havia acontecido recentemente na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. Ele é um pária internacional. Ninguém quer ficar ao seu lado, conversar com ele, muito menos. Ele não tem o que falar, não sabe o que falar. Afinal, mal sabe falar português. Seu repertório não passa muito do “tá ok?” É vazio, ignorante, tosco, um zero à esquerda. O presidente francês, Emmanuel Macron, presente ao encontro, nem quis passar perto do brasileiro. Também pudera. Basta lembrar que no passado recente o capitão disse que sua mulher era velha e feia. Um horror. Um pária e misógino.
Resultado da reunião do G-20 para o Brasil? Zero, nada, nenhuma proposta, nenhum diálogo bilateral ou multilateral. Nenhum acordo para viabilizar negócios. Bolsonaro é de um vazio abissal.
O mais terrível ainda é que Bolsonaro escolheu ir ao G20 e rejeitou a ida à reunião do clima em Glasgow, na Escócia, a poucas horas de Roma. O debate sobre as mudanças climáticas promovido pela ONU em Glagow começou depois do encontro do G-20 em Roma e voltou a reunir os mais importantes líderes mundiais que também estiveram na Itália para tratar da redução de poluentes e salvar o planeta do aquecimento global. Os mais respeitados líderes do mundo lá comparecem.
O Brasil só não passou em brancas nuvens porque os governadores, como João Doria (SP) e Renato Casagrande (ES), resolveram nos representar. Caso contrário passaríamos novo vexame. Bolsonaro, como sempre, esquivou-se. Segundo o vice-presidente, o general Hamilton Mourão, ele refugou a ida a Glagow porque, se fosse, seria massacrado por causa da Amazônia e do desleixo criminoso do Brasil com o meio ambiente. Como não tem proposta alguma para reduzir a poluição no Brasil, o mandatário preferiu ficar passeando na Itália, foi visitar Pádua, a terra dos seus ancestrais, mas nem lá foi bem recebido: os moradores o rechaçaram com promessa de jogar esterco de animais na comitiva do brasileiro.
Se no exterior o capitão é essa figura desprezível, imaginem aqui. O mandatário é um obscuro presidente, que as pessoas contam os dias, contam as horas, para que ele deixe de nos representar, seja aqui, seja no exterior. Ele só nos envergonha. Sai daí, Bolsonaro!
O xenófobo Matteo Salvini, do Liga Norte, uma facção de orientação neofascista, admiradores de Benito Mussolini, responde a uma ação judicial por ter impedido o desembarque de um navio com mais de 140 migrantes resgatados no mar Mediterrâneo por uma ONG.
O presidente brasileiro Jair Bolsonaro se encontrará com líder da extrema direita italiana, o senador da República, Matteo Salvini, do Liga Norte, na cidade de Pistoia, onde ambos participarão de cerimônia em memória a quase 500 pracinhas brasileiros que morreram na Segunda Guerra Mundial.
Conhecido por suas posições xenófobas, Salvini já se referiu várias vezes a Jair Bolsonaro como “o meu amigo brasileiro”. Ele responde a uma ação judicial por ter impedido o desembarque de um navio com mais de 140 migrantes resgatados no mar Mediterrâneo por uma ONG, informa o jornal alemão Deutsche Welle.
Salvini também já defendeu publicamente a forma como Jair Bolsonaro lidou com a pandemia, que deixou até o momento mais de 600 mil mortos no Brasil.
O senador também tem relações com Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), com quem teve vários encontros em 2019 por conta da promoção de uma aliança internacional de direita, em contraposição ao Foro de São Paulo – organização que reúne partidos e organizações de esquerda da América Latina.
Não deixa de ser uma amarga ironia histórica, o encontro de Bolsonaro com o Xenófobo fascista, justamente em Pistoia, onde estão enterrados os soldados brasileiros que lutaram contra Mussolini e o Fascismo. O desrespeito com a memória dos bravos brasileiros é flagrante.
Apesar de o governo prometer zerar a fila de espera do novo Bolsa Família, o programa social não deverá ser suficiente para atender à população vulnerável em 2022.
Nos moldes divulgados até o momento, o Auxílio Brasil, nome dado ao substituto da marca social petista, irá atender a 17 milhões de famílias -são 2 milhões a mais que a cobertura atual.
A fila de espera do Bolsa Família tem 1,2 milhão de cadastrados. Mas essa lista está congelada.
Desde abril, quando o governo começou a pagar o auxílio emergencial em 2021, o Ministério da Cidadania não analisa mais os cadastros que podem se encaixar no Bolsa Família.
Entre abril e julho, cerca de 600 mil novas famílias na faixa de pobreza e extrema pobreza entraram no Cadastro Único (sistema para programas sociais).
Ou seja, em tese a lista de espera até julho seria de 1,8 milhão de famílias. Mas, para entrar na fila de espera do programa, esses 600 mil cadastros ainda precisam ser conferidos pelo Ministério da Cidadania.
A expectativa é que o número de famílias em espera para entrar no programa seja ser zerado no fim de 2021.
No entanto, integrantes do governo dizem que as inscrições no Cadastro Único subiram ainda mais a partir de julho por causa da proximidade do fim do auxílio emergencial. Em agosto e setembro, o aumento já teria sido expressivo.
Por isso, apesar da intenção de manter a fila de espera do novo Bolsa Família zerada, a tendência é que nem todos consigam ser atendidos em 2022 diante do aumento da pobreza no país.
Procurado, o Ministério da Cidadania disse que “o governo federal adotará as medidas necessárias para alcançar os cidadãos de menor renda.”
Para a especialista em políticas públicas Letícia Bartholo, o Auxílio Brasil mantém a mesma falha do Bolsa Família ao não prever em lei que famílias em situação de pobreza e extrema pobreza não podem esperar pela transferência de renda.
“O problema é que a fila vai continuar existindo. A pobreza aumentou, e o Auxílio Brasil prevê que o público do programa e o valor a ser pago têm que ser compatibilizados com o que tem de orçamento”, disse Bartholo, ao lembrar que o acesso não é automático.
Criado na gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Bolsa Família era o carro-chefe dos programas sociais do governo para transferir renda diretamente para os mais pobres. Agora, ele será substituído pelo Auxílio Brasil a partir de novembro, numa tentativa de o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) lançar uma marca própria na área social.
O novo programa mantém as premissas do antecessor ao atender famílias em situação de extrema pobreza (renda mensal de até R$ 89 por pessoa, segundo o padrão atual do governo) e pobreza (entre R$ 89 e R$ 178).
Essas faixas, que não são corrigidas desde 2018, devem subir para cerca de R$ 93 e R$ 186, respectivamente. O reajuste, porém, não compensa a inflação do período. Quando esses limites são mais altos, mais pessoas podem se cadastrar.
A fila de espera do Bolsa Família se forma quando cadastros já aprovados pelo governo ficam mais de 45 dias sem uma resposta definitiva, ou seja, sem entrar efetivamente no programa.
Esse prazo vinha sendo cumprido desde agosto de 2017, durante a gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB). Mas, por falta de recursos, o programa não consegue cobrir a todos desde junho de 2019 -primeiro ano de Bolsonaro.
Apesar de alertas internos, o governo rejeitou, por diversos meses, ampliar o orçamento do Bolsa Família para atender aos mais pobres até o início da pandemia. Por causa da Covid-19, Bolsonaro decidiu pagar o auxílio emergencial, que se caracterizou pela ampla cobertura assistencial a famílias de baixa renda.
De acordo com dados da FGV Social, em um intervalo de pouco mais de um ano, o número de pessoas em situação de pobreza no país variou bastante. Os dados consideram famílias que ganham até R$ 261 por pessoa.
O número de pessoas nessa faixa, que era de mais de 23 milhões (11%) no fim de 2019, chegou a cair para cerca de 9,8 milhões (4,3%) na metade do ano passado, momento em que o auxílio emergencial chegou a mais famílias.
Com o fim abrupto do benefício, o número de mais pobres explodiu no primeiro trimestre de 2021, indo a mais 34,3 milhões (16,1%), para mais tarde voltar a cair, para os atuais 27,7 milhões (12,98%), com a nova rodada do auxílio emergencial a partir de abril -o benefício estava previsto até outubro.
Desde março de 2021, o tamanho do Bolsa Família bate recordes. O número de famílias está próximo de 14,7 milhões. Nem nos governos do PT a cobertura foi tão grande. Apesar desses recordes, a fila de espera supera a média dos governos de Dilma Rousseff (PT) e Temer.
O economista Marcelo Neri, diretor do FGV Social, disse que o Bolsa Família, extinto após 18 anos, ajudou nos índices sociais do período. Para ele, a transferência de renda tem efeitos positivos para a superação da desigualdade e para a atividade econômica.
“Ele vai atacar o pior tipo de pobreza, e faz as rodas da economia girarem”, afirmou Neri.
O Ministério da Cidadania ressaltou que “é compromisso desta gestão ampliar o alcance das políticas socioassistenciais e atingir, com maior eficácia, a missão de superar a pobreza e minimizar os efeitos da desigualdade socioeconômica.”
Além disso, informou que pretende aprimorar o Cadastro Único e a porta de acesso aos programas sociais do governo federal, entre eles o Auxílio Brasil.
O plano do presidente Bolsonaro é elevar o benefício médio das famílias. Hoje, o Bolsa Família paga, em média, cerca de R$ 190. Bolsonaro quer pagar, no mínimo, R$ 400 até dezembro de 2022.
A principal diferença entre o Auxílio Brasil e o Bolsa Família é a intenção do governo de ampliar a verba para o programa.
De olho nas eleições de 2022, Bolsonaro foi aconselhado por aliados a destinar mais recursos para essa área.
Na avaliação de Neri, o programa deveria estar afastado dessa questão política. “A pobreza sempre cai em ano antes de eleição e sobe em ano pós-eleição”.
Para Bartholo, a falta de previsibilidade para as famílias mais pobres prejudica a política pública de combate à fome e à pobreza. “Essas famílias precisam saber quanto vão receber depois, em 2023”.
Por falta de espaço no Orçamento, o governo precisa ainda aprovar uma proposta no Congresso para que haja mais recursos disponíveis nos próximos anos, inclusive em 2022. Os recursos seriam garantidos com a aprovação de uma proposta de emenda constitucional que trata de precatórios (despesas do governo reconhecidas pela Justiça), que prevê um drible ao teto de gastos.
O Palácio do Planalto depende dessa medida para colocar em prática o plano de ampliar o benefício de assistência social para R$ 400 e atingir a cobertura de 17 milhões de famílias.
O velocímetro do utilitário SW-4, que colidiu contra a ambulância, travou acima de 150 km/h, o que dá uma ideia da violência do choque.
Um acidente entre uma ambulância e uma caminhonete, neste sábado (30), deixou 13 mortos e duas pessoas gravemente feridas na BR-174, em Comodoro, a 677 km de Cuiabá (MT). Segundo o delegado Ricardo Marques Sarto, da Polícia Civil de Comodoro, os dois veículos bateram de frente.
A perícia apura as causas do acidente. Os feridos, um da ambulância e outro da caminhonete SW4, foram encaminhados para um hospital na cidade de Cáceres.
Segundo informações, 11 vítimas são da cidade de Comodoro, sendo que oito delas iam fazer hemodiálise no município de Vilhena, em Rondônia.
Além dos pacientes, estavam na ambulância dois acompanhantes e um servidor público. O prefeito de Comodoro, Rogério Vilela, decretou luto oficial por três dias.
Vinte e cinco suspeitos de roubos a bancos morreram, neste domingo (31), ao trocarem tiros com policiais na cidade de Varginha, em Minas Gerais. A operação conjunta, que reuniu Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), apreendeu granadas, fuzis e coletes à prova de bala.
A PRF informou que os confrontos ocorreram em duas abordagens diferentes, com a morte de 18 suspeitos no primeiro momento, e de outros sete que foram encontrados em uma segunda chácara, onde houve intensa troca de tiros.
Nas duas situações, os policiais recuperaram explosivos, armas longas ponto 50 e 10 fuzis, além de outras armas, munições, granadas, coletes, miguelitos e 10 veículos roubados.
“Foi uma operação conjunta PRF e PM, que resultou em uma apreensão de forte armamento, um grande número de armas de fogo, além também de explosivos, coletes balísticos que eram utilizados por esses infratores. O que temos até agora é que houve essa grande apreensão, em que vários criminosos estão sendo socorridos”, explicou a capitão Layla Brunnela da Polícia Militar.
A Justiça acatou a denúncia contra o prefeito de Barreiras João Barbosa de Souza Sobrinho por manutenção de um lixão na cidade.
A denúncia foi feita pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), que aponta uma conivência do gestor com o funcionamento de um depósito irregular de lixo, desde 2017.
Para o MP, a conduta é “provocadora de poluição ambiental”, especialmente pelo lançamento de detritos que “tornaram uma área rural imprópria para a ocupação humana em razão de danos ambientais causados à saúde, à flora e à deterioração de bioma”.
A decisão foi publicada nesta sexta-feira (29), no Diário de Justiça Eletrônico, pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).
O prefeito João Barbosa de Souza Sobrinho foi denunciado pela manutenção do lixão em área rural, que vem causando danos às pessoas da localidade em razão do acúmulo de insetos e pragas, além da poluição provocada no solo, na atmosfera e na flora, e os danos causados pela fumaça decorrente de incêndios no local, próximo à Rodovia BR-242.
Prefeitura responde
Após decisão judicial contra a prefeitura de Barreiras, no Extremo Oeste, no caso de um lixão, a gestão municipal se manifestou sobre o ocorrido. Segundo a administração local, o processo de implantação do sistema de gestão integrada de resíduos sólidos já está em curso, como as licenças ambientais liberadas, e audiências e consultas públicas encerradas.
A gestão do prefeito Zito Barbosa disse ainda que tem se empenhado para resolver o problema do lixão, que foi implantado em 2005, em outra gestão.
“Desde 2017 a gestão do prefeito Zito Barbosa, que exerce seu segundo mandato, busca fazer todos os investimentos necessários para a resolução do problema, seguindo as recomendações da Secretaria de Desenvolvimento do Estado”, diz trecho da nota da prefeitura.
A administração também declarou que trabalha em parceria com os municípios da Bacia do Rio Grande, que também assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público do Estado (MP-BA), para viabilizar a destinação adequada dos resíduos sólidos.
O prefeito Junior Marabá aproveitou a visita dos deputados Cacá Leão e Antônio Henrique Júnior, nesta sexta-feira (29), para entregar algo muito aguardado pelos comerciantes: a reabertura da rua Rui Barbosa, no centro de Luís Eduardo Magalhães.
É um trecho de 200 metros lineares, que vai fazer a diferença na vida das pessoas.
“Essa rua é muito importante para o comércio da região e o prefeito teve a coragem de reabri-lá”, lembrou o vereador Lisvan Vasconcelos.
O vereador Adelar Capellesso parabenizou o trabalho da gestão, principalmente na área de infraestrutura.
Um dos deputados estaduais mais atuantes do Oeste, Antônio Henrique Junior, reconheceu o trabalho que vem sendo realizado no município.
“Mais uma obra que a gente está visitando, e o prefeito, cumprindo com sua promessa de campanha. Então parabéns mais uma vez ao governo”, disse.
O Federal Cacá Leão, parlamentar com forte ligação com o Oeste, destacou a importante equipe que tem mudado Luís Eduardo Magalhães.
“Um gesto que pode até parecer pequeno, mas para os comerciantes e a população da cidade que utiliza essa via, é muito importante. Estamos aqui com o prefeito, a primeira-dama, secretários, vereadores e o deputado Antônio Henrique, esse time que tem feito o sucesso da cidade”.
“Essa data vai ficar marcada na memória da nossa população e é um compromisso de campanha que estamos cumprindo hoje. Essa obra vai melhorar muito a condição do nosso comércio local. E Além disso nós também vamos revitalizar essa praça central, melhorando a qualidade de vida das nossas famílias”, contou o prefeito Junior Marabá.
O Sistema Drive-Thru funcionará neste sábado (30) até às 12h e só retornará com os atendimentos na quarta-feira, dia 03 de novembro
Em função do feriado do Dia do Servidor Público, transferido para o dia 1º de novembro (segunda), e do feriado Nacional de Finados, lembrado no dia 2 (terça) do mesmo mês, o sistema Drive-Thru não irá funcionar nesses dois dias. Retornando normalmente na quarta-feira (03), das 8h às 16h.
O funcionamento segue normal neste sábado (30), das 8h às 12h, com as seguintes doses de vacina contra o Covid-19
2° dose
É importante verificar a data no cartão de vacina. Estão disponíveis as seguintes vacinas: Oxford/Astrazeneca, Coronavac e Pfizer.
3° dose
– Para profissionais de saúde que tenham tomado a 2° dose há mais de seis meses. Apresentar a carteira profissional.
– Idosos a partir dos 68 anos, também precisam ter tomado a 2° dose há mais de seis meses.
O desembargador Júlio Cezar Lemos Travessa, da 2ª Câmara Criminal da 1ª Turma do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, acatou o pedido de Habeas Corpus para os cinco réus, no âmbito da Operação Último Tango, processo de iniciativa do Ministério Público da Bahia.
Os réus beneficiados com a medida são os vereadores Adenilson Pereira de Souza (Wil), Milton Rodrigues Souza (Miltão), Jean Carlos Pereira dos Santos (Jean da Guarda), Nelson da Conceição Santos (Nelson Carinha) e o ex-vereador Juvenil Araújo de Souza (Babado Pimenta).
A determinação de prisão preventiva dos réus foi decretada ontem, 28, pelo Juiz Vicente Reis Santana Filho, da 1ª Vara de Delitos praticados por Organização Criminosa de Salvador/BA. Na ocasião, os réus não compareceram à sessão virtual daquela Corte e não justificaram a sua ausência, nem a ausência de seus advogados.
A próxima audiência foi agendada para o dia 26/11/2021 às 09h, pelo sistema virtual.
O novo trecho da rua Rui Barbosa, em Luís Eduardo Magalhães, será exclusivo para que carros pequenos façam a passagem. A previsão é de que a rua seja reaberta ainda nesta sexta-feira (29).
“A via está sinalizada, proibindo a circulação de caminhões. E a fiscalização da Sutrans estará presente também”, destacou o superintendente de Trânsito, Adê Cerrado.
Confira como será a vacinação contra o Covid-19 nesta sexta-feira (29), em Luís Eduardo Magalhães; faixa etária baixou para 3° dose dos idosos
Continua nesta sexta-feira (29), das 8h às 16h, a aplicação da segunda e terceira dose da vacina contra o Covid-19, no sistema Drive-Thru e no antigo PROMATI, ambos localizados no bairro Santa Cruz.
2° dose
É importante verificar a data no cartão de vacina. Estão disponíveis as seguintes vacinas: Oxford/Astrazeneca, Coronavac e Pfizer.
3° dose
– Para profissionais de saúde que tenham tomado a 2° dose há mais de seis meses. Apresentar a carteira profissional.
– Idosos a partir dos 68 anos, também precisam ter tomado a 2° dose há mais de seis meses.
O procurador-geral da República, Augusto Aras, determinou a instauração de um procedimento preliminar de investigação para viabilizar o recebimento do material reunido pela CPI da Covid no Senado.
A chamada notícia de fato foi determinada na noite desta quinta-feira (28). A iniciativa de Aras foi a forma encontrada para garantir o ingresso de documentos, boa parte deles sigilosa, no sistema da PGR (Procuradoria-Geral da República).
Para embasar o ato, o procurador-geral afirmou que um ofício enviado pela CPI informou a existência, no relatório final, de 13 autoridades com foro privilegiado no STF (Supremo Tribunal Federal) ou no STJ (Superior Tribunal de Justiça). Entre elas está o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
O relatório da CPI, aprovado pelos senadores, imputa nove crimes ao presidente.
O despacho de Aras é o primeiro que se tem conhecimento, do ponto de vista formal, para viabilizar a análise do material da CPI.
Além da instauração da notícia de fato, o procurador-geral determinou nove providências administrativas para garantir o recebimento dos documentos que compõem a investigação parlamentar.
Na quarta-feira (27), senadores foram à PGR para uma entrega simbólica do relatório final.
Aras pediu que se certifique a entrada de todo o material no protocolo da PGR. Ele designou a chefia de gabinete do órgão para o “recebimento de toda a documentação sigilosa”.
O procurador-geral também determinou uma verificação sobre procedimentos já existentes na PGR, no STF e no STJ –referentes às 13 autoridades com foro– e quem tenham relação com a investigação da CPI da Covid.
O mesmo deve ser feito sobre procedimentos nas Procuradorias da República nos estados, para envio do material. A tarefa caberá a câmaras setoriais que funcionam no âmbito da PGR.
O relatório da CPI pede indiciamento de quatro ministros de Bolsonaro. Eles também têm foro privilegiado no STF, em razão do cargo que ocupam: Marcelo Queiroga (Saúde), Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), Walter Braga Netto (Defesa) e Wagner Rosário (CGU).
A lista inclui ainda dois filhos do presidente: senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) e deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Ao todo, a CPI pediu indiciamento de 78 pessoas e duas empresas.
O gabinete de Aras considera temerárias conclusões da CPI e vê muito “barulho” no curso da investigação parlamentar, mas também enxerga uma abundância de provas carreadas ao longo dos seis meses de apuração, em especial quebras de sigilo bancário, fiscal, telemático e telefônico.
Esta é a visão de auxiliares que atuam diretamente com Aras na PGR e que devem ter participação na análise e no destino do relatório final da CPI, como o jornal Folha de S.Paulo mostrou nesta quinta (28).
A senadores da CPI, que fizeram a entrega do documento, o procurador-geral fez uma declaração em que reconheceu a existência de novidades na investigação parlamentar. Ele prometeu atuar com a “agilidade necessária” para avançar nas apurações sobre crimes atribuídos a autoridades com foro privilegiado.
“A PGR dará a qualificação jurídica que por ventura possamos encontrar e que seja civil, penalmente e administrativamente puníveis”, disse Aras ao lado dos senadores e com o relatório de 1.200 páginas nas mãos.
Os parlamentares temem uma inação ou arquivamentos automáticos por parte do procurador-geral, em razão de seu histórico de blindagem ao presidente e ao governo.
Enquanto isso, no grande Cassino Brazil, a dupla Mito e Jegues prepara a sua jogada semanal:
-Segura aí, Jegues, que amanhã vou abrir o bocão para baixar.
-Entendido, Mito. Câmbio e desligo.
Na live daquele dia, o Mito vocifera que é uma barbaridade, que ninguém aguenta o preço da gasolina, que os caminhoneiros tem razão. A vaquinha da Petrobras se assusta, esconde o leite e as ações caem assustadoramente.
-Tudo certo, aí Jegues. Caiu bem, não é? Comprou bastante com aquela nossa caixinha? Pede um aporte para o Esteves aí, talquei?
-Sim, Mito. Tudo em cima.
Em dois dias, o Mito vem ao cercadinho, diz que a Petrobras não tem jeito, que é aumento atrás de aumento e vai privatizar. À tarde, na bolseta, as ações sobem que nem foguete.
-E aí, Jegues. Já realizou o lucro? Mande aí, na caixa de sapato, o lucro da rachadinha.
-OK, Mito, enviando agora. É só esperar o doleiro chegar para transformar em verdinhas.
-Esta semana vamos jogar com a Eletrobras, ok Jegues?
Do administrador de empresas e mestre em Administração gaúcho, Milton Rosa, sobre a naturalidade com que alguns encaram uma candidatura de Sérgio Moro, o parcial de Curitiba:
“Os lavajatistas da Globo fingem ignorar que o legado do Marreco é: 4,4 milhões de empregos perdidos; R$ 172,2 bilhões não investidos na economia; R$ 85,8 bilhões de perda de massa salarial; 3,6% a menos no PIB (2014/2017). E um Serial Killer na presidência!”
A pergunta que fica é: quem vai ser o homem honrado que vai torcer o pescoço dessa ave anseriformes do gênero Anas? Antes que repita uma série de crimes como os que cometeu na República de Curitiba.
Ademilson Pereira de Souza (Wil), Milton Rodrigues de Sousa (Miltão), Jean Carlos Pereira dos Santos (Jean da Guarda), Juvenil Araújo de Souza (Babado Pimenta) e Nelson da Conceição Santos (Nelson Carinha), todos considerados foragidos da justiça, tiveram suas prisões preventivas decretadas, hoje, pelo juiz Vicente Reis Santana Filho, da Vara dos Feitos Relativos a Delitos Praticados por Organização Criminosa, da Justiça baiana.
Disse o Magistrado:
“Decreto-lhes as prisões preventivas, pois com tal comportamento informam que não pretendem submeterem-se à normativa penal, em caso de eventual condenação e o faço para asseguramento da aplicação da lei penal. E mais, oficie-se à OAB/BA, informando da ausência injustificada dos ilustres advogados constituídos, bem como solicitando a adoção das providências que entender pertinentes.
O vereador Wesley Campos Aguiar, o Maradona, foi poupado dentro do processo promovido pelo Ministério Público, por concussão, por ter comparecido à audiência virtual com o seu defensor.
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu nesta 5ª feira (28.out.2021) cassar o mandato do deputado estadual Fernando Francischini (PSL-PR), acusado de disseminar notícias falsas sobre as urnas eletrônicas no 1º turno das eleições de 2018. É o 1º caso de um congressista cassado por difundir fake news.
A decisão fixa a cassação do mandato de Francischini e sua inelegibilidade por 8 anos a contar de 2018. O deputado ainda pode recorrer da sentença. Francischini foi processado pelo Ministério Público Eleitoral do Paraná após fazer uma live durante o 1º turno das eleições de 2018 citando supostas “fraudes nas urnas”.
O deputado alegou à Justiça que suas falas estavam protegidas por imunidade parlamentar. Na ocasião, ele era deputado federal.
O TRE do Paraná absolveu o deputado estadual. Os magistrados do estado entenderam que não ficou provado que a transmissão feita pelo deputado, em que atacou as urnas eletrônicas, tenha tido o alcance necessário para influenciar o resultado da votação. O MP, então, recorreu ao TSE.
O relator do caso no TSE, ministro Luís Felipe Salomão, entendeu que a conduta de propagar desinformação pode configurar uso indevido dos meios de comunicação e abuso de poder político. Essa foi a primeira vez que a Corte discutiu essa questão.
No caso concreto, Salomão votou para cassar o mandato de Francischini, torná-lo inelegível por oito anos e anular seus votos, determinando que a decisão tenha efeitos imediatos.
O ministro classificou as informações divulgadas por ele como “absolutamente falsas” e “manipuladoras”, e que levaram a erro milhões de eleitores.
Votos dos ministros
Nesta quinta, o ministro Carlos Horbach divergiu, afirmando que não houve provas de que os atos influenciaram na eleição.
“Endosso toda preocupação do relator de que são atos perniciosos e podem configurar abuso do poder político. Por outro lado, não pode ignorar o fato de que se está a decidir o futuro de um parlamentar eleito”, ressalvou.
O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quarta-feira (27) um Projeto de Lei Complementar (PLP) que prorroga por 15 anos benefícios fiscais concedidos por estados para setores do comércio. O projeto já passou por análise do Congresso Nacional e agora entrará em vigor.
O texto prevê a prorrogação de benefícios no Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para os setores de comércio atacadista e empresas que desenvolvem atividades portuárias e aeroportuárias. Além disso, podem ser beneficiados comerciantes e transportadores interestaduais de produtos agropecuários e extrativos vegetais in natura.
O objetivo desses benefícios fiscais é, na prática, atrair empresas e estimular investimentos. A nova lei prevê uma redução gradual dos benefícios prorrogados ao longo dos últimos quatro anos dos 15 previstos. Apenas o setor de vendas de produtos agropecuários e extrativos vegetais in natura ficam de fora dessa redução.
A lei dá respaldo aos benefícios concedidos pelos estados e pelo Distrito Federal por meio de normas internas, mas sem aval do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), episódio que ficou conhecido como “guerra fiscal” de ICMS.
“A medida, ao facultar aos estados e ao Distrito Federal a ampliação do prazo de fruição de incentivos fiscais relativos ao ICMS, não apenas tem o potencial de beneficiar setores relativos à distribuição de mercadorias e de produtos agropecuários e extrativos de vegetais, importantes para a economia como um todo, mas também permite a ampliação do consumo com a redução de preços de itens essenciais ao destinatário final pela diluição da carga tributária”, informou a Secretaria-Geral da Presidência em comunicado para anunciar a sanção.
Agentes da Superintendência de Trânsito de Luís Eduardo Magalhães, (Sutrans), realizaram nesta quarta-feira (27), no cruzamento com a Avenida JK, uma ação educativa sobre a importância do respeito à faixa de pedestres.
“Essa é uma campanha de conscientização, para que as pessoas respeitem o direito do pedestre. A nossa campanha é ‘Pé na faixa, pé no freio’, então toda vez que que ele pisar na faixa, respeite, para que o mesmo possa fazer a travessia com segurança”, destacou o coordenador da Sutrans, Adriano Silva.
Adê Cerrado, superintendente da Sutrans também participou da ação e falou da importância da iniciativa. “Nós sabemos que é um trabalho contínuo, com o objetivo de mudar a mentalidade do condutor. Antes não tínhamos nem faixas de pedestres e agora estamos com uma série de intervenções viárias”, concluiu.
Rio atingiu neste ano seu menor nível desde baixa recorde de 1944.
O Paraná, segundo maior rio da América do Sul, só atrás do Amazonas, atingiu neste ano seu menor nível desde a baixa recorde de 1944, afetado por secas cíclicas e chuvas minguantes em sua foz brasileira. A mudança climática só piora essas tendências.
O declínio da hidrovia, que conecta uma parcela enorme do continente, afeta comunidades ribeirinhas como a de Díaz, atrapalha o transporte de grãos na Argentina e no Paraguai e contribui para um aumento dos incêndios florestais, prejudicando sistemas de pântanos.
“Isso é histórico. Nunca o vi tão baixo em toda minha vida”, disse Díaz em sua casa de Charigue, cerca de 300 quilômetros acima em relação à capital Buenos Aires, lamentando o impacto nos estoques de peixe e de água doce. “Quando tudo seca, a água apodrece.”
A crise do Paraná é um dos muitos dramas surgindo em todo o mundo em decorrência da mudança climática global, ligada à queima de combustíveis fósseis e às emissões de gases de efeito estufa.
O Paraná nasce no sul do Brasil, serpenteia por cerca de cerca de 4.880 quilômetros pelo Paraguai e pela Argentina até chegar ao Oceano Atlântico. Ele é uma hidrovia vital para a pesca e as remessas comerciais, fornece água potável a milhões de pessoas, impulsiona hidrelétricas e apoia uma biodiversidade rica.
Bilhões de dólares de commodities agrícolas, como soja, milho e trigo, são transportadas para portos ao longo do Paraná para serem enviadas a todo o mundo. Ele dá vazão a cerca de 80% das exportações agrícolas da Argentina, mas agora algumas transportadoras estão estudando movimentar bens por terra devido aos níveis de água reduzidos.
Em alguns momentos deste ano, o fluxo do Paraná diminuiu para pouco mais da metade de seu volume normal. Imagens de satélite mostram claramente o quanto o rio recuou.
O clima seco, que provoca o declínio do rio, se deve em parte a um ciclo natural de longo prazo de padrões climáticos, que está sendo agravado pelo aquecimento global, pela queima em pântanos e pela construção de represas de hidrelétricas – todos coincidindo com o fenômeno oceano-atmosférico natural conhecido como La Niña, que diminui os níveis das chuvas, disse o agrônomo e especialista do clima Eduardo Sierra.
O ciclo seco mais abrangente poderia durar décadas, forçando um reajuste para comunidades, agricultores e transportadoras, acrescentou.
“Isso é um evento que acontece duas vezes a cada século”, disse ele, que também é conselheiro da Bolsa de Grãos de Buenos Aires, referindo-se ao declínio do rio.
“Também temos uma causa humana, que é o aquecimento global, que está acentuando todas as variações do clima”, afirmou Sierra, observando que a atividade humana, inclusive a construção de represas, também “causa impacto na capacidade do rio de se autorregular”.
O Paraná, que significa “como o mar” na língua tupi-guarani, é formado pela convergência do Rio Grande e do Paranaíba no Brasil. Ele fica repleto de água em estados como Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul antes de sua longa jornada ao estuário do Rio da Prata, em Buenos Aires.
Estas áreas sofreram declínios constantes nos níveis das chuvas nos últimos 10 anos, de acordo com uma análise da Reuters de dados climáticos da Refinitiv relativos às últimas três décadas.
A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães informa, por meio da Secretaria de Saúde, que cinco profissionais da unidade de Saúde do Jardim das Oliveiras testaram positivo para Covid-19.
Por esse motivo, o posto estará fechado nesta quinta (28) e sexta-feira (29), para a realização da sanitização.
A Secretaria informa ainda, que os demais funcionários serão testados e a unidade reaberta o mais breve possível, oferecendo segurança para trabalhadores e usuários.
A empresa que já foi a 2ª maior do mundo e hoje está entre as 31 maiores petrolíferas, inovou ao desenvolver tecnologia para perfurar em águas profundas e além da camada do pré-sal. Bolsonaro, como integrante do esquema golpista de 2016, quer entregar de mão beijada todo esse patrimônio e essa tecnologia para as multinacionais.
Num cenário de alta do preço dos combustíveis, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta quarta-feira (27) que a Petrobras só dá “dor de cabeça” e disse que a estatal está “prestando serviço para acionistas e ninguém mais”.
As declarações ocorreram durante entrevista à emissora Jovem Pan News.
“É uma estatal que com todo respeito só me dar dor de cabeça. Nós vamos partir para uma maneira de quebrarmos mais monopólio, quem sabe até botar no radar da privatização”, disse Bolsonaro, que sugeriu não ter como interferir na política de preços da empresa.
“É uma empresa que hoje em dia está prestando serviço para acionistas e ninguém mais. A chance de vocês perderem algo na Petrobras é zero. Só o governo federal está pegando R$ 11 bilhões, uma quantia equivalente a essa está indo a acionistas”.
Não é a primeira vez nos últimos dias que Bolsonaro retoma a pauta de uma possível privatização da Petrobras.
Durante entrevista a uma rápido em 25 de outubro, ele afirmou que a eventual privatização da petroleira seria uma “complicação enorme”.
“Quando se fala em privatizar a Petrobras, isso entrou no nosso radar. Mas privatizar qualquer empresa não é como alguns pensam, pegar a empresa, colocar na prateleira e amanhã quem dá mais leva embora. É uma complicação enorme, ainda mais quando se fala em combustível”, disse na ocasião.
“Se você tirar do monopólio do Estado e botar no monopólio de uma pessoa apenas, particular, fica a mesma coisa -ou talvez até pior”.
Cerca de 10 dias antes, ele declarou ter “vontade” de privatizar a empresa.
“Já tenho vontade de privatizar a Petrobras, tenho vontade. Vou ver com a equipe da economia o que a gente pode fazer”, disse na ocasião.
O pré-candidato Lula da Silva já prometeu que, caso eleito, desapropria a empresa e procede a reestatização, com o objetivo que a Petrobras promova a segurança, como ente estratégico da área de energia, e volte a servir ao desenvolvimento e ao bem-estar social.
Dilma Rousseff foi apeada do poder porque nunca permitiu alta indexada dos preços do petróleo ao mercado internacional.
O petróleo do pré-sal já foi avaliado em 80 bilhões de barris de petróleo, algo em torno de 7,2 trilhões de dólares ou R$ 40 trilhões de reais, ou ainda o PIB do Brasil, a soma de tudo aquilo que produz, em 10 anos.
Por cifras deste tamanho, as multinacionais e os governos de diversos países, espionam, mandam prender, cassar mandatos políticos e matar se preciso for.
Por isso, a frouxidão de covardes de renome como Jair Messias Bolsonaro diante do problema.
Uma das maiores organizações criminosas do Brasil, o Comando Vermelho, popularmente conhecido como C.V. emitiu um informe que viralizou na noite desta terça-feira (26), na cidade de Manaus, no Amazonas.
No texto o grupo informava sobre incendiar postos de combustíveis e caminhões, caso o preço não baixe na capital.O prazo estipulado para diminuição do preço é de uma semana,
A facção que surgiu no Rio de Janeiro, mas expandiu rapidamente seu domínio por outros estados, chegou na cidade em 2020, e passou a comandar a maioria das comunidades, tirando a hegemonia da Família do Norte, gangue local.
A ordem vem após a Petrobrás anunciar um novo reajuste, causando indignação à população.
A 3º edição do Bolsa Família em Ação acontecerá na próxima sexta-feira, dia 29, das 7h30 às 12h e das 14h às 17h30, no Centro de Convivência do Sol do Cerrado, em Luís Eduardo Magalhães. Uma ação da Prefeitura, através da Secretaria de Trabalho e Assistência Social.
O objetivo é atualizar o Cadastro Único (CadÚnico) das famílias do município. No último mutirão, realizado no dia 22, foram atendidas mais de 500 pessoas. Nesta sexta, também serão oferecidos os seguintes serviços:
– Bolsa Família;
– Carteirinha do idoso;
– Orientação para o BPC;
– Atendimento com assistente Social;
– Atividades do Programa Criança Feliz;
– Orientação jurídica;
– Pesagem;
– Orientações sobre regularização da vida escolar;
– Credibahia.
Em Luís Eduardo Magalhães, são aproximadamente 16 mil pessoas no Cadastro Único, (CadÚnico). Dessas, seis mil famílias precisam atualizar o cadastro.
“Essas pessoas correm o risco de perder o benefício, caso não façam a atualização. Por esse motivo, a nossa secretária resolveu descentralizar os serviços”, pontuou o coordenador do Bolsa Família, Daniel Lima.
Sete meses depois de denunciar o ex-ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, ao Supremo Tribunal Federal (STF), o delegado da Polícia Federal, Alexandre Saraiva, volta a ficar em meio a uma nova polêmica. Ele terá de responder a procedimentos disciplinares abertos pela direção-geral da PF no Rio de Janeiro por conceder entrevistas a veículos de comunicação.
Atualmente, Saraiva dá expediente, sem equipe, na delegacia de Volta Redonda, município do interior do estado, desde quando deixou o cargo de superintendente da corporação no Amazonas. Reportagem de Cássio Bruno, para a revista Veja.
“Hoje (quarta-feira, 27) vou passar o dia escrevendo minhas defesas em procedimentos disciplinares em razão das entrevistas que concedi em defesa da Amazônia e da Polícia Federal. Ações injustas e ilegais não me calarão. Muito pior é ficar mudo porque o silêncio será lembrado”, escreveu Saraiva em seu perfil no Twitter. Uma das entrevistas foi para VEJA, publicada em 23 de julho. “Voltei a ser soldado raso, na base da pirâmide. Não tenho mais função de chefia”, lamentou ele na reportagem. “Só posso afirmar que há uma estranha coincidência de causa e efeito entre a apresentação da notícia-crime (contra Salles) e a minha destituição”, completou o delegado.
Os processos disciplinares estão assinados por Fábio Ricardo Hegenbrat Bueno, chefe substituto da Divisão de Comunicação da PF, aos quais VEJA teve acesso. Nos documentos, Bueno cita um artigo do código de conduta da corporação na qual proíbe a concessão de entrevistas “por qualquer servidor, sem a interveniência da unidade de comunicação social respectiva”.
O superintendente no Rio é Tácio Muzzi. A nomeação dele para o cargo ocorreu em maio do ano passado pelo diretor-geral Rolando de Souza em meio a uma crise provocada pelo então ministro da Justiça, Sérgio Moro. O ex-juiz federal acusou o presidente Jair Bolsonaro de interferência política na PF. Souza foi escolhido por Bolsonaro, para comandar a PF após a suspensão da nomeação de Alexandre Ramagem para o cargo por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Acostumado a comandar centenas de policiais em grandes operações, Alexandre Saraiva trabalha hoje com outros quatro delegados e trinta agentes — nenhum subordinado a ele — em uma área de atuação que abrange nove cidades do Sul Fluminense. Em setembro, Saraiva gravou uma música em dueto com a cantora Simone Guimarães pela defesa da Amazônia e lançou um clipe da canção.
Em 14 de abril, Saraiva, então superintendente da PF no Amazonas, apresentou notícia-crime contra o ex-ministro Ricardo Salles e contra o senador Telmário Mota (Pros-RR). Segundo o delegado, Salles e Telmário tiveram uma parceria com o setor madeireiro “no intento de causar obstáculos à investigação de crimes ambientais e de buscar patrocínio de interesses privados e ilegítimos perante a Administração Pública.”
No fim do ano passado, mais de 200 mil metros cúbicos, no valor de 130 milhões de reais de madeira foram apreendidos na Operação Handroanthus. Na época, Salles e Telmário fizeram declarações contrárias à operação da Polícia Federal que levou à apreensão. Eles ainda defenderam a aparente legalidade do material e dos madeireiros investigados.
A Secretaria de Segurança, através da Superintendência de Trânsito (SUTRANS) realizou nesta terça-feira (26), a “Operação Kadron”, que visa trazer mais qualidade de vida e segurança à população de Luís Eduardo Magalhães.
A operação aconteceu na Avenida Salvador e contou com a participação da Guarda Civil Municipal, ROMU e Polícia Militar.
Na ocasião, cerca de 103 veículos foram abordados, entre motocicletas e automóveis, onde foram retirados das ruas cinco equipamentos ilegais que causavam barulho e uma motocicleta adulterada do tipo sucata, que circulava com placa de outro veículo, sendo encaminhada ao pátio.
Vale ressaltar que tal ação visa contribuir com a segurança dos moradores da cidade evitando furtos, roubos e trazendo assim, mais paz e sossego aos habitantes luiseduardenses.
Decreto assinado e publicado pelo prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Junior Marabá, no último dia 15 de outubro, transferiu o feriado do dia 28 de outubro, alusivo ao Dia do Servidor Público, para o dia 1º de novembro. Ou seja, o funcionamento na Prefeitura será normal nesta quinta-feira.
Nos dias 1º e 2 de novembro, as repartições públicas, cujos serviços não admitem interrupção, funcionarão normalmente, inclusive as unidades de Urgência e Emergência de Saúde, e o administrativo do Conselho Tutelar.
A vacinação contra o Covid-19 em Luís Eduardo Magalhães, nesta quarta-feira (27), continua com a aplicação da segunda e terceira dose, das 8h às 16h, no sistema Drive-Thru e no antigo PROMATI, ambos localizados no bairro Santa Cruz.
2° dose
É importante verificar a data no cartão de vacina. Estão disponíveis as seguintes vacinas: Oxford, Coronavac e Pfizer.
3° dose
Para profissionais de saúde que tenham tomado a 2° dose há mais de seis meses. Apresentar a carteira profissional.
– Idosos a partir dos 70 anos, também precisam ter tomado a 2° dose há mais de seis meses.
Documento de 1.289 páginas, elaborado ao longo de seis meses, será enviado a órgãos de investigação. Texto inclui projetos para punir fake news e criar pensão para órfãos da pandemia.
A CPI da Covid aprovou nesta terça-feira (26) por 7 votos a 4 o relatório final do senador Renan Calheiros (MDB-AL) sobre a maior tragédia sanitária da história do Brasil — nesta terça, o país contabilizou 606.293 mortes desde o início da pandemia.
Com a aprovação do relatório, a comissão de inquérito, criada para investigar ações e omissões do governo durante a pandemia, encerra os seis meses de trabalho pedindo o indiciamento de 78 pessoas e duas empresas.
Veja o relatório final da CPI da Covid, pela TV Senado.
Por CONSTANÇA REZENDE, MATEUS VARGAS E RENATO MACHADO, para a Folha.
O relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), cedeu e decidiu incluir no relatório final da comissão as propostas de indiciamento do governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), e do ex-secretário de Saúde estadual Marcellus Campêlo.
A inclusão representa uma vitória do senador Eduardo Braga (MDB-AM), que ameaçava votar contra o relatório se seu pedido não fosse atendido.
Renan e outros membros do grupo majoritário defendiam que havia impedimento legal para indiciar governador, amparado em uma decisão do Supremo Tribunal Federal. Além disso, argumentavam que ambos já eram investigados pelo Superior Tribunal de Justiça.
A inclusão apenas foi acertada durante a madrugada, após conversa de Braga com outros dois senadores do grupo majoritário, Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Otto Alencar (PSD-BA). A mudança teria sido também acertada com o próprio Aziz, que no entanto negou que houve um acordo.
“Não há acordo para colocar nomes ou tirar nomes. Os fatos são maiores”, disse Aziz durante a sessão.
Antes da sessão, Renan ainda criticou o presidente Jair Bolsonaro, a quem chamou de “serial killer”.
“[A situação atual] é responsabilidade desse serial killer que tem compulsão de morte e continua a repetir tudo que já fez anteriormente”, afirmou Renan.
“Ele demonstra claramente que não zela pela saúde pública e não tem respeito pelas pessoas”, completou.
BANIMENTO DE BOLSONARO DAS REDES SOCIAIS
Os senadores da CPI da Covid aprovaram requerimento que prevê o envio de medida cautelar ao Supremo Tribunal Federal em que pede o banimento do presidente Jair Bolsonaro das redes sociais.
O pedido será enviado ao ministro Alexandre de Moraes, no âmbito do inquérito das fake news. Trata-se de uma reação à fala de Bolsonaro, que divulgou em transmissão em suas redes sociais uma fake news que associa a vacina contra a Covid-19 à Aids.
Outro requerimento aprovado prevê solicitação ao STF que exija retratação de Bolsonaro, sob pena de R$ 50 mil por dia de descumprimento.
Investigado por incitação a atos violentos e antidemocráticos, o caminhoneiro Marcos Antonio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão, apresentou-se espontaneamente à Polícia Federal em Joinville, no Norte de Santa Catarina, nesta terça-feira (26), informou a defesa dele. Ele foi preso. Gomes estava foragido desde o início de setembro.
A PF afirmou por nota que Gomes se entregou às 14h na delegacia da cidade. O caminhoneiro é morador de Joinville. A PF afirmou que ele não foi interrogado e foi encaminhado ao presídio da cidade.
De acordo com a nota da defesa dele, Gomes “está a dispor da Justiça para provar sua inocência”. Em setembro, ele foi localizado pela PF no México. Pelas primeiras informações dos advogados, ele deve ficar preso em Joinville mesmo.
Especialista alerta para o manejo adequado e controle da doença, inclusive para evitar recontaminação; bactéria é conhecida por sua alta resistência e prevalência em granjas de aves e suínos.
O risco de contaminação pela bactéria Salmonella. está presente em todos os elos da cadeia da produção, afetando o desempenho dos animais, a segurança alimentar e o retorno econômico do negócio. Fernanda Andrade, gerente de programa Feed Safety da Trouw Nutrition, explica que a principal perda para monogástricos é na redução do desempenho zootécnico.
“A Salmonella. é responsável por abrir portas para doenças oportunistas, pois fragiliza o sistema imune dos animais. Outro ponto fundamental é que ela também desencadeia baixa conversão alimentar. Então, o produtor já não consegue atingir o ganho de peso planejado”.
Recolhidas pelo site do Instituto Humanitas, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (RS).
Rudeza e sordidez
“Há dias, o garoto Luiz Felipe Salinas Almeida, 20 anos, tocava seu violoncelo numa rua de Santos quando ouviu algo se chocando contra a madeira do instrumento. Sem parar de tocar, examinou-o e viu a baba escorrendo. Alguém o alvejara com um ovo. Diante da gratuita brutalidade, Luiz Felipe teve vontade de chorar. Mas se segurou e continuou tocando. Os transeuntes que o ouviam olharam em torno tentando identificar quem fizera aquilo. Não conseguiram – o ovo poderia ter vindo de alguma janela. Outros perceberam a agressão e aproximaram-se, solidários. Isso só ampliou a humilhação de Luiz Felipe. Como ele disse depois, não queria ser objeto de piedade” – Ruy Castro, jornalista e escritor – Folha de S. Paulo, 25-10-2021.
Brasil personificado
“Resta ver até quando nossa sensibilidade resistirá à selvageria oficial, emanada dos atuais ocupantes do poder. Nunca o Brasil foi reduzido a tal rudeza e sordidez. A pessoa que atirou o ovo personifica esse Brasil” – Ruy Castro, jornalista e escritor – Folha de S. Paulo, 25-10-2021.
O teto de gastos morreu
“Podem dizer o que quiserem. O teto de gastos morreu. Só não foi enterrado porque no momento não há outra âncora fiscal para ficar no lugar, e o governo (Centrão) precisa sustentar a narrativa enganosa de que o teto está vivo para não piorar a crise econômica. É falsa a versão do presidente Jair Bolsonaro de que não houve furo no teto e que o aumento de gastos será feito dentro das regras orçamentárias” – Adriana Fernandes, jornalista – O Estado de S. Paulo, 23-10-2021.
‘Dinheiro na veia do povo’ para ganhar a eleição
“O ponto central de toda essa crise em torno do Auxílio Brasil, da ruptura do teto e da debandada da equipe de Paulo Guedes é que o presidente e as lideranças do Centrão tiraram a máscara e estão ignorando a reação nervosa do mercado. A avaliação no Palácio do Planalto é de que é preciso ganhar a eleição de 2022 e, para isso, será necessário colocar “dinheiro na veia do povo” Adriana Fernandes, jornalista – O Estado de S. Paulo, 23-10-2021.
Quem decide eleição é pobre, o gasto aumenta
“O teto de gastos morreu semana passada. Não morreu na mão de um ministro heterodoxo do PT, morreu na mão de um Chicago boy. Não morreu porque era preciso gastar mais com pobre, morreu porque continua sendo necessário gastar mais para gastar com pobre. Ninguém conseguiu aumentar imposto de rico, ninguém conseguiu cortar gasto com setores não-pobres, quem decide eleição é pobre, o gasto aumenta” – Celso Rocha de Barros, doutor em sociologia – Folha de S. Paulo, 25-10-2021.
Desespero
“O presidente entrou em desespero, ao ver a eleição chegando e sua popularidade caindo. Antes, havia um pudor de ser tachado de ‘coveiro do teto de gastos’, isso acabou” – Marcos Mendes, economista do Insper – Folha de S. Paulo, 25-10-2021.
Perda de controle
“O que tem ditado a política econômica é o desejo do centrão de acumular votos e Bolsonaro é refém disso, por ter perdido o controle do governo” – Marcos Mendes, economista do Insper – Folha de S. Paulo, 25-10-2021.
Posto Ipiranga
“De uma víbora: “O Posto Ipiranga de Jair Bolsonaro virou uma daquelas casas pelas quais, segundo o escritor Guimarães Rosa, homens sérios entravam, mas por elas não passavam” – Elio Gaspari, jornalista – Folha de S. Paulo, 24-10-2021.
Mailson disse tudo
“O ex-ministro Mailson da Nóbrega disse tudo: “Parece um grande manicômio” – Elio Gaspari, jornalista – Folha de S. Paulo, 24-10-2021.
Patamar de iniquidade brasileiro – entre os mais altos do mundo
“Tanto a nova pesquisa do Insper, que aponta uma queda na desigualdade de renda no Brasil entre 2002 e 2015, quanto estudos anteriores, que observaram um aumento ou estabilidade do indicador, concordam em um ponto: não importa a metodologia usada, o patamar de iniquidade brasileiro está entre os mais altos do mundo. Por isso, muitos estudos investigam as causas da desigualdade no país e das mudanças em sua trajetória. Eles são consideradas cruciais para embasar políticas públicas efetivas de combate ao problema. “Olhar para mudanças na desigualdade nos permite avaliar as políticas sociais que foram feitas, como a expansão de programas de assistência e do salário mínimo, a regulação do mercado de trabalho e o aumento da escolaridade”, diz a economista Cecília Machado, professora da FGV/EPGE, economista-chefe do Bocom BBM e colunista da Folha” – Érica Fraga, Douglas Gavras e Gustavo Queirolo, jornalistas – Folha de S. Paulo, 24-10-2021.
Não vai dar para todo mundo
“A gambiarra para aumentar as despesas do governo federal em 2022 não deve ser suficiente para pagar a conta do pacote eleitoral previsto por Jair Bolsonaro, pelo centrão e por outros planos do Congresso. Pelo que está na emenda constitucional até agora, o aumento de gastos possível será de R$ 94,1 bilhões, somados o teto mais alto e o calote provisório, digamos, dos precatórios. A emenda ainda precisa ser votada na Câmara e no Senado. Há um acordão geral, entre quase todos os partidos e os comandos das duas casas, para aprovar o pacote. Mas não vai dar para todo mundo. (…) Na manhã de sexta-feira (22), ouvia-se de gente do Congresso que era preciso arrumar algum auxílio para parte dos cerca de 18 milhões de pessoas que devem ficar sem nada. A conta ainda vai aumentar. Há quem diga, de resto, que o novo espaço fiscal não chega a R$ 94,1 bilhões. Pior ainda” – Vinicius Torres Freire, jornalista – Folha de S. Paulo, 24-10-2021.
Mumunha
“A questão aqui é saber qual vai ser a mumunha que vão inventar para pagar aumento ainda maior da despesa, além daquilo que seria permitido pela gambiarra. Inventar maneira nova de reajustar o valor do “teto” vai ser difícil. Inventar uma despesa extra-teto aumentado causará escândalo adicional. Convém lembrar que, se o Congresso inventar um novo jeitinho, por meio de emenda constitucional, Bolsonaro não poderá vetar a nova despesa (mesmo que quisesse). As próximas semanas ainda serão animadas”– Vinicius Torres Freire, jornalista – Folha de S. Paulo, 24-10-2021.
Crueldade
“A política econômica do governo Jair Bolsonaro é cruel. Vivemos a maior perda de poder aquisitivo desde a hiperinflação e a resposta é vale gás e vale fome” – José Luiz Penna, presidente nacional do PV – O Estado de S. Paulo, 24-10-2021.
Aquele que veio para ‘desconstruir’
“Jair Bolsonaro já está imortalizado como o presidente mais mentiroso do Brasil, mas deve-se admitir que pelo menos uma vez ele falou a verdade —que seu governo viria não “para construir, mas para desconstruir”. Disse isso em março de 2019, num jantar para empresários, políticos e jornalistas em Washington, tendo à sua direita o astrólogo Olavo de Carvalho, que lhe soprava frases. Uma delas, a de que a desconstrução era indispensável porque ele recebera um país rumando para o comunismo. Os gringos não sabiam que Michel Temer, seu antecessor, era comunista. Bolsonaro tem mais do que cumprido a promessa. Está desconstruindo não só o que herdou dos governos, segundo ele, de esquerda, mas até o que seu dileto regime militar deixou” – Ruy Castro, jornalista e escritor – Folha de S. Paulo, 20-10-2021.
Bolsonaro se reelege em 2022?
“Qual a “solução” encontrada pelo Centrão e pelo Planalto para incrementar a “capacidade eleitoral” de Bolsonaro? Distribuir dinheiro, ideia nada criativa e de fortes efeitos colaterais nas contas públicas, mas que, no imaginário político, está para os moribundos eleitorais como a poção mágica do druida Panoramix para Asterix. Porém, diferentemente do mundo das HQs, nada garante que Bolsonaro conseguirá esmagar seus inimigos. Com o preço da gasolina beirando R$ 7,50 em várias regiões do País e com 600 mil mortes por covid-19 no seu lombo, o presidente precisará de muito mais do que distribuir dinheiro. Certo, por enquanto, é que o Centrão fará bom uso do auxílio (pois já o fez nos governos petistas) em suas “bases” para, no futuro, quem sabe, barganhar apoio a outro presidente” – Alberto Bombig, jornalista – O Estado de S. Paulo, 23-10-2021.
Bolsonaristas desiludidos
“Eles (bolsonaristas desiludidos) não encontram um nome alternativo. São, inclusive, pessoas que nunca votaram no PT e dizem que se for agora Bolsonaro e Lula, votam no Lula. Porque é aquela ideia de comparação. Eles não gostam de nenhum dos dois. Se tivesse outro nome seria o que eles gostariam. Especialmente nesse público dos arrependidos. É um público muito ligado à agenda da corrupção, que gosta da Operação Lava Jato, fica triste por ela ter acabado. A ideia é tirar o Bolsonaro” – Carolina de Paula, cientista política, do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ) – O Estado de S. Paulo, 23-10-2021.
Arrependidos de Bolsonaro
“O que a gente percebe é que esses arrependidos têm um perfil mais assim de uma escolaridade um pouco mais alta, e era aquele público que estava motivado, gostava muito, do Sérgio Moro. Digamos assim, era aquele eleitor mais lavajatista. Mas se a gente tivesse de dizer, seria este perfil de escolaridade maior, que é interessado por política e tem a agenda de corrupção muito forte”– Carolina de Paula, cientista política, do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ) – O Estado de S. Paulo, 23-10-2021.
Conservadorismo é bem menor do que se imaginava
“Acho que o conservadorismo é muito menor do que a gente imaginava. No sentido de que o conservadorismo conseguiu penetrar, faz parte da cultura brasileira, a gente sabe, mas é muito menor. O Bolsonaro não trouxe essa coisa, não inventou um novo conservadorismo. E ele aproveitou muito da questão contextual. Digamos, ele conseguiu capturar o espírito de 2018, da melhor forma, quando a gente trata da motivação do voto. Ele soube trazer para ele o antipetismo. E ele era uma pessoa muito desconhecida, né? Então agora, quando os eleitores começam a passar por esse momento de crise, começam a avaliá-lo, dizendo que ele não era a pessoa ideal. E outra: a questão da corrupção volta a aparecer como um problema do Brasil mesmo. Então a gente vê esse público, por exemplo, que desistiu de apoiar o Bolsonaro, ele acredita que realmente a agenda da corrupção vai ficar para sempre aí no Brasil. É muito difícil de resolver. Então, ele dá um choque de realidade nessas pessoas que tinham uma esperança. Ele traz essa realidade que o jogo político, a corrupção, faz parte também da política. As pessoas passam a valorizar temas que estavam fora da agenda em 2018. Por exemplo, a questão da saúde, que é o tema do momento e que vai guiar a eleição, junto com a economia”– Carolina de Paula, cientista política, do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ) – O Estado de S. Paulo, 23-10-2021.
Desgoverno de Collor
“O desgoverno Collor foi uma expressão dos segmentos mais arcaicos da sociedade brasileira. Era um governo sem projeto que caiu de podre”, afirma Walter Salles, que tem em “Terra Estrangeira” seu segundo longa de ficção — o primeiro foi “A Grande Arte“, de 1991”. – Carolina de Paula, cientista política, do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ) – O Estado de S. Paulo, 23-10-2021.
Bolsonaro deixa um país completamente devastado
“O que estamos vendo [hoje] é pior. Há um projeto de milicialização da política brasileira em curso, que se traduz no ódio à ciência, à educação pública, à equidade racial, às reservas indígenas, às nossas florestas, à diversidade de cor e gênero, à cultura. É novamente o que há de mais arcaico no poder, se mesclando agora à violência mais primitiva. Como Collor, Bolsonaro deixa um país devastado, em profunda crise identitária, sem presente e sem futuro”– Carolina de Paula, cientista política, do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ) – O Estado de S. Paulo, 23-10-2021.
Igualdade, valor fundamental
“A igualdade se tornou um valor fundamental — não só a igualdade em ato, aferível no índice de Gini, mas também a imaginada, que esculpe nossas utopias. Nem sempre foi assim. Ideias de igualdade pareceriam exóticas a um europeu do século 16. É a partir dos séculos 17 e 18 que o conceito vai sendo forjado e ganha corpo, especialmente na França. “A Paixão da Igualdade“, de Vinicius de Figueiredo, um velho amigo dos tempos da graduação, conta essa história” – Helio Schwartsman, jornalista – Folha de S. Paulo, 24-10-2021.
A tensão entre liberdade e igualdade
“Vinicius inicia e encerra o livro explorando a tensão entre liberdade e igualdade. As duas não são tão compatíveis. Um sujeito que não tenha nem o que comer não é muito livre. E a liberdade não serve para muita coisa se não permitir que cada um de nós se singularize e, assim, se diferencie dos demais. Cada sociedade, por definição, vem com seu “blend” de liberdades e igualdades. Os ingleses sempre deram mais atenção às liberdades. Inventaram o liberalismo. Os franceses nutrem paixão pela igualdade. Deu na revolução” – Helio Schwartsman, jornalista – Folha de S. Paulo, 24-10-2021.
Steve Bannon, conselheiro de Eduardo Bolsonaro
“Steve Bannon, ex-extrategista de Trump, se tornou uma espécie de conselheiro de Eduardo Bolsonaro. O americano já disse que a disputa brasileira é “a segunda mais importante do mundo” e considera a reeleição do presidente uma plataforma para reerguer um bloco internacional de extrema direita. Sua especialidade é a desinformação política. (…) Ainda que Jair Bolsonaro tenha interrompido a campanha de ataque às urnas para evitar uma punição dos tribunais, ninguém duvida que o presidente e sua base vão tentar tumultuar a campanha e contestar o resultado da corrida de 2022 com o apoio dessa rede internacional” – Bruno Boghossian, jornalista – Folha de S. Paulo, 24-10-2021.
Bolsonaro no Congresso
“Um leitor de folhas de chá acredita que, se Jair Bolsonaro perceber que não terá chances de vitória na eleição presidencial, procurará abrigo numa disputa para o Senado ou mesmo para a Câmara. Se isso acontecer, o recuo do capitão nada terá a ver com apreço pelo Legislativo. Será uma busca de imunidade” – Elio Gaspari, jornalista – Folha de S. Paulo, 24-10-2021.
Com o objetivo de oferecer melhores instalações de trabalho para feirantes e comodidade para clientes, a Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Indústria e Comércio iniciou a requalificação e o reordenamento do Mercado Municipal do bairro Santa Cruz.
Já foram realizados mais de três mil metros quadrados de asfaltamento na Praça de Alimentação, onde antes era chão de terra.
“Com a revitalização, também já iniciou a pintura interna e dos portões e a cobertura da Praça de Alimentação. Também faremos a comunicação visual, com a fachada”, pontuou o diretor de Indústria e Comércio do município, Gilson Sena.
Notificação para as construções irregulares
Nesta quarta-feira (27) inicia a remoção das construções irregulares ao fundo da Feira. Os irregulares tiveram um prazo de 10 dias, contados a partir da data de notificação, para sair do local.
“Essa remoção será necessária, porque são construções irregulares, que oferecem risco para a população que frequenta a Feira e para a própria pessoa que está dentro do Boxe”, pontuou Sena.
Os servidores da Secretaria de Trabalho e Assistência Social de Luís Eduardo Magalhães passaram por mais uma capacitação, desta vez, sobre “Qualidade e boas práticas no atendimento ao cidadão”.
De acordo com a titular da pasta, Scheilla Bernardes, a grande missão da Secretaria é servir a população.
“Essa qualificação contínua é fundamental para que os nossos colaboradores continuem dando o melhor de si. Aqui, o mais importante é atender a população do município da melhor forma e fazendo o acolhimento”, pontuou.
A vacinação contra o Covid-19 em Luís Eduardo Magalhães, nesta terça-feira (26), continua com a aplicação da segunda e terceira dose, das 8h às 16h, no sistema Drive-Thru e no antigo PROMATI, ambos localizados no bairro Santa Cruz.
2° dose
É importante verificar a data no cartão de vacina. Estão disponíveis as seguintes vacinas: Oxford, Coronavac e Pfizer.
3° dose
Para profissionais de saúde que tenham tomado a 2° dose há mais de seis meses. Apresentar a carteira profissional.
– Idosos a partir dos 70 anos, também precisam ter tomado a 2° dose há mais de seis meses.