
Trio é detido com 28 toneladas de alimentos roubados em Pernambuco





De acordo com o boletim de ocorrência da unidade de saúde, a esposa de Anderson, que não teve o nome divulgado, não soube explicar a autoria e motivação do atentado. A mulher disse apenas que o crime aconteceu pouco depois das 15h, em via pública, próximo ao Colégio Gurilândia, na Avenida Cardeal da Silva.
A cirurgia para a retirada do objeto durou quase 10 horas, sendo concluída apenas no início da madrugada desta sexta-feira (27), quando ele foi encaminhado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde permanece internado em estado considerado grave.




A multinacional Bayer abriu processo seletivo para o Programa de Estágio 2020 com inscrições previstas até o dia 22 de outubro. O programa de estágio institucional oferece bolsa-auxílio de R$ 1.700,00, prevê duração de até dois anos e é direcionado a estudantes brasileiros de diversos cursos das áreas de exatas, humanas e biológicas.
Eleita uma das melhores empresas para começar a carreira pela Você S/A, a Bayer oferece vagas para jovens de todo o Brasil, que terão a oportunidade de iniciar sua trajetória profissional em uma empresa inovadora, presente no Brasil há mais de 120 anos.
Desenvolvimento, assistência médica e odontológica, seguro de vida, desconto em produtos Bayer e fazer parte de uma equipe que respeita as diferenças são algumas das vantagens oferecidas pelo programa.
A empresa busca estudantes apaixonados e dispostos a transformar o mundo. Ser universitário com graduação prevista a partir de dezembro de 2021 a julho de 2022 e ter disponibilidade para estagiar de 30 horas semanais são os critérios necessários para os candidatos. O processo seletivo inclui avaliação de conhecimentos em inglês, porém não tem caráter classificatório.
As inscrições podem ser feitas até o dia 22/10 pelo site venhatransformar.com.br.


“Não ia ser ameaça não. Ia ser assassinato mesmo. Ia matar ele (Gilmar) e depois me suicidar”, revelou Janot.









A pesquisa do Ibope encomendada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) indicou, nesta 4ª feira (25.set.2019), que a popularidade do presidente Jair Bolsonaro continua sendo menor entre os residentes da região Nordeste, onde apenas 20% avaliam o governo como bom ou ótimo, enquanto 47% o avaliam como ruim ou péssimo.Como o próprio Bolsonaro e os seus seguidores acreditam que ele será candidato em 2022, duas medidas são urgentes: a primeira, que a economia decole, trazendo renda e emprego ao trabalhador. A segunda, que a Oposição escolha um candidato muito ruim.
A reforma das leis trabalhistas não deram mais emprego e a reforma da previdência não vai gerar mais investimentos. As parcas economias nos próximos três anos serão devoradas pelo crescimento nos gastos de custeio do Governo, que está se tornando um verdadeiro descalabro.
O déficit fiscal aumenta, o serviço da dívida aumenta e as reservas brasileiras estão sendo absorvidas em grossas fatias.
Acreditamos, inclusive, que as despesas com gás lacrimogênio e balas de borracha vão aumentar muito.









A reforma da sala de Michelle Bolsonaro ocorre em meio a contingenciamentos de gastos do governo Bolsonaro. Foto Marcelo Camargo/Agência Brasil





Um foragido da Justiça foi preso em flagrante com 27 quilos de maconha e mais 2,2 quilos de pasta-base de cocaína, escondidos no porta-malas do veículo que ele conduzia. O caso aconteceu durante fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Km 393 da BR-242, trecho de Seabra, na Chapada Diamantina, na tarde de ontem (24).
Segundo a PRF, o veículo com placas de Goiás foi abordado pelos agentes, que perceberam que o motorista, um homem de 29 anos, estava nervoso e caiu em contradições. Os policiais aprofundaram a vistoria e encontraram os pacotes com as drogas.
Ao consultar o banco de dados, os agentes constataram que o suspeito possuía mandado de prisão em aberto por crime de ameaça, expedido pelo Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso do Sul.
O homem foi conduzido, junto com as drogas, para a Delegacia de Polícia Civil em Seabra (BA), e apresentado à autoridade policial.

Um saldo de 336 bolsas de sangue coletadas e 130 cadastros voluntários de doação de medula óssea. Os números são da campanha de Doar Faz Bem, promovida pelas cooperativas agrícolas: Cooperfarms (Cooperativa do Produtores Rurais da Bahia), Cooproeste (Cooperativa Agropecuária do Oeste da Bahia) e Unibahia (Sociedade Cooperativa Unibahia), a de crédito, Sicredi, e as de transportes, Cootransf (Cooperativa de Transportes de São Francisco) e COOPGNP (Cooperativa de Transportadores de Luís Eduardo Magalhães), entre os dias 17 a 20 de setembro, no Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN), em Luís Eduardo Magalhães.
Com apoio da Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia (Hemoba), prefeitura municipal e Clínica São Camilo, este é o terceiro ano consecutivo que as cooperativas abraçam a causa que integra o programa nacional Dia C (Dia de Cooperar) – uma agenda estratégica do cooperativismo brasileiro, com o objetivo de executar a responsabilidade social, colocando em prática os valores e os princípios cooperativistas por meio de ações voluntárias, alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), reconhecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).
Segundo o presidente da Cooperfarms, Marcelo Kappes, a campanha converge com os objetivos e os princípios do cooperativismo de unir pessoas por uma sociedade mais justa. “Se considerarmos que para cada ato voluntário de doação de sangue até quatro vidas podem ser salvas, atingimos um número bastante expressivo de 1.344 pessoas”, exemplificou Kappes.
A dona de casa, Cristiane dos Santos (36) e a filha Keille Menezes (20), estudante de enfermagem, foram duas das 336 pessoas que foram até ao LACEN e estiveram aptas a doação. “É um gesto simples que pode salvar muitas vidas, inclusive a nossa, porque a gente não sabe o dia de amanhã”, afirmou a jovem Menezes, que pela primeira vez doou sangue. Ao total, 450 pessoas passaram pelo processo de triagem, sendo 108 inaptos a doação de sangue e seis bolsas frustradas. Mais de 40 profissionais, entre comissão organizadora, área da saúde e voluntários participaram dos quatro dias de campanha.
De acordo com dados do Ministério da Saúde, apenas 1,8% da população brasileira doa sangue com regularidade, quando o índice ideal para suprir as necessidades de sangue e outros componentes sanguíneos de um país estimado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é 3 a 5% da população.
O Dia de Cooperar, também conhecido como Dia C, nasceu em 2009, em Minas Gerais, e logo ganhou a adesão de cooperativas de todo o país. Com o apoio do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) e de suas Unidades Estaduais, o Dia C é um programa de responsabilidade social, promovido pelas cooperativas brasileiras por meio do voluntariado. Desde 2014, as cooperativas de Luís Eduardo Magalhães estão engajadas no movimento com a promoção de ações nas áreas culturais, educacionais, socioambientais e de saúde pública.

Vai ser preciso contratar mais gente e mais computadores robots para segurar esse samba.

O Plenário do Congresso Nacional derrubou 18 itens dos 33 vetados no Projeto de Lei 7596/17, sobre abuso de autoridade. A derrubada ocorreu por meio da cédula eletrônica, depois que o PT desistiu do requerimento para votação da matéria pelo painel eletrônico.
Na Câmara dos Deputados, o placar a favor da derrubada variou de 267 a 313 votos e, no Senado, de 41 a 56 votos.

Em relação a todos os crimes previstos na lei, os parlamentares retomaram a previsão de que eles são de ação penal pública incondicionada, admitindo-se a ação privada se a ação penal pública não for proposta no prazo legal.
O Ministério Público deverá aditar a queixa, recusá-la e oferecer denúncia substitutiva, intervir em todos os termos do processo, fornecer elementos de prova, interpor recurso e, a todo tempo, no caso de negligência do querelante (autor da queixa), retomar a ação como parte principal.
A ação privada subsidiária deve ser exercida no prazo de seis meses, contado da data em que se esgotar o prazo para oferecimento da denúncia.
Vetos rejeitados
Com a derrubada dos vetos, retornarão ao texto da Lei 13.869/19 os seguintes crimes:
– o responsável pelas investigações que, por meio de comunicação, inclusive rede social, antecipar atribuição de culpa antes de concluídas as apurações e formalizada a acusação: pena de detenção de 6 meses a 2 anos e multa;
– decretar prisão sem conformidade com as hipóteses legais. Válido também para o juiz que, dentro de prazo razoável, deixar de relaxar a prisão manifestamente ilegal; deixar de substituir a prisão preventiva por medida cautelar ou conceder liberdade provisória, quando manifestamente cabível; ou deixar de deferir liminar ou ordem de habeas corpus, quando manifestamente cabível: pena de detenção de 1 a 4 anos e multa;
– constranger o preso ou o detento, mediante violência, grave ameaça ou redução de sua capacidade de resistência, a produzir prova contra si mesmo ou contra terceiro: pena de detenção de 1 a 4 anos, e multa, sem prejuízo da pena cominada à violência;
– violar direito ou prerrogativa de advogado como a inviolabilidade de seu escritório ou local de trabalho e sigilo de comunicação; a comunicação com seus clientes; a presença de representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) quando preso em flagrante por motivo ligado ao exercício da advocacia; e prisão temporária especial: pena de detenção de 3 meses a 1 ano;
– deixar de se identificar ou se identificar falsamente ao preso quando de sua prisão. Aplica-se também para quem, como responsável por interrogatório, deixa de se identificar ao preso ou atribui a si mesmo falsa identidade, cargo ou função: pena de detenção de 6 meses a 2 anos e multa;
– prosseguir com o interrogatório de pessoa que tenha decidido exercer o direito ao silêncio ou de pessoa que tenha optado por ser assistida por advogado ou defensor público: pena de detenção de 1 a 4 anos e multa;
– impedir, sem justa causa, a entrevista pessoal e reservada do preso com seu advogado. Aplica-se a pena também a quem impede o preso, o réu solto ou o investigado de entrevistar-se pessoal e reservadamente com seu advogado ou defensor, por prazo razoável, antes de audiência judicial, e de sentar-se ao seu lado e com ele se comunicar durante a audiência, salvo no curso de interrogatório ou no caso de audiência realizada por videoconferência: pena de detenção de 6 meses a 2 anos e multa;
– dar início ou proceder à persecução penal, civil ou administrativa sem justa causa fundamentada ou contra quem sabe inocente: pena de detenção de 1 a 4 anos e multa;
– negar ao interessado, seu defensor ou advogado acesso aos autos de investigação preliminar, ao termo circunstanciado, ao inquérito ou a qualquer outro procedimento investigatório de infração penal, civil ou administrativa; ou impedir a obtenção de cópias: pena de detenção de 6 meses a 2 anos e multa.
A Frente Parlamentar da Agropecuária apresentou duas emendas à proposta de reforma tributária (PEC 45/19). A primeira pretende manter a carga tributária no mesmo patamar atual, e a segunda trata da manutenção do direito de não tributar a exportação com a garantia de restituição dos créditos tributários.

“O objetivo é respeitar as garantias mínimas dos produtores rurais e de toda a cadeia produtiva do setor que mais contribui para a economia, mantendo a competitividade dos nossos produtos frente aos estrangeiros”, explicou o vice-presidente da frente, deputado Sérgio Souza (MDB-PR).
De acordo com ele, a essência da reforma tributária é de reorganização dos tributos para diminuir a burocracia. “Não podemos permitir taxação das exportações e nem aumento da carga tributária do setor agrícola, isso aumentaria o custo de produção”, afirmou Souza.
A frente parlamentar argumenta que a maioria dos produtores rurais são pessoas físicas e, por isso, não contribuem com IPI, ISS, PIS e Cofins. Contudo, estariam sujeitos ao Imposto sobre Operações com Bens e Serviços (IBS) no mesmo patamar dos outros setores.
O IBS é criado pela proposta para substituir o IPI, o PIS, a Cofins, o ICMS e o ISS.
Simplificação sem aumento
O presidente do colegiado, deputado Alceu Moreira (MDB-RS), reconhece que a reforma é importante e necessária, mas reforça que a proposta não pode onerar as atividades produtivas do País. “É a partir de um sistema tributário claro e previsível que vai se evitar o maior crime que se faz na função pública: cobrar de quem não deve para pagar quem não merece”.
Já o presidente da Comissão Especial da Reforma Tributária, deputado Hildo Rocha (MDB-MA), afirmou que, ao simplificar o sistema, o resultado será geração de emprego e renda, além do aumento do PIB.
“A reforma também irá diminuir os custos das empresas que, às vezes, têm que contratar outra empresa apenas para poder pagar seus tributos”, acrescentou Rocha.
A PEC 45/19, que já recebeu mais de 120 emendas, está sendo analisada por uma comissão especial e será posteriormente encaminhada ao Plenário da Câmara.


O oeste do estado ganhará a sua primeira Policlínica Regional de Saúde em dezembro. As obras da unidade, que está sendo construída em Barreiras e já estão em cerca de 90%, serão inspecionadas pelo secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, nesta sexta-feira (27), a partir das 10h30.
Pois neste Brasil complicado de hoje, em que o Parlamento, desacreditado mais que nunca, das rachadinhas cariocas aos conchavos espúrios de Brasília, eis que surgem, no nosso quintal, fatos que só envergonham os autores.


Por Kennedy Alencar
Numa primeira avaliação, o discurso do presidente Jair Bolsonaro na ONU foi falso e terá impacto danoso para a imagem internacional do Brasil. Foi falso porque negou a realidade que os dados mostram e que o mundo inteiro conhece: cresceram o desmatamento e as queimadas na Amazônia no primeiro ano da administração Bolsonaro. Além de falso, o discurso foi desastroso.
A verdade: está em curso no Brasil uma política de desmonte da proteção ambiental criada ao longo das últimas três décadas. Foram enfraquecidos órgãos de fiscalização, como o Ibama e o ICMBio. Ricardo Galvão, um cientista respeitado, foi derrubado da direção do Inpe por dizer a verdade: cresceu a devastação da floresta tropical brasileira, conforme alertas do sistema Deter.
Há sinais públicos e notórios de estímulo a fazendeiros e garimpeiros ilegais dados por Bolsonaro e seu ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Esse ministro adota políticas contra avanços ambientais. Bolsonaro faltou com a verdade ao dizer que a mídia mente sobre a devastação na Amazônia.
Bolsonaro destacou a soberania brasileira sobre a Amazônia. Ora, essa soberania não está em questão. É teoria conspiratória alimentada por setores das Forças Armadas.
É uma visão obtusa num mundo que sofre com o aquecimento global, algo negado por nosso ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. A solução é global. São legítimas as preocupações internacionais sobre a Amazônia. A proteção da floresta tropical interessa a cidadãos do mundo, mas sobretudo aos brasileiros, que poderão sofrer consequências negativas na agricultura e no abastecimento de água se a Amazônia for devastada a um ponto que impeça ou torne muito difícil a sua sobrevivência.
O que está em questão, portanto, é a preservação da Amazônia. Também importa o fortalecimento da fiscalização que foi deliberadamente enfraquecida pelo atual governo. Mas Bolsonaro e Salles adotam caminho contrário ao meio ambiente. Os satélites da Nasa e a comunidade científica mundial têm como averiguar os dados da devastação no Brasil.
Esse negacionismo de Bolsonaro, num tom duro, com cores religiosas e claramente irrealista diante de 193 mandatários estrangeiros e seus representantes, só vai piorar a imagem brasileira no exterior. O mundo já percebeu que Bolsonaro, além de autoritário e demagogo de extrema-direita, é um inimigo da preservação ambiental e do combate ao aquecimento climático. Seu discurso aprofundou essa percepção perante líderes mundiais na abertura hoje da Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova York.
Bolsonaro disse que seu governo tem “compromisso solene com a preservação do meio ambiente”. Culpou o clima seco e falou em “queimadas espontâneas”. Falou em ataques sensacionalistas da imprensa internacional, que retratou a realidade do que acontece lá. Sugeriu que o presidente da França, Emmanuel Macron, comportou-se com espírito irrealista, num tom nada conciliador. Alfinetou França e Alemanha, fundamentais para o acordo União Europeia-Mercosul, sair do papel.
Sugeriu que continuará com medidas para implementar atividades econômicas em reservas indígenas e que não demarcará mais áreas desse tipo. Falou que o cacique Raoni é usado por países estrangeiros. Atacou ONGs que desejariam manter os índios “como homens da caverna”. Afirmou que fará “nova política indigenista” no Brasil. Negou retrocessos sociais em direitos humanos e na política de segurança pública.
Além de falso, o discurso é desastroso do ponto de vista da imagem internacional. Irrealista, agressivo em relação a países que enxergariam o Brasil “como colônia”.
Soou absurdo o presidente dizer que “meu país esteve muito próximo do socialismo” e sugerir que cubanos do programa Mais Médicos seriam agentes socialistas parecidos com espiões de Cuba nos anos 60. O Brasil nunca esteve próximo do socialismo. Isso é mentira. É totalmente insensata essa ideia de risco socialista no Brasil e na América Latina. Pega mal internacionalmente, parece paranoico e antiquado.
As medidas para frear órgãos de controle adotadas por Bolsonaro, como escolher um procurador-geral da República do bolso colete, tira autoridade do presidente para falar de corrupção. O presidente hoje é um inimigo da Lava Jato.