Depois de dois votos a favor no STJ, Temer garante liberdade

Ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Laurita Vaz durante julgamento do habeas corpus protocolado pela defesa do ex-presidente Michel Temer.

Brasília, 15h12m

A ministra Laurita Vaz, da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), foi a segunda a votar hoje (14) pela soltura do ex-presidente Michel Temer, que está preso preventivamente desde 9 de maio na cidade de São Paulo.

Com isso, Temer deve ser solto, uma vez que quatro ministros participam do julgamento e, mesmo em caso de empate, o resultado deve favorecer o réu, no chamado in dubio pro reu, um dos princípios do Direito Penal.

Laurita Vaz seguiu do voto do relator, ministro Antônio Saldanha Palheiros, que deliberou pela soltura de Temer. Ela concordou que o decreto original de prisão foi incapaz de apontar algum ato delitivo recente que justificasse a prisão preventiva do ex-presidente.

Em seu voto, a ministra destacou que costuma ser rigorosa no julgamento de casos de corrupção que lesam os cofres públicos, afirmando que o Brasil precisa “ser passado a limpo”, mas ressalvou que “essa luta não pode virar caca às bruxas com ancinhos e tochas na mão, buscando culpados sem preocupação com princípios e garantias individuais que foram construídos ao longo de séculos”.

Assim como Saldanha Palheiros, Laurita Vaz estendeu os efeitos de seu voto ao coronel João Baptista Lima, amigo de Temer que também se encontra preso. Laurita Vaz determinou, assim como o relator, que, mesmo soltos, ambos não podem mudar de endereço ou se comunicar entre si, devendo ainda entregar seus passaportes.

Restam votar ainda os ministros Rogério Schietti e Nefi Cordeiro. O ministro Sebastião Reis Júnior se declarou impedido por já ter atuado em escritório que no passado prestou serviços à Usina de Angra 3, que é alvo das investigações que resultaram na prisão de Temer. Relato da Agência Brasil.

A ambição desmedida de Temer leva-o de volta à cadeia.

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) revogou nesta quarta-feira (8) o habeas corpus do ex-presidente Michel Temer e determinou que o emedebista volte para a prisão. A decisão da 1 Turma do Tribunal foi tomada por dois votos a um.

Além de Temer, João Baptista Lima Filho, o Coronel Lima, também teve o recurso revogado e precisará voltar a cadeia. No entanto, o ex-ministro e ex-governador do Rio de Janeiro, Moreira Franco e outros cinco acusados não terão o mesmo destino, uma vez que tiveram o habeas corpus mantido.

Temer é alvo de denúncias na operação Lava Jato. Uma delas, que causou sua prisão em 21 de março, diz respeito a denúncias do delator José Antunes Sobrinho, dono da empreiteira Engevix. O empresário contou à Polícia Federal que pagou um milhão de reais em propina ao ex-ministro Moreira Franco, com o conhecimento de Temer. E é justamente por esse caso que o ex-presidente terá de voltar a cadeia.

Temer ainda é réu em outros cinco processos. Nesta semana, por exemplo, o juiz Marcus Vinícius Reis Bastos, da Justiça Federal em Brasília, transformou o emedebista em réu por obstrução de justiça e organização criminosa junto com os ex-ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco. 

Formado em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), Temer presidiu o MDB por mais de 15 anos e foi eleito por duas vezes consecutivas vice-presidente do Brasil, na chapa de Dilma Rousseff, chegando à Presidência em 2016, após o impeachment da petista.

A natureza humana é complexa e risível. O ex-vice presidente Michel Temer, na época com 75 anos, já rico e respeitado como político bem articulado, resolveu participar da conspiração que golpeou Dilma Rousseff e ascendeu à glória de ser primeiro mandatário da Nação.

Depois de um governo pífio, em que colecionou impopularidade, chega ao fim dos seus dias com vários processos e a humilhação da cadeia. No dizer de Albert Einstein, só o universo e a estupidez humana são infinitos.

Mais um dia para ser esquecido na Justiça e na Política do Brasil

As caneladas que o juiz federal responsável pela Operação Lava-Jato no Rio de Janeiro, Marcelo Bretas, em conjunto com seu ex-colega e agora ministro da Justiça, Fernando Moro, já deu no Supremo Tribunal Federal, no presidente da Câmara Federal, e no acervo constitucional da Justiça são antológicas.

Dão a entender que não existe um novo Ato Institucional depois das famigeradas ações da Justiça à cabresto durante o curso da ditadura instituída em 1964.

Presunção de inocência, direito ao contraditório, a condenação só após a colheita de robustas provas materiais e o direito de permanecer livre enquanto processado e não transitada em julgado a sentença, desde que não coaja testemunhas e não atrapalhe o livre curso do processo.

Como leigo e cidadãos submissos à lei soubemos que esses direitos ainda não foram abolidos da Constituição. De direito não, mas de fato.

Tudo isso colide com o espetáculo de opereta desenvolvido por Bretas e pelo Ministério Público Federal do Rio de Janeiro no dia de ontem. Todos soubemos que a princípio o ex-presidente Michel Temer, bem como seus ex-ministros componentes do Quadrilhão do MDB, fazem parte da escória da política, que de fato deve ser separada da sociedade.

Tanto que foram artífices do golpe jurídico-político contra Dilma Rousseff, uma presidente que teve sua inocência chancelada pela própria Suprema Corte do País.

No entanto, a prisão preventiva de Temer não passa de um jogo-de-braço com Rodrigo Maia e o próprio STF. Maia criticou o projeto anticrime de Moro e a sua audácia de cobrar pressa no rito legislativo; Moro respondeu com as prisões determinada pelo coleguinha Bretas e prendeu até o sogro (emprestado) de Maia.

O STF mandou para a Justiça Eleitoral as ações de Caixa 2; Moro, Bretas e o Ministério Público Federal responderam novamente com a arbitrária prisão de Temer e de seus ex-ministros.

Ao putsch de 2016, sucedeu-se o ardil de 2018, sublimado por sua vez no constrangimento do STF, o verdadeiro guardião dos preceitos constitucionais e do Legislativo, arcabouço onde repousam os princípios da democracia.

Não que não existam canalhas de toda ordem nos legislativos de todo o País. Mas foram eleitos pelo povo e a eles cabe o exercício do seu mandato em toda a sua plenitude.

Ou isso ou a escolha de duas patrulhas militares, ambas comandadas por cabos, para fechar o STF e, a seguir, as duas casas do Congresso Nacional, como preconizou o mimado filho do presidente Jair Bolsonaro.

Temer vai assinar indulto por mais vagas nas prisões.

Após pedido de Jair Soares Júnior, Defensor Público Geral, o presidente Temer voltou atrás e anunciou que concederá indulto de Natal.

O motivo não é nenhuma filigrana da Justiça. Bem longe disso, é abrir vagas nas superlotadas prisões brasileiras, calabouços infectos governados por facções criminosas.

São 686 mil presos em todo o País, a grande maioria afastada de qualquer possibilidade de trabalho, educação, atendimento médico preventivo, consumida pela droga e pela AIDS.

O número de vagas no País é de 407 mil. A população carcerária é 68% maior.

Até o “Roscôvo”, o prato preferido do pobre, está ficando complicado

O diesel não baixou, a tabela de fretes não saiu, mas o reforço mais tradicional da marmita do operário está aumentando de preço: o ovo, que está chegando ao supermercado com preços perto de R$100,00 a caixa com 30 dúzias (o que significa no mínimo 4 reais ao consumidor).

Assim, ficou difícil até o prato que homenageia a Copa da Rússia, o “Roscôvo”. O feijão que se encontra com preços baixos – em torno de R$3,50 o quilo – está complicado, pois o bujão de gás a R$80,00 nas distribuidoras contém as cozinheiras mais econômicas, principalmente quando pega um grão com mais resistência ao cozimento, pelo envelhecimento tradicional da leguminosa após 30 dias da colheita.

Hoje, a ANEEL anunciou que a bandeira vermelha, o acréscimo na conta de energia, por conta da entrada em operação das termelétricas movidas a petróleo vai até o final do ano. Se chover bem, cai lá por janeiro e fevereiro.

As bobagens de Michel Temer e Pedro Parente, que antes atingiam apenas os programas sociais do Governo, agora atingem de maneira decidida a alimentação dos trabalhadores e de sua família.

No Brasil do golpe, quem paga as contas são os patos da classe menos favorecida, que à época dos protestos contra a Dilma não tinham tempo, nem dinheiro para comprar o uniforme, a camiseta amarela da seleção.

O Tucanistão afunda nos pantanais de recessão profunda

No Tucanistão de Temer et caterva as coisas não andam boas como a propaganda oficial apregoa.

Nos grandes centros de consumo, os shoppings, 12 mil lojas estão vazias, sem pretendentes a uma locação. Segundo levantamento, mais de 1 milhão de metros quadrados da fina flor do comércio estão disponíveis sem encontrar um locatário.

Existiu uma época em que a coxinhada temia pela presença de pobres nos aeroportos e nos shoppings. Agora podem desfilar sua arrogância sem temor. E gozar os estertores da economia golpista de Meirelles.

Morte de Marielle Franco tem repercussão internacional. Temer diz que assassinato é inaceitável.

A repercussão internacional do assassinato da vereadora do Rio, Marielle Franco, motivou até uma reunião do presidente Michel Temer com ministros e assessores.  No twitter, o homicídio ocupou os trending topics nas últimas horas.

Isso não evitou que o presidente da Câmara, deputado federal pelo Rio de Janeiro, Rodrigo Maia, levasse mais de 12 horas para reagir à tragédia. Só hoje pela manhã ele ocupou as mídias sociais.

No Facebook, Maia disse nesta manhã que os assassinatos ocorridos na noite de quarta-feira (14) significam um trágico avanço na escalada da barbárie que deve ser contida custe o que custar.

Maia está envolvida numa fantasiosa pré-candidatura à Presidência e hoje estará na Paraíba em busca de apoio.

Em nota oficial do Palácio do Planalto, o Presidente Temer afirmou que  assassinato de Marielle é inaceitável:

Em reunião nesta quinta-feira (15) para discutir a questão da segurança no Rio de Janeiro, o presidente Michel Temer disse que os assassinatos da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, são inaceitáveis “como todos os demais assassinatos que ocorreram no Rio de Janeiro”. De acordo com o presidente, trata-se de um atentado ao estado de direito e à democracia.

O presidente Temer ainda defendeu a intervenção federal no Rio de Janeiro e afirmou que a medida foi decretada “para acabar com banditismo desenfreado que se instalou por conta das organizações criminosas”.

Por fim, o presidente se solidarizou com a família da vereadora e do motorista, bem como de todos que foram vítimas de violência no estado e reforçou que essas organizações criminosas “não matarão o nosso futuro”.

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, irá acompanhar pessoalmente as investigações no Rio de Janeiro.

ONU reage

A Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil manifestou hoje (15) consternação com o assassinato da vereadora do Rio de Janeiro e defensora dos direitos humanos Marielle Franco (PSOL), de 38 anos. Em nota, a ONU diz que espera rigor na investigação do caso e breve elucidação, com responsabilização pela autoria do crime.

“Quinta vereadora mais votada nas eleições municipais de 2016, Marielle era um dos marcos da renovação da participação política das mulheres, diferenciando-se pelo caráter progressista em assuntos sociais no contexto da responsabilidade do Poder Legislativo local”, afirma a organização na nota.

Alvo fácil

Mulher, mãe solteira, negra e lésbica, Marielle tinha coragem e determinação, ao denunciar o massacre de jovens negros na favela da Maré e Acari. Foi alvo fácil para a violência de seus assassinos.

Espera-se com ansiedade os comentários sobre a tragédia do pré-candidato e deputado pelo Rio de Janeiro, Jair Bolsonaro, e, ufa!, dos seus filhos, inteligentíssimos.

Ministro Barroso cancela casuísmo de decreto de Temer para livrar presos com 1/5 da pena

Da Revista Veja

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), em decisão monocrática, alterou o decreto de indulto natalino para os presos elaborado pelo presidente Michel Temer (MDB) no final do ano passado para dificultar que presos por corrupção, lavagem de dinheiro e tráfico de influência, entre outros crimes, pudessem se beneficiar da medida.

O decreto de Temer, que estendia o indulto a quem tivesse cumprido apenas 1/5 da pena, foi suspenso pela ministra Cármen Lúcia, presidente do STF, durante o recesso do Judiciário. Agora, Barroso confirmou a suspensão das alterações feitas pelo presidente e, como a matéria não foi incluída nas pautas de março e abril do Supremo, ele decidiu tomar uma especificando as situações em que o preso poderá se beneficiar do indulto.

A decisão de Barroso tem por base a proposta que havia sido elaborada pelo Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, mudada por Temer. A alteração à época foi vista como uma forma de beneficiar políticos investigados pela Lava Jato e outras operações de combate à corrupção.

Nesse sentido, a mudança de Barroso fere de morte a intenção de Temer. Ficam excluídos do benefício os crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, concussão, peculato, tráfico de influência, os praticados contra o sistema financeiro nacional, os previstos na Lei de Licitações, os crimes de lavagem de dinheiro e ocultação de bens, os previstos na Lei de Organizações Criminosas e a associação criminosa. Barroso também considerou inconstitucional e manteve a suspensão do indulto quanto às penas de multa.

Barroso fixou também que só podem ser beneficiados pelo indulto quem tenha cumprido ao menos 1/3 da pena – como era até 2015, antes de ser alterado para 1/4 em 2016 e para 1/5 em 2017) e quem tenha sido condenado a pena inferior a oito anos de prisão, como era previsto até 2009 – o decreto de Temer não fixava tempo mínimo de condenação.

A decisão de Barroso foi tomada atendendo a pedido da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, que alegava que a suspensão da medida estava criando tensão e pressão nos presídios, já que impediu presos que se enquadravam nas exigências anteriores de se valerem do benefício.

Barroso x Temer

A nova iniciativa do ministro deve aumentar a tensão entre ele e Temer. O presidente já reclamava ostensivamente da decisão de Barroso de quebrar o seu sigilo bancário desde 2013 no caso do inquérito que investiga se um decreto assinado pelo emedebista beneficiou uma empresa que opera no porto de Santos e que teria pago propina a emissários de Temer.

Após a quebra ter sido revelado por VEJA, Barroso também mandou investigar como a defesa do presidente havia tido acesso a dados sigilosos do processo ao apresentar petição referente ao caso. O advogado de Temer, Antonio Cláudio Mariz de Oliveira, questionou a investigação afirmando que os dados aos quais a defesa teve acesso haviam sido publicados no Diário da Justiça.

Nesta segunda-feira, o articulador político de Temer, ministro Carlos Marun (Governo) atacou Barroso ao dizer que membros do Judiciário estavam em “guerra” contra o presidente.

O acordão nacional do golpe segue de vento em popa. A conspiração continua.

Não sei por que cargas d’água cada movimento de Carmem Lúcia, a presidente da Suprema Corte, e do primeiro mandatário da República, em reuniões fora de agenda, lembra sempre aquele frase entreouvida em um diálogo gravado pela Polícia Federal:

-Temos que fazer um pacto, botando o Michel, com o STF, com tudo.

Se Michel Temer é investigado pelo MPF, uma reunião com que vai julgá-lo, pode até ser legal, mas é absolutamente imoral e antiético.

Leia abaixo a reprodução da conversa do então ministro do Planejamento de Dilma Rousseff, senador Romero Jucá, com Sérgio Machado, diretor da Transpetro, empresa do Grupo Petrobras.

De acordo com a reportagem da Folha, Romero Jucá sugeriu na conversa que uma “mudança” no governo federal resultaria em um pacto para “estancar a sangria” representada pela Lava Jato. Jucá foi um dos dos principais articuladores do impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Segundo o jornal, os diálogos estão em poder da Procuradoria Geral da República (PGR), têm uma hora e 15 minutos de duração e foram gravados em março, semanas antes da votação na Câmara que autorizou a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Em entrevista, Jucá disse que não tem “nada a temer” e que não deve “nada a ninguém”. Ele disse também que o diálogo reproduzido pelo jornal faz parte de uma conversa extensa e que o que foi divulgado são “frases soltas”. “Não estou dizendo que houve descontextualização de tudo. As frases que estão ali, são frases que. dentro do contexto da economia e da política, eu tenho repetido isso abertamente”, afirmou.

Leia abaixo a íntegra do que o jornal Folha de São Paulo divulgou.

Continue Lendo “O acordão nacional do golpe segue de vento em popa. A conspiração continua.”

A Veja apresenta a sombra de Temer, o discreto Coronel Lima

A revista Veja que chegou às bancas, em São Paulo, no final da tarde, traz como tema da principal reportagem o misterioso Coronel PM Lima, a sombra das manobras financeiras do presidente Michel Temer.

O misterioso João Baptista Lima, conhecido como coronel Lima, está na mira da Operação Lava Jato. 

Ao autorizar a quebra de sigilo bancário de um presidente da República, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi assertivo em seu despacho sigiloso, obtido por VEJA: a investigação aponta que Lima pode ter servido como intermediário para o recebimento de vantagens indevidas.

Em outras palavras, o coronel pode ter sido utilizado como laranja para receber dinheiro sujo em nome de Temer.

Fotos inéditas, um bilhete escrito de próprio punho pelo presidente, planilhas de controle de doações de campanhas e uma entrevista exclusiva com Lima trazem à tona um personagem que durante muito tempo atuou na sombra de Temer.

Temer fecha torneira das emendas e agora quer trocar dinheiro pela reeleição

O Palácio do Planalto decidiu frear a liberação de emendas no Congresso para exigir fidelidade da base aliada e obter apoio a uma eventual candidatura do presidente Michel Temer à reeleição. As informações são da coluna de Gerson Camarotti, do G1.

A estratégia, adotada após o arquivamento da reforma da Previdência, foi explicada por um auxiliar de Temer. “Inverteu a lógica. Antes, era o governo que precisava da base para votar a reforma da Previdência. Agora, é a base que está procurando o governo”, disse.

Nos bastidores do Congresso, parlamentares se queixam da nova postura do governo. “O Planalto fechou a torneira. Percebeu que a pauta legislativa acabou e começou a jogar pesado pela reeleição de Temer”, admitiu um líder da base aliada.

Se uma representação diplomática de um planeta desconhecido chegasse ao Brasil hoje seria difícil explicar aos ETs o que está acontecendo. Muito difícil!

Barroso (STF) autoriza quebra de sigilo bancário de Temer

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, autorizou nesta segunda-feira (5), a quebra do sigilo bancário do presidente Michel Temer.

A decisão foi no âmbito do inquérito que investiga se o peemedebista recebeu propina para editar uma Medida Provisória que teria beneficiado empresas do setor de Portos.

De acordo com a revista Veja, a quebra foi autorizada no período entre 1º de janeiro de 2013 e 30 de junho de 2017. Do Bahia Notícias.

Gostaria de saber se o STF vai quebrar também o sigilo bancário do Coronel Laranjada de São Paulo e de todos os sub-laranjinhas.

Temer não é fácil: dá nó em pingo d’água e beliscão em azulejo. 

Romero Jucá, acusado de roubar de creches em Roraima, inocentado por decurso de prazo no STF

Romero Jucá, figurinha carimbada da conspiração que apeou Dilma Rousseff do poder, como se faz até hoje em outras republiquetas de bananas. 

Investigado por suspeita de desviar verbas federais em obras de creches e poços artesianos numa cidade de Roraima, o líder de Michel Temer no Senado livrou-se da punição porque o crime, cometido há 16 anos, prescreveu nos escaninhos do STF.

A própria procuradora-geral da República Raquel Dodge requisitou o arquivamento. Foi atendida pelo ministro-relator Marco Aurélio Mello. A prescrição foi obra coletiva. A Polícia Federal e o Ministério Público forneceram parte da lenha que assou a pizza, no dizer do jornalista Josias de Souza.

O jornalista informa também que, na primeira instância, “onde ardem os larápios sem mandato, o petrolão já resultou na condenação de 133 pessoas. Entre elas réus graúdos como Lula, Eduardo Cunha e Marcelo Odebrecht. O número de veredictos chega a 177, pois alguns encrencados carregam mais de uma sentença. Vários julgamentos já foram confirmados pela segunda instância. Noves fora as multas, as penas somam notáveis 1.753 anos e 7 meses de cadeia.”

Na foto acima, a única diferença entre eles é que alguns devem muito e outros muitos mais que isso. Ou vão todos para a cadeia ou não vai ninguém.

Agora temos que fazer o listão dos impunes, encabeçados por Aécio Neves, o próprio Jucá (que responde a mais de uma dezena de outros inquéritos), José Serra, o primeiro na sucessão presidencial, Rodrigo “botafogo” Maia e os trocentos picaretas do Congresso e nos governos estaduais. E o campeão de todos, o verdadeiro chefe da Organização Criminosa, o “Temos que Manter Isso”, Michel Miguel Elias Temer Lulia.

Ninguém quer o fim da Lava-Jato, nem da chamada Operação Mãos Limpas de Banânia.

O que ser quer é menos seletividade, menos cores partidárias e maior amplitude das investigações e das condenações.

Michel, o generoso, diminui o salário aprovado no Congresso e dá 17 pilas de aumento

O salário mínimo em 2018 será de R$ 954, conforme decreto assinado hoje (29) pelo presidente Michel Temer. O novo salário valerá a partir de 1º de janeiro. O decreto sairá em edição extra do Diário Oficial da União ainda nesta sexta-feira.

O valor divulgado é R$ 11 menor do que o previsto inicialmente no orçamento de 2018, aprovado no Congresso no valor de R$ 965. O salário mínimo atual é de R$ 937. O reajuste de 1,81% segue a previsão do Índice de Preços ao Consumidor (INPC).

E daí, meu irmão operário? Já planejou o que vai fazer, todo mês, com esses 17 reais que o Papai Michel generosamente te concedeu? Vai comprar um litrão de pinga e beber até cair? Vai completar o tanque da BMV (Brasília Muito Velha)? Ou está esperando juntar tudo e renovar o guarda-roupa da família na feira do Paraguai?  

Os corsários embusteiros deram o golpe quando lhes foi vedado roubar

Geddelzinho, com seu turbante de pedras preciosas, sentado à mão direita do Temeroso.

A pergunta entre os baianos é a seguinte: por que ainda não soltaram Geddel, se ele era um dos mais dedicados grumetes de Cunha e Temer. Lembram-se que ele cortou as compras para o Palácio do Alvorada, quando Dilma afastada aguardava a decisão do vil Congresso?

Geddel, Temer e Cunha decidiram pelo golpe quando Dilma descobriu o grande veio da corrupção na Odebrecht e cortou grandes contratos. A declaração é do próprio Marcelo Odebrecht, então presidente do grande grupo da construção pesada.

Os corsários abordaram a belonave Brasil e levaram tudo, até o timão de cedro do Líbano. O petróleo, a construção naval, as fábricas de equipamentos para a exploração do pré-sal. E deixaram quase 30 milhões sem ocupação para poder amealhar tesouros e guardar em bunkers no Brasil e no Exterior.

Enquanto esses embusteiros não repousarem na ponta de uma corda, amarrados pelos pés, como seu ídolo Mussolini, o Brasil não terá paz.

Temer, entreguista, aliviou regras para petroleiras da Inglaterra, diz jornal inglês

Ministro britânico pressionou Governo do Brasil em favor das gigantes petroleiras

Original do Sputinik Brasil

O ministro do Comércio do Reino Unido, Greg Hands se encontrou com o vice-ministro brasileiro de Minas e Energia, Paulo Pedrosa com o objetivo de fazer o governo brasileiro aliviar tributações e regulação ambiental em favor da Shell, British Petroleum e Premier Oil. Conseguiu.

O relato do encontro consta em telegramas obtidos pelo Greenpeace e reproduzidos com exclusividade pelo The Guardian. De acordo com o jornal britânico, Hands viajou ao Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte em uma visita para ajudar empresas britânicas de energia, mineração e água a fazer negócios no Brasil.

A Pedrosa, Hands expressou preocupação em torno das regulações de licenças ambientais no Brasil. Ouviu do vice-ministro que este pressionaria colegas no governo em torno das medidas propostas pelas petrolíferas.

Embora o governo do Reino Unido tenha negado a prática de lobby para enfraquecer o regime de licenciamento ambiental brasileiro, as negociações se provaram exitosas. Em agosto, o Brasil propôs redução tributária de bilhões de dólares para perfuração marítima. Dois meses depois, BP e Shell ganharam a maior parte das licenças no leilão do pré-sal brasileiro.

O Greenpeace acusou o Departamento de Comércio Internacional (DIT na sigla em inglês) de agir como um “braço de pressão da indústria de combustíveis fósseis”. A negociação acontece em um momento em que o governo conservador da primeira-ministra Theresa May advoga pela implantação do Acordo de Paris e critica o governo do presidente americano, Donald Trump, pelo desprezo a questões ligadas a mudanças climáticas.

Em nota ao The Guardian, o DIT se defendeu, dizendo que não praticou lobby.

“Não é verdade que nossos ministros praticaram lobby para afrouxar as restrições ambientais no Brasil — [o tema da] reunião foi sobre melhorar o processo de licenciamento ambiental, garantindo condições equitativas para as empresas nacionais e estrangeiras e, em particular, ajudando a acelerar o licenciamento e torná-lo mais transparente, o que, por sua vez, protegerá os padrões ambientais”, diz o comunicado.

No leilão do pré-sal, a Shell levou duas áreas de exploração como operadora e uma como participante e se tornou a segunda maior produtora do Brasil, após comprar a gigante BG. Já a BP venceu como participante em duas áreas, ambas lideradas pela Petrobras, e se disse “ansiosa por avançar em um ritmo rápido” de acordo com declaração do chefe global da área de produção e exploração da empresa, Bernard Looney, citado pela Época.

Como sempre afirmamos em O Expresso, o colonialismo bandido só existe porque existem traidores. O Calabar do Jaburu deveria ser enforcado em praça pública, junto com seu pinto entupido, para exemplar as gerações futuras.

Há 3 anos, com o petróleo rondando US$130 no mercado externo, pagávamos R$3 por um litro de gasolina. Agora, com o petróleo a US$50, pagamos mais de 4 reais pelo mesmo litro de gasolina batizada de 90 octanas ou menos.  

Temer aproveita feriadão para entregar um lote de grandes empresas de economia mista

Mesmo com as dificuldades de saúde, que incluem a próxima colocação de um stent nas coronárias, o presidente Michel Temer não deixa de cumprir a sua agenda de maldades. Na sexta-feira, feriadão, todo mundo na praia, o Governo decretou a privatização de empresas estatais de economia mista, que incluem Banco do Brasil e Caixa. 

O decreto determina que as empresas de economia mistas devam escolher áreas inteiras ou subsidiárias para ser colocada a venda sem licitação:
“Art. 1º Fica estabelecido, com base na dispensa de licitação prevista no art. 29, caput, inciso XVIII, da Lei nº 13.303, de 30 de junho de 2016, e no âmbito da administração pública federal, o regime especial de desinvestimento de ativos das sociedades de economia mista, com a finalidade de disciplinar a alienação de ativos pertencentes àquelas entidades, nos termos deste Decreto.

Empresas de grande porte serão responsáveis por tocar esses negócios, associadas ou não com estrangeiras, ou seja, este é mais um grande plano privatista de Temer de entrega as riquezas brasileiras ao capital imperialista. Como foi o leilão do petróleo no caso do Pré-Sal.

De agora em diante todos os negócios da Petrobras serão negociados com a British Petroleum, um passo para torná-la sócia menor ou vender a Petrobras por completo para a multinacional.

No sábado, 11, entrará em vigor a nova lei trabalhista, que “flexibiliza” as relações entre capital e trabalho, inclusive eliminando sindicatos do processo.

A coalizão está tomando o pré-sal sem disparar um só tiro. Uma pechincha!

Caças da coalizão em combate sobre o Kuwait e Iraque.

Em 17 de janeiro de 1991, uma coalização de 25 países, liderada pelos Estados Unidos, invadiu o Iraque para proteger os interesses no petróleo do País e no Kuwait. Lá o petróleo quase aflora na areia do deserto. A brincadeira custou US$ 61 bilhões, algo como 400 bilhões de reais a preços de hoje. Morreram 250 mil soldados e 180 mil cidadãos do Iraque e 7 mil civis do Kuwait, além de, que dó, 341 soldados da coalizão.

Ontem, a coalização tomou pacificamente uma das maiores reservas petrolíferas do mundo, o pré-sal brasileiro, responsável por mais da metade da produção nacional de 3 milhões de barris diários.

Uma pechincha. Nenhum tiro. Nenhum avião armado sobrevoando os ares.

Os mortos serão contabilizados mais tarde, entre os brasileiros miseráveis que não terão mais acesso aos benefícios do pré-sal.

Que Deus salve Temer e a grande organização criminosa que tomou o poder, sob a inspiração da NSA – National Security Agency.

Doença de Temer é grave e intervenção pressupõe primeiro um cateterismo

“Mal estar” de Temer é problema grave que exige tratamento cirúrgico. Mas primeiro ele precisará cuidar do coração e do entupimento das artérias.

Afirmação do jornalista Carlos Newton, em Tribuna da Internet: o desconforto que o presidente Michel Temer sofreu ontem é resultado de hiperplasia prostática, a mesma doença de Eliseu Padilha.

Diz o jornalista:

“Para um homem de 77 anos, com problema cardíaco, a notícia não é nada boa, porque Temer terá de ser submetido a uma cirurgia, que sempre implica em risco. A solução pode ser uma raspagem, para diminuir o volume da próstata, ou a extração radical, como aconteceu com Padilha, um procedimento que deixa fortes sequelas, nas funções urinárias e sexuais.”

Para fazer essa intervenção, Temer terá que se submeter a cateterismo com possível implante de “stent”, para depois fazer o tratamento definitivo da obstrução. Os médicos mandaram que permaneça em repouso, mas ele irá ao Planalto à tarde somente para tirar fotos e aparentar que está tudo bem, quando não está, confirma o jornalista.

Que assevera:

“O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, precisa assumir, porque a Presidência da República não pode ficar acéfala, quando o chefe do governo sofre algum impedimento.”

Como bem afirmou o ex-presidente José Sarney, a política só tem uma porta, a da entrada. Lastimável que seja assim no Brasil. O exemplo dos Estados Unidos, onde os ex-presidentes se retiram da vida pública, para se tornarem conferencistas e abordar apenas temas relevantes e apartidários não prosperou aqui, abaixo da linha do Equador.

Quem esperava o contrário? CCJ da Câmara rejeita denúncia contra Temer.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou na noite de hoje (18) por 39 votos favoráveis, 26 contrários e 1 abstenção o parecer do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) pela inadmissibilidade da segunda denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer, pelos crimes de obstrução de Justiça e organização criminosa.

Os ministros Eliseu Padilha, da Casa Civil, e Moreira Franco, da Secretaria Geral da Presidência também são citados na denúncia pelo crime de organização criminosa.

O placar inferior ao registrado na apreciação da denúncia anterior já era esperado pelo governo. Após uma manobra do PSB, a líder do partido e aliada do Planalto, deputada Tereza Cristina (MS) foi substituída pelo oposicionista deputado Júlio Delgado (MG).

Com isso, a base governista teve dois votos a menos do que o registrado na votação do parecer do deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG). Naquela ocasião, 42 deputados foram favoráveis ao parecer que também recomendava a rejeição da denúncia.

Economia afunda e especuladores prosperam na Bolsa de Valores

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de prévia para o Produto Interno Bruto (PIB), teve queda de 0,38% em agosto na comparação com julho, informou o Banco Centra nesta quarta-feira (18/10).

Por outro lado, análise do nível de emprego diz que as grandes empresas fecharam 29% das vagas nos últimos 12 meses.

Vamos ter que procurar de lupa as melhorias dos índices econômicos propagandeados por Michel Temer. Os únicos indicadores que crescem no País são os preços dos derivados de petróleo e a Bolsa de Valores, reduto tradicional da especulação.

Temer apela e diz que seus oponentes são “golpistas”.

O Brasil é o País da piada pronta. Michel Temer, que conspirou com uma grande maioria de parlamentares do Congresso, com magistrados e burocratas dos mais diversos calibres para depor Dilma Rousseff, eleita por mais de 52 milhões de votos, agora acusa, aqui e acolá, delatores e até o ex-procurador geral da República, Rodrigo Janot. 

Em depoimentos prestados à Procuradoria-Geral da República (PGR), o doleiro Lúcio Funaro explicou como as propinas pagas por Joesley Batista, sócio da JBS, chegavam a lideranças do PMDB, como o ex-deputado federal Eduardo Cunha e o presidente Michel Temer. 

De acordo com Funaro, o objetivo com a propina era obter créditos do FI-FGTS para Eldorado Celulose, empresa do grupo J&F. “Eu tinha uma conta interna com ele [Joesley], ele me creditou na conta corrente o valor da propina”, explicou o delator.

Registrado no dia 23 de agosto deste ano, o depoimento foi divulgado pelo jornal Folha de S. Paulo, nesta sexta-feira (13). Nas gravações, Funaro afirma que 95% do que recebeu de Joesley foi por meio da emissão de notas fiscais.

Outro método era pagar boletos de supermercado ou de contas “que um doleiro que se chama Tony” o mandava.

“Ele cobrava um percentual e me entregava em dinheiro vivo. O dinheiro chegando na minha mão, eu distribuía para quem eu tinha que pagar – que, nesse caso, era o Eduardo Cunha”, delatou.

Identificado como operador de propinas do PMDB, Funaro era próximo do ex-presidente da Câmara. De acordo com o doleiro, era Cunha o responsável por fazer o repasse “para quem era de direito dentro do PMDB, as pessoas que apoiavam ele”, explicou, citando como destinatários o presidente Temer e o ex-ministro Henrique Eduardo Alves (RN).

Não se preocupem com a saúde de Temer. O coração peemedebista ainda baterá por anos.

O presidente Michel Temer, 77 anos completados no dia 23 de setembro, pode estar com uma artéria coronária parcialmente obstruída e pode passar por um processo de cateterismo.

A informação é da TV Globo e, segundo o noticiário, o político até considerou em realizar a cirurgia na sexta-feira (6), contudo preferiu adiar até que a votação da denúncia contra ele fosse realizada na Câmara dos Deputados.

O Planalto, no entanto, negou a informação e garantiu que a saúde de Temer está bem e “não foi constatado nem reportado ao presidente nenhum problema” durante exames.

 

Angioplastia e stents

Mesmo que o caso de Temer seja um pouco mais grave, no caso da necessidade de uma angioplastia através de um stent, o procedimento prevê menos de 24 horas de hospital e o paciente não sofre nem sedação. O Presidente chegaria cedo ao hospital e à noite já poderia dormir no Jaburu.

Os stents têm sido usados para tratar a Doença Arterial Coronariana (DAC) por mais de uma década. Agora é uma prática comum inserir-se um stent para manter uma artéria coronariana aberta e sustentar o fluxo sanguíneo após uma angioplastia.

A aplicação de stent é um procedimento minimamente invasivo durante o qual um stent e um balão são usados juntos para empurrar depósitos de placa dentro de uma artéria coronariana para se tratar a doença cardíaca.

Um stent coronário é um tubo minúsculo, expansível e em forma de malha, feito de um metal como o aço inoxidável ou uma liga de cobalto. Os stents podem ajudar a reduzir o bloqueio ou estreitamento recorrente após um procedimento de angioplastia. Uma vez que o stent seja implantado, ele ficará em sua artéria permanentemente.

O Procedimento Com Stent

Como em qualquer procedimento de angioplastia, um stent é montado em um balão minúsculo que é aberto dentro de uma artéria coronariana para empurrar a placa e restaurar o fluxo sanguíneo. Após a placa ter sido comprimida contra a parede arterial, o stent é completamente expandido para sua posição, agindo como um “andaime” em miniatura para a artéria. Então, o balão é desinflado e removido, e o stent é deixado para trás na artéria coronariana para ajudar o vaso sanguíneo a se abrir. Para alguns pacientes, poderá ser necessário colocar mais de um stent na artéria coronariana, dependendo do comprimento do bloqueio.

Os procedimentos com stent podem ter uma vantagem sobre a angioplastia sozinha, porque os stents fornecem um suporte estrutural permanente para impedir que a artéria coronariana se feche novamente (o que é também conhecido como reestenose), embora a reestenose ainda possa ocorrer.

Deu “pobrema” na kombi velha do Temer?

O jornal O Globo anuncia hoje: 

“STF não deve barrar denúncia de Janot contra Temer na quarta-feira. Ministros avaliam que envio de acusação à Câmara é automático.”

A pergunta não é se a Corte Suprema do País vai enviar ou não a denuncia contra Temer para a Câmara.

A questão é saber como Temer comprará 1/3 de picaretas da Câmara pra rejeitar a proposta.

Na denuncia anterior foram usados bilhões de reais em emendas parlamentares. Agora Temer já usou a suspensão da cobrança pretérita do Funrural para segurar a bancada do agronegócio da Câmara.

O que vai manter a velha kombi, sem freios, nesta ladeira institucional na qual vivemos, no lado direito da via?

 

Requião acena com insegurança jurídica para privatizações de Temer

Em carta ao Financial Times, o senador Roberto Requião questiona a legitimidade de Michel Temer para representar o Brasil num encontro com investidores internacionais a ser promovido pelo jornal em Nova York no final do mês.

Segundo o parlamentar, Temer vai apresentar aos empresários sua agenda de privatizações; Requião avisa:

“Se Temer entregar o país, nós o recuperaremos”. 

E continua:

“Esta carta é, pois, um meio público de advertir a todos os investidores que se reunirão com Michel Temer em Nova Iorque para evitarem, sob risco de perdas financeiras e patrimoniais, a compra dos ativos brasileiros que se prepara para serem levados a leilão”, escreve o senador. Do 247.

Toda a imprensa do País fala nos indícios de corrupção de Temer. Inclusive a imprensa oficial.

Revista Veja:

Estadão:

Agência Nacional:

Folha de São Paulo:

O Globo:

g1.globo.com:

Daqui, deste longínquo sertão da Bahia, não seria o caso de se perguntar se vai tramitar rapidamente a manifestação do Ministério Público Federal, a abertura do processo pelo Supremo e a licença do Congresso para iniciar o impeachment do Presidente? 

O Quadrilhão seria tão poderoso, capaz de travar as rodas da Justiça, depois da pantomima que se viu no processo de impedimento de Dilma Rousseff? Que se entregue, então, a República aos cuidados do Rodrigo “Nhonho” Maia e a Câmara ao Fufuca. Como diziao deputado Tiririca, pior do que está não fica.

Doleiro entrega Temer e dono da Gol. Veja quanto ganham os entreguistas no País.

Constantino: faturando com a venda do controle da GOL

O doleiro Lúcio Funaro acusou o presidente Michel Temer de ter recebido R$ 20 milhões de Henrique Constantino, um dos fundadores da Gol Linhas Aéreas, em troca de apoio à Medida Provisória que permitia 100% do controle acionário de empresas aéreas brasileiras pelo capital estrangeiro.

De acordo com informações do jornal “O Globo”, uma fonte afirmou que a suposta propina teria sido paga horas antes de um voo na campanha eleitoral de 2014.

“Funaro fez a acusação em um dos depoimentos de sua delação premiada, homologada pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF). Como se trata de fato relacionado ao exercício do mandato de presidente, se quiser, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, poderá incluir as informações na denúncia que está preparando contra Temer”, destacou a publicação.

Joesley chama Temer de “Ladrão Geral da República”

O reptiliano perdeu o respeito da Nação

Você sabe que a belonave está afundando quando o comandante perde todo o respeito dos seus comandados. Depois do Presidente da República Federativa do Brasil chamar o empresário Joesley Batista de “Grampeador Geral da República”, recebeu o troco no mesmo tom:

“Michel, que se tornou ladrão geral da República, envergonha todos nós, brasileiros”, afirmou Joesley.

Diz a nota de Joesley que rechaçou uma longa nota do Palácio do Planalto:

A delação premiada é por lei um direito que o senhor presidente da República tem por dever respeitar. Atacar seus delatores mostra no mínimo a incapacidade do senhor Michel Temer de oferecer defesa dos crimes que comete. Michel, que se tornou ladrão geral da República, envergonha todos nós, brasileiros.

Como foi dito, quando o comandante da nave perde o respeito, o timoneiro decide o rumo. Haveremos de nos perguntar em breve, o que restou da implosão de Pindorama.

Nenhuma instituição isenta, nenhum dirigente de respeito e, por último, mas não menos importante, a continuidade safada da corrupção em todos os níveis federativos e entre todos os poderes.

No dizer do douto jurisconsulto da Nação, Gilmar Mendes, o rabo agora abana o cachorro. 

Após polêmica, governo federal libera empréstimo de R$ 600 milhões para a Bahia

Após uma longa novela, o governo federal liberou o empréstimo de R$ 600 milhões ao Governo do Estado da Bahia para investimentos em educação, saúde e infraestrutura pública. A liberação foi autorizada e publicada no Diário Oficial do Estado, na edição desta terça-feira (22).

O contrato de financiamento foi assinado no dia 1º de agosto, mas não havia sido publicado oficialmente. Após o período de carência, a gestão estadual terá 15 prestações semestrais sucessivas e iguais, com a primeira prestação prevista para agosto do ano que vem.

O empréstimo foi alvo de polêmica envolvendo uma suposta intervenção do prefeito ACM Neto (DEM) para barrar a liberação do valor.

O democrata foi acusado por parlamentares aliados ao governador Rui Costa (PT).

Em entrevista à Rádio Metrópole no início do mês, o senador Otto Alencar (PSD-BA) revelou ter conversado com o presidente Michel Temer (PMDB) por telefone e afirmou ficou evidenciada a “retaliação” ao dizer que precisava, antes de liberar qualquer coisa, comunicar ao DEM. (Fonte: Metrópoles).

A senadora Lídice da Mata comemorou, nas redes sociais, a vitória baiana.

Uma procuradora-geral da República bem pouco republicana

Ciro Gomes, virtual candidato à Presidência da República em 2018, falando sobre o encontro de Temer com Raquel Dodge, futura procuradora-geral da República, no Palácio do Jaburu, fora da agenda oficial do presidente:

“Perderam a noção, perderam a compostura. Essas coisas deslustram a confiança da sociedade nas instituições. A Procuradora não agiu com ingenuidade, mas com despudor e com falta de acatamento do cargo.”

O que Ciro não lembrou é que Raquel Dodge é casada com um primo do Aécio Neves. E todos nós soubemos como Aécio trata os primos, inclusive aquela da mala, o Fred.

Reina absoluta respeitabilidade no cabaré da República

Você, meu caro e douto leitor, seria capaz de ligar esses três fatos? Vamos lá.

Primeiro fato: na calada da noite, fora da agenda, Temer recebe a próxima procuradora-geral da República, Raquel Dodge, no Palácio Jaburu, lá mesmo onde recebeu o bandidão Joesley Batista. Isso depois de entrar com pedido de suspeição sobre a atuação do atual procurador, Rodrigo Janot.

Segundo fato: o  ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Sergio Etchegoyen, voltou a negar hoje (10) que tenha promovido “ação de qualquer natureza contra o ministro [do Supremo Tribunal Federal] Edson Fachin”.

Terceiro fato: o ministro Edson Fachin separa os inquéritos de Temer e Rodrigo Rocha Loures, o homem da corridinha com a mala, manda o estafeta para a Justiça Federal do DF e declara que suspende a tramitação da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer.

Se você concluir que afinal a sangria foi estancada, estará entendendo quase tudo. Então, reveja o diálogo entre o senador Romero Jucá, o tricoteiro de quatro agulhas, e o presidente da Transpetro, Sérgio Machado, nos dias que antecederam o impeachment de Dilma e previa essa desejada tranquilidade no respeitável cabaré da República.

 

Janot, na Folha: “O bandido que se esconde atrás do manto político não é político, é bandido”

A entrevista da Folha de São Paulo com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, está polarizando a atenção do mundo político:

Folha – Os bambus acabaram? Ainda restam flechas?
Rodrigo Janot – Restam flechas. A gente não faz uma investigação querendo prazo e pessoas. As investigações vão ficando maduras até que se possa chegar ao final. E várias estão bem no finalzinho. Eu diria que tem flecha.

Quais são?
A surpresa você vai deixar para mim, né?

Não foi um pouco de soberba ter falado em flecha (em um evento recente)?
Isso é brincadeira que a gente faz internamente desde a época do Cláudio Fonteles [2003-2005]. A gente dizia que temos que trabalhar, e a expressão dizia isso, enquanto houver bambu, lá vai flecha. Não é soberba nenhuma.

A Câmara barrou a denúncia por corrupção contra Temer. É frustrante ver o trabalho ser enterrado?
A Câmara não barrou a denúncia. A Câmara faz um julgamento político de conveniência sobre a época do processamento penal do presidente. Fiz meu papel, cada instituição tem que fazer o seu. A Câmara entendeu que não era convenientemente o momento para o processamento do presidente. Que a Câmara agora arque com as consequências. Agora, a denúncia continua íntegra, em suspenso esperando o final do mandato. Acabou o mandato, a denúncia volta e ele (Temer) será processado por esses fatos que estão ali imputados, que são gravíssimos.

Como fica a situação do ex-deputado Rocha Loures?
Vou pedir a cisão do processo, sim, e ele vai responder esses fatos.

A denúncia descreve roteiro plausível de crime de corrupção, mas não aponta que a mala de R$ 500 mil recebida por Loures da JBS foi para Temer. O sr. acha que a falta dessa ligação ajudou a segurar a denúncia?
Temos de entender que o crime de corrupção não precisa de você receber o dinheiro, é aceitar ou designar a proposta. Receber o dinheiro é a chapada do crime de corrupção. Se a gente não vive um país de carochinha, uma pessoa que designa um laranja para acertar acordo ilícito, que acerta a propina e recebe a mala, vou exigir que a pessoa que designou o laranja receba pessoalmente o dinheiro? Jamais alguém vai comprovar.

Mas existe a possibilidade de o Loures ter feito o acordo sem que o presidente soubesse, não?
É admitido como possibilidade, vamos ouvir o Loures. Ele é designado como o meu (Temer) homem de confiança para tratar por mim todos os assuntos, trata a corrupção e depois a recebe. Se isso acontecesse com qualquer pessoa, acho muito difícil qualquer um de nós ter um outro juízo que não fosse “esse sujeito que foi designado como laranja recebeu o dinheiro para aquela pessoa”. Como é que eu, de antemão, vou separar isso? Não tem como. Nesse caso específico, tínhamos réu preso. Em se tratando disso, o inquérito tem que ser concluído em dez dias e a denúncia tem que ser oferecida em cinco.

Mas é consequência de a PGR ter pedido a prisão. Se não pedisse, haveria mais tempo para investigar.
E deixo que o crime continue sendo praticado? Na esperança de que esse dinheiro vá chegar às mãos do presidente? Não somos ingênuos. Vocês acreditam que essa mala chegaria às mãos do presidente? Que o Loures entregaria a mala? “Olha, presidente, vim trazer a sua malinha.” O dinheiro seria repassado de outra forma. Todas as investigações que fizemos mostram que uma organização criminosa atua de maneira profissional, não infantil.

Como então o dinheiro chegaria ao Temer?
Ou para pagamento de alguma campanha, ou para uma conta, ou para pagamento de despesas em ‘cash’. Como se apura despesas em ‘cash’? Não apura.

A segunda denúncia contra Temer será só por obstrução da Justiça?
Não sei. Nós temos duas investigações: obstrução e organização criminosa.

Bancos devem R$123 bilhões à União. Mas o trabalhador é quem vai pagar a conta da previdência.

Entidades financeiras privadas são as maiores interessadas em abocanhar o mercado de aposentadorias e pensões caso o Congresso aprove as reformas do ilegítimo Michel

Por Carlos Tautz

Um ano após o governo ilegítimo de Michel Temer dizer que a previdência social teria déficit de 139 bilhões de reais em 2017, o Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional levantou, baseado na lei de Acesso à Informação, a lista das entidades financeiras que têm dívidas regulares e irregulares com a União.
A lista completa está no documento publicado abaixo.
Especialistas negam que a Previdência Social dê prejuízo.

Da lista constam, segundo informou a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), “débitos em situação regular e irregular. As dívidas em “situação irregular” – aproximadamente R$ 82,6 bilhões – representam valores com cobrança em andamento, em razão da ausência de regularização mediante parcelamento, garantia ou penhora de bens nas execuções fiscais.

As dívidas em “situação regular” – cerca de R$ 41,8 bilhões – representam valores objeto de parcelamentos ordinários ou especiais (REFIS) anteriores, garantidos por depósito, carta de fiança ou seguro garantia, bem como com suspensão da cobrança por decisão judicial ou com penhora efetivada em execução fiscal”.

Ressalte-se que os bancos, maior categoria entre as entidades financeiras, são os maiores interessados em abocanhar o mercado de previdência privada, caso seja aprovada no Congresso Nacional a privatização da oferta de serviços previdenciários, conforme preconiza o ilegítimo presidente Michel Temer em suas propostas de reforma.

Veja a lista completa das entidades financeiras devedoras, fornecida pela PGFN, aqui:
relacao-de-instituicoes-financeiras-de-seguros-e-servicos-relacionados-com-debitos-inscritos-em-divida-ativa-da-uniao .

Para outras informações sobre dívidas exigíveis, consultar a lista de devedores da PGFN em https://www2.pgfn.fazenda.gov.br/ecac/contribuinte/devedores/listaDevedore

Quem sabe quantos empregos seriam alcançados com a injeção desse dinheiro na economia? Quem sabe quantos miseráveis seriam resgatados novamente da fome e incluídos na cadeia de consumo com esse dinheiro? 

 

Mulher bêbada tenta invadir o quarto de Michel Temer

O charme do velho fauno parece estar intacto. Ao menos para as mais embriagadas. 

Uma mulher de 23 anos tentou invadir o Palácio do Jaburu, em Brasília, na madrugada deste sábado depois de ingerir bebida alcoólica, brigar com o namorado e procurar conforto no Palácio.

O palácio é a residência oficial da Vice-presidência, onde mora o presidente Michel Temer, a mulher, Marcela Temer, e o filho deles, Michelzinho.

De acordo com o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, a mulher estava “aparentemente embriagada” quando pulou a cerca de segurança com objetivo de chegar ao quarto de Michel Temer, por volta das 3h.

No documento, a Presidência informou, ainda, que “foram realizados disparos de arma de fogo de advertência”. Em seguida, acrescenta o GSI, a mulher foi imobilizada pela equipe de segurança e ficou detida no estacionamento interno do palácio até ser levada à Superintendência Regional da Polícia Federal para prestar depoimento.

Até os carrapatos abandonaram o cachorro de Temer

Michel Temer. Foto: Joédson Alves/EFE para o Estadão

Um amigo, figura de destaque na comunidade maçônica de Luís Eduardo Magalhães, instado ontem sobre a tragédia de Michel Temer e em face do fato dos Maçons terem, historicamente, influência nas grandes transformações políticas do País, saiu-se com esta:

-Pois é: vamos ter que arrumar um “bode” que tenha menos bodes…

Notícias não confirmadas dizem que até os carrapatos, aracnídeos capazes de prever o futuro, abandonaram o cachorro de Temer, prevendo tempos muitos difíceis.

Hoje, o PSDB abandonou a coligação com o PMDB e o líder do partido de Temer, Renan Calheiros, renunciou ao cargo de líder no Senado.

Globo prevê o fim próximo de Michel Temer

Michel Temer. Foto: Joédson Alves/EFE para o Estadão

O jornal O Globo diz que consultou a opinião de 66 componentes da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, encarregada de analisar as denúncias contra o presidente Michel Temer, autointitulado “emissário de Deus”. Pois apenas quatro abriram o voto, antecipadamente, a favor de Temer.

Temer pode estar, de fato, prestes a conhecer a sua hora mais amarga.

O mesmo jornal, em editorial, sob o título “Temer entra na História pela porta dos fundos”, afirma: “Temer fará o diabo para barrar a denúncia na Câmara e evitar que siga para o STF”.

Quando a Globo Overseas Investment BV dita a sua sentença, faltam poucos dias para a tragédia.

Veja na íntegra a denúncia contra Michel Temer que chegou ontem ao STF

Michel Temer. Foto: Joédson Alves/EFE para o Estadão

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, relator do processo que envolve a “Operação Lava-Jato” e seus apensos, recebeu ontem a denúncia de corrupção passiva das mãos do procurador geral da República, Rodrigo Janot Monteiro de Barros.

É a primeira vez na história da República brasileira que um presidente é acusado formalmente de crime durante o exercício do mandato. Em 1992, Fernando Collor de Mello foi denunciado quando já estava afastado do cargo.

Outras acusações formais, como crime de obstrução de Justiça, deverão ser feitas ao peemedebista pelo chefe do Ministério Público Federal

Talvez a Câmara Federal, com base na ampla maioria de partidos aliados do Governo e na troca de favores de PMDB x PSDB para salvar Aécio Neves e Michel Temer, não autorize o processo de impeachment do Presidente. Talvez ele só deixe o Governo no dia 31 de dezembro de 2018. Mas o seu futuro político e até a sua liberdade de ir e vir não valerão uma carteira de cigarros paraguaios depois desta denuncia.

Veja, o documento, em todas as suas 66 páginas, clicando aqui.

Me ajuda, aí, irmão, a traduzir esta notícia de um portal norueguês.

Ontem a Noruega anunciou corte de 50% ao Fundo Amazônia em plena visita de Temer, em reprovação aos desmandos ambientais da atual administração pública do País.

Como dizem os goianos, Temer só foi “bestar com a sela” nesta viagem de despedida da Presidência da República.