
Abertura dos campeonatos municipais de Futsal série Ouro e Feminino acontece no dia 08 de julho


A abertura dos campeonatos municipais de Futsal Feminino e Série Ouro de Luís Eduardo Magalhães acontece no dia 08 de julho, às 19h, no Ginásio José Alberto Lauck, localizado no bairro Jardim das Acácias.
Ao todo, serão 28 equipes e mais de 500 atletas disputando os dois campeonatos. Os campeões do ano passado farão a abertura dos jogos. No Feminino, Terra Agrícola Udinese e na Série Ouro, a equipe do Nova Geração.
A competição é promovida pela Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria Municipal de Cultura e Esportes, por meio da Liga Desportiva.
Confira a programação dos jogos
Feminino
08.07 (Sexta-feira)
19h Sport Porto X Terra Agrícola.
09.07 (Sábado)
15h Anônimas X Stellares;
16h União Pacers X Real Santa Cruz;
17h Águias do Oeste X Raça Pura.
10.08 (Domingo)
15h Sal & Luz X Aliadas;
16h Real Santa Cruz X Pura Raça;
17h Stellares X Céus;
18h Raça Pura X Accert Desportivo.
14.07 (Quinta-feira)
19h Terra Agrícola Udinese X Sal & Luz;
20h Aliadas X Sport Porto.
Série Ouro
08.07 (Sexta-feira)
20h Nova Geração X Tradição;
21h Mercenário X Morfina.
09.07 (Sábado)
18h Atalanta X Gerais;
19h Quentex X Milionários.
10.08 (Domingo)
19h Galaxi X Udinese Marabá.
12.07 (Terça-feira)
20h Accert X Sal & Luz;
21h Bahea X Milk Shake da Praça.
Ofertas de Independência da Bahia no Grupo Marabá



Soja despenca em Chicago e leva outros grãos e fibras de arrasto.
| SOJA DISPONÍVEL (Média Lem/Barreiras – R$/saca) | No dia | Um mês atrás | Um ano atrás |
| 160,00 (-6,71%) | 168,00 |
138,75 | |
| SOJA BALCÃO (Média Lem/Barreiras – R$/saca) | 152,33 (-7,86%) | 163,00 | 131,33 |
Assim como na bolsa de Chicago e no resto do País, a soja caiu quase 8% no Oeste da Bahia e arrastou consigo café 1.315,00 (-2,95%), milho 71,50 (-0,69%), feijão 360,00 (-7,10%) e manteve estável o algodão, que custa 189,00 a arroba, quando estava a 234,00 há um mês.
O milho despencou inacreditáveis 18,50 % em Chicago, para atingir US$7,36 o bushel.
Deputado do PT crê na vitória de Jerônimo e diz que 56% do eleitorado não tem candidato a governador

Robinson disse que projeto pessoal de poder do ex-prefeito e de Bolsonaro será derrotado pelo PT.
O deputado estadual Robinson Almeida (PT) comentou o resultado da pesquisa realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas, entre os dias 30 de junho e 4 de julho, sob encomenda do Bahia Notícias, divulgada nesta terça-feira (05), e disse que pelo menos 56% do eleitorado, no levantamento espontâneo, não têm candidato a governador na Bahia. O parlamentar ainda alfinetou o ex-prefeito ACM Neto (UB) afirmando que ele e Bolsonaro vão “chorar” a derrota eleitoral no pé do Caboclo, no Campo Grande.
“Esse levantamento aponta que 56% do eleitorado, no levantamento espontâneo, não tem candidato a governador. A população ainda não virou a sua agenda para a eleição de governo estadual. Já se discute a presidencial e o desejo, enorme, de ter Lula na presidência. Na hora do vamos ver, quando a campanha para governador entrar na agenda da população, eu não tenho dúvidas de que a Bahia vai eleger Jerônimo governador e Lula presidente”, afirmou Robinson Almeida.
“ACM Neto e Bolsonaro vão chorar juntos no pé do caboclo, no Campo Grande, porque os baianos não querem um projeto pessoal e familiar de poder”, cutucou o deputado petista.
“O 2 de Julho e o encontro do Programa de Governo Participativo, em Ribeira do Pombal, que Jerônimo reuniu mais de 10 mil pessoas, mostraram que a Bahia tem lado e, como já está cravada na nossa História, a oposição, que ganha nas pesquisas, vai perder no voto para o PT e o grupo que transformou a Bahia e estar do lado dos trabalhadores. Essa é a História política baiana dos últimos 16 anos”, concluiu Almeida.
Aiba avança em tratativas do termo de cooperação assinado entre governos da Bahia e Tocantins.
A demanda em relação à segurança jurídica entre os estados da Bahia e Tocantins e que vem sendo conduzida pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), há 14 anos, teve um grande desdobramento com a assinatura do Termo Declaratório de Divisa Territorial assinado entre os governadores da Bahia, Rui Costa e Wanderley Barbosa, do Tocantins, durante na abertura oficial da Bahia Farm Show, em (1º) de junho.
Esse é o grande pleito defendido que se encaminha para os trâmites finais, reduzindo assim a insegurança jurídica dos produtores situados nessa região.
O acordo celebrado se configura em mais segurança quanto à definição dos limites de atuação das autoridades públicas, da justiça, da polícia, e competência tributária de cada um dos estados. A assinatura marca o fim de várias disputas relacionadas à indefinição territorial.
A falta de delimitação era motivo de conflitos entre autoridades, inclusive quanto à posse e propriedade por juízos diferentes em relação à mesma área. Na sequência, o documento deverá ser encaminhado à Assembleia Legislativa de cada Estado signatário para homologação.
Confira no link matéria da assinatura do Termo Declaratório de Divisa Territorial durante a abertura da Bahia Farm Show.
Feira da Praça edição especial Independência da Bahia reuniu famílias no Jardim Paraíso neste fim de semana.





A Feira da Praça edição especial Independência da Bahia, realizada neste fim de semana, dias 02 e 03 de julho, reuniu famílias no Jardim Paraíso, em Luís Eduardo Magalhães.
Com uma estrutura acolhedora, com praça de alimentação, venda de artesanato e música ao vivo, a Prefeitura, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Cultura e Esportes promoveu entretenimento e lazer para os munícipes.
O acarajé, comida típica baiana não poderia faltar nesta data tão especial para a história do Brasil. O bolinho de feijão fradinho, frito no azeite de dendê foi um dos quitutes comercializados na Feira. E a apresentação de uma das manifestações culturais mais características do estado, a Capoeira – patrimônio imaterial da humanidade -, também esteve presente no evento, liderada pelo Mestre Alicate.
Custo de produção de leite aumenta 62% em dois anos e especialistas explicam as razões

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Especialistas do Centro de Inteligência do Leite da Embrapa analisam razões para a alta no preço do produto.
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Além da entressafra, nos primeiros meses de 2022, custos ao produtor chegaram a aumentar 62%.
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Laticínios brasileiros compraram 10,5% menos leite dos produtores no primeiro trimestre deste ano, comparado ao mesmo período de 2021, registrando-se a quarta queda trimestral consecutiva.
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Esses fatores somados fizeram o preço dos produtos lácteos disparar nos supermercados.
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Mesmo assim, leite e derivados são os alimentos de origem animal que apresentaram menor alta nos dois últimos anos.
Não é apenas a entressafra que explica a inflação dos lácteos no Brasil. Apesar de o litro de leite UHT ter atingido o valor de até R$ 8,00 em alguns estabelecimentos, por causa da chegada do inverno e da redução das chuvas em boa parte das regiões produtoras, o produto já seguia em elevação nos últimos meses. Segundo o pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Glauco Carvalho, a principal causa do aumento é a menor oferta do produto nos laticínios, o que se deve principalmente à elevação dos custos de produção.
A entressafra tem início em abril, mas, segundo o pesquisador, “a oferta de leite já vinha fraca desde de meados do ano passado e acentuou nos primeiros meses de 2022”, afirma Carvalho. Além disso, a entressafra acentuou a escassez de leite no mercado. Nos últimos anos, houve uma alta de 62% nos custos para o produtor, gerando uma elevação de 43% no preço ao consumidor.
Segundo Carvalho, o preço, mesmo em alta, não está sendo suficiente para cobrir os custos, o que piorou a rentabilidade nas fazendas e levou o produtor a diminuir a oferta, reduzindo a alimentação das vacas. Em pesquisa referente à compra de leite pelos laticínios no primeiro trimestre do ano, os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelaram uma queda de 10,51% em comparação aos três primeiros meses de 2021 (veja figura 1). Essa foi a quarta queda trimestral consecutiva e a maior em uma avaliação trimestral desde o início da pesquisa, em 1997. “O volume de leite adquirido no primeiro trimestre deste ano foi o equivalente ao observado em 2017, o que significa que a indústria regrediu cinco anos em termos de captação de leite”, explica.
Figura 1 – Variação do volume de leite adquirido pelos laticínios: trimestre contra o mesmo trimestre do ano anterior (%). Fonte: IBGE/Embrapa Gado de Leite
A expectativa é que os números do segundo trimestre, que coincide com o início da entressafra, repitam o cenário de escassez do primeiro trimestre. Mas no segundo semestre, a perspectiva é de algum crescimento na oferta, motivada pelo início do período de chuvas e também por uma recuperação nas margens de lucro do produtor. “Os preços ao produtor estão em alta e isso vai dar um incentivo para melhorar a produção”, acredita Carvalho. No entanto, o pesquisador salienta que muitos produtores saíram da atividade e outros destinaram animais para o abate. “O impacto disso na recuperação da oferta é difícil quantificar”, conclui.
A escalada dos custos vem ocorrendo desde meados do ano passado, impactando a rentabilidade dos produtores. De janeiro a junho deste ano, o preço médio do leite pago ao produtor, deflacionado pelo custo de produção, recuou cerca de 3,8% comparado ao mesmo período de 2021. Do rol dos insumos que mais subiram de preço estão os fertilizantes e os combustíveis, afetados pela guerra Rússia-Ucrânia. Até o frete marítimo internacional, também em alta, entram nessa conta. Mas o insumo que mais tem pesado no caixa do produtor é o volumoso, que registrou elevação de 51% na comparação de maio deste ano com o mesmo mês de 2021. “Produzir silagem e adubar pastagens está bem mais caro”, constata o analista da Embrapa, José Luiz Bellini Leite. A ureia no mercado brasileiro passou de R$ 2,3 mil por tonelada, no início do ano passado, para cerca de R$ 6,3 mil em março de 2022. O cloreto de potássio foi de R$2 mil/t para R$6 mil/t. Esses insumos tiveram os preços afetados diretamente pelo conflito no leste da Europa, que tem a Rússia como a principal exportadora.
Produto sazonal
Mas a entressafra, como de costume, também carrega parte da culpa pela alta dos lácteos. O leite no Brasil é um produto sazonal, com períodos claros de safra e entressafra. A diminuição da oferta devido à sazonalidade explica o aumento do preço pago pelo consumidor em parte do outono/inverno. No lado contrário, ocorre regressão do preço com o crescimento da oferta no período de primavera/verão. Os dados do IPCA-15/IBGE, de novembro a janeiro do ano passado, em plena safra, mostram que os produtos lácteos ao consumidor tiveram queda de preço, o que é normal. As coisas começam a sair da normalidade com a alta das commodities, revertendo a tendência de preços baixos a partir de fevereiro, em plena safra.
Segundo o pesquisador da Embrapa, Paulo do Carmo Martins, a demanda por lácteos também costuma apresentar oscilações ao longo do ano, o que resulta em um setor com preços tradicionalmente voláteis. “Em alguns períodos, são os produtores que reclamam dos preços baixos pagos pelos laticínios; em outros, são os consumidores que ficam insatisfeitos com o valor que estão pagando pelos produtos lácteos”, diz. Para Martins, esse fato passa a impressão de que o leite é sempre um problema na cesta de alimentos.
Com a volta da inflação a dois dígitos, as atenções se voltam para os gêneros alimentícios, que tem maior impacto nas populações de baixa renda e o leite assume seu protagonismo, mas segundo Martins, a alta da inflação tem se mostrado um fenômeno mundial.
“Esse é o reflexo do desarranjo das cadeias produtivas globais, impactadas pela descontinuidade na produção e no transporte durante a pandemia de Covid-19”, conclui.
O que confirma essa conclusão é o índice do Global Dairy Trade – GDT (plataforma mundial que realiza leilões de lácteos) recuou um pouco, mas segue em patamares elevados (US$ 4,6 mil/t) desde que atingiu seu maior valor em fevereiro: US$ 4,630/t. Os índices do GDT mostram que em dois anos, a tonelada do Leite em Pó Integral oscilou de US$1,9 mil a US$ 5,3 mil.
Para os pesquisadores e analistas do Centro de Inteligência do Leite (Cileite/Embrapa), a crise econômica que reduziu o poder de compra da população está evitando que a crise de oferta torne os preços dos lácteos mais elevados. Ainda assim, o leite não pode ser visto como “maior vilão” da inflação de alimentos. Segundo dados do IPCA, entre os produtos de proteína animal (carne, frango, ovos e lácteos), leite e derivados são os que apresentaram menor alta nestes dois anos (veja figura 2). Para os integrantes do Cileite/Embrapa, O desafio dos produtores de leite na gestão de custo nas fazendas tem sido gigante. A queda observada na oferta do produto ilustra bem isso. O resultado é a pressão pela modernização do setor. “No rastro desse momento de adversidade, tem ocorrido um processo mais acelerado de consolidação no setor, com modernização tecnológica da produção, exigência de maiores investimentos e pressão por economia de escala”, afirma Bellini Leite.
Figura 2 – Variação de preços do grupo Alimentação e de alimentos à base de proteína animal, durante a pandemia (abri/2020 a abr/22), expressos em números índices (mar/2020=100) –
Fonte: Cileite/Embrapa com base no IPCA/IBGE
Novo terminal de passageiros será construído no Aeroporto de Barreiras

O novo espaço terá área construída de 2.200 m²
A Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra) informa que o aviso de licitação para a construção do terminal de passageiros do Aeroporto de Barreiras saiu no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (05). O novo espaço terá uma área construída de 2.200 m².
O projeto também inclui a oferta de aproximadamente 200 vagas de estacionamento para veículos, como motos, carros, vans e ônibus, e obras de construção complementares, a exemplo de casa de força.
Com a implantação do novo terminal, a capacidade de atendimento ampliará de 70 para 210 passageiros na hora-pico, que é o momento de maior movimentação no aeroporto.
Considerado o maior da região do Oeste baiano, o aeroporto opera com aviação geral e regular e tem capacidade para receber aeronaves com até 70 passageiros. O investimento previsto da obra é de R$ 25 milhões. A próxima etapa da licitação será a abertura dos envelopes com as propostas das empresas interessadas em 08 de agosto.
Bahia tem a gasolina mais cara do País
Preços em fevereiro de 2015, durante o Governo Dilma Rousseff, depois de um aumento “assustador”. Veja matéria aqui.
Na Bahia, onde existe o monopólio privado dos combustíveis, o preço se manteve como o mais alto do País. Queda foi resultado da aprovação da lei que limita a alíquota do ICMS em 17% a 18% sobre combustíveis. Redução foi, em média de R$ 0,26 no país. Especialistas alegam que a medida não é suficiente para barrar o aumento dos combustíveis. Em Luís Eduardo Magalhães a gasolina se mantém acima de R$8,00 o litro.
A gasolina já está mais barata em pelo menos 18 estados do Brasil. A queda foi resultado da aprovação, pelo Governo Federal, da lei que limita a alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) em 17% a 18% sobre combustíveis, energia, telecomunicações e transportes.
Dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP) apontam que a redução foi, em média de R$ 0,26 no país. Enquanto nesta semana o valor médio do litro da gasolina comum é de R$ 7,12, na semana anterior, o custo médio do litro era de R$ 7,39.
Na última sexta-feira (1), o governo do Rio de Janeiro anunciou a redução do ICMS sobre os combustíveis de 32% para 18%. A expectativa é que o preço médio da gasolina caia R$ 1,19, passando de R$ 7,80 para R$ 6,61.
Já o estado de São Paulo anunciou a redução do ICMS sobre a gasolina de 25% para 18%.
No último dia 23, o presidente Jair Bolsonaro sancionou o projeto que estabelece um teto para as alíquotas de ICMS sobre os setores de combustíveis, gás, energia, comunicações e transporte coletivo. O texto não fixa uma alíquota para o ICMS cobrado sobre os setores citados, mas limita a incidência do tributo a aproximados 17% ao carimbá-los como “essenciais”.
Entretanto, especialistas alegam que a medida não é suficiente para barrar o aumento dos combustíveis, já que outros fatores – como aumento do dólar ante o real e aumento dos custos do petróleo no mercado internacional – contribuem para os altos preços.
Confira a lista dos estados que já estão com a gasolina mais barata e os preços médios atuais:
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Alagoas – R$ 7,396
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Amapá – R$ 6,216
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Amazonas – R$ 7,390
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Bahia – R$ 7,923
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Distrito Federal – R$ 7,210
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Espírito Santo – R$ 7,314
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Goiás – R$ 7,078
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Maranhão – R$ 7,211
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Minas Gerais – R$ 7,385
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Pará – R$ 7,334
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Paraíba – R$ 7,195
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Paraná – R$ 6,842
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Rio de Janeiro – R$ 7,637
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Rio Grande do Sul – R$ 6,825
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Rio Grande do Norte – R$ 7,574
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Rondônia – R$ 7,245
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Roraima – R$ 6,975
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Santa Catarina – R$ 6,825
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São Paulo – R$ 6,697
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Prefeitos correm para protestar em Brasília contra a PEC do Desespero.
Mais uma vez prova-se o ditado popular: “Não existe almoço grátis”. Se o cobertor é curto e mal administrado, o caboclo vai passar frio na certa.
Cerca de 1.000 prefeitos pretendem fazer, nesta terça-feira (5.jul.2022), uma mobilização no Congresso contra medidas em tramitação no Legislativo, no governo federal e no Supremo Tribunal Federal.
O motivo: esses textos aumentam gastos e reduzem receitas dos municípios. O presidente da CNM (Confederação Nacional de Municípios), Paulo Ziulkoski, afirma que os políticos, ao tomar certas decisões, as cidades perdem a capacidade de cumprir com suas funções mais básicas, como financiar a educação.
Ziulkoski deu como exemplo a PEC que aumenta o Auxílio Brasil, o Auxílio Gás dos Brasileiros e o projeto que fixou um teto de 17% a 18% para o ICMS (Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias) de combustíveis, energia elétrica, transporte urbano e telecomunicações. O limite da cobrança do ICMS representa um custo de R$ 22,06 bilhões aos municípios e diminui a margem para o pagamento de despesas das cidades.
Ao todo, Ziulkoski projeta que as prefeituras podem sofrer um impacto impacto fiscal de R$ 73 bilhões se medidas atualmente em tramitação forem aprovadas. O custo total pode subir para R$ 250,6 bilhões se todas as propostas mapeadas pela confederação forem aprovadas.
MPTCU diz que PEC Kamikaze é “inconstitucional” e pede investigação.
Segundo o pedido, a lei eleitoral proíbe a criação de benefícios no período pré-eleitoral para evitar que candidatos usem a máquina pública para conseguir vantagens
O MPTCU (Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União) pediu a investigação e a produção de estudos sobre o impacto da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) Eleitoral (apelidada de PEC Kamikaze por conta dos efeitos orçamentários que certamente vai gerar) que libera R$ 41,2 bilhões em gastos fora das regras fiscais instituindo um estado de emergência a três meses das eleições. A PEC foi aprovada pelo Senado Federal e tramita na Câmara dos Deputados.
O objetivo declarado é combater os efeitos da acentuada alta de preços dos combustíveis e do gás de cozinha. Ela se propõe a fazê-lo por meio de uma série de medidas válidas apenas para o restante de 2022 e que compreendem, entre outras, a criação de auxílios para caminhoneiros autônomos e taxistas; o aumento do valor do vale gás; o repasse de recursos para garantir a mobilidade urbana de idosos; e o aumento do valor do Auxílio Brasil.
No Senado, a PEC foi já aprovada em dois turnos, em processo que congregou duas propostas: a PEC 1/2022 e a PEC 16/2022. Essas medidas interessam diretamente ao presidente Jair Bolsonaro, que busca aumentar suas chances de reeleição.
Contudo, esse tipo de medida, isto é, “a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios por parte da Administração Pública”, é vedada em ano eleitoral (art. 73, §10º da lei 9.504/97).
Por essa razão, a PEC é polêmica e suscitou diversos debates na esfera pública. Para se justificar perante essa proibição, o parecer do relator, senador Fernando Bezerra, recorre a uma exceção prevista pela regra mencionada acima, argumentando que o país se encontra em uma “situação de emergência provocada pelo forte aumento no preço dos combustíveis”.
O relator faz questão, ainda, de salientar que essas medidas não são “políticas com fins eleitorais”, mas apenas “respostas necessárias que a população espera do Congresso Nacional” em face do aumento de preços e conclui:
“Por esse motivo, o substitutivo começa por reconhecer o estado de emergência para 2022”.
Do Urbs Magna
LEM: Retorno às aulas é marcado pelo início da entrega dos uniformes

O retorno às aulas do segundo semestre da Rede Municipal de Ensino de Luís Eduardo Magalhães está sendo marcado pelo início da entrega dos uniformes escolares para os alunos matriculados em 2022.
A entrega, que iniciará amanhã, dia 05, nas creches do município, está cumprindo o cronograma definido para o segundo semestre pela Secretaria Municipal de Educação. “O início do nosso segundo semestre letivo, programado para o dia 05 de julho, definiu também o início da programação de entrega dos uniformes, que acontecerá até o final do mês”, afirmou o secretário de educação Jefferson Café.
Para o prefeito, esta é mais uma importante etapa na melhoria da educação do município. “O início da entrega destes uniformes é mais uma etapa do nosso projeto de investimento na educação do Município. Vamos chegar ao final dos quatro anos de governo oferecendo aos nossos 21.033 alunos uma excelente condição para o ensino e aprendizado, melhorando a infraestrutura escolar, merenda, material didático e entregando fardamento gratuitamente”, disse o prefeito Junior Marabá.
Entrega escalonada
A entrega dos uniformes dos alunos da Rede Municipal está programada para ser feita de forma escalonada nas unidades de ensino, até o final do mês. “Esta é a primeira vez na história de Luís Eduardo que acontece uma entrega gratuita de fardamento. É uma logística nunca executada antes. Por isso decidimos fazer as entregas de forma escalonada. São mais de 80 mil peças que estão sendo entregues em 21.033 kits, com quatro peças em cada kit”, disse o secretário Jefferson Café.
“O prefeito pediu o máximo de cautela na entrega destes uniformes. Imagine que temos em apenas uma creche 300 crianças, com idades e tamanhos diferentes. Temos que dar atenção individual aluno por aluno. Essa distribuição escalonada pode ser mais lenta, mas será a melhor maneira de fazer. Mesmo por que nunca foi feito antes”, concluiu Café.
COVID-19: Sede do antigo PROMATI volta a oferecer imunização nesta terça-feira (05)

A sede do antigo PROMATI, localizada no bairro Santa Cruz, em Luís Eduardo Magalhães, volta a funcionar como ponto de vacinação Covid-19 nesta terça-feira (05), das 9h às 16h, sem intervalo para almoço.
O atendimento no local será para todos os públicos e estarão disponíveis todas as doses da vacina contra a doença. Com a reabertura do ponto, serão sete locais de imunização distribuídos pela cidade.
O atendimento no local havia sido suspenso em função dos festejos juninos.
Luís Eduardo tem REFIS 2022 com possibilidade de parcelamento em até 24 vezes

O contribuinte de Luís Eduardo Magalhães, pessoa física ou jurídica que precisa regularizar suas dívidas fiscais com o município já pode realizar a sua adesão ao REFIS 2022. A lei 1.023 entrou em vigor nesta terça-feira (28), após sanção do prefeito Junior Marabá.
O Programa de Recuperação Fiscal traz a possibilidade do parcelamento em até 24 meses, com descontos de até 90%, sobre juros e multas e isenção de honorários advocatícios, de acordo com o número de parcelas escolhidas pelo contribuinte.
Uma excelente oportunidade para que o munícipe regularize os seus débitos com o município e contribua com o desenvolvimento da cidade.
A adesão pode ser feita de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h, na Secretaria Municipal da Fazenda ou através dos contatos: e-mail: refis@pmlem.ba.gov.br / WhatsApp (77) 9 9966-7241.

SEJA QUAL FOR A PERGUNTA, A RESPOSTA É O AGRO.
O Oeste é o meu berço. Sou do tempo que uma viagem de Barreiras até a zona rural de Riachão ou para cachoeira do Acaba Vida para aproveitar o fim de semana com a família durava muito mais que alguns poucos minutos.
No caminho, pela janela do carro, eu via tanta terra, o cerrado. Pela estrada até a fazenda, de vez em quando passava alguém. Eram poucos, confesso. Todos se conheciam. Hoje, pelo retrovisor, vejo a história. Penso no caminho que a nossa região percorreu. Caminho que saiu do campo e levou o nosso nome para o mundo.
Tenho certeza da potência que nos tornamos. E a mola propulsora para que isso acontecesse tem nome: o agronegócio. Dia após dia, a evolução. Ano após ano, recordes de produção. Vem gente de todo lugar. Vem empresário de todo o mundo. E quando o mundo precisou parar, nós aceleramos. Sempre que a economia precisa, mostramos a nossa força.
Seja qual for a pergunta, a resposta é o agro. Seja quando for, ele estará presente sendo a ponte que liga o Brasil ao mundo. Que liga o Oeste ao progresso.
E a CarambolaCOM, há 18 anos, caminha lado a lado com os produtores. Afinal, muito além do campo, o agro move tudo ao seu redor.
(material publicitário)
Paranauê Pesquisas, by famiglia miliciana, vira motivo de chacota.
“Tem que ter um instituto de pesquisa para apresentar um resultado atípico para que os bolsonaristas possam tumultuar as eleições quando der Lula no primeiro turno”, diz jornalista
O Paraná Pesquisas virou motivo de chacota no Twitter, neste domingo (3/7), após um levantamento do instituto mostrar, na mesma data, o presidente Jair Bolsonaro (PL) à frente de LULA em São Paulo, onde o Datafolha revelou recentemente que é o petista o líder das pesquisas de intenções de voto para presidente na eleição de outubro.
De acordo com o levantamento da Paraná Pesquisas, Lula aparece pela primeira vez em segundo lugar, com 36,4%, e Bolsonaro tem 39,7%, com margem de erro de 2,3 pontos para mais ou para menos.
A notícia causou a estranheza de todos, especialmente nas redes sociais. Tuítes sobre o assunto pipocaram na plataforma.
Demonstrando total descrédito na informação do instituto, o perfil @marcelocostabh compartilhou uma imagem do ET Bilu – personagem da ficção bolsonarista – e escreveu a mensagem: “Paraná Pesquisas confirma: Bozo tem 100% dos votos em Ratanabá [local fictício criado por bolsonaristas]. Segundo o ET Bilu, em Marte o Bozo lidera isolado.
Carroll participa das comemorações do 2 de Julho
O Brasil é um lugar de grande história. E a Bahia tem uma participação imensurável. Aqui, o país foi descoberto. Nessa terra, o primeiro grito de independência foi dado na luta contra os portugueses. E é nessa nação que temos orgulho de estar, de fincar raízes e celebrar suas datas mais importantes. Viva a Bahia e o 2 de julho. Viva a luta de um povo em busca de dias cada vez melhores para todos.
Ofertas de Independência da Bahia no Grupo Marabá



Dois jovens motociclistas morrem em colisão frontal. Um final de semana de muitas ocorrências no Oeste.
Na madrugada deste domingo, 3, por volta da 1h40, ocorreu uma colisão frontal entre duas motocicletas, na rua Piedade, no bairro Luar do Cerrado, na cidade de Luís Eduardo Magalhães.
De acordo com informações, Ronildo Souza de Jesus de 18 anos, natural de Jaborandi/BA, pilotava uma moto Honda CG e Marcos Assis Jesus da Costa de 22 anos, natural de Tabocas do Brejo Velho/BA, pilotava uma moto Honda Biz, quando ocorreu a forte colisão, deixando os dois mortos no local.

Duas equipes do SAMU estiveram no local, mas só puderam atestar os óbitos.
Estiveram no local do acidente de trânsito a Polícia Militar, ROMU e SUTRANS que sinalizou. A Polícia Civil, coletou informações e os corpos foram removidos para o IML de Barreiras para necropsia.
Apreensão de veículos roubados
Na noite de ontem, sexta-feira, 1, por volta das 19h15, a Rondesp Oeste apreendeu veículos com adulteração e restrição de furto/roubo na BR 135, no município de Barreiras
A guarnição realizou na saída para Riachão das Neves, a operação Poder Marrom, quando os policiais receberam informação que um veículo furtado em Brasília-DF e que estava sendo rastreado, indicava sua localização em deslocamento pela BR 135 sentido Richão das Neves. De imediato, os policiais deslocaram para averiguação conseguindo interceptar uma Van que transportava duas motocicletas num reboque.
Ao ser verificado no interior do veículo, foram encontradas cinco motos, sendo que através da verificação do chassi, foi constatado que uma das motos se tratava da mesma que havia sido furtada no DF.
O condutor da Van foi conduzido até a Delegacia Policial de Barreiras, onde foi constatado que mais uma das motocicletas tinha restrição de furto/roubo, e em outras três foram detectadas adulterações depois de periciadas.
Caminhão tomba na BR-161]
Um motorista sofreu ferimentos leve após o caminhão-baú que ele dirigia tombar, na BA-161, no trecho de Muquém do São Francisco. O acidente aconteceu próximo a um frigorífico, no início da manhã.
Fotos do local do acidente mostram o caminhão caído em uma área de mata, ao lado da rodovia. Não há informações sobre o que causou o acidente.
Segundo informações, uma equipe do SAMU foi acionada e socorreu o homem para o Hospital Regional Velho Chico. Além dos socorristas, a PM também foi acionada e registrou a ocorrência.
Carro cai em canal, em Barreiras

No final da madrugada de hoje, domingo, 3, por volta das 5h30, o condutor de um veículo GM Astra, perdeu o controle da direção e caiu em um canal as margens da BR 135, na altura do bairro Vila dos Funcionários, na cidade de Barreiras.
No carro estavam quatro pessoas que não se feriram. Uma equipe do SAMU foi acionada, mas não precisou prestar atendimento.
FAB atira e força pouso de aeronave carregada com 500 KG de cocaína.
Fotos de referência.

Caças da Força Aérea Brasileira (FAB) dispararam neste domingo (3) contra uma aeronave de pequeno porte que carregava 500 quilos de pasta base de cocaína.
A droga foi apreendida após um pouso forçado da aeronave entre as cidades de Jales e Pontalinda, interior de São Paulo. De acordo com a FAB, duas pessoas que estavam no avião fugiram e ninguém foi preso.
De acordo com a FAB, a aeronave de pequeno porte entrou sem autorização no espaço aéreo por volta das 12h30, no Mato Grosso do Sul. Dois caças A-29 Super Tucano foram acionados para monitorar o avião, considerado suspeito.
Os pilotos da Aeronáutica ordenaram mudança de rota e pouso, mas não obtiveram resposta. Foi feito, então, um disparo de aviso, direcionado para um ponto próximo à aeronave.
Sem resposta, o avião passou a ser considerado hostil e foi alvo de um tiro de detenção. O disparo tem como objetivo causar avarias na aeronave para exigir o pouso forçado.
Segundo a FAB, a Polícia Federal encontrou cerca de 500 kg de pasta base de cocaína, matéria-prima para a fabricação da droga.
Quem vai ganhar em Salvador em 2 de outubro?
Pelo visto ontem, no DataPovo, vai ser uma goleada histórica de Lula e talvez até de “Jerômo”, o herói do Sertão. Se no interior da Bahia a lapada vai ser forte, a meia duzia de motoqueiros alugados de ontem explicam que, na Capital da Nação baiana acontecerá uma grande vitória.
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Lula vence Bolsonaro com folga nos três maiores colégios eleitorais do país
Por Ricardo Kotscho, colunista do UOL
Na nova bateria de pesquisas divulgada esta semana pelo Datafolha, os números que me chamaram mais a atenção foram os da corrida presidencial em São Paulo, Minas Gerais e Rio de janeiro, respectivamente, primeiro, segundo e terceiro maiores colégios eleitorais do país.
Em 2018, foi exatamente nesses três estados decisivos para a eleição que Jair Bolsonaro garantiu a vitória ao abrir larga vantagem sobre o petista Fernando Haddad.
Este ano, o quadro se inverteu, apontando folgada vitória do ex-presidente Lula:
São Paulo: Lula 43% X Bolsonaro 30%
Minas Gerais: Lula 48% X Bolsonaro 28%
Rio de Janeiro: Lula 41% X Bolsonaro 34%
Esses 20 pontos de vantagem de Lula sobre Bolsonaro em Minas podem ser o fator decisivo. Até hoje, após a redemocratização, nenhum candidato a presidente da República foi eleito sem ganhar neste estado, considerado síntese do país.
Diante destes números, que confirmam todas as anteriores pesquisas confiáveis deste ano, Joelmir Tavares, da Folha, chegou à conclusão em matéria publicada hoje que “pesquisas e cientistas políticos afastam possível reviravolta na corrida presidencial. “
Para a cientista política Carolina de Paula, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), citada na reportagem, “levando em conta apenas os elementos normais de análise de conjuntura, é difícil imaginar alguma mudança no cenário. Só se considerarmos eventos extras, como facadas e similares”.
Se lembrarmos que, fora destes grandes colégios do sudeste, o maior contingente de eleitores se concentra no nordeste (27%), a vantagem estabelecida por Lula a três meses da abertura das urnas, revela-se ainda maior: 58% contra 19% de Bolsonaro naquela região.
Outro dado a destacar nestas pesquisas são os altos índices de rejeição que tornaram o atual presidente um estorvo para os seus candidatos nas eleições estaduais.
Vejam os números:
* 64% dos eleitores de São Paulo não votariam de jeito nenhum no candidato apoiado por Bolsonaro, o ex-ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos), que tem 13% na pesquisa, empatado com o tucano Rodrigo Garcia, contra 34% do petista Fernando Haddad. Apoiado pelo presidente, o apresentador José Luiz Datena desistiu esta semana de ser candidato ao Senado na chapa de Tarcísio.
* No Rio, 58% dos eleitores não votariam no candidato apoiado pelo presidente, o atual governador Cláudio Castro (PL), com 23% na pesquisa, tecnicamente empatado com Marcelo Freixo (PSB), com 22%, que está aliado com o PT de Lula. Mas PT e PSB ainda brigam pela vaga de senador, o que pode implodir a aliança.
* Em Minas, onde 55% não votariam no candidato de Bolsonaro, o atual governador, Romeu Zema, do Novo, foi mais esperto: procurou se distanciar do presidente e lidera a pesquisa com larga vantagem (48%) sobre Alexandre Kalil (PSD), apoiado por Lula, que tem 21%. Já surgiu até o voto “Lulema”, uma repetição do “Lulécio” da eleição de 2002, que levou Lula e Aécio Neves (PSDB) à vitória no estado. Entre a eleição e a posse, lembro que Aécio até promoveu um encontro entre o novo presidente e os governadores tucanos em Araxá (MG). Eram outros tempos.
Hoje, o ex-presidente candidato ao terceiro mandato tem como vice, em lugar do empresário mineiro José Alencar, o ex-tucano Geraldo Alckmin, quatro vezes governador, e pela primeira vez lidera a eleição em São Paulo numa campanha presidencial.
Nas voltas que a vida dá, o antipetismo de 2018, que impulsionou a vitória do então deputado do baixo clero, quando Lula estava preso em Curitiba pela Lava Jato, deu lugar ao antibolsonarismo, que se reflete também nas disputas estaduais.
O que ainda pode mudar este cenário, que parece congelado faz meses, é o “pacote de bondades” a ser distribuído pelo governo, ao custo de R$ 41,2 bilhões, também chamado de “pacote do desespero”, aprovado esta semana quase por unanimidade no Senado, que aumentou em R$ 200 o Auxílio Brasil e dobrou o valor do vale-gás, entre outros benefícios. Só falta a PEC ser aprovada na Câmara, o que se dá como favas contadas.
Para saber quais efeitos esse pacote terá na compra de votos, precisamos esperar o próximo Datafolha.
A Independência da Bahia, vista pelo bem humorado Eduardo Bueno.
Com Jerônimo, Lula agigantou o 2 de Julho e atraiu multidão, afirma Robinson Almeida.


O deputado estadual Robinson Almeida (PT) afirmou que a presença do ex-presidente Lula (PT), no Dois de Julho, neste sábado, “agigantou” o Cortejo Cívico que reuniu milhares de baianos depois de dois anos sem ser realizado por causa da pandemia do Coronavírus.
O deputado petista caminhou com o ex-presidente Lula, o pré-candidato ao Governo da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), com o pré-candidato a vice-governador, Geraldo Jr, o senador e pré-candidato a reeleição, Otto Alencar (PSD), e com o governador Rui Costa (PT) pelas ruas da Lapinha e do Barbalho, em Salvador, e disse que “um grande volume de pessoas” queria cumprimentar o ex-presidente.
“A presença de Lula agigantou o Dois de Julho. Hoje é o dia da nossa independência, o dia que o povo baiano vai as ruas para celebrar os nossos heróis. Tive com o presidente Lula. Ele entrou ao lado do convento, com o nosso futuro governador Jerônimo Rodrigues, com a comitiva do governador Rui Costa (PT), ao lado de Geraldo Alckmin (PSB), Janja, e foi um sufoco pra Lula andar nas ruas da Lapinha, por conta do grande volume de pessoas que queria abraçá-lo”, testemunhou Robinson Almeida.
Na sequência do festejo cívico, o ex-presidente Lula reuniu, na arena Fonte Nova, segundo estimativa dos organizadores, 20 mil apoiadores. O evento, batizado de “Grande Ato da Independência”, também teve a presença do senador Jaques Wagner (PT), prefeitos, vereadores, deputados e lideranças do interior do estado.

(Foto: Arisson Marinho / CORREIO)

(Paula Fróes/CORREIO)

Ricardo Stuckert

Ricardo Stuckert

Ricardo Stuckert

A Independência da Bahia, a primeira porção de chão brasileiro levanta-se pela liberdade.
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A Independência da Bahia foi um movimento social e militar iniciado a 19 de fevereiro de 1822 e terminou a 2 de julho de 1823. Os habitantes do estado estavam cansados de pagar impostos à coroa portuguesa assim como de sustentar os seus luxos. Depois do dia 7 de setembro de 1822 quando foi proclamada a independência do Brasil, alguns membros da corte se recusavam a sair da Bahia. Foi então que ocorreu a revolta em prol da emancipação do estado em relação aos portugueses.
A cidade de Salvador era um destaque na resistência contra a dominação das tropas portuguesas comandadas pelo brigadeiro Madeira de Mello que no final do ano de 1822 invadiram a cidade. Os baianos perderam a batalha e em seguida foram para o Recôncavo Baiano, lugar onde os moradores também eram adeptos à independência.
Os portugueses se aproveitaram da evacuação de Salvador e pediram mais reforços para o exercito para cercarem a cidade. Impediram também a entrada de mantimentos, armamentos e munições para os resistentes.
Em contrapartida, o Imperador D. Pedro I enviou mais soldados para ajudar os baianos a expulsarem os portugueses da região. Ao se sentirem confiantes, decidiram atacar no dia 8 de novembro 1822. Esta foi uma das batalhas mais violentas da independência que deu vantagem ao comandante Madeira e aos portugueses fazendo com que os baianos recuassem.
Nos primeiros meses de 1823, a situação dos moradores de Salvador ia de mal a pior. Não tendo o que comer, ficaram doentes e muitos morriam nas batalhas. Ao se depararem com o caos que acontecia na cidade, Madeira de Mello permitiu a saída de aproximadamente 10 mil pessoas.
O Recôncavo Baiano era uma área com pessoas de alto poder aquisitivo e de grandes fazendeiros de cana-de açúcar que organizaram mais tropas para lutar contra os portugueses. Eles se aliaram às câmaras municipais e instalaram o governo provisório da Bahia fazendo desta região do interior um governo para retomarem a capital Salvador.
Os portugueses por meio de Madeira de Mello responderam ao governo provisório com muita violência e organizaram um exército que atacou no dia 19 de Fevereiro o Forte de São Pedro e o Convento da Lapa. A corajosa Joana Angélica que era a religiosa do local, foi morta ao tentar impedir a invasão pelos colonos.
O coronel Joaquim Pires de Carvalho, temendo que as tropas portuguesas invadissem o Recôncavo, reuniu o seu exército e nomeou o comandante francês Pedro Labatut, com o intuito de intimar Madeira de Mello.
Recebendo mais apoio por parte de Portugal, Madeira tencionava encurralar as tropas de Labatut através da Ilha de Itaparica e da Barra do Paraguaçu. Para defender a região, uma mulher chamada Maria Quitéria de Jesus Medeiros vestiu o uniforme da tropa “voluntários do Príncipe” e lutou bravamente em defesa da Bahia em diversas batalhas. Atualmente ela é considerada uma heroína e um dos maiores símbolos da independência da Bahia.
Em Maio de 1823 Pedro Labatut comete abuso de autoridade com os integrantes do exército baiano. Os brasileiros não gostaram do ocorrido e prenderam Labatut ordenando que ele fosse substituído pelo Coronel Joaquim de Lima e Silva.
No dia 3 de Junho o recente coronel organizou uma estratégia contra os portugueses com o apoio da Marinha e do exército brasileiro. Juntos conseguiram interromper o fornecimento de produtos necessários básicos para a cidade de Salvador que estava nessa altura dominada pelos colonos. Com a miséria assolando, Madeira de Mello se rendeu.
Esse dia ficou conhecido como o dia da independência da Bahia e até hoje é comemorado no estado em memória dos que lutaram contra as tropas portuguesas que mesmo com a independência do Brasil de Portugal, insistiam permanecer na Bahia.
Texto do InfoEscola.
Jogos do Campeonato Municipal de Futebol retornam neste sábado, 2 de julho

Os jogos do Campeonato Municipal de Futebol de Luís Eduardo Magalhães retornam neste sábado, dia 2 de Julho, feriado da Independência da Bahia, após duas semanas de pausa, em função dos festejos juninos.
Se enfrentam pelas quartas de finais da primeira divisão do Campeonato, às 16h Santa Cruz e River Plate e logo após, às 18h, Tamandaré e Celtic. No domingo (03), acontecem as disputas da segunda divisão com Quentex e Novo Oeste e Marília e Aroeira. Os jogos acontecem no Estádio Municipal Coronel Aroldo, localizado no bairro Conquista.
Confira a programação
Sábado (02 de julho)
16h Santa Cruz X River Plate;
18h Tamandaré X Celtic.
Domingo (03 de julho)
16h Quentex X Novo Oeste;
18h Marília X Aroeira.
Hoje tem Especial da Feira da Praça em Luís Eduardo Magalhães

Feriado do 2 de Julho será comemorado com programação cultural no Jardim Paraíso
Em uma data tão importante para a história do Brasil, como o 2 de Julho, Independência da Bahia, a Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, por meio das secretarias de Cultura e Esportes e Desenvolvimento Econômico, vai promover a Feira da Praça – Edição Independência da Bahia, neste sábado (02) e domingo (03), das 17h às 22h, na Praça do Jardim Paraíso. A Feira vai contar com exposição de artesanato local, praça de alimentação, música e apresentações para animar o público.
A Feira da Praça já teve quatro edições anteriores – uma no Jardim Paraíso, outra durante o Natal Luz, a edição especial durante o aniversário da cidade e a do dia das mães. A criação destes eventos visa oferecer mais lazer e entretenimento para a população e valorizar os artistas e artesão locais.
O alto déficit de civilidade do nosso Brasil radical e nazista;
Maluco, miliciano, nazista e protegido do Presidente. Um disseminador de ódio.
Só no Brasil moderno e “altamente civilizado” acontecem fatos como o de um miliciano, condenado no STF e grotescamente indultado pelo Presidente da República, de nome Daniel Silveira, ganhar uma medalha da Biblioteca Nacional por méritos desconhecidos. Um ex-cobrador de ônibus e soldado na Polícia Militar, Daniel se elegeu pegando carona na onda radical de Bolsonaro.

Maluco, nazista e homofóbico. Condenado. Outro pregador do ódio racial.
Tem mais: um religioso nazista condenado por ataques racistas a judeus.
O líder radical da igreja Pentecostal Geração Jesus Cristo, Tupirani da Hora Lores, foi condenado pela Justiça Federal a 18 anos e 6 meses de prisão por crimes de racismo e ódio contra judeus. A defesa dele ainda pode apresentar recurso à Justiça.
Num dos seis ataques conhecidos, Tupirani afirmou durante um culto transmitido pela internet que os judeus “deveriam ser envergonhados como foram na 2ª Guerra Mundial”.
Tupirani foi preso em fevereiro deste ano pela Polícia Federal. Desde então, foi mantido atrás das grades por decisão da juíza Valéria Caldi Magalhães, da 8ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro.
Na sentença desta quinta-feira (30), a magistrada diz que “o réu se valeu de sua condição de pastor de uma comunidade religiosa para a prática do crime, o que incrementa o potencial de induzir os seguidores a agir de modo similar”.
A juíza federal acrescenta que “no que toca à conduta social, os autos demonstraram que o réu mantém comportamento ostensivo de afronta às instituições públicas”, como insultos à Polícia Federal e ao Poder Judiciário. Menciona, ainda, os ataques a judeus.
“As circunstâncias do crime são graves pois a violência do discurso repete-se com a expressa menção ao massacre de judeus, massacre este que, na visão do réu, ‘eles merecem'”, afirmou a juíza.
Alberto David Klein, presidente da Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro se manifestou sobre a condenação.
“Isso significa que é preciso denunciar crimes, confiar na investigação policial, no Ministério Público e na Justiça, em todo o rito do devido processo legal, que inclui a ampla defesa, pois chegamos a um momento como este em que temos acentuada a confiança da sociedade nas instituições e na aplicação da lei”, disse.
E Ricardo Sidi, advogado criminal da Confederação Israelita do Brasil (Conib), que atuou como assistente de acusação no caso, classificou a sentença como “histórica”.
“Uma sentença histórica na luta contra o antissemitismo. É a maior pena aplicada no Brasil por esse tipo de crime, o que haverá de ajudar a inibir essa prática odiosa”, declarou.
Carroll participa das comemorações do 2 de Julho
O Brasil é um lugar de grande história. E a Bahia tem uma participação imensurável. Aqui, o país foi descoberto. Nessa terra, o primeiro grito de independência foi dado na luta contra os portugueses. E é nessa nação que temos orgulho de estar, de fincar raízes e celebrar suas datas mais importantes. Viva a Bahia e o 2 de julho. Viva a luta de um povo em busca de dias cada vez melhores para todos.
São Camilo comemora a Independência da Bahia
Hoje a nossa Bahia comemora sua data cívica mais importante. O 2 de julho também é um dos dias históricos mais significativos do país, um verdadeiro marco da nossa independência. Uma data que precisa ser sempre lembrada e celebrada como símbolo da união do nosso povo.
O São João cobra seu quinhão de contaminação por Covid.
Bahia registra 4.298 casos de Covid-19 e mais 9 óbitos.
As festas juninas foram especiais – não se realizavam há 2 anos – muito coloridas, plenas da expressão cultural do povo e de interação. No entanto a conta de contaminação já está chegando, com o número de casos subindo assustadoramente.
Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 4.298 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,27%), 2.065 recuperados (+0,13%) e 9 óbitos. Dos 1.580.807 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.538.803 já são considerados recuperados, 11.964 encontram-se ativos e 30.040 tiveram óbito confirmado. Os dados ainda podem sofrer alterações.
O boletim epidemiológico desta sexta-feira (01) contabiliza ainda 1.910.560 casos descartados e 344.594 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até às 17 horas desta sexta-feira. Na Bahia, 64.991 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.
Vacinação
Até o momento a Bahia contabiliza 11.615.205 pessoas vacinadas com a primeira dose, 10.694.038 com a segunda dose ou dose única, 6.315.610 com a dose de reforço e 743.835 com o segundo reforço. Do público de 5 a 11 anos, 972.009 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 556.523 já tomaram também a segunda dose.
Jajá da Casa de Vidro, o miliciano mor, paga mais um vexame.
O grande estadista, herdeiro dos ensinamentos de Rio Branco, conhecido pelo nome de Jair Messias, protagonizou mais um vexame internacional. É! É aquele mesmo que faz continência à bandeira norte-americana e se declara ao Donald Trump, com um “I love you”.
Agora se negou a receber o presidente de Portugal quando soube da agenda de Rebelo de Sousa com Lula.
Triste país em que escândalos e vergonha se sucedem.
Rebelo foi enfático: “Ninguém morre”, respondeu ao saber do episódio vergonhoso. Como quem diz, “quem se preocupa com isso?”
E concluiu:
-O que importa é amizade entre os povos, não ligação entre políticos.
CEJUSC tem novo número de atendimento ao público

A Secretaria Municipal de Cidadania de Luís Eduardo Magalhães informa que o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC), tem um novo número de atendimento. Além do telefone fixo, agora também com o WhatsApp.
Contatos do CEJUSC:
(77) 3628-6241
(77) 99988-7549
Bahia volta a reduzir ICMS sobre combustíveis. Prejuízo chega a R$ 2,4 Bilhões.
O preço médio da gasolina na Bahia continua o mais caro do País.
Decreto publicado pelo Governo do Estado nesta sexta-feira (1°) reduziu, mais uma vez, as bases de cálculo do ICMS ((imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual, intermunicipal e de comunicação) sobre combustíveis na Bahia, ao tomar como parâmetro os preços médios de referência dos últimos 60 meses. As bases de cálculo sobre as quais incide o imposto estadual, que estavam congeladas desde novembro de 2021, passam a vigorar já a partir de julho com valores ainda mais baixos.
O preço de referência para o litro de gasolina, que era R$ 6,5000 até a quinta-feira (30), agora está fixado em R$ 4,9137, o que representa uma redução de 24,4%. Para o litro de diesel S10, o valor reduziu-se de R$ 5,4100 para R$ 3,9963 (queda de 26,24%). Já o valor por quilo do gás de cozinha (GLP) saiu de R$ 5,8900 para R$ 5,3451 (queda de 9,33%).
Com as reduções, de acordo com a Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz-Ba), os preços ao consumidor final devem ser reduzidos pelo mercado em R$ 0,46 na Gasolina, R$ 0,25 no Óleo Diesel e R$ 0,78 no botijão de gás de cozinha.
A redução está sendo promovida pelo governo baiano após a publicação dos convênios ICMS 81/22, 82/22 e 83/22 pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), definindo as bases de cálculos do imposto para fins de substituição tributária a partir dos critérios estabelecidos pela Lei Complementar 192/22. As bases de cálculo do etanol hidratado e do GNV seguem com os valores congelados em 1° de novembro.
Perda de arrecadação
Apenas a nova redução dos preços de referência para cobrança do ICMS nos combustíveis representa uma perda de arrecadação de R$ 400 milhões mensais para o Estado da Bahia, ou R$ 2,4 bilhões até o final de 2022. Esta perda, de acordo com o secretário da Fazenda, Manoel Vitório, soma-se às que já vinham sendo contabilizadas pelo Estado desde o início do congelamento.
A Petrobras segue promovendo sucessivos reajustes nos preços das refinarias, impedindo na prática que os preços caiam de forma sustentável nos postos de combustíveis.
Artigo condena a PEC do Desespero, “prenúncio de golpe”.
Hildegard Angel sabe o que é uma ditadura: sofreu com a morte do irmão, Stuart Angel, torturado barbaramente e assassinado na Base do Galeão. E depois com o assassinato “acidental” da mãe, Zuzu Angel, empurrada com seu carro de cima de um viaduto no Rio de Janeiro.
“Isso é da maior gravidade, é o prenúncio de uma ditadura, fingindo que se está seguindo os trâmites constitucionais. É a instrumentalização das instituições para concretizar o golpe”, escreve Hildegard Angel
“A votação de ontem da PEC do Golpe abriu um grande espaço para o cancelamento das eleições, para o fim do Estado Democrático de Direito“, escreve a jornalista Hildegard Angel, no portal progressista de notícias Brasil 247.
“Isso é da maior gravidade, é o prenúncio de uma ditadura, fingindo que se está seguindo os trâmites constitucionais. É a instrumentalização das instituições para concretizar o golpe“, prossegue em seu texto para o site.
Emenda autoriza Bolsonaro a gastar R$ 41,2 bilhões em programas sociais, às vésperas da eleição, fora do teto. O Plenário do Senado a aprovou nesta quinta-feira (30/6) e a proposta institui estado de emergência até o final do ano para ampliar o pagamento de benefícios sociais.
A PEC prevê o valor até o fim do ano para a expansão do Auxílio Brasil e do vale-gás de cozinha; para a criação de auxílios aos caminhoneiros e taxistas; para financiar a gratuidade de transporte coletivo para idosos; para compensar os estados que concederem créditos tributários para o etanol; e para reforçar o programa Alimenta Brasil.
“Segundo o projeto militar divulgado pela mídia, o objetivo dos militares é permanecerem no poder até 2035, com um boneco de ventríloquo desempenhando o papel de “Presidente”, tendo como prioridades máximas os ataques à cultura, que eles veem como inimiga, e à educação“, escreve a jornalista.
“Essa reforma do ensino médio, que lhe retira todo o conteúdo humanista, é mais uma rasteira na formação da consciência dos jovens brasileiros e evidencia o que pretendem: dominar cordeirinhos sem pensamento crítico, sem conhecimento histórico, sem discernimento sobre seus direitos, sem a noção do coletivo“, prossegue Hildegard Angel.
“Precisamos nos mobilizar sobre isso e falar muito, protestar. Não podemos ir como bois mansos para o matadouro, vestindo a camiseta da Seleção e cantando “Eu te amo / Meu Brasil / Eu te amo…”. Não somos gado nem somos robôs”, escreve.
Leia os trechos finais do texto de Hildegard Algel:
“Precisamos lembrar que somos brasileiros responsáveis, que temos direito à voz, à manifestação de nossas opiniões e a questionar atos violentos e excepcionais como essa PEC 16/22, uma aberração.
Estamos sob o comando de uma quadrilha que, cada vez mais, aperta o torniquete para imobilizar os mecanismos das garantias democráticas do Estado brasileiro.
Não podemos e não devemos ter medo de nos manifestar, pois é através das ameaças e do estímulo ao medo, criando inimigos fictícios, como um suposto e inexistente risco de “comunismo”, que essa erva daninha se expande e nos sufoca.
As raposas afiam as garras e os dentes para tomar conta do Brasil e tirar o maior proveito pessoal possível de suas riquezas. Mas não somos galinheiro. Somos o Brasil. Uma Nação com raízes, cultura, memória, história de luta e superação. Somos um povo trabalhador, honesto, com bons valores. Somos afetuosos, mansos, cordiais, mas não somos tolos. Querem mas não vão conseguir nos colocar mais uma vez o garrote no pescoço.
Estamos ligados, estamos vendo, estamos conscientes”, pontua Hildegard Angel.
E agora?
A proposta aprovada, que segue agora para a Câmara dos Deputados, é uma tentativa, apoiada em dribles nas leis eleitorais e fiscais, de mudar os rumos da preferência do eleitorado, diz texto do Poder360.
As pesquisas de opinião têm apontado uma firme estabilidade na disputa presidencial, com o ex-presidente Lula (PT) à frente do presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição.
Entre os 73 senadores que votaram, só José Serra (PSDB-SP) deu voto contrário, sob argumento de que além de violar leis, o pacote resulta numa “bomba fiscal”, que só vale no período eleitoral, mas com potencial de comprometer ainda mais as contas públicas.
A lei em vigor veda ao governante criar benefícios sociais ou mesmo ampliar aqueles já existentes em ano eleitoral sem que tais benefícios já estejam previstos no Orçamento do ano, previamente aprovado pelo Congresso.
O desespero revelado pela PEC fica evidente na parte da proposta de emenda à Constituição que decreta “estado de emergência” no país. A expectativa de Bolsonaro e apoiadores é de que seja possível “comprar” votos com a distribuição de “bondades”.
Com a manobra, os governistas buscam contornar as exigências da lei eleitoral. O lance se completa com a previsão de que os recursos para bancar os novos benefícios possam ser obtidos com créditos extraordinários. Créditos extraordinários não se enquadram na regra de controle do teto de gastos. Esse é o aspecto kamikaze da PEC, no sentido de que se propõe a romper, além das regras eleitorais, as de controle das contas públicas.
Senadores oposicionistas aprovaram a PEC depois de negociar uma redução de danos no texto apresentado pelo relator Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). O golpe que se pretendia aplicar incluía abrir espaço para que o “estado de emergência” não se restringisse à concessão dos benefícios previstos na PEC. A redação original do parecer do relator, continha um gato escondido no texto que abria espaço a outras derramas de dinheiro público no período eleitoral.
No fim, não prosperou a tentativa de passar um cheque em branco escancarado, expressa num inciso de redação inacreditável. Ele previa que, neste peculiar “estado de emergência”, não se aplicaria “qualquer vedação ou restrição em norma de qualquer natureza”.
Retirado o bode da sala, restou uma emenda constitucional que passa ao largo dos controles fiscais em mais R$ 40 bilhões, por 5 ou 6 meses, dependendo de quando os benefícios ampliados e os novos começarão a ser pagos, se ainda em julho ou em agosto. Com ela, enquanto se monta uma típica operação de estelionato eleitoral —que nome se pode dar à concessão de benefícios apenas em período eleitoral?—, potencializa-se a balbúrdia administrativa que já tem avançado com celeridade neste fim de governo.
A decretação do “estado de emergência” pela PEC não vai evitar as possibilidades de judicialização da medida. Antes disso, vai trazer insegurança para os servidores públicos encarregados de executar as medidas previstas na proposta de emenda constitucional. À luz do histórico de processos e multas que servidores enfrentaram em outras épocas, ao assinar pareceres e documentos em questões jurídicas duvidosas, a hipótese de um “apagão das canetas” não pode ser descartada.
Essa possibilidade, capaz de atrasar e até comprometer a efetiva chegada dos benefícios ao público-alvo, é, contudo, só uma das possíveis pedras no caminho das medidas previstas na PEC como cabo eleitoral de Bolsonaro. A jogada eleitoral dos governistas pode esbarrar também na incapacidade de atingir a totalidade dos elegíveis, formando uma legião de excluídos das “bondades” oficiais.
A ampliação do benefício do Auxílio Brasil, de R$ 400 mensais para R$ 600 mensais, é um exemplo dos riscos da ocorrência desse tipo de problema. Nos cálculos de Fernando Bezerra, R$ 26 bilhões serão suficientes para essa ampliação e “zerar a fila”, com a incorporação de mais 1,6 milhão de famílias às 18 milhões que já estão no programa.
Há, só aqui, 2 possíveis problemas. Primeiro, R$ 600 hoje, em termos de poder aquisitivo, é menos do que foram R$ 600 em 2020, quando o auxílio emergencial, decidido pelo Congresso, enquanto o governo Bolsonaro hesitava e o ministro da Economia, Paulo Guedes, queria restringir o benefício a R$ 200 mensais, chegou a reduzir os índices de pobreza extrema.
Corrigido pela inflação que está acima de 2 dígitos há um bom tempo, os mesmos R$ 600 de 2 anos atrás teriam de ser R$ 720 para manter o mesmo poder de compra.
Depois, com mais 1,6 milhão de famílias, a fila do Auxílio Brasil não será zerada. Havia, em abril, pelo menos 3 milhões de famílias elegíveis fora do benefício. Esse número havia dobrado em um único mês, de março a abril.
De lá para cá, com a aceleração dos níveis de pobreza e o mau desenho do Auxílio Brasil —que estimula a divisão artificial das famílias para se apresentar como candidatas ao recebimento do benefício—, a fila pode estar batendo em 5 milhões de famílias.
A maneira como a PEC acabou formatada, depois da inclusão de subsídios para transporte público de idosos e produção de etanol, dá a medida de que produzir “bombas fiscais” não era preocupação ou limitação. Depois de turbinar o Auxílio Brasil, dobrar o vale-gás bimestral e criar uma transferência de R$ 1.000,00 mensal para caminhoneiros autônomos, o pacote aprovado no Senado ainda incluiu R$ 2,5 bilhões para ajudar taxistas profissionais e R$ 500 milhões para o programa “Alimenta Brasil”. Faltou consenso para também abrir espaço a benefícios a motoristas de aplicativos e ampliar o poder destrutivo da “bomba fiscal”.
No acordo firmado pelos senadores, o governo não poderá se valer do “estado de emergência” para criar benefícios sociais no período eleitoral. As torneiras de gastos abertas pela PEC, contudo, produziram desconfianças de que o governo Bolsonaro ainda tentará se valer do espaço conquistado para mais medidas eleitoreiras, se continuar atrás nas pesquisas eleitorais.
Os gastos fora do teto com o pacote de benefícios da PEC já aprovada no Senado somam cerca de 0,5% do PIB e devem elevar o total de despesas em 2022 a perto de 20% do PIB, revertendo uma trajetória descendente depois do pico de 26,1% registrado em 2020, na esteira da 1ª grande onda da pandemia de covid-19. Antes da PEC, projeções apontam despesas primárias em montante equivalente a pouco mais de 18% do PIB, neste ano.
Não custa deixar claro que o problema não é o nível de gastos em si, mas a maneira como ele se dá. O avanço da pobreza e da fome, nos últimos 4 anos, dá validade a aumentos de gastos, desde que de forma previsível e estruturada.
No improviso e no voluntarismo, a sombra da ineficiência se apresenta e leva ao pior dos mundos —de um lado, o atendimento falho e parcial dos elegíveis; de outro, a ampliação dos riscos fiscais e das pressões inflacionárias que costumam acarretar. No fim da história, essa busca por um punhado de votos, passando por cima das regras e normas, tem tudo para limitar o efeito social positivo dos benefícios concedidos.
Artigo do Urbs Magna, com base no texto de Hildegard Angel.
LICITALEM: Luís Eduardo Magalhães lança portal para aumentar participação de empresas locais em suas licitações.

Com o objetivo de aumentar a participação de empresas da cidade em processos de licitação em Luís Eduardo Magalhães, a Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, vai realizar o lançamento do portal LICITALEM no próximo dia 21 de julho.
O evento, que acontece no auditório do Sindicato Rural e tem capacidade para 200 pessoas, é aberto ao público empresarial e os interessados em conhecer a iniciativa, podem confirmar a participação através do telefone: (77) 9 9855-9114.
Como vai funcionar o portal
A empresa realiza um cadastro simples através do portal e é avisada sempre que for lançada uma licitação no seu ramo de atividade.
Afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico, Gilson Sena:
“Com uma maior participação de empresas do município, consequentemente mais empresas locais vão ganhar. Isso vai trazer benefícios para o município, já que as notas fiscais de LEM geram tributos para a cidade, então teremos um grande ganho”.
Luís Eduardo Magalhães está entre os 5 municípios do interior nordestino com maior geração de emprego













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