A cotação da soja deu um novo salto, hoje, no Oeste baiano, de 1,39%, para R$73,00 a saca de 60 quilos.
“A valorização do dólar, o baixo excedente da soja brasileira e a expectativa de maiores demandas externa e interna têm impulsionado os preços da soja no Brasil, de acordo com pesquisas do Cepea. Os valores médios na parcial deste mês, inclusive, já são os maiores deste ano, em termos reais (IGP-DI, jul/19)”, explicam os especialistas do Cepea.
Feijão na Bolsinha
O mercado nessa segunda-feira recebeu um volume de entradas restrito. Foram ofertadas 11 mil sacas e foram negociadas aproximadamente 45 % do total, restando até as 6h37 a quantidade de 6 mil sacas.
Os preços sofreram uma alta de R$ 5 em média e o mercado ficou firme. O movimento de compradores foi normal, mas a entrada foi abaixo das expectativas levando-se em conta o dia da semana.
O Dia do Feirante é comemorado anualmente em 25 de agosto. Este é um dia de homenagear o profissional que trabalha com produtos da agricultura familiar levando alimentos às mesas de milhares de pessoas, e em Barreiras, a semana comemorativa teve início com muita música ministrada pela Banda 26 de Maio, no Centro de Abastecimento de Barreiras (CAB). Um grande bolo foi distribuído aos pequenos produtores, em especial, os do Vale e Cinturão Verde.
Já nessa segunda-feira (26) e terça-feira (27), as comemorações da Semana do Feirante continuam com atendimento da equipe da Secretaria de Assistência Social e Trabalho, que realizará atualização do Bolsa Família, orientações sobre o CREDBAHIA, atendimentos sócios-assistenciais e o Projeto Criança Feliz.
Na quarta-feira (28) os feirantes receberão a visita de acadêmicos de instituições públicas e particulares no CAB, com amostra de cursos e avaliação nutricional. Já a tarde será ministrada a palestra: “Inovação em atendimento e organização para vender mais”, pela equipe do Sebrae na Câmara de Vereadores a partir das 14h.
O ponto alto das comemorações dos 40 anos da Diocese de Barreiras foi a Missa de Ação de Graças presidida por Dom Walmor Oliveira de Azevedo, arcebispo de Belo Horizonte e presidente da CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Acompanhado dos familiares, o deputado Antonio Henrique Júnior assistiu a celebração entre centenas de fiéis que lotaram a praça da Catedral de São joão Batista, no final da tarde de domingo (25).
Na manhã desta segunda-feira (26), o deputado participou do ato de descerramento da placa com a denominação do Aeroporto Dom Ricardo Werberberg, ao lado de Dom Walmor, presidente da CNBB, Dom Josafá Menezes (bispo diocesano de Barreiras), Dom Paulo Romeu (bispo diocesano de Alagoinhas) e representantes da comunidade católica barreirense. “Dom Ricardo foi um homem virtuoso, bom pastor que nos deixou um grande legado. Encerrar esse ciclo de comemorações ao aniversário da diocese oficializando o nome do nosso primeiro bispo diocesano neste aeroporto é uma forma de homenageá-lo, reconhecendo a sua luta em pró da ampliação desse equipamento para que ele estivesse à altura do desenvolvimento de Barreiras e região”.
Dudu Surfistinha está assim, tão seguro de si, ao chamar o vice-presidente da República, general Mourão, pelo apodo humilhante de “Bundão”?
Por Catraca Livre
Diante da crescente repercussão negativa contra Jair Bolsonaro e a perda de aliados, Eduardo já prevê o fim do seu pai no governo.
Seria substituído por um “bundão”. Ou seja, general Mourão.
A culpa obviamente não é do governo.
Mas dos outros – a começar dos meios de comunicação.
Ou seja, teoria conspiratória.
Mas passada a eloquência da eleição a tendência são essas pessoas arrefecerem. É chato todo dia brigar com a grande imprensa e eles sabem disso,por isso tentam vencer pelo cansaço. O jogo fica mais pesado quando eles atraem a mídia internacional,espaço não dominado por Bolsonaro.
Aos poucos eles vão tentando girar a chave e pintar JB como um governante igual aos antecessores. Quando as pessoas forem hipnotizadas para ter este pensamento será o fim.
Sairá o único PR eleito sem amarras, capaz de mudar o sistema e entrará um bundão a sevir (sic) este establishment.
Pesquisa CNT/MDA divulgada nesta 2ª feira (26.ago.2019) indica que o governo de Jair Bolsonaro tem a reprovação de 39,5% dos brasileiros.
A aprovação é de 29,4%. Outros 29,1% avaliam o governo como regular; e 2% não souberam opinar.
A pesquisa ouviu 2.002 pessoas de 22 a 25 de agosto em 137 municípios de 25 unidades da Federação. A margem de erro é 2,2 pontos percentuais e o índice de confiança é de 95%.
A reprovação do desempenho pessoal do presidente atinge 53,7% contra 41% de aprovação. Outros 5,3% não souberam opinar.
Por sua vez, 39,1% dos ouvidos consideram que o decreto sobre armas é a pior ação do governo em oito meses. Além disso, sete em cada dez pessoas afirmaram que a indicação do filho do presidente, deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), para o posto de embaixador em Washington é inadequada.
Bolsonaro foi eleito em 28 de outubro de 2018. Ele obteve 57.797.466 votos (55,13% dos válidos). Em 2º lugar, ficou Fernando Haddad (PT), com 47.040.859 votos (44,87% dos válidos). Brancos e nulos foram 9,5% dos votos totais.
Carlos Fernando, jantado, como Dallagnol e Moro pelo Ogro.
Por Reinaldo Azevedo, em sua página no UOL.
O procurador Carlos Fenando, que integrava a Lava Jato e é notavelmente agressivo quando enfrenta alguém que se opõe às suas diatribes retóricas, participou de um debate sobre a operação com o advogado Walfrido Warde no programa “GloboNews Painel”, conduzido pela jornalista Renata Lo Prete.
Warde debate com lhaneza, o que não quer dizer que não tenha entendido a tática do oponente da hora. Deixou-o tão à vontade, estimulando-o a ser quem era, que Carlos Fernando resolveu abrir o jogo. Admitiu o que observadores atentos sempre souberam, incluindo certamente Warde, embora os integrantes da operação jamais o tenham admitido: a operação tinha um candidato. E seu nome era Jair Bolsonaro.
Indagado por Renata sobre o alinhamento, Carlos Fernando Respondeu:
“Infelizmente, no Brasil, nós vivemos um maniqueísmo, né? Então nós chegamos… Inclusive, no sistema de dois turnos, faz com que as coisas aconteçam dessa forma. É evidente que, dentro da Lava Jato, dentro desses órgãos públicos, de centenas de pessoas, existem lava-jatistas que são a favor do Bolsonaro. Muito difícil seria ser a favor de um candidato que vinha de um partido que tinha o objetivo claro de destruir a Lava Jato. Seria muito difícil acreditar que…
Renata interrompe: “Você está se referindo a Fernando Haddad?”
E Carlos Fernando retoma:
“A Fernando Haddad, obviamente. Então nós vivemos este dilema: entre a cruz e a caldeirinha; entre o diabo e o coisa ruim, como diria o velho Brizola. Nós precisamos parar com isso. Nós realmente temos que ter opções. Infelizmente, um lado escolheu o outro. E, naturalmente, na Lava Jato, muitos entenderam que o mal menor era Bolsonaro. Eu creio que essa era uma decisão até óbvia, pelas circunstâncias que Fernando Haddad representava justamente tudo aquilo que nós estávamos tentando evitar, que era o fim da operação. Agora, infelizmente, o Bolsonaro está conseguindo fazer”.
Nota da Redação:
Todos sabiam e todos sabem que a Lava Jato era uma operação aparelhada pela direita para tomar o poder, que começou no dia em que foram abertas as urnas de outubro de 2014. O sórdido impeachment de Dilma, o Governo medíocre de Michel Temer e, finalmente, a apoteose, com a assunção do Ogro.
O vereador Wgs Guinho da Contem criou um grande concurso de redação para estudantes da rede pública de ensino e as melhores redações ganharam bolsas de 100% e 50%.
Essa é a oportunidade para você ingressar o curso superior de graça. O concurso vai até sábado dessa semana!
“O condomínio Cachoeira do Estrondo nega que sua equipe de vigilância tenha efetuado disparos para intimidar moradores da zona rural do município de Formosa do Rio Preto (BA), no último dia 17 de agosto, conforme registrado no Boletim de Ocorrência 19-00766, da Delegacia Territorial de Polícia Civil, em 19 de agosto de 2019.
Ocorreu que, diante de uma invasão à propriedade privada do empreendimento, os vigilantes da empresa Estrela Guia agiram em legítima defesa, revidando aos disparos inicialmente efetuados pelos invasores logo após ameaças verbais. Os cavalos deixados para trás pelos invasores foram devolvidos no dia seguinte, sem ferimentos.
É importante destacar que a localidade em que ocorreu o episódio não está contemplada na área em discussão judicial, o que caracteriza invasão de propriedade privada.
A Estrela Guia agiu em autotutela da propriedade privada da Cia de Melhoramentos, conforme prevê o artigo 1.210, parágrafo primeiro do Código Civil Brasileiro.”
No final da tarde deste domingo, 25, pouco depois das 17h, um grave acidente de trânsito, envolvendo um veículo Renault Megane, deixou uma pessoa morta e cinco feridas na avenida principal que liga a BR 242 ao Residencial Vista Alegre, na saída para o Setor Industrial, na cidade de LEM.
De acordo com informações da Polícia Civil, o veículo trafegava em alta velocidade pela avenida, sentido Vista Alegre, quando o condutor perdeu o controle do veículo e, para não colidir contra um motociclista, que estava no sentido contrário, veio a colidir violentamente contra um poste de energia elétrica.
“Eles saíram cedo aqui do Residencial Vista Alegre para o bairro Jardim das Oliveiras onde passaram o dia e infelizmente aconteceu isso no retorno”, contou uma senhora.
Duas equipes do SAMU foram até o local e socorreram três pessoas, duas delas para a UPA, entre eles uma criança. Uma terceira pessoa foi socorrida em estado grave para o Hospital do Oeste, em Barreiras.
Antônio Carlos Alves Barbosa, de 64 anos, natural de Seabra, que estava conduzindo o veículo, ficou preso nas ferragens e veio a óbito no local. No veículo foram encontradas várias latas de cerveja e um litro de Whisky.
As outras vítimas foram identificadas como Adriana dos Anjos do Prado, de 33 anos, uma mulher de nome Francisca, Adrielson Renato Prado dos Santos, de 9 anos, Adriano Richarlison da Silva dos Santos, de 13 anos, e Jadson Adriel do Prado da Silva, de 13 anos.
As polícias militar e civil, juntamente com funcionários da Coelba, estiveram no local, além do Corpo de Bombeiros que retirou a vítima das ferragens.
Após perícia o corpo foi removido para o IML de Barreiras. Do blog de Sigi Vilares, com imagens das redes sociais.
Ele foi preso por uso documento falso e falsidade ideológica, crimes previstos no Código Penal Brasileiro.
Por volta das 11h35 de hoje (25), durante fiscalização da Polícia Rodoviária Federal, os agentes abordaram o veículo I VW/Amarok que transitava no KM 768, da BR 242, trecho do município baiano de Barreiras.
O condutor, um homem de 35 anos, apresentou aos PRFs uma CNH com sinais de falsificação, inclusive, estava com os dados de outra pessoa.
Questionado, o motorista confessou que comprou a carteira na cidade de Petrolina (PE) e pagou 500 reais pela confecção do documento. Durante consulta ao sistema de dados, foi constatado que o indivíduo já tem passagem na polícia e na justiça por crimes cometidos anteriormente.
A PRF apresentou a CNH e condutor na delegacia da Polícia Civil de Barreiras (BA). Inicialmente, ele responderá pelos crimes previstos nos artigos 299 e 304 do CTB.
O site The Intercept Brasil promete divulgar novos áudios da série Vaza Jato. Os inéditos arquivos podem ter o potencial de derrubar o procurador Deltan Dallagnol.
A pista de que os arquivos de áudio serão devastadores para o coordenador da força-tarefa foi dada pelo fundador do Intercept, o jornalista norte-americano Glenn Greenwald.
“Tic tac, Deltan”, tuitou lacônico.
O Intercept escalou os jornalistas Leandro Demori e Amanda Audi para detonar a nova bomba ao meio dia desta segunda-feira (27), por meio de uma live.
É fato que o cerco está se fechando para Deltan. Numa entrevista para a Gazeta do Povo, de Curitiba, ele atirou contra o presidente Jair Bolsonaro (PSL), bateu no Congresso Nacional e fuzilou os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
O presidente Jair Bolsonaro respondeu neste final de semana a um internauta que lhe pediu para cuidar bem do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. “Jair Messias Bolsonaro cuide bem do ministro Moro, você sabe que votamos em um governo composto por você ele e o Paulo Guedes”, escreveu um internauta identificado como Bunny Sam na página oficial do presidente da República no Facebook.
Bolsonaro respondeu, sem mencionar explicitamente o nome do ministro da Justiça: “Com todo respeito a ele (Moro), mas o mesmo não esteve comigo durante a campanha, até que, como juiz, não poderia.”
Na época da campanha eleitoral, Moro era juiz federal em Curitiba, responsável por cuidar de processos da Lava Jato no Paraná. Depois de ser convidado para assumir um cargo no primeiro escalão do governo Bolsonaro, ele largou a magistratura.
Como o Estadão/Broadcast informou, Bolsonaro indicou na sexta-feira cinco nomes para integrar o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Apesar de o Cade ser formalmente ligado ao Ministério da Justiça, de Moro, o ministro não foi consultado e não teve influência em nenhuma das indicações. Moro também tem sofrido desgaste diante das tentativas de Bolsonaro de interferir na estrutura da Polícia Federal.
No último sábado, em conversa com os jornalistas, o presidente disse que “todos os ministros têm ingerência minha” e que foi “eleito para mudar”, ao ser indagado de Moro teria carta branca.
Como aprendemos nas aulas de História, todo golpe é autofágico. Moro foi o principal cabo eleitoral de Bolsonaro. Hoje passa por um vergonhoso processo de desgaste, vítima do arbítrio do Presidente.
Foto de arquivo: incêndio em vereda da região Oeste
A região Nordeste terá altas temperaturas e predominância de tempo parcialmente nublado nesta segunda-feira (26). No Maranhão, o céu varia entre nublado e parcialmente nublado.
Na Paraíba e nos demais estados da região, a previsão se repete, mas com possibilidade de pancadas de chuva isoladas. A exceção é o Piauí, onde o céu estará parcialmente nublado.
A mínima prevista para a região é de 12°C e a máxima 38ºC. A umidade relativa do ar varia entre 20% e 95%.
Em Luís Eduardo Magalhães, a mínima estará entre 18 e 20ºC durante a semana, com a máxima entre 32 e 34ºC. O que ajuda a sensação térmica são ventos entre 11 e 21 km/hora, contribuindo, entretanto, com a queda da umidade relativa, sempre abaixo dos 30% nas horas mais quentes do dia.
A região sofre com incêndios: nas redes sociais foram notificados grandes ocorrências em Cristópolis e na Vereda do Nado, a 22 km de São Desidério na direção de Correntina.
Raquel Francisca dos Santos Souza morreu nesta madrugada ao ser atropelada por um carro que invadiu o bar conhecido como Galego Lanches na rotatória central em Barreiras. O carro que atropelou pessoas e destruiu o bar era dirigido por uma moça alcoolizada e drogada adentrou o bar.
Foto do blog do BragaFoto do blog do Braga
O acidente aconteceu por volta das 2h40 minutos da manhã quando o carro conduzido por Rebeca Gonçalves Coelho subiu na calçada da lanchonete, bateu nas barreiras de proteção e mesmo assim atingiu a parte interior do estabelecimento, matando na hora Raquel e ferindo gravemente outras quatro pessoas: Diego M. Nascimento,Betânia Cardoso dos Santos, Jailson Dias dos Santos e Vandinanda da Silva Souza que até o fechamento desta matéria ainda estavam em estado grave no Hospital do Oeste.
Rebeca Coelho teria confessado que havia bebido whisky e ainda teria feito uso de uma substância conhecia como ”loló”, o que seria o motivo da perda de controle do carro.
Segundo a polícia, Rebeca estava em um bar perto do Parque que Exposições de Barreiras e foi levar um amigo no Bairro Sandra Regina, o que justifica a passagem dela pelo local.
Os dois ocupantes do carro, não tiveram ferimentos como mostra esta foto da motorista infratora Rebeca Gonçalves Coelho.
A motorista foi levada para o complexo policial onde foi ouvida pelo Delegado Francisco Sá e está presa enquadrada no artigo 302 do CTB ( Código de Trânsito Brasileiro ), parágrafo terceiro, homicídio na condução de veículo, que prevê pena de 5 a 8 anos de reclusão, podendo ainda ser enquadrada também no artigo 303, parágrafo segundo, que se refere a lesão corporal, se confirmando a lesão grave ou gravíssima das outras vítimas, que prevê pena de 2 a 5 anos. Segundo o código não cabe fiança neste caso. O carona que vinha com Rebeca foi liberado.
Elias Flexa, filósofo e ribeirinho amazônida, escreveu para um amigo, Alberto Almeida:
“Pessoal, eu moro em Porto de Moz – Pará, no rio Xingu. Estou no meio da Amazônia e vocês não tem ideia do que está acontecendo aqui. A imprensa está mostrando a questão das queimadas, mas isso é apenas um dos fatos que estão ocorrendo.
É horrorizante saber que é muito pior. Desde que Bolsonaro foi eleito presidente, parece que os madeireiros, fazendeiros, latifúndios e demais devastadores se sentem livres para fazer seus crimes ambientais. Eles encontraram no discurso do presidente um incentivo a destruir a natureza com a certeza da impunidade.
Nos governos do PT, a política ambiental incomodou essa turma. Nesse período foram criadas várias unidades de conservação em toda a Amazônia, inclusive aqui no meu município foi criada a maior reserva extrativista, a Verde para Sempre.
Espalhou-se para todos os lados iniciativas de projetos que combina desenvolvimento com preservação ambiental, o que nós chamamos de desenvolvimento sustentável.
Só dentro da *Verde para Sempre* temos 6 projetos de manejo florestal comunitário, um modelo de desenvolvimento sustentável que se confronta com a exploração devastadora daqueles que são contra preservação ambiental.
Os devastadores estão derrubando áreas enormes por conta própria sem nenhuma legalidade ambiental e vocês sabem que com isso vai junto toda a natureza daquela área: plantas, animais e toda a biodiversidade. Depois eles tocam fogo que queima tudo e fica somente as cinzas.
Isso nos preocupa muito, pois os primeiros afetados somos nós que aqui moramos.
Há também uma explosão de garimpos ilegais que estão contaminando os rios e o subsolo. A pesca predatória voltou e isso ameaça o futuro das espécies. A grilagem de terras também voltou. E nós quando questionamos toda essa destruição somos ameaçados e corremos sérios riscos.
Bolsonaro não conhece a Amazônia e não tem nenhuma responsabilidade com o povo que aqui mora. Ele acusar as ONGs de causarem as queimadas é uma cara de pau de um presidente mentiroso. Ele sabe quem são os destruidores, mas ele prefere inverter as coisas e acusar quem luta em defesa da Amazônia. É típico dele fazer isso.
Nós convivemos com o medo constante quando se trata de meio ambiente. Bolsonaro é a certeza da impunidade para o que está acontecendo na Amazônia. Não é à toa que ele desmonta o IBAMA e o ICMBio.
Os ruralistas da Amazônia querem que Bolsonaro revogue as reservas nesta região. Ainda essa semana um grupo da região Norte se reuniu com a secretária de agricultura e pediram a revogação das reservas. Bolsonaro tem culpa sim do que está acontecendo na Amazônia, o discurso dele incentiva essas práticas. Não é só as queimadas, a destruição é muito maior!
The Intercept: secretaria chefiada por Ricardo Salles coagiu funcionários
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, é um condenado por improbidade administrativa. Já contamos essa história: enquanto era secretário do Meio Ambiente de São Paulo, na gestão do tucano Geraldo Alckmin, Salles pressionou funcionários da Fundação Florestal – o equivalente ao Ibama na gestão estadual – a adulterarem um mapa ambiental. Salles, na época, chamou a reportagem do Intercept de “falsa” e “tendenciosa”.
Agora, mais uma vez, o método de trabalho da secretaria comandada por ele foi considerado ilegal no tribunal. Em uma ação trabalhista, a justiça paulista reconheceu que a Fundação Florestal – então sob o comando de Salles – coagiu funcionários a cometerem ilegalidades, perseguindo os que não queriam se envolver na adulteração dos mapas ordenada pelo secretário.
Na época, atendendo a uma demanda da Fiesp, a Federação das Indústrias de São Paulo, Salles queria liberar a mineração em uma área protegida na Grande São Paulo.
Mas a alteração no mapa, que afrouxaria a proteção às margens do rio Tietê, não passou pelos ritos tradicionais: ela foi pedida por funcionárias nomeadas por Salles por e-mail, sem a devida análise do conselho responsável por gerir a área. Em seu depoimento à justiça na época, o ministro argumentou que o método serviria para “dar celeridade ao processo” e “desburocratizar”. Não colou. Ele foi condenado por improbidade administrativa em dezembro do ano passado.
Agora, na nova ação movida por um dos funcionários envolvidos, a justiça trabalhista reconheceu mais uma vez que representantes da Fundação Florestal, sob comando de Salles, cometeram ilegalidades:
“Tanto a prova oral como a prova documental que instruíram a petição inicial são robustas no sentido de demonstrar que o reclamante estava sendo coagido, por suas superioras hierárquicas, a realizar uma alteração ilícita nos mapas cartográficos referentes ao plano de manejo da Várzea do Tietê”, diz a sentença da juíza Fátima Ferreira, a qual o Intercept teve acesso.
A sentença destaca o depoimento de uma testemunha, que narrou a pressão feita pelas chefes para que o empregado adulterasse o mapa “de forma urgente, sem nenhuma formalidade, a pedido do Secretário do Meio Ambiente.”
A justiça também reconheceu o “abalo emocional” do funcionário, alegando que ele “passou a ser perseguido e ameaçado”. A Fundação Florestal foi condenada a pagar uma indenização no valor de dez salários por danos morais a ele.
Apesar do histórico de irregularidades, Ricardo Salles caiu para cima e foi nomeado ministro de Bolsonaro duas semanas depois de sua condenação, enquanto recorre do processo.
Mas, oito meses depois, além da crise externa que enfrenta por causa do alto índice de desmatamento e dos incêndios na Amazônia, ele também passa por problemas dentro de seu ministério.
Funcionários do Ibama entraram com uma representação no Ministério Público Federal do Distrito Federal acusando o ministro de “conduta atentatória contra os princípios da administração pública federal” e “assédio moral coletivo”.
Dia do Fogo em Novo Progresso (Foto: Jornal Folha do Progresso): fogo em terras juquiradas próximas à cidade.
Por Marina Amaral, co-diretora da Agência Pública, em sua newsletter semanal
Uma semana antes das queimadas da Amazônia se tornarem assunto global, o sul do Pará pegou fogo. Em 10 de agosto, como reportou Fabiano Maisonnave na Folha de S. Paulo, o Inpe registrou, de um dia para o outro, um aumento de 300% em focos de incêndio no município de Novo Progresso. Em Altamira, também no Pará, o salto foi ainda maior: 734% entre sexta e sábado. No domingo, sem nenhuma operação policial, o fogo aumentou.
Cinco dias antes, o jornal Folha do Progresso – uma publicação local – trazia uma informação que se revelou crucial depois que a fumaça dos despojos da floresta fez todo mundo chorar: os produtores da região haviam marcado uma data para “acender fogos em limpeza de pastos e derrubadas” em protesto contra a fiscalização ambiental. Adivinhem qual? 10 de agosto. Exatamente o dia em que a Amazônia ardeu.
Os produtores se diziam “amparados pelas palavras do presidente [Bolsonaro]”, segundo o jornal. Já os que sofriam com a fumaça e a destruição da floresta, puxada por Altamira e Novo Progresso, ficaram ao léu.
Dois meses antes, o Ibama havia desistido de instalar bases de fiscalização na região, como fazia em todos os períodos secos, porque o governador do Pará, Helder Barbalho, havia suspendido o apoio da PM à operação.
Isso, depois de funcionários do Ibama serem hostilizados em violento protesto de madeireiros ilegais em Placas, a 200 quilômetros de Novo Progresso.
O Ibama, que enfrenta as hostilidades presidenciais desde o início, é também o órgão mais prejudicado pelo corte de verbas do Fundo Amazônia – e não as ONGs como diz Bolsonaro para inflamar a torcida.
Já o Inpe, que registrou os focos de queimada e foi esculhambado por presidente e ministro do Meio Ambiente ao relatar uma alta de 278% do desmatamento da Amazônia em julho, provavelmente será substituído por uma empresa privada dos Estados Unidos, que já ganhou um edital prontinho para se encaixar.
Bolsonaro se diz nacionalista, incendeia as redes com paranoia xenófoba, e quer entregar aos gringos o monitoramento da Amazônia.
Comemora de forma estridente os cadáveres produzidos pela polícia, mas condecora milicianos e apoia os madeireiros e grileiros que atuam como organizações criminosas. E não apenas pela derrubada da floresta: eles ameaçam e matam indígenas, quilombolas e agricultores familiares que há muito enfrentam o fogo e a violência em suas comunidades e defendem a mata com a própria vida, como mostram as reportagens do Amazônia Sem Lei.
Ah, mas quem botou fogo na Amazônia, diz o presidente, foram as ONGs internacionais. Bom mesmo para preservar a floresta é abrir terras indígenas para o agronegócio e mineração e armar os fazendeiros e seus pistoleiros.
Mas tome cuidado, presidente, mais do que turvar a visão, a fumaça que vem da Amazônia parece estar abrindo os olhos dos brasileiros – ao menos daqueles que se importam. São esses que sempre fazem a diferença.
Brasil agora tem mercado certo para a carne suína e consumo interno de soja e milho tende a aumentar.
A guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, que ontem teve um novo e violento lance, tem impactado de forma direta o agronegócio brasileiro, já que as restrições impostas mutuamente pelos dois países abriram espaço para a venda de grãos do Brasil para os chineses.
Mesmo com a redução do consumo de soja e milho chinês, o arroubo de Trump, sobretaxando novamente importações chinesas, pode ajudar o Brasil novamente. As bolsas caíram, o dólar escalou para R$4,13 e o dinheiro volátil se voltou para os portos seguros do ouro e da moeda americana.
A soja e o milho norte-americanos devem ocupar nichos de negócios no Mercado Comum Europeu caso a questão ambiental torne os produtos brasileiros indesejados na Europa.
Por seu turno, a China anunciou nesta sexta-feira que vai impor uma tarifa extra de 5% sobre a soja dos EUA a partir de 1º de setembro e taxas adicionais de 10% sobre trigo, milho e sorgo dos EUA a partir de 15 de dezembro, nas últimas medidas retaliatórias de Pequim contra Washington.
A China também cobrará tarifas extras de 10% sobre a carne bovina e suína dos EUA a partir de 1º de setembro, de acordo com lista publicada pelo Ministério do Comércio em seu site.
Expectativas positivas para o Brasil
A expectativa é que os produtores brasileiros continuem expandindo a produção de soja e milho, segundo Tarso Veloso, diretor da consultoria ARC Mercosul, especializada no mercado agrícola.
“Os Estados Unidos estão com estoque recorde de soja, que não foi vendido para os chineses. Com o maior comprador de soja do planeta evitando seu produto, o baque é muito grande”, afirmou o analista, que vive em Chicago.
Devido principalmente à demanda chinesa, o Brasil exportou em 2018 um volume recorde de quase 84 milhões de toneladas de soja em grão. Para este ano, segundo Veloso, a projeção é que o volume exportado de soja fique pouco abaixo de 70 milhões de toneladas.
Embora a China continue comprando grãos do Brasil, um outro fator – que não está ligado à guerra comercial – está reduzindo a demanda dos chineses por soja.
A febre suína africana, um vírus altamente contagioso, está dizimando criações de porco na China, país que é responsável por mais da metade da quantidade global de porcos e também o maior consumidor de carne suína do mundo. A China está lutando para conter a doença, que se espalhou para todas as partes do país desde agosto do ano passado.
Para o Brasil, Veloso explica que o abatimento de porcos chineses tem mais de um efeito: a demanda por suínos brasileiros aumenta, mas cai a compra de soja – já que boa parte do produto tem como destino virar farelo para alimentar os porcos.
“O país vai expandir a produção de suínos para exportar para a China e isso deve elevar o consumo interno de soja, o que vai acabar compensando a queda nas compras dos chineses”, disse Veloso.
Em relação ao câmbio, o analista diz que os produtores brasileiros – que preferem um real desvalorizado para que o produto fique mais barato lá fora – estão se protegendo, com operações no mercado futuro, para um cenário de valorização do real. Eles acreditam que a moeda brasileira vai se fortalecer, caso a agenda de reformas, começando pela Previdência, avance no Congresso.
Ontem a soja estava cotada no Oeste baiano a R$72,50, com movimento altista maior que 2% em relação ao dia anterior.
Com informação da BBC, Notícias Agrícolas, Agrolink e AIBA.
Um condomínio industrial voltado para abrigar sistemistas e fornecedores do setor automotivo está sendo projetado em Camaçari, ao lado da fábrica da Ford.
O Camaçari Tech Park foi discutido nesta terça-feira (23) pelo secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro, representantes da Ford, do empreendimento e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE).
De acordo com o representante do condomínio industrial, Roberto Almeida, em sua primeira fase, o Camaçari Tech Park terá 1,2 milhão de metros quadrados e permitirá a atração de novas montadoras.
“Grande parte dos fornecedores e sistemistas da Ford estão localizados dentro da poligonal da empresa, isso impede que eles vendam para outras montadoras, então nós estamos fazendo ao lado da Ford um condomínio que vai abrigar algumas dessas empresas e outras que serão transferidas de São Paulo para Camaçari”, explicou Almeida.
Ele lembrou, ainda, que os sistemistas vão continuar atendendo a Ford e poderão fornecer para outras montadoras que pretendam se instalar na área. “Isso faz com que o poder de atração de Camaçari para outras montadoras cresça exponencialmente, porque esse era um grande gargalo”, disse o empresário.
Para o secretário Walter Pinheiro, a implantação do empreendimento vai permitir a atração de empresas que trabalhem num processo cada vez mais afinado com a estrutura industrial da Bahia:
“Além do que, com o surgimento do CIMATEC Industrial, também em Camaçari, a ideia é que sejam ofertados serviços tanto para as empresas quanto para os sistemistas, cuja atração criará também uma outra rota de serviços. Estamos fazendo a ligação das pontas, que é ajustar com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico a política de atração desse investimentos, linkar esses projetos com a Secretaria de Infraestrutura, com a Casa Civil na rota de prioridades, e com a Seplan na rota de prioridade do eixo de logística e de infraestrutura, ajustando e enxergando os projetos do governo do estado que estão em curso”, disse.
Pinheiro destacou ainda que estão sendo realizadas tratativas com os outros setores, com sindicatos dos trabalhadores, com a FIEB, e o sindicatos dos sistemistas:
“Todos os envolvidos no sentido de consolidar o projeto, ver qual é o papel do estado, a tarefa dos interessados e disparar esse projeto como uma das coisas mais importantes para aquele processo que ali está hoje ainda como um dos grades baluartes do Polo e, efetivamente, fazendo a ligação através de ferroviária, a possibilidade de cada vez mais integrar com as ações portuárias.
Ao mesmo tempo, dando melhores condições para os trabalhadores, os caminhoneiros, para que todo fluxo de entrada e saída de mercadorias possa acontecer de maneira satisfatória, rápida, eficiente e melhorando assim nossa economia, sem contar com a geração de mais postos de trabalho”, completou.
Acuado e assustado com as sanções internacionais, Bolsonaro foi à TV para provocar um dos maiores panelaços já realizados no país e para emitir um discurso protocolar pleno de promessas confusas sobre a devastação da Amazônia. Ele ainda disse: “as queimadas deste ano não estão fora da média dos últimos 15 anos”
O juiz federal Rolando Valcir Spanholo, da 21ª Vara do Distrito Federal, deu 72 horas para Jair Bolsonaro explicar as medidas de combate às queimadas na Amazônia.
Ele ainda ordenou que sejam comunicadas as providências adotadas para punir envolvidos em incêndios criminosos na vegetação.
Acidente aconteceu na BR-242, em Ibotirama — Foto: Gazeta 5
Um engavetamento envolvendo duas carretas, dois caminhões e um carro deixou dois motoristas feridos na tarde desta sexta-feira (23), em um trecho da da BR-242, no município de Ibotirama, localizado na região oeste da Bahia.
Conforme informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), os veículos aguardavam uma operação “pare e siga” do Corpo de Bombeiros, quando uma carreta atingiu um carro.
Segundo a PRF, as vítimas foram socorridas por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levadas para o Hospital Regional de Ibotirama. Não há detalhes do estado de saúde deles.
De acordo com o órgão, os bombeiros trabalharam para limpar o óleo que ficou derramado na pista. Por conta dos trabalhos, o trânsito ficou lento na região.
Olha como ficou a cara da “Véia” quando viu as cenas de arbítrio.
Madame Almerinda, proxeneta dos espíritos, ligou sua bola de cristal hoje e teve uma visão terrível. Prepostos do Prefeitaço entraram em um supermercado, prestes a ser inaugurado, não quiseram se identificar, desafiaram funcionários e até mandaram os meninos “chamar a Polícia”.
Segundo Almerinda anda propagando, corre na Rádio Corredor que o Prefeito mandou achar qualquer coisa que justificasse não conceder o alvará para funcionamento da loja.
-Eu pergunto: e daí, Madame, a senhora não votou no homem?
-Votei, Periodista, mas estou arrependida até o miolo do tutano da canela! Agora me responda você, velho jornalista: “Ele pode fazer isso?”
-Obrigação de Prefeito, cara Madame, é promover o desenvolvimento da cidade, fortalecendo as empresas de comércio e serviço. Essa atitude sectária, a intransigência, a intolerância vai acabar arrumando mais uns votinhos para o Juninho e arrostando um processo cabeludo. É claro que prefeito não pode tudo, principalmente quando quer prejudicar consumidores de 5 bairros importantes da cidade.
-Pois é, Periodista, também fiquei constrangida quando vi a cena na minha bola de cristal Full HD.
– Me diga algo importante, Madame: a Senhora grava vídeos dessa sua bola de cristal?
-É claro, Amigo. Gravo tudo e mando por zap para os consulentes.
– Humm! A Senhora poderia me mandar essas imagens?
-Claro que não, jornalista! Espíritos também tem código de ética. Mas fica aqui, salvo no meu HD externo. Se for necessário, boto a boca no mundo!
O primeiro ministro canadense, Justin Trudeau, se manifestou na noite desta quinta-feira, 22, a favor da proposta do presidente francês, Emmanuel Macron, de discutir medidas emergenciais para a Amazônia. Com o posicionamento, Trudeau também fez coro ao apoio oferecido pelo presidente da Colômbia, Ivan Duque, diante do crescimento de queimadas e desmatamento na região.
Eu não poderia concordar de maneira tão perfeita com Emmanuel Macron. Fizemos muito trabalho para proteger o meio ambiente no # G7 do ano passado em Charlevoix, e precisamos continuar neste fim de semana. Precisamos de #ActForTheAmazon e agir para o nosso planeta – nossos filhos e netos estão contando conosco.
Mais cedo, o presidente colombiano, Ivan Duque, afirmou que a “tragédia ambiental na Amazônia não tem fronteiras e deve chamar a atenção de todos”. “O governo oferece aos países irmãos apoio para trabalhar conjuntamente com um propósito que urge: proteger o pulmão do mundo”.
Por seu turno, o presidente da Bolívia, Evo Morales, autorizou a contratação de uma aeronave-tanque do tipo Boeing 747 chamado Super Tanker para combater focos de incêndio na região boliviana da floresta amazônica. O avião, que tem capacidade para transportar até 115 mil litros, iniciou os trabalhos nesta quinta-feira (22/08).
Segundo o governo boliviano, a aeronave irá concentrar o combate ao fogo na zona chamada Chiquitanía, reserva natural localizada em Sata Cruz de la Sierra.
Em nota emitida nesta sexta-feira (23), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) definiu como “execrável” o pedido da Polícia Federal para realizar buscas e apreensões no escritório atual e na casa do advogado José Roberto Batochio, que defende o ex-presidente e já trabalhou para o ex-ministro Antonio Palocci.
O pedido da PF foi feito à Justiça com o argumento de que a Odebrecht teria feito duas entregas de valores em espécie em um antigo escritório do advogado, no valor de R$ 1 milhão, segundo a colunista Mônica Bergamo, da Folha.
As informações integram a delação de Palocci e estão registradas em documentos apreendidos na empresa.
A Justiça, entretanto, negou a solicitação da PF, após posicionamento contrário também do Ministério Público Federal (MPF).
A busca e apreensão foi autorizada somente no prédio onde funcionava o antigo escritório do advogado.
Para a OAB, o pedido da Polícia Federal é uma “execrável demonstração de que o abuso, nos dias que correm, não conhecem mesmo quaisquer limites”.
“É passada a hora de haver, para violências como estas, a necessária e devida repressão, mostrando-se necessária e urgente a sanção a lei de abuso de autoridade aprovada pelo Congresso Nacional”, diz a nota, assinada pelo presidente nacional da entidade, Felipe Santa Cruz.
Boris Johnson, primeiro-ministro da Inglaterra, hoje, em seu twitter:
Os incêndios devastando a floresta amazônica não são apenas devastadores, são uma crise internacional. Estamos prontos para fornecer qualquer ajuda que pudermos para controlá-los e ajudar a proteger uma das maiores maravilhas da Terra.
Cinco pessoas morreram em um acidente em um trecho da BR-101 de Uruçuca, no sul baiano, na noite desta quinta-feira (22). Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (BA), um caminhão tentou fazer uma ultrapassagem, não conseguiu e bateu de frente com o ônibus. O acidente ocorreu por volta das 21h30, na altura do km 468, próximo ao posto de combustíveis Santo Antônio.
O caminhão carregado de madeira tombou na pista, derramando óleo, o que causou um incêndio no veículo de carga. No ônibus, que fazia a linha Jequié-Ilhéus, viajavam 18 pessoas, 15 delas como passageiros. O condutor do ônibus, identificado como Carlos Antônio Júnior, está entre os mortos. Ainda segundo a PRF-BA, outras 15 pessoas ficaram feridas e foram levadas para hospitais da região.
O motorista do caminhão, ainda não identificado, fugiu do local após o acidente. A PRF-BA deve investigar as causas do acidente.
Caros leitores: estou cada vez mais convencido que a coprofagia na primeira infância tem consequências para a vida toda. Só para citar exemplos públicos, ocorridos durante o dia de ontem:
O sinistro da Educação, herr Weintraub, publicou um vídeo nas mídias sociais praticando tiro ao alvo e lamentando que errou um disparo em 20. Qual é mesmo o objetivo educacional do fato?,
O agora investigado Procurador do MPF, Deltan Dallagnol, afirma que o resultado financeiro de suas palestras tinha o objetivo de compor um fundo para combate a corrupção. Você viu o fundo por aí?
O Presidente da República, depois de permitir uma sequência inédita de autorizações de desmatamento, afirmou que os incêndios na Amazônia Legal foram promovidos por organizações não governamentais estrangeiras.
O diplomata gorado, Dudu Surfistinha, e o irmão Flávio Bolsonaro, aquele que já foi sócio do finado Queiroz, arguiram a possibilidade de que a França teria interesse em invadir a Amazônia.
O general Villas Boas Correa acompanhou o voto de Dudu Surfistinha e de Flávio Citricultor.
Ernesto Araújo, sinistro das Relações Exteriores, aquele que se faz de doido para não entregar o cargo ao Dudu Surfistinha, afirmou que o Brasil é alvo de ataques na política ambiental porque saiu do sono das últimas duas décadas. Saiu do sono e entrou no pesadelo, digamos.
A oposição ao governo Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados diverge da inclusão de nove novas empresas (Correios, Serpro e Telebras, entre outras) na lista de privatizações do Executivo. Agora são 17 ao todo. Também foram anunciadas concessões de parques nacionais e parcerias em áreas sociais. O Planalto acredita que isso vai trazer mais investimentos e eficiência para os serviços prestados à população. A maior parte das privatizações terá de ser autorizada pelo Congresso.
Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
Paulo Ganime: estatais são usadas como moeda de troca política
As privatizações são defendidas pelo deputado Paulo Ganime (Novo-RJ), segundo o qual a ineficiência de serviços públicos também decorre do uso político das estatais. “Várias dessas empresas, sejam elas federais ou estaduais, servem como moeda de troca, um cabide de empregos, em que os cargos são utilizados para o toma-lá-dá-cá da política”, diz.
Ganime afirma que o perfil da Câmara mudou e hoje há mais parlamentares favoráveis ao aumento da participação do setor privado e à redução dos gastos públicos. Ele cita a aprovação da reforma da Previdência como exemplo disso.
Críticas Já o deputado Henrique Fontana (PT-RS) argumenta que o dinheiro a ser arrecadado com as privatizações é baixo para o total do orçamento público e que muitos setores são estratégicos.
Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
Henrique Fontana: setor privado não garante oferta universal dos serviços
Ele mencionou o caso da Eletrobras, que já estava na lista. “Não existem empresários capitalizados ou empreendedores para comprar o sistema elétrico brasileiro. Se ele for vendido, será provavelmente para empresas estatais chinesas, que vão passar a controlar o fator gerador de toda a atividade econômica e especialmente da atividade industrial”, sustenta. “O setor privado não garante a oferta universal dos serviços.”
Para Fontana, privatizar não gera empregos e pode afetar os preços para o consumidor. Ele acrescenta que a privatização da Casa da Moeda (prevista pelo Executivo) é um sinal ruim em termos de soberania porque mostra que o País não consegue nem emitir o próprio dinheiro.
Também foram incluídas na lista de privatizações a Dataprev, a Ceagesp e a Companhia Docas do Estado de São Paulo.
Concessão O governo anunciou ainda a concessão dos parques nacionais de Jericoacoara (CE) e dos Lençóis Maranhenses (MA). E quer atrair a inciativa privada para programas sociais como a construção de creches.
Reportagem – Sílvia Mugnatto, Edição – Marcelo Oliveira, da Câmara dos Deputados.
O ministério da Educação confirmou hoje que o general da reserva Carlos Roberto Pinto de Souza vai comandar a Diretoria de Avaliação da Educação Básica (Daeb), órgão responsável pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
É a quarta indicação para o posto desde que o governo de Jair Bolsonaro (PSL) foi empossado, há pouco mais de oito meses. Entre outras atribuições, o cargo de Souza trata de avaliações da educação básica brasileira dentro do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Sem experiência no setor, o general é doutor em Altos Estudos Militares pela Escola de Comando e Estado Maior do Exército e mestre Estratégia pelo Command and General Staff College (USArmy), universidade para oficiais do Exército dos Estados Unidos, conforme exposto na plataforma Lattes. A indicação de Souza foi confirmada pelo UOL com o MEC e a nomeação no Diário Oficial deve ocorrer nos próximos dias.
Os incêndios no Brasil provocaram “pelas ONGs”, ataques contra o favorito candidato de esquerda das próximas eleições do país vizinho: o presidente de extrema-direita não se esquiva de qualquer indignação.
Há duas coisas que o presidente brasileiro Jair Bolsonaro não pode parar: os incêndios catastróficos que estão afetando a Amazônia e sua logorréia, despejados nas redes sociais e durante reuniões quase diárias com a imprensa.
Perdendo todo o sentido da medida, ele insinuou na quarta-feira que as ONGs poderiam ser responsáveis pelos incêndios que assolam o “pulmão do planeta”.
E assumindo o tom de pregador evangélico, ele profetizou o pior para sua vizinha Argentina, no caso de o candidato peronista esquerdista Alberto Fernández vencer a eleição presidencial em 26 de outubro.
Os incêndios florestais aumentaram 83% desde o início deste ano no Brasil em comparação com o mesmo período de 2018. Um aumento particularmente alarmante nos estados ocupados pela floresta amazônica, como o do Mato Grosso. “Poderia ser, sim, poderia, mas eu não digo, ações criminosas dessas” ONGéistes “para chamar a atenção contra mim, contra o governo”, lançou o presidente, de acordo com no início deste ano, na frente de jornalistas em Brasília, acrescentando: “Esta é a guerra que estamos enfrentando.”
“Boneca russa”
Jair Bolsonaro não forneceu nenhuma evidência para apoiar seu envolvimento de ONGs, mas disse que “sentem a falta de dinheiro”, após a suspensão do financiamento destinado à preservação da floresta amazônica.
“Pegamos o dinheiro das ONGs. Eles receberam 40% das bolsas do exterior. Eles não os têm mais. Também acabamos com os subsídios públicos “ , explicou.
Os incêndios na Amazônia são geralmente causados por clareiras de derrubada e queimadas usadas para converter áreas florestais em áreas de cultivo e pecuária, ou para limpar áreas anteriormente desmatadas.
A outra frente polêmica aberta pelo presidente de boca aberta é o relacionamento com a Argentina, onde o presidente cessante, o liberal Mauricio Macri, está em péssimo estado por três meses de votação, quando busca a reeleição. As primárias do 11 de agosto, o ensaio geral da pesquisa de 26 de outubro, mostraram que seu rival esquerdista, Alberto Fernández, tinha uma forte vantagem sobre ele.
“A Argentina está se aproximando da Venezuela todos os dias”, Bolsonaro reagiu no Twitter, sem medo de interferir na política interna de seu vizinho.
Seu ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, foi mais longe na metáfora. Em uma entrevista, ele descreveu o favorito na eleição como “uma boneca russa”. Primeiro com Cristina Kirchner, candidata a vice-presidência e presidente entre 2008 e 2015, depois Lula, o ex-presidente brasileiro, o bobo mortal de Bolsonaro atualmente preso, e finalmente Hugo Chávez, o falecido chefe de Estado venezuelano e teórico de um “socialismo do século 21” na América Latina.
Rivalidade
Os relacionamentos são certamente apaixonados entre os dois países, há muito tempo, e sua rivalidade excede largamente os campos de futebol. Bolsonaro, ultra-liberal em economia e extrema direita por questões sociais, tem boas relações com os regimes conservadores do continente: Piñera, do Chile; Macri, da Argentina ou os Estados Unidos de Trump. Mas mesmo com um presidente esquerdista na Casa Rosada em Buenos Aires, o Brasil terá que se sair bem, já que os laços estão apertados entre as duas economias.