








Atos em apoio ao governo de Jair Bolsonaro ocorreram neste domingo (26) em várias cidades do país. Os apoiadores defendem a reforma da Previdência, o pacote anticrime, o porte e posse de armas, além de ministros do governo como o da Justiça, Sergio Moro, e o da Economia, Paulo Guedes.
Em uma manhã de sol, os apoiadores se concentraram no gramado da Esplanada dos Ministérios, na altura do Palácio Itamaraty. Cinco carros de som ocupavam a pista com mensagens em apoio à agenda do governo federal como a Medida Provisória 870, da reforma administrativa, a reforma da Previdência Social (Emenda Constitucional nº 6/2019) e os projetos de lei que compõem o pacote anticrime. Os manifestantes também declaravam apoio à Operação Lava Jato e pediam a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Cortes Superiores, conhecida como Lava Toga.
A manifestação – convocada por movimentos como Ordem e Progresso; Limpa Brasil; e Organização Nacional dos Movimentos – foi marcada pela diversidade de participantes que criticavam o Supremo Tribunal Federal (STF), protestavam contra o Congresso Nacional e lideranças parlamentares. Alguns manifestantes defendiam a volta do regime monarquista.
Havia faixas também com dizeres favoráveis ao ministro Paulo Guedes e um boneco inflável de 20 metros que misturava a imagem do ministro Sergio Moro com o personagem de quadrinhos e cinema Super-Homem. De acordo com a Polícia Militar, o ato reuniu entre 15 e 20 mil pessoas.
Diversos movimentos estacionaram carros de som ao longo da Avenida Paulista, na região central da capital, para o ato de apoio ao governo de Jair Bolsonaro. Próximo ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), foi inflado um boneco gigante do presidente.
A maioria dos manifestantes que caminhava pela avenida, que aos domingos fica fechada para os carros, usava roupas verde-amarelas ou estava enrolado na Bandeira Nacional. Vários participantes levavam faixas e cartazes com as pautas do protesto, como o apoio à reforma da Previdência e ao pacote anticrime, apresentado pelo ministro da Justiça, Sergio Moro. Um grupo de motoqueiros passou em carreata pela Avenida Brigadeiro Luiz Antonio, que corta a Paulista.
Os manifestantes fizeram a concentração no Posto 5 da orla de Copacabana e se espalharam até o Posto 4. Durante a manifestação, que começou às 10h, as únicas faixas liberadas para o trânsito também foram ocupadas. Aos domingos, as faixas junto à praia são interditadas para área de lazer e as do canto, perto dos prédios, ficam liberadas aos motoristas.
Os participantes do ato começaram a chegar ao local por volta das 9h. Muitos deles vestiam roupas com as cores verde e amarela e carregavam faixas. Muitos levavam bandeiras do Brasil, que também estavam expostas nas fachadas de prédios. Ao longo das pistas, ambulantes vendiam produtos como cornetas, apitos e bandeiras, cujos valores variavam de R$ 5 a R$ 30.
A Polícia Militar não calculou o número de manifestantes. Mas agentes presentes ao local informaram que não foi necessário reforçar o esquema de policiamento de rotina realizado pelo 19º Batalhão de Polícia Militar (BPM) para os fins de semana na orla de Copacabana. Houve apenas o apoio do 2º BPM (Botafogo) e 23º BPM (Leblon) em áreas desses dois bairros próximos. A Guarda Municipal também estava presente para orientar o trânsito e participar do patrulhamento.
O ato na capital sergipana foi organizado pelo núcleo estadual do PSL e pelo movimento Sergipe com Jair Bolsonaro. Os manifestantes se reuniram, a partir das 15h, no Mirante da Treze de Julho, na Avenida Beira Mar.
Um vídeo veiculado no perfil do movimento mostra trechos da manifestação, em que pessoas seguram cartazes com os dizeres “Capitão, nenhum soldado desistiu da batalha. Estamos com você até o fim”, “Centrão, nós vamos dissolver vocês, um a um” e “A única coisa que coloca medo em político é o povo na rua”. Outras comparecem agitando bandeiras do Brasil e de Israel.
De acordo com José Egnaldo Chagas De Souza Junior, representante do movimento, 5 mil pessoas estão presentes no ato. A reportagem também procurou a Polícia Militar a fim de obter o número de participantes, mas a corporação disse que não informa estimativas de público.
Em Curitiba, a manifestação teve como ponto de partida a Praça Santos Andrade, onde está localizado um dos campi da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Por volta das 16h30, o grupo seguiu em direção à Praça Zacarias, a dois quilômetros de distância. Segundo o advogado Thiago Chamulera, um dos organizadores que afirma prezar pela “imparcialidade”, do que decorre sua escolha pelo afastamento de “grupos políticos”, o corpo de manifestantes foi aumentando, à medida que avançavam ao segundo local. Ele estima que, quando deixou o ato, por volta das 17h40, 20 mil pessoas se encontravam ali.
Na galeria de fotos e vídeos da página do evento no Facebook, é possível ver manifestantes vestindo camisetas com mensagens como “Curitiba sem mimimi” e o número 17 estampado nas costas, em referência ao número utilizado pelo presidente Jair Bolsonaro nas eleições. Um participante portava um cartaz que dizia: “Um novo Brasil começa a surgir… Os verdadeiros brasileiros agradecem!”
De acordo com os organizadores, o ato reuniu 15 mil pessoas. A Polícia Militar do estado, no entanto, informou que não faz estimativa de manifestantes em protestos.
Mais cedo, no Rio de Janeiro, ao participar de um culto na Igreja Batista Atitude, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, o presidente Jair Bolsonaro afirmou disse que a população está indo às ruas neste domingo para defender o futuro do país: “Hoje, por coincidência, é um dia em que o povo está indo às ruas não para defender o presidente, um político ou quem quer que seja. Ele está indo para defender o futuro desta nação”.
Material da Agência Brasil, editado por O Expresso. Os números dos manifestantes da Agência Brasil não são confirmados por outros veículos da grande mídia, mas preferimos publicá-los porque expressam a versão oficial.

– Creedo, meu querido periodista, essa palavra inserida no cartaz pode ser de mau augúrio. Lembra de Mussolini, que terminou pendurado pelos pés num posto de gasolina? Lembra de Sadam Hussein, que acabou enforcado depois de puxar saco de norte-americanos durante 15 anos?

O vereador de Salvador, Luiz Carlos Suíca (PT), soltou o verbo ao rebater o deputado bolsonarista, líder do PSL na Câmara Federal, Delegado Waldir (GO), que chamou a Bahia de “lixo” esta semana.
Para o edil, falta conhecimento de história, de ética e de civilidade para os defensores ‘ferrenhos’ do governo de Jair Bolsonaro (PSL). “Tem que respeitar o berço da Independência do Brasil. Ao menos 10 revoltas, que aconteceram aqui na Bahia, culminaram com ações nacionais, de interesse de todos os brasileiros. No dia 2 de julho, comemoramos a Independência da Bahia. Este estado, foi um dos mais combativos da história do Brasil, desde o período colonial. Somos de luta!”, descreve Suíca.
De acordo com o petista, “os políticos que atuam contra o Nordeste, que odeiam baianos e nordestinos, têm que ser marcados na história como conspiradores”. O vice-líder da oposição lembra que foi em Cachoeira, no Recôncavo Baiano, que começou as batalhas travadas pela conquista da Independência do Brasil, que tiveram início no dia 25 de junho de 1822. “Foi em Cachoeira que se iniciou o movimento que culminou na proclamação de Dom Pedro I como imperador. Isso sem contar nas belezas naturais que só aqui têm. Temos um litoral belíssimo, com praias paradisíacas, uma das mais lindas chapadas, a Chapada Diamantina, uma das maiores reservas de água do país. Cultura popular explosiva, intelectuais e músicos que nunca foram superados”, completa.
Para Suíca, a ideia de desmerecer a Bahia é também um pouco de “inveja”. Ele aponta que foi no estado baiano que Bolsonaro teve suas maiores derrotas.
“No primeiro turno perdeu com pouco mais de 23%, e no segundo foi de lavada. Bolsonaro teve 27% e Haddad mais de 72% dos votos válidos.
E não venha falar do PT não, que aqui foi onde mais reduzimos a pobreza, até mais que o Brasil, proporcionalmente falando. Então, é bom respeitar a história.
É fundamental respeitar as pessoas, o povo, mas os políticos ligados a Bolsonaro não sabem disso, só entendem de laranjal. Enquanto fazem fumaça, o Queiroz segue sumido. E nós seguimos no meio do caos governamental que essa turma colocou o país”, finaliza.




Tchutchuco é riquíssimo, dono de um patrimônio incalculável e acionista majoritário de um maiores bancos de investimentos do País.
Não está no Ministério para rasgar seda com os petistas, nem para ganhar aquele saláriozinho miserável de Ministro. Muitos menos por patriotada. Está lá para administrar os interesses da “Banca Voraz”, administrar um quinhão suculento da previdência privatizada e continuar sugando os fundos de pensão, como já fazia antes de se tornar o Postinho Ipiranga de Biroliro.

A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou, nesta semana, um projeto de lei que prevê o plantio de uma árvore para cada criança nascida em qualquer município brasileiro. De acordo com o texto, a árvore deverá ser plantada preferencialmente em área urbana.
Para a relatora da comissão, deputada Norma Ayub (DEM-ES), o texto une educação ambiental e conservação da natureza.
“Os municípios deverão promover plantios de árvores com dados dos registros de nascimentos em seus cartórios, contribuindo para a política nacional do meio ambiente, unindo educação ambiental e conservação da natureza, motivando as famílias a se engajarem em ações concretas”, afirma.
Segundo o PL, as empresas privadas vão poder participar da iniciativa em parceria com o poder público ou doar mudas de árvores. Além disso, a muda também poderá ser ofertada ao pai ou à mãe que solicitar em até 90 dias depois do nascimento da criança.
Caso necessário, o governo local vai poder solicitar todos os meses aos cartórios de registro civil a lista completa dos nascimentos ocorridos. O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, e Constituição, Justiça e de Cidadania. Da Agência do Rádio Mais.
Em Luís Eduardo Magalhães nascem mais de 2.000 crianças por ano. Ainda é pouco, mas é muito frente ao que se está fazendo.
Espera-se que a prometida retirada do lixão da área urbana dê lugar a um grande bosque, com mais de duas mil árvores.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) suspendeu preventivamente nesta sexta-feira (24) todas as operações da Avianca Brasil por questões de segurança. Segundo a Anac, “estão suspensos todos os voos até que a empresa comprove capacidade operacional para manter as operações em segurança”.
Segundo a agência, a empresa não conseguiu comprovar condições mínimas de segurança exigidas, como a manutenção das aeronaves. A empresa só poderá retomar as atividades quando demonstrar que cumpre todos essas condições.
Pilotos e comissários da Avianca Brasil fizeram greve nesta sexta (24) nos aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e Santos Dumont, no Rio de Janeiro.
A companhia aérea operava atualmente 37 voos, em média, por dia, no país.
Em nota, a Anac recomendou aos passageiros com voos marcados que entrem em contato com a Avianca e não se desloquem para o aeroporto.

Gerar consumo, emprego e renda parece ser algo incompreensível para o Tchutchuco Rentista e para o perdidinho Bolsonaro, mais preocupado no momento com a exportação do abacate.

Por Marina Amaral, codiretora da Agência Pública, na sua newsletter semanal.
“Espero que não venham pedir dinheiro para mim, que eu não sou o presidente deles. O presidente deles está em Curitiba”, afirmou sobre os governadores nordestinos, o presidente Bolsonaro em uma entrevista ao SBT, em janeiro. Em Curitiba, como se sabe, estava e está preso o ex-presidente Lula. Aliás, um parênteses: vale muito a pena assistir à entrevista de Glenn Greenwald, do Intercept, com Lula. Um belo e respeitoso duelo jornalista/político.
Mas voltando a Bolsonaro. Hoje, o presidente estará em Recife para um encontro com os governadores do Nordeste. Esperam-se manifestações contra ele, especialmente de estudantes, já que o Nordeste foi a região mais beneficiada pela criação de universidades federais.
Embora tenham se unido para enfrentar o anunciado boicote presidencial à região no início do mandato, os governadores adotaram um tom diplomático em relação à visita, segundo a Folha. “Acho importante que o presidente venha ao Nordeste, ouvir sobre a situação do Nordeste”, afirmou o governador da Bahia Rui Costa (PT).
Esperamos que o presidente compareça com discurso republicano, além dos já anunciados R$ 2,1 bilhões de acréscimo para o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (para obras de infraestrutura). Fraturar o país não anda se mostrando uma estratégia produtiva para a maioria dos brasileiros. Mas, depois de esvaziar as manifestações de domingo, por ele convocadas na esteira daquele estranho texto no Twitter, Bolsonaro parece ter recuperado um pouquinho de bom senso.
Não sabemos se isso deve às exortações de parlamentares do seu partido – como a neo-equilibrada Janaína Paschoal e a pragmática Joice Hasselmann, que sinalizou o perigo de defecções, a exemplo do MBL e do Vem pra Rua. Talvez o exercício de auto-contenção venha a conselho de gente mais graúda – do mercado, ainda à espera das reformas liberais, ou do Exército, que só assumiria o governo, na figura do vice, com mais um ano e meio de mandato do ex-capitão.
Também os filhos do presidente se distanciaram da batalha, contribuindo para amenizar o clima. Flávio, nocauteado pelo tsunami das investigações, se recolheu; Carlos, deu um tempo nos assuntos palacianos e voltou a ser vereador no Rio; e Eduardo deve estar mais preocupado com seu casamento no sábado a ser celebrado por um pastor midiático em uma festa para 250 pessoas. Vamos aguardar a transmissão da festa nas redes sociais.
Para nós, até o momento, o saldo do conflito do presidente com o Congresso, e com seus próprios apoiadores, parece favorável. Temos menos armas apontadas para nossas cabeças – com o recuo no decreto do porte de armas-; a Funai deve mesmo ficar no Ministério da Justiça, mantendo a atribuição de demarcar as terras indígenas – uma lição política do movimento indígena -; e o Coaf não vai se tornar órgão policial sob a batuta de Moro. Habemus instituições.
Que o Congresso e o STF – contra os quais Bolsonaro continua atiçando seus seguidores – mantenham sua independência. Afinal, a frase de Churchill pode ter virado clichê, mas até prova em contrário, continua sendo verdadeira:
“Ninguém pretende que a democracia seja perfeita ou sem defeito. Tem-se dito que a democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos”.

Já na contagem regressiva, os organizadores trabalham ininterruptamente para deixar tudo pronto
A partir da próxima terça-feira (28) os olhares do setor do agronegócio brasileiro se voltam para o maior evento agrícola do Norte e Nordeste, com o início da 15ª Bahia Farm Show. Até o sábado (1), a Feira será parada obrigatória de agricultores, pesquisadores, estudantes e das mais de 200 empresas expositoras que buscam no evento, uma vitrine estratégica para a divulgação das mais de 900 marcas de produtos e serviços em segmentos como o de sementes, insumos, softwares para o setor rural e até mesmo soluções do setor da construção civil, equipamentos elétricos, irrigação, geração de energia, dentre outros.
Com 95% dos espaços comercializados, a edição que comemora os 15 anos da Bahia Farm Show se ampara no otimismo de boas safras na região Oeste para um retorno positivo. A projeção dos organizadores é alcançar a casa dos R$ 2 bilhões em volume de negócios. Em 2018 a feira atingiu a marca histórica de R$ 1,891 bilhão. E para garantir o sucesso, os preparativos, já em fase final, são ininterruptos nos 144 mil m², área que comporta o evento. As equipes de montagens, jardinagem, eletricistas e pessoal de comunicação visual se revezam para deixar tudo pronto. Em média, são gerados 3.500 empregos diretos no período do evento, além dos indiretos, um reflexo real no aquecimento da economia, com superlotação hoteleira, esgotamento de passagens aéreas e movimentação do comércio em geral.
A principal novidade na edição de 15 anos é a ampliação da sua infraestrutura com um novo galpão do pavilhão coberto e capacidade para 62 novos expositores. Isto corresponde a um aumento direto de 30% do número de empresas e marcas dentro da feira. “Teremos também a implantação de dois novos espaços. O primeiro é a “Ilha da Segurança”, que vai abrigar entidades ligadas à segurança pública do Estado: polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros, Graer, Guarda Municipal e o Exército Brasileiro. O segundo é a “Ilha da Agricultura Familiar”, onde pequenos e médios agricultores de toda a Bahia vão poder demonstrar e comercializar os seus produtos trazendo o clima das feiras dentro das cidades com artesanato, doces, temperos, frutas, verduras, hortaliças. A presença deles demonstra a união de todos os agricultores, independente da escala de produção”, diz o presidente da Bahia Farm, Celestino Zanella.
O Complexo Bahia Farm Show oferece a expositores e visitantes uma infraestrutura com ruas 100% asfaltadas, dois restaurantes, dois auditórios, amplos estacionamentos, campo experimental com pesquisas do setor agrícola, além de área para test drive com exibições e performances do setor automotivo, posto médico, sanitários, área de lazer, bosque de espécies nativas, central de atendimento ao expositor e ao montador e segurança 24 horas. Estarão presentes sete instituições financeiras com linhas de crédito específicas para a setor. Pelo sexto ano consecutivo, a Bahia Farm Show vai reverter 20% da bilheteria para o Hospital do Oeste. Do valor de 15,00 reais, R$ 3,00 serão para contribuir com as ações da unidade hospitalar. A expectativa é que um público de 70 mil pessoas circule no espaço durante os cinco dias do evento.

De acordo com as informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), sistematizadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia – SEI, a Bahia gerou 10.093 postos de trabalho com carteira assinada em abril de 2019. O resultado decorre da diferença entre 55.305 admissões e 45.212 desligamentos. Trata-se do maior saldo do mês de abril desde 2014. O resultado superou, também, o saldo do mês de março, quando 2.569 postos de trabalho foram criados.
“Este resultado comprova o papel indutor do Governo da Bahia na geração de emprego, através de uma política consolidada de atração de novos empreendimentos, o apoio à indústria e a realização de obras estruturantes como é o caso de novas estradas, aeroportos, escolas, hospitais, sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário, dentre tantas outras. Vale destacar que a Bahia também é o Estado com maior porcentagem do orçamento destinada a investimentos em 2019, de acordo com dados divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional”, destacou o secretário do Planejamento, Walter Pinheiro.
O saldo de abril deste ano é superior ao registrado em abril de 2018, quando foram criados 1.976 postos de trabalho. Setorialmente, em abril, todos os segmentos contabilizaram saldos positivos: Agropecuária (+2.461 postos), Indústria de Transformação (+2.438 postos), Serviços (+2.328 postos), Construção Civil (+1.575 postos), Comércio (+772 postos), Serviços Industriais de Utilidade Pública (+212 postos), Administração Pública (+194 postos) e Extrativa Mineral (+113 postos).Em relação ao saldo de postos de trabalho, a Bahia (+10.093 postos) ocupou a primeira posição dentre os estados nordestinos e a quarta dentre os estados brasileiros em abril de 2019.
No Nordeste, apenas e Alagoas (-4.692 postos) e o Rio Grande do Norte (-501 postos) não geraram postos com carteira assinada. Todos os outros estados da região apresentaram desempenho positivo.
A Bahia (+10.093 postos) foi seguida pelo Maranhão (+6.681 postos), Ceará (+2.153 postos), Paraíba (+778 postos), Sergipe (+649 postos), Pernambuco (+425 postos) e Piauí (+7 postos).
Nos quatro primeiros meses do ano, a Bahia gerou 22.133 novos postos de trabalho, levando em conta a série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo.
Este resultado faz com que a Bahia ocupe a primeira posição na região Nordeste e a sexta no país quanto à geração de empregos.
No Nordeste, apenas a Bahia e o Maranhão (+3.470 postos) totalizaram saldos positivos. Em contrapartida, sete estados nordestinos totalizaram acumulados negativos.
Pernambuco (-25.698 postos) foi seguido por Alagoas (-21.796 postos), Paraíba (-7.629 postos), Rio Grande do Norte (-5.927 postos), Ceará (-5.624 postos), Sergipe (-4.031 postos) e Piauí (-2.803 postos).

O novo programa Minha Casa Minha Vida que deve ser anunciado pelo governo Jair Bolsonaro no início de julho prevê que os beneficiários mais pobres terão de alugar imóveis por um valor simbólico, em lugar do financiamento para aquisição da casa própria.
A medida é uma das alterações que são cogitadas para o principal programa de habitação do país, que será remodelado e ganhará novo nome.
A informação foi passada ao Estadão pelo o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto.
As alterações serão feitas apenas nas linhas destinadas a atender aos mais pobres, nas chamadas “faixa 1” (para famílias com renda até R$ 1,8 mil) e “faixa 1,5” (com renda até R$ 2,6 mil).
Na faixa 1 foram identificadas a maioria das falhas do programa, a exemplo da comercialização irregular de casas. Algumas famílias acabam vendendo os imóveis a terceiros para ganhar algum dinheiro e voltam à condição de vulnerabilidade.
O plano de “locação social” do governo Bolsonaro seria uma solução para combater essa falha.Com isso, a família poderá morar no imóvel, mas sem o direito de posse. A unidade seguirá, no papel, pertencendo ao Estado.
“Você presta o serviço de moradia, coloca um valor de aluguel compatível com as condições familiares, mesmo que ele seja muito baixo, mas não será esse recurso que vai financiar o imóvel e manter a administração do condomínio”, explicou Canuto.
Para ter direito ao aluguel, os beneficiários ainda terão de frequentar ações sociais do próprio governo, a exemplo de programas de capacitação. Devem ocorrer exceções para o modelo de aluguel em apenas três casos: quando a família for vítima de calamidade, removida de área de risco ou reassentada após uma obra do governo. Do jornal Metro.

Apesar das mudanças no conteúdo, o novo decreto das armas editado pelo presidente Jair Bolsonaro e publicado na última quarta-feira (22), no Diário Oficial da União, ainda mantém inconstitucionalidades, de acordo com uma nota técnica da Consultoria Legislativa do Senado.
De acordo com os técnicos, alguns pontos do novo decreto não apresentaram “modificação substancial” em relação ao decreto apresentado anteriormente e “extrapolam a regulamentação” do Estatuto do Desarmamento.
Em um dos trechos da nota, os técnicos explicam que, tanto o decreto antigo, como o atual, vão além da regulamentação, já que estabelecem direito e obrigação não previstos no Estatuto do Desarmamento, “mesmo que seja para suprir uma lacuna na legislação”.
O principal questionamento é em relação à ampliação de categorias que não precisam comprovar a “efetiva necessidade” do direito ao porte de armas. De acordo com a nota, “o decreto é, nesses pontos, exorbitante”.
Os técnicos ainda destacam que “apenas os agentes públicos que estão expressamente elencados no art. 6º do Estatuto do Desarmamento não necessitam comprovar a necessidade para obter o porte de arma.”
Os consultores ressaltam que não estão criticando “o mérito e a razão das escolhas administrativas” do decreto. A explicação é de que a análise é feita sobre as medidas contidas nele, uma vez que não condizem com o Estatuto.
A elaboração da nota técnica surgiu após pedido dos senadores Fabiano Contarato (Rede-ES) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que apresentaram um projeto pedindo a revogação dos dois decretos.
Na última quarta-feira (22), o governo alterou trechos do decreto após sofrer ações judiciais que questionavam as novas regras. Entre as alterações anunciadas estão o veto ao porte de fuzis, carabinas ou espingardas para cidadãos comuns. Da Agência do Rádio Mais.




XXXV Vaquejada de Formosa do Rio Preto
Programação:
30/05 (quinta-feira) – Concurso Miss Vaquejada, as 20 horas; Shows com Forró Lampejo e Jorginho Vidal, a partir das 22 horas;
31/05 (sexta-feira) – Shows com Caninana e Manu, a partir das 22 horas;
01/06 (sábado) – Shows no Palco Alternativo com artistas locais, a partir das 17 horas; Shows com Jefferson Moraes e DNA de Vaqueiro, a partir das 22 horas;
02/06 (domingo) – Shows no Palco Alternativo com artistas locais, a partir das 17 horas; Forró das Antigas (Limão com Mel e Magníficos), a partir das 22 horas.





Fonte: Publicidade








Bolsonaro em Cascavel: recuando, depois dos ataques à classe política.


Maior vitrine do agronegócio do Norte e Nordeste do país, a feira Bahia Farm Show 2019 terá um stand de serviços da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE). O espaço exclusivo será destinado à atração de investimentos, além de oferecer consultoria gratuita para quem deseja instalar um novo negócio no estado, com orientação sobre incentivos fiscais e de infraestrutura. O stand funcionará de 28 de maio a 1º de junho, das 9h às 19h, no Parque Farm, em Luis Eduardo Magalhães.
“Vamos divulgar as potencialidades do agronegócio, energias renováveis, setor sucroalcooleiro, dentre outras oportunidades de negócios disponíveis na Bahia. Assim, fortalecemos o papel institucional do Governo quanto a prospecção de investidores e o trabalho em rede com agentes financiadores, órgãos de classe e outros parceiros institucionais. Tudo isso, para viabilizar a instalação de empresas diversificadas na região Oeste e fortalecer a economia do estado, gerando mais emprego e renda”, destacou o vice-governador e titular da SDE, João Leão.
A presença da SDE este ano na feira é fruto de parceria firmada com a Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia (AIBA), que promove o evento. Uma equipe multidisciplinar da Secretaria estará dedicada ao atendimento de empresários.
No stand da SDE, empresários receberão orientação de como investir na Bahia e de como podem ser contemplados com os incentivos fiscais e de infraestrutura disponíveis. Conhecerão ainda o projeto do Complexo Sucroalcooleiro e terão acesso ao atendimento de uma unidade itinerante do SAC Empresarial
A Secretaria promoverá ainda um talk show sobre cases de sucesso do setor de Energias Renováveis do estado e fará assinatura de protocolos de intenções com empresas que irão se instalar na região. Também apresentará o estudo técnico sobre interiorização do Desenvolvimento Econômico com ênfase nos territórios de identidade Bacia do Rio Grande, Bacia do Rio Corrente e Velho Chico.


Informação do Varela Notícias, editadas por O Expresso.
Tenho visto péssimos exemplos de parlamentares em 53 anos como eleitor. Já fui assessor de imprensa em gabinetes da Câmara e mesmo quando criança conheci vários deputados federais na casa do meu avô, o saudoso Murilo dos Santos Sampaio. Mas nunca vi a Câmara dos Deputados com um nível tão baixo, ao ponto de excrescências como a citada na matéria ser líder do Partido do Presidente eleito.

Em mais um ano, a agricultura promovida por agricultores de pequeno e médio portes tem espaço garantido na Bahia Farm Show. Na edição comemorativa de 15 anos, a área será ampliada proporcionando a comercialização dos produtos alimentícios, artesanato e de plantas ornamentais.
Além de conferir as novidades em máquinas, equipamentos e implementos para o setor agrícola, quem visitar o Complexo Bahia Farm, a partir da próxima terça-feira (28), poderá prestigiar o espaço e comprar o que é produzido no campo e comercializado em feiras livres de toda a Bahia.
Dentre os itens que estarão disponíveis em 14 boxes poderão ser encontrados: bolos, doces, petas, tapioca, biscoitos, derivados de mandioca e do milho, mel, iogurte, queijo, picolé, artesanato, confecção em peças de algodão e plantas ornamentais.
Em apenas 4 dias, já foram apreendidos mais de 600.000 maços de cigarros nas rodovias federais da Bahia. No ano, a quantidade já se aproxima de 2.000.000 milhões de maços.
A PRF apreendeu um caminhão baú carregado com cerca de 550 caixas de cigarros de origem clandestina na tarde desta terça-feira (21), no Km 677 da BR 116, trecho do município baiano de Jequié, distante 370 quilômetros de Salvador.
Durante ações de fiscalização e combate ao crime, os policiais abordaram o caminhão VW/24.250 com placas de São Paulo que transitava pela BR 116 e, ao vistoriar o compartimento de carga, encontraram cerca de 275 mil maços de cigarros paraguaios.
A mercadoria, avaliada em mais de um milhão de reais, era transportada de forma oculta, encoberta por uma carga de repolho.
Questionado o condutor confessou que transportava o produto ilícito em meio a carga de verdura. Disse ainda que saiu da cidade de São Paulo (SP), com destino a Feira de Santana (BA).
O motorista, um homem de 37 anos, foi preso em flagrante e encaminhado à Polícia Judiciária local para os procedimentos cabíveis. Já o veículo e a carga de cigarros foram apresentados na Secretaria da Receita Federal de Vitória da Conquista (BA).
Recentemente foi sancionada a Lei 13.804, de 10/01/2019, segundo a qual o condutor que se utilize de veículo para a prática do crime de receptação, descaminho, contrabando, condenado por um desses crimes em decisão judicial transitada em julgado, terá cassado seu documento de habilitação ou será proibido de obter a habilitação para dirigir veículo automotor pelo prazo de 5 (cinco) anos.
Em 2019 a PRF na Bahia já apreendeu mais de 1,7 milhão de maços de cigarro, cujo montante do produto é avaliado em 8 milhões de reais. Estes números já superam a quantidade de 2018, quando foram apreendidos 1.150.000 maços.






Do g1.globo
O plenário da Câmara aprovou nesta quarta-feira (22), por votação simbólica, texto-base do projeto referente à medida provisória da reforma administrativa, que estruturou o governo do presidente Jair Bolsonaro e reduziu o número de ministérios de 29 para 22. A conclusão da votação depende da análise de dois destaques (propostas de alteração do texto), que ficou para esta quinta-feira (23).
A proposta aprovada pelos deputados no texto-base mantém o projeto da comissão mista do Congresso, que transfere do Ministério da Justiça e Segurança Pública para o Ministério da Economia o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), responsável pelo combate a fraudes financeiras e de lavagem de dinheiro.
Após a votação do texto-base, deputados apreciaram os destaques. Um desses destaques previa a manutenção do Coaf no Ministério da Justiça. Mas foi rejeitado por 228 votos a 210 (saiba como votou cada deputado). A votação representou uma derrota para o Palácio do Planalto e, especialmente, para o titular da Justiça, ministro Sérgio Moro, que defendia a manutenção do conselho subordinado à pasta.
Após assumir a Presidência da República, Jair Bolsonaro retirou o Coaf do extinto Ministério da Fazenda (atual Ministério da Economia) para o Ministério da Justiça, mas partidos de oposição e do Centrão pressionaram o governo para que o órgão ficasse vinculado ao Ministério da Economia.

Nesta quarta-feira (22), durante a oitava reunião da Comissão Especial do Complexo Intermodal da FIOL, o presidente Antonio Henrique Júnior apresentou um relato sobre a sua participação na audiência pública realizada na Câmara Municipal de Vera Cruz, onde vereadores, Ministério Público, ambientalistas, representantes da sociedade civil e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia fizeram um amplo debate sobre o impacto socioambiental que o projeto da ponte Salvador/Itaparica provocará nos municípios de Vera Cruz e Itaparica.
Antonio Henrique Júnior também parabenizou o governador Rui Costa e o vice João Leão pela assinatura do termo de unificação dos terminais do Porto Sul e a constituição da Sociedade de Propósito Específico (SPE), para a construção do empreendimento que será instalado em Ilhéus, no sul da Bahia, em evento realizado ontem no Salão de Atos da Governadoria.
“O Sistema Viário Oeste, o Porto Sul e Ferrovia Oeste-Leste são fundamentais para um novo ciclo de desenvolvimento econômico da Bahia. Torcemos para que esses projetos sejam logo concretizados, pois eles vão alavancar o crescimento do Estado por vários anos, impactando positivamente na qualidade de vida da população”, avaliou o parlamentar.



A fim de dar seguimento ao processo que chama de “readequação da rede de atendimento”, os Correios anunciaram o fechamento de mais 161 agências até o dia 5 de julho. Desse total, 12 estão na Bahia: oito em Salvador, uma em Feira de Santana, uma em Itabuna, uma em Luís Eduardo Magalhães e uma em Vitória da Conquista.
Com isso, o atendimento nessas unidades será absorvido por outras agências próximas, sem prejuízo da continuidade e da oferta de serviços e produtos, de acordo com a estatal. Os Correios afirmam que a maioria das unidades que serão desativadas ocupa imóveis alugados e está sombreada por outras. Então, a empresa defende que essa iniciativa visa assegurar maior produtividade e garantir unidades rentáveis, sem comprometer a universalização dos serviços postais.
Quanto ao quadro de funcionários dessas agências, os Correios afirmam que eles serão transferidos para outras agências ou poderão optar pelo reenquadramento de atividade.
Confira abaixo todas as agências que serão fechadas e unidades próximas que podem agregar os serviços:
Se existe uma estatal no País que merece a privatização, essa é certamente a empresa Correios. Ineficiente, com serviços caros, um monte de funcionários encostados e a tradicional politicagem de Governo nos cargos de direção.
A oficiala de justiça designada para citar o Presidente em exercício da Câmara de Correntina, Nilmar Alecrim Dourado, da decisão que afasta os suplentes do parlamento e empossa os vereadores afastados, está tendo dificuldades em localizar o dito cujo edil.

A filosofia é mais ou menos essa. Morde pela manhã pra ver a extensão do dano e assopra pela tarde depois de ver que exagerou. Assim se conduz o Governo brasileiro, se é que existe um grupo homogêneo de pessoas que possa receber esse rótulo.
Depois de sucessivas derrotas no Congresso e o anúncio de outras mais, ainda bem mais fragorosas que estão por vir, o presidente Bolsonaro resolveu emparedar o Parlamento com a força das ruas:
“O Brasil é um país maravilhoso, que tem tudo para dar certo. Mas o grande problema é a nossa classe política”. Na sequência, provocou os deputados. “Se a Câmara e Senado têm propostas melhores que a nossa, que ponham em votação”. À tarde, em outro evento nesta segunda-feira, ele assoprou. “Nós valorizamos, sim, o Parlamento brasileiro, que vai ser quem vai dar palavra final nesta questão da Previdência, tão rejeitada nos últimos anos”.
Bolsonaro não sabe jogar o jogo. Já se inimizou com meio mundo político, inclusive com a direita e com os militares que exercem cargos no Governo. Vai querer golpear e se tornar um rei como Napoleão? Quer o poder absoluto? Este é o melhor caminho para um fim trágico.
O agrupamento mais volumoso que ele já comandou foi uma companhia de Infantaria. O mesmo que fiz ainda no estágio de serviço da formação de aluno do CPOR de Porto Alegre. Aspirante, estrela furada, comandei um esquadrão (equivalente a uma companhia) do 4º Regimento de Cavalaria, na falta de um oficial mais antigo, porque o capitão que o comandava quebrou o pé no salto de um obstáculo na pista de hipismo.
Temo que eu tenha me saído melhor que Bolsonaro, pois não fui expulso da corporação como ele e ainda recebi a promoção para 2º Tenente, conforme reza a minha Carta Patente de oficial R2.

O governo federal publicou hoje (22) novo decreto que altera regras do Decreto nº 9.785, de 7 de maio de 2019, que trata da aquisição, cadastro, registro, posse, porte e comercialização de armas de fogo no país. Em nota, o Palácio do Planalto informou que as mudanças foram determinadas pelo presidente Jair Bolsonaro “a partir dos questionamentos feitos perante o Poder Judiciário, no âmbito do Poder Legislativo e pela sociedade em geral”.
O novo decreto (nº 9.797, de 21 de maio 2019) está publicado no Diário Oficial da Uniãodesta quarta-feira (22).
Entre as alterações está o veto ao porte de armas de fuzis, carabinas ou espingardas para cidadãos comuns. Além de mudanças relacionadas ao porte de arma para o cidadão, há outras relacionadas à forças de segurança; aos colecionadores, caçadores e atiradores; ao procedimento para concessão do porte; e sobre as regras para transporte de armas em voos, que voltam a ser atribuição da Agência Nacional de Aviação Civil.
Também foram publicadas hoje retificações no decreto original que, segundo a Presidência, corrige erros meramente formais no texto original, como numeração duplicada de dispositivos, erros de pontuação, entre outros.
Pelo visto, fuzilaria entre vizinhos alterados e motoristas irados ficou adiada sine dia. No entanto, os níveis de loucura da jovem democracia continuam crescentes.
“Me respondam uma coisa: Luís Eduardo Magalhães não tem nenhuma rua sem infraestrutura, certo? Porque, com todo esse dinheiro pago a uma única empresa é impossível termos ruas sem estrutura em nossa cidade. Lembrando que, todo esse valor é apenas para uma única empresa. Onde estão as máquinas? Onde estão as obras? O dinheiro já foi embolsado pela empresa, e Luís Eduardo Magalhães está como? Abandonada”.