






A Bahia Farm Show se tornou, nos 15 anos de existência, o ambiente adequado para a exposição das novidades na área da tecnologia. Em meio a máquinas convencionais, pode-se encontrar na feira uma grande diversidade de equipamentos com dispositivos de última geração embutidos.
As tecnologias mais utilizadas atualmente são sistemas de comunicação em GPS e 4G; drones; Big data e softwares de telemetria e planejamento que analisam a operação de plantadeiras, pulverizadores, colheitadeiras e outras máquinas.
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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou em seu site oficial uma carta na qual, segundo a equipe do petista, o Papa Francisco lamenta as “duras provas” pelas quais o líder político tem passado e manifesta solidariedade pelas mortes de sua mulher, Dona Marisa, do irmão Genivaldo Inácio da Silva e do neto de 7 anos, Arthur Araújo Lula da Silva.
Na missiva, datada de 3 de maio, o Pontífice pede coragem para o político “não desanimar” e “continuar confiando em Deus”, mas não comenta a situação judicial do ex-presidente, preso desde abril do ano passado em Curitiba.
Os apoiadores de Bolsonaro, também conhecidos como minions ou bolsonetes, se revoltaram com a carta do Papa
Depois da mensagem de apoio a Lula, a Igreja Católica se tornou o novo alvo do núcleo que defende Bolsonaro; tem até quem afirme que o verdadeiro Papa não é o argentino, mas sim Joseph Hatzinger, aquele que renunciou ao papado.
Prepare-se para ver o San Lorenzo de Almagro, o time preferido do Papa, ser vaiado quando vier ao Brasil. O ódio acima de todos! Universal acima de tudo! Edir Macedo será o nosso próximo papa!
Leia a íntegra da carta:
Estimado Luiz Inácio,
Recebi sua atenciosa carta do passado 29 de março, com a qual, além de agradecer a minha contribuição para defesa dos direitos dos mais pobres e desfavorecidos dessa nobre nação, me confidenciava seu estado e ânimo e comunicava sua avaliação sobre o contexto sócio-político brasileiro, o que me será de grande utilidade.
Como assinalei na mensagem para o 52º Dia Mundial da Paz, celebrado no passado 1 de janeiro, a responsabilidade política constitui um desafio para todos aqueles que recebem o mandato de servir ao seu País, de proteger as pessoas que habitam nele e de trabalhar para criar as condições de um futuro digno e justo. Tal como meus antecessores, estou convencido de que a política pode tornar-se uma forma eminente de caridade, se for implementada no respeito fundamental pela vida, liberdade e dignidade das pessoas.
Nesses dias, estamos celebrando a ressurreição do senhor. O triunfo de Jesus Cristo sobre a morte é a esperança da humanidade. A sua Páscoa, sua passagem da morte à vida, é também a nossa Páscoa. Graças a ele, podemos passar da escuridão para luz, das escravidões desse mundo para liberdade da terra prometida. Do pecado que nos separa de Deus e dos irmãos para a amizade que nos une a ele. Da incredulidade e do desespero para alegria serena e profunda de quem acredita, no final, o bem vencerá o mal, a verdade vencerá a mentira e salvação vencerá a condenação.
Tenho presente das duras provas que o senhor viveu ultimamente, especialmente da perda de alguns entes queridos, sua esposa Marisa Letícia, seu irmão Genival Inácio e, mais recentemente, seu neto Arthur de somente sete anos- quero lhe manifestar a minha proximidade espiritual e lhe encorajar pedindo para não desanimar e continuar confiando em Deus.
Ao assegurar-lhe minha oração a fim de que, neste tempo pascal de Júbilo, a luz de cristo ressuscitado o cumule de esperança, peço-lhe que não deixe de rezar por mim.
Que Jesus o abençoe e a Virgem santa lhe proteja.
Fraternalmente.
Francisco

“O Oeste é a única região do Brasil que cresce 15% ao ano, ela puxa o desenvolvimento da Bahia para cima e a SDE está aqui nesta importante feira do agronegócio, com um stand, exatamente para atrair novos investimentos e industrializar a região, para que todos cresçam: a economia do estado, os investidores e o povo baiano, que terá emprego”, disse João Leão, vice-governador e titular da SDE.




Em seguida foi realizada vistoria minuciosa no automóvel, foi quando os policiais encontraram os tabletes que estavam escondidos em vários compartimentos do carro. Ao todo foram apreendidos 514 tabletes de maconha, totalizando 200 quilos da droga e mais 04 pacotes de haxixe escondidos na mochila da passageira, perfazendo 145 gramas do entorpecente.
Conteúdo do g1.globo/bahia

De olho na inclusão social como perspectiva de desenvolvimento do oeste baiano, o agronegócio reafirmou durante a abertura da Bahia Farm Show 2019, nesta terça-feira (28), o compromisso com as entidades que se dedicam ao amparo das pessoas em situação de vulnerabilidade.

Este ano, a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Luís Eduardo Magalhães representou as 24 instituições beneficiadas por meio do Fundo do Desenvolvimento Integrado e Sustentável da Bahia (Fundesis), que disponibilizou R$ 1,2 milhões para o financiamento de iniciativas sem fins lucrativos para promoção da educação, saúde, inclusão social, geração de emprego e renda, em oito municípios da região.
Durante a assinatura destes convênios, o presidente da Bahia Farm Show e da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Celestino Zanella, reafirmou a importância do engajamento dos agricultores baianos para o sucesso do projeto.
“Este recurso vem de uma contribuição voluntária de parte do financiamento agrícola contratado pelos nossos associados da Aiba durante a contratação de financiamento agrícola no Banco do Nordeste (BNB). Com o sucesso da safra e solidariedade dos produtores, temos certeza que este valor será ainda maior no próximo ano”, afirma.
O Senado Federal concluiu na noite desta terça-feira (28) a votação da Medida Provisória da reforma administrativa. Os parlamentares mantiveram o texto aprovado pela Câmara dos Deputados, que reduziu de 29 para 22 o número de ministérios, mas que tirou o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) das mãos do ministro da Justiça, Sergio Moro.
A aprovação foi uma vitória para o governo federal, uma vez que, no caso de qualquer alteração pelo Senado, o texto voltaria para análise dos deputados. Assim, a MP que tinha prazo de validade curto, poderia caducar antes de ser novamente analisada pela Câmara.
A preocupação fez com que Bolsonaro enviasse uma carta aos senadores pedindo a aprovação da proposta na forma com que ela saiu da Câmara. O documento foi assinado por Bolsonaro e pelos ministros Sérgio Moro (Justiça), Paulo Guedes (Economia) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil).





Números divulgados no Informe Executivo de Energias Renováveis de maio, pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), na abertura da Bahia Farm Show, nesta terça-feira (28), revelam que a Bahia, sozinha, é responsável por 26% da capacidade instalada de energia eólica do país. O dado ajuda a entender porque o estado assumiu o protagonismo nacional nos últimos 10 anos, no seguimento de renováveis.

“Na última década, a Bahia organizou um parque industrial voltado para produção de equipamentos, consolidando esta terra como principal polo nacional na fabricação de componentes e criando empregos qualificados para as indústrias. Além disso, implantou parques pelo sertão, onde se localiza grande parte do potencial do estado, levando desenvolvimento econômico ao interior, com arredamento de terras, movimentação econômica e compatibilização com a geração de energia limpa”, afirma João Leão, vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado.
Só no setor Eólico, o estado tem 156 parques em operação (3.927 MW), com R$ 15,1 bilhões já investidos e mais de 58 mil empregos gerados. A Bahia tem ainda 38 parques em construção (562 MW) e 47 em construção não iniciada (962 MW), onde estão previstos investimentos de R$ 6,9 bilhões e geração de 22,8 mil empregos diretos e indiretos.
São 24 municípios beneficiados pelos parques eólicos: Brotas de Macaúbas, Sobradinho, Guanambi, Igaporã, Caetité, Sento Sé, Morro do Chapéu, Cafarnaum, Pindaí, Campo Formoso, Gentio do Ouro, Bonito, Casa Nova, Mulungu do Morro, Brumado, Dom Basílio, Xique-Xique, Umburanas, Várzea Nova, Ourolândia, Riacho de Santana, Licínio de Almeida, Urandi e Souto Soares.
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As novas tendências do Direito do Agronegócio estarão em pauta em seminário promovido pela OAB Nacional e OAB da Bahia. Realizado nesta quarta-feira (29/05), das 10 às 16h, pelas Comissões nacional e baiana de Direito Agrário e Agronegócio, o evento acontece no município de Luís Eduardo Magalhães, durante a programação da Bahia Farm Show, maior vitrine do agronegócio do Norte e Nordeste do Brasil.
O seminário tem como objetivo discutir as últimas novidades do direito na área e contará com as presenças do vice-presidente nacional da OAB, Luiz Viana, e do presidente da OAB da Bahia, Fabrício Castro. A abertura contará com as exposições dos presidentes das comissões nacional e baiana de Direito Agrário e Agronegócio, Antônio Augusto Coelho e Gilvan Antunes, além de Fabrício.
Entre as palestras, serão discutidos temas como “CNJ e regularização fundiária rural regional”, “Recuperação judicial do produtor rural e jurisprudência do STJ” e “Aspectos da tributação e regulação ambiental do agronegócio”.
Veja a programação completa aqui:
Abertura
Dr. Fabricio Castro (Presidente da OAB/BA)
Dr. Antonio Augusto Coelho (Presidente da Comissão Especial de Direito Agrário e do Agronegócio do Conselho Federal da OAB)
Dr. Gilvan Antunes (Presidente da Comissão Especial do Agronegócio da OAB/BA)
10H: O CNJ e Regularização Fundiária Rural Regional (Matopiba): Integração dos Poderes Executivo e Judiciário
Palestrante: Dr. Richard Torsiano (Consultor das Nações Unidas e do Banco Mundial junto à Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Piauí).
Palestrante: Dr. Antonio Augusto (Presidente da Comissão Especial de Direito Agrário e do Agronegócio do Conselho Federal da OAB).
Presidente: Dr. Frederico Price Grechi (Presidente da Comissão de Direito Agrário da OAB – RJ).
11h: A Recuperação Judicial do Produtor Rural e a Jurisprudência do STJ
Palestrante: Dr. Marcus Vinicius Furtado Coêlho ((Presidente do Conselho Federal da OAB: 2013 a 2016), membro da Comissão do Senado Federal responsável pela elaboração do Novo Código de Processo Civil, integra o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República).
Palestrante: Dr. Carlos Arauz Filho (Presidente da Comissão de Direito Agrário e do Agronegócio da OAB/PR).
Presidente: Dr. Nile William Fernandes Hamdy (Mestre em Direito Agrário pela Universidade Federal de Goiás).
12h: Intervalo para almoço.
14h: Crédito Rural na visão do STJ, Novos Paradigmas dos Contratos Agrários e Renegociação de Dívidas.
Palestrante: Dr. Marcus Reis (Vice-presidente da Comissão Especial de Direito Agrário e do Agronegócio da CFOAB. Autor do livro Crédito Rural – Teoria e Prática)
Palestrante: Dr. Luiz Viana (Vice-Presidente do Conselho Federal da OAB)
Palestrante: Dr. Ricardo Alfonsin (Presidente da Comissão Especial de Direito Agrário e do Agronegócio da OAB/RS, Autor dos livros: Crédito Rural – Questões Polêmicas e Dívidas Agrícolas)
Presidente: Dr. Antonio Zanette (Membro da Comissão Especial de Direito Agrário e do Agronegócio da OAB/RS, Autor do Livro: Contrato Agrário: Novos paradigmas do arrendamento e parceria rural.
15h: Aspectos da Tributação e Regulação Ambiental no Agronegócio.
Palestrante: Dr. Ary Raghiant Neto (Secretário Geral Adjunto do CFOAB)
Palestrante: Dr. Leandro Mosello (Vice-Presidente da Comissão Agronegócio da OAB/BA).
Presidente: Dr. Gilvan Antunes (Presidente da Comissão Especial do Agronegócio da OAB-BA).
16h Encerramento:
16h:30min: Posse da Comissão Especial do Agronegócio da OAB-BA


Publicado no portal Poder 360. Artigo de Thomas Traumann*
Os discursos do presidente Jair Bolsonaro são pendulares. Em um dia, ele diz que aqueles que fossem aos atos pró-governo para defender o fechamento do STF e do Congresso estariam “na manifestação errada”.
Durante as manifestações do domingo, repletas de ataques e pedidos de prisão do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, Bolsonaro preferiu destacar o “caráter democrático” dos atos. No domingo de manhã, o presidente definiu as aglomerações sendo contra “para aqueles que, com suas velhas práticas, não deixam que o povo se liberte”.
À noite, para a TV Record, ele anunciou que irá procurar Maia e o presidente do STF, Dias Toffoli, para “um pacto entre nós pelo Brasil”, mas também que “Centrão virou palavrão”, se referindo ao grupamento de 200 deputados essenciais para aprovar até nome de rua.
Dias depois, diante da repercussão negativa, recontou a história em uma transmissão no Facebook: “Quem me acompanhou ao longo de quatro anos, sabe que eu falava que precisamos de alguém no Supremo com o perfil de Moro. Não teve nenhum acordo, nada, ninguém nunca me viu com Moro (antes da eleição)”, afirmou.
Com o ministro Paulo Guedes é pior. Bolsonaro cansou de elogiar e reforçar sua confiança no ministro, ao mesmo tempo em que defendeu idade mínima de aposentadoria para mulheres abaixo do previsto na reforma da previdência, tentou intervir nos preços dos combustíveis e anunciou uma correção na tabela do imposto de renda.
As três ideias não haviam sido conversadas previamente com Guedes, foram descartadas cautelosamente pelo Ministério da Economia, mas revelavam um presidente não convencido da agenda liberal do seu ministro.
São inúmeros os exemplos das idas-e-vindas das declarações e atos de Bolsonaro. Ele anunciou a mudança da embaixada brasileira em Israel para Jerusalém, depois se contentou com um escritório diplomático e, por fim, deixou entreaberta a porta da transferência ser feita mais à frente.
Criticou duramente a China na campanha e depois confirmou uma viagem oficial a Pequim para agosto. Foi dúbio na possibilidade de apoiar o uso de território brasileiro para uma invasão da Venezuela para, depois de a hipótese ser rechaçada pelos militares, negar a possibilidade de intervenção brasileira.
Por repetidas vezes, Bolsonaro enalteceu a presença dos ministros militares no governo enquanto simultaneamente condescendia com os ataques pessoais de Olavo de Carvalho aos generais Hamilton Mourão e Santos Cruz.
Fosse outro o presidente que não Jair Bolsonaro seria possível concluir se tratar de um líder inseguro, fraco e volúvel. Mas não Bolsonaro. A ambiguidade do discurso presidencial é intencional, faz parte da construção do personagem de um homem sincero que chegou ao cargo mais alto do País.
É um método que vem desde os tempos nos quais o então deputado só tinha espaço em programas como o Superpop, CQC e Pânico na TV. Para ser chamado e garantir audiência nos programas, Bolsonaro cruzava fácil a fronteira do politicamente correto e exibia com orgulho teses de homofobia, racismo e misoginia.
Na campanha de 2018, perguntado por um executivo de banco sobre essas opiniões, Bolsonaro respondeu rindo “eu falava aquilo para chamar atenção. Ninguém ia olhar para mim se eu não fosse polêmico. Mas fora da TV eu sou outro”. O executivo acreditou e se tornou um defensor público do candidato.
Uma vez presidente, Bolsonaro manteve sua comunicação do “não é bem assim”. Toda vez que é confrontado com uma declaração polêmica, o presidente se diz mal compreendido e culpa a imprensa por distorcer suas palavras. É um método.
Na sexta-feira, 24, ao saber que Paulo Guedes havia ameaçado deixar o governo caso a reforma não fosse aprovada, Bolsonaro disse “é um direito dele, ninguém é obrigado a continuar como ministro meu”. Horas depois tuitou, “peço desculpas por frustrar a tentativa de parte da mídia de criar um virtual atrito entre eu e Paulo Guedes. Nosso casamento segue mais forte que nunca kkkkk”.
A capacidade de dizer, se desdizer e culpar os outros por não entenderem a mensagem não é exclusividade bolsonariana. O presidente americano Donald Trump vive se contradizendo e em muitos casos os dois usam uma tática peculiar de fazer política.
O primeiro impulso, em geral, se dirige ao núcleo de seus apoiadores históricos, aqueles que consideram chocante um vídeo obsceno de carnaval e que os estudantes protestantes do dia 15 eram “idiotas úteis”. Só depois da polêmica posta, há o recuo. Os estudantes se tornaram “inocentes úteis” e o vídeo divulgado pelo perfil oficial no twitter “não foi uma crítica genérica ao carnaval”. Assim, Bolsonaro agrada seu eleitorado hard-core para depois amenizar seu discurso para os militantes moderados.
Há muito de estratégia em algumas das ambiguidades. Ao revelar suas divergências com a agenda de Guedes, o presidente mostra que no fundo o seu coração está compromissado com as mulheres prestes a se aposentar, os caminhoneiros com orçamento estourado pela alta do diesel e a classe média espremida pelos impostos.
Lógico que, sim, ele apoia e entende os argumentos de Guedes, mas a sua sensibilidade popular está com o povão. Com Sergio Moro, o subtexto foi ardiloso. O ministro que havia vazado a sua irritação com o decreto armamentista e a falta de apoio presidencial ao pacote anticrime viu-se amarrado ao destino de Bolsonaro.
A comunicação do presidente não é linear e isso confunde seus aliados e adversários. As contradições, as provocações e os exageros fazem parte da natureza de Bolsonaro e não há nenhuma perspectiva de que ele vá mudar.
*Thomas Traumann, 51 anos, é jornalista, consultor de comunicação e autor do livro “O Pior Emprego do Mundo”, sobre ministros da Fazenda e crises econômicas. Trabalhou nas redações da Folha de S. Paulo, Veja e Época, foi diretor das empresas de comunicação corporativa Llorente&Cuenca e FSB, porta-voz e ministro de Comunicação Social do governo Dilma Rousseff e pesquisador de políticas públicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Dapp).







O dinheiro da venda do “triplex” do Lula, destinou-se a pagar dívidas da OAS. O juiz Mouro, julgador interessado na primeira instância, chegou a apresentar como prova um contrato de compra e venda sem assinatura. Levou um carão do réu.
Agora o dinheiro da venda do “sítio” do Lula entrará na conta no Fernando Bittar.
Em dezembro de 2017, pesquisa eleitoral indicava Lula com 34% das intenções de voto; Bolsonaro tinha 17% e Marina, 9%.
Em agosto de 2018, na pesquisa IBOPE, Lula tinha 37%, Bolsonaro 18% e Marina 6%, Ciro 5% e Alckmin 5%. Lula tinha mais votos que a soma de todos os candidatos.
Quase na mesma data, pesquisa Datafolha indicava:
Tudo isso quer dizer: Lula tinha que ser condenado na primeira instância, na segunda instância e ter todos os recursos recusados pelo STJ e pelo STF.
Pois não hai de ver que o desgraçado ia ganhar a eleição?
Daí prometeram um ministério e um cargo de ministro da Suprema Corte do País, que como juiz de piso e por méritos próprios o Mouro de Maringá jamais conseguiria.
Condenou Lula, fez uma força grande pra Lula não ganhar liberdade, instruiu a sentença da segunda condenação do ex-presidente e aí está, lépido e fagueiro, esperando a aposentadoria ou a morte de um dos 11 ministros do STF para assumir seu cargo de Guardião da Constituição até os 75 anos de idade.
Por outro lado, o Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou escabrosas transações em 39 imóveis de um deputado do Rio de Janeiro, conhecido como Flávio Bolsonaro, hoje Senador da República, e pouca gente está preocupada com isso.


“A produção do cacau na região oeste pode vir a ser um alento para a indústria cacaueira. As novas tecnologias para a produção da fruta em terras do cerrado brasileiro ampliam as nossas perspectivas de desenvolvimento econômico e abre um leque enorme de possibilidades para quem quer investir nessa área”, confidenciou o deputado.

“Mais do que volume de negócios, estamos focados em trazer as novidades e reunir toda o setor agrícola, agentes financiadores públicos e privados, poder público, empresas privadas, consultores, para que os agricultores possam incorporar as melhores tecnologias e o estabelecimento de regras justas para que os agricultores possam atingir as melhores produtividades. A Bahia Farm representa todo este desenvolvimento tecnológico vivenciado nos últimos 15 anos pelo setor agrícola”, afirma.


A liminar de Fachin cassou decisão de janeiro passado do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que havia derrubado decisão provisória anterior contra a venda pela Petrobras da unidade de gasodutos TAG.
Com a sentença do STJ, a Petrobras pôde fechar no mês passado acordo para vender 90% da TAG para um grupo liderado pela elétrica francesa Engie por 8,6 bilhões de dólares.
Mas Fachin disse que a decisão do STJ afrontou determinação anterior do ministro do STF Ricardo Lewandowski, “ainda que por vias oblíquas ou indiretas, ao permitir a continuidade do procedimento de venda de ativos sem a necessária e prévia licitação e sem a necessária autorização legislativa”.
“Não vejo espaço para, à míngua de expressa autorização legal, excepcionar do regime constitucional de licitação à transferência do contrato celebrado pela Petrobras ou suas consorciadas”, diz a decisão, obtida pela Reuters nesta segunda-feira.
Na liminar, Fachin destacou ainda que é necessário que o plenário do Supremo decida sobre se esses tipos de operações devem ou precedidos de “procedimento licitatório e autorização legislativa”.
A decisão relacionada às refinarias ainda cita um plano anterior da Petrobras, de vender 60 por cento da participação em ativos de refino e logística no Nordeste e Sul do país.
Ao final de abril, a Petrobras atualizou seu plano de venda de refinarias, dizendo que pretende vender oito unidades de refino.
A Petrobras e a Engie não comentaram o assunto imediatamente.
O Sindipetro Unificado-SP, um dos sindicatos que entrou com a ação contra os desinvestimentos, comemorou a liminar como “mais uma vitória” em seu movimento contra privatizações na Petrobras.
Os trabalhadores acusam o processo de venda de “uma série de irregularidades”, incluindo a dispensa de licitação, que segundo eles violaria a liminar anterior, do ministro Lewandowski, citada por Fachin.
As ações preferenciais da Petrobras operava em alta de cerca de 1% por volta das 15h30, enquanto o Ibovespa subia 1,5%.
Por Ricardo Brito da Reuters em Brasília, com reportagem adicional de Rodrigo Viga Gaier no Rio de Janeiro

O povão e o sr. Mercado estão frios com Bolsonaro. Quase gelando. O cenário que se desenha é de um Governo fragilizado. Que se encerrará com um golpe das forças de extrema-direita ou no dia 31 de dezembro de 2022.

Por José Luiz Tejon Megido, mestre em Educação Arte e História da Cultura pelo Mackenzie, doutor em Educação pela UDE/Uruguai e membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS)
Um estudo divulgado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) indica que há potencial no Brasil para mais do que dobrar os ganhos com embarques de produtos para o continente asiático.
O Brasil exportou 40,67 bilhões de dólares em produtos do agronegócio para China, Indonésia, Japão e Vietnã em 2018, ou cerca de 40% do total embarcado pelo segmento no período. Mas o país pode aumentar em 58,5 bilhões de dólares sua participação nesses mercados, totalizando 99,17 bilhões de dólares, ou seja, mais 144%.
Representantes da CNA, que integram a delegação que acompanhou a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, em viagem a China contaram que o mercado chinês é a grande promessa e pode gerar 20 bilhões de dólares a mais no futuro. Segundo a CNA, entre os produtos com maior potencial para alavancar as exportações, encontram-se o complexo soja, cereais, carnes bovina e suína, lácteos e frutas.
A CNA lembra que os chineses foram nossos maiores parceiros comerciais no ano passado, com movimentação recorde de 35,59 bilhões de dólares. Em 2018, o Japão também comprou 2,14 bilhões de dólares do agronegócio brasileiro e tem potencial para crescer 19 bilhões de dólares. A pesquisa da CNA destaca que cereais, carnes bovina e suína, madeira e soja em grão estão entre os itens com mais oportunidade de demanda no mercado japonês.
Já a Indonésia tem potencial para aumentar a compra dos complexos soja e sucroalcooleiro em 10,2 bilhões de dólares, e apenas no ano passado ficou em 1,26 bilhões de dólares as exportações. E o Vietnã pode render 9,3 bilhões de dólares, além dos atuais 1,68 bilhão de dólares que o Brasil já exporta do complexo soja, e de produtos florestais, têxteis e cereais, que representam cerca 70% desse potencial de crescimento.

A vida prega cada peça!


Nota da Redação:
É claro que as PMs e a Polícia Civil precisam ter armas em ordem. São fatos comuns armas travando e munição falhando, bem como coletes de proteção vencidos. Mas que a licitação deixa um gostinho de retribuição por verbas de campanha, em Caixa 2, isso deixa.

A Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento da Bahia (Sihs) participará, no período de 28 de maio a 01 de junho, da Bahia Farm Show, maior vitrine do agronegócio do Norte e Nordeste do Brasil.
Além de vitrine, a Bahia Farm Show também é palco de tomada de importantes decisões, já que a feira faz parte dos compromissos dos governantes, executivos públicos, CEOs de empresas, e muitos outros.
Nesse sentido, a Sihs, montará um gabinete itinerante, com o objetivo de atender às demandas relacionadas à Infraestrutura Hídrica e Saneamento, principalmente à região Oeste.
Na terça-feira (28), o Secretário de Infraestrutura Hídrica e Saneamento, Leonardo Góes, vai estar presente na abertura do evento, e à convite do CONSID – Consórcio Intermunicipal do Oeste Bahia, irá participar do Simpósio – Articulação e Ação Interterritorial, junto com representantes da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), da Secretaria de Agricultura (Seagri), do Banco do Nordeste, da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (AIBA), da Associação dos Criadores de Gado do Oeste da Bahia e do Sindicato dos Produtores Rurais de Barreiras.
A convite da Sihs, na quinta-feira (30), a baiana Anna Luísa Beserra, irá palestrar no Workshop – Idéia e Agro – Porteira aberta à Inovação, evento com o objetivo de discutir projetos de tecnologia e inovação para jovens acadêmicos. A jovem cientista criou o AQUALUZ, equipamento que filtra água de cisternas utilizando luz solar , desenvolvido para solucionar o problema da falta de água potável, muito comum principalmente em regiões castigadas pela seca.

A Polícia Rodoviária Federal na Bahia divulga o balanço operacional dos primeiros quatro meses do ano que demonstra o alcance além das metas estipuladas pelo Departamento para a Regional, quando considerados os indicadores de esforço como fiscalização de pessoas, de veículos, realização de testes de etilômetro, ações educativas, redução de acidentes, além de dados de apreensão de armas, munições, drogas e materiais contrabandeados, pessoas presas, veículos recuperados, animais silvestres resgatados e autuações realizadas.
Criminalidade
No combate à criminalidade, 221 veículos foram recuperados pela PRF neste quadrimestre, em razão de fraudes (como clonagem e adulteração) ou com registro de roubo.
As apreensões também alcançaram números expressivos: 1.011.990 maços de cigarro contrabandeados, 29 armas, 168 munições, 2.316 notas falsas, 809,75 kg de drogas (maconha, crack e cocaína) e 3.375 unidades de anfetaminas foram tirados de circulação. Além disso, quase 700 pessoas foram detidas, por crimes diversos, como tráfico de entorpecentes, crimes ambientais, exploração sexual e de trabalho análogo ao escravo, e mais de 400 animais silvestres foram resgatados.
Quando comparado com o mesmo período de 2018 (285.870 maços), a apreensão de cigarros correspondeu a um aumento de 254%, enquanto que a de drogas teve um incremento de 151,06% (no ano passado 322,53 kg de maconha, crack e cocaína foram apreendidas).
Fiscalização e Autuações
No tocante às fiscalizações com abordagem, foram realizadas 87.045 fiscalizações a veículos e 99.422 consultas a pessoas. No combate à embriaguez ao volante, foram realizados 65.727 testes de alcoolemia, quando comparado com o mesmo período do ano de 2018 (quando 49.272 fizeram o teste), houve um aumento de 33,4% de testes realizados. Até abril deste ano, 971 pessoas já foram autuadas por constatação no teste de alcoolemia, um aumento de 26,10% quando comparado com o mesmo período de 2018 (foram 770 pessoas autuadas por dirigir sob influência do álcool).
Ainda, foram realizadas 25.561 autuações por excesso de velocidade e 11.301 por ultrapassagens proibidas.
Outras modalidades de infrações também foram registradas, alcançando-se o total de 193.668 autuações.
Acidentes e Educação para o Trânsito
Embora a constatação da não observância das normas de trânsito por muitos usuários das rodovias, foi desenvolvido pela Regional um mapeamento e intensificação da fiscalização com o foco na redução de acidentes, nos pontos críticos de ocorrência de óbito ou lesões graves.
O resultado da implementação, desde 2011, de uma estratégia ousada, com um trabalho atuante e intenso da PRF na Bahia, fez com que se alcançasse, ao final do mês de abril de 2019, uma redução de 50,06% das mortes nas rodovias federais do estado, em comparação com os números de nove anos atrás, quando se deu início à Década de Ações pela Segurança no Trânsito 2011-2020, definida no âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU).
Isso significa que PRF na Bahia conseguiu atingir, com um ano e oito meses de antecedência, a meta estipulada de redução (50%) das mortes no trânsito no período de 2011 a 2020, definida no âmbito da ONU, na qual o Brasil, assim como diversos países, se comprometeu na prevenção e redução dessas mortes. Trata-se, segundo dados da Organização, da nona causa de mortes em todo o mundo.
No comparativo com o período de janeiro a abril de 2018, houve redução de 17,51% do número de acidentes (1.406 em 2019 contra 1.268 em 2018), do total de acidentes, 322 foram de natureza grave (redução de 12,73%), 324 tiveram feridos graves (redução de 10%) e houve 25% de redução nos acidentes fatais (123 mortes em 2019 contra 164 em 2018).
Complementam as ações de prevenção de acidentes, os trabalhos de educação para o trânsito que buscam a sensibilização de motoristas e passageiros da importância da construção de um trânsito mais seguro. Através destes projetos, a PRF na Bahia alcançou mais de 17.919 pessoas nos comandos específicos do Cinema Rodoviário e demais ações educativas promovidas pela Regional.
