Barbárie: Bolsonarista fanático assassina petista em festa de aniversário.

Marcelo Arruda em sua festa de aniversário de 50 anos. Ele usa camiseta preta com estampa do rosto do ex-presidente Lula. Ao fundo, uma toalha vermelha de Lula com a frase "pro Brasil sorrir de novo"

Foto de André Alliana.

A arruaça generalizada que Jair Messias quer espalhar pelo País, durante o período eleitoral, intimidando adversários políticos, está em pleno desenvolvimento. Primeiro foi o drone espalhando veneno em concentração de petistas, depois a bomba caseira na Candelária, no Riom e agora um assassinato amplamente qualificado, planejado, dissimulado e sem oportunidade de defesa à vítima. O ódio está nas ruas, estimulado pelo Presidente da República.

O guarda municipal Marcelo Arruda, um dos líderes do Partido dos Trabalhadores em Foz do Iguaçu (PR), foi morto a tiros na madrugada de domingo (10), na sua festa de aniversário de 50 anos, cujo tema era o partido e o ex-presidente Lula.

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O autor dos disparos, o agente penitenciário Jorge José da Rocha Guaranho, invadiu a festa, que ocorria em um clube, pouco depois de passar de carro ameaçando os presentes. Antes de invadir a festa, o homicida gritou:

“É o Bolsonaro, seus filhas da puta, seus desgraçados! É o mito!”.

Segundo testemunhas, nesse primeiro momento ele mostrou estar incomodado com a decoração temática da festa e gritou palavras de apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PL) com uma arma em punho. Guaranho estava acompanhado de uma mulher e um bebê, que tentaram dissuadi-lo.

A Polícia Civil do Paraná vazou a informação de que o assassino tinha morrido.

Arruda era tesoureiro local do PT e foi candidato a vice-prefeito da cidade em 2020. Ele deixa a mulher e quatro filhos, um deles bebê.

O partido repercutiu o caso. “Mais um querido companheiro se foi nessa madrugada, vítima da intolerância, do ódio e da violência política”. A nota diz ainda que “desde o começo do ano, quando lançou uma Campanha Nacional contra a Violência Política, o PT vem alertando a sociedade brasileira e as autoridades dos vários Poderes da República para a escalada de perseguição a parlamentares, filiados e filiadas, militantes de movimentos sociais e de outros partidos de esquerda e o crescimento da violência política no país”.

No Twitter, o ex-presidente Lula se pronunciou sobre o caso. “Uma pessoa, por intolerância, ameaçou e depois atirou nele, que se defendeu e evitou uma tragédia maior. Duas famílias perderam seus pais. Filhos ficaram órfãos, inclusive os do agressor. Meus sentimentos e solidariedade aos familiares, amigos e companheiros de Marcelo Arruda”, escreveu Lula.

A frase do então candidato em 2018, ressoa nos ouvidos dos fanáticos:

“Vamos fuziliar a petralhada!”

Com informações do jornal Nexo, editadas.

Bolsonaro virou apenas uma rainha da Inglaterra

“Bolsonaro virou só uma rainha da Inglaterra”

A procuradora Élida Graziane, do Ministério Público de Contas de São Paulo, disse em entrevista ao Estadão que o “caos” criado com a PEC Kamikaze, que institui estado de emergência e amplia o pagamento de benefícios sociais a três meses das eleições, é uma opção deliberada de quem tem o poder da caneta.

“É tapetão”, afirmou. “Deixam tudo na iminência dos próprios prazos, depois de fazer uma chantagem terrível com alimentação dos famintos.”

Para Graziane, o que se pretende alcançar com o que ela chama de “feudalismo fiscal” é ampliar o poder do semiparlamentarismo orçamentário.

“Esse modelo em que o Arthur Lira [presidente da Câmara] já é de fato o primeiro-ministro do Orçamento”, disse.

“Não terá apaziguamento se não voltarmos à base, que é ordenar legitimamente prioridade. Talvez desconstitucionalizar alguns dispositivos e fortalecer o planejamento, o Pacto Federativo. Só que, nesse momento, o Congresso não cede poder. O Congresso está fortalecido.

O Lira tem mais poder do que Bolsonaro. É nele que temos de começar a focar (…) O Bolsonaro é só e tão somente uma espécie de rainha da Inglaterra. Ele tem o poder de narrativa, mas não tem o poder real.”

Do Antagonista

Mas não respeitam nem o prazer castrense? Vai vendo…

08.jun.22 – Ministro da Defesa, General Paulo Sérgio Oliveira, fala à Câmara sobre compras de Viagra pelo Exército

A área técnica do TCU (Tribunal de Contas da União) identificou superfaturamento na aquisição de 15.120 unidades de citrato de sildenafila, principio ativo do Viagra, pelas Forças Armadas. De acordo com o órgão, os comprimidos foram comprados a R$ 3,65, o dobro do preço médio do medicamento.

O ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, disse em depoimento à Comissão de Fiscalização Financeira e Seguridade da Câmara dos Deputados que a aquisição de Viagra pelas Forças Armadas foi legal e visou atender demandas legítimas dos militares.

O relatório foi elaborado a partir de uma representação feita pelo deputado federal Elias Vaz (PSB-GO) e pelo senador Jorge Kajuru (Podemos-GO).

O documento orienta o TCU a determinar prazo de 90 dias para que o Hospital Naval Marcílio Dias, no Rio de Janeiro, “adote as medidas administrativas pertinentes para apuração do débito e outras ao seu alcance, sem prejuízo de requerer ao órgão jurídico da estatal que adote as medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis, com vistas à obtenção do ressarcimento do débito apurado, em valores devidamente atualizados”.

O parecer justifica as recomendações com base na constatação da compra, decorrente do Pregão Eletrônico 106/2020, de 15.120 comprimidos de sildenafila 25mg pelo valor unitário de R$ 3,65, enquanto o valor médio no Painel de Preços do governo federal para o período é de R$ 1,81, e o Hospital Central do Exército, por meio do Pregão Eletrônico 99/2020, registrou o preço de R$ 1,50.

A data da compra para atender a Marinha é 7 de abril de 2021. Já a da compra que atendeu o Exército é 14 de abril de 2021. O deputado Elias Vaz também acionou o TCU sobre suposta compra milionária de Viagra com indícios de superfaturamento de até 550%.

O congressista identificou contrato firmado entre o Comando da Marinha e o laboratório EMS S/A para fornecimento de mais de 11 milhões de comprimidos de citrato de sildenafila de 20, 25 e 50 miligramas de 2019 a 2022.

Uma varredura no Portal da Transparência e no Painel de Preços mostrou que, nos empenhos autorizados pelo governo federal, cada comprimido custa entre R$ 2,91 e R$ 3,14.

O relator também é o ministro Weder de Oliveira e o processo aguarda parecer da equipe técnica.

Por Weudson Ribeiro, em colaboração para o UOL, em Brasília

“A raposa cuidando do galinheiro”: analistas explicam impacto de nova privatização no pré-sal.

Grandes petroleiras estrangeiras operando para aumentar margem de lucro. 

O que o ministro Paulo Guedes quer com a possível privatização da PPSA é arrecadar mais. Não importa se o país vai perder com essa privatização mais à frente, não importa se a indústria nacional vai perder esse importante veículo de estímulo, não importa se os empregos vão ser gerados em outros países. Com certeza tem um viés ideológico”.

O governo do presidente brasileiro, Jair Bolsonaro (PL), estuda privatizar a estatal responsável por gerenciar contratos da União para exploração do petróleo do pré-sal, a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA). A Sputnik Brasil ouviu três especialistas para explicar o impacto da possível venda de mais um ativo ligado ao setor de energia brasileiro.

Por sugestão do ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, a PPSA, estatal responsável por gerenciar os contratos da União para exploração do petróleo localizado no pré-sal, foi incluída em estudos de possíveis privatizações. Especialistas apontam que em caso de venda da estatal, o governo pode perder a gestão de US$ 122,7 bilhões (cerca de R$ 662 bilhões).

Logo em seguida, no início de junho, o governo Bolsonaro apresentou um projeto de lei que autoriza a venda dos contratos da empresa, apontando até R$ 398,4 bilhões em potencial de arrecadação. O projeto retira os repasses ao Fundo Social, criado para investir os recursos da União obtidos no regime de partilha do pré-sal em áreas como educação e saúde.

A Sputnik Brasil ouviu especialistas para explicar como essa privatização impactaria o país, quais são as motivações do governo Bolsonaro em torno da proposta e os possíveis efeitos sobre a indústria do petróleo e os preços dos combustíveis.

Quais são os efeitos da eventual privatização da PPSA?

Para o pesquisador Rodrigo Leão, do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep), a possível privatização da PPSA rompe com o “espírito” do chamado regime de partilha (Lei 12.304/10). Essa legislação, além de criar e definir a atuação da PPSA, determina que as empresas exploradoras do pré-sal ofereçam uma contrapartida ao Estado — o excedente de petróleo. Diferentemente do regime de concessão, a partilha garante mais recursos ao governo. Segundo Leão, a problemática de uma venda da PPSA vai além das finanças.

“O prejuízo [da privatização da PPSA] eu diria que não é tanto do ponto de vista econômico. O prejuízo é muito mais de tirar do Estado uma atribuição que, por definição, é dele: regulação e gerenciamento de recursos fiscais”, aponta Leão em entrevista à Sputnik Brasil.

Segundo o especialista, com a PPSA funcionando como uma espécie de agência regulatória e de fiscalização, a privatização seria uma “completa disfunção” do que a empresa representa. Além disso, ele alerta para possíveis conflitos de interesse caso a PPSA saia das mãos do Estado devido a eventuais relações entre a substituta da estatal e as petrolíferas no pré-sal.

“É uma coisa sui generis, a gente não vê nos modelos de partilha algo desse tipo. O Estado tem, por definição, o papel de fiscalizar e gerenciar os recursos gerados pela produção do petróleo. Então acho que podem surgir problemas graves de governança ou de gerenciamento dos recursos”, salienta.

Leão também destaca que a PPSA tem uma função de monitorar e controlar o volume de exploração e produção do petróleo. “Com uma empresa privada isso perde o sentido. A ideia de regular esse tipo de timing é poder avaliar o melhor momento de aumentar ou diminuir a produção”, afirma, acrescentando que há uma incompreensão a respeito do modelo de partilha.

Em entrevista à Sputnik Brasil, o presidente da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Deyvid Bacelar, afirma que a eventual venda da PPSA traria diversas perdas à capacidade de investimento do Brasil.

“Se privatizada, a PPSA representa uma perda de recursos no médio e longo prazos, perda da capacidade de fomentar a indústria nacional por meio de uma política industrial que fomente o conteúdo nacional e, por fim, e não menos importante, perda do poder do Estado brasileiro de controlar suas reservas de petróleo e gás natural”, diz Bacelar, que acredita que privatizar a PPSA é “como colocar a raposa para tomar conta do galinheiro”.

Já o economista Eduardo Costa Pinto, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), também ligado ao Ineep, alerta para o risco de perdas econômicas significativas com a privatização. O pesquisador explica que há uma série de incertezas em torno da exploração de petróleo ligadas aos custos e à expectativa de produção. No regime de partilha, o governo não tem de maneira clara as receitas futuras que receberá nesse processo. Portanto, ressalta o pesquisador, o valor da privatização da PPSA tende a ter um “desconto muito grande”.

“Há uma tendência de ter perdas econômicas significativas resolvendo privatizar agora a PPSA […]. Então há um impacto econômico, sobretudo com a possibilidade de perdas de receitas futuras”, afirma Costa Pinto à Sputnik Brasil.

Política, ideologia e interesses econômicos

O pesquisador da UFRJ aponta que o valor recorde arrecadado pela PPSA no primeiro semestre de 2022 — R$ 1,23 bilhão — ainda é pequeno em relação ao que está por vir. Segundo Costa Pinto, o governo Bolsonaro opera com a lógica de tentar trazer parte desses valores futuros para o presente com a negociação da estatal. Para ele, essa é uma jogada com uma dimensão eleitoral e ideológica.

“É evidente que aqui tem uma lógica eleitoreira, porque eu faço caixa no ano eleitoral e esse caixa não necessariamente pode ser adotado como elemento para a ampliação de despesas no ano eleitoral”, destaca o economista da UFRJ.

Diante das dificuldades encontradas pelo governo Bolsonaro de concretizar as promessas de se desfazer das estatais, o especialista Rodrigo Leão também ressalta um mote político na movimentação em direção à estatal.

“A PPSA é, digamos assim, um elo de menor resistência. Então [a privatização] seria uma espécie de resposta política do governo para tentar justificar ou tentar trazer elementos para mostrar que, de fato, essa agenda deles avançou”, pondera.

Nesse sentido, segundo Eduardo Costa Pinto, existe uma motivação ligada à redução da forma de atuação do Estado no sistema econômico. Para ele, há uma marcante dimensão ideológica no governo Bolsonaro ligada à redução do Estado, liderada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. O economista aponta que essa é uma forma de abrir novos espaços de acumulação para elites financeiras que ganharam força a partir do governo do ex-presidente Michel Temer (MDB).

O pesquisador também destaca que há uma dimensão de economia política da renda petrolífera a ser discutida. Essa renda, a diferença entre o preço do petróleo e o custo de produção, se ampliou fortemente no Brasil. Costa Pinto aponta que atualmente a renda petrolífera brasileira está acima de US$ 60 (cerca de R$ 325) e há interesses de grandes petroleiras estrangeiras operando para aumentar essa margem.

“Essa disputa, como no caso da PPSA, significa, além de gerar caixa para o governo, eliminar o modelo de partilha. Essa eliminação do modelo de partilha e a manutenção do modelo de concessão tende a aumentar os ganhos das empresas petroleiras na exploração do pré-sal”, ressalta o economista.

Para o líder da FUP, Deyvid Bacelar, o objetivo do governo é aumentar a arrecadação, mesmo que isso acarrete perdas em outras áreas importantes no futuro.

“O que o ministro Paulo Guedes quer com a possível privatização da PPSA é arrecadar mais. Não importa se o país vai perder com essa privatização mais à frente, não importa se a indústria nacional vai perder esse importante veículo de estímulo, não importa se os empregos vão ser gerados em outros países. Com certeza tem um viés ideológico”, afirma o petroleiro.

Venda da PPSA pode influenciar os preços dos combustíveis?

Nos últimos meses, a tensão em torno dos preços dos combustíveis no Brasil cresceu, e, assim como o governo Bolsonaro, a indústria brasileira do petróleo está sob pressão. Apesar da gravidade da situação, o pesquisador do Ineep Rodrigo Leão aponta que a venda da PPSA não teria impacto direto sobre esses preços.

“O que eu acho que está por trás do debate da privatização — e aí a PPSA, indiretamente, entra nesse debate — é que há uma percepção do governo de que a privatização pode gerar, vamos dizer assim, um choque de competitividade no setor e conseguiria reduzir preços”, aponta.

O especialista avalia que essa é uma leitura equivocada do setor no Brasil. Leão ressalta que o setor brasileiro de petróleo é oligopolizado, com poucas e grandes refinarias que praticamente não concorrem entre si. “Existe uma percepção de que o setor de petróleo é como se fosse o setor de padarias […]. É uma visão muito míope do setor”, afirma, salientando a complexidade desse mercado.

Já para o economista Eduardo Costa Pinto, apesar de não ter impacto direto nas bombas, a privatização da PPSA pode gerar outros custos para o cidadão brasileiro devido ao fim do regime de partilha e ao arrocho imposto ao Fundo Social.

“Como essa venda trazida para o valor presente não tem nenhuma destinação para o Fundo Social, receitas futuras que seriam destinadas para a educação e a saúde não terão mais esse destino […]. Logo, o cidadão brasileiro será impactado com menores recursos para educação e saúde [sem aquilo] que o pré-sal poderia gerar no futuro”, conclui.

Fonte: Sputnik

Brasileiros vendem o pouco que têm para conseguir comprar comida.

Quem não viu no Jornal Nacional de ontem, pode ler agora:

Levantamentos mostram que quase metade da população já vendeu ao menos um bem que tinha em casa para pagar contas ou comprar algum item básico, como comida e remédios.

Com o aumento da pobreza e da insegurança alimentar no país, tem crescido o grupo de famílias que se veem na necessidade de vender o que têm para comprar comida.

A pandemia acabou com a pequena loja de produtos de limpeza que Marcos Inácio da Silva tinha aberto, e ainda levou a esposa dele, Isaura, que morreu de Covid em 2020. Ficaram o Marcos e os filhos gêmeos – hoje, com quatro anos de idade.

“Quando acordo, penso que não vou, sabe, nem conseguir. Quando eu olho para o lado, vejo eles e é isso que me fortifica, é isso que me dá mais vigor para chegar e continuar a batalhar”, conta o pintor desempregado.

Mas sem ter de onde tirar dinheiro, Marcos começou a vender coisas de casa: “O botijão, uma serra e uma parafusadeira. São instrumentos de obra, né? Para comprar pão, leite para eles, a mistura. Então, assim, a dificuldade que a gente encontra é essa. É de manter o dia, o agora”.

Edna Barbosa Pereira perdeu o trabalho de empregada doméstica também no início da pandemia; conseguiu alguns bicos e mais nada. Aí começou a desmontar a própria casa. Primeiro, a máquina de lavar roupas. “Tinha que pagar o aluguel, vendi a máquina. A primeira coisa foi a máquina. Aí da máquina, foi a geladeira. Da geladeira foi bujão”, relembra.

Levantamento da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional indica que, quase metade das pessoas que se alimentam com menos do que deveriam ou que passam fome já tiveram que vender bens ou equipamentos de trabalho para suprir necessidades básicas – principalmente a alimentação. Os dados são deste ano.

Uma trapaça anunciada 

Picasso – GUERNICA - VÍRUS DA ARTE & CIA.

Guernica, de Picasso.

Marina Amaral, diretora executiva da Agência Pública, analisa, em sua newsletter semanal, o grave momento institucional do País, sob o jugo de um presidente inepto e com acentuados sintomas de desequilíbrio crescente.

A Comissão Especial da Câmara aprovou ontem a chamada PEC eleitoral, que destina 41 bilhões para melhorar o desempenho do presidente Bolsonaro na campanha pela reeleição. Caso os benefícios (concedidos sob falso pretexto em um contexto real de miséria) não surtam o efeito esperado nas urnas, resta o plano B: a rejeição prévia do resultado eleitoral.

Uma reunião do primeiro escalão do governo, convocada por Bolsonaro na terça passada, teve como foco o descrédito das urnas e do TSE, em fala do próprio presidente, reforçada pelo discurso de um convidado especial: o deputado Filipe Barros, relator da emenda constitucional que exige o comprovante do voto impresso e autor de outras façanhas em relação à desinformação eleitoral.

A PEC eleitoral – ou Kamikaze, dos bilhões, emergencial, os apelidos são muitos – foi aprovada rapidamente nesta quinta-feira, assim como aconteceu em uma votação quase unânime no Senado na semana passada. Para apressar o trâmite, o presidente da Câmara, Arthur Lira, driblou um pedido de vistas da oposição, que queria postergar a votação, utilizando-se de expedientes como a leitura do relatório a ser votado à meia-noite e uma sessão fake de 1 minuto às 6h30 da manhã na Câmara.

Entendo que não é fácil negar benefícios sociais em um país que passa fome. Mas concordo com José Serra, o único senador a votar contra a PEC, quando ele diz que “quem rasga a Constituição, em um dia, noutro rasga direitos”.

A rasteira na legislação eleitoral, assim como as falsas dúvidas sobre a integridade do processo eleitoral, podem ser mais perversas, atacando diretamente a democracia, como mostra o exemplo dos Estados Unidos. Envenenados por Trump, até hoje mais da metade dos republicanos acham que ele venceu Biden, ou seja, não mais acreditam nas eleições. A desinformação – veículo da trapaça – interrompeu a possibilidade do debate democrático.

No Brasil temos mais um ingrediente explosivo nessa equação: a adesão de boa parte da elite militar à estratégia fraudulenta de Bolsonaro.

Atentos ao risco golpista, seis deputados democratas dos Estados Unidos apresentaram uma emenda ao orçamento anual de defesa de seu país, condicionando a ajuda financeira às Forças Armadas brasileiras a uma investigação sobre a participação dos militares nos ataques ao sistema eleitoral brasileiro.

Entre os pontos que recomendam o governo americano investigar estão a interferência na contagem de votos, a manipulação para tentar reverter o resultado e a participação em campanhas de desinformação para questionar o sistema eleitoral.

Pelo som das tropas e dos trapaceiros, vamos mesmo precisar de apoio internacional além de uma ampla mobilização por aqui em defesa dos jornalistas e de combate à desinformação.

Ontem, um conjunto de mais de 90 organizações da sociedade civil lançou um documento cobrando das big techs medidas de enfrentamento à desinformação nas eleições.

As entidades – que atuam em diversos setores – também fizeram mais de 20 recomendações para a detecção e combate à desinformação, ao negacionismo ambiental e climático e discursos de ódio, além de trazer orientações específicas para coibir racismo contra pessoas negras e indígenas e violência dirigida contra mulheres e LGBTQIA +.

Além de organizações e redes como Abong, Coalizão Direitos na Rede, Coalizão Negra por Direitos, Observatório do Clima, Conectas, também a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) participa da iniciativa, que traz sugestões de medidas concretas e viáveis para as plataformas.

Os que se dizem democratas, como Google e Facebook, deveriam ouvi-los.

Linha Bananal: obra de asfaltamento da ligação com Aterro Sanitário é iniciada.

Equipes da Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães já deram início ao serviço da via de acesso ao aterro sanitário. Nesta sexta-feira, dia 08 de julho, trabalhadores e máquinas estavam no local, acompanhados por engenheiros da Secretaria de Infraestrutura e Urbanismo, que fiscalizam a obra.

A autorização para início da melhoria foi assinada na última quarta-feira, dia 06. Serão ao todo, 17 km de obra, que vai possibilitar e agilizar a saída dos resíduos produzidos no município até a central de resíduos sólidos, localizada na zona rural.

A pavimentação da via também beneficia mais de 200 famílias que vivem nas comunidades de Galhinhos e Muriçoca, bem como facilitar a logística de escoamento da produção agrícola dessas áreas.

Orçada em R$ 12.455.163,61 (doze milhões, quatrocentos e cinquenta e cinco mil, cento e sessenta e três reais e sessenta e um centavos), a intervenção urbanística tem prazo de conclusão para novembro.

Sindicato das Agências de Propaganda elege nova diretoria

Aline Macedo Maia, da Carambola.com, foi reconduzida ao cargo de Delegada da Regional Oeste para a Gestão 2022/2025. Na imagem, André Mascarenhas, o novo presidente.

O Sindicato das Agências de Propaganda do Estado da Bahia (Sinapro-Bahia) realizou na noite desta quinta-feira (7), a cerimônia de posse da sua nova diretoria para o triênio 2022-2025.

O evento, realizado no Bistrot Trapiche Adega, em Salvador, trouxe o mote “Sinapro Forte/Fenapro Forte” que ressalta a importância da união para o fortalecimento do setor.

Estiveram presentes autoridades, representantes do mercado publicitário de todo o estado, agências filiadas ao Sindicato, veículos de comunicação e do presidente da Federação Nacional de Agências de Propaganda (Fenapro), Daniel Queiroz, que veio especialmente para a ocasião.

O novo presidente do Sinapro-Bahia, André Mascarenhas, primeiro representante do interior do estado a conduzir a entidade, recepcionou os presentes e falou sobre essa nova etapa. “É um grande desafio, não apenas pelas distâncias do nosso estado, mas também pela forte concentração do PIB da Bahia. Mas motivação não nos falta. Estamos vivendo hoje um momento de recuperação da pandemia, aceleração digital. A comunicação está muito mais abrangente e a criatividade aliada ao planejamento estratégico faz com que a publicidade seja cada vez mais relevante”.

Neto e Lula mais próximos de um acordão nas próximas eleições

ACM Neto nega tentativa de aproximação com Lula - Política ao Vivo

É um caso de casamento de interesse. Numa análise rápida, um político disse hoje ao Expresso que o acordão tácito entre ACM Neto e Lula está encaminhado, diante de uma possível estagnação da candidatura de Jerônimo. Atende ao interesse de ambos.

Agora há pouco o site Política Livre publicou que o líder do União Brasil na Câmara dos Deputados, Elmar Nascimento disse, em entrevista ao jornal Tribuna da Bahia divulgada nesta sexta-feira (8), que não descarta a hipótese de o pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), declarar apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno na disputa pelo Palácio do Planalto.

Segundo ele, “no segundo turno, tudo é possível”. “Agora, se Neto apoiar Lula, Lula tem 90% dos votos [na Bahia]”, disse Elmar Nascimento.

O deputado baiano disse ainda que, se o deputado federal João Roma (PL) for candidato a governador, será muito difícil que ACM Neto apoie o presidente Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno. Elmar afirmou que já avisou isso a integrantes do governo federal.

Aliados de ACM Neto têm tentado retirar a candidatura de Roma do páreo porque o ex-ministro da Cidadania pode tirar votos do ex-prefeito soteropolitano e, assim, evitar uma vitória no primeiro turno.

Para Elmar, Roma “está fazendo uma campanha muito agressiva, no pessoal”. “Se a candidatura de Roma for mantida, a tendência é que Roma jogue Neto no colo de Lula. Já alertei”, continuou.

Em política, todos os acordos e todas as alianças são viáveis.

Tiago Perez é Top 10 no Ironman 70.3 Rio de Janeiro, representando Luís Eduardo.

O Atleta Tiago Perez conquistou a 8° colocação na categoria 30/34 anos e o 32° lugar geral no Ironman 70.3 Rio de Janeiro, realizado no último domingo (03)  na zona Oeste do Rio. Ele completou toda a prova com o tempo oficial de 4 horas, 38 minutos e 31 segundos.

Foram 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21.2 km de corrida, na competição que reuniu mais de mil atletas de 23 países.

“Foi um domingo fantástico, para entrar na minha história esportiva como um dos dias mais felizes da minha vida, trazendo na bagagem um resultado expressivo em uma das principais provas de triathlon do mundo”, comemorou Perez.

Linha de Chegada

Atravessando um excelente momento, Tiago Perez confirmou a expectativa de executar uma das melhores corridas do dia e somar mais uma importante colocação na carreira.

“Ao avistar a linha de chegada já não eram somente minhas pernas que me impulsionavam, corria também com meu coração e carregado de todas as pessoas importantes que estão comigo ao longo da minha jornada”, disse.

Próximo desafio

O próximo desafio, será no próximo domingo, dia 10 de julho, quando disputa a final do Campeonato Baiano de Triathlon, que será disputado na cidade de Petrolina-CE/ Juazeiro-BA.

O atleta conta com o apoio da Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria Municipal de Cultura e Esportes em diversas competições.

SUTRANS e GCM realizam operação na Avenida JK, em Luís Eduardo.

A Superintendência de Trânsito e Transporte (SUTRANS) e a Guarda Civil Municipal (GCM), realizaram operação preventiva na noite desta quinta-feira (07), na Avenida JK, umas das mais movimentadas do município.

Na oportunidade, foram verificados  veículos de grande e pequeno porte, além de motocicletas. Ainda durante a operação, o interior de alguns veículos foram vistoriados pela Ronda Ostensiva Municipal (ROMU), braço especializado da GCM.

Segundo a Secretaria Municipal de Segurança e Trânsito, as ações devem continuar por toda a cidade, com o objetivo de garantir tranquilidade aos munícipes.

PF desarticula organizações criminosas voltadas à extração e comércio ilegal de ouro.

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Três operações estão sendo deflagradas simultaneamente para combater os crimes de lavagem de dinheiro, extração e comércio ilegal de ouro, dentre outros

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (7/7) as Operações Ganância, Golden Greed e Comando. O objetivo é combater os crimes de extração e comércio ilegais de ouro no norte do país, além de lavagem de dinheiro, corrupção, organização criminosa, dentre outros.

Estão sendo cumpridos 82 mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão preventiva, nos estados do Acre, Goiás, Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia e Mato Grosso.

Ganância

Policiais federais cumprem 65 mandados judiciais, sendo 5 de prisões preventivas e 60 de busca e apreensão, expedidos pela 3ª Vara Criminal da Justiça Federal de Porto Velho/RO, nos estados de Rondônia, Pará, Goiás, Rio de Janeiro, Mato Grosso e Acre.

As investigações da Operação Ganância começaram em fevereiro de 2021 após uma denúncia envolvendo empresas de Porto Velho/RO ligadas ao ramo da saúde, as quais estariam lavando dinheiro de valores recebidos em licitações fraudulentas. Após as primeiras diligências, verificou-se que recursos ilícitos injetados em empresas da capital rondoniense eram oriundos de garimpo ilegal, praticado, pelo menos, desde 2012 pelos líderes da organização criminosa.

A partir de então, foi revelada uma movimentação de quantias bilionárias pelo grupo criminoso, com depósitos e saques milionários em espécie, empresas de fachada e transferências bancárias entre envolvidos. Foram identificados diversos meios de lavagem de capitais praticados pela organização criminosa, com destaque entre os modus operandi, a criação de um criptoativo (token) próprio de uma das empresas, com a finalidade de justificar os valores advindos da extração ilegal do ouro nas empresas dos criminosos, como se fossem investimentos de terceiros interessados em receber dividendos.

A análise bancária feita pela Polícia Federal apontou ainda que, entre os anos de 2019 e 2021, o grupo criminoso movimentou mais de R$ 16 bilhões de reais em suas contas bancárias.  Foi possível demonstrar que a mineradora investigada “esquentava” o ouro extraído ilegalmente de outros garimpos da região norte do país utilizando-se de licenças ambientais inválidas e extrapolando os limites da licença de pesquisa e da guia de utilização que possuía para o local. Estima-se que o rendimento da empresa tenha sido de R$ 1,1 bilhão.

O valor do impacto ambiental em apenas um dos garimpos identificados na operação foi estimado em cerca de R$ 300 milhões.  Nesse garimpo, a área impactada pelos danos relativos à extração de ouro, que são cumulativos e potencialmente irreversíveis, chegaram ao total de 212 campos de futebol.

A Justiça Federal deferiu o bloqueio, sequestro e o arresto dos bens móveis e imóveis dos investigados até o limite de R$ 2 bilhões.

Golden Greed

Policiais federais cumprem 17 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal em Jundiaí/SP, nos estados do Acre, Goiás, Pará, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, direcionados aos integrantes da organização criminosa identificada, incluindo alguns servidores da Agência Nacional de Mineração do Pará.

A ação, que ocorre em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU), é a segunda fase da Operação Gold Rush e avança na investigação de organizações criminosas que atuam na extração e comércio ilegais de ouro no Pará.

Além disso, a Justiça Federal de Jundiaí determinou: a apreensão de dezenas de veículos e máquinas utilizadas na extração de ouro; o sequestro de cinco aeronaves e um helicóptero; o bloqueio de contas dos investigados até o valor de R$ 1,1 bilhão, bem como a suspensão das atividades da mineradora envolvida na apuração.

Comando

Policiais federais cumprem cinco mandados de busca e apreensão, expedidos pela 2ª Vara Federal de Jundiaí/SP, em Goiás e no Pará.

As investigações, no início, tinham por objetivo de identificar organização criminosa dedicada ao tráfico internacional de drogas, especializada no transporte de carregamentos de cocaína utilizando-se de aviões. O grupo em questão adquiria grandes quantidades de cocaína, na região fronteiriça do Mato Grosso do Sul com o Paraguai, e levava, em aeronaves privadas para a região de Jundiaí/SP.

Com a identificação de uma das aeronaves utilizadas, foi possível localizar, também, o hangar usado no aeródromo da referida cidade e seu administrador. Após a prisão do fornecedor das drogas no Paraguai, o hangar deixou de ser utilizado pela organização criminosa voltada ao tráfico.

Entretanto, elementos colhidos no curso das investigações demonstraram que um outro esquema de transporte, em tese ilegal, estava sendo realizado no mesmo local: o de ouro.  Foi averiguado que o minério era transportado do Pará para o estado de São Paulo, utilizando-se do mesmo hangar, cujo administrador estava sendo investigado.

Com a continuidade das investigações, foram identificados vários indivíduos envolvidos nas atividades ilícitas (pilotos, aeronaves, intermediários, mineradoras e seus proprietário) e efetuadas várias apreensões de ouro extraídos e comercializados de forma ilegal.

Crimes investigados

Os crimes apurados nas investigações são os de usurpação de bem mineral da União, receptação qualificada, falsidade Ideológica, redução do pagamento de tributos federais, corrupção ativa e passiva, promoção de organização criminosa, crimes ambientais, dentre outros.

Da Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia

Abaixo, as instalações da Mineradora

Veja aqui mais detalhes.

Fogos de artifício são lançados contra apoiadores de Lula

Dois artefatos foram atirados contra a plateia que acompanha ato do pré-candidato à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Cinelândia, no Rio de Janeiro, na noite desta quinta-feira (7).

Informações inicias davam conta que dois estrondos foram ouvidos no meio da multidão, que foi atingida por duas garrafas pets. Em seguida, um mau cheiro tomou conta do local.

Uma nota oficial enviada pela comunicação do Lula esclarece que os objetos eram, na verdade, dois fogos de artifícios, jogados de fora para dentro da área do evento.

https://twitter.com/i/status/1545204140397236224

Referência há 23 anos no Oeste da Bahia em atendimento médico, o Hospital COTEFI inova mais uma vez.

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Luís Eduardo Magalhães – BA

Ex-policial que assassinou George Floyd recebe nova condenação de 20 anos nos EUA

Derek Chauvin, ex-policial que está preso por assassinar George Floyd em maio de 2020, em Minneapolis (EUA) recebeu uma nova condenação nesta quinta-feira (7). As informações são do jornal O Globo.

Ex-policial de Mineápolis Derek Chauvin durante audiência em tribunal de Mineápolis

© Fornecido por IstoÉ. Ex-policial de Mineápolis, Derek Chauvin, durante audiência em tribunal de Mineápolis.

Chauvin tinha sido condenado a 22 anos e meio de prisão pelo crime. Agora, recebeu uma pena de mais 20 anos em regime fechado por ser considerado culpado por violar os direitos civis de Floyd.

O ex-policial costumava se declarar inocente das acusações, mas em dezembro de 2021 ele reconheceu a culpa pelo crime. Especialistas viram a estratégia como uma forma de evitar uma possível prisão perpétua.

Inicialmente, os promotores tinham pedido uma pena de 25 anos de prisão e mais 5 anos em liberdade condicional, alegando que o ex-policial abusou da autoridade ao colocar o joelho no pescoçod e George Floyd por quase 10 minutos. A defesa, porém, pediu uma pena de 20 anos, a mínima prevista no acordo judicial.

George Floyd morreu acusado de usar uma nota falta de 20 dólares. Sua morte, em 2020, foi gravada em um celular e amplamente divulgadas nas redes sociais. O caso desencadeou uma onda de protestos contra o racismo nos Estados Unidos e alertas sobre a violência policial no país, tornando-se até mesmo debate central nas eleições presidenciais daquele ano.

Brinca com esses “patriotas” inocentes! Eles são capazes de atacar até um juiz federal!

Juiz que mandou prender os bandidos do MEC é atacado na rua, em Brasília.

O juiz Renato Borelli, da 15ª Vara Federal de Brasília, responsável por mandar prender o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, foi atacado nesta 5ª feira (7.jul.2022) enquanto dirigia. O carro do magistrado foi atingido por fezes de animais, terra e ovos.

Borelli não se feriu. O episódio foi em Brasília, onde o juiz atua e mora. A Justiça Federal do DF ainda não informou se suspeitos foram identificados. Também não emitiu nota sobre o caso.

O juiz decretou a prisão de Ribeiro em 22 de junho. Um dia depois, em 23 de junho, a Justiça Federal disse que o magistrado estava sofrendo ameaças e que um pedido de investigação sobre os ataques foi encaminhado à PF.

Eis o carro do juiz: 

Juiz que mandou prender Milton Ribeiro é atacado em Brasília

© Fornecido por Poder360. Juiz que mandou prender Milton Ribeiro é atacado em Brasília

Borelli já deu decisões contra políticos de diferentes partidos. Foi ele, por exemplo, que obrigou o presidente Jair Bolsonaro (PL) a usar máscara em espaços públicos e estabelecimentos comerciais do Distrito Federal.

Borelli também já determinou que o ex-presidente da Câmara, João Paulo Cunha (PT-SP), ressarcisse os cofres públicos em R$ 11 milhões em um caso envolvendo o Mensalão. Bloqueou os bens do ex-prefeito do Rio de Janeiro Marcelo Crivella (Republicanos) e ordenou que o ex-deputado Rocha Loures (MDB-PR) devolvesse salários recebidos.

Milton Ribeiro

Ribeiro foi preso pela PF em 22 de junho por ordem de Borelli. A investigação apura suposto tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação).

Em 23 de junho, a prisão foi revogada pelo juiz de 2ª Instância Ney Bello, do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região). O inquérito está no STF (Supremo Tribunal Federal) por causa de suspeitas de que Bolsonaro interferiu nas investigações.

Por Thiago Angelo, do Poder 360, editado por O Expresso.

O Anonymous citou no Twitter:

Terrorismo político: carro de juíz que ordenou prisão de Milton Ribeiro atacado em Brasília; redação da Folha de São Paulo atingida por projétil; bombas caseiras lançadas em ato pró Lula no Rio de Janeiro. É urgente a inibição dos extremistas ou as eleições serão uma tragédia.

Preços de combustíveis tem redução que se soma à nova alíquota do ICMS

Refinaria privatizada descumpre promessa e mantém navios sem | Geral

A Acelen, proprietária da Refinaria de Mataripe, anunciou nesta quinta-feira (7) uma redução nos valores da gasolina e do diesel na Bahia. Para o diesel, a redução foi de 9%; já para a gasolina, de 5,2%. Os novos valores já passaram a valer nesta quinta.

Os valores dos combustíveis haviam sofrido um aumento de 6,4% e 3,2% no diesel e na gasolina, respectivamente, no mês de junho. Em nota, a Acelen afirmou que a redução segue critérios de mercado que levam em conta variáveis como o custo do petróleo, que é adquirido a preços internacionais, dólar e frete.

A redução dos preços se soma à adesão do Governo da Bahia ao que determina a Lei Complementar nº 194/2022 aprovada no fim de junho pelo Congresso Nacional, que obriga a redução da alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

 

Brasil aumenta em 71% importações de Potássio do Canadá

O Brasil importou volumes recordes de cloreto de potássio (Kcl) do Canadá no primeiro semestre do ano, um sinal de que os agricultores terão boa oferta de fertilizantes para nutrir as lavouras, aumentar a produtividade e potencialmente expandir a área quando o plantio começar em setembro.

As compras totais de fertilizantes pelo Brasil avançaram 13% no primeiro semestre

De acordo com dados compilados pela consultoria Agrinvest Commodities e enviados à Reuters hoje (7), o Brasil importou 2,291 milhões de toneladas de potássio canadense entre janeiro e junho, um aumento anual de 71,2%.

“O Canadá fornece apenas cloreto de potássio para o Brasil”, disse Jeferson Souza, analista da Agrinvest. “Mas o volume de Kcl importado pelo Brasil no primeiro semestre foi tão grande que o Canadá se tornou o segundo maior fornecedor de fertilizantes em geral no período.”

A Rússia foi o maior fornecedor de fertilizantes ao Brasil, com a China em terceiro, acrescentou.

As compras totais de fertilizantes pelo Brasil avançaram 13% no primeiro semestre, segundo dados da agência marítima Cargonave.

No período, as importações de cloreto de potássio da Belarus caíram 16%, para 949.708 toneladas, embora ainda seja o terceiro maior fornecedor de Kcl do Brasil, uma vez que o país foi alvo de sanções ocidentais.

As importações de Kcl do Brasil da Rússia, um país também atingido por sanções após a invasão da Ucrânia, aumentaram 27%, para 1,935 milhão de toneladas, mostram os dados.

Segundo Souza, os russos estão vendendo fertilizantes para importadores brasileiros e norte-americanos, situação “impensável” em meados de março.

Apesar da guerra e das sanções, os negócios estão sendo conduzidos pela Rússia e as cargas são enviadas.

Com os fluxos comerciais ininterruptos, os produtores do Estado de Mato Grosso, principal grão do Brasil, adquiriram praticamente todos os nutrientes necessários para começar a plantar as safras de verão, observou Souza.

Cerca de 45% do consumo de fertilizantes vai para a safra de soja no Brasil, que é o maior produtor e exportador mundial da oleaginosa.

Na próxima temporada, se as condições climáticas permitirem, os produtores de soja brasileiros poderão aumentar a produção em 18,5%, para quase 148 milhões de toneladas, de acordo com uma pesquisa da Reuters, que projeta uma expansão potencial de área de quase 3%.

Lançamento da 4° Edição do LEM Gastronomia acontece no dia 14 de julho no Sindicato Rural

Os amantes da boa comida não podem deixar de conferir o lançamento da 4° Edição do LEM Gastronomia, que acontece no dia 14 de julho, às 19h, na sede do Sindicato Rural, em Luís Eduardo Magalhães.

Na ocasião será apresentada toda a dinâmica do festival que vai movimentar toda a cena gastronômica da cidade, entre os dias 11 a 14 de agosto, no Centro de Eventos Nossa Senhora Aparecida.

O evento contará com a presença de grande número de chefes de cozinha do município e do estado da Bahia, representantes da Escola Rosa Gonçalves, além do superintendente de Economia Solidária da Bahia, Milton Barbosa.

O festival tem como objetivo evidenciar a culinária cultural com sabor de família, valorizar a diversidade de sabores, além de ajudar a promover restaurantes e outros estabelecimentos da cidade.

O LEM Gastronomia é promovido pela Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, através de parceria com a Chef Rosa Gonçalves e a Associação Comercial e Empresarial de Luís Eduardo Magalhães (ACELEM).

Confirme a sua participação no evento
Para confirmar a participação no evento, entre em contato com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, através do telefone: (77) 9 9855-9114.

Produção brasileira de grãos e fibras é estimada em 272,5 milhões de toneladas conforme Conab.

A produção atual de grãos é suficiente para alimentar todo o planeta - Portal Macaúba

Com condições climáticas favoráveis para o desenvolvimento das culturas de 2ª safra, a produção de grãos no país deverá atingir 272,5 milhões de toneladas no ciclo 2021/22, conforme indica o 10º Levantamento da Safra publicado nesta quinta-feira (7) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa um crescimento de 6,7% em relação à temporada passada, ou seja, cerca de 17 milhões de toneladas. Para área também é esperado um aumento de 4 milhões de hectares, sendo estimada em 73,8 milhões de hectares.

Com cerca de 60% do milho 2ª safra em maturação e 28% colhidos, a colheita total do cereal está estimada em 115,6 milhões de toneladas, volume 32,8% superior ao ciclo passado. Apenas na 2ª safra da cultura o aumento chega a 45,6% da produção, chegando próximo a 88,4 milhões de toneladas. Caso confirmado o resultado, esta será a maior produção de milho 2ª safra registrada em toda a série histórica. No entanto, é preciso ressaltar que, mesmo com estágio avançado da cultura, cerca de 19% das lavouras de 2ª safra de milho ainda se encontram sob influência do clima.

Impulsionado pelo crescimento do milho, o sorgo é outro grão que tende a registrar recorde na produção com colheita estimada pela estatal em mais de 3 milhões de toneladas. O produto é utilizado na preparação de ração para animais, principalmente frango, e tem como vantagem ser mais resistente à estiagem. Os estados que apresentam os maiores percentuais de crescimento são Mato Grosso do Sul, Piauí e Bahia, com incrementos de 362,6%, 227,2% e 98%, respectivamente.

No caso do feijão, a produção total está estimada em 3,1 milhões de toneladas. Destaque para o cultivo da segunda safra da leguminosa, que deve registrar um aumento de 26% em relação ao ciclo passado, saindo de 1,1 milhão de toneladas para 1,4 milhão de toneladas. A recuperação é explicada pelas boas condições climáticas registradas em comparação ao ano safra 2020/21. Já as lavouras de arroz e soja foram impactadas pela estiagem ocorrida no Sul do país e em parte de Mato Grosso do Sul. Segundo a Companhia, a produção da oleaginosa é de 124 milhões de toneladas, enquanto que para o arroz a colheita estimada é de 10,8 milhões de toneladas.

Nas culturas de inverno, destaque para o trigo. De acordo com a estimativa da Conab, a produção também deve atingir um novo recorde, chegando a 9 milhões de toneladas. Com este volume, o crescimento na colheita de trigo chega a 75% em comparação à safra de 2019, quando foi registrada uma produção de 5,1 milhões de toneladas. O melhor desempenho do cereal de inverno impulsiona o crescimento da produção das demais culturas cultivadas.

Mercado

Neste 10º levantamento, as estimativas em geral foram revisadas para cima quando comparadas com as divulgadas no relatório anterior. Soja e algodão foram a exceção, em virtude da diminuição esperada na produção. Para a soja, as estimativas de sementes/outros usos e perdas e estoque final também diminuíram, 0,11% e 4,42%, respectivamente, sendo o estoque de passagem de 2022 estimado em 4,65 milhões de toneladas. Já o suprimento e o estoque final de algodão foram reduzidos em 0,67% e 2%, respectivamente. Quanto ao mercado internacional da fibra, a perspectiva, entretanto, é que as exportações finalizem o ano em 2,05 milhões de toneladas de pluma.

Por outro lado, no quadro de suprimentos do arroz e do feijão, além do crescimento esperado na produção e da consequente elevação do suprimento nacional, as estimativas dos estoques finais aumentaram em aproximadamente 10% para os dois produtos, em relação ao relatório anterior. A estimativa é que a safra atual encerre com estoque de passagem de 2,2 milhões toneladas de arroz e de 278,3 mil toneladas de feijão.

As estimativas para o milho também foram ajustadas para cima, com exceção do estoque final, que teve redução de 1,19% em relação ao levantamento anterior, sendo esperado um volume de 10,4 milhões de toneladas ao final do ano safra. No que se refere à comparação com a safra 2020/21, o destaque é para o menor volume de importação total, queda justificada pela maior disponibilidade do cereal no atual ciclo, o que deverá reduzir substancialmente as importações no segundo semestre em relação ao mesmo período de 2021.

Para o trigo, destaque para o encerramento da safra 2021 que acontece neste mês de julho. Além da produção, foram revisados o quantitativo a ser exportado, que passou de 3,15 milhões de toneladas para 3,2 milhões de toneladas, e a estimativa de importação, que reduziu em 500 mil toneladas.

Com isso, os estoques finais esperados para a safra 2021 a ser finalizada esse mês é de 490 mil toneladas. Para a safra 2022, que se inicia em agosto de 2022 e se encerra em julho de 2023, com a estimativa recorde de produção, a expectativa é que haja uma recuperação dos estoques que foram estimados em 1,25 milhão de toneladas neste levantamento.

Produção baiana de grãos, fibras e frutas está estimada em 11,36 milhões de toneladas em 2022

Plantio da soja é iniciado na Bahia e perspectiva é produzir 20% mais

O sexto Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), para 2022, relativo a junho, com dados sistematizados e analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), estimou a produção de cereais, oleaginosas e leguminosas, na Bahia, em 11,36 milhões de toneladas (t), o que representa um crescimento de 8,2% na comparação com a safra de 2021 – que foi o melhor resultado da série histórica do levantamento para o conjunto de produtos pesquisados.

Em relação ao levantamento do mês anterior, não houve uma variação significativa. As áreas plantada e colhida permaneceram ambas estimadas em 3,38 milhões de hectares (ha), o que corresponde, nas projeções do IBGE, a uma expansão de 5,5% na comparação anual. Dessa forma, o rendimento médio esperado (3,36 t/ha) da lavoura de grãos no estado é 2,5% superior na mesma base de comparação.

Com a colheita em andamento, a previsão da produção de algodão (caroço e pluma) apontou leve recuo de 10 mil toneladas, passando a somar 1,35 milhão de toneladas, que representa expansão de 6,4% em relação a 2021. A área plantada com a fibra (290 mil hectares) supera em 8,3% à do ano passado, demonstrando, assim, uma maior disposição de investimento dos produtores diante da melhoria nas condições de mercado.

Com a conclusão da colheita, o volume de produção da soja estimado ficou mantido em 7,2 milhões de toneladas, o que corresponde a 6,0% acima do verificado em 2021. Dessa forma, a safra da oleaginosa atingiu safra recorde pelo terceiro ano consecutivo. A área plantada no estado ficou projetada em 1,8 milhão de hectares (7,2% superior ao observado em 2021).

As duas safras anuais do milho, estimadas pelo IBGE, poderão somar 2,84 milhões de toneladas, que representa uma expansão de 13,6% na comparação anual. Com relação à área plantada (700 mil hectares), o IBGE aponta uma expansão de 4,5% em relação à da safra passada. A estimativa da primeira safra do cereal é de 2,2 milhões de toneladas, sendo 15,3% superior à de 2021. Já o prognóstico para a segunda safra ficou mantido em 650 mil toneladas – crescimento de 8,3% em relação à colheita do ano anterior.

Para a lavoura estadual do feijão, a expectativa é de que este alcance um total de 244 mil toneladas, representando avanço de 28,9% na comparação com a safra de 2021. O levantamento manteve a estimativa de 417 mil hectares plantados, a mesma observada no ano anterior.

Estima-se que a 1ª safra da leguminosa (145,6 mil toneladas) seja 41,3% superior à de 2021, bem como a 2ª safra (98,3 mil toneladas) tenha uma variação positiva de 14,1%, na mesma base de comparação.

Para a lavoura da cana-de-açúcar, o IBGE estima produção de 5,6 milhões de toneladas, alta de 1,4% em relação à safra 2021. A estimativa da produção do cacau está projetada em 126,1 mil toneladas, o que representa uma queda de 13,1% na comparação com a do ano anterior.

Em relação à produção do café, é esperada uma colheita de 233,5 mil toneladas este ano, 12,8% acima da observada no ano passado. A safra do tipo arábica está projetada em 100,5 mil toneladas, com variação anual positiva de 35,8%. Por sua vez, a safra do tipo canéfora ou conilon tem previsão de 133 mil toneladas, no mesmo patamar do ano anterior.

As estimativas para as lavouras de banana (904,3 mil toneladas), laranja (653,5 mil toneladas) e uva (60,8 mil toneladas), por sua vez, registraram, respectivamente, variações de 2,9%, 3,0% e -0,8%, em relação à safra anterior.

O levantamento ainda indica uma produção de 856,3 mil toneladas de mandioca, 0,6% inferior à de 2021. A produção de batata-inglesa, estimada em 354 mil toneladas, apresenta recuo de 8,5%; e a do tomate, estimada em 178 mil toneladas, aponta queda de 14,5% na comparação com a do ano anterior.

Denúncia: Bancada do PT aciona MP contra gestões de ACM Neto e Bruno Reis

Contratos suspeitos da Prefeitura de Salvador com empreiteira, no valor de R$ 270 milhões, levantaram suspeita de crimes, como de improbidade

Cinco deputados estaduais do PT protocolaram representação no Ministério Público, na quarta-feira (6), para que sejam apuradas as relações e denúncias envolvendo contratos no montante superior a R$ 270 milhões da prefeitura de Salvador, nas gestões ACM Neto e Bruno Reis, com a construtora BSM.  As informações são do jornal A Tarde.

Um dos signatários da representação, Robinson Almeida disse ter identificado, junto aos seus correligionários e colegas na Assembleia Legislativa, que a empreiteira é suspeita de favorecimento durante as gestões de ACM Neto (UB) e Bruno Reis (UB), com base na análise de contratos de fornecimento de equipamentos de mão de obra, requalificação da orla e obras na torre da Petrobras, no Itaigara.

“O contexto é que há um triângulo que envolve a BSM, a Prefeitura de Salvador e um personagem chamado Lucas Cardoso. Lucas Cardoso foi denunciado no âmbito da Lava Jato por um executivo da Odebrecht como sendo a pessoa que arrecadou recursos de caixa dois pra financiar a campanha do então candidato ACM Neto em 2012 a prefeito de Salvador”, disse Robinson Almeida, que alega que Lucas Cardoso assumiu o posto atual após a gestão de Neto, em 2021.

“Lucas Cardoso agora foi revelado como proprietário, como sócio da empresa desde a BSM. E durante as duas gestões do prefeito ACM Neto a BSM teve contratos com a prefeitura de Salvador em torno de duzentos e setenta milhões de reais”, completou.

Entre os contratos citados pelo deputado do PT, um deles seria com a Secretaria de Manutenção [Seman], para fornecer equipamentos de mão de obra, assinado em 2019 e renovado, segundo Almeida, sem licitação.

“O contrato que era de R$ 30 milhões hoje já tem R$ 110 milhões em execução. E ele ainda é vigente na atual gestão de Bruno Reis”, acusou. “O outro contrato sugere um direcionamento, que foi assinado pela Secretaria de Manutenção em 2019 para requalificar a orla de Salvador em um trecho entre Amaralina e a Pituba. Essa obra ainda não está 100% concluída”, disse o petista, que questiona não só a eventual renovação sem licitações em obras, mas o que ele enxergou como favorecimento diante de outros concorrentes.

“Nove empresas participaram da licitação [contrato para o trecho da orla entre Amaralina e Pituba] e sete foram desabilitadas. A BSM, que estranhamento mostrou o maior valor, foi assumida em um contrato que era de R$ 39 milhões, mas que já está em R$ 48 milhões, mais de 20% de acréscimo”.

O terceiro contrato questionado pela bancada é o que envolve a Petros, proprietária da torre da Petrobras no Itaigara. “Ela executou obras que a Prefeitura de Salvador exigiu para liberar o uso daquele prédio. Foi firmado um TAC [Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta] entre a Petros e a prefeitura. Estranhamente, a prefeitura indicou algumas empresas para que a Petros contratasse para liberar o uso do prédio, e a BSM foi novamente escolhida”, completou Robinson Almeida.

Além de Robinson Almeida, entraram com a representação os deputados estaduais do PT Bira Corôa, Jacó da Silva, Neusa Cadore e Osni Cardoso.

“Eu sou da tese de que quem não deve não teme e esse motivo inclusive nos levou a entrar com essa representação, que foi a ausência de informação de interesse público por parte da prefeitura e de todos os questionamentos pelas matérias e publicações”, disse o parlamentar, ao questionar as gestões municipais de ACM Neto e Bruno Reis por não se posicionarem quando o assunto foi tocado em veículos de comunicação.

Também na entrevista, Robinson Almeida disse não precisar aguardar o retorno da representação para levantar algumas suspeitas. “As evidências são contundentes de que há prática de direcionamento e favorecimento a uma empresa em que o proprietário hoje, Lucas Cardoso, é amigo íntimo do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto. Inclusive colocado por ele mesmo como responsável pela sua arrecadação financeira em 2012”, acusou.

Vacinação contra a gripe em Luís Eduardo Magalhães

A vacinação contra a gripe foi ampliada para todos os públicos em Luís Eduardo Magalhães. A imunização está disponível das 8h às 12h e das 13h30 às 17h, em 13 unidades de saúde distribuídas pelo município e para receber a vacina é necessário apenas apresentar o cartão de vacinação ou documento com foto.

Contraindicação

A vacina contra gripe utilizada nas campanhas do Programa Nacional de Imunização do Governo Federal deve ser evitada por quem tem alergia grave ao ovo de galinha e adiada a administração da dose para quem apresenta quadro febril agudo.

Locais para vacinação

Paulo Rodolfo – Jardim das Acácias;
Vereda Tropical;
Jardim das Oliveiras – no bairro Jardim das Oliveiras;
Mimoso 1 – no bairro Mimoso 1;
Yoshio Shirabe – cidade Universitária;
Moacir Marchezan – São Francisco;
Luis Gustavo Rosa – Mimoso 3;
Ida Klein – Mimoso 3;
Nair Idite Poganski – Florais Léa;
Oscar Doerner – Santa Cruz;
Oswaldo Cruz – Santa Cruz;
Conquista – no bairro Conquista;
Antonio Carlos Faedo – Florais Léa.

REFIS 2022 tem parcelamento em até 24 vezes e descontos de 90% para pagamento à vista

O contribuinte de Luís Eduardo Magalhães, pessoa física ou jurídica que precisa regularizar suas dívidas fiscais com o município já pode realizar a sua adesão ao REFIS 2022. A lei 1.023 entrou em vigor nesta terça-feira (28), após sanção do prefeito Junior Marabá.

O Programa de Recuperação Fiscal traz a possibilidade do parcelamento em até 24 meses, com descontos de até 90%, sobre juros e multas e isenção de honorários advocatícios, de acordo com o número de parcelas escolhidas pelo contribuinte.

Uma excelente oportunidade para que o munícipe regularize os seus débitos com o município e contribua com o desenvolvimento da cidade.

A adesão pode ser feita de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h, na Secretaria Municipal da Fazenda ou através dos contatos:  e-mail: refis@pmlem.ba.gov.br / WhatsApp (77) 9 9966-7241.

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Petróleo continua caindo nos mercados internacionais.

O barril Tipo Brent estava em US$ 99,86 nesta 4ª feira (06/07). Por seu lado, o óleo leve negociado em Nova Iorque foi para US$ 96,78 o barril.

A crise nas economias e na demanda de combustíveis deve jogar para a baixo as cotações, no sentido inverso às tendências especulatórias resultantes da guerra no Leste Europeu.

Bahia registra 4.780 casos de Covid-19 e mais 17 óbitos

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 4.780 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,30%), 2.586 recuperados (+0,17%) e 17 óbitos. Dos 1.596.049 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.548.647 já são considerados recuperados, 17.336 encontram-se ativos e 30.066 tiveram óbito confirmado. Os dados ainda podem sofrer alterações.

O boletim epidemiológico desta quarta-feira (06) contabiliza ainda 1.914.315 casos descartados e 348.077 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até às 17 horas desta quarta-feira. Na Bahia, 65.617 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

Vacinação

Até o momento a Bahia contabiliza 11.620.085 pessoas vacinadas com a primeira dose, 10.704.134 com a segunda dose ou dose única, 6.394.967 com a dose de reforço e 829.731 com o segundo reforço. Do público de 5 a 11 anos, 980.456 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 565.658 já tomaram também a segunda dose.

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Luís Eduardo Magalhães – BA

Bolsonaro volta a ser detonado por delegados da Polícia Federal

Uma carta em que delegados e peritos da Polícia Federal fazem duras críticas ao presidente Jair Bolsonaro (PL) foi divulgada nessa terça-feira (05). Uma das reclamações feitas pelos agentes foi que o presidente perdeu o prazo regimental para promover a reestruturação da carreira da PF.

No entanto, por conta da corrida eleitoral, o governo fica limitado a dar reajuste salarial seis meses antes das eleições. Foi divulgado por três associações de classe que “repudiam veementemente a forma de condução e a posição do governo federal durante a discussão de um tema tão sensível, lamentando o encerramento do prazo para que fosse aprovada e sancionada a reestruturação das forças de segurança da União”.

Não é a primeira vez que os policiais federais fazem críticas públicas ao presidente, e segundo os agentes, Bolsonaro descumpriu um compromisso firmado com a categoria. “É a representação máxima do que esse governo significou para a segurança pública e seus servidores: descaso, desprestígio e desvalorização”, disseram.

A nota em questão, é assinada tanto pela Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), quanto pela Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) e pela Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (FENADEPOL).

Veja a nota:

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), a Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) e a Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (FENADEPOL) repudiam veementemente a forma de condução e a posição do governo federal durante a discussão de um tema tão sensível, lamentando o encerramento do prazo para que fosse aprovada e sancionada a reestruturação das forças de segurança da União.

O não cumprimento do compromisso firmado publicamente pelo Presidente da República, Jair Bolsonaro, é a representação máxima do que esse governo significou para a segurança pública e seus servidores: descaso, desprestígio e desvalorização. Apesar de ter sido eleito com a bandeira da segurança e do combate à corrupção como maior trunfo da campanha em 2018, o presidente e sua equipe só trouxeram desgaste à imagem destas instituições e prejuízos aos policiais federais.

A despeito de todo o retorno que a Polícia Federal proporciona ao Estado, ano após ano, do sacrifício diário de seus policiais nas fronteiras, no combate ao tráfico de drogas, no combate ao crime organizado e à corrupção, hoje os policiais federais possuem menos direitos e salários menores do que antes da atual gestão. Há ainda a questão da perda de proteção à família do policial morto e outros absurdos em decorrência da reforma da previdência, bem como outras propostas de ataque ao serviço público.

Durante os últimos quatros anos, os policiais federais atuaram com coragem e muitas vezes com sacrifício pessoal, tendo enfrentado dois terríveis anos de pandemia sem diminuir sua força e atuação, estando em contato direito com o risco de contrair o vírus. Não obstante, o que se viu por parte do Governo Federal foi um ataque covarde aos direitos dos policiais federais com a reforma da previdência, com falas que constantemente jogaram desconfianças sobre a autonomia e a imparcialidade do órgão, bem como várias tentativas de centralizar as decisões sobre a cadeia de comando do órgão.

Não há como acreditar mais em promessas de que a valorização das forças de segurança virá no futuro. As entidades continuarão a defender seus policiais e sua instituição, como uma polícia de Estado e não de governo, seja qual for o governante, independentemente de ideologia ou viés político, combatendo sempre o uso da Polícia Federal como mecanismo de marketing governamental.

Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF)
Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF)
Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (FENADEPOL)

Assinada ordem de serviço para pavimentação da via de acesso ao aterro sanitário, em Luís Eduardo Magalhães

Foi assinada nesta quarta-feira (06),  ordem de serviço para início da pavimentação asfáltica da via de acesso ao aterro sanitário, em Luís Eduardo Magalhães.

Serão ao todo, 17km de obra, que vai possibilitar e agilizar a saída dos resíduos produzidos no município até a central de resíduos sólidos, localizada na zona rural.

A pavimentação da via também beneficia mais de 200 famílias que vivem nas comunidades de Galhinhos e Muriçoca, bem como facilitar a logística de escoamento da produção agrícola dessas áreas.

Orçada em R$ 12.455.163,61 (doze milhões, quatrocentos e cinquenta e cinco mil, cento e sessenta e três reais e sessenta e um centavos), a intervenção urbanística tem prazo de conclusão para novembro.

Luís Eduardo: entrega de uniformes iniciou nesta quarta-feira.

Qualidade e acesso gratuito para mais de 21 mil alunos da rede municipal

Os alunos da creche Maurilio Comparin, em Luís Eduardo Magalhães foram os primeiros contemplados com a distribuição gratuita dos uniformes da rede municipal de ensino. A entrega iniciou na manhã desta quarta-feira (06), para os 105 estudantes da unidade.

A professora Márcia Vier, mãe do pequeno Davi de dois anos elogiou a qualidade do uniforme. “É um material bom, é uma excelente iniciativa e a gente fica muito feliz com tudo isso”, disse.

Cada aluno recebeu um kit com cinco itens: no feminino, 1 moletom, 2 blusas, 1 calça e 1 Short saia. Para os meninos, 1 moletom, 2 blusas, 1 calça e 1 Short. Segundo a diretora da creche, Beta Barboza, toda a comunidade escolar comemorou a chegada do fardamento.

“É algo que vai marcar a história da educação da nossa cidade, porque sabemos que muitos pais não têm condições de comprar o uniforme e o uso do fardamento é garantia de segurança para os pais”, pontuou.  Beta ainda falou da alegria das crianças com a farda. “Todo mundo muito feliz, eles amaram o uniforme”, contou.

Entrega escalonada

A entrega dos uniformes está programada para ser feita de forma escalonada nas unidades de ensino.  Esta é a primeira vez na história de Luís Eduardo que acontece uma entrega gratuita de fardamento com tamanha qualidade. É uma logística nunca executada antes e, por esse motivo, a decisão de realizar a ação de forma escalonada. São mais de 80 mil peças que estão sendo entregues em 21.033 kits.