
Dólar bate recorde frente ao real valendo R$4,21.
Ao término do pregão no mercado à vista, às 17h, o dólar subiu 0,30%, a 4,2061 reais na venda. Com isso, a cotação deixou para trás o recorde anterior para um fechamento –de 4,1957 reais na venda, do dia 13 de setembro de 2018.
Na B3, em que os negócios com mercado futuro vão até às 18h15, o contrato de dólar de maior liquidez tinha alta de 0,26%, a 4,2110 reais, por volta de 17h30.
É exatamente isso que acontece quando as questões políticas e econômicas internas assustam o Sr. Mercado. Todos vão se abrigar no guarda-chuva da moeda forte.
A classe média que se acha rica está adiando os planos de financiar os pacotes de férias em Miami, onde comprariam bugigangas falsificadas na China.

Donde se conclui que o Deputado em questão, líder do Partido do Governo na Câmara, entende mais de potocas do que de economia. Em abril de 2016 o dólar era cotado a R$3,56. Os investidores perderam só 16%, se resolveram seguir o conselho da nulidade.
Feriadão tem 50% a menos de óbitos nas estradas federais da Bahia.
Dados do balanço destacam ainda queda de 15% no número de feridos e um grande número de veículos recuperados, pessoas detidas e testes de alcoolemia realizados.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) finalizou, às 23h59 deste domingo (17), a Operação Proclamação da República realizada nas rodovias federais que cortam a Bahia. Iniciada na última quinta-feira (14), a PRF intensificou a fiscalização e o policiamento orientado e teve como foco ações preventivas para redução da violência no trânsito e o enfrentamento a criminalidade.
Durante os quatro dias da operação, a PRF na Bahia contou com reforço nas equipes e concentrou seu efetivo ao longo dos trechos mais movimentados e de maior incidência de acidentes graves e de criminalidade. Para isso, foram intensificadas rondas ostensivas nas rodovias com o posicionamento estratégico das viaturas, distribuído em aproximadamente dez mil quilômetros de malha viária.
Infrações
Neste feriado prolongado, as atividades desenvolvidas pela instituição foram focadas para combater as infrações de trânsito, em especial às condutas geradoras de acidentes como: as ultrapassagens proibidas, dirigir sob a influência de álcool, transitar pelo acostamento, excesso de passageiros, dentre outras.
O uso do cinto de segurança, do capacete, além de fiscalizações específicas de motocicletas e condições de conservação dos veículos, também foram alvos das equipes da PRF.
Apesar de todo o trabalho educativo, a PRF flagrou e autuou diversos condutores agindo com imprudência nas rodovias federais do estado. Nestes quatro dias de Operação a PRF autuou 3.676 condutores cometendo infrações diversas.
Foram fiscalizados um total de 10.329 veículos e 11.090 pessoas no período da operação.
Uma das infrações mais constatada, a ultrapassagem proibida, foram 708 autos extraídos. Nunca é demais enfatizar que a colisão frontal, quase sempre causada pelas ultrapassagens indevidas, é o tipo de acidente que mais fere gravemente e mata pessoas em rodovias do país inteiro.
O feriadão foi marcado pelo aumento do fluxo de veículos e usuários circulando pelas rodovias federais para os mais diversos destinos, porém uma das maiores preocupações da PRF é o lamentável hábito que parte de nossos motoristas ainda conserva: dirigir após consumir bebidas alcoólicas.
Durante as abordagens, foram realizados 5.655 testes com etilômetro (bafômetro), que flagraram 119 condutores dirigindo sob efeito do álcool, infração gravíssima, com multa de R$ 2.934,70.
Nas fiscalizações, a PRF também emitiu 58 autos de infração para motociclistas ou passageiro sem capacete e 06 motoristas foram flagrados trafegando manuseando o aparelho celular. Sem o cinto de segurança foram 253 autuações.
Acidentes, feridos e óbitos
A PRF na Bahia registrou em 2019 um total de 37 acidentes. Destes, 10 foram acidentes graves, quando resultam em, pelo menos, um óbito ou ferido gravemente. Este ano, 02 pessoas morreram durante os quatro dias da operação nas estradas baianas. Já o número de feridos totalizou 40 pessoas.
Enfrentamento à criminalidade
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Nenhuma maldade dura para sempre!

Por Fernando Haddad
“Percebo nos olhos dos amigos de luta a tristeza e o cansaço. E confesso que muitas vezes em que me olhei no espelho ultimamente não gostei do que vi: nossos sorrisos estão mais tímidos, escondidos e raros.
É triste observar o nepotismo, o popularismo, a cretinice, a canalhice, a mediocridade que imperam no país nadar de braçada à nossa frente.
Sem críticas, questionamentos ou constrangimentos.
Há uma espécie de cegueira coletiva, consequências de um país que enlouqueceu, embruteceu e emburreceu.
O pior da direita é que eles não ligam para a História. Não aprendem nada.
Se sentir enojado como esse governo que está aí não significa necessariamente ser “Lula Livre” ou “petista”.
Trata-se de uma questão de inteligência mesmo.
Não ser Bolsonaro, esse equívoco histórico horrível, não significa ser Lula.
Então, perceber essa anestesia intelectual, que compactua com coisas como Olavo de Carvalho, terraplanistas, Damares e essa ruma de gente constrangedora e imoral é doloroso.
Observar a defesa sem críticas à Moro e Dalagnol, mesmo diante das perturbadoras mensagens vazadas é desalentador.
Ouvir de amigos afirmações de que Jean Willys “vendeu” seu mandato ao vereador do Rio, David Miranda, repetindo um mantra desonesto e completamente sem noção de fake News criados por Carluxo, através de seu perfil bizarro “pavão misterioso” é muito triste. É ver derretendo uma admiração, um carinho, uma confiança na capacidade intelectual de tais amigos.
Ouvir pessoas próximas defender que as mensagens do Intercept são falsas e que Gleen, um jornalista premiado com um Pulitzer e um Oscar é um “bandido verdevaldo” é profundamete chocante.
Perceber a imaturidade política e desonestidade intelectual em quem você admira é muito impactante.
E sei que não sou só eu que estou passando por isso. Todos nós, que percebemos claramente o esforço feroz de destruírem um projeto de soberania e protagonismo nacional estamos nos sentindo muito tristes. E impotentes. A cada dia é uma surpresa nova. Um choque novo. E uma constatação de que eles não estão ligando.
Sempre foi luta de classes. Sempre foi.
Estamos diante de mais uma: a reforma trabalhista da forma que foi feita; a reforma da previdência tal qual está sendo feita; a vilanização da cultura, do pensamento, do ensino público gratuito; trata-se tão somente de luta de classes.
Nós, que acreditamos em um país mais justo e mais humano, estamos perplexos diante das maldades perpetradas por pessoas que se dizem do bem, conduzidas pela fé e pela palavra de Deus. Nós, que entendemos a palavra de Jesus, estamos perplexos. É o oposto do mantra mais simples e repetido de sua palavra: “amai ao próximo como a si mesmo”.
Essas pessoas de bem odeiam pobres. Odeiam pretos. Odeiam gays. Odeiam as diferenças. E detestaram ver essas diferenças ocupando espaços antes reservados apenas para eles, os nobres e superiores cidadãos da Casa Grande da nossa eterna senzala.
Luta de classes.
Estamos tristes e adoecidos, é verdade.
Mas é agora, mais do que nunca, que precisamos manter a cabeça de pé.
Nenhuma maldade dura para sempre.
É da natureza das coisas a luz vencer a escuridão.
Vamos manter nossa alma, cabeça e espírito fortes.
Vamos resistir. A maldade perderá um dia, pois assim foi na inquisição, no nazismo, nas ditaduras e assim será mais uma vez.
Reúnam-se com seus amigos de fé e riam, gargalhem, se divirtam.
Quando for inevitável estar com os parentes e amigos “gente do bem cristã”, respire fundo e seja superior. Porque somos superiores. Estamos do lado certo da história.
Esteja mais com quem gosta de estar.
Leia mais livros bons. Assista mais filmes. Mais séries. Passeie mais com quem gosta. Dê mais valor a quem você ama. Se ame mais.
Essa dor vai passar.
Pois toda dor é como nuvem que se forma, se desmancha e vai embora.
E se por acaso queimar a pipoca no microondas, dê risada e jogue tudo fora. Há coisas mais importantes para a gente dar atenção!
Sigamos juntos!”
Pesquisadora identifica células nazistas em todo o Brasil

Uma pesquisadora brasileira identificou a existência de 334 células de grupos de inspiração nazistas em atividade no Brasil. A maioria se concentra nas regiões Sul e Sudeste, mas há registros também em cidades como Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Feira de Santana (BA) e Rondonópolis (MT)*. Os grupos se dividem em até 17 movimentos, entre hitleristas, supremacistas/separatistas, de negação do Holocausto ou até mesmo três seções locais da KKK (Ku Klux Klan) –duas em Blumenau (SC) e uma em Niterói (RJ).
O estado com mais células é São Paulo, com 99 grupos (28 só na capital), seguido por Santa Catarina (69), Paraná (66) e Rio Grande do Sul (47). Em estados sem registros de atividades até pouco tempo, como os do Centro-Oeste, movimentos do tipo começam a ganhar corpo. Goiás, por exemplo, já tem seis células. Células são grupos de três a 40 pessoas com ideais e atividades comuns.
No caso dos neonazistas, segundo a Safernet, associação civil de direito privado com foco na defesa dos direitos humanos na web, trata-se de grupos que promovem a intolerância com base na ideologia nazista de superioridade e pureza racial com recursos de agressão, humilhação e discriminação.
São pessoas que fabricam, comercializam, distribuem ou veiculam emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda com símbolos (como a cruz suástica) e a defesa do pensamento nazista.
A entidade é responsável, entre outras atividades, por receber denúncias e as encaminhar para as autoridades, como a Polícia Federal e o Ministério Público.
Os dados sobre a extensão desses grupos no país são parte de um levantamento ainda inédito feito pela antropóloga da Unicamp Adriana Dias, um pioneira nas pesquisas sobre a ascensão da extrema-direita nos anos 2000. Os detalhes e números completos devem ser publicados em um livro em breve.
Bebbiano na entrevista a Fávio Pannunzio: como Moro chegou ao Ministério da Justiça.
Barreiras terá Fórum de Inovação e Sustentabilidade
Um amplo debate sobre estratégias para fomentar ações sustentáveis e inovadoras no agronegócio baiano está agendado para o próximo dia 22, no auditório da Câmara de Vereadores de Barreiras, das 8h às 11h30min.
Trata-se do Fórum de Inovação e Sustentabilidade para a Competitividade (FISC) que após ser realizado em Salvador em outubro passado, agora ganha a versão itinerante e chega ao Oeste do Estado.
A ideia da primeira edição do FISC é abrir um canal de diálogo com os produtores rurais que estão produzindo empolgantes cases de sustentabilidade na Bahia.
O evento realizado pelo Ibama tem o apoio da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) e tem como público alvo estudantes universitários, produtores rurais, formadores de opinião e imprensa.
Feira Cidadã de SAMAVI começa na próxima quinta-feira
Mais de 10 serviços de saúde serão oferecidos em Santa Maria da Vitória, nos dias 21 e 22 de novembro, na Praça do Jacaré. A Feira Cidadã é uma ação do Governo do Estado, em parceria com a Prefeitura de Santa Maria da Vitória, para levar atendimentos de saúde e prestação de serviço social para a população.
Exames de ginecologia, oftalmologia, mamografia, entre outros, serão realizados de forma gratuita. Além da emissão da segunda via da Carteira de Identidade e do cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).
Os atendimentos começarão às 7h e serão abertos para o todo o público. “Os interessados deverão chegar cedo, o atendimento será em fila única”, informa Vandira Teixeira, secretária de Saúde.
A estimativa é que cerca de 10 mil atendimentos sejam realizados neste período. A ação acontece pela primeira vez na cidade, “a Feira Cidadã irá reforçar o acesso da população a diversas especialidades da saúde, além de atender as cidades circunvizinhas”, afirma o prefeito Renatinho.
Vergonha: manifestantes marcham em continência à estátua da Havan
Da revista Fórum –
Um vídeo que viralizou nas redes sociais neste domingo (17) mostra manifestantes de Araçatuba, no interior de São Paulo, em ato pelo impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, marchando em continência em frente a uma réplica da Estátua da Liberdade de uma das lojas Havan.
No carro de som, o locutor se esgoela: “Essa é pra você, Gilmar Mendes!”. Um dos organizadores do ato é o movimento Nas Ruas, criado pela deputada federal Carla Zambelli (PSL).
As lojas de departamento da Havan pertencem a Luciano Hang, conhecido como “Véio da Havan”, um dos mais conhecidos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.
O grotesco da cena só demonstra que existem dois países, hoje, dentro do Brasil, e que os dissídios das últimas eleições presidenciais continuam vivos e doloridos. O Brasil ainda não curou-se de suas diferenças ideológicas.
Aumento de mortalidade no país está diretamente ligado a corte de verbas no SUS
Em entrevista à Pública, o médico Gastão Wagner, doutor em saúde pública e ex-presidente da Abrasco, diz que redução de expectativa de vida nos últimos cinco anos é consequência do teto de gastos públicos.
Por Marina Amaral, da Agência Pública
70% da população, usuária do SUS, tem riscos maiores para enfermidades crônicas, de internação e de morte
Pesquisa constatou também redução de queda na mortalidade infantil nos últimos três anos
Participação de médicos e profissionais de saúde na defesa do SUS é essencial para manter a saúde pública

Quando as bases do Sistema Único de Saúde (SUS) foram lançadas, em 1986, na 8a Conferência Nacional de Saúde, o dr. Gastão Wagner de Sousa Campos concluía o mestrado em medicina preventiva. O título de sua dissertação – “Os médicos e a política de saúde: entre a estatização e o empresariamento dos serviços de saúde” – coincide com o caminho profissional que traçaria a partir dali; sua tese de doutorado foi defendida um ano depois da criação do SUS, regulamentado em 1990, dois anos depois da Constituição cidadã. Desde então, o dr. Gastão acumula os afazeres de médico e professor da Unicamp com a militância pela saúde pública. Presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) até o ano passado, ele continua a lutar pela permanência do SUS, que, apesar de sofrer com a falta de recursos desde a fundação, é responsável por uma das maiores coberturas públicas de saúde no mundo.
“Se a sociedade brasileira não pelejar pelo SUS no cotidiano, quando for votar e escolher quem é a favor do SUS, se os profissionais não defenderem o SUS, ele fica muito mais ameaçado. Nos estudos que os políticos e sociólogos fazem – por exemplo, do sistema inglês, bem mais velho que o nosso, tem 90 anos já –, quem fez a defesa principal do SUS inglês foram os profissionais, os trabalhadores da saúde, que buscam apoio na sociedade e encontram. Se deixar por conta dos governantes, aí eu sou pessimista”, diz quando indagado sobre o futuro do sistema de saúde que atende 160 milhões de brasileiros e universalizou as vacinas e o tratamento contra a aids e contra alguns tipos de câncer.
Leia a entrevista feita e descubra por que o aumento da mortalidade de adultos nos últimos cinco anos e o da mortalidade infantil nos últimos três estão diretamente ligados à queda de recursos para o SUS, o que tende a se agravar neste governo, com as medidas propostas pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.
Observação: a entrevista foi feita na semana passada, antes das medidas anunciadas ontem pelo governo Bolsonaro.
Para o ex-presidente da Abrasco, Gastão Wagner, o subfinanciamento do SUS se agravou com a aprovação do teto dos gastos
Qual a atual situação do SUS e que impactos as medidas de Paulo Guedes podem ter sobre a saúde?
Ao longo dos seus 32 anos, o SUS sempre foi subfinanciado, ou seja, já havia recursos insuficientes para o tamanho da necessidade de saúde da população, da extensão da cobertura do SUS. Mas isso se agravou, principalmente a partir da aprovação da emenda constitucional do teto de gastos, porque há mais ou menos cinco anos o orçamento federal para saúde, para o SUS, não repõe nem o valor da inflação, e aí ficamos com o fixo em torno de 210, 216, 220 bilhões [de reais], o que, na prática, é uma redução do gasto em saúde. Isso, evidentemente, tem consequências; a gente já tem investigação epidemiológica indicando o aumento da mortalidade de adultos nesses cinco anos, inclusive com artigos publicados em revistas internacionais da área de saúde. Por quê? O SUS reduziu a capacidade de compra de insulina para diabetes, de remédio para hipertensão. E as pessoas que dependem do SUS, que são 70% da população brasileira, têm aumentado o risco de internação, de agravamento dessas enfermidades crônicas e de morte. A gente já tem objetivamente a diminuição da expectativa de vida de adultos. E já tinha uma análise dos últimos três anos mostrando o aumento da mortalidade infantil depois de 25 anos de queda rápida. A gente tem uma inversão da curva na mortalidade das faixas menor de 1 ano e, também, menor de 5 anos. Então, o problema do financiamento é muito grave, é concreto. E o objetivo do ministro Paulo Guedes é diminuir ainda mais o gasto em saúde e educação. Ele teve que retirar da proposta que o Ministério da Economia mandou ao Congresso a inclusão do gasto com aposentadorias de trabalhadores, de profissionais da saúde, no gasto obrigatório [com saúde], porque os presidentes da Câmara Federal e do Senado avisaram que não iriam apoiar. Isso reduziria em torno de 18% a 20% do gasto, que já é insuficiente. Mas eles insistem na proposta de desindexação do gasto municipal com saúde e educação, o que também vai ser um desastre; o volume de investimentos no SUS vai ficar ao arbítrio de cada prefeito e de cada governador. Porque o previsto é que, nesse mínimo de 15% do orçamento que eles são obrigados a gastar em saúde, não pode entrar o pagamento de funcionários aposentados, coleta de lixo, apesar de tudo isso indiretamente ter a ver com a saúde. São 15% estritamente no SUS, na atenção à saúde, preventiva e assistencial. E os estados são obrigados a gastar 10% do orçamento estadual. E é isso que o ministro da Economia, com essa ideia de redução a qualquer custo dos gastos públicos, à custa da vida das pessoas, quer mudar. O problema para ele – e a solução para nós – é que ele precisa de emenda para mudar a Constituição, dois terços de aprovação no Congresso, o que é bem mais difícil.
Você acha que está em curso uma campanha contra a saúde pública, a favor da privatização, em que se diz que o SUS é um elefante branco, que não funciona…
Há um movimento geral de desconstrução de políticas públicas. A ideia é que cada um que se vire no mercado. Isso é uma tragédia anunciada num país muito desigual, e o Brasil é um dos países mais desiguais do mundo. O SUS tem tido uma capacidade de resistência maior, apesar de todos os problemas que tem, do que outras políticas públicas. As universidades públicas, a política de ciência e tecnologia têm sido muito mais atacadas proporcionalmente do que a área da saúde. É que a desconstrução do SUS produz o que a gente chama de barbárie sanitária: num tempo muito curto, muita gente morre. Toda a vacinação do Brasil, 80% do tratamento de câncer das pessoas são através do SUS. Então reduzir isso, politicamente, é muito delicado.
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A gente vê reportagens mostrando as filas dos hospitais, a dificuldade de fazer exames e cirurgias. Isso não leva os brasileiros a acreditar que o SUS é um sistema que não funciona?
Eu acho que é um paradoxo: a força do SUS é a sua existência e a debilidade do SUS são os vazios assistenciais, a burocracia, a desigualdade: numa cidade tem fila para tal tipo de câncer, em outra cidade tem outra, em outra região não tem acesso ao tratamento de câncer. O SUS é muito heterogêneo e tem muitos problemas. O necessário seria investir para corrigir essas falhas, mas estamos agravando esses problemas. Só que é uma desconstrução lenta, sabe? Os políticos municipais, federais e estaduais não têm muita coragem de viver com isso de fechar hospital; eles fazem de forma estratégica, usando meios que dificultam a compreensão da população, como essa proposta do ministro da Economia. E todo esse radicalismo liberal contra política pública, servidor público, contra universidade, está atingindo o SUS. E aí vira só resistência, a política pública não consegue avançar, se renovar. Então, o SUS tem essa situação ambígua. As pessoas se queixam muito, mas não querem que retirem o que já têm.
Comparações com outros sistemas públicos de saúde
Comparado a outros países que têm sistemas de saúde privados, como se sai um serviço público como o SUS? É de fato ineficiente? Como é em relação a países como a Inglaterra, que tem sistemas públicos também?
Na comparação, os países com os sistemas privados de saúde predominantes, como os Estados Unidos, perdem: são caros, têm menor produtividade. Ao contrário de outras áreas – na telefonia, por exemplo –, o mercado produz mais barato e com mais produtividade; na saúde e educação, já há pesquisas indicando que não é assim. Os sistemas públicos gastam melhor e têm uma cobertura maior, uma inclusão maior, um acesso maior a medicamentos, vacinas. E comparar o SUS a sistemas públicos de saúde de outros países é difícil. Tem 160 milhões de pessoas que só usam o SUS no Brasil. É muita coisa, é maior que a população da Inglaterra. Na Inglaterra, 96% das pessoas – ou em Portugal, 98% dos portugueses – usam o sistema nacional de saúde, o SUS deles. No Brasil, regularmente é 60% a 70% que usam o SUS, mas, como a gente tem pouco recurso, a nossa cobertura é menor e é muito heterogênea. Nas cidades do Nordeste, o acesso ao SUS é pior do que aqui no SUS do Sudeste. Se no SUS do Sudeste você pegar uma cidade como São Paulo, os centros e os bairros intermediários têm um acesso muito melhor do que as pontas, do que as periferias, onde moram 40% da população de São Paulo, onde moram 40% da população de Campinas. O SUS é um sistema público que devia se voltar aos mais carentes e vulneráveis, mas isso acontece muito lentamente. Eu estava vendo essas estatísticas da mortalidade por câncer no Brasil: quanto mais pobre, maior a mortalidade; quanto menor a renda, maior a mortalidade por câncer. É assim.
E isso é por falta de acesso a medicamento, a terapia, a cirurgia? Qual é o nó?
Falta de acesso à atenção em saúde. Quem tem acesso? O SUS garante a quimioterapia, garante medicamentos, não têm faltado. Mas, se a pessoa é pobre, ela vai no posto de saúde na periferia, e a equipe lá, o médico, a enfermeira, desconfia de câncer de mama: o acesso à mamografia é difícil, desorganizado, não dá para você sair com a consulta marcada como deveria ser. A expansão do SUS não se dá conforme a vulnerabilidade da população; se dá conforme a capacidade de pressão política. A gente tem concentração de hospitais em algumas cidades e, dentro das cidades, em algumas regiões. Na parte preventiva, o SUS universalizou algumas coisas, independentemente da renda, da classe social. Vacinas, por exemplo, o SUS universalizou e democratizou: a cobertura de vacinas é alta, e hoje em dia são os setores da classe média e da classe alta que estão se recusando a tomar a vacina. Agora, há 30 milhões de pessoas no Brasil que não têm a água tratada até hoje, 50% da população sem saneamento – esgoto a céu aberto –, e não é só na zona rural, nas cidades também, em ocupações, favelas. Então, acaba tendo diferença na prevenção também. Essa desigualdade econômica, social, cultural, política interfere. Outra área que é preventiva e é assistencial ao mesmo tempo e que o SUS universalizou: as políticas em relação à aids. A gente não vê diferença de mortalidade de pessoas que vivem com aids entre as que têm renda baixa e a população de classe média ou com maior poder de renda. Porque o SUS foi atrás de acesso, do diagnóstico e tratamento e orientação de prevenção, quase que universal. Em relação ao câncer, isso já não acontece, embora alguns [tipos de câncer] quase tenham se universalizado, como o câncer de útero, de colo de útero, que depende do tratamento de prevenção, de fazer papanicolau. E poderia se universalizar porque a gente briga no SUS para as enfermeiras poderem fazer também, mas os médicos não querem. Mesmo os médicos proibindo, as enfermeiras fazem, e assim cerca de 70% ou 80% das mulheres brasileiras fazem papanicolau. E a gente tem uma queda em todo o Brasil, mais acentuada em algumas regiões, que tem levado quase ao desaparecimento de câncer de útero através da prevenção e do tratamento logo no comecinho. O câncer, quanto mais cedo tratar melhor, então precisa universalizar o acesso. A desigualdade prejudica na área preventiva e na área assistencial.
Os médicos brasileiros lutam por seus privilégios. Muitos deles, por exemplo, foram contra os médicos cubanos, e agora a gente vê que o governo não conseguiu preencher todas as vagas. Que impacto tem isso na saúde pública?
Se não tem o Mais Médicos, tem que ter uma política de garantir o funcionamento, a expansão, o acesso e a qualidade da atenção primária à saúde, essa rede de saúde – postinhos, unidades básicas de saúde, onde se faz vacina, onde se cuida de diabetes, hipertensão, pré-natal, o cuidado das crianças, enfim. Vários problemas de saúde hoje em dia, no mundo inteiro, se resolvem na atenção primária. E temos dificuldades em colocar médicos na atenção primária, os médicos brasileiros querem ser especialistas, trabalhar em hospitais. E o ministério, o SUS, nunca desenvolveu uma política de atenção adequada. Mesmo com o Mais Médicos, a gente tinha uma cobertura de somente 55% da população. A cobertura recomendada para acompanhamento e atenção primária é de 80% da população. Agora caiu para cerca de 40%, e, com os cortes orçamentários do governo federal e a crise orçamentária das prefeituras – quem contrata atenção primária é principalmente a prefeitura –, há uma grave diminuição do atendimento em todo lugar. Na cidade do Rio de Janeiro, o prefeito está fechando unidades básicas de saúde, demitindo médicos e enfermeiros, uma crise na cobertura de atenção primária, que tinha avançado e está recuando. Isso também explica esse aumento de mortalidade de crianças abaixo de 5 anos, abaixo de 1 ano e de adultos com doenças crônicas.
Alguns dados apontam também para um aumento de mortalidade materna. O senhor tem alguma notícia sobre isso?
Então, a mortalidade materna está caindo devagar, e já estava caindo devagar antes. Ou seja, não se avançou. A mortalidade infantil caiu rapidamente, mas a mortalidade neonatal, que é o primeiro mês de vida, também cai muito devagar no Brasil. Tanto a mortalidade de crianças de até 1 mês quanto a de mulheres no parto e pós-parto são altas porque estão ligadas ao atendimento hospitalar, onde o SUS tem um impacto menor. Os hospitais não seguem muito as normas do SUS, principalmente pelo corporativismo médico. Aí cada um faz o que quer, do jeito que quer e entende. E, apesar de 80% das mulheres no Brasil fazerem o pré-natal regularmente com mais de sete atendimentos durante os nove meses de gravidez, o que é o mínimo necessário, o parto e a assistência ao parto são muito ruins no Brasil, e a gente tem esse problema que é a epidemia de cesarianas.
E isso está diretamente ligado à mortalidade materna? A cesariana é mesmo mais perigosa para a mãe?
O risco de se fazer uma cirurgia de anestesia geral, de ter infecção hospitalar é muito maior. Por incrível que pareça, se você pegar por classe social, a mortalidade materna é tão alta entre os ricos da classe média alta quanto entre a população mais pobre, porque no setor privado 96% dos partos são cesarianas, no SUS é 46% – e ainda é muito alto. A recomendação mundial da OMS é de no máximo 20%. Ou seja, há uma mistura de mercado com dificuldades de atendimento no parto normal – a mortalidade é menor, mas não é simples. Apesar de o SUS pagar, os médicos não fazem analgesia em quem é negra e pobre – e eu estou falando em bases estatísticas que mostram que eles se recusam muito mais a fazer analgesia em mulheres negras do que em mulheres brancas.
Eles se recusam a fazer analgesia nas mulheres negras?
Tem uma pesquisa da Fiocruz, “Nascer no Brasil”, com dados que indicam isso, sim (clique aqui para ver essa parte da pesquisa). O que falei sobre o aumento da mortalidade adulta no Brasil nos últimos cinco anos está em um artigo que saiu em novembro agora no Lancet. São vários autores, mas o autor brasileiro mais conhecido é Maurício Barreto. E há um ano e meio foi publicado um artigo sobre mortalidade infantil que mostrou o efeito positivo da expansão da estratégia de saúde da família de atenção primária e do Bolsa Família.
Os efeitos são assim rápidos, então? Quando há queda de renda, aumento do desemprego, quanto tempo demora para a gente perceber isso na saúde pública?
É o que eu estou te falando: o efeito é bem rápido. Pode piorar em cinco, mesmo em três anos. Quando tem uma crise no crescimento econômico com repercussão social, aumento do desemprego, diminuição do salário mínimo real, da capacidade de compra das pessoas, é muito rápido o aumento da morte de idosos e de crianças. Essa história de que o crescimento da economia por si só garante o bem-estar, de que é necessário a economia crescer para se ter política pública como a do SUS, salário desemprego, Bolsa Família, é falsa. O crescimento do mercado tende a concentrar renda se não houver a política pública que impõe limites através de impostos e do redirecionamento dos gastos. Precisa ter um Estado democrático, aberto e transparente, porque, se tiver corrupção, politicagem e apadrinhamento, as políticas públicas entram no orçamento, mas não têm efetividade. Temos que garantir uma gestão do governo adequada. Tudo depende de política. O governo brasileiro atual e grande parte da imprensa dizem que, se houver crescimento econômico, será tudo resolvido, transporte público, habitação. Mas não é assim.
Como o aumento da violência aparece nos dados de mortalidade?
A mortalidade por violência no Brasil vem crescendo, e 90% dessa mortalidade tem duas razões: a violência urbana – assassinatos ligados ao narcotráfico, milícias, conflitos de gangues e com a polícia, que atinge principalmente os jovens negros – e a outra causa importante é o trânsito. A gente tem de 66 [mil] a 74 mil mortes por assassinato por ano e cerca de 40 mil mortes por ano pelo trânsito. Agora, além da mortalidade, imagina o número de pessoas que precisam de cirurgia, de reabilitação, de próteses, que sobrevivem às tentativas de assassinato, aos acidentes de moto. Isso é muito maior do que o número de mortos, e mais de 90% [são] tratados no SUS. Porque terapia intensiva, cirurgia, neurocirurgia, cirurgia ortopédica, traumatologia grave, tudo isso começa pelo SUS. E quem tem convênio sai depois para continuar o tratamento.
Uma última pergunta só para fechar. O SUS tem salvação? O senhor acha que é possível a gente manter esse sistema público de saúde e num funcionamento mais eficiente? É uma questão de vontade política, uma questão de orçamento…
Estamos nisso, em garantir a sobrevivência do SUS. Se vai sobreviver ou não, só Deus sabe. Mas há muitas possibilidades e a necessidade do país também é muito grande. Parece que a sobrevivência do SUS – eu queria chamar atenção para isso – depende muito do governo. E depende do governo, do orçamento público, do Estado brasileiro, das leis. Mas depende muito, talvez até mais, da população e da sociedade e, particularmente dentro da sociedade, dos profissionais de saúde. Se a sociedade brasileira não pelejar pelo SUS no cotidiano, quando for votar e escolher quem é a favor do SUS, se os profissionais não defenderem o SUS, ele fica muito mais ameaçado. Nos estudos que os políticos e sociólogos fazem – por exemplo, do sistema inglês, bem mais velho que o nosso, tem 90 anos já –, quem fez a defesa principal do SUS inglês foram os profissionais, os trabalhadores da saúde, que buscam apoio na sociedade e encontram. Se deixar por conta dos governantes, aí eu sou pessimista. Desde 2011, fazemos jornalismo investigativo independente e sem fins lucrativos. Nossas reportagens já conquistaram mais de 40 prêmios nacionais e internacionais e são reproduzidas livremente em mais de 700 veículos do mundo todo. Nosso jornalismo é pautado pela apuração rigorosa dos fatos e pela defesa intransigente dos direitos humanos. Se você acredita, como nós, que esse tipo de jornalismo é essencial para a democracia, colabore e nos ajude a produzir ainda mais. Apoie a Pública
Colaborou: Raphaela Ribeiro.
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Clube Rio das Pedras, de Luís Eduardo Magalhães, recebe observador técnico do Canaã Esporte Clube

O Projeto Futebol Clube Rio das Pedras, de Luís Eduardo Magalhães, recebeu neste último sábado, 16, a visita de uma equipe do Canaã Esporte Clube, que realiza uma turnê para avaliações técnicas em diversos municípios baianos. A avaliação teve o objetivo de selecionar jogadores nascidos entre os anos de 2001 a 2010.
De acordo com o observador técnico do Canaã Esporte Clube, Sr. Valdir Godoy, a avaliação é positiva. “Só temos que parabenizar o Clube Rio das Pedras, através da presidente Márcia Canzi e dos professores do projeto do futebol, Carlos Henkes e Gustavo Ariel. Estão de parabéns pela estrutura e organização do clube e, também, pelo nível técnico do projeto, que nos permitiu essa excelente avaliação. Identificamos alguns atletas do projeto com muita qualidade”, informa. O próximo passo agora é a produção de um relatório, que será enviado ao clube.

Dentre os atletas selecionados para participação de teste no Canaã Esporte Clube, estão: Kaiky Santos, Robert Lino e Carlos André (2003). Leandro, Yarley, Enzo Silva (2010) e Daniel (2011) foram selecionados para monitoramento. Os jogadores deverão se apresentar, entre os dias 02 a 16 de dezembro, ao Centro de Treinamento do Canaã Esporte Clube, para processo de avaliação.

“Nossa expectativa era conseguir a seleção do maior número de atletas, em especial, os mais velhos que integram as categorias de 2001 a 2005, que geralmente encontram mais dificuldades para se inserir no cenário nacional. Estamos felizes e satisfeitos com o resultado, certos de que estamos no caminho certo, através deste importante projeto social do Clube Rio das Pedras. A expectativa agora é para que os nossos atletas consigam ingressar na equipe do Canaã, após a próxima avaliação”, finalizou o professor do futebol do Clube Rio das Pedras, Carlos Henkes.
Recife recebe Lula com multidão na praça

Foto de Ricardo Stuckert.
Honda mostra toda sua força no GP Brasil de Formula 1 colocando dois pilotos no pódio.

Podiam ser três carros, se Hamilton não tivesse abalroado o piloto tailandês Albon na última volta, motivo de sua punição em 5 segundos. O espanhol Carlos Sainz, da McLaren, que havia largado na última posição, terminou em quarto e foi alçado a terceiro com a reclassificação de Hamilton.
Foi seguramente a melhor corrida do ano. As duas Ferraris, de Vettel e Lecrec, estiveram sempre disputando a ponta, mas acabaram saindo da prova depois de uma colisão entre os dois pilotos.
O holandês Max Verstappen fez valer sua condição de mais rápido do final de semana e conquistou, na tarde deste domingo, a vitória no GP do Brasil de F1, em Interlagos, na zona sul de São Paulo. O piloto da RBR, que havia sido o pole position, venceu a prova, repleta de reviravoltas e surpresas. Demonstrou assim que é o melhor piloto da Fórmula 1, seguro em duas ultrapassagens em cima de Lewis Hamilton.
Se a Honda continuar evoluindo em 2020 como em 2019 e os pilotos Verstappen e Albon, ainda mais amadurecidos, o campeonato estará francamente aberto.
Veja os melhores momentos no vídeo oficial:
Abertura do Canta Formosa 2019 atrai grande público e classifica primeiros semifinalistas


A Praça da Feira, em Formosa do Rio Preto, ficou lotada na abertura do Festival de Música Canta Formosa 2019, na noite deste sábado (16/11). Evento promovido pela Prefeitura do município, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Turismo. Apresentaram-se 11 candidatos disputando as seis primeiras vagas para a grande final da competição. Foram classificados, por ordem de pontuação, Sílvia Jacira Pereira da Silva, Vitória Cristina Alves dos Santos, Kauane Carvalho Siqueira, Hércules Sales de Araújo, João Víctor Correia de Souza e Gisele Rodrigues Silva.
A secretária de Cultura, Luciana Bispo, ressaltou que “o objetivo é fomentar nossa cultura musical, apresentando os talentos da nossa terra – que são incontáveis. Conseguimos despertar nas pessoas de todas as idades a vontade de sair de suas casas para assistir a um programa cultural, onde torna-se um ponto de encontro das famílias, nas noites de sábado”, sublinhou.
Para a vice-prefeita Verônica Lisboa “é com imenso prazer que realizamos essa iniciativa. A Prefeitura, mais uma vez, oportuniza aos nossos jovens esse espaço para que demonstrem todo o seu talento. A música serve para unir, como forma de lazer, para fortalecer nossos laços afetivos e para socializar e, nesse sentido, desejo a todos os participantes que deem o seu melhor e tenham da comunidade todo o apoio. Estamos aqui para incentivar a cultura”, declarou.
Os demais competidores da noite foram Elaine Pereira de Souza, Jaqueline Alves de Morais & Laíse Suriano Batista, Luénifer Pereira de Jesus, Mariana dos Santos Batista e Taís de Matos Pugas. No próximo sábado (23/11), a partir das 20h30min, os outros 13 inscritos, de um total de 24, farão suas apresentações para a avaliação dos jurados e definição dos outros seis semifinalistas.
O júri foi composto pelo cantor e músico Clóvis Leite; cantor, músico e compositor Luciano Silva; cantor e compositor Juan Lima; músico e professor da Escola Municipal de Música 22 de Dezembro, Léoke Afonso, e pela professora Lucileide Dantas.
Fomento à Cultura e ao bem-estar das pessoas – Em sua terceira edição, neste ano, o Canta Formosa está sendo custeado com recursos próprios da Prefeitura de Formosa do Rio Preto, uma vez que até o momento os recursos do Fundo de Cultura ainda não chegaram. O evento, que se consolidou no calendário cultural do município, faz parte do pacote de investimentos em ações culturais e esportivas que proporcionam mais entretenimento para a população, aumentando a autoestima, o bem-estar e qualidade de vida das pessoas. Além de desenvolver, revelar e fomentar novos talentos do município.
Nesta temporada, a voz vencedora ganhará como prêmio R$ 3.000,00; o segundo colocado, R$ 2.000,00 e o terceiro lugar receberá R$ 1.000,00. Os candidatos se apresentam acompanhados por Paquinha & Banda, atração que também embala as noites do Festival com música boa ao vivo. Paquinha é o orientador vocal, coordenando e orientando os ensaios e preparação dos participantes.
Uma nórdica que é a cara da Joelma, a cantora de carimbó!

Traços nórdicos e arianos? Não force a barra, Senhora Senadora. A Senhora está mais para cantora de carimbó em algum cabaré do Norte brasileiro.
Nesses tempos de glória, deve estar usando Platinum Plus, da L’Oreal. Mas se depender do povo boliviano (83% de ascendência indígena), em breve vai estar usando mesmo é a Água Oxigenada 30.

O aloirado falso da Joelma é 10 vezes melhor que o da Senadora Nórdica.
Toffoli prepara o escândalo da arapongagem Coaf/MPF

Por Fernando Brito, do Tijolaço
Para quem não está entendendo a atitude do presidente do Supremo, José Carlos Dias Toffoli, de recusar o pedido de reconsideração feito pelo Procurador Geral da República, Augusto Aras, para revogar seu pedido de envio de todos os relatórios produzidos pelo antigo Coaf, agora Unidade de Inteligência Financeira, recomendo refletir porque era tão importante mante-lo sob o comando de Sérgio Moro.
O que Dias Toffoli prepara para o julgamento, no dia 20, da liminar com que mandou suspender todas as investigações desenvolvidas com base nestes relatórios é a revelação de que havia, entre as instituições fiscais e o Ministério Público um esquema de fast track, uma espécie de via rápida de vigilância sobre centenas de milhares de pessoas, especialmente ocupantes de cargos governamentais, políticos e integrantes das cortes judiciais superiores – e de suas famílias – para a formação de “paiós” de informações potencialmente escandalosas contra quem interessasse investir ou, ainda, paraserem usadas como represália a quem se opusesse ao esquemas de poder dos procuradores ou de quem eles quisessem beneficiar.
Toffoli, ao apresentar seu relatório no julgamento da liminar, quer informar a seus pares que duas contas bancárias estavam, permanentemente, sob vigilância. Também quer dar a conhecer, com números e, claro, sem nomes, que o mesmo ocorre com parlamentares federais, na Câmara e no Senado.
O presidente do Supremo quer evidenciar indícios de que, havia uma composição política para que o Coaf “abastecesse” automaticamente o Ministério Público – e, notadamente, as várias “”forças-tarefa” da Lava Jato sobre pessoas que, a partir dos relatórios teriam abertos ou prontos para abrirem-se procedimentos investigatórios e inquéritos contra elas.
A mídia está tratando o caso como se Toffoli pretendesse acessar os dados das 600 mil pessoas – 412 mil físicas e 186 mil jurídico-empresariais -, o que não vai ocorrer. Eles serão apenas acautelados no Supremo, como prova das arapongagens.
O esquema de Sergio Moro no Coaf, que já estava abalado desde a transferência para o Banco Central, ruiu de vez.
Toffoli vai expô-lo no Supremo. Vai contar o “milagre”, ainda que não deva falar no “nada santo”.
Se o Adolf conseguiu, o Pinochet, o Jair, o Macedo, o Malafaia e o Guedes também conseguirão!
Luís Eduardo Magalhães tem plantão da biometria

Afinal: por que Marielle Franco foi assassinada com tanta violência?
Reportagem de Iltalo Nogueira e Marina Lang, da Folha de São Paulo, teve acesso à tal planilha da portaria Vivendas da Barra, no Rio de Janeiro, onde, ao que se deduz, foi iniciada a conspiração para matar a vereadora Marielle Franco, uma forte combatente à intervenção militar no Rio de Janeiro, que trouxe tão pífios resultados no combate ao crime.
Veja a matéria e assista, com tempo, ao final, um vídeo do jornalista Luís Nassif, que analisa com serenidade a cadeia de eventos que resultou na morte de Marielle.
O ex-policial militar Élcio Queiroz, acusado de participação no assassinato de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, entrou ao menos 12 vezes no condomínio Vivendas da Barra de janeiro a outubro do ano passado -a vereadora do PSOL foi morta em março.
Apreendidas pela Polícia Civil e analisadas pela Folha de S.Paulo, as planilhas de controle de acesso indicam que, em 11 dessas visitas, Élcio sempre teve como destino a casa 65, de Ronnie Lessa, policial militar aposentado também acusado e preso pelo crime.
A única exceção é a entrada no dia do crime, 14 de março, quando a planilha manuscrita indica que a autorização de acesso na portaria foi dada por algum morador da casa 58, onde vivia o atual presidente Jair Bolsonaro -então deputado federal.
Essa menção ao imóvel do presidente passou a ser alvo de averiguação no mês passado quando um dos porteiros declarou, em depoimentos à polícia, que o ex-PM Élcio entrou no condomínio naquele dia após autorização do “seu Jair”, da casa 58.
A citação ao presidente, porém, logo foi considerada equivocada na investigação. Isso porque, no dia do crime, o então parlamentar Bolsonaro estava em Brasília e registrou presença em sessões de votação na Câmara.
Além disso, uma perícia feita pelo Ministério Público em gravações da portaria apontou que quem autorizou a entrada de Elcio naquele dia foi Ronnie Lessa.
Presos, tanto Élcio como Ronnie afirmaram em interrogatório na Justiça que são amigos de duas décadas e frequentam um a casa do outro.
As tabelas de controle de acesso ao condomínio têm colunas para que os porteiros indiquem as seguintes informações sobre o visitante: nome da pessoa, modelo, cor e placa do veículo, casa de destino, horário de entrada e de saída, identidade e de quem foi a autorização para entrar.
A reportagem identificou as entradas de Élcio com base na placa do carro que ele declarou à Polícia Civil. Trata-se de um Renault Logan, de placa AGH-8202, registrado em nome de sua mulher.
Além disso, as entradas descrevem seu número de identidade da PM –corporação da qual foi expulso em 2015. Na coluna de nome, por vezes ele aparece equivocadamente identificado como Elson.
Dos 12 acessos de Élcio no condomínio de janeiro a outubro de 2018, 3 ocorreram antes do crime –nos dias 11, 15 e 18 de fevereiro. As planilhas apontam como destino nessas ocasiões a casa 65.
Outras 8 entradas ocorreram após o assassinato de Marielle. A primeira delas se deu cinco dias após o crime, no dia 19. A segunda, em 14 de abril. Em maio, foram três visitas a Ronnie, segundo as planilhas: nos dias 16, 26 e 29. Há 2 acessos em junho (9 e 11) e outro no dia 6 de outubro.
Além do destino, existe outra diferença entre os 11 registros de entrada de Élcio à casa de Ronnie e o único que aponta como destino a antiga residência de Bolsonaro.
Em todos os acessos feitos para o imóvel de Ronnie, a coluna sobre o responsável pela autorização está preenchida –constam cinco nomes diferentes nesse período. Na referência à casa do presidente, o campo não foi preenchido.
As planilhas mostram ainda que os porteiros do condomínio se dividem em plantões com uma equipe de quatro pessoas. O funcionário que citou Bolsonaro em seu depoimento estava presente em 2 desses 12 acessos de Élcio ao Vivendas da Barra: no dia do crime, 14 de março, e depois em 6 de outubro.
A menção a Bolsonaro pelo porteiro levou a Promotoria a consultar o STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a possibilidade de continuar com a investigação no Rio. A Procuradoria-Geral da República considerou não haver indícios contra o presidente e autorizou a sequência da apuração sobre o mandante do crime.
A primeira medida após a autorização da PGR foi recolher o computador da administração do condomínio. O objetivo dos peritos é analisar se houve alguma alteração no sistema de gravação de chamadas entre a portaria e as casas do local.
A gravação usada pelo Ministério Público para contradizer o porteiro faz parte de um CD entregue pelo próprio condomínio em outubro.
A Folha de S.Paulo revelou, contudo, que a perícia da Promotoria não avaliou a possibilidade de algum arquivo ter sido apagado ou renomeado antes de ser entregue às autoridades. Ela tinha como único objetivo instruir a ação penal contra os acusados de matar Marielle e Anderson, provando o encontro dos dois réus.
Em paralelo, a Polícia Federal abriu inquérito para apurar possíveis delitos de obstrução de Justiça, falso testemunho e denunciação caluniosa pelo porteiro contra Bolsonaro.
O presidente atribuiu o depoimento do porteiro como uma suposta influência do governador Wilson Witzel (PSC) na condução do inquérito. Eleito colando sua imagem à de Bolsonaro, o chefe do Executivo fluminense viu a família presidencial romper com a aliança há dois meses.
A investigação iniciada logo após o assassinato, em 14 de março, teve falhas reconhecidas pelo delegado Giniton Lages, responsável pelo inquérito até março deste ano, quando Ronnie Lessa e Élcio Queiroz foram presos.
As falhas atrasaram a identificação dos acusados do crime e ocorreram na coleta e análise de imagens a fim de identificar o trajeto feito pelo veículo usado pelos assassinos, um Cobalt.
Isso impediu, inclusive, que a polícia pudesse determinar se o carro saiu ou não do condomínio Vivendas da Barra.
Repressão violenta: 8 mortos e centenas de feridos na Bolívia

Pelo menos oito pessoas morreram durante violentos confrontos entre manifestantes pró-Evo Morales e a polícia militar em Sacaba, perto de Cochabamaba, na sexta-feira (15). O protesto era contra a presidente interina do país, Jeanine Añez.
O representante da Defensoria do Povo da Bolívia em Cochabamba, Nelson Cox, relatou que os mortos são manifestantes que foram transferidos a um hospital “com ferimentos de bala”, mas morreram antes de chegar às instalações.
Segundo ele, as forças conjuntas de policiais e militares realizaram uma operação “desproporcional” diante da manifestação, que nos dias anteriores terminou com pessoas feridas por bala. Além disso, denunciou que as forças de segurança nos pontos de controle não deixaram passar ambulâncias que transportavam feridos.
A alta comissária da ONU para Direitos Humanos, Michelle Bachelet, denuncia a repressão e o uso excessivo da força na Bolívia. Numa declaração neste sábado, a chilena alertou que, diante da resposta das forças de segurança, a situação no país sul-americano pode “sair do controle”.
Você conhece algum larápio. Pois saiba a origem do nome.

O primeiro larápio era um juiz. Talvez a história esteja se repetindo, como sempre.
Verstappen quebra sequencia de 5 poles da Mercedes em Interlagos

Os motores Honda mostraram toda a sua força em Interlagos na tarde de hoje, quando da disputa do grid de largada do GP de Fórmula 1 do Brasil, que acontece amanhã às 14 horas. Com os primeiros seis carros separados por apenas 427 milésimos de segundo, a corrida no exigente autódromo paulista deve apresentar uma boa disputa, melhor ainda se forem confirmadas a possibilidade de chuva.
Charles Lecrerc perde a 4ª posição, para largar em 14º lugar, pois trocou o motor de combustão interna. Os motores da F1 tem duração prevista de 5.000 km, mas a cota prevista de 3 motores nem sempre aguenta o rojão de treinos livres, tomadas de tempo e 21 corridas ao longo do calendário.
As disputas entre McLaren e Renault pela quarta posição no campeonato de construtores seguem acirradas, mas desta vez apenas Lando Norris (classificado em 11º) larga entre os 10 primeiros. Como sempre, a disputa no pelotão intermediário será cruenta.
Motociclista tem perna decepada após tentativa de assalto

Do BNews
Na manhã deste sábado (16), uma tentativa de assalto assustou quem passava pelo bairro da Calçada, em Salvador. A vítima, que estava a bordo de um carro, modelo Prisma, acabou reagindo e atropelou os suspeitos que estavam em uma motocicleta, na Avenida Fernandes da Cunha, próximo ao Largo de Roma.
Na colisão, os suspeitos foram imprensados pelo carro contra um poste e um deles acabou tendo uma perna decepada com o impacto da batida. Em imagens enviadas à redação, os homens feridos aparecem detidos no chão e o membro mutilado ainda junto aos veículos.
Barreiras: gás e água é no Marabá.

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Olha só como eles agem, com denúncias falsas sobre spam!

Hoje recebemos na redação de O Expresso mais de 80 notificações sobre “spam” no Facebook. A notícia versa sobre uma publicação do Diário Oficial da Justiça onde consta um recurso negado, em processo corrente, pelo Tribunal de Justiça da Bahia, em que é ré a deputada Jusmari Oliveira.
Veja aqui a matéria na íntegra e julgue você mesmo, caro leitor, se isso deve ser objeto de denúncia.
Oziel Oliveira e Jusmari Oliveira, seus prepostos e esbirros, não temem de mostrar sua face arbitrária e discricionária, censurando jornalistas não alinhados.
Leia aqui o que caracteriza spam.
Educação de Formosa realiza maior mostra histórico-cultural do Oeste da Bahia
Uma das referências na Educação do Oeste da Bahia, segundo profissionais da área da região, Formosa do Rio Preto promoveu mais uma ação inédita, nesta quinta-feira (14/11). Por meio de material produzido, exposto e apresentado por estudantes, professores, funcionários, gestores das escolas e toda a equipe da Secretaria Municipal de Educação, a história e cultura do município foram retratadas levando o público a se emocionar e a se encantar com tanto talento e riquezas demonstradas. O evento de socialização da 1ª Edição do Projeto de Leitura “Formoso é o Rio que Flui por Múltiplas Leituras” da Rede Municipal de Ensino foi sucesso de público e de avaliação, pela proporção do número de participantes – mais 4 mil alunos e de 30 escolas envolvidas – e grandiosidade, pode ser considerado o maior evento deste tipo no Oeste baiano.
O prefeito do município, Dr. Termosires Neto, visitou os estandes e prestigiou as apresentações, com a primeira-dama e secretária de Políticas Estratégicas, Ronúbia Setúbal. Também estiveram presentes os vereadores Manuela, Netinho, Maria Rosita, os professores doutores da Ufob, Anderson Dantas e Édimo Fernandes, a presidente da APLB – Sindicato, Maria Janete Bispo, o presidente da Associação de Pastores – APLF, Carlos Ronayr, a presidente da Academia de Letras de Formosa do Rio Preto – Alef e coordenadora pedagógica geral do município, Maria Augusta Serpa, e a presidente da Associação Pró-Cultura e vice-presidente da Alef, Almerice Rodrigues.
O Projeto deu voz e visibilidade para todas as modalidades de ensino, incluindo um grande destaque para as escolas do campo e Atendimento Educacional Especializado – AEE. Pela primeira vez, os alunos dos Gerais do Rio Preto se apresentaram em evento na cidade e foram uma das atrações mais aplaudidas e elogiadas. “Promoção de arte e cultura inclusiva, abraçando as diversidades, é uma das marcas da atual gestão de Formosa”, enfatizou o prefeito.
De acordo com Dr. Termosires ainda, “é muito gratificante ver essas crianças e adolescentes conhecendo a nossa história e cultura, que é o que nos fez chegar até aqui e nos dá bases para construir um futuro cada vez melhor para nossa gente. Parabéns a todos os envolvidos neste importante resgate, homenagem e valorização daquilo que temos de mais precioso e que nos dá identidade de um povo formoso, forte e trabalhador”, disse.
“Só temos a agradecer a cada um e a todos das equipes das nossas escolas e da Secretaria Municipal pelo empenho e dedicação na construção do que foi uma grande feira de cultura, história, arte e educação. Foi tudo lindo e grandioso, como o é a nossa Rede de Ensino, Formosa do Rio Preto e nosso povo”, complementou a Secretária Municipal de Educação, Luzinete Oliveira.
O professor Anderson Dantas elogiou o evento, parabenizou aos organizadores e ressaltou a importância dos investimentos em Educação e Cultura, incentivando a realização da segunda edição desse Projeto de Leitura em 2020. Destacou também que, na visitação aos estandes, aprendeu mais do que em dois anos na Ufob, em relação às riquezas e belezas do Cerrado baiano.
Olha só o nível do Ministro da Educação!
Existe Prêmio Nobel para Educador? Se existe, herr Weintraub é candidato sério! Porque o Nobel da Paz já é do patrão dele, o Messias.
As bobagens do governador mal informado
De um internauta no Twitter:
Wilson Witzel disse que a taxa de violência no Rio de Janeiro está no mesmo patamar de Nova York, Madrid e Paris.
Taxa de homicídios a cada 100 mil pessoas:
Nova York: 3,3
Paris: 1,3
Madrid: 1,0
Rio de Janeiro: 30,1
Deixou de ser governador, surfando a onda do bolsonarismo, e virou comediante.
Banda russa anti-Putin protesta durante encontro dos líderes do BRICS
A banda de punk rock feminista Pussy Riot protestou contra o presidente da Rússia, Vladimir Putin, durante seu show, nesta terça (13/11) em Brasília, cidade que recebeu o encontro dos presidentes do BRICS – grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
“O BRICS não é nada além de um grupo de criminosos, que praticam o autoritarismo, violência baseada em gênero, racismo e neoliberalismo. Tudo o que a gente odeia. As mulheres precisam reagir!” disse, no começo da apresentação, a vocalista Nadya Tolokno. “Um grupo de criminosos que se juntaram em uma gangue para aprimorarem sua criminalidade. Nada bom virá deles. Mudança sempre terá de vir de você. Fora Putin!”, completou.
Bravas Brasil – O show ocorreu, a menos de 7 quilômetros do hotel em que o presidente russo estava hospedado, durante o Festival da Música Bravas Brasil organizado por ocasião do “Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher” (25/11).
Pussy Riot – A banda se tornou conhecida por realizar shows e eventos de manifestação política, em prol dos direitos das mulheres e contra políticas governamentais discriminatórias na Rússia. O grupo ganhou notoriedade global após um concerto, no qual protestavam contra o então candidato Putin, que viria no mês seguinte a sancionar uma lei discriminatória contra a “propaganda gay”.
Devido ao concerto, três integrantes da banda foram detidas sem direito a fiança, incluindo a líder Nadya. Após o julgamento foram submetidas a condições precárias em presídios, sem comunicação com os filhos e trabalho forçado.
A prisão causou uma comoção internacional, incluindo organizações como a Anistia Internacional e artistas como Madonna, Paul McCartney, U2, Adele e Yoko Ono. Inclusive o então primeiro-ministro na época Dimitri Medvedev, afirmou que considerava que elas não deveriam ter sido presas.
Depois de quase 2 anos de pressão o Congresso Russo aprovou uma anistia geral que beneficiou as integrantes da banda e uma série de ativistas, inclusive do Greenpeace. Ao sair da prisão, umas das integrantes Maria Alyokhina disse que isso se tratava de uma jogada de marketing do Governo e que elas continuariam lutando pela causa feminista e LGBT.
Barreiras: gás e água é no Marabá.

China quer investir mais US$100 bilhões na infraestrutura do Brasil
A China colocou US$100 bilhões de bancos de investimentos para o Brasil desenvolver obras de infraestrutura, principalmente aquelas que se destinem ao escoamento da produção de commodities agrícolas.
Pelo visto, o presidente Jair Messias, extremista de direita ensandecida, vai ter que continuar tirando o comunista Xi Jinping para dançar em todos os bailes da vida.
Em uma década, a China já investiu US$90 bilhões no Brasil. O mesmo acontece em relação aos investimentos chineses no continente africano que chegaram a US$ 100 bilhões em 2017, sublinhou o colunista.
Presidente da Câmara promete retirar fim do Registro Profissional de Jornalistas de MP de Bolsonaro.
Após pressão da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e Sindicatos de Jornalistas em todo o Brasil, o deputado federal Rodrigo Maia (DEM), presidente da Câmara dos Deputados, se pronunciou sobre à Medida Provisória (MP), que entre outras alterações na lei trabalhista, acaba com a obrigatoriedade de registro profissional para jornalistas e mais 13 profissões regulamentadas.
Em conversa com o presidente da Câmara Federal, o ex-deputado federal Aldo Rebelo afirmou que a medida foi classificada de inaceitável por Rodrigo Maia.
“Hoje à tarde falei com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, sobre a absurda MP que revoga a obrigatoriedade de registro para atuação profissional de jornalistas. O presidente Rodrigo Maia considerou os termos da MP inaceitáveis”, postou no Twitter Aldo Rebelo, que é jornalista profissional.
Também em entrevista a jornalistas na Câmara Federal, Rodrigo Maia afirmou que a MP deverá ser aprovada, mas sem interferir na regulamentação da profissão de jornalista. Ele se solidarizou com os jornalistas brasileiros e salientou que os artigos que prejudicam a classe deverão ser retirados da Medida Provisória, principalmente o que acaba com a obrigatoriedade do registro profissional.
Entidades jornalísticas
A FENAJ e a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) emitiram nota pública nesta quarta-feira condenando a Medida Provisória, principalmente os artigos que atacam a profissão de jornalista.
As duas entidades e os sindicatos de jornalistas em todo país estão se mobilizando junto aos deputados, senadores e líderes dos partidos políticos para derrubar a medida no Congresso Nacional.
Por Redação Hora News
Foto: Pablo Valadares/Agência Câmara
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PRF intensifica ações de fiscalização durante o feriadão
Serão intensificadas ações fiscalizatórias para combater as possíveis irregularidades no trânsito como ultrapassagens proibidas e a embriaguez ao volante, infrações tidas como causadoras de acidentes graves e muitas vezes fatais. Mais uma vez, a PRF utilizará o etilômetro passivo, equipamento que indica se o condutor fez ou não ingestão de álcool sem a necessidade de assoprar o aparelho.
A Polícia Rodoviária Federal realiza a Operação Proclamação da República 2019 desde esta quinta-feira (14) e segue até as 23h59 de domingo (17). Com quatro dias de Operação a estratégia da PRF é oferecer reforço concentrado no policiamento preventivo e orientado em locais e horários de maior incidência de acidentes graves e de criminalidade.
O final de semana prolongado pelo feriado é marcado pelo aumento do fluxo de veículos e usuários circulando pelas rodovias federais para os mais diversos destinos. Atento a esta situação, agentes federais reforçarão trechos estratégicos nas 19 Brs que cortam o estado, priorizando ações preventivas para redução da violência no trânsito.
A previsão é que o fluxo dos veículos nas rodovias aumente em até 40% em relação a média dos dias normais. O pico de movimento na saída para o feriado deve se concentrar entre o fim da tarde e início da noite de quinta-feira e na manhã de sexta-feira. Já o retorno deve ter um fluxo maior de veículos durante a tarde e a noite de domingo.
A fiscalização e o policiamento orientado serão intensificados por meio de rondas ostensivas nas rodovias e do posicionamento estratégico das viaturas e policiais ao longo dos trechos mais movimentados e considerados pontos críticos, pelo alto índice de acidentes e pela elevada taxa de cometimento de infrações de trânsito.
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Mesa da classe média sofre dois abalos fortes, com cotações do feijão e da carne.

As cotações da carne bovina na Bahia tem acompanhado par-e-passo as altas crescentes dos principais mercados do País, que já praticam preços em torno de R$190,00 a arroba.
O preço descolou do patamar de 155-160 reais há menos de 30 dias e não para de subir. As chuvas atrasadas no Centro Oeste e no Nordeste não promovem a sustentabilidade dos pastos e os confinamentos parecem ter desovado toda a mercadoria de fim da estação seca.
O aumento do volume de exportações, principalmente para a China, também tem feito os grandes frigoríficos se voltarem para a manutenção do cliente externo. O frango e a carne bovina tem substituído o porco na mesa do chinês, depois que a suinocultura foi abalada pela febre suína africana. As perspectivas de recuperação alcançam prazos maiores do que um ano.
Metade da população mundial de suínos estava na China no início de 2019.
Por seu turno, o feijão, prato importante para a proteína na mesa das classes menos favorecidas também encontra altas significativas, encostando em R$290,00 a saca de 60 quilos na Bolsinha de São Paulo. Sinal que a safra irrigada foi fraca, com os agricultores se afastando dos altos custos de insumos e da energia.
Justiça Eleitoral faz plantão em Formosa do Rio Preto de 15 a 17 de novembro

Objetivo é oferecer aos eleitores de Formosa do Rio Preto mais uma oportunidade para realização do recadastramento biométrico; atendimento extraordinário ocorrerá das 08h às 14h
A 187ª Zona Eleitoral realizará plantão da biometria nos dias 15, 16 e 17 de novembro. O objetivo é oferecer mais uma opção de atendimento aos eleitores de Formosa do Rio Preto, cidade em fase de revisão biométrica obrigatória. O atendimento extraordinário ocorrerá no cartório eleitoral, localizado na Rua Percílio Santana, 740, Centro, das 08h às 14h.
Durante os dias de plantão, o atendimento ocorrerá por ordem de chegada ou hora marcada. Para essa última opção, o cidadão deverá antecipadamente agendar dia e horário de sua preferência por meio do telefone (0800 071 6505), whatsapp (71-3373-7223) ou site (agendamento.tre-ba.jus.br).
No momento do atendimento, o eleitor deverá apresentar documento oficial de identificação com foto, comprovante de residência atual e o título de eleitor (se o tiver). Para homens com idade entre 18 e 45 anos que, além de fazer a biometria, vão solicitar o primeiro título de eleitor, é necessário levar também um documento que comprove a quitação junto a Justiça Militar.
Data |
Município |
Endereço |
Horário |
15/11 (sexta-feira)16/11 (sábado)17/11 (domingo) |
Formosa do Rio Preto |
Rua Percílio Santana, 740, Centro |
08h às 14h |
Cancelamento do título
A Justiça Eleitoral alerta ao cidadão para que não deixe de buscar pelo atendimento biométrico e regularize o título o quanto antes. O eleitor que não atender a convocação terá o documento cancelado, o que poderá ocasionar outras diversas implicações, a exemplo de: impossibilidade de ser empossado em cargo público; dificuldade para obtenção de empréstimos em instituições públicas; problemas para tirar ou renovar o passaporte; impedimentos para matricular-se em instituição de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo, entre outros.
Outras informações podem ser solicitadas por meio do número (77) 3616-2188/2129.
Jornalistas da Bahia mobilizam-se contra extinção do registro profissional

Toffoli recebe relatórios do COAF sobre 600 mil pessoas físicas e jurídicas. Salve-se quem puder!
Do Poder 360.
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Dias Toffoli, determinou ao Banco Central que lhe enviasse cópias de todos os Rifs (Relatórios de Inteligência Financeira) produzidos nos últimos 3 anos pelo extinto Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).
Com a medida, terá acesso a dados sigilosos de quase 20.000 relatórios mencionando aproximadamente 600 mil pessoas (412,5 mil físicas e 186,2 mil jurídicas).
De acordo com reportagem do jornal Folha de S.Paulo divulgada nesta 5ª feira (14.nov.2019), entre os nomes mencionados nos relatórios há integrantes da família Bolsonaro. A PGR (Procuradoria Geral da República) estuda questionar a determinação de Toffoli.
A justificativa da determinação do ministro é entender o procedimento de elaboração e tramitação dos relatórios financeiros. Com isso, Toffoli ou qualquer outro servidor por ele autorizado terá acesso aos dados.
O pedido do presidente do STF é de 25 de outubro de 2019. Foi feito no âmbito do processo que suspendeu investigações com dados do Coaf sem prévia autorização judicial. Em julho, Toffoli aceitou o pedido do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro, e barrou o uso de dados sem autorização da Justiça.
Flávio é alvo de uma investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro sobre operações bancárias suspeitas de servidores e de ex-servidores da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), entre eles o ex-assessor Fabrício Queiroz.
Toffoli definiu que deve-se esperar o julgamento do STF sobre o assunto, marcado para 21 de novembro. Desde a decisão, ao menos 700 ações e investigações foram paralisadas Justiça.














