
Quem imaginou que o atual presidente Jair Messias Bolsonaro, autor de agressões verbais a colegas como a deputada Maria do Rosário e jornalistas, também do sexo feminino, seria um abusador da própria mulher.
Ex-aliado de Jair Bolsonaro, o deputado Julian Lemos acusou o presidente Jair Bolsonaro de bater na primeira-dama Michelle Bolsonaro no palácio. O parlamentar, que rompeu com o presidente, foi expulso do convívio do Presidente por fofocas de Carlos Bolsonaro: “É apenas uma poodle nervosa”.

A expressão de Michelle denuncia.
Em entrevista ao podcast Arretado, Julian Lemos contou que Bolsonaro “deu uns tapas” em Michelle após ela trocar a prótese de silicone e “agora deu uns empurrões nela”. Segundo ele, o casamento é de “fachada”.

Apae de Ijuí diz ter doações canceladas após ser incluída em lista de ‘boicote a petistas’: ‘faz falta para a merenda’ http://glo.bo/3TgWGiJ #g1RS
Especialista em direito administrativo afirma que pessoas atingidas devem reunir provas para ingressar com ações judiciais. Reportagem do g1 reuniu relatos de empresas e profissionais pressionados por não apoiarem Bolsonaro.
A divulgação de listas de boicote a empresários e profissionais liberais identificados como petistas se espalha por diversas regiões do Rio Grande do Sul. As mensagens são compartilhadas por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL), desde o dia 30 de outubro, quando Lula (PT) venceu as eleições.
Um advogado especialista em direito administrativo e eleitoral ouvido pelo g1 explica que a exposição de empresas e pessoas físicas nas redes sociais podem configurar uma atitude ilícita.
“A liberdade do voto é garantida na Constituição, portanto, ninguém pode fazer boicote algum por conta do resultado de uma eleição”, diz José Luiz Blaszak.
Ex-juiz do Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso, ele identifica ao menos dois enquadramentos legais.
“Pode cair, no meu entendimento, em duas figuras ilícitas que podem configurar crime. A primeira é o dano moral. A segunda seria no âmbito comercial, uma concorrência desleal. Nada mais, nada menos, o que se quer é atingir o comércio do empresário petista”, explica.
O caso da concorrência desleal, segundo o advogado gaúcho, seria quando empresários do mesmo ramo de alguém mencionado na lista promoveriam o ataque. Blaszak cita um processo envolvendo duas empresas paulistas, fora do contexto eleitoral, em que uma divulgaria mensagens contrárias à concorrente em um aplicativo.
“Qualquer assunto em que faça uma abordagem pejorativa ou ofensiva a uma empresa, ela pode sofrer danos morais. Sempre se vinculam os danos morais à pessoa física, mas a pessoa jurídica também pode sofrer”, diz Blaszak.
Assédio eleitoral ‘invertido’
O especialista faz uma comparação com outro tipo de caso bastante comentado durante as eleições: assédio ou coação eleitoral. Nesse tipo de abordagem, empresas pressionam funcionários, fornecedores ou clientes para que votem em um determinado candidato ou evitem outro.
No caso dos boicotes, por eles acontecerem após o dia do voto, a escolha do eleitor não seria prejudicada.
“A primeira linha que veio para mim é que, se fosse antes da eleição, seria assédio eleitoral ‘invertido’, uma outra figura de assédio eleitoral. Como foi depois da eleição, pode ter uma extensão de ilícito eleitoral, mas talvez sem potencialidade, porque o centro da linha do assédio eleitoral é o voto. [o boicote] estaria no âmbito desse perfil da ilicitude”, afirma Blaszak.
Como proceder
O advogado afirma que a pessoa ou empresa atingida deve buscar reparação aos danos sofridos. José Luiz Blaszak sugere que as listas de boicote sejam registradas em cartório, por meio de uma ata notarial.
“Essas pessoas atingidas precisam formar prova. A melhor forma de formar essa prova é fazer uma ata notarial, é ir no cartório e pedir para fazer uma cópia do que está no celular ou no site. Aí o advogado pode ingressar contra essas pessoas”, fala.
Entenda
Uma série de empresas e profissionais liberais do RS relata que apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) divulgam nas redes sociais listas incentivando boicote a quem seria petista. Pessoas que não declararam voto ao presidente também seriam pressionadas.
O g1 reuniu quatro relatos de moradores de Sananduva, Gravataí, Teutônia e Porto Alegre, cidades do Rio Grande do Sul, incluídas em listas ou expostas em redes sociais por conta de seus posicionamentos políticos (ou da falta de posicionamento).
“Eles criaram esse grupo começando a retaliar esse pessoal, colocando que eram todos petistas, dizendo que não era para colocar dinheiro ali”, diz um comerciante de Sananduva, que prefere não ser identificado. Ele levou o caso à Polícia Civil, que ainda não definiu o enquadramento dado aos relatos.
Em Teutônia e Gravataí, as listas geram constrangimento aos expostos como “petistas”, mesmo não manifestando apoio ao partido. “O que me chateou foi que alguns empresários incentivaram isso sem perceber que, em algum momento, eles podem ser boicotados”, afirma um homem que trabalha com imóveis.
Na Capital, Porto Alegre, uma nutricionista teve o posicionamento exposto na rede por uma apoiadora de Bolsonaro. Apesar da recomendação contrária da seguidora, a profissional foi procurada por novos clientes, solidários a ela depois da repercussão.
Matéria publicada originalmente em g1.

Atual governador da Bahia, Rui Costa não concorreu a nenhum cargo eletivo em 2022 e é cotado para Ministério das Cidades no governo Lula. (Foto: LUCIO TAVORA/AFP via Getty Images)
O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) formalizou o convite para Rui Costa (PT), governador da Bahia, integrar o novo governo. A proposta foi feita durante a estadia de Lula no estado nordestino, onde tirou quatro dias de descanso após a vitória nas eleições.
Segundo informações do jornal Valor Econômico, Costa deverá gerir o Ministério das Cidades, extinto no governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) e fundido ao Ministério do Desenvolvimento Regional. A pasta deverá ser recriada na nova gestão.
Costa está finalizando o segundo mandato como governador e não concorreu a nenhum cargo eletivo neste ano. Segundo o jornal, o nome dele já era cotado para o primeiro escalão de uma futura gestão de Lula e chegou a ser mencionado para a Fazenda.
Segundo interlocutores consultados pelo Valor Econômico, Rui é reconhecido pela responsabilidade fiscal. Contudo, o presidente eleito avalia o petista baiano exitoso em tocar obras.
Durante os oito anos, ele tocou o metrô de Salvador e a ponte de Itaparica-Salvador, dois importantes contratos de Parceria Público-Privada (PPP).
Além de Rui Costa, o senador eleito e ex-governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB-MA) também terá lugar nos ministérios de Lula. O ex-juiz federal deverá assumir a pasta de Justiça ou o Ministério da Segurança Pública, caso seja confirmado o desmembramento dos dois, que são atualmente integrados.
Do time de ex-governador de estados nordestinos, também poderão ocupar o primeiro escalão:
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o ex-governador do Piauí e senador eleito Wellington Dias (PT), visto como nome para a Casa Civil ou equipe econômica;
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o ex-governador do Ceará e senador eleito Camilo santana (PT), mencionado para a Educação;
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e a atual gestora cearense, Izolda Cela (sem partido), que também tem forte vínculo na área da educação e teria sido indicada por Camilo para liderar o MEC
Em Rio do Sul (SC), a PRF foi atacada por manifestantes que bloqueiam na BR-470 e a corporação solicitou apoio da Polícia Militar
De acordo com matéria no UOL, no Pará a PRF foi recebida a tiros, no bloqueio da BR-163 em Novo Progresso, durante operação nesta segunda-feira (7/11) para tentar desobstruir a via. De acordo com o texto, um agente ferido.
Enquanto o novo governo não assumir, teremos repetições desses fatos. Sediciosos armados, radicais, tentanto impor à força as determinações de seus patrocinadores. São covardes e atacam até estudantes menores de idade.
As autoridades de Saúde do Rio de Janeiro confirmam circulação da Ômicron BQ.1. A Fiocruz confirmou um caso dessa subvariante. Veremos uma nova onda da doença. A recomendação deve ser:
Dose de reforço da vacina contra a Covid-19 em dia;
Imunocomprometidos e idosos usem máscara em locais fechados.
Ruy Azevedo – diretamente da Bahia
O tema não é novo e já foi abordado por Bráulio Tavares e Ivanildo Vilanova no cordel Nordeste Independente, mas já que querem vamos lá!
Dividiremos o país conforme a votação de cada candidato. Ficamos com MG, AM, PA, AP e os 9 estados nordestinos. Vocês ficam com os outros 13 e o DF.
Nós ficamos com Lula e Alckmin, vocês com Bozo e Braga Neto. Podem ficar com Brasília e os palácios. Nós faremos de Salvador a nova capital administrativa, pois já tem experiência de ter sido a primeira. Nosso palácio será o Tomé de Souza. O STF levaremos para Recife, onde existe a antiga Faculdade de Direito de PE, ficamos com os 9 ministros do PT, nem precisa de completar pois nenhuma votação terminará empatada.
Vocês ficam com Nunes Marques e André Mendonça e o presidente de vocês nomeia todos os outros.
Calma, falta o legislativo. Vocês ficam com os seus deputados federais e senadores eleitos, nós com os nossos. A sede será em Belo Horizonte, afinal mineiro é muito articulador. Aqui proponho umas trocas, no pau, sem volta. Vocês ficam com Arthur Lira e a gente pega Boulos. Vocês ficam com Rogério Marinho e nos dão Simone Tebet.
Pra não esquecer de misturar religião e política, vocês levam Divaldo Franco em troca pelo Pastor Henrique!
Na área cultura vocês levarão enorme vantagem, mas podem ficar com todos os intelectuais da agro-serto-univerversity-music, riscando os chifres no chão. A gente vai quebrando o galho aqui com Alceu, Caetano, Gil, Zeca Baleiro, Lenine, Chico César…
Podem ficar com o Caxias como herói daí, elevaremos Zumbi e Dandara à condição de heróis nacionais.
Podem continuar com seus milhões de hectares de milho, soja e algodão, afinal aqui também temos o oeste da Bahia, Sul do Piauí e Maranhão. Produziremos ainda Cacau, Café, Cana, Feijão, Cupuaçu, Açaí, Coco, Boi, Bode, Frango, Leite, Minério de ferro…
A Amazônia, maior bioma do mundo será nosso, quase todo, mas vocês terão um tiquinho no AC, RR,RO. O Cerrado a gente já tá dividindo. A mata atlântica daremos um pouquinho mais pra vocês, pra não ter tanto choro, mas a caatinga é toda nossa, nem vem!
As montanhas e cachoeiras de minas e da Chapada Diamantina já tem dono, fiquem quietos, assim como os Lençóis Maranhenses e o Parque das Sete Cidades no Piauí.
Belo Monte e Jirau, Tucuruí, Furnas/Três Marias, Sobradinho, Paulo Afonso e Xingó, serão nossas, mas por enquanto não cobraremos royalties e nem deixaremos os irmãos no escuro (se é que ainda enxergam). Também podemos trocar por combustível, mas se vocês não quiserem compraremos baratinho da Venezuela pois chegará rapidinho ao Porto de Pecém, no CE.
A maioria das tribos indígenas e quilombolas serão nossas. As trataremos como merecem e não lhes roubaremos as terras. Garimpeiros, pescadores, madeireiros e caçadores ilegais serão devolvidos a vocês, com todo o prazer. As armas e tralhas serão empilhadas na Noite da Grande Fogueira.
Vocês serão sempre benvindos para as nossas praias de eternas águas quentes. Tragam os bolsos cheios de dinheiros, pois será cobrada taxa extra por cada desaforo e não se esqueçam do cartão de vacina.
Podem ficar com a bandeira. A nossa será a de MG, só mudaremos a frase: A LIBERDADE TALHA MAS NÃO FALHA
O hino também é de vocês. Adotaremos o hino do Sr do Bomfim, executado por uma orquestra de frevo.
A data da nossa Independência será mudada também para 30 de outubro de 2022
Pra finalizar, estamos aceitando solicitação de nacionalidade até o final de 2023, sem muita burocracia. Após esse prazo, será muito mais difícil.
Ah, tava me esquecendo o Ciro tá indo como brinde!

Da Reuters
A indústria de aves e suínos teve cerca de 45% da capacidade de abates afetada pelos protestos nas estradas do Brasil realizados desde domingo por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, após sua derrota nas eleições para Luiz Inácio Lula da Silva, estimou nesta quinta-feira uma fonte do setor.
Segundo o interlocutor, que falou à Reuters na condição de anonimato, os frigoríficos atingidos estão com os abates totalmente paralisados ou reduzidos, e o cenário mais crítico é visto no Estado de Santa Catarina.
“Não pode abater se não tiver como dar condição de segurança sanitária para o produto, se não tiver como estocar, e as câmaras frias estavam todas em uso porque caminhões estavam indo para o porto e não voltavam”, disse a fonte.
Apesar dos gargalos, as rodovias vêm sendo liberadas após um pedido de Bolsonaro. Atualmente, somente duas estradas estão totalmente bloqueadas, embora ainda haja interdições em cerca de 30 estradas, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal.
(Reportagem de Nayara Figueiredo)
Potifar, o Eunuco do Faraó, já mandou recado dizendo que vai dar no pé do País antes do final do mandato para não ter que passar a faixa para o seu adversário. Para os progressistas não deixa de ser uma dupla satisfação.
A primeira, não conspurcar a cerimônia festiva com a sua figura nefasta. A segunda, a agonia política do Incitatus, que afasta qualquer hipótese de uma ressureição nos próximos anos.
Ficam órfãos, milhões de idiotas espalhados por todo o País, inclusive aqueles que estendem o braço em saudação nazista e mamadores oficiais como aquele piloto de Fórmula 1.

O governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) estourou o teto de gastos em R$ 213 bilhões. Os valores, que foram executados fora do orçamento, foram levantados pela IFI (Instituição Fiscal Independente), órgão vinculado ao Senado Federal.
O teto de gastos foi uma medida criada pelo Congresso Nacional em 2016 através da PEC 95 (Proposta de Emenda à Constituição). A regra alterou o regime fiscal e limitou os gastos públicos por 20 anos, ou seja, tem vigência até 2036.
De acordo com apuração do portal Metrópoles, Bolsonaro negociou, desde 2019, ao menos cinco emendas constitucionais para gastar além do que a norma do teto estipula.
A mais recente articulação foi a aprovação da PEC dos Auxílios, no mês passado. Com a aprovação da medida, o governo vai poder desembolsar R$ 41,2 bilhões em benefícios sociais em pleno ano eleitoral. Esses recursos têm impacto direto nas contas públicas e estão fora do teto.
A proposta alavancou o programa Auxílio Brasil, que de R$ 400, vai agora distribuir R$ 600 aos mais pobres. Além disso, a PEC vai disponibilizar um crédito de R$ 1 mil para caminhoneiros autônomos, além de um auxílio para taxistas. Esses e outras medidas, como ampliação do vale-gás, terão validade até dezembro deste ano.
Déficits continuados
Quando o texto foi criado, ainda na gestão de Michel Temer (MDB), o país passava por recessão marcada pela crise fiscal. Gastava mais do que arrecadava e acumulava sucessão de déficits primários. Dessa forma, o argumento utilizado era que a regra orçamentária iria controlar os gastos públicos e que as despesas da União só poderiam crescer o equivalente ao gasto do ano anterior, sendo este corrigido pela inflação.
Na última semana, o ministro da Economia Paulo Guedes, reconheceu que o governo descumpriu o teto, mas alegou que a medida foi necessária para socorrer os “mais frágeis” por meio do pagamento de auxílios durante a pandemia de coronavírus e a guerra entre Rússia e Ucrânia. De acordo com o ministro, a transgressão do teto foi feita com “responsabilidade fiscal”.
Do br.noticias.yahoo.com