Prefeitura promove doação de mudas nativas e exóticas 

Nesta terça-feira, (07), em Luís Eduardo Magalhães foi marcada pela distribuição gratuita de mudas nativas e exóticas, na Praça Matriz. A ação foi promovida pela Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Sustentabilidade, em parceria com a J&H Sementes.

Foram disponibilizadas mudas de Ipê roxo, amarelo e branco, Jacarandás, Magno, Flamboyant, Jambo, Pitanga, Acácia Australiana, Faveira, Oiti, Jenipapo, Graviola, Gonçalo Alvese e Jatobá. Além de estar na programação da Semana do Meio Ambiente 2022, a iniciativa faz parte do Programa Plantar e tem como objetivo incentivar a arborização do município, garantindo diversos benefícios, proporcionando conforto térmico, sombra, embelezamento e redução da poluição do ar e dos ruídos.

Campanhas de vacinação contra gripe e sarampo são prorrogadas até 24 de junho

Seguindo orientação do Ministério da Saúde, a Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria Municipal de Saúde prorrogou as campanhas de vacinação contra a gripe e o Sarampo até o dia 24 de junho. A prorrogação da campanha tem o objetivo de aumentar as coberturas vacinais para as duas doenças.

Confira as salas de vacinação no município:

Paulo Rodolfo – Jardim das Acácias;
Vereda Tropical;
Jardim das Oliveiras – no bairro Jardim das Oliveiras;
Mimoso 1 – no bairro Mimoso 1;
Yoshio Shirabe – cidade Universitária;
Moacir Marchezan – São Francisco;
Luis Gustavo Rosa – Mimoso 3;
Ida Klein – Mimoso 3;
Nair Idite Poganski – Florais Léa;
Oscar Doerner – Santa Cruz;
Oswaldo Cruz – Santa Cruz;
Conquista – no bairro Conquista;
Antonio Carlos Faedo – Florais Léa,
Prédio do Lacen – Centro.

Confira o público habilitado para vacinação:

Influenza

– Crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias);
– gestantes, puérperas, povos indígenas, trabalhadores da saúde, idosos com 60 anos e mais;
– professores das escolas públicas e privadas;
– pessoas portadoras de doenças crônicas, com deficiência permanente;
– profissionais das forças de segurança e salvamento e das forças armadas;
– caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso;
– trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional;
– adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade.

Sarampo

– Crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias);
– trabalhadores da saúde.

A menos de 120 dias das eleições, Lula lidera pesquisas com larga margem.

A expressão façanhuda de Bolsonaro é reflexo da sua situação política periclitante. Abaixo, Lula no timão de uma campanha difícil pela hostilidade do adversário.

Empreiteiro detona esquema do PT nos fundos de pensão | VEJA

Pesquisa da Quaest Consultoria, contratada pela Genial Investimentos e divulgada hoje. mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para a Presidência e venceria a eleição em primeiro turno.

No cenário testado com mais pré-candidatos, o petista aparece com 46% na pesquisa estimulada —quando o entrevistado recebe uma lista prévia com os nomes dos presidenciáveis. O presidente Jair Bolsonaro (PL) está em segundo lugar, com 30%; Ciro Gomes (PDT) é o terceiro, com 7%.

Considerando apenas votos válidos — são descartados indecisos, brancos e nulos — Lula aparece com 52,87% das intenções de voto.

André Janones (Avante) soma 2%, enquanto Simone Tebet (MDB) e Pablo Marçal (Pros) têm 1% cada. Os demais aparecem com 0%. Todos esses pré-candidatos empatam na margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa de hoje não é comparável com a anterior do mesmo instituto. Isso porque os cenários testados e os candidatos apresentados aos eleitores são diferentes.

O levantamento ouviu 2.000 pessoas de 27 estados, face a face, entre os dias 2 e 5 de junho.

O índice de confiança, segundo o instituto, é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-03552/2022 e teve o custo de R$ 268.742,48.

Confira os cenários testados pela pesquisa:

Cenário 1:

Lula (PT): 46%

Jair Bolsonaro (PL): 30%

Ciro Gomes (PDT): 7%

André Janones (Avante): 2%

Simone Tebet (MDB): 1%

Pablo Marçal (Pros): 1%

Vera Lúcia (PSTU): 0% Eymael (DC): 0% Felipe D’Avila (Novo): 0% Sofia Manzano (PCB): 0% Luciano Bivar (União Brasil): 0% General Santos Cruz (Podemos): 0% Leonardo Péricles (UP): 0% Brancos/Nulos/Não vai votar: 7% Indecisos: 6%

Na conversão para votos válidos, o resultado do cenário 1 da pesquisa seria o seguinte: Lula (PT): 52,87%

Jair Bolsonaro (PL): 34,48%

Ciro Gomes (PDT): 8,04%

André Janones (Avante): 2,29%

Simone Tebet (MDB): 1,14%

Pablo Marçal (Pros): 1,14%.

Fome atinge 33,1 milhões de brasileiros, 14 milhões a mais em pouco mais de um ano.

Por Carolina Nalin e Jéssica Marques, para o Globo.

A fome volta a se alastrar no Brasil

Cerca de 33,1 milhões de brasileiros passam fome atualmente. Em pouco mais de um ano, houve um incremento de 14 milhões de pessoas na condição de não ter o que comer todos os dias.

É o que aponta o 2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, lançado nesta quarta-feira. A pesquisa também revela que mais da metade (58,7%) dos brasileiros convive hoje com algum grau de insegurança alimentar. A situação leva o país para o mesmo patamar da década de 1990, um retrocesso de 30 anos.

A segunda edição da pesquisa mostra que, dois anos depois do início da pandemia, o país amarga o retorno ao Mapa da Fome da ONU – condição que havia deixado em 2014 – no seu pior nível.

Na primeira edição da pesquisa, em 2020, a fome no Brasil já tinha voltado para patamares equivalentes aos de 2004. Agora, com o agravamento da crise econômica provocado pela pandemia, o contingente de famintos retorna a níveis da década de 1990. Em 1993, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estimou 32 milhões de brasileiros em situação de fome, embora sob outra metodologia.

A insegurança alimentar e a fome no Brasil | Repertórios para o tema

O estudo sobre insegurança alimentar foi realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), com execução em campo do Instituto Vox Populi. O projeto conta com o apoio das organizações não-governamentais Ação da Cidadania, ActionAid Brasil, Fundação Friedrich Ebert Brasil, Ibirapitanga, Oxfam Brasil e Sesc.

As estatísticas datam de novembro de 2021 a abril de 2022, período em que o Auxílio Brasil, benefício que substituiu o Bolsa Família, começou a ser pago. Foram feitas entrevistas em 12.745 lares brasileiros, em áreas urbanas e rurais de 577 municípios, distribuídos nos 26 estados e no Distrito Federal. O nível de insegurança alimentar foi medido pela Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (Ebia), metodologia também utilizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Risco de fome atinge recorde no Brasil e ameaça 36% das famílias | Exame

Vergonha de sentir fome

A pesquisa da Rede Penssan revela ainda uma dura realidade por quem convive com a fome no país: 15,9 milhões de pessoas, ou 8,2% das famílias entrevistadas, relataram sensação de vergonha, tristeza ou constrangimento pelo uso de meios que ferem a dignidade para conseguir colocar comida na mesa.

A fome é maior onde o chefe de família está desempregado (36,1%), tem emprego informal (21,1%) ou trabalha na agricultura familiar (22,4%). Nos lares onde o chefe da família trabalha com carteira assinada, a segurança alimentar chega a mais da metade (53,8%) dos domicílios.

Entre os entrevistados que relataram endividamento, quase metade (49,1%) convive com algum grau de restrição de alimentos ou fome. Quando considerados aqueles que precisam vender bens ou equipamentos de trabalho para comer, 48,7% passavam pela insegurança alimentar moderada ou grave.

Patamar assombroso’

Para Renato Maluf, coordenador da Rede Penssan, o país atingiu um “patamar assombroso” quando se trata de fome. Ele lembra que são 14 milhões de novos famintos em pouco mais de um ano, o equivalente à cidade de São Paulo, que hoje conta com cerca de 13 milhões de habitantes.

Maluf, que também é professor do Departamento de Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (DDAS) da UFFRJ, considera que a pandemia e a alta nos preços dos alimentos agravaram a situação de insegurança alimentar e fome no país, mas observa que esse cenário é o desdobramento de uma deterioração mais longa:

— Temos uma crise econômica e política que começou entre 2015 e 2016, além do desemprego crescente, precarização do trabalho, queda do salário mínimo e desmonte de programas. Houve ainda uma radicalização no governo atual com relação ao desmonte, que incluiu o fechamento do Consea (Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, instituído em 1993) no primeiro dia do governo Bolsonaro.

Seis em cada dez famílias em insegurança alimentar

Além do patamar recorde de brasileiros em situação de fome, a pesquisa revela uma piora no nível de insegurança alimentar. Seis em cada dez domicílios no país não conseguem manter acesso pleno à alimentação. Há 125,2 milhões de brasileiros sob algum grau de insegurança alimentar. O número representa um aumento de 7,2% desde a edição de 2020, e de 60% em comparação com 2018.

De acordo com o IBGE, o conceito de insegurança alimentar abarca uma escala que vai desde aqueles indivíduos que têm risco de passar fome em um futuro próximo, passando pelos que restringem a quantidade de comida para a família até os que não têm alimento na mesa.

É uma situação como a de Sara da Silva Pestana, de 35 anos. Morando com os quatro filhos em uma casa de ocupação no Rio Comprido, zona norte do Rio, ela tem dificuldades para manter a despensa cheia.

Trabalhando há quatro anos como autônoma, fazendo alongamento de unha de ‘acrigel’ e cílios postiços, Sara sentiu o impacto na renda com a perda da clientela na pandemia e o encarecimento dos produtos. Depender de doações de cestas básicas e do auxílio do governo tem sido frequente para colocar comida no prato, e mesmo assim, não é garantia de uma alimentação farta, ela conta:

— Tem dia que falta comida, sim. A gente não passa fome, mas tem dificuldade de alimentação. Hoje, por exemplo, não tinha pão para comer, tive que fazer bolinho de farinha de trigo e dar para as crianças no café da manhã. Faltam açúcar, leite, biscoito… Na semana passada eu tive que deixar de comer para dar alimentos para as crianças. Ser mãe é isso. Muitas vezes eu deixo de comer para dar para eles. Vamos um vivendo um dia de cada vez. Pedindo para Deus prover.

Negros, menos escolarizados e mulheres são mais vulneráveis

Casos como o de Sara – que se declara parda, é mãe solo e estudou até o 1º ano do ensino médio – não são isolados. Segundo a pesquisa, a fome é historicamente maior nos lares chefiados por mulheres e com crianças menores de 10 anos, além de penalizar mais pretos e pardos e menos escolarizados.

Nas casas em que a mulher é a pessoa de referência, a fome já fazia parte de 11,2% desses domicílios em 2020. Em 2022, passou para 19,3%, quase o dobro. Nos lares que têm homens como responsáveis, a fome passou de 7,0% para 11,9% no mesmo período.

Em pouco mais de um ano, a fome dobrou nas famílias com crianças menores de 10 anos: de 9,4% em 2020 para 18,1% em 2022. Na presença de três ou mais pessoas com até 18 anos no grupo familiar, a fome atingiu 25,7% dos domicílios. Nos lares com apenas moradores adultos, por outro lado, a segurança alimentar chegou a 47,4%, número maior do que a média nacional.

— Crianças se encontram sob risco grande quando vivem essa situação de fome pelo comprometimento que isso gera no seu crescimento e nas suas capacidades física e cognitiva. É preciso prestar atenção se o atraso ou falta de medidas para enfrentar o problema já não está trazendo algum comprometimento de uma geração para o futuro, que já lidou com maiores fragilidades na pandemia, e agora vive essa tragédia – diz Francisco Menezes, analista de políticas da ActionAid e ex-presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar.

Também sofrem mais com a fome os lares em que os responsáveis possuem baixa escolaridade, com quatro anos ou menos de estudo. Em 2022, 22,3% dos domicílios com essa característica enfrentam a fome. Em 2020, esse percentual era de 14,9%. Na outra ponta, os chefes de família que tem escolaridade mais alta lidam menos com esse problema. O maior percentual de segurança alimentar é em domicílios cujos responsáveis têm mais de oito anos de estudo: 50,6%.

A fome também tem cor e se tornou ainda mais grave pelo recorte de raça nos últimos anos, segundo a pesquisa. Enquanto a segurança alimentar está presente em 53,2% dos lares onde a pessoa de referência se autodeclara branca, esse indicador cai para 35% quando os responsáveis são pretos ou pardos. Isso significa que 65% dos domicílios chefiados por negros passam por alguma dificuldade de pleno acesso aos alimentos.

Na comparação com a edição de 2020 da pesquisa, a fome saltou de 10,4% para 18,1% em 2022 entre os lares comandados por pretos e pardos.

Quando consideradas as grandes regiões do Brasil, os números mostram que a fome é maior no Norte e Nordeste. Respectivamente, 71,6% e 68% dos lares nestas regiões lidam com algum grau de insegurança alimentar – índices maiores do que a média nacional, de 58,7%.

No Norte, a fome fez parte da rotina de um quarto das famílias (25,7%). No Nordeste, esse percentual foi de 21%, enquanto a média nacional é de 15% e, no Sul, 10%.

O campo também sofre mais para colocar comida no prato. A insegurança alimentar fez parte de seis em cada dez lares nas áreas rurais. Destes, 18,6% das famílias convivem com a fome. Nem mesmo os lares de agricultores familiares e pequenos produtores de alimentos escapam dessa realidade: a fome atingiu 21,8% desses domicílios.

Salário mínimo é insuficiente para garantir segurança alimentar

O estudo mostra ainda que a obtenção de um salário mínimo por pessoa não é mais sinônimo de acesso à alimentação de forma adequada. Em 2020, brasileiros que moravam em lares com renda maior que um salário mínimo por pessoa não conviviam com a fome.

Agora, 3% dos lares nesta condição tem seus moradores em situação de fome, 6% convivem com algum grau de restrição de alimentos (insegurança alimentar moderada) e 24% não conseguem manter a qualidade adequada de sua alimentação (insegurança alimentar leve).

— O salário está perdendo a corrida da inflação. Nos lares com renda per capita abaixo de meio salário mínimo, ou então um quarto de salário mínimo, as carências são ainda maiores. A precariedade já é grande e a capacidade aquisitiva fica muito baixa, inclusive considerando que as pessoas são obrigadas a garantir moradia e outras despesas básicas — destaca Francisco Menezes, analista de políticas da ActionAid.

De acordo com a pesquisa da Rede Penssan, cerca de metade das famílias que relataram ter deixado de comprar arroz, feijão, frutas e vegetais nos últimos 3 meses anteriores à pesquisa estão em situação de insegurança alimentar moderada ou passam fome. Entre as famílias que deixaram de comprar carnes nesse mesmo período, 70,4% estão famintas.

Entre os que precisaram parar de estudar para contribuir com a renda familiar, são 55,2% nesses recortes mais graves de insegurança alimentar.

Conjunto de ações

Especialistas lembram que o Bolsa Família já lidava com a falta de correção em termos nominais, e agora o novo programa Auxílio Brasil permanece com valor insuficiente para apoiar as famílias vulneráveis quando se observam os preços.

Menezes chama atenção ainda para a fila de espera do programa, e considera equivocada a aposta do governo de incluir beneficiários por meio de aplicativo.

— Essa medida não resolve quando você têm situações de extrema pobreza que estão nos rincões mais afastados, em que se quer a população tem acesso à internet. Isso não pode se chamar de modernização do sistema.

Maluf pondera que é preciso um conjunto de ações integradas, já que não há um único instrumento capaz de equacionar a fome e a insegurança alimentar:

— O Brasil hoje carece de estoques de alimentos para regular preços e abandonou a política de agricultura familiar. Se quisermos enfrentar a promoção da segurança alimentar nas suas várias dimensões, precisaremos atuar no acesso aos alimentos e no enfrentamento à crise econômica, com ampliação do emprego e valorização dos salários. Também é preciso atuar sobre as desigualdades de gênero e raça, já que a sociedade brasileira é uma das mais desiguais no mundo.

Terremoto de magnitude 6,5 atingiu nesta noite a região da Amazônia com epicentro no estado do Acre

Forte terremoto no Norte do Brasil

Do MetSul

Forte terremoto atingiu o estado do Acre agora há pouco. De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos, o tremor teve magnitude de 6,5 e o epicentro foi localizado a cerca de 100 quilômetros a Sudoeste da cidade acreana de Tarauacá.

Conforme o USGS, o abalo sísmico se deu a uma profundidade de 616 quilômetros, portanto foi muito profundo. Terremotos perto da superfície com profundidade entre 10 e 20 quilômetros têm risco muito maior de produzir danos enquanto sismos muito profundos como este no Acre costumam ter efeitos menores na superfície. O USGS informou o terremoto se produziu às 21h55, hora de Brasília. Um segundo terremoto, réplica do tremor principal, com magnitude de 4,8 e a 603 quilômetros de profundidade, foi registrado às 22h53 (hora de Brasília), informou o USGS dos Estados Unidos. Réplicas, normalmente abalos com menor intensidade, são comuns depois de um grande terremoto.

Outro forte abalo tinha sido registrado na região no final do mês passado. No dia 26 de maio, um sismo de 7,2 de magnitude atingiu a região do Peru e Bolívia. O tremor na região de Puno, próximo da fronteira com a Bolívia, acabou sendo sentido no Chile, Equador, na capital boliviana La Paz e em Rio Branco, no Acre.

O terremoto ocorreu a uma profundidade de 212 quilômetros, portanto foi menos profundo que o desta noite.

Os sismos sentidos no Acre de maior intensidade se originam no Peru, com hipocentros ocorrendo a 600 quilômetros de profundidade, o que tende a diminuir os efeitos das ondas sísmicas em superfície, mas amplia seu alcance.

Isso explicaria o fato de terremotos ocorrerem no Peru e serem sentidos no Acre, visto que quanto maior a profundidade que o sismo ocorre maior é sua capacidade de propagação da onda. É que o que faz com que cidades acreanas como Tarauacá e Feijó sintam com frequência abalos em solo peruano.

Conforme o observatório sismológico da Universidade de Brasília (UnB), dois dos maiores terremotos registrados no Brasil se sucederam em um intervalo de apenas 28 dias e tiveram magnitudes bem parecidas.

“Tratou-se de um fato sismológico singular, para um território tão extenso e considerado uma das áreas contínuas e tectonicamente mais estáveis do planeta”, destaco o observatório. O primeiro deles, em 31 de janeiro de 1955, com magnitude 6,2, teve seu epicentro nas proximidades da Serra do Tombador, Mato Grosso, mas há dúvidas sobre a exata localização. O outro, em 28 de fevereiro de 1955, atingiu 6,1 e localizou-se no mar, a aproximadamente 360 quilômetros de Vitória, Espírito Santo. Ambos tinham potencial para ocasionar destruição, mas seus epicentros, longe de áreas habitadas, não produziram consequências graves.

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Luís Eduardo Magalhães-BA

Haddad: empresários precisam de visão de médio e longo prazo.

Deputado culpa Governo pelos combustíveis caros

Deputado criticou PEC proposta por Bolsonaro ontem e disse que medida seria engodo e sem sustentabilidade

O deputado estadual Robinson Almeida (PT) afirmou, nesta terça-feira (7), que o presidente Jair Bolsonaro (PL) cria uma cortina de fumaça para mascarar os problemas de sua gestão no descontrole no preço dos combustíveis e na inflação no Brasil.

O petista criticou a proposta de um subsídio aos estados e municípios e de desoneração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do diesel e do gás de cozinha, apresentada pelo governo federal, e avaliou que a medida não vai mudar a realidade porque o problema original está relacionado à nova política de preço da Petrobrás, a indexação do preço dos combustíveis ao dólar e a privatização das refinarias brasileiras, como a baiana Landulpho Alves.

As informações são do site Bahia Econômica. A medida também é criticada por economistas e especialistas em gestão pública, como a professora de Macroeconomia do Instituto de Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppead/UFRJ), Margarida Gutierrez, que observa viés eleitoral na PEC.

Pela proposta do governo federal, a medida valeria apenas até 31 de dezembro, com efeito de curto prazo.

“O alto preço dos combustíveis é causado pelo governo federal e não pelos estados. Mudança da base de cobrança de impostos é tentativa de Bolsonaro mascarar o problema. Não adianta reduzir os impostos com uma mão e com a outra retirar os recursos da educação, saúde e assistência social do povo pra tapar o rombo”, explicou.

“Bolsonaro cria uma cortina de fumaça e tenta desviar o foco do problema central, que é a mudança na política de preço dos combustíveis praticada pela Petrobrás, a indexação do preço dos combustíveis a variação do dólar e o desmonte e a privatização de nossas refinarias para o capital internacional pelo seu governo, como fizeram com a Landulpho Alves, deixando a Bahia com a gasolina mais cara do Brasil”, afirmou o deputado.

Robinson Almeida também enfatizou que o programa econômico do governo Bolsonaro é o responsável pela volta dos fantasmas da fome e da inflação ao Brasil.

“Essa agenda econômica, ultraliberal, de desmonte do patrimônio nacional e de nossa soberania energética, que beneficia e agrada o capital internacional, é o que deixou tudo caro no Brasil. E quem sustenta essa agenda econômica do desemprego e da inflação é Bolsonaro e seus aliados no Congresso Nacional, que tentam transferir para os Estados um problema que é de responsabilidade e foi causado pelo governo federal”, criticou o deputado.

Aumenta endividamento das famílias. É a oitava alta do indicador.

Nonas regras para o rotativo dos cartões de crédito

Endividados representam 28,7% das famílias em maio

A parcela de inadimplentes, aqueles que têm contas ou dívidas em atraso, chegou a 28,7% das famílias brasileiras em maio. É a oitava alta consecutiva do indicador, que vem crescendo desde outubro de 2021. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (CNC) e foram divulgados hoje (7).

Em abril, a inadimplência havia ficado em 28,6%. Em maio de 2021, o percentual era de 24,3%. A parcela registrada em maio deste ano (28,7%) é a segunda maior taxa da pesquisa, iniciada em 2010, ficando atrás apenas da observada em janeiro daquele ano (29,1%).

Já o percentual de famílias endividadas, ou seja, aquelas que têm dívidas (em atraso ou não), ficou em 77,4% em maio, abaixo dos 77,7% de abril, interrompendo três meses de altas. Mesmo com a queda, a taxa ainda é superior à de maio de 2021 (68%).

As famílias que não terão condições de pagar suas contas em atraso também caiu, de 10,9% em abril para 10,8% em maio. Em maio de 2021, a taxa era de 10,5%.

O tipo de dívida mais comum continua sendo o cartão de crédito, responsável pelo endividamento para 88,5% das famílias endividadas.

Segundo a CNC, em maio, o comprometimento médio da renda familiar com dívidas chegou a 30,4%, o maior percentual desde agosto do ano passado (também 30,4%). Do total de endividados, 22,2% precisaram de mais de 50% da renda para pagar dívidas com bancos e financeiras, proporção mais elevada desde dezembro de 2017.

O tempo médio do atraso para pagamento das dívidas, entre aqueles com contas em atraso, chegou a 61,7 dias, abaixo dos 62,1 dias de abril, mas acima dos 61 dias de maio de 2021.

Projeto Coração de Mãe recebe oficinas do ‘Armarinho, Cantinho da Imaginação’.

Concluindo ações do projeto, oficinas de teatro e contação de histórias aconteceram na última sexta-feira, 13 de maio.

Foto: Divulgação / Crédito: Lucas Brito

No último dia 13 de maio a realização das oficinas de teatro e contação de histórias concluíram as ações do “Armarinho, Cantinho da Imaginação” no Projeto Coração de Mãe, em Luís Eduardo de Magalhães. Na oportunidade, 62 crianças com idades entre 04 e 12 anos foram contempladas pela atividade, que é viabilizada pela Lei de Incentivo à Cultura, com realização do Ministério do Turismo (via Secretaria Especial de Cultura) e produção da Incentivar.

Com patrocínio da Galvani, as oficinas foram realizadas em dois horários e proporcionaram uma imersão lúdica e participativa para explorar alguns dos elementos do teatro, além de ilustrar e exemplificar o uso do armarinho – entregue em novembro do ano passado, quando o cenário pandêmico ainda pedia medidas mais restritivas.

O acervo lúdico (composto por brinquedos e jogos educativos, livros, figurinos e adereços, caixa de som, projetor e DVDs) é oferecido de forma gratuita e para uso permanente das instituições contempladas, que podem aproveitá-lo nas atividades do dia a dia.

DEPOIMENTO

“Em nome do Projeto Coração de Mãe, a Tia Jô agradece ao Lucas e Caíque pela excelente apresentação artística neste dia 16/05/2022. As Crianças foram envolvidas em cada apresentação, sendo as protagonistas principais. Foi marcante as fantasias caracterizadas por elas, inclusive o desfile na passarela. Cabe aqui ressaltar que houve fotos e filmagem como fonte de registro desse dia simples, mas maravilhoso. Nós do Projeto Coração de Mãe, agradecemos ao senhor Deus por esse momento, e por cada parceiro desse Projeto, obrigada. ”, comenta Jobelina Marques dos Santos, diretora do Projeto Coração de Mãe.

Instituições que receberam as oficinas do projeto “Armarinho, Cantinho da Imaginação” em Luís Eduardo Magalhães/BA

16/05/2022: Projeto Coração de Mãe

Sobre a Galvani:

Empresa 100% brasileira que atua no setor de fertilizantes desde a década de 1960. É líder em produção e distribuição no Matopiba, região agrícola que compreende os estados de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Possui unidades de mineração e beneficiamento em Angico dos Dias e Irecê, um complexo industrial em Luís Eduardo Magalhães, todos na Bahia, e escritórios corporativos em Campinas (SP) e na capital paulista.

Sobre o Ministério: Principal ferramenta de fomento à Cultura do Brasil, a Lei de Incentivo à Cultura contribui para que milhares de projetos culturais aconteçam, todos os anos, em todas as regiões do país. Por meio dela, empresas e pessoas físicas podem patrocinar espetáculos – exposições, shows, livros, museus, galerias e várias outras formas de expressão cultural – e abater o valor total ou parcial do apoio do Imposto de Renda. A Lei também contribui para ampliar o acesso dos cidadãos à Cultura, já que os projetos patrocinados são obrigados a oferecer uma contrapartida social, ou seja, eles têm que distribuir parte dos ingressos gratuitamente e promover ações de formação e capacitação junto às comunidades. Criado em 1991 pela Lei 8.313, o mecanismo do incentivo à cultura é um dos pilares do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), que também conta com o Fundo Nacional de Cultura (FNC) e os Fundos de Investimento Cultural e Artístico (Ficarts).

Sentenças de encaixe perfeito, que explicam o status quo.

Atualidade e desafios de Hannah Arendt para o Brasil – off-lattes

“O súdito ideal não é o nazista convicto ou o comunista convicto, mas aquele para quem já não existe diferença entre o fato e a ficção, entre o verdadeiro e o falso”. Eis o sonho de todo autoritário.”

Hannah Arendt, autora da sentença, filósofa política alemã de origem judaica, uma das mais influentes do século XX. A privação de direitos e perseguição de pessoas de origem judaica ocorrida na Alemanha a partir de 1933, assim como o seu breve encarceramento nesse mesmo ano, fizeram-na decidir emigrar para os Estados Unidos, onde desenvolveu intensa pregação através dos seus livros, tendo como tema central a “banalidade do mal”

Ação da Prefeitura leva atualização da caderneta de vacina para o Bela Vista.

Ação da Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Saúde, vai levar a atualização da caderneta de vacinação para a unidade de Saúde do Bela Vista, na próxima sexta-feira, dia 10 de junho, das 8h às 12h.

Estarão disponíveis todas as vacinas preconizadas pelo Ministério da Saúde, inclusive a do Covid-19. Para receber a imunização, o paciente deverá comparecer ao local com um documento oficial com foto, caderneta de vacina, comprovante de residência e o cartão do SUS atualizado. Crianças e adolescentes devem ser acompanhados por um responsável legal.

O que já se sabe sobre o desaparecimento de jornalista e indigenista na Amazônia.

Do Pragmatismo Político

Jornalista do britânico The Guardian e indigenista brasileiro desapareceram nas proximidades do Vale do Javari – terra indígena que abriga a maior quantidade de povos isolados do mundo. Nos últimos anos, local tem sofrido escalada de ataques e cerco de invasores ligados a pesca e caça ilegal, garimpo e extração de madeira. Esposa do repórter inglês divulga carta e PF diz que prendeu dois suspeitos.

O desaparecimento do indigenista Bruno Araújo Pereira e pelo jornalista britânico Dom Phillips desde a manhã do domingo (5) no Vale do Javari (AM) revelou uma escalada de ataques e cerco de invasores que ameaçam a terra indígena com mais povos isolados do mundo.

Invasores ligados a pesca e caça ilegal, garimpo, extração de madeira ou mesmo traficantes fizeram do local uma espécie de barril de pólvora para quem lutava para defender a área, segundo Francisco Loebens, integrante no Amazonas da equipe de apoio a povos livres do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), ligado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

As piores ações foram registradas em 2019, quando uma base da Funai no Vale foi atacada a tiros por caçadores clandestinos. Foi o 4º ataque em pouco mais de um ano.

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Luís Eduardo Magalhães-BA

Caminhoneiros dizem que Bolsonaro tem solução “tabajara” para combustíveis.

O governo não conseguiu convencer os caminhoneiros de que as medidas anunciadas para conter o preço dos combustíveis irão, de fato, resolver o problema. Após o anúncio feito pelo presidente Jair Bolsonaro na noite de segunda-feira, 6, a Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava) declarou que “o governo tenta resolver um problema complexo com uma solução tabajara”.

A avaliação da associação é de que Bolsonaro busca um improviso para lidar com a alta dos preços, por causa do ano eleitoral e por receio de que isso comprometa sua campanha à reeleição, em vez de sinalizar com uma saída estrutural para a questão dos combustíveis.

Jair Bolsonaro, presidente da República; solução de Bolsonaro para a alta dos combustíveis não agradou aos caminhoneiros

© Wilton Junior/ EstadãoJair Bolsonaro, presidente da República; solução de Bolsonaro para a alta dos combustíveis não agradou aos caminhoneiros

Na segunda, Bolsonaro propôs compensar Estados e municípios para zerar a alíquota do ICMS sobre o diesel e o gás de cozinha até 31 de dezembro deste ano. A proposta inclui também a desoneração dos impostos federais sobre a gasolina e o etanol, que também seriam zerados, e valeria até o fim deste ano.

“Retirar o ICMS dos combustíveis, que não é uma receita da União, é como tomar o dinheiro do vizinho para pagar uma conta da minha casa”, afirma a Abrava, que é presidida por Wallace Landim, conhecido como Chorão Caminhoneiro.

Segundo a associação, a isenção de Pis/Cofins e Cide anunciada pelo governo representa 6% na composição do preço do diesel e isso não teria o impacto necessário. “Os preços dos combustíveis vão continuar subindo, o problema não está sendo enfrentado, esse movimento é só um paliativo para aumentar o diesel novamente, se não aumentar o preço, vai faltar diesel nos postos”.

A instituição entende que a situação é resultado da política de preços praticada pela Petrobras, que segue a paridade de valores do mercado internacional. “A falta de planejamento e a irresponsabilidade levou o país a este caos, nós estamos alertando há tempos”, diz a Abrava.

A associação dos caminhoneiros, grupo que já foi majoritariamente apoiador de Bolsonaro, conclui com uma crítica direta ao presidente e volta a falar em paralisação do País.

“O presidente Bolsonaro está preocupado com a sua reeleição, os caminhoneiros e o povo brasileiro estão preocupados em colocar comida na mesa de suas famílias. Não vemos luz no fim do túnel. O país vai parar!!”, diz a Abrava.

O tom da carta mostra o nível de desgaste da categoria com o governo. Wallace Landim é um dos líderes do setor que, em diversas ocasiões, esteve em reuniões no Palácio do Planalto, ao lado do então ministro da InfraestruturaTarcísio de Freitas, agora candidato ao governo de São Paulo.

Do Estadão

Confira os locais de vacinação e as doses disponíveis contra o Covid-19 em Luís Eduardo.

A vacinação contra o Covid-19 para crianças e adultos em Luís Eduardo Magalhães está disponível em três pontos, entre os dias 6 e 11 de junho.

Além da antiga sede do PROMATI, localizada no bairro Santa Cruz, a Prefeitura descentralizou a oferta do imunizante para outras duas unidades de saúde: Moacir Marchezan, no Mimoso 2 e Oscar Doerner, no Santa Cruz.

Lembrando que estão disponíveis as seguintes doses:

– Primeira dose para crianças de 5 a 11 anos e pessoas a partir dos 12 anos de idade;

– Segunda dose (confira a data no seu cartão de vacina);

– Reforço para maiores de 18 anos, que receberam a segunda dose há quatro meses;

– Quarta dose para idosos com 65 anos ou mais, imunossuprimidos, pessoas com mais de 50 anos e profissionais da saúde que tenham tomado a dose de reforço há quatro meses.

IMPORTANTE Lembrando que a dose de reforço da Janssen e a segunda dose da Oxford, serão feitas com a Pfizer.

Locais de vacinação
– Unidade de saúde Moacir Marchezan, no Mimoso 2, de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h;

– Unidade de saúde Oscar Doerner, no bairro Santa Cruz, de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h;

– Sede do antigo PROMATI, no bairro Santa Cruz, de segunda a sexta, das 8h às 16h e aos sábados, das 8h às 12h.

Caravana mostra a verdade sobre os combustíveis

Diesel está 15% acima dos preços internacionais

O preço do litro do diesel pode atingir R$ 10 no segundo semestre do ano, alertam os petroleiros, como resultado da dependência de importação provocada nos governos Temer e Bolsonaro. Os estoques globais estão em níveis historicamente baixos, resultado das sanções impostas pelos EUA à Rússia.

No Brasil, porém, seguindo a fórmula do preço de paridade de importação (PPI) que a Petrobras foi obrigada a adotar, o diesel, nesta quinta-feira (2), já estava 15,25% acima do valor internacional, de acordo com o gráfico – atualizado diariamente – disponível no site Soberano Brasil. “Os importadores mentem quando dizem que os preços estão abaixo do PPI.”

O site organizou a “Caravana popular pela soberania nacional, reestatização de ativos estratégicos, pelo fim do PPI e pelo fim da mentira da Petrobras quebrada”. Caminhoneiros estão percorrendo o território nacional alertando o povo brasileiro sobre a necessidade da retomada da soberania.

A caravana partiu em maio de Curitiba, se encontra no Sul do país, de onde retornará rumo ao Norte, terminando no DF.

Nesta primeira etapa serão percorridos cerca de 8.500 km, com duração de mais de um mês. Na segunda etapa, partirá de São Paulo, passando pelo litoral do Sudeste, alcançará o Nordeste, Norte e Centro-oeste, terminando novamente em Brasília. Quem quiser colaborar, é só ir ao site.

Palestra de abertura da Semana do Meio Ambiente 

A abertura da Semana do Meio Ambiente em Luís Eduardo Magalhães nesta segunda-feira (06), foi marcada pela palestra sobre Resíduos, ministrada pelo doutor em Engenharia Química e professor da Universidade Federal do Oeste (UFOB), Douglas Ferreira, na Escola Municipal Cezer Pelissari. O Prof. Dr. Kaio César da Silva Rodrigues, que também possui doutorado em Eng. Química, foi parceiro na atividade.

Alunos, professores e demais expectadores puderam conhecer as principais questões relacionadas aos resíduos: tipos de resíduos, classificação de plástico, tratamento final dos resíduos, disposição correta dos resíduos sólidos, reutilização dos resíduos recicláveis e compostagem dos resíduos orgânicos.

Oficina de compostagem

Na próxima quinta-feira, dia 09 de junho, às 9h30, o professor vai realizar uma oficina de compostagem no Viveiro Municipal, localizado na rua Teixeira de Freitas ao lado da Escola Municipal Amélio Gato, no bairro Santa Cruz;

A programação é uma realização da Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria de Sustentabilidade em parceria com a Embasa e a J&H Sementes.

Sobre o palestrante

Possui doutorado em Engenharia Química pela Universidade Federal de São Carlos (2011). Pós-Doutorado em Química pela Universidade Federal de São Carlos. Atualmente é Professor Adjunto C-II na Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB).

Jornalista do The Guardian e indigenista desaparecem na Amazônia

Dom Phillips (@domphillips) / Twitter

O jornalista britânico radicado no Brasil

Após receberem ameaças de morte de garimpeiros bolsonaristas apoiados pelo governo, Dom Phillips, jornalista do The Guardian e Bruno Pereira, líder indígena, desapareceram ontem de manhã e até agora não se tem notícias.

Jonathan Watts, editor de meio ambiente do “The Guardian”, fez um apelo, em seu perfil no Twitter, para que as autoridades brasileiras comecem logo as operações de buscas pelo correspondente estrangeiro Dom Phillips, que trabalha para o jornal inglês e está desaparecido, ao lado do indigenista Bruno Pereira, da Funai. Jonathan publicou o pedido logo após ter sido divulgado o desaparecimento dos dois, que viajavam pela Amazônia: “o excelente jornalista, colaborador regular do @guardian e grande amigo está desaparecido no Vale do Javari, no Amazonas, após ameaças de morte a seu companheiro indigenista Bruno Pereira, que também está desparecido. Apelando às autoridades brasileiras para lançar urgentemente a operação de busca”.

Militantes de direitos humanos, especialistas e jornalistas da área de meio ambiente também estão pedindo, pelas redes sociais, que as autoridades brasileiras priorizem as investigações sobre o sumiço de Bruno e Dom Phillips, que tinham saído de barco da comunidade ribeirinha São Rafael com destino a Atalaia do Norte. O Ministério Público Federal, a Polícia Federal e o Exército já foram acionados.

Entre os que também se manifestaram, está Euan Marshall, jornalista freelancer do “The Telegraph” e “Al-Jazeera”: “Notícias preocupantes. Espero que Bruno e @domphillips sejam encontrados rapidamente e em segurança”, afirmou. A correspondente do “El Pais” no Brasil, Naiara Galarraga Gortázar, destacou ser “muito preocupante” o sumiço de mais de 24 horas dos dois. Ela recordou que, março, ela entrevistou Bruno Pereira para uma reportagem sobre indígenas isolados.

O sumiço dos dois foi confirmado pela União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja). Eles chegaram ao local no dia 3 de junho, às 19h25. Bruno vinha sendo alvo de ameaças por defender comunidades indígenas contra a ação de garimpeiros, pescadores e madeireiros. A região sofria com a invasão de garimpeiros desde o início deste ano.

O objetivo de viagem de Bruno e Dom Phillips era visitar a equipe de Vigilância Indígena que se encontra próxima à localidade chamada Lago do Jaburu. O jornalista faria algumas entrevistas.

Populistas de direita e rachadores de propina, a praga do Brasil de hoje.

Prefeita Rosa Baitinga de Teolãndia apresenta seu secretariado - Repórter  Bahia

Rosa Baitinga, sem a cantoria do Gustavin e sem banana na festa!

Após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) cancelar o show de Gusttavo Lima, em Teolândia, o ônibus do cantor foi visto deixando a cidade baiana, na noite deste domingo (5). A prefeita Rosa Baitinga (Progressistas), que chegou a justificar o gasto com o cachê da atração com o ‘sonho’ de conhecer o cantor sertanejo na ‘Festa da Banana’, abriu mão ter o seu desejo concretizado.

“Fomos surpreendidos neste dia com mais uma decisão que impede o povo de Teolândia de traçar o seu próprio destino, gerando assim um prejuízo incalculável e uma imensa insegurança, pois não se sabe mais quem governará seus destinos, os representantes democraticamente eleitos por voto direto, livre e secreto ou por membros de instituições que não foram eleitos pelo povo e que em sua maioria não tem o menor conhecimento sobre a realidade local”, disse a prefeita, em nota oficial.

A gestora municipal chegou a comemorar o primeiro dia da ‘Festa da Banana’ ontem (4), em publicação nas redes sociais. “Com a bênção de Deus, deu-se início a nossa tradicional Festa da Banana 2022. A palavra é gratidão. […] Amanhã teremos muito mais”, escreveu a prefeita. O primeiro dia de evento ocorreu após decisão em primeira instância da Justiça, que foi derrubada neste domingo (5) pelo STF.

Bivar aperta a cabeça dos bolsonaristas da União Brasil

PSL elege nova Executiva com Bivar reconduzido à presidência da sigla

O presidente do União Brasil, Luciano Bivar, mandou um aviso aos bolsonaristas do partido que dizem estar liberados para apoiar quem quiserem na eleição: devem buscar dinheiro para as campanhas no PL, sigla de Jair Bolsonaro.

Além de ser, ele mesmo, candidato a presidente, Bivar se ressente pelo rompimento com Bolsonaro, em 2019. Ele costuma dizer que passou a gestão atual “sem nada” e que algumas de suas empresas sofreram retaliação quando o governo extinguiu a taxa obrigatória do DPVAT.

Flávio Bolsonaro (RJ) ainda busca interlocução com o vice do União, Antonio Rueda, na esperança de construir uma aliança. Não à toa: Enquanto o PL tem menos de R$ 300 milhões para usar neste ano, o União tem quase R$ 1 bilhão.

O deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), que deixou o União pelo PL, diz que o mais importante é “articular o máximo de tempo de TV para Bolsonaro no primeiro turno”, já que o União detém a maior fatia de mídia.

As informações são da Coluna do Estadão.

Dia Nacional do Teste do Pezinho

O Teste do Pezinho faz parte dos exames da triagem neonatal, é simples, rápido e deve ser feito por todos os recém-nascidos. No Laboratório São Camilo ele é realizado no 5º dia de vida, quando o bebê volta para a consulta com o pediatra. Através dele, é possível identificar doenças graves que podem causar sérios problemas à saúde.

Justiça Eleitoral disponibiliza lista de devedores de multa eleitoral.

A Justiça Eleitoral disponibiliza, a partir de hoje, aos partidos políticos, a relação de todos os devedores de multa eleitoral. Essa lista serve de base para a expedição das certidões de quitação eleitoral, documento que é “pré-requisito para quem pretende concorrer a um cargo público nas Eleições de 2022”, informou, em nota, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

De acordo com o TSE, a principal causa de indeferimento de registros de candidaturas é a falta deste documento. Para consultar a lista, é necessário que os partidos acessem o Sistema de Filiação Partidária (Filia).

“A ferramenta, que é acessada pelos partidos, possui funcionalidade específica para a geração dos arquivos com esses dados. Basta o usuário autorizado pela legenda clicar no menu Arquivos > Dados Devedores e gerar os dados, no momento que quiser”, informou o TSE referindo-se à regra prevista na Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997).

Além de dispor sobre a certidão de quitação eleitoral, a Lei de Eleições detalha quais são os documentos que precisam ser apresentados no momento do pedido de registro de candidatura. “Entre eles, estão a cópia da ata da convenção partidária, a certidão de quitação eleitoral, a prova de filiação partidária e a autorização do filiado para incluir seu nome como candidato”, acrescentou o TSE.

“Para fins de expedição da certidão, são considerados quites aqueles que: condenados ao pagamento de multa, tenham, até a data da formalização do pedido de registro de candidatura, comprovado o pagamento ou o parcelamento da dívida regularmente cumprido; e os que pagarem a multa que lhes couber individualmente, excluindo-se qualquer modalidade de responsabilidade solidária, mesmo quando imposta concomitantemente com outros candidatos e em razão do mesmo fato”, explicou.

Quase 40% das famílias vivem com mínimo de pouco mais de 200 dólares.

Brasil entra para o mapa da fome e Bolsonaro aumenta seu salário para R$ 41 mil - A Verdade

A derrocada econômica provocada pela dupla Temer-Bolsonaro está levando quase 40% dos assalariados a sobreviverem com um salário mínimo, em tempos de inflação alta, a qual derruba esses salários ao longo do ano.

No último trimestre do penúltimo ano da gestão Dilma, 27,6% ganhavam até o piso. No governo Bolsonaro este número já chega a 38,22%. Em 2012, o salário mínimo era de 400 dólares, chegando a 176 dólares em 2020.

Desemprego e desalento

Agora imagine a situação de famílias que vivem com menos de 80 dólares do auxílio do Governo. Em meados de maio deste ano, mais de 3,4 milhões de brasileiros estavam desempregados há mais de dois anos.

De acordo com o levantamento, ao final do 1º trimestre de 2022 o número de trabalhadores desempregados há mais de 2 anos era de 3,463 milhões – cerca de 29% do total de desempregados no país.

Trata-se da segunda maior proporção de desempregados há mais de 2 anos de toda a série da pesquisa, iniciada em 2012. Ela havia sido maior somente no trimestre anterior, o 4º de 2021, quando atingia cerca de 3,6 milhões dos desempregados, o que correspondia a 30,3% do total de brasileiros em busca de uma vaga no mercado naquele período.

O levantamento do IBGE, realizado por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) é referente ao primeiro trimestre de 2022, quando o país registrava um contingente de mais de 11,9 milhões de desempregados.

Só é considerado desempregado aquele trabalhador que não está ocupado no mercado de trabalho, tem disponibilidade para trabalhar e está, efetivamente, em busca de uma vaga.

Esta semana que passou, o indigitado Presidente Provisório da República, disse que não entende os 40% (na verdade 49%) de Lula nas pesquisas. Fica difícil mesmo entender, quando se ganha 41 mil de salário e duas aposentadorias, do Exército e da Câmara, e ainda se gasta em pouco mais de 3 anos R$21 milhões no cartão corporativo da Presidência. 

Semana do Meio Ambiente terá palestras, oficina, distribuição de mudas e blitz ecológica.

Luís Eduardo Magalhães terá uma programação especial em comemoração à Semana do Meio Ambiente, promovida pela Prefeitura do município, através da Secretaria Municipal de Sustentabilidade em parceria com a Embasa e a J&H Sementes. As atividades iniciam nesta segunda-feira, dia 06 e seguem até o dia 14 de junho.

A data que é comemorada mundialmente, terá como tema esse ano: ‘Uma só Terra’ e tem o objetivo de levar a conscientização para a comunidade do município, principalmente os estudantes de escolas municipais e estaduais em relação à necessidade da adoção de hábitos sustentáveis, por meio de palestras, distribuição de mudas, oficina e blitz educativas.

Confira abaixo a programação completa:

06.06 (Segunda-feira), às 10h – Palestra sobre resíduos, ministrada pelo Dr. Douglas Ferreira, na Escola Municipal Cezer Pelissari;

às 16h- Palestra Consumo X Sustentabilidade, ministrada pela equipe da Secretaria Municipal de Sustentabilidade, na Escola Municipal Cezer Pelissari;

07.06 (Terça-feira), às 8h30-, distribuição de mudas, na Praça Matriz;

08.06 (Quarta-feira), às 8h30- blitz ecológica com a distribuição de ecobags e lixeirinhas;

às 10h- Palestra sobre o uso consciente da água, com a equipe da Embasa, na Escola Municipal Onero Costa da Rosa;

às 10h- Palestra Consumo X Sustentabilidade, ministrada pela equipe da Secretaria Municipal de Sustentabilidade, no Centro Educacional Maria Cardoso Ferreira (CEMAC);

às 16h- Palestra sobre o uso consciente da água, com a equipe da Embasa, na Escola Municipal Onero Costa da Rosa;

às 16h- Palestra Consumo X Sustentabilidade, ministrada pela equipe da Secretaria Municipal de Sustentabilidade, no Centro Educacional Maria Cardoso Ferreira (CEMAC);

09.06 (Quinta-feira), às 8h30-, palestra sobre biodiversidade do Cerrado, ministrada pela equipe da Secretaria Municipal de Sustentabilidade, na Escola Municipal Ottomar Schwengber;

às 9h30- Oficina de Compostagem com o Dr. Douglas Ferreira, no Viveiro Municipal;

às 14h30- Palestra sobre biodiversidade do Cerrado, ministrada pela equipe da Secretaria Municipal de Sustentabilidade, na Escola Municipal Ottomar Schwengber;

*13.06 (Segunda-feira), às 10h, palestra Consumo X Sustentabilidade, ministrada pela equipe da Secretaria Municipal de Sustentabilidade, no Colégio Estadual Mimoso do Oeste;

às 16h- Palestra Consumo X Sustentabilidade, ministrada pela equipe da Secretaria Municipal de Sustentabilidade, no Colégio Estadual Mimoso do Oeste;

14.06 (Terça-feira), às 10h-, palestra Consumo X Sustentabilidade, ministrada pela equipe da Secretaria Municipal de Sustentabilidade, na Escola Municipal José Cardoso de Lima;

às 16h- Palestra Consumo X Sustentabilidade, ministrada pela equipe da Secretaria Municipal de Sustentabilidade, na Escola Municipal José Cardoso de Lima.

Crimes recentes do Governo pouco notados pela sociedade.

Em meio à fome, Bolsonaro ‘enterra’ programa de compra de alimentos.

Reproduzido em países da África e da América Central, o Programa de Aquisição de Alimentos já vinha sendo sucateado. E agora foi praticamente extinto, substituído por um “cheio de incertezas”

PAA

O presidente Jair Bolsonaro tanto investiu contra os pequenos agricultores e a população mais pobre do país que, como se fosse pouco, jogou uma pá de cal sobre o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Na prática, enterrou a política criada em 2003 no âmbito do Fome Zero, no primeiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva, que chegou a comprar quase R$ 1 bilhão em alimentos produzidos sem agrotóxicos em pequenos estabelecimentos, beneficiando de um lado indígenas, quilombolas, extrativistas e pescadores artesanais. E de outro, escolas, asilos e outras instituições que atendem pessoas em situação de insegurança alimentar.

E criou um programa para chamar de seu, o Alimenta Brasil. Na propaganda governamental, a iniciativa tem como finalidade ampliar o acesso à alimentação e incentivar a produção de agricultores familiares, extrativistas, pescadores artesanais, povos indígenas e demais populações tradicionais.

Referência internacional

E que por meio da dispensa de licitação, o poder público compra os alimentos produzidos por esses agricultores e destina a famílias em situação de insegurança alimentar, rede socioassistencial, escolas públicas, unidades de saúde, unidades de às unidades de internação socioeducativas e prisionais, entre outras. Ou seja, tudo o que o PAA fazia com excelência a ponto de o programa ter se tornado referência internacional e ser implementado em países da África e da América Central.

“Esse novo programa não se justifica, é uma jogada política. Enterrar um programa exitoso, de 18 anos, reconhecido pelo FAO, para colocar outro no lugar, ainda cheio de incertezas”, diz à RBA o agrônomo Sílvio Porto, professor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e ex-diretor da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) de 2003 a 2011.

Sob Bolsonaro, orçamento do Alimenta Brasil, que era de R$ 586 milhões em 2012, passou a R$ 58 milhões em 2021. Programa permite compra da produção de agricultura familiar e a doação de comida aos necessitados (uol)

STJ ratifica decisão de primeira instância e proíbe show de Teolândia.

Presidente do STJ, ministro Humberto Martins

O show do cantor Gusttavo Lima que, neste sábado (4), havia sido liberado por um juiz plantonista do Tribunal de Justiça da Bahia para ocorrer no sul do estado foi suspenso pelo presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), ministro Humberto Martins, neste domingo (5), dia da apresentação do sertanejo.

O artista cantaria na Festa da Banana, no município de Teolândia, a cerca de 280 km de Salvador.

​”Com a decisão do STJ, volta a valer a suspensão dos shows, determinada pelo Juízo da Vara Cível de Wenceslau Guimarães, atendendo a um pedido do Ministério Público da Bahia (MPBA). O MP acionou a Justiça após suspeitas de irregularidades nos gastos com a organização do evento, sobretudo com relação ao cachê pago ao cantor”, informou o STJ.

Gusttavo Lima foi contratado por R$ 700 mil para se apresentar na cidade, que está em situação de emergência por causa das chuvas.

Segundo o ministro Humberto Martins, o gasto de altos valores para um município de apenas 20 mil habitantes e em situação de emergência declarada justifica a providência tomada inicialmente de suspender a realização do evento.

“Cuida-se de gasto deveras alto para um município pequeno, com baixa receita, no qual, como apontado pelo Ministério Público da Bahia, o valor despendido com a organização do evento chega a equivaler a meses de serviços públicos essenciais”, justificou Humberto Martins.

Bahia Farm Show 2022 atinge marca histórica de 7,9 bilhões em volume de negócios.

A organização da Bahia Farm Show 2022, encerrada neste sábado (4), confirma um novo recorde no volume dos negócios consolidados durante os cinco dias do evento. Em previa realizada, o montante chegou a R$ 7,9 bilhões, ultrapassando a marca de R$ 1,9 bilhão da última edição da Feira, em 2019.

Outro recorde batido foi o de público, com 101.555 pessoas que circularam pelo Complexo Bahia Farm Show. Em 2019, o público foi de 65 mil pessoas.

O valor expressivo é quatro vezes superior ao alcançado na 15ª edição da maior feira de tecnologia agrícola e negócios do Norte e Nordeste do Brasil.

Estamos com 96% dos números fechados, mas já podemos afirmar que o valor alcançado até agora está muito além das nossas expectativas. São números expressivos e que refletem uma demanda reprimida, reflexo de dois anos de pandemia, mas, que trazem grande alegria para todos nós, da organização da Feira.

“Esse resultado também nos deixa a certeza de que o evento foi positivo para os 360 expositores que acreditaram na marca Bahia Farm Show e participaram desta edição memorável. Muito obrigado a todos, só temos a agradecer pela confiança”, destaca o presidente da Feira, Odacil Ranzi.

A 17ª edição da Bahia Farm Show está confirmada para o período de 30 de maio a 03 de junho de 2023. O evento é uma realização da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), com o apoio da Associação Baiana do Produtores de Algodão (Abapa), Fundação de Apoio a Pesquisa e Desenvolvimento do Oeste Baiano (Fundação Bahia) e Associação dos Revendedores e Representantes de Máquinas, Equipamentos e Implementos Agrícolas do Oeste Da Bahia (Assomiba).

A desgraça das armas: nos EUA, mais 3 mortos e 11 feridos

Philadelphia Police investigators work the scene of a fatal overnight shooting on South Street in Philadelphia, Sunday, June 5, 2022. (AP Photo/Michael Perez)

Três pessoas morreram e outras onze ficaram feridas neste sábado (4) durante um tiroteio em uma área de grande movimento na Filadélfia, no nordeste dos Estados Unidos.

A rua South Street é uma área conhecida por reunir pontos de entretenimento na cidade, com vida noturna movimentada.

“Sabemos que catorze vítimas foram baleadas e levadas para hospitais. Três destes indivíduos (dois homens e uma mulher) foram declarados mortos depois de chegarem aos hospitais com vários ferimentos a bala”, declarou o inspetor da polícia D.F. Pace a repórteres da imprensa americana.

Os policiais disseram que presenciaram várias pessoas atirando no meio da multidão.

“Havia centenas festejando na South Street, como acontece todo fim de semana, quando o tiroteio começou”, comentou Pace.

De acordo com a imprensa local, não houve prisões. Os agentes chegaram a efetuar disparos contra um suspeito que estava a 30 metros de distância, mas que entretanto não sabem se conseguiriam o atingir.

A confusão ocorreu pouco antes da meia-noite e até o momento a polícia não divulgou os nomes das vítimas e nem dos suspeitos. A investigação deve requerer as imagens de câmeras de segurança dos bares do local para identificar as pessoas envolvidas no tiroteio.

Segundo tiroteio em menos de 7 dias

Um homem armado matou quatro pessoas na quarta-feira (1) em um hospital de Tulsa, Oklahoma, informou a polícia, um novo tiroteio que provoca comoção nos Estados Unidos, país ainda abalado pelo massacre da semana passada em uma escola do Texas.

O atirador, armado com um rifle e uma pistola, morreu no tiroteio no complexo do hospital Saint Francis de Tulsa, informou a polícia.

“Temos quatro civis mortos, temos o atirador que está morto, e acreditamos que ele cometeu suicídio”, disse o vice-comandante do Departamento de Polícia de Tulsa, Eric Dalgleish

Moradores de Teolândia protestam pelo cancelamento de festa da Banana

Moradores de Teolândia protestam contra cancelamento do Festival da Banana — Foto: TV Santa Cruz

Uma cidade pobre, protestando pelo cancelamento de um show. Os valores pagos por cachês e organização poderiam ser aplicados em ações relevantes como merenda escolar e Saúde.

Moradores de Teolândia, no interior da Bahia, protestaram contra o cancelamento do ‘Festival da Banana’ na tarde desta sexta-feira (3). O cancelamento ocorreu após pedido do Ministério Público da Bahia (MP-BA). O município está em estado de emergência desde o fim de 2021, por causa das fortes chuvas que atingiram o sul do estado.

O cantor Zé Neto, da dupla com Cristiano, mal podia imaginar que, ao criticar uma tatuagem no ânus de Anitta há algumas semanas, terminaria por levar ao escrutínio público os milhões de reais pagos por prefeituras Brasil afora pelas apresentações de cantores sertanejos.

Nunca ficou tão evidente como é o pagador de impostos que banca os cachês milionários de Gusttavo Lima, por exemplo, artista bolsonarista que lota shows em feiras agropecuárias em cidades do interior defendendo Deus, pátria, família e liberdade entre uma música e outra.

Após Zé Neto afirmar que não dependia da Lei Rouanet e que seus cachês “quem paga é o povo” para zombar de Anitta, uma série de investigações dos cachês que sertanejos e outros artistas ganham de prefeituras começou a ser feita por todo o país.

Hoje, 29 cidades pelo país têm shows investigados pelo Ministério Público –a maioria deles são de eventos de Gusttavo Lima, mas Xand Avião e Wesley Safadão também aparecem entre os cachês.

Abaixo, veja onde acontecem as investigações do Ministério Público até agora.

São Luiz (RR)

O Ministério Público de Roraima vai investigar a Prefeitura de São Luiz pela contratação de um show de Gusttavo Lima por R$ 800 mil. Localizada a 275 quilômetros de Boa Vista, a capital do estado, São Luiz tem 8.232 habitantes, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. É como se cada morador, entre adultos e crianças, estivesse pagando um ingresso de cerca de R$ 100 para custear o cachê do cantor. Leia mais.

Teolândia (BA)

O Tribunal de Justiça da Bahia cancelou na última sexta-feira (3) um show de Gusttavo Lima com cachê de R$ 704 mil pago pela prefeitura de Teolândia, cidade baiana a 278 quilômetros de Salvador, durante a Festa da Banana, uma comemoração tradicional da cidade. Leia mais.

Mossoró (RN)

O Ministério Público do Rio Grande do Norte pediu que a Justiça cancele shows de Wesley Safadão e Xand Avião em Mossoró, cidade a 288 quilômetros de Natal, marcados para as próximas semanas durante uma celebração junina paga pela prefeitura. Leia mais.

Magé (RJ)

O Ministério Público do Rio de Janeiro que abriu um inquérito para apurar se houve irregularidades na contratação de Gusttavo Lima para um show em Magé, a cem quilômetros da capital fluminense, por R$ 1 milhão. A contratação, embora a princípio não seja ilegal, chamou a atenção do MP porque o cachê é dez vezes maior que o valor que a Prefeitura de Magé deve investir em atividades artísticas e culturais durante o ano todo. Leia mais.

Conceição do Mato Dentro (MG)

A Prefeitura de Conceição do Mato Dentro, cidade mineira a 163 quilômetros de Belo Horizonte, usou uma verba destinada a saúde, educação, ambiente e infraestrutura para pagar o cachê de R$ 1,2 milhão que Gusttavo Lima vai receber por um show marcado para junho. O Ministério Público de Minas Gerais está fazendo uma investigação preliminar a respeito dessa contratação.

O show faz parte da 32ª Cavalgada do Jubileu do Senhor Bom Jesus do Matozinhos, onde também vão se apresentar Bruno & Marrone, Simone & Simaria, Israel & Rodolffo e outros artistas do mesmo porte. Ao todo, o investimento da prefeitura para pagar os cachês é de cerca de R$ 2,3 milhões. Leia mais.

Mato Grosso

O Ministério Público de Mato Grosso decidiu apurar se houve irregularidade na contratação de cantores, sobretudo do sertanejo, por cachês que ultrapassam o R$ 1 milhão em 24 prefeituras do estado, entre elas Gaúcha do Norte, Porto Alegre do Norte, Figueirópolis D’Oeste, Sorriso, Nortelândia, Salto do Céu, Alto Taquari, Novo São Joaquim, Nova Mutum, Sapezal, Canarana, Acorizal, Brasnorte, Água Boa, São José do Xingu, Vera, Barra do Garças, Juína, Querência, Bom Jesus do Araguaia, Santa Carmem, Matupá, Nova Canaã do Norte e Novo Horizonte do Norte.

O povo de Teolândia explica porque temos governantes de baixa extração. Sem eleitores desse padrão talvez não tivéssemos provocadores, de senso estrito, como o atual Presidente, na Chefia da Nação.

Depois de dois anos de ausência, Feira bate todos os recordes.

Terminou na noite deste sábado (4) a Bahia Farm Show, o maior evento de tecnologia do Norte-Nordeste, que foi realizada em Luís Eduardo Magalhães. Os organizadores acreditam que o evento movimentou R$ 2 bilhões em negócios.

Por dois anos consecutivos, por consequência da Pandemia, a feira não foi realizada.

Cinco dias de feira, com edição que já bateu recorde. Mais de 90 mil visitantes.

As pessoas que passearam pelo parque conheceram a tecnologia apresentada por mais de 360 expositores, instalados em um espaço 30% maior.

Produtores e visitantes se encantaram principalmente com as máquinas milionárias, que garantem a produtividade das lavouras da região. Muitas foram vendidas com preços que podem chegar a R$ 6 milhões.

E muitas empresas mostram todo o potencial das máquinas. Ligam os motores e encantaram o público. Uma delas tinha um simulador de máquinas pesadas, usadas para treinar os profissionais que vão operar as gigantes no campo.

Neste experimento, o visitante pôde conhecer um pouquinho da realidade das lavouras de milho.

A feira também abriu espaço maior para a agricultura familiar, pavilhões para pequenas empresas, palestras e eventos ligados ao agronegócio.

Dois leilões virtuais, com matrizes de gado de corte e de leite, também foram realizados.

A 16ª edição da Bahia Farm Show começou na última terça-feira (31). O evento, que foi suspenso por dois anos por causa da pandemia da Covid-19, destaca a importância econômica da região.

O governador da Bahia, Rui Costa, participou da abertura oficial e assinou ordens de serviço ligadas ao agronegócio e um Termo de Acordo definidor de divisa territorial entre a Bahia e Tocantins, junto ao chefe do Executivo do estado vizinho, Wanderlei Barbosa.

O documento formaliza o acordo de traçado da fronteira entre as duas unidades da federação e consolida um acordo anterior firmado no Supremo Tribunal Federal (STF) em 2013. O presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Eduardo Luís Gonçalves, também participou da assinatura.

O presidente Jair Bolsonaro esteve no evento na tarde de terça-feira. Ele foi recebido por um grupo de apoiadores, deixou o local pilotando uma motocicleta e seguiu para o centro da cidade em um passeio.

Homenagens a agricultores

Este ano, os agricultores foram homenageados por meio de uma exposição de maquinário antigo que poderá ser visitada na Praça Museu dos Tratores. Segundo o presidente da Bahia Farm Show, Odacil Ranzi, a ideia de criar o espaço para mostrar a trajetória da agricultura do oeste baiano surgiu a partir de visitas a feiras no Brasil e no exterior.

Também esteve disponível uma exposição fotográfica a céu aberto, retratando as belezas naturais e a produção agrícola do cerrado baiano pelas lentes do fotógrafo Rui Rezende.

Os visitantes tiveram acesso a estacionamento gratuito, central de atendimento, posto médico e banheiros.

Estrutura

Para este ano, a estrutura do evento foi ampliada em cerca de 30%. A área construída passou de 144 para 187 mil metros quadrados. Além disso, 13 novas ilhas passaram a integrar o Complexo Bahia Farm Show. Outra novidade foi a criação de um pavilhão coberto que irá abrigar empresas de tecnologia, startups e serviços.

A feira contou com praça de alimentação, parque de diversão, dois restaurantes, ruas pavimentadas, bosque de espécies nativas, área de test drive com exibições e performances do setor automotivo.

Do G1, Editado.

Esquerda se organiza para enfrentar ameaças de arruaça na derrota de Bolsonaro.

Basta um lobo solitário, diz policial Leonel Radde sobre risco para Lula |  Revista Fórum

Leonel Radde com colegas na segurança de Lula em Porto Alegre.

Por Vasconcelo Quadros, no DCM.

A radicalização do presidente Jair Bolsonaro e de seus seguidores, com ameaças à democracia, ao Judiciário e apelo ao armamento da população gerou uma ferramenta inimaginável nas bases do PT e PSB antes do avanço da extrema direita: a organização de núcleos profissionais de segurança e inteligência para enfrentar os grupos paramilitares que, a seis meses da eleição, se movimentam à luz do dia. A principal tarefa agora é esquadrinhar, identificar e monitorar os diferentes grupos de inspiração paramilitar que, sem segredos, o presidente afaga.

Coordenador nacional do núcleo antifascista criado pelo PT, o vereador de Porto Alegre Leonel Radde, policial civil e alvo constante dos extremistas, acredita que os chamados CACs – caçadores, atiradores e colecionadores de armas – representam o maior risco de violência eleitoral.

É gente empoderada pelo discurso bolsonarista e disposta a qualquer coisa. Vai se encaminhando cada vez mais para atuações extremistas”, afirma o vereador gaúcho que, pela experiência de policial e pela leitura de ameaças frequentes difundidas na rede, se diz preocupado com a segurança de Lula, principalmente no Sul e Sudeste do país.

Segundo o vereador, o crescimento de grupos neonazistas é registrado em todo o país, mas tem mais densidade no interior de São Paulo e, em especial, nos Estados do Sul. No Rio Grande do Sul, segundo Radde, há denúncias de proliferação de clubes de motoqueiros que fazem clara apologia ao nazismo.

Essa avaliação é similar à do PSB: “Não estamos num jogo político. Estamos numa guerra política. O Bolsonaro sabe que se perder, vai direto para a cadeia. É isso que o preocupa”, afirma Acilino Ribeiro, secretário nacional do Movimento Popular Socialista (MPS) do PSB, ao qual está vinculada a Coordenação Executiva de Relações Internacionais e Inteligência Partidária, que monitora os radicais de direita ligados a Bolsonaro e as ações do governo contra movimentos sociais. Ele estruturou um serviço de inteligência de esquerda, a Rede Nacional de Inteligência Cidadã (RENIC).

“Como o estado vigia a sociedade, nós temos direito de fiscalizar o estado e agentes públicos. A RENIC vigia a Abin, mas a Abin também vigia a RENIC”, diz Acilino.

O trabalho de inteligência desse núcleo aponta que os diversos grupos paramilitares que gravitam em torno de Bolsonaro somam cerca de 100 mil militantes, dos quais, pelo menos dez mil podem ser considerados linha de frente, milicianos, ex-policiais ou paramilitares que se apresentam como CACs e militares da reserva saudosistas da ditadura.

“Dez mil é uma conta empírica que faço com base na liberação da venda de armas e de balas. É gente capaz de fazer uma luta armada pela direita. …”

São oficiais generais que já vestiram o pijama e hoje se entrincheiram nos clubes do Exército, Marinha e Aeronáutica cujos dirigentes assinaram nota em que consideram o julgamento do deputado Daniel Silveira “inconstitucional e imoral”, e elogiaram o decreto de perdão editado por Bolsonaro como decisão que “restabeleceu o estado de direito”.

Acilino Ribeiro não tem dúvidas de que apoiadores de Bolsonaro, com apoio velado de militares da ativa, estão se organizando para criar conflitos caso Bolsonaro seja derrotado. “Eles estão preparando isso”, afirma. “O Bolsonaro vai colocar as Forças Armadas numa encruzilhada e chamá-los para uma guerra civil, para tentar dar o golpe”, prevê.

Um dos dirigentes do Movimento Policiais Antifascismo (MPAF), o policial potiguar Pedro Chê também avalia que Bolsonaro aposta no caos e diz que os grupos que o cercam “têm os meios” para deflagrar um conflito. Chê alerta que, originários de bases sociais autoritárias e golpistas, os bolsonaristas representam uma ameaça. Esses militantes de direita, ele diz, já criaram base suficientemente forte para gerar conflitos. “A questão é em que momento isso pode acontecer. É uma galera que anda na esteira de Bolsonaro, alimenta ideias autoritárias e sonha em poder participar de um conflito. Estão comprando muita arma e se passando por colecionador ou atirador, num nível de armamento jamais visto e em alta proliferação”, diz o policial.

No total o número de armas em poder da população atualmente chega a 2.077.126, o que significa uma para cada 100 pessoas. Especialistas criticam a falta de controle sobre o destino desse arsenal.

Pedro Chê avalia que os militares podem até manifestar simpatia a Bolsonaro, mas dificilmente apoiariam ações fora da lei. “O Exército trabalha com a conjuntura internacional e sabe que não tem amparo dos Estados Unidos para uma aventura golpista.

Dados do Ministérios da Defesa e da Economia mostram que os generais controlam mais de 3 mil cargos de confiança, 8.450 vagas temporárias, oito dos 22 ministérios, 16 estatais e 61% das empresas de administração direta ou indireta da União.

O vereador Leonel Radde concorda: “A tentativa de golpe virá pelos grupos civis que cercam Bolsonaro. Forças legais podem até dar suporte, mas não de forma frontal”.. Segundo ele, há um claro movimento dos grupos bolsonaristas para forjar uma luta armada pela direita. Pedro Chê afirma que o núcleo central do bolsonarismo é extremamente perigoso; parte dos colecionadores e atiradores é “gente mal intencionada e mais perigosa, alguns desempregados, que não têm muito a perder”. Ele também lembra o apoio dos policiais a Bolsonaro, especialmente da PM.

“São forças que podem até subverter a ordem estatal. Bolsonaro tentou isso no 7 de setembro (2021) e já havia estimulado o motim da PM no Ceará, no episódio em que o senador Cid Gomes passou com o trator”, afirma o dirigente antifascista. Para ele, a esquerda no poder deve promover uma reforma profunda nas instituições de segurança. “A esquerda tem de cuidar disso. É uma granada amarrada num barbante. Pode ser com Bolsonaro ou outro”, adverte.

Com o trabalho preventivo de inteligência, Acilino Ribeiro, Leonel Radde e Pedro Chê pretendem, através dos partidos, alertar às autoridades competentes sobre riscos concretos. Para eles, a extrema direita se movimenta para atacar o STF e TSE, como ficou claro com a concessão de perdão de Bolsonaro ao deputado Daniel Silveira, indicando que não aceitaria outro resultado que não seja a reeleição do presidente. Por essa tese, se farejar a derrota, Bolsonaro partiria para uma tentativa de ruptura. “Faremos a luta institucional e de massas contra a extrema-direita. Não aceitaremos o conflito. Vamos fortalecer as instituições da República para que elas os enfrentem”, afirma Acilino Ribeiro.

Washington Post: 45% da produção americana de petróleo é subsidiada.

Freightliner apresenta o novo Cascadia no mercado norte-americano - Chico da Boleia

Por Miguel do Rosário, editor de O Cafezinho, publicada em 2018.

Não vamos corroborar as atitudes irresponsáveis da Lava Jato, que parece não se importar com as consequências sociais e econômicas de nenhuma de suas ações.

O que precisamos entender é o seguinte: a política de preços implementada pelo governo Temer, via presidente da Petrobras, Pedro Parente, é criminosa e irresponsável.

Dilma pode ter exagerado um pouco na contenção dos preços finais da gasolina, mas a sua política estava fundamentalmente correta. A Petrobras precisa servir como anteparo à louca volatilidade das cotações internacionais. Para que descobrir pré-sal, maior reserva descoberta em muitos anos, em todo o mundo, e sofrer aumentos sucessivos, frenéticos, diários, dos preços do diesel e da gasolina?

Entretanto, mais uma vez, vemo-nos completamente ilhados em termos de informação. Os grandes meios de comunicação nacionais não informam aos brasileiros que, em todo mundo, a energia sempre foi um setor fortemente subsidiado pelo Estado.

Em outubro do ano passado, o Washinton Post, um jornalão conservador dos EUA, publicava que “sem subsídios federais ou estaduais, quase metade da produção americana de petróleo – cerca de 45% – seria insustentável financeiramente aos preços correntes”.

A reportagem, assinada por Tim McDonnell, informava que os subsídios estatais à indústria americana de petróleo tinham alcançado quase US$ 5 bilhões ao ano (R$ 18 bilhões).

Uma outra matéria, mais antiga, de maio de 2015, no Guardian, também informa sobre massivos subsídios à indústria americana de petróleo, a todos os elos da cadeia de produção, desde a exploração até o refino.

A reportagem descobriu que os subsídios estatais à construção e expansão de refinarias eram generosos, e eram “pagos” antecipadamente por contribuições milionárias às campanhas políticas dos candidatos comprometidos com a indústria de petróleo.

Esse é o país para o qual a Petrobras se comprometeu a pagar quase R$ 10 bilhões, como “multa” por ter “enganado” investidores norte-americanos acerca das relações entre a nossa petroleira e o mundo político…

Trecho da matéria do Guardian:

Uma refinaria da Shell na Pennsylvania está para receber US$ 1,6 bilhão em subsídio estatal, segundo uma acordo fechado em 2012, quando a empresa registrou um lucro anual de US$ 26,8 bilhões.

Reformas da refinaria da ExxonMobil, em Baton Rouge, Lousiana, estão se beneficiando de um subsídio de US$ 119 milhões, com a ajuda começando em 2011, quando a companhia obteve um lucro de US$ 41 bilhões.

A matéria, publicada pela editoria de meio-ambiente, e que tinha como principal entrevistado o senador Bernie Sanders, dizia ainda o político tinha uma proposta de cortar US$ 135 bilhões em subsídios estatais para a indústria do petróleo ao longo da próxima década.

“Entre 2010 e 2014, petróleo, carvão, gasolina, e as indústrias de extração, gastaram US$ 1,8 bilhão em lobbying político”, diz Sanders.

O que os EUA chamam de “lobby”, nós chamaríamos aqui de “corrupção” ou “propina”, porque nada mais é do que dinheiro doado pelas empresas para políticos e partidos.

Essas informações confirmam que o tal “mercado livre”, que os neoliberais tentam estabelecer no Brasil, é uma falácia. Não existe sequer na sede do imperialismo, de onde nascem essas ideias.

Enquanto o Estado americano subsidia sua indústria de petroleo, ao mesmo tempo em que essa indústria financia a sua classe política (não esquecer que o primeiro secretário de Estado nomeado por Trump foi Rex Tillerson, presidente da ExxonMobil), o Estado brasileiro, através da Lava Jato, promoveu o maior ataque já visto na história contra a nossa própria indústria de petróleo, e criminalizou de maneira sordidamente sensacionalista as relações entre empresas ligadas ao setor e a nossa classe política.

A Lava Jato fez isso tudo ao mesmo tempo em que nossos procuradores fechavam acordos informais com o governo americano, fornecendo informações secretas/estratégicas de nossas empresas a um país notoriamente imperialista, conhecido por suas intervenções no mundo inteiro visando ampliar seu controle sobre o mercado mundial de petróleo.

Hoje me parece claro que os Estados Unidos, após o impressionante crescimento de sua produção de petróleo e derivados nos últimos anos, precisavam garantir novos mercados consumidores. E o Brasil é hoje, junto com México, o principal comprador dos derivados de petróleo produzidos nos EUA. Os EUA precisavam ainda que este mercado tivesse “preços livres”, para permitir que as refinarias norte-americanas, entre elas as dos famigerados Irmãos Koch, maximizassem seus lucros por aqui.

A Petrobras anunciou, há pouco tempo, que pretende privatizar suas principais refinarias.

Isso significa menos soberania e mais entrega de nossos recursos, empregos e renda, para o grande capital internacional.

Para isso, deram o golpe.

Sugerimos aos internautas que acompanhem a nossa série de reportagens organizada sob a categoria “Quem ganhou com o golpe“.

ACM Neto não está convencendo os oestinos?

O jornal A Tarde fala em “gatos pingados” no evento de Neto em Santa Rita

O que está acontecendo com o apoio à candidatura de ACM Neto no Oeste da Bahia? O evento de Luís Eduardo Magalhães, com a imprensa, teve audiência fraca.

A concessão do título de Cidadão Barreirense, igualmente.

E, em Santa Rita de Cássia, menos de 30% das cadeiras foram ocupadas.

Será que isso é resultado da revoada de Rui Costa e de seu candidato Jerônimo pelo Oeste?

Obesidade infantil é tema relevante em Saúde

A obesidade é uma doença que não para de se multiplicar ano após ano, tornando-se um grave problema de saúde pública. Com as crianças não é diferente. O IBGE estima que 1 em cada 3 crianças brasileiras com idade entre 5 e 9 anos está acima do peso recomendado.

Ambiente obesogênico, alimentação inadequada, falta de atividade física e predisposição genética são fatores que influenciam diretamente para esse quadro. Por isso, o acompanhamento do profissional de saúde é fundamental. Também, a conscientização dos pais e responsáveis.

Nós da Rede São Camilo estamos presentes para combater essa doença que causa consequências severas e precisa muito ser levada a sério. Conte com a gente.